Terça-feira, 20.03.12

Estádio da Luz recebe final da Liga dos Campeões em 2014


O Estádio da Luz vai receber a final da Liga dos Campeões de futebol em 2014, anunciou a UEFA.


A decisão foi tomada no primeiro dia da reunião do Comité Executivo da UEFA, que está a decorrer em Istambul, na Turquia. O organismo máximo do futebol europeu decidiu ainda que a final da Liga Europa da época 2013-14 será disputada em Turim, na Juventus Arena.

Esta será a segunda ocasião em que a capital portuguesa recebe a final da principal competição europeia de clubes. A estreia foi em 1967, quando Celtic e Inter defrontaram-se no Estádio Nacional.

Para além do confronto entre escoceses e italianos, para a Taça dos Campeões Europeus, Portugal foi escolhido para receber mais três jogos decisivos de provas organizadas pela UEFA: a final da Taça das Taças, em 1991-92, e a final do Euro 2004, ambas as partidas disputadas no Estádio da Luz, e a final da Taça UEFA no Estádio de Alvalade, em 2004-05.

A final deste ano da Liga dos Campeões será na Arena de Munique, a 19 de Maio, enquanto a de 2013 será disputado no Estádio de Wembley, em Londres. 

 

Via Público



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Segunda-feira, 19.03.12

O clássico em palavras, Jesus diz que Porto tem vantagem

Jorge Jesus considera que o FC Porto tem a vantagem de poder gerir melhor o seu plantel, mas mantém que a conquista da Taça da Liga é um dos objectivos dos "encarnados"... depois do campeonato.


"Não vejo onde o FC Porto possa querer gerir a equipa [na Luz], pois só joga no campeonato. Tem muito tempo para gerir os seus jogadores. O Benfica é que não. O FC Porto está em vantagem nesse aspecto", afirmou nesta segunda-feira Jorge Jesus, numa alusão ao facto de os "dragões" estarem apenas a competir no campeonato e não terem o desgaste adicional da Liga dos Campeões.

"O Benfica, em 20 dias, vai fazer cinco jogos. É muito jogo e vamos ter que gerir mais a equipa do que o FC Porto, que neste momento joga de semana a semana", acrescentou Jesus.

Apesar desta sobrecarga competitiva, o treinador do Benfica destaca os aspectos positivos que ela representa: "A margem do Benfica é pouca. Do Benfica e de todas as equipas que chegam a patamares de decisão. Da Champions, do campeonato, uma meia-final da Tça da Liga. São momentos decisivos, para ganhares e para perderes. Há muitos que não têm capacidade para lá chegar. É um bom sinal, muito positivo."

O treinador "encarnado" assume que o campeonato é a competição mais importante para o clube, mas não descarta a prova que se joga na terça-feira: "Como é óbvio, o campeonato é a competição mais importante para o Benfica. Acredito que para o Benfica é mais importante o campeonato e que para eles [FC Porto] também possa ser. Agora, se puder ganhar as duas vou tentar fazê-lo." 

 

Via Público

 



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Sexta-feira, 16.03.12

Benfica recebe o Chelsea que Jesus queria


O Benfica vai defrontar o Chelsea nos quartos-de-final da Liga dos Campeões. A primeira mão vai disputar-se na Luz. Se vencer a eliminatória, a equipa de Jorge Jesus defrontará o AC Milan ou o Barcelona nas meias-finais.


A equipa inglesa, que eliminou o Nápoles no prolongamento, era um dos adversários preferidos do treinador benfiquista. 

Benfica e Chelsea nunca se defrontaram em jogos oficiais.

As duas equipas partilham um dado estatístico que terá forçosamente de acabar para uma delas na Luz: ambas inauguraram o marcador nos oito jogos que realizaram esta temporada na Liga dos Campeões, tal como o Real Madrid.

Seis dos oito clubes presentes no sorteio em Nyon (Suíça) já foram campeões europeus, incluindo o Benfica. O Chelsea, o único inglês ainda em prova, é um dos dois que nunca conquistou o título, juntamente com a surpresa APOEL. No entanto, os "blues" chegaram cinco vezes às meias-finais nas oito temporadas anteriores.

