Segunda-feira, 30 de Abril de 2012

Cinema: Ser gay em Paris

 

Vassili (Stéphane Rideau) é um prostituto trintão, com instinto assassino contra aqueles que, ao acaso, vê como culpados por algo que não se consegue bem perceber. 

Enquanto clientes e colegas lhe dizem que já está velho para este trabalho, o angelical Angelo (Dimitri Durdaine) inicia com ele uma relação amorosa e profissional, acabando por se juntar aos assassinatos do seu companheiro.

 

“O Nosso Paraíso” (Notre Paradis), realizado pelo francês Gaël Morel, é  um drama homo-erótico que tem como principal objectivo construir uma relato da noite sexual de Paris, com aspirações críticas mas sobretudo poéticas, na forma de cenas de sexo mais ou menos explícito.

 

Infelizmente, a história do filme é caótica, com muitas personagens e sub-enredos a surgirem sem critério ou sequer sentido. 


Como já foi dito acima, não se chega a perceber o que leva Vassili a odiar tanto os seus clientes – será a frustração da idade avançada ou o facto de os considerar responsaveis pela vida que teve? Mesmo o desenvolvimento do próprio Angelo ao longo da história torna-se verdadeiramente aleatório no meio de tanto impulso sexual.

 

Na verdade, dá a sensação de que o tema do filme é o "ser gay" e que a história trata apenas de algo acessório. 


Ao contrário de "Felizes Juntos (Kar Wai Wong), onde, por acaso, as personagens são homossexuais, e a solidão é o tema central do filme, em "O Nosso Paraíso" essa identidade é tratada como a razão para. 


Até a própria prostituição parece advir daí. Não se esforçando por fugir a esta sugestão implícita, o filme começa a ruir.

 

Todavia, “O Nosso Paraíso” é um filme corajoso, fortemente próximo da filmografia recente de Lars Von Trier, sem o pulso do dinamarquês, é certo, mas com o talento necessário para gerir cenas nada fáceis de encaminhar para um nível “aceitável” no cinema comercial.

 

Para aqueles que procuram explorar os lados mais experimentais do cinema, este filme tem todo o interesse. 


Segue, aliás, a linha de “A Hole in My Heart” de Lukas Moodysson, com o qual partilha, inclusive, a dificuldade de enquadrar o choque visual com um argumento bem orientado e de algum propósito.

 

Num futuro próximo, quiçá, estes e outros filmes poderão ser citados como influências de alguns realizadores melhor sucedidos - então - neste caminho. Até lá, regista-se o esforço.

 

Retirado de HardMúsica



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Vida sexual e deficiência

 

A estética, a beleza, a autoestima, a segurança, e tantas outras preocupações permeiam ouniverso sexual de muita gente, e mais especificamente, o das mulheres que cobram de si mesmas um padrão, quase sempre, muito alto. O que dá tesão, o que faz a gente pirar é algo tão pessoal e a única máxima é que entre quatro paredes vale tudo.

 

E quando se possui uma deficiência física, como se encara o sexo e suas artimanhas, e os atributos de beleza? Somos todos iguais. Queremos ter prazer, e nos sentirmos bem. Nesse universo vasto e delicioso, não há limites, basta manter a mente e o corpo relaxados e abertos a novidades.

 

Ao refletir e pesquisar sobre a vida sexual dos cadeirantes, no caso de deficiência, ou lesão medular por acidente, percebemos o quanto a criatividade e a imaginação contam.

 

Para os homens a disfunção erétil é o que tira o sono e para as mulheres a libido simplesmente some, e só ficam as dúvidas e as incertezas. Logicamente, que quando há tesão, amor, e muita vontade, dá para contornar, e dar um jeitinho nos obstáculos.

 

A feminilidade, ou masculinidade de ninguém, pode ser apagada por alguma condição física, a atração e o interesse por alguém não se limita a isso, fazem parte delas olhares, conversas, amor, carinho, atitudes, uma frase certa, no momento certo. O que vale é levantar a autoestima, usar o bom humor e a criatividade, sempre.

 

Muitas vezes, essas pessoas que se veem numa situação nova acabam descobrindo novos prazeres, áreas do corpo que nem se explorava, é um desafio que se trilha junto com um(a) companheiro(a) que realmente esteja do lado para o que der e vier. Se jogar a novas experiências pode abrir portas, inclusive a dos sentidos.

 

Via Vila Dois



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Oitavo título em 12 possíveis reforça FC Porto como a potência do século XXI


Mesmo com a saída de Villas-Boas e Falcao, mesmo com a contestação a Vítor Pereira, mesmo com a irregularidade frente a adversários mais fracos, mesmo com a queda nas provas europeias, o FC Porto acaba por ser campeão, conquistando o 26.º campeonato nacional da sua história. Um título conquistado por um treinador mal-amado (Vítor Pereira) e que reforça os portistas como a grande potência futebolística nacional do século XXI.


Em 12 campeonatos possíveis desde o início do milénio, o FC Porto conquistou oito, contra apenas dois do Benfica, um do Sporting e um do Boavista. Esta é mais uma expressão do crescimento do clube liderado por Pinto da Costa, que já só tem menos seis campeonatos do que o Benfica e que já soma mais oito do que o Sporting. A hegemonia nos últimos anos é traduzida em várias perspectivas: é o quinto título nos últimos seis anos, o sétimo nos últimos nove, o 14.º nos últimos 20 e o 18.º em 30 anos.

Mário Wilson, um histórico do futebol português, disse um dia que “quem treina o Benfica, arrisca-se a ser campeão”. A máxima do “velho capitão” parece agora aplicar-se ao FC Porto, que ficou sem André Villas-Boas no final da época passada e apostou no desconhecido e inexperiente adjunto Vítor Pereira, que se tornou ontem o 17.º técnico a levar os “dragões” à conquista da principal prova do campeonato português - esta contagem não inclui o nome de Augusto Inácio, que orientou a equipa em sete jornadas na época de 1995-96, devido a problemas de saúde de Bobby Robson.

Vítor Pereira é também o 12.º técnico a ser campeão pelo FC Porto na época de estreia. O treinador e os jogadores portistas foram ontem à varanda do estádio festejar o título com os adeptos, enquanto o Benfica saía de Vila do Conde sob contestação. Vítor Pereira abraçou Pinto da Costa e desabafou: “Este é o meu clube e hei-de dar a este clube muitos mais títulos.” Já Jorge Jesus comentou a perda do campeonato de forma sucinta: “Perdemos porque não conseguimos fazer melhor do que o FC Porto.”

 

Noticia do Público

 



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Letra

 

Maybe I didn't treat you
Quite as good as I should
Maybe I didn't love you
Quite as often as I could
Little things I should have said and done
I never took the time

You were always on my mind
You were always on my mind

Maybe I didn't hold you
All those lonely, lonely times
And I guess I never told you
I'm so happy that you're mine
If I make you feel second best
I'm so sorry I was blind

You were always on my mind
You were always on my mind

Tell me, tell me that your sweet love hasn't died
Give me, one more chance to keep you satisfied, satisfied

Little things I should have said and done
I just never took the time
You were always on my mind
You are always on my mind

Tell me, tell me that your sweet love hasn't died
Give me, one more chance to keep you satisfied

You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind
You were always on my mind

Maybe I didn't treat you
Quite as good as I should
Maybe I didn't love you
Quite as often as I could
Maybe I didn't hold you
All those lonely, lonely times
And I guess I never told you
I'm so happy that you're mine 





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Cuidado com os books fotográficos

Muitos jovens, atraídos pela promessa de ofertas de emprego, querem ter um "book" fotográfico. Cuidado, alertam os profissionais. “É tudo uma política enganadora"

 

Os "books" fotográficos estão na moda pelas promessas de ofertas de emprego, mas, segundo profissionais de diferentes áreas, criou-se um mundo de ilusão que atrai adolescentes cada vez mais jovens. Um "book" permite a qualquer pessoa ter um álbum de fotografias criadas e trabalhadas de forma original por profissionais. É a partir dos 15 anos que os interessados, sobretudo raparigas, apostam nesta rampa de lançamento, dentro e fora do universo da moda.

 

“As pessoas procuram cada vez estes serviços para fins profissionais, para expor na Internet ou noutro sítio qualquer. É um pouco aquela ilusão do ‘caça talentos’”, diz à Lusa Albertino Gonçalves, sociólogo de estilos de vida. Segundo o especialista, a sociedade é cada vez mais exigente no que respeita à imagem e acredita que, “ao mostrarem-se belas, [as pessoas] têm vantagens para conseguir um bom ‘feedback’”. “A imagem deixou de ser espontânea para passar a ser mecânica, como se vê nas redes sociais”, refere.

 

Ângela Alves tem 20 anos e já fez um "book". A jovem lamenta que o trabalho não lhe tenha aberto portas a nível profissional, mas não exclui a hipótese de “repetir a experiência”, pois admite que gosta muito de ser fotografada. Daniela Moreira, 19 anos, diz que o "book" também não lhe tem trazido vantagens: “Bem gostava que me desse oportunidades no futuro.”

 

Para o director da agência de modelos Central Models, António Romano, criou-se “um mundo imaginário” através da Internet e da televisão, fazendo com que os adolescentes “sonhem com o mediatismo”. Já Carlos Moreira, gerente da empresa de fotografia e vídeo Carfoto, não tem dúvidas: “É tudo uma política enganadora para mobilizar os jovens. Iludem as pessoas e isso vê-se nos anúncios dos jornais. Todos querem cinco minutos de fama.”

 

Na rede social Facebook são inúmeras as páginas que oferecem oportunidades para entrar no mundo da moda, como é o caso da página Jovens Modelos, que soma mais de três mil seguidores e propõe aos seus "fãs" colocar fotografias naquele espaço para irem a concurso. A Lusa contactou uma das vencedoras e a jovem, de 14 anos, confessou que a iniciativa não lhe trouxe qualquer vantagem, apesar de querer ser modelo profissional.

 

Quanto custa um "book"?


Os interessados podem obter um trabalho fotográfico editado por apenas 25 euros. A qualidade e a produção dependem do que o cliente pretende e inflacionam o preço — uma grande produção pode chegar aos 800 euros. No entanto, com o aumento do mercado e da procura, cada vez mais as empresas/profissionais estão a adaptar-se a esta realidade, criando "packs" promocionais, como foi o caso de Fernando Tavares. “Actualmente peço 180 euros por um 'book' profissional, mas também faço promoções. Quando tenho pedidos de clientes que apenas querem ter uma experiência, cobro entre 40 a 60 euros. Também faço 'books' a 25/30 euros para nos adaptarmos à situação financeira dos clientes e conseguir trabalho”, revela.

 

Vários profissionais afirmam que realizam entre dois a cinco "books" por mês, mas os que oferecem um preço mais baixo dizem conseguir ainda mais produções: entre quatro a oito sessões por semana. O fotógrafo "freelancer" Hélio Andrade defende que as ofertas baratas “estragam o mercado, porque quando os clientes que fizeram trabalhos por preços baixos vão ao encontro de empresas [de maior dimensão] sentem-se enganados quando estas lhes apresentam o valor real de um 'book'”.

 

Alguns profissionais acreditam que os fotógrafos que pedem menos de 50 euros não conseguem cobrir os custos da produção. No entender do fotógrafo Paulo Costa “deveriam receber entre 150 a 200 euros por cada serviço, devido a todo o trabalho que exige". "Normalmente uma fotografia demora uma hora a ser editada, o que exige muito do profissional”, refere. A modelo Diana Pereira defende que, para quem quer seguir o mundo da moda, fazer um "book" por baixo custo “não é uma opção”. Por isso, aconselha às adolescentes interessadas a fazerem um 'casting' nas agências de modelo, já que, se houver interesse, a “própria agência pagará o 'book'”.

 

retirado do P3



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Vítor Pereira: “Hei-de dar a este clube muitos mais títulos”


No dia em que se tornou campeão nacional como treinador do FC Porto, Vítor Pereira surgiu emocionado perante as câmaras do Porto Canal e deixou no ar a intenção de continuar no comando da equipa portista.


"O que sinto é que foi um ano de aprendizagem e um ano de certeza de que há muitos títulos para ganhar. Este é o meu destino, este é o meu clube e hei-de dar a este clube muitos mais títulos. Não é fácil substituir um treinador que ganhou tanto como o André [Villas-Boas] ganhou no ano passado. Quero desfrutar deste momento lindo”, disse o técnico portista, que tem sido muito contestado.

Vítor Pereira considerou “natural” que tenha havido “reticências e interrogações” quanto a um treinador que só tinha experiência na II Liga e que na época passada foi adjunto de Villas-Boas.

Na hora dos festejos, o técnico abraçou Pinto da Costa, presidente do FC Porto, a quem agradeceu com uma frase: “Obrigado presidente, por tudo, pela confiança”, disse ao abraçar Pinto da Costa, na varanda do Estádio do Dragão.

“Só quero agradecer todo o apoio e paciência da nossa massa associativa. Quero dedicar o título aos jogadores, à massa associativa, à administração, à equipa técnica e a todos o que acreditaram sempre”, disse ainda Vítor Pereira.

Com as lágrimas nos olhos, Vítor Pereira mostrou-se incapaz de explicar o que sentia. “Não consigo explicar o que sinto, mas há muito Porto aqui dentro.”

 

Retirado do Público



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Domingo, 29 de Abril de 2012

Pimenta está entre os alimentos afrodisíacos / Yuri Arcurs/Shutterstock

Além de aumentar o desejo sexual, estes aliados são saudáveis

Se você não aguenta mais imaginar lugares ou posições diferentes para apimentar a sua relação, saiba que é possível dar aquela "pitada" na hora da intimidade utilizando alimentos.

Além de aumentar a excitação e o desejo sexual, estes aliados são saudáveis e ajudam a revitalizar as energias.

Apesar da ciência não comprovar nem desmentir a existência de tais propriedades afrodisíacas destes alimentos, existem grandes evidências para se acreditar que eles realmente funcionam.

Confira algumas opções listadas pelo site "Health.com" e abuse da sua criatividade.

Aspargos


O aspargo é rico em vitamina B6 e ácido fólico, o que pode aumentar a excitação e o orgasmo. Ele também possui vitamina E, que estimula os hormônios sexuais em homens e mulheres.

Abacate


A energia e uma libido saudável são fundamentais para se ter um bom sexo e os abacates podem trazer ambos. Eles são carregados de minerais e gorduras monoinsaturadas (do tipo bom, que protege o coração e diminui o colesterol) e vitamina B6 - tudo o que você precisa para ter energia e desejo sexual. Ele também é uma grande fonte de ômega-3, que aumenta o humor. 

Pimenta


A pimenta pode realmente "apimentar" o clima a dois, graças a capsaicina, uma substância química que induz a liberação de endorfina no cérebro, criando a sensação de euforia. Qual é o retorno? Preliminares bem melhor e sexo mais quente.

Chocolate


Este doce tem sido relacionado ao amor e ao sexo por um bom motivo. Ele contém triptofano, que ajuda o corpo a produzir serotonina, substância química natural do bem-estar, que pode desempenhar um papel satisfatório na excitação sexual. O chocolate também possui feniletilamina, outro estimulante que contribui para uma intensa noite de amor. 

Alcaçuz


Este doce (geralmente vendido em tiras) imita os efeitos do estrogênio e da progesterona, hormônios importantes para as funções reprodutivas e sexuais. Comê-los pode ajudar a pessoa a entrar no clima e, além disso, reduzir os sintomas da TPM. Mas lembre-se: não se contente com apenas um doce; certifique-se de que está comprando uma variedade deles, que contenham o real extrato da raiz de alcaçuz. 

Ostras


Não é a sensação "escorregadia" que faz das ostras serem um alimento sexy. A resposta está no zinco, do qual as ostras são carregadas. O mineral ajuda o corpo a produzir testosterona, hormônio que regula a libido de homens e mulheres e a função sexual.

 

Retirado de Band



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Porto campeão, 8 vezes em 10 anos


Os “dragões” festejaram no sofá a conquista do seu 26.º campeonato. A duas jornadas do fim da Liga os portistas tornaram-se bicampeões após os “encarnados” não terem ido além da divisão de pontos no terreno do Rio Ave (2-2).


O FC Porto garante o título somando até ao momento apenas uma derrota e seis empates no campeonato. 

A duas rondas do final, e antes da recepção ao Sporting, os “azuis e brancos” totalizaram 21 triunfos, um desempenho que corresponde a 69 pontos.

Vítor Pereira tornou-se o 17.º treinador campeão pelo FC Porto e o 12.º a consegui-lo na época de estreia, depois de Mihaly Siska (1938-39), Dorival Yustrich (1955-56), Béla Guttman (1958-59), Artur Jorge (1984-85), Tomislav Ivic (1987-88), Carlos Alberto Silva (1991-92), António Oliveira (1996-97), Fernando Santos (1998-99), Co Adriaanse (2005-06), Jesualdo Ferreira (2006-07) e André Villas-Boas (2010-11).

Lista de treinadores campeões pelo FC Porto
Joseph Szabo (1934-35)
Mihaly Siska (1938-39 e 1939-40)
Dorival Yustrich (1955-56)
Otto Bumbel (1958-59)
Bela Guttmann (1958-59)
José Maria Pedroto (1977-78 e 1978-79)
Artur Jorge (1984-85, 1985-86, 1989-90)
Tomislav Ivic (1987-88)
Carlos Alberto Silva (1991-92, 1992-93)
Bobby Robson (1994-95, 1995-96)
António Oliveira (1996-97, 1997-98)
Fernando Santos (1998-99)
José Mourinho (2002-03 e 2003-04)
Co Adriaanse (2005-06)
Jesualdo Ferreira (2006-07, 2007-08, 2008-09)
André Villas-Boas (2010-11)
Vítor Pereira (2011-12)

 

Retirado do Público



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“Sangue do meu Sangue” vence prémio na ÁustriaAs filmagens em Lisboa, em 2010 (Foto: Nuno Ferreira Santos)


O filme “Sangue do meu Sangue”, de João Canijo, venceu na noite deste sábado o Prémio New Vision, no valor de cinco mil euros, no Festival Crossing Europe, em Linz, na Áustria, segundo a produtora Midas Filmes.

 

A longa-metragem do realizador português tem ganho vários prémios internacionais, entre os quais o Prémio da Crítica Internacional e o Prémio Outra Mirada no Festival de San Sebastian, em Espanha, e o Grande Prémio do Júri no Festival de Miami, nos Estados Unidos.