A formação orientada agora por Roberto Di Matteo venceu o Grupo E, com três vitórias (todas em Stamford Bridge), dois empates e uma derrota. Nos oitavos-de-final perdeu em Itália por 3-1 e depois venceu em casa por 4-1. Venceu todos os jogos em Londres e nunca ganhou como visitante.

Na Premier League, está já afastada da corrida pelo título e ocupa o 5.º lugar, a 18 pontos do líder Manchester United.

A primeira mão dos quartos-de-final vai disputar-se a 27 ou 28 de Março, enquanto o segundo jogo está agendado para 3 ou 4 de Abril.

O vencedor da eliminatória entre o Benfica e o Chelsea irá encontrar o conjunto que sair por cima do duelo entre o AC Milan e o actual campeão europeu, o Barcelona.

Como curiosidade, refira-se que no ensaio geral antes do sorteio a sério a equipa que saiu ao Benfica foi o Barcelona.

O APOEL vai receber o Real Madrid na primeira mão, enquanto o Bayern Munique, anfitrião da final agendada para 19 de Maio, vai deslocar-se a Marselha.

Quartos-de-final
1: APOEL-Real Madrid
2: Marselha-Bayern Munique
3: Benfica-Chelsea
4: AC Milan-Barcelona

Meias-finais
Vencedor 2-Vencedor 1
Vencedor 3-Vencedor 4 

 

Via Público



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Domingo, 11.03.12

Os “encarnados” estiveram a perder, mas na segunda parte deram a volta ao resultado e regressaram às vitórias.


Não foi um triunfo nada fácil para a equipa de Jorge Jesus. O Benfica chegou ao intervalo a perder, golo do avançado pacense Michel aos 28’, e nos primeiros 45 minutos os vice-campeões nacionais sentiram muitas dificuldades.

Na segunda parte Jorge Jesus colocou em campo Nelson Oliveira e Gaitan (saíram Nolito e Saviola) e o Benfica deu a volta ao jogo em apenas cinco minutos, com golos de Gaitan (63’) e Bruno César (68’).

Com este triunfo o Benfica alcança o Sp. Braga no segundo lugar, com 52 pontos, e reduz para apenas um ponto a desvantagem para o líder FC Porto.

 

Via Público



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Sábado, 10.03.12

Javi García prolongou o contrato com o Benfica até 2018, acrescentando quatro temporadas ao vínculo anterior.

 

O médio espanhol tinha contrato válido até Junho de 2014 e agora passou a estar ligado ao Benfica até Junho de 2018.

“Creio que desde o primeiro momento, nomeadamente por parte do clube, que sempre depositou muita confiança em mim, que a ligação ao Benfica é forte. Não é fácil um clube apostar num jovem em início de carreira, mas sempre senti que teria de devolver esta confiança de algum modo”, afirmou o jogador à Benfica TV.

García chegou ao Benfica no início de 2009/10, sagrando-se campeão nessa temporada.

 

Via Público



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Terça-feira, 06.03.12

Benfica bate Zenit e está nos “quartos” da Champions

O Benfica qualificou-se para os quartos-de-final da Liga dos Campeões ao vencer (2-0) o Zenit de São Petersburgo. Após terem perdido (2-3) na primeira mão, na Rússia, os “encarnados” colocaram um ponto final no sonho da formação orientada por Luciano Spalletti, com golos de Maxi Pereira e Nelson Oliveira.


Sem poder contar com Garay e Aimar, Jorge Jesus optou por Jardel e Rodrigo, respectivamente. E o Benfica esteve melhor que o Zenit na primeira parte. Os russos traziam vantagem da primeira mão e entraram na expectativa.