“Sangue do meu Sangue” – protagonizado por Rita Blanco, Anabela Moreira, Cleia de Almeida, Nuno Lopes e Rafael Morais – vai ser apresentado por Canijo, nesta segunda-feira, no Festival Internacional de Cinema D’Autor de Barcelona, sendo que, algumas horas mais tarde, o Panamá International Film Festival vai mostrar também a longa-metragem, contando com a presença do actor Rafael Morais.

O Festival de La Rochelle, em França, vai apresentar o filme – já visto por mais de 20 mil espectadores nos cinemas portugueses – no mês de Junho e fazer uma homenagem a João Canijo, informa ainda a Midas Filmes.

 

Retirado do Público



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Leiria joga com 8 e resiste ao fim anunciado


Afinal houve jogo, mas a União de Leiria só se apresentou em campo com oito jogadores no encontro com o Feirense. Sem surpresa, a equipa visitante venceu por 4-0, saindo da zona de despromoção.


Os oito jogadores da União de Leiria resistiram 45 minutos ao adversário, que alinhava com mais três elementos – no período de compensação da primeira parte Miguel Pedro quebrou a resistência leiriense.

Com o desgaste físico a notar-se cada vez mais na União, o Feirense conseguiu ampliar o resultado na segunda parte, com Pedro Queirós a fazer o 2-0 (51’), Miguel Pedro a bisar (58’) e Buval a fechar a contagem (89’). 

O resultado só não foi mais volumoso, graças à boa exibição do guarda-redes Oblak.

Além do guarda-redes esloveno, o treinador José Dominguez contou com mais dois jogadores emprestados pelo Benfica (Shaffer e Nicklas), com Djaniny (que tem contrato com o Benfica para a próxima época), com dois juniores (Filipe Oliveira e Pedro Almeida) e ainda com John Ogu e Alhafith, que tinham enviado o pedido de rescisão, mas apareceram ao jogo.

Ainda durante o jogo, João Bartolomeu, presidente demissionário da SAD da União de Leiria, reiterou que as rescisões dos jogadores foram ilegais e prometeu accionar os tribunais.

“É um dia complicado. Revelaram-se aqui muitos maus profissionais. Este oito briosos deram uma lição aos fugitivos. Os tribunais vão funcionar. Não recebemos rescisões. Ninguém podia faltar. Vão sofrer consequências criminais e cíveis. Há dois jogadores a quem vamos fazer arrestos”, disse João Bartolomeu aos microfones da Antena 1.

Mário Figueiredo, presidente da Liga, também esteve na Marinha Grande e disse que “até sexta-feira às 19h não tinha entrado na Liga qualquer rescisão contratual”.

Numa altura em que se levantam dúvidas sobre a legalidade das rescisões de 16 jogadores da União de Leiria, Mário Figueiredo não se quis pronunciar sobre o caso em concreto, mas disse que “as rescisões de contrato de trabalho só são válidas se tiverem reconhecimento notarial ou de advogado”.

O presidente da Liga lamentou que a União de Leiria só tenha alinhado com oito jogadores e argumentou na hora das dificuldades não se pode virar as costas aos desafios. “Posso fazer coisas válidas para melhorar o futebol português”, disse Mário Figueiredo, que não está arrependido de ter concorrido à presidência da Liga.

 

Retirado do Público



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Letra

 

And it's all alright.
I guess it's all alright.
I got nothing left inside of my chest,
But it's all alright.
Yeah, it's all alright.
I guess it's all alright.
I got nothing left inside of my chest,
But it's all alright.

And i got the call soon as the day hit night.
As soon as the headlights lit up the westside.
I stopped the car and came outside
Cause i know that tone.
I remember the first time
We wished upon parallel lines.
Waiting for a friend to call
And say they're still alive.
I've given everyone i know
A good reason to go.
I was surprised you stuck around
Long enough to figure out

That it's all alright.
I guess it's all alright.
I got nothing left inside of my chest,
But it's all alright.
Yeah, it's all alright.
I guess it's all alright.
I got nothing left inside of my chest,
But it's all alright.

And now all my loves that come back to haunt me.
My regrets and texts sent to taunt me.
I never claimed to be more than a one-night stand
I've given everyone i know
A good reason to go.
But i came back with the belief
That everyone i love is gonna leave me.

And it's all alright.
I guess it's all alright.
I got nothing left inside of my chest,
But it's all alright.
And it's all alright.
I guess it's all alright.
I got nothing left inside of my chest,
But it's all all

And i know, ohh nooo,
You've fallen from the sun.
Crashing through the clouds.
I see you burning out.
And i know, ohh nooo,
That i put up a front
But maybe, just this once,
Let me keep this one.

And it's all alright.
I guess it's all alright.
I got nothing left inside of my chest,
But it's all alright.
And it's all alright.
I guess it's all alright.
I got nothing left inside of my chest,
But it's all alright.
Yeah, it's all alright.
I guess it's all alright.
I got nothing left inside of my chest,
But it's all alright.
And it's all alright
I guess it's all alright.
I got nothing left inside of my chest,
But it's all alright...



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Organização pretende aproximar atletas e público através das redes sociais, mas fixou regras restritivas

Organização pretende aproximar atletas e público através das redes sociais, mas fixou regras restritivas (Foto: Karl Mondon/Contra Costa Times/MCT)


Não há imagens em movimento de Atenas 1896, os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Apenas texto e fotografias. Os primeiros registos deste género aparecem quatro anos depois, em Paris, quando o cinema ainda era pouco mais que uma curiosidade. Leni Riefenstahl elevou o registo de imagens de desporto à categoria de arte em Berlim 1936 com “Olympia” e os primeiros Jogos com transmissão televisiva internacional foram os de Roma em 1960. Em 1991, a Internet tornou-se global, a tempo de apanhar Barcelona 1992 e em Pequim 2008 já existiam blogues, Twitter e Facebook. Mas são os Jogos de Londres do próximo Verão aqueles que estão a ser apelidados como os primeiros das redes sociais.

 

Mas serão verdadeiramente livres? Haverá uma partilha sem reservas de tudo o que seja experiência olímpica? De acordo com as regras estabelecidas pelo comité organizador, não. E as proibições não são apenas dirigidas aos espectadores. 

Os atletas também estão limitados nos conteúdos que poderão ter nas suas páginas durante os Jogos. Tudo em nome dos direitos de imagem e dos patrocinadores oficiais. A pena por desrespeitar estas regras por parte de um portador de bilhete ou de credencial dos Jogos pode ser a expulsão do evento.

Um exemplo dado por Zack Whittaker, jornalista da Zdnet.com: segundo os regulamentos, um atleta não poderia ter um vídeo na sua página de Facebook a falar sobre a sua marca preferida de cereais se esta não for uma patrocinadora dos Jogos. 

Guardian acrescenta outro exemplo extremo: e se Usain Bolt, recordista mundial dos 100m e 200m, divulgasse uma fotografia dele próprio a beber uma Pepsi, sendo que a Coca-Cola é que é o parceiro oficial dos Jogos? Poderia o jamaicano ser expulso dos Jogos? “Inconcebível”, diz Paul Jordan, especialista em “marketing”, ao mesmo jornal inglês. “Como em muitos regulamentos, algumas das sanções são muito rígidas e raramente usadas. Não haveria grande vontade em desqualificar atletas tão conhecidos [como Bolt].”

Para o portador de bilhete para uma das 26 modalidades que fazem parte dos Jogos há limitações sobre o tipo de fotografias e vídeos que pode colocar na internet. E a regra é suficientemente vaga para permitir várias interpretações. “Imagens, gravações de vídeo e de som dos Jogos feitas por um portador de bilhete não podem ser usadas para outro fim que não seja o uso privado e doméstico e um portador de bilhete não pode vender, transmitir ou divulgar vídeo e ou som, incluindo em redes sociais e na internet em geral”, diz o regulamento.

Caberá então à organização decidir o que é que é uso privado. Mas qual é o critério e como é que vai ser controlado? “Vamos ter uma abordagem de senso comum. Nós vendemos os direitos de transmissão, mas vamos conseguir controlar tudo? Claro que não. A Internet mudou o mundo e nós não somos tolos. A realidade é que vivemos num mundo em que meter coisas no Facebook está sempre a acontecer e não há muito que possamos fazer sobre isso”, diz à BBC Keith Mills, do comité organizador londrino.

Comité Português fixará regras

Da parte do Comité Olímpico de Portugal, serão estabelecidas regras específicas para a comitiva portuguesa dentro do regulamento interno no que diz respeito à utilização dos media sociais. Para já, o COP actualiza regularmente uma página no Facebook.

Mesmo com todas estas restrições, a organização dos Jogos pretende aproximar os atletas do público através das redes sociais e criou uma espécie de aldeia olímpica virtual, uma plataforma que agrega as contas de Twitter e Facebook dos atletas olímpicos.

“Com o lançamento do Hub, estamos a criar uma mudança de paradigma na comunicação durante os Jogos Olímpicos”, considera Alex Huot, responsável olímpico pelas redes sociais.

Entre o “top 5” dos atletas mais seguidos deste Hub, onde já estão mais de 1000 atletas, estão sem surpresa três basquetebolistas norte-americanos: LeBron James (14.477.055 seguidores), Kobe Bryant (12.203.912) e Dwyane Wade (8.435.136). 

Os tenistas Roger Federer (10.433.685) e Rafael Nadal (10.424.258) completam a lista dos cinco mais seguidos. Para já, Naide Gomes é a única atleta portuguesa integrada neste Hub, contando com 4382 seguidores.

 

Retirado do Público



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Porto a um pequeno passo de ser campeão


Vítor Pereira está muito perto de conduzir o FC Porto ao seu 26.º título de campeão nacional, depois de ter vencido neste sábado em casa do Marítimo, por 2-0. A equipa portista só precisa de mais dois pontos para garantir o bicampeonato e até pode fazer a festa já neste domingo, se o Benfica não vencer em Vila do Conde.


O jogo nos Barreiros pode ser visto um pouco como um retrato da época dos portistas, que andaram entre a segurança de um campeão nos momentos decisivos e uma irregularidade inexplicável noutras ocasiões.

Sabendo que este era um jogo decisivo para o título, o FC Porto entrou de forma afirmativa. Vítor Pereira voltou a surpreender, ao dar a titularidade a Varela, em detrimento de Janko. Tantas vezes criticado nesta época, desta feita, o treinador portista viu a sua opção resultar em pleno. O tridente ofensivo mais móvel (com Hulk no meio), bem apoiado por Moutinho e Lucho, foi o pólo de um início de jogo dominador dos campeões, em que conseguiram chegar à vantagem.

Apesar de jogar no meio, Hulk foi o desequilibrador do costume e podia ter marcado logo aos 12 minutos, não fosse ter rematado contra Rúben. O golo portista acabou por surgir de grande penalidade, após um lance infantil de Fidelis, que meteu a mão na bola. Hulk não desperdiçou da marca dos 11 metros, apontando o seu 13.º golo na Liga.

O início prometia uma equipa de gala, mas a verdade é que depois do golo o FC Porto entrou num modo de gestão, entre o tranquilo e o preguiçoso. O golo da tranquilidade demorou a aparecer, não só porque Salin contrariou o remate de James (37’) e Hulk falhou, quando estava isolado (68’), mas porque a equipa portista reduziu demasiado a velocidade.

Tanta sobranceria poderia ter saído caro. É que o Marítimo reagiu tarde (só nos 20 minutos finais), mas podia ter marcado, não fosse Helton ter parado o remate de Fidelis (69’) e Benachour ter falhado o alvo por centímetros (71’).

Sob pressão, Vítor Pereira viu-se obrigado a reforçar o meio-campo com Defour, abdicando de Varela, e mais tarde até colocou em campo um terceiro central (Rolando) para deter a reacção dos madeirenses.

O sofrimento dos portistas só se transformou em alívio, quando Djalma foi derrubado na área. Hulk, que pouco antes oferecera um golo a Lucho (falha escandalosa), voltou a marcar de penálti. Foi o 14.º golo do brasileiro. Um golo que abre as portas do título.


POSITIVO

Hulk
É um jogador com velocidade e recursos acima dos companheiros. Marcou de penálti nas horas decisivas e ainda construiu um par de boas jogadas. Boa nota também para Moutinho e Lucho, apesar de este ter quebrado no final.

Helton e Maicon
Um campeão também se faz de segurança defensiva. O guarda-redes e o central ajudaram o FC Porto a ficar muito perto do título.

NEGATIVO

Fidelis
Incrível e desnecessária a forma como cometeu penálti logo no início da partida. No ataque, só se mostrou em duas ou três jogadas.

James Rodríguez
É um jogador com enorme potencial, mas tem feito uma época com altos e baixos. O colombiano até podia ter marcado no Funchal, mas cometeu demasiados erros.



Ficha de jogo

Marítmo, 0
FC Porto, 2

Estádio dos Barreiros, no Funchal

Espectadores: Cerca de 5.000


Marítimo Salin; Briguel, Robson, Roberge (Pouga, 81), Rúben Ferreira; João Luiz (Heldon, 46), Rafael Miranda, Olberdam; Danilo Dias (Benachour, 62), Fidelis e Sami. Treinador: Pedro Martins

FC Porto Heldon; Sapunaru, Maicon, Otamendi, Alex Sandro; Fernando, João Moutinho, Lucho González (Rolando, 88); Hulk, James (Defour, 75) e Varela (Djalma, 63). Treinador: Vítor Pereira.

Árbitro Paulo Baptista, de Portalegre

Amarelos Rafael Miranda (20' e 89'), Rúben Ferreira (31), Robson (48), Alex Sandro (55), Benachour (67), Olberdam (69),Hulk (74) e Heldon (84). 

Vermelho Rafael Miranda (88)

Golos
0-1, por Hulk, aos 16' (g.p.)
0-2, por Hulk, aos 89' (g.p.)
16’ e 89’ (ambos de g.p.) 

 

Via Público



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Sábado, 28 de Abril de 2012

Universidade de Coimbra é uma das que escreveram cartas aos devedoresUniversidade de Coimbra é uma das que escreveram cartas aos devedores (Foto: Nelson Garrido)


Dezenas de recém-licenciados podem ver os seus graus anulados por causa da existência de propinas em atraso. As universidades estão a fazer um esforço para recuperar milhões de euros de dívidas existentes. Nas últimas semanas, enviaram cartas aos antigos alunos dando-lhes uma última oportunidade para regularizarem a situação. Caso não a resolvam, podem ser alvo de penhoras ou, em último caso, ver cancelados os actos curriculares relativos a esses anos lectivos.

 

Nas três instituições que disponibilizaram os valores em dívida, a verba chega aos 3,6 milhões de euros. Na Universidade do Minho, Universidade Nova de Lisboa e Universidade de Coimbra há mais de 4500 antigos alunos em incumprimento. As universidades estão a cobrar uma taxa de juro de mora, aplicável às dívidas ao Estado, e cujo actual quadro legal fica em 1% ao mês, até um máximo de 7%. A Associação Académica de Coimbra defendeu um perdão de juros, mas a reitoria da universidade mais antiga do país recusa essa possibilidade.

 

Via Público



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Fim do futebol no Leiria, principio do fim para os restantes?

O presidente demissionário da Sociedade Anónima Desportiva (SAD) da União de Leiria, João Bartolomeu, considera que a rescisão colectiva dos futebolistas é um “caso de polícia". E entende que a U. Leiria deve abandonar o futebol profissional.


Na sexta-feira à noite soube-se que o plantel profissional leiriense, que disputa a I Liga, decidiu rescindir unilateralmente os contratos de trabalho, dado o avolumar de salários em atraso. Como consequência disso, a equipa já não irá defrontar o Feirense, neste domingo, em partida da 28.ª jornada.

A rescisão colectiva é duramente criticada por João Bartolomeu, líder da SAD que se demitiu em meados de Abril. “Alguns jogadores esquecem que receberam adiantamentos quando assinaram os contratos. É um assunto jurídico e é um caso de polícia. Há 80 por cento dos clubes com ordenados em atraso, mas escolheram o Leiria como o elo mais fraco e estão a abatê-lo”, sustentou João Bartolomeu, em declarações feitas no final da reunião da Assembleia Geral da SAD, na Marinha Grande.

Segundo o mesmo responsável demissionário, a União de Leiria é o “bode expiatório” e a rescisão não foi feita “levianamente”. Bartolomeu apelou a que se investigue a situação da União de Leiria, pois considerou que se trata de um “acto premeditado”. Para além do Feirense, a União de Leiria deverá igualmente falhar os jogos com o Benfica, na Luz, e com Nacional, em casa.

Bartolomeu acusou ainda os jogadores de não aceitarem o acordo da SAD, que previa o pagamento dos salários de Janeiro, Fevereiro e Março. “Nunca vi jogadores serem tão radicais, apesar de o presidente do sindicato pedir contenção. É um caso de polícia que mexe com dinheiro e classificações”, sublinhou.

Futuro pode decidir-se hoje

Sobre o futuro da equipa, o presidente demissionário admitiu a possibilidade de pôr fim ao futebol profissional. “Se se confirmar a rescisão colectiva, a União de Leiria tem de abandonar o futebol profissional, mas é a minha opinião. Os accionistas é que vão decidir”, afirmou João Bartolomeu, remetendo para este sábado uma decisão.

Com a rescisão colectiva dos jogadores, o presidente da SAD recordou que a União de Leiria tem “duas hipóteses” para o jogo com o Feirense, no domingo: “falta de comparência ou abandono do futebol profissional”. A sua posição é clara: “abandono”.

O presidente do Sindicato dos Jogadores, Joaquim Evangelista, considera inevitável o desfecho verificado na sexta-feira, face ao comportamento dos responsáveis do clube e da própria Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) neste processo. Joaquim Evangelista alertou também para a existência de “casos mais graves” no futebol português.

“Lamento que aqueles que têm responsabilidades continuem a falar de questões menores, como o alargamento dos quadros competitivos [para a próxima temporada], quando 80 por cento dos jogadores não recebem atempadamente os salários. O presidente da Liga [Mário Figueiredo] teve oportunidade de ajudar, não venha agora com o argumento de que iria beneficiar um clube em relação aos outros”, criticou nesta sexta-feira o líder sindical, referindo o exemplo de Espanha, onde os responsáveis pelo futebol profissional encontraram soluções para resolver este tipo de problemas sem afectar a competição: “Ao demitir-se da sua responsabilidade, sem uma palavra e sem capacidade de intervenção, o presidente da Liga teve um esforço insuficiente.”