O guarda-redes Malafeev foi adiando o golo dos “encarnados”: opôs-se às tentativas de Bruno César (15’), Maxi Pereira (20’). Mas à segunda o lateral uruguaio não falhou. Já no tempo de compensação, e após um primeiro remate de Witsel, Maxi Pereira atirou para o fundo da baliza, colocando o Benfica na frente da eliminatória.

O Zenit foi para o intervalo a perder, e entrou na segunda parte obrigado a marcar para seguir em prova. Mas apesar de ter mais posse de bola, a formação russa não conseguiu incomodar Artur.

Já o Benfica desperdiçou um par de boas oportunidades para ampliar o resultado. Jardel, na sequência de um canto, cabeceou para fora (56’). E Cardozo, isolado na cara de Malafeev, atirou ao lado (70’).

No tempo de compensação, Nelson Oliveira deu a estocada final nas aspirações do Zenit. O Benfica garantiu o regresso aos quartos-de-final da Liga dos Campeões, seis anos após a última presença nesta fase da prova. Em 2005-06, o Benfica alcançou os “quartos” da Champions, tendo sido afastado pelo Barcelona, que viria a conquistar o troféu.

O Benfica fica a conhecer o adversário nos quartos-de-final da Liga dos Campeões no sorteio que se realiza a 16 de Março. Os jogos realizam-se a 27 e 28 de Março (primeira mão) e 03 e 04 de Abril (segunda mão). 

 

Via Público



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Benfica  Jesus: “Sentimo-nos sempre pressionados”


Jorge Jesus defendeu nesta segunda-feira que o Benfica está sempre sob pressão e que confia na passagem aos quartos-de-final da Liga dos Campeões, apesar da derrota por 3-2, frente ao Zenit, na primeira mão.


“Sentimo-nos pressionados em todos os jogos. Jogamos sempre para vencer. Temos sempre a pressão das grandes equipas”, disse Jorge Jesus, desvalorizando a série de maus resultados da sua formação.

“Não vencemos o Porto, mas são competições diferentes. E sabemos por que perdemos com o FC Porto”, acrescentou o técnico benfiquista.

“O Benfica quer passar aos quartos-de-final. Não sei há quantos anos não passa, parece que é há 20”, disse ainda o treinador do Benfica, cometendo uma “gaffe”, já que em 2005-06 Ronald Koeman conduziu a equipa da Luz aos quartos-de-final da Champions.

Apesar da confiança em seguir em frente, Jesus deixou elogios ao Zenit.

“Zenit é uma equipa tacticamente forte, mas o Benfica também é. Temos uma eliminatória que era 50-50 antes de começar. Esta desvantagem é um resultado que nos pode dar ainda alguma confiança e achamos que temos todas as possibilidades de passar, mas também temos a certeza que vamos jogar contra uma equipa forte”, disse o treinador.

Na ausência de Garay (lesionado) e Aimar (castigado), Jesus deu a entender que Jardel fará dupla com Luisão e já não foi tão assertivo sobre a utilização de Rodrigo: “Vamos ver. Rodrigo vem de uma lesão e a pouco e pouco está a entrar.”

Questionado sobre o facto de preferir Emerson a Capdevila, o técnico benfiquista recusou dar explicações: “Não vou explicar porque joga o A ou B. Não explico aos jogadores, quanto mais aos jornalistas. As contratações são feitas pela ideia da equipa e não se esqueçam que são dois jogadores para a mesma posição.”

O Benfica defronta na terça-feira o Zenit, precisando de vencer para chegar aos quartos-de-final.

 

Via Público



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Segunda-feira, 05.03.12

Futebol  Há 50 anos que o Benfica não sofria tantos golos em casa


É preciso recuar 50 anos para encontrar uma época em que o Benfica tenha sofrido tantos golos em casa como na presente temporada, mas, para o adepto "encarnado" que acredite em coincidências, esta poderá ser uma notícia moralizadora. É que estes números não se viam na Luz desde 1961-62, quando a equipa sofreu o 13.º golo no velho Estádio da Luz, na 21.ª jornada, apontado justamente pelo FC Porto. O treinador era o mítico Bela Guttmann e, no final da época, a equipa conquistaria a Taça dos Campeões Europeus e a Taça de Portugal.