 

Via Público

 



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Letra
Beat The Devil's Tattoo
 Black Rebel Motorcycle Club
You have forsaken all the love you've taken
Sleepin' on a razor there's nowhere left to fall
Your body's aching, every bone is breakin'
Nothin' seems to shake it, it just keeps holdin' on
Your soul is able, death is all you cradle
Sleepin' on the nails, there's nowhere left to fall
You have admired, what every man desires
Everyone is king when there's no one left to pawn
There is no peace here, war is never cheap dear
Love will never meet here, it just gets sold for parts
You cannot fight it, all the world denies it
Open up your eyelids, let your demons run
I thread the needle through, you beat the devil tattoo
I thread the needle through, you beat the devil's tattoo
I thread the needle through, you beat the devil tattoo
I thread the needle through, you beat the devil's tattoo
I bled the needle through, you beat the devil tattoo
I thread the needle through, you beat the devil's tattoo
I bled the needle through, you beat the devil tattoo
I thread the needle through, you beat the devil's tattoo



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Sexta-feira, 27 de Abril de 2012

Os melhores momentos do Barcelona de Guardiola

Pep Guardiola foi escolhido em Junho de 2007 para treinar a equipa B do Barcelona, e um ano depois era promovido a timoneiro da formação principal dos “blaugrana”, rendendo Frank Rijkaard.


Quatro anos depois, o técnico anunciou que chegou o momento de sair, confessando sentir necessidade de descansar após um período muito intenso. A trajectória de Guardiola no Barcelona fica marcada por um futebol que ficará para a história e por muitos troféus: no total foram 13 (pode ainda ganhar a Taça do Rei espanhol).

Ganhou três campeonatos de Espanha, uma Taça do Rei, três Supertaças de Espanha, duas Ligas dos Campeões, duas Supertaças europeias e dois Mundiais de clubes, uma lista que faz de Guardiola o treinador com mais títulos da história do Barcelona.

Foi uma estreia assombrosa, um ano em que o Barcelona ganhou tudo o que havia para ganhar. E no entanto, na Liga espanhola, tudo começou com uma derrota (0-1) diante do Numancia (veja o vídeo abaixo). Mas a equipa recuperaria desse início em falso. As estatísticas de Guardiola são elucidativas: orientou 242 partidas do Barcelona, ganhou 72%, a equipa marcou 618 golos e teve uma média de 67% de posse de bola.

Entre os momentos para recordar do Barça de Guardiola ficam as vitórias sobre o Real Madrid. Dos vários confrontos entre os dois rivais, os adeptos catalães recordarão com mais carinho as vitórias por 5-0 na Catalunha e por 6-2 no Santiago Bernabéu (veja os vídeos abaixo).

A Liga dos Campeões ganha em 2008-09, na primeira época de Guardiola como treinador do Barcelona, foi também um momento alto (veja o vídeo abaixo). Foi o terceiro troféu dos “blaugrana” na prova, e a primeira de duas que a equipa ganharia com Guardiola no comando.

Numancia-Barcelona, 0-1


Barcelona-Real Madrid, 5-0


Real Madrid-Barcelona, 2-6


Barcelona-Manchester United, 2-0


Vídeo-homenagem feita pelo Barcelona
 

 

Retirado do Público

 



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Bebés, o que fazer quando eles não querem dormir

NOITES BRANCAS COM O BEBÉ

O nosso filho de seis meses tem problemas de sono e nós já tentámos de tudo: diferentes horários para dormir, não fazer sestas para que ele fique mais cansado, mudar as canções de embalar, dar-lhe de mamar justamente antes de dormir, até já comprámos cortinas opacas para deixar o quarto dele totalmente às escuras. Ainda assim, continua a acordar a meio da noite e leva imenso tempo para voltar a adormecer. Eu e a minha mulher estamos sempre exaustos. O que podemos fazer?

 

Uma das coisas mais importantes a fazer é estabelecer uma rotina a nível da hora em que ele tem de ir para a cama – e mantê-la. Os bebés adoram – e querem – rotinas. Mudar constantemente irá apenas confundi-los fazendo com que lhes seja mais difícil perceber quando é, ou não, altura de dormir.

 

Na verdade, as rotinas não são apenas para os bebés. Se você é como a maior parte dos adultos, provavelmente tem a sua própria rotina nocturna; uma série de actividades que o ajudam a ficar pronto para ir dormir: ler alguns capítulos de um livro, ver um DVD ou talvez ter relações sexuais. Com os bebés acontece praticamente o mesmo: as rotinas “pré-dormir” fazem com que o bebé se sinta cansado pois associa-as ao próprio acto de dormir.

 

Criar uma rotina não tem nada de complicado. Pode ser tão simples como um aconchego, uma história, um minuto ou dois a fazer uma massagem, um biberão rápido ou música calma. A quantidade e a ordem das actividades não são importantes, certifique-se apenas de que está a ser coerente todos os dias. Aqui ficam algumas ideias que poderão ajudar:

 

- Brinque muito com o bebé enquanto está acordado. Exercitá-lo durante o dia vai ajudá-lo a dormir à noite; 

 

- Não brinque com os horários. Pode parecer lógico que saltar as sestas durante o dia vai ajudar o bebé a dormir mais durante a noite, mas, na verdade, o que acontece é o oposto. O seu bebé faz sestas porque precisa delas. Quando não descansa o que precisa durante o dia, toda a dopamina e adrenalina extra que circulam no corpo vão fazer com que se torne ainda mais difícil adormecer à noite;

 

- Faça a distinção entre dia e noite. Durante o dia, provavelmente pega no seu bebé ao colo, canta, bate palmas, faz jogos e todo o tipo de actividades para se envolver  com ele. Quando se entra no “modo noite” deverá falar menos, fazer muito menos actividades físicas e, geralmente, escurecer os ambientes;

 

- Não exagere. Baixar a luminosidade e tornar a casa um pouco mais silenciosa é o desejável, mas é necessário que o bebé consiga adormecer com as luzes acesas e algum barulho de fundo. Tentar que haja silêncio absoluto e total escuridão poderá ter o efeito oposto;

- Deite-o quando ele estiver ensonado, nunca enquanto ele estiver completamente desperto;

 

- Seja paciente. Os bebés conseguem ser muito barulhentos durante a noite. Tal como nós, eles acordam muitas vezes durante o sono e olham à sua volta para confirmar que o mundo continua a girar na sua órbita. Por isso, antes de se levantar a correr sempre que o bebé começa a choramingar, respire fundo e espere um minuto, é possível que ele volte a adormecer sozinho;

 

- Faça turnos. É um acto de cavalheirismo da sua parte partilhar a tarefa de se levantar a meio da noite com a sua mulher, mas não. Deixe que seja ela a fazer os primeiros turnos da noite, enquanto você dorme, depois comece o seu turno de madrugada enquanto ela descansa;

- Ponha os brinquedos de parte. Alguns bebés acordam a meio da noite, vêem todos os seus brinquedos, e decidem que querem brincar – e, claro, é mais divertido brincar consigo do que sozinho.

 

Retirado do Público



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Guardiola deixa o BarcelonaGuardiola: “São quatro anos e o tempo desgasta muito”

 

Numa sala de imprensa a abarrotar, Pep Guardiola anunciou que não continuará como treinador do Barcelona. Ao fim de quatro temporadas, o técnico decidiu que estava na altura de sair e dar lugar a ideias novas. A principal razão para a saída, disse, deve-se com o desgaste sofrido durante o período em que orientou a equipa.

 

“Não é uma situação fácil para mim”, começou por dizer Guardiola. “Lamento profundamente a incerteza que gerei sobre a minha continuidade. Provavelmente foi um erro não ter ouvido as pessoas que me dizia para assinar por mais dois anos”, acrescentou, notando que sempre quis “contratos muito curtos”.

Guardiola saiu no final do quarto ano à frente do Barcelona. “Uma eternidade”, afirmou o técnico, revelando que comunicou à direcção do clube, “no princípio de Dezembro”, que a etapa de treinador dos “blaugrana” “tinha chegado ao fim”.

“Mas não podia comunicá-lo oficialmente aos jogadores, poderia ter sido um desastre”, salientou Guardiola, indicando que essa foi “uma das razões” para se prolongar tanto a incerteza.

“Vou com a sensação do dever cumprido”

“São quatro anos e o tempo desgasta muito”, acrescentou Pep Guardiola. “A exigência foi muito alta e o treinador tem de estar ao máximo, com essa energia para contagiar os jogadores”. Alguns deles estiveram na sala de imprensa: Iniesta, Xavi, Victor Valdes, Puyol, Piqué, FàbregasB busquets e Pedro Rodríguez. “Vou com a sensação do dever cumprido, orgulhoso de ter estado aqui”, concluiu.

Questionado sobre o seu futuro, Guardiola escusou-se a dar pormenores: “Sei para onde vou. Tenho pensado, voltarei a treinar. Mas não tenho para já”, disse. 

“Estou satisfeito para além dos resultados, por tudo o que fizemos. Quero agradecer publicamente aos jogadores que tive o grande privilégio de treinar. A todos, os que estão hoje na equipa e os que passaram pelo clube. Ficam os afectos, fica isso. Não recordo nenhum título em particular, recordo os afectos com os jogadores. É isso que fica. Com o passar do tempo vamos cruzar-nos e abraçar-nos. Convivi com gente extraordinária. Voltas a uma cidade para veres os amigos, não para visitares os museus.”

Guardiola negou qualquer influência da família na decisão e disse que se retira para recuperar. “Há cinco anos propuseram-me treinar a equipa B e fiquei eufórico. O mesmo se passou um ano depois, quando me perguntaram se era capaz de treinar a equipa principal. Mas o tempo desgasta e tenho de recuperar”. “Lamento ter perdido essa ‘vida’, que tinha no início. Mas é normal. Na minha cabeça já estava a pensar: ‘É o último ano’”, confessou.

“Vou em paz comigo mesmo. Não podia tomar uma decisão em função de um resultado, quer fossemos à final da Liga dos Campeões ou a luta pela liga continuasse até ao fim”, apontou Guardiola.

 

Retirado do Público



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Letra

 

We've already said...goodbye
(don't you even try, don't you even try)
Since you gotta go, oh, you'd better go now
(go now)
Since you gotta go, oh, you'd better go now
(go now, go now) go now
Before you see me cry

I just want you to tell me
Just what you intend to do now
Can't you see, darling, darling
I'm still in love with you now whoa-oh
Telling me that you really don't want me to
To end this way
Can't you see, darling, darling
Can't you see i want you to stay

Since you gotta go, oh, you'd better go now
(go now, go now)
Since you gotta go, oh, you'd better go now
(go now, go now) go now
We've already said so long

I just want you to tell me
Just what you intend to do now
Can't you see, darling, darling
I'm still in love with you now whoa-oh
Telling me that you really don't want me to
Want me to end this way
Can't you see, darling, darling
Can't you see i want you to stay

Since you gotta go, oh, you'd better go now
(go now, go now)
Since you gotta go, oh, you'd better go now
(go now, go now)
Since you gotta go, oh, you'd better go now
(go now go now) go now
Before you see me cry
(don't you even try x 9)
We've already said...goodbye



publicado por olhar para o mundo às 11:57 | link do post | comentar

O outro lado da América e o corredor da morte no Indie LisboaEm Into the Abyss Werner Herzog revela o outro lado da America, the beautiful (Stephane de Sakutin/AFP)
Na abertura do IndieLisboa, nesta quinta-feira, Werner Herzog leva-nos ao lado escuro da América. Circunstâncias e consequências de um triplo assassínio: Into the Abyss não é para almas sensíveis.

Outubro de 2001, Conroe, 37 mil habitantes, a 64 quilómetros de Houston, no estado americano do Texas. Os adolescentes Michael Perry e Jason Burkett batem à porta da enfermeira Sandra Stotler, moradora num bairro residencial de condomínio fechado, para perguntar se os seus amigos Adam Stotler e Jeremy Richardson estavam em casa. Antes de a noite acabar, Sandra, Adam e Jeremy estarão mortos.

Perry e Burkett queriam convencer os amigos a irem todos dar uma volta no Chevrolet Camaro vermelho da enfermeira. Mas Adam e Jeremy não estavam em casa, e Perry e Burkett decidiram pôr em acção um plano B improvisado: roubar o carro. Enquanto Burkett batia à porta da frente, Perry entrou pela garagem e disparou à queima-roupa sobre Sandra. Embrulharam o corpo num lençol e foram desfazer-se dele a um lago próximo. Quando regressaram, viram-se fechados fora do condomínio. Ligaram para Adam e Jeremy alegando que um amigo estava em dificuldades. Mataram-nos em seguida para roubar o comando que dava entrada ao condomínio e roubaram o Camaro. Dois dias depois, foram presos após um tiroteio com a polícia local. Perry foi condenado à morte e Burkett a prisão perpétua.

Em 2010, o cineasta alemão Werner Herzog dispôs de meia hora para entrevistar cada um dos criminosos. Faltavam oito dias para Michael Perry ser executado. Herzog falou igualmente com a filha de Sandra Stotler, com o irmão de Jeremy Richardson, e com o pai e a mulher de Jason Burkett. Entrevistou padres, detectives, vizinhos, amigos, conhecidos. Através da sua investigação e do seu olhar sobre este crime, Werner Herzog revela uma América profunda de gente condenada a uma vida longe de ser a que sonhavam. O resultado pode ser visto hoje na abertura do IndieLisboa. Chama-se Into the Abyss: A Tale of Death, a Tale of Life. É um dos acontecimentos cinematográficos de 2012.

Werner Herzog não precisa de apresentações. Revelado na nova vaga do cinema alemão nos anos 1970, contemporâneo de Wim Wenders, Rainer Werner Fassbinder ou Volker Schlöndorff, Herzog tem prosseguido uma carreira singular que sempre fez questão em escapar a classificações simplistas, balizada por filmes emblemáticos como Aguirre, o Aventureiro (1972), Nosferatu – O Fantasma da Noite (1978) ou Fitzcarraldo (1982). Embora menos conhecida entre nós, a sua vertente de documentarista tem igual peso na sua carreira, funcionando como "desdobramento" temático e criativo das suas ficções fascinadas pelo lado escuro e obsessivo do ser humano. Grizzly Man (2005) e A Gruta dos Sonhos Perdidos (2010) chegaram às nossas salas, The Wild Blue Yonder (2005) e Encounters at the End of the World (2007) passaram em edições anteriores do IndieLisboa.

No corredor da morte

Into the Abyss nasceu de um projecto para o canal televisivo Discovery sobre a pena de morte nos EUA. A série daí resultante – On Death Row – teve estreia mundial no festival de Berlim deste ano antes da sua exibição no Investigation Discovery americano em Março. Mas a história de Jason Burkett e Michael Perry perturbou Herzog de tal modo que se autonomizou.

Ao jornal The New York Times, aquando da estreia do filme no festival de Telluride em Setembro último, o realizador disse "não estar no negócio da culpa nem no da inocência". Muito embora Herzog seja abertamente contra a pena de morte, Into the Abyss recusa tomar partido ou erguer bandeiras. É uma espécie de "CSI: Pena de Morte", traçando desapaixonadamente, de modo quase forense, circunstâncias e consequências do triplo assassínio de Conroe. Recorrendo a imagens de arquivo da investigação – que tornam o filme pouco aconselhável a almas sensíveis – entrecortadas com as entrevistas que ele próprio conduziu, Herzog transcende o mero documentário investigativo para explorar a dimensão humana de um crime que custou a vida a três pessoas por causa de um carro.

Do outro lado do sonhoInevitavelmente, é da sociedade americana que aqui se fala, e dos seus contrastes exacerbados entre ricos e pobres. Michael Perry e Jason Burkett vinham de uma cultura de pobreza e analfabetismo, rodeados pelo crime, pelo álcool, pelas drogas como saídas acessíveis para uma existência sem futuro, enquanto Sandra e Adam moravam numa casa confortável numa zona residencial afluente. O pai de Jason Burkett, Delbert, é entrevistado por Herzog enquanto cumpre a quarta pena de prisão, agora perpétua, no mesmo estabelecimento prisional do filho e, perante a câmara, faz uma declaração espantosa: a sua consciência de que "we never had a chance". A sua família estava condenada por vir do "lado errado" da cidade.

A câmara de Herzog não faz outra coisa que não seja devolver a todos eles – criminosos e vítimas – a sua dignidade, a sua humanidade. Mas haverá dignidade, humanidade em gente capaz de matar a sangue-frio por causa de um carro?, perguntarão. A questão, para o cineasta alemão, nem se põe. Todos os seres humanos são dignos de respeito, por mais horríveis que sejam os seus actos. "Não tenho de gostar de si," diz Herzog a Perry ao iniciar a sua entrevista. "Mas respeito-o, porque você é um ser humano."

Esse respeito esconde-se no modo como a câmara de Peter Zeitlinger (habitual director de fotografia de Herzog) olha para estas pessoas. Um olhar que se inscreve todo na duração, no tempo e no espaço que permite a cada entrevistado revelar a sua humanidade, sem nunca tombar na facilidade ou na exploração gratuita da dor e do sofrimento. Aqui não há sensacionalismo, apenas uma câmara à altura de homem, mostrando o que há para mostrar, revelando o outro lado da America, the beautiful. É aí que este "conto de morte e de vida" se ganha como um dos mais perturbantes documentos do ano. Não deixa ninguém indiferente.

 

Via Público



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Quinta-feira, 26 de Abril de 2012

Sporting, o sonho morreu na praia


O treinador do Sporting, Sá Pinto, introduziu duas novidades na equipa inicial: André Martins jogou no lugar de Daniel Carriço, que surgiu no banco de suplentes, e Pereirinha substituiu o castigado Izmailov.


Os “leões”, que defendiam a vantagem (2-1) alcançada na primeira mão, em Alvalade, entraram bem no encontro em San Mamés. Mas foram os bascos os primeiros a marcar: Llorente amorteceu a bola e Susaeta fez o 1-0 de pé esquerdo (17’), colocando o Athletic na frente do marcador.

A equipa de Sá Pinto procurou então recuperar a vantagem na eliminatória. Na sequência de um canto, Polga obrigou Iraizoz a uma grande defesa (33’). Aos 42’ foi Rui Patrício a brilhar, voando para travar um remate de Llorente.