Ao todo, o conjunto de Jorge Jesus já sofreu em 2011-12 12 golos em casa, onde apenas o Sporting ficou em branco esta época, em 11 partidas já disputadas. Com os três golos apontados anteontem, os "dragões" aproveitaram alguma da instabilidade defensiva do adversário em Lisboa, já que, em matéria de golos sofridos, tudo corre pior na Luz. Paradoxalmente, fora de portas, o conjunto "encarnado" é, a par do Beira-Mar, a equipa menos batida, com apenas sete golos sofridos. 

Perante os seus adeptos, a equipa de Jesus sofreu o dobro dos golos de FC Porto, Sp. Braga, Sporting (seis), e mais do que Marítimo, V. Guimarães, Rio Ave e até Feirense (oito), que ocupa a penúltima posição da tabela classificativa. Menos batida em Coimbra é também a Académica (9), tal como o Gil Vicente, em Barcelos (11). De referir que, com excepção dos portistas e academistas, os restantes têm menos uma partida caseira contabilizada (menos duas, nos casos dos gilistas e vila-condenses).

Os actuais números benfiquistas contrastam com a realidade da equipa nas últimas décadas, nomeadamente em comparação com os dois golos sofridos à passagem da 21.ª ronda nas temporadas de 1969-70 (a equipa era treinada por Otto Glória/José Augusto, acabando em segundo lugar do campeonato atrás do Sporting), 1985-86 (com John Mortimore, que encerrou a época também na segunda posição, atrás do FC Porto), 1988-89 (com Toni no banco a conquistar o título) e 1992-93 (Tomislav Ivic/Toni, com outro segundo lugar). 

Nas poucas épocas em que o Benfica sofreu dez ou mais golos em casa até à jornada 21, só por uma vez conquistou o campeonato. Foi em 1962-63, há 49 anos (com 11 golos contabilizados). De resto, em 1965-66, ficou na segunda posição (11 golos); em 1984-85, foi terceiro (10); em 2001-02, quarto (11) e 2003-04, segundo (11).

Apesar desta contabilidade global negativa, a verdade é que os golos sofridos no Estádio da Luz não têm implicado propriamente maus resultados. Excluindo o clássico com o FC Porto, em todas as restantes partidas a equipa venceu com maior ou menor dificuldade. E, até ao jogo com os "dragões", os lisboetas não tinham sofrido mais do que um golo no seu recinto por partida.

Para compor esta estatística, o Benfica destaca-se no plano oposto, como a equipa mais concretizadora em casa, com 34 golos (uma média de 3,1 por encontro). Menos dois do que em 11 jogos caseiros na temporada de 2009-10 (a primeira de Jesus), em que haveria de conquistar o título. 

Com a eliminatória frente ao Zenit, para a Liga dos Campeões, a dois dias de distância, há outro dado animador relativo a 1961-62, o ano da afirmação de Eusébio. Nessa época, o campeonato fugiu para Alvalade, mas estava conquistada a Europa.

 

Via Público



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Sábado, 03.03.12

À décima vitória consecutiva, o Sp. Braga alcançou o Benfica

Não é uma questão de discurso, mas de futebol. Por muito que os responsáveis do Sp. Braga rejeitem o estatuto de candidato ao título, em campo, os jogadores têm-se esforçado por provar o contrário. Na Madeira, assistiu-se a uma exibição e a uma reviravolta de equipa grande. O Nacional entrou por cima, mas saiu de gatas (1-3), subjugado pelo novo companheiro do Benfica na tabela.


Quando Moreno, aos 12’, concluiu da melhor forma uma combinação entre Rondón e Candeias para abrir o marcador, a comitiva bracarense terá experimentado uma sensação de déjà vu. A 30 de Janeiro, também no Funchal, Hugo Viana e companhia também tinham entrado em falso, frente ao Marítimo. E deram a volta por cima (1-2).

Deve ter sido a experiência acumulado a desinibir a equipa, porque os minhotos não acusaram a desvantagem - e muito menos a pressão de jogarem para o segundo lugar, de aproveitarem a oferta do Benfica. O futebol do Nacional fluía sobretudo pelas alas (cortesia de Candeias, que fez de Elderson o que quis), o Sp. Braga tentava tirar partido do miolo (A saída de Andrés Madrid, por lesão, facilitou a tarefa) e daquele pé esquerdo magistral de Hugo Viana.

Aos 24’, Lima recebeu um passe de 40 metros na área, mas deixou-se antecipar. Aos 40’, desviou com êxito já na pequena área, após uma assistência perfeita de Mossoró.

A mesma dupla não acusou o arrefecimento da descida aos balneários, no intervalo, e regressou em alta. Lima, todo ele mobilidade e sentido de oportunidade, fugiu à marcação pela direita, desviou a bola do caminho do guarda-redes Marcelo e contou com a ajuda do poste para “assistir” Mossoró, que se limitou a empurrar para o 1-2.

Agora era o Nacional que tinha de ir atrás do prejuízo. Pedro Caixinha trocou Mateus por João Aurélio mas não ganhou nada com isso. Leonardo Jardim substituiria Mossoró por Ukra e ganharia mais um golo por isso (67’). O mérito do jogador emprestado pelo FC Porto foi o de acompanhar a jogada que Leandro Salino e Lima desenharam a régua e esquadro. E o de encostar para o 1-3 final.

Antes desse momento, o Nacional tentara o empate pelas alas, pelo centro, em lances de bola parada - e Neto, de cabeça, quase aproveitava uma falha de marcação. Tudo em vão. O Sp. Braga ia anulando todas as investidas e espreitando o contra-ataque, para o golpe fatal, que carimbou a décima vitória consecutiva na Liga, a quinta fora de casa. Um registo impressionante, que colou a equipa ao Benfica no segundo lugar (49 pontos), a um mês da visita ao Estádio da Luz.

 

Via Público



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Sexta-feira, 02.03.12

FC Porto sai da Luz com o título nas mãos

Clássico cheio de equilíbrio, domínio repartido, alternância no marcador e vitória dos “dragões” (3-2).


Num grande jogo de futebol, o FC Porto impôs-se ao Benfica, no Estádio da Luz, dando um passo importante rumo ao título de campeão nacional. Com a vitória no terreno do adversário, os portistas ficam com três pontos de vantagem sobre os “encarnados” e superioridade em caso de igualdade pontual.

O jogo ainda quase não tinha descolado e já Hulk arrancava um pontapé supersónico de fora da área que surpreendeu Artur logo aos 7’. Um golaço do brasileiro.

O Benfica demorou a reagir e só num cruzamento sem grande nexo, que acaba por cair nos pés de Cardozo, os “encarnados” ameaçaram a baliza de Helton. Mas o avançado paraguaio, isolado frente ao guarda-redes portista, permitiu a defesa.

Foi preciso esperar pela passagem dos primeiros 30 minutos para o Benfica voltar a incomodar Helton. Um cruzamento de Maxi Pereira descobriu Aimar na pequena área, mas o cabeceamento saiu frouxo e à figura do guarda-redes brasileiro.

O FC Porto ripostou num lance em que Janko surgiu isolado frente a Artur, valendo aos “encarnados” o guarda-redes brasileiro, que defendeu ainda a recarga de Álvaro Pereira.

Os “dragões” voltavam ao jogo e, num livre apontado por João Moutinho, a bola roçou a barra da baliza “encarnada”.

O jogo parecia ir para o intervalo com o FC Porto em vantagem até que, num lance de insistência do ataque benfiquista, a bola sobrou para Cardozo que “fuzilou” Helton.

A segunda parte começa da melhor forma para o Benfica. Um livre marcado por Aimar bem para o “coração” da área portista descobre Cardozo, que cabeceia para o 2-1. Um lance que deixou as “águias” por cima no jogo.