O golo dos “leões” surgiu aos 44’, por intermédio de Ricky van Wolfswinkel. Na sequência de um canto, a bola sobrou para o avançado holandês que, à entrada da área, restabeleceu o empate. Só que o 1-1 não durou muito tempo. Após um excelente trabalho trabalho de Llorente, Ibai Gómez recolocou o Athletic em vantagem, deixando a eliminatória empatada.

A segunda parte trouxe várias oportunidades de golo: Rui Patrício voltou a brilhar para travar o remate de Susaeta, e depois viu Llorente enviar a bola ao poste (52’). Passados dois minutos, foi Insúa a acertar nos ferros de Iraizoz, na sequência de um livre.

O Athletic continuou melhor, com Llorente a criar muitas dificuldades à defesa “leonina”. E foi o avançado internacional a resolver a partida e a eliminatória para a equipa de Marcelo Bielsa: após um bom trabalho de Ibai Gómez na esquerda, Llorente atirou a bola, que ainda bateu no poste antes de entrar (88’). Estava feito o 3-1 para o Athletic.

O golo de Llorente evitou o prolongamento e matou o sonho europeu do Sporting. A formação orientada por Sá Pinto falhou o objectivo de disputar uma terceira final europeia. Será a equipa basca a marcar presença na final da Liga Europa, dia 9 de Maio em Bucareste.  

 

Via Público



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Dia Mundial na Dança na Estação de São Bento

 

Associando-se a uma iniciativa da Câmara Municipal do Porto,a  CP – Comboios de Portugal apresenta a partir das 15:30, na Estação de São Bento um bailado pelo Centro de Dança do Porto, seguindo-se um momento dedicado às danças de salão e um outro com milongas de rua, dinamizado pela Escola Lição de Tango.

 

O evento promove a divulgação de géneros de dança tão diversos como Lindy Hop, Dança Contemporânea, Ballet, Danças de Salão e Milongas de Rua.

 

Retirado de Hardmúsica



publicado por olhar para o mundo às 19:35 | link do post | comentar

Victor PereiraEstamos habituados a viver estes momentos", diz Vítor Pereira

 

O treinador do FC Porto considerou nesta quinta-feira que os “dragões” têm “competência mais do que suficiente” para vencer na Madeira, onde sábado (20h15) defrontam o Marítimo, em jogo da 28.ª jornada da Liga.


Apesar da confiança revelada, o técnico alertou, durante a conferência de imprensa que decorreu no Centro de Treinos do Olival: “O Marítimo, pela época que está a fazer, tem provado força e consistência e é mais difícil de bater em casa”.

Na liderança do campeonato, com quatro pontos de vantagem sobre o Benfica e três jogos por disputar, Vítor Pereira garantiu que a equipa do FC Porto "sabe bem o que quer”, razão pela qual está preparada para as “grandes dificuldades” que diz esperar no Estádio dos Barreiros.

“Vamos ultrapassar o Marítimo, pois estamos habituados a viver estes momentos”, referiu o treinador, para quem “basta recordar a época passada para perceber como os jogadores do FC Porto convivem bem com a pressão”.

Vítor Pereira refutou, por outro lado, o estatuto decisivo do confronto com os madeirenses: “Vencer significa apenas a conquista de três pontos fundamentais, isto é, queremos ganhar e apenas isso”.

“Não estou à espera de decisões [na próxima jornada] e recordo o que digo desde o início do campeonato: que iria ser disputado até ao fim”, sublinhou, avisando que “mesmo que o FC Porto vença o Marítimo, todos os outros adversários podem ganhar os seus jogos” e nada ficar resolvido.

Questionado sobre a contestação ao seu trabalho, por via de alguma opinião mediática ou pela voz de alguns adeptos, Vítor Pereira começou por ser evasivo: “Faço o meu trabalho, quero sempre futebol de qualidade e de ataque, e procuro que a equipa consiga fazê-lo”.

Disse, no entanto, não lhe custar admitir que “o FC Porto teve jogos em que não entrou da melhor forma”, nomeadamente em casa, onde “os adversários se fecham mais do que o habitual”.

Porém, afirmou não estar “preocupado” com o seu projecto pessoal, e recordou: “Tenho mais um ano de contrato e estarei sempre com um gosto enorme neste clube”.

Sobre a forma pouco amistosa como o defesa Álvaro Pereira reagiu à sua substituição frente ao Sporting de Braga, na ronda anterior, o técnico admitiu “fugir às questões sobre individualidades”, embora elas surjam e "sempre sustentadas num colectivo forte”.

“Estamos focados em ganhar o campeonato e não no jogador ‘a’, ‘b’ ou ‘c’”, disse ainda sobre o comportamento do uruguaio.

 

Via Público



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Festival i, as artes por miúdos!
19 e 20 Maio, em Águeda
http://www.dorfeu.pt/i 
http://issuu.com/dorfeu/docs/i2012

No auge da primavera, a 19 e 20 de Maio, Águeda vai ser palco de mais um Festival i. Nesta 4ª edição, a d’Orfeu propõe uma nova série de fascinantes propostas artísticas para o público infantil. A festa das artes em família promete ser imparável e com uma diversificada oferta cultural de arregalar os sentidos: desde a descoberta da música barroca até à animação circense, passando por histórias de encantar, teatro de pasmar e baile sem parar!

Durante todo o fim-de-semana - sábado 19 e domingo 20 -, Águeda é invadida pelo festival ao longo do dia, criando-se um roteiro cultural em vários locais: Espaço d’Orfeu, Auditório do CEFAS, Biblioteca Municipal Manuel Alegre, Auditório Ana Paula Silva (Orfeão de Águeda) e pelas ruas da cidade. Na véspera do início do festival, na sexta 18 Maio, o Espaço d’Orfeu receberá turmas escolares para assistir aos primeiros espectáculos.

A produção nacional preenche na totalidade o programa desta 4ª edição do Festival i, um evento non-stop dedicado à infância enquanto público, não só do futuro, mas já do presente. Dias 19 e 20 de Maio, em Águeda, as artes do espectáculo trocadas por miúdos!

A pulseira individual é válida para todo o festival e tem o custo de 6€, havendo desconto para adultos se acompanhados por criança(s) e portadores Cartão d'Orfeu. O acesso é gratuito para famílias com duas gerações de portadores Cartão d'Orfeu. As pulseiras podem ser adquiridas antecipadamente na d'Orfeu até ao dia 18 de Maio ou durante o festival nos respectivos locais dos espectáculos.

O programa detalhado pode ser consultado no sítio www.dorfeu.pt/i e nas redes sociais da d'Orfeu. Mais informações através do email dorfeu@dorfeu.pte do telefone 234603164. O i é uma iniciativa d’Orfeu, com o apoio oficial do Município de Águeda e da Direção-Geral das Artes. Todos ao i!


http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC



d’Orfeu Associação Cultural
Instituição Cultural de Utilidade Pública  |  Estatuto de Superior Interesse Cultural



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Letra

 

Bohemian Rhapsody

 Queen

 

Is this the real life-
Is this just fantasy-
Caught in a landslide-
No escape from reality-
Open your eyes
Look up to the skies and see-
I'm just a poor boy,I need no sympathy-
Because I'm easy come,easy go,
A little high,little low,
Anyway the wind blows,doesn't really matter to me,
To me

Mama,just killed a man,
Put a gun against his head,
Pulled my trigger,now he's dead,
Mama,life had just begun,
But now I've gone and thrown it all away-
Mama ooo,
Didn't mean to make you cry-
If I'm not back again this time tomorrow-
Carry on,carry on,as if nothing really matters-

Too late,my time has come,
Sends shivers down my spine-
Body's aching all the time,
Goodbye everybody-I've got to go-
Gotta leave you all behind and face the truth-
Mama ooo- (any way the wind blows)
I don't want to die,
I sometimes wish I'd never been born at all-

I see a little silhouetto of a man,
Scaramouche,scaramouche will you do the Fandango-
Thunderbolt and lightning-very very frightening me-
Galileo,Galileo,
Galileo Galileo
Galileo figaro-Magnifico-

I'm just a poor boy and nobody loves me-
He's just a poor boy from a poor family-
Spare him his life from this monstrosity-
Easy come easy go-,will you let me go-
Bismillah! No-,we will not let you go-let him go-
Bismillah! We will not let you go-let him go
Bismillah! We will not let you go-let me go
Will not let you go-let me go
Will not let you go let me go
No,no,no,no,no,no,no-
Mama mia,mama mia,mama mia let me go-
Beelzebub has a devil put aside for me, for me, for me-

So you think you can stone me and spit in my eye-
So you think you can love me and leave me to die-
Oh baby-Can't do this to me baby-
Just gotta get out-just gotta get right outta here-

Nothing really matters,
Anyone can see,
Nothing really matters-,nothing really matters to me,