Só que tudo ruiu para os homens da casa quando perderam a bola num contra-ataque e permitiram a resposta do adversário. Já com James Rodríguez em campo, o FC Porto empatou a partida com um golo do colombiano.

Foi a vez de os “azuis e brancos” passarem a estar mais cómodos no encontro. E mais ficaram quando viram Garay sair devido a lesão (antes já o mesmo tinha sucedido a Aimar) e Emerson por acumulação de cartões amarelos.

O Benfica passou a jogar em inferioridade numérica e sofreu o golo da derrota pouco depois, num livre apontado por James Rodríguez e finalizado com um cabeceamento de Maicon, que se encontrava em fora-de-jogo. Uma jogada em que Artur também foi mal batido, não chegando com os punhos onde o brasileiro chegou com a cabeça. 

 

Via Público



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Benfica - Porto:O jogo da época não vai decidir o campeão e pode ajudar terceiros

Na última visita do FC Porto à Luz para o campeonato apagaram-se as luzes e ligaram-se os regadores da relva quando os portistas celebravam a conquista do título, após um triunfo por 2-1. Na altura, o FC Porto de André Villas-Boas era uma máquina quase invencível, enquanto o Benfica de Jorge Jesus foi vítima de um mau começo de temporada e de um mau final. Passadas duas semanas, o FC Porto voltou a ser feliz no estádio do rival, com o apuramento para a final da Taça. Quase um ano depois, a Luz volta a receber o “clássico” e nenhum tem estatuto de imbatível ou se apresenta demasiado fragilizado. E chegam iguais à 21.ª jornada, com 49 pontos.


Talvez o ascendente emocional pertença aos homens de Vítor Pereira, que recuperaram os cinco pontos que tinham de desvantagem para os “encarnados” em apenas duas jornadas, mas há sempre a pressão acrescida de o campeonato ser o único objectivo (a Taça da Liga é uma causa menor para todos) depois da eliminação da Taça de Portugal e do traumático afastamento da Liga Europa às mãos do Manchester City. E o campeonato, onde também já sofreu uma derrota (Gil Vicente), parece mesmo ser a única coisa que segura Vítor Pereira no banco do Dragão. É da conquista desse objectivo que o seu futuro parece depender, mesmo que o discurso para fora seja o de confiança mútua entre treinador e o presidente Jorge Nuno Pinto da Costa. 

O Benfica ainda tem outros horizontes competitivos nesta temporada - joga o acesso aos quartos-de-final da Liga dos Campeões na próxima terça-feira - e parecia embalado para um percurso relativamente tranquilo na Liga, que permitisse a Jorge Jesus fazer outro tipo de gestão de recursos. Mas o que aconteceu nas duas últimas jornadas deu cabo da almofada benfiquista em relação aos perseguidores. Jesus até se irritou com um jornalista quando lhe falaram da “situação delicada” do Benfica após ter sofrido a primeira derrota do campeonato em Guimarães (a que se seguiu um empate em Coimbra). 

O sinal mais preocupante é o de que o Benfica não marcou nos dois últimos jogos, quando tinha marcado sempre nos jogos anteriores. Jesus disse ontem em conferência de imprensa que era injusto julgar o Benfica pelo incapacidade ofensiva recente. A verdade é que a equipa tem 47 golos marcados (tal como o FC Porto) no campeonato e, antes dos jogos em Guimarães e Coimbra, tinha marcado sempre, enquanto os portistas já tiveram três jogos em que ficaram a zero (Feirense, Olhanense e Sporting). E o FC Porto tem sido mais inconstante nos resultados. O melhor que os portistas conseguiram foi quatro vitória consecutivas (da primeira à quarta jornada), enquanto os “encarnados” chegaram a ter uma série de oito triunfos seguidos, que terminou com a derrota em Guimarães. 

Há um ano, com o mesmo número de jogos disputados no campeonato, as diferenças eram bem maiores entre os dois rivais, com posições trocadas. O FC Porto liderava, com 54 pontos, enquanto o Benfica somava 48. Estes seis pontos, dez jornadas depois, cresceram para 21 e os portistas foram campeões sem derrotas. As últimas dez jornadas de Villas-Boas foram quase perfeitas (nove vitórias e um empate), enquanto as de Jesus foram desastrosas (quatro vitórias, três empates e três derrotas). 

Este jogo, que marca o arranque para o último terço do campeonato, poderá ser um importante reforço psicológico para quem vencer, mas não irá decidir o campeão porque, depois, ficaram a faltar nove jogos, com 27 pontos em disputa e espaço para recuperação caso a vitória caia para qualquer um dos lados - pode, no entanto, servir para desempatar caso ambos cheguem ao fim com o mesmo número de pontos. Até ao fim da época, ambos ainda terão compromissos difíceis. O FC Porto recebe, por exemplo, Académica e Sporting, e tem difíceis deslocações aos terrenos de Nacional, Sp. Braga e Marítimo. Já o Benfica, depois do encontro de hoje, recebe na Luz Sp. Braga e Marítimo e visita os campos de Académica e Sporting. 

E depois há o Sp. Braga, o candidato não assumido ao título, mas a quem os resultados vão legitimando as aspirações ao primeiro lugar. É aos minhotos que pertence a melhor série vitóriosa do campeonato, que já vai em nove e pode aumentar, dependendo do que fizerem amanhã na Madeira. A diferença para os dois da frente é de apenas três pontos e os homens de Leonardo Jardim já vão entrar vencedores na Choupana. Dê empate ou vitória na Luz. 

 

Via Público



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Quinta-feira, 01.03.12
Vítor Pereira: “Espero que não haja nenhum factor a não ser os jogadores a determinar o resultado”

Na antevisão do jogo grande da 21.ª jornada da Liga, o treinador do FC Porto desvalorizou o impacto do calendário das selecções e disse não acreditar num Benfica fragilizado pelos últimos resultados. No Estádio da Luz, prometeu Vítor Pereira, os "dragões" vão entrar em campo para fazer história.


“Esperamos ganhar o jogo, somar os três pontos. Vai ser um FC Porto à procura de vencer”, atirou o técnico, assumindo que as condições de preparação do clássico "não foram as ideais", fruto das várias ausências impostas pelos compromissos das diferentes selecções. De todo o modo, desvaloriz o impacto que possam ter no encontro.

“Não queremos encontrar justificações para eventuais problemas. Amanhã vamos estar preparados para estarmos bem. Não vou encontrar justificações desse tipo para justificar seja o que for”, vincou. “Importa que amanhã estejamos no nosso melhor, para fazermos história, a história que nos interessa”.

Um dos jogadores mais penalizados, neste particular, foi James Rodríguez, que alinhou durante 80 minutos no Colômbia-México e enfrenta uma viagem longa de regresso a Portugal. Poderá o extremo jogar na Luz? “Depende do estado em que chegar. Analisaremos as condições em que estará, mas não serão as melhores de certeza absoluta”.

Vítor Pereira não acredita, de resto, que o Benfica se apresente menos forte depois de ter escorregado em Guimarães e em Coimbra - “As equipas como o FC Porto, Benfica, Sporting têm responsabilidade de ganhar cada jogo" -, mas aproveitou o tema para apontar o dedo aos críticos do campeão nacional.

“Há três jornadas, a sensação que tínhamos ao ler as notícias é que o campeonato estaria entregue. Nunca acreditámos nisso. As equipas estão mais equilibradas. Tenho dito desde o início, depois de analisar as equipas, que o campeonato seria discutido até final. A realidade tem-nos dito exactamente isso”, alertou o treinador da equipa que tem o melhor ataque (em igualdade com o Benfica) e a melhor defesa da Liga.

"É um dado curioso saber que temos tantos golos marcados. Às críticas que ouvi à equipa, ao treinador... Um dado curioso também é que antes de vir para aqui vi que a nossa equipa é a que tem menos golos sofridos. Leio tantas vezes que temos problemas em todo o lado, é na defesa, é