Any way the wind blows



publicado por olhar para o mundo às 11:36 | link do post | comentar

“Espero que o Athletic não tenha tanta sorte como em Lisboa”25.04.2012 - 18:28 Nuno Sousa, em Bilbau Foto: Francisco Leong/AFP  Sá Pinto confiante na qualidade dos seus jogadores ImprimirEnviar a um amigoComentar1Comentários 829 Leitores     Comentário do leitor + VOTADO Anónimo 25.04.2012 18:46, Lisboa, já não Dublin ... Sá Pinto! Os bascos sairam de Alvalade a falar português. Só temos mesmo que jogar como jogámos em Alvalade para vencer. ... Foi um Sá Pinto sorridente, confiante e a desdobrar-se entre o português e o castelhano aquele que surgiu nesta quarta-feira na sala de imprensa do Estádio San Mamés, em Bilbau. O treinador, que quis deixar claro que o Sporting já escreveu “uma página bonita da história”, assumiu a ambição de chegar à final da prova como treinador, depois de já o ter conseguido como jogador, em 2005, na então Taça UEFA.  “Não mudamos nunca, independentemente do adversário. Encaramos todos os jogos para ganhar”.  Uma vez mais, Sá Pinto deixou claro que a identidade do Sporting não varia em função do adversário, nem tão pouco em função do apoio dos adeptos num estádio rival. “Conheço o ambiente. É fantástico, de grande motivação para os jogadores. Não nos irá amedrontar. Vivemos ambientes iguais ou piores, em Manchester, Kharkiv, mas sobretudo em Varsóvia”, desvalorizou.  Do Athletic, Sá Pinto espera o mesmo de sempre. Posse de bola, circulação e aposta no jogo aéreo. “Têm jogadores como Javi Martínez, Aurtenetxe, Llorente... É um ponto forte do Athletic, mas estamos preparados para os parar. Espero que não tenham tanta sorte como em Lisboa. O golo em Alvalade não foi um erro, foi um detalhe de futebol”, ironizou.   Quando confrontado com as duas grandes ausências desta segunda mão, De Marcos no Athletic e Izmailov no Sporting, o técnico foi peremptório: “São dois elementos de grande qualidade. Quem perde é o futebol”. E se o jogo resvalar para as grandes penalidades? “Temos de estar preparados. Temos de ter a capacidade de resolver as dificuldades”.

Foi um Sá Pinto sorridente, confiante e a desdobrar-se entre o português e o castelhano aquele que surgiu nesta quarta-feira na sala de imprensa do Estádio San Mamés, em Bilbau. O treinador, que quis deixar claro que o Sporting já escreveu “uma página bonita da história”, assumiu a ambição de chegar à final da prova como treinador, depois de já o ter conseguido como jogador, em 2005, na então Taça UEFA.

 

“Não mudamos nunca, independentemente do adversário. Encaramos todos os jogos para ganhar”.

Uma vez mais, Sá Pinto deixou claro que a identidade do Sporting não varia em função do adversário, nem tão pouco em função do apoio dos adeptos num estádio rival. “Conheço o ambiente. É fantástico, de grande motivação para os jogadores. Não nos irá amedrontar. Vivemos ambientes iguais ou piores, em Manchester, Kharkiv, mas sobretudo em Varsóvia”, desvalorizou.

Do Athletic, Sá Pinto espera o mesmo de sempre. Posse de bola, circulação e aposta no jogo aéreo. “Têm jogadores como Javi Martínez, Aurtenetxe, Llorente... É um ponto forte do Athletic, mas estamos preparados para os parar. Espero que não tenham tanta sorte como em Lisboa. O golo em Alvalade não foi um erro, foi um detalhe de futebol”, ironizou. 

Quando confrontado com as duas grandes ausências desta segunda mão, De Marcos no Athletic e Izmailov no Sporting, o técnico foi peremptório: “São dois elementos de grande qualidade. Quem perde é o futebol”. E se o jogo resvalar para as grandes penalidades? “Temos de estar preparados. Temos de ter a capacidade de resolver as dificuldades”.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 08:42 | link do post | comentar

Miguel Portas estará em câmara ardente no Palácio das Galveias, em Lisboa, sábado à tardeMiguel Portas estará em câmara ardente no Palácio das Galveias, em Lisboa, sábado à tarde ()

Uma homenagem pública decorrerá no domingo de tarde (14h), no Teatro São Luiz, em Lisboa, em memória do eurodeputado do Bloco de Esquerda, Miguel Portas, que faleceu terça-feira à tarde, aos 53 anos, de cancro no pulmão, no Hospital ZNA Middelheim, em Antuérpia.

 

Miguel Portas estará em câmara ardente no Palácio das Galveias, em Lisboa, sábado à tarde, entre as 15h e as 19h. O corpo será cremado domingo. O funeral e a cremação serão privados.

Economista, durante vários anos jornalista, foi, ainda antes do 25 de Abril de 1974, militante e depois dirigente da União de Estudantes Comunistas. Foi activista contra a ditadura desde jovem, tendo sido preso quando tinha ainda 15 anos.

Já em adulto foi militante do PCP a partir de 1974, de onde saiu em 1989.

Miguel Portas integrou então, desde 1989, a Terceira Via, grupo de militantes comunistas que se opunham à direcção e onde pontificavam figuras como Joaquim Pina Moura e Barros Moura. Após o golpe de Estado na União Soviética a 20 de Agosto de 1991, a maioria dos elementos que integravam a Terceira Via rompe e abandona o PCP, entre eles Miguel Portas, em protesto com o apoio que a direcção do partido deu aos golpistas. Neste processo seriam expulsos do PCP figuras como Barros Moura, Raimundo Narciso, Mário Lino, tendo José Luís Judas abandonado o PCP para evitar a expulsão e preservar a CTGP de que era dirigente.

Durante os anos 90 pertenceu ao grupo Plataforma de Esquerda, que integraria o MDP/CDE, partido que então muda para o nome Política XXI e que virá a integrar a formação do Bloco de Esquerda (BE).

Miguel Portas cumpria actualmente o segundo mandato como eurodeputado pelo BE. Foi eleito pela primeira vez nas europeias de 2004. Tinha sido cabeça de lista já em 1999, nas primeiras eleições em que o movimento foi a votos, mas não conseguira qualquer eurodeputado.

 

Via Público



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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012

Penáltis deixam Real Madrid fora da final da Champions

 

No desempate na marcação de grandes penalidades, a equipa de José Mourinho falhou três dos quatro remates. Cristiano Ronaldo foi um dos que falhou, abrindo as portas ao Bayern Munique.


O jogo começou da melhor maneira para o Real Madrid. Um penálti logo nos minutos iniciais convertido por Cristiano Ronaldo, dava vantagem aos “merengues” face ao resultado registado na primeira mão (vitória do Bayern por 2-1, valendo a favor do Real o golo marcado fora).

Pouco depois, o segundo golo de Cristiano Ronaldo parecia escancarar as portas da final à equipa de José Mourinho.

Só que uma falta cometida por Pepe sobre Mario Gómez na área do Real deu a oportunidade a Robben de colocar tudo igual entre as duas equipas. E o holandês não falhou.

No segundo tempo, o jogo foi mais dividido, com o Bayern a responder sempre com perigo à postura mais ofensiva do Real, mas o resultado não se alterou, levando a partida para prolongamento.

No tempo extra, nenhuma das equipas arriscou em demasia, tornando inevitável a decisão na marca das grandes penalidades.

Cristiano Ronaldo foi o primeiro a tentar a sua sorte para o Real, mas o português falhou. Algo que Kaká imitou. Só que Kroos e Lahm, para o Bayern também falharam, colocando tudo na mesma entre as duas equipas.

Seguiu-se Sérgio Ramos, que atirou por cima da barra, deixando a Schweinsteiger a responsabilidade de decidir. E o médio alemão não falhou.

O Bayern Munique jogará em casa a final da Liga dos Campeões frente ao Chelsea, que se disputa no dia 19 de Maio.

 

Via Público



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A escola da Fontinha foi ocupada a meio da tarde

A escola da Fontinha foi ocupada a meio da tarde (Paulo Pimenta) movimento Es.Col.A reocuparam a Escola da Fontinha, no Porto, cerca das

 

17h45 desta quarta-feira. Sem qualquer oposição das forças policiais, que até escoltaram os manifestantes, à volta de um milhar, até ao local.

Já na quinta-feira passada, quando este colectivo foi despejado da antiga escola por ordem da Câmara do Porto, elementos do Es.Col.A garantiram que voltariam a entrar no estabelecimento de ensino. 

Entrar na escola custou apenas um simples abrir de cadeados, que foram substituídos de véspera. Primeiro, os manifestantes escalaram até ao primeiro andar e entraram por janelas que tinham débeis gradeamentos interiores. Depois, com travessas de andaimes, pés-de-cabra e outras ferramentas, arrancaram as placas metálicas que os funcionários da Câmara do Porto soldaram e aparafusaram às janelas na última quinta-feira. 

A multidão espalhou-se pelo interior da escola, pátio e rua de acesso ao estabelecimento. As pessoas abraçavam-se, dançavam e cantavam “a escola é nossa”, como se estivessem num concerto de música festiva. 

Antes disso, os manifestantes haviam estado no exterior da Câmara do Porto, animando, com performances e música, milhares de pessoas reunidas nos Aliados para celebrar a Revolução dos Cravos, mas sem incidentes.

Agora, o colectivo Es.Col.A promete retomar as actividades culturais e sociais que desenvolvia antes do despejo. Este grupo ocupou pela primeira vez a Escola da Fontinha em Abril de 2011, tendo-se registado desde aí um braço-de-ferro com a Câmara do Porto, que incluiu um primeiro despejo em Maio do ano passado. 

 

Via Público



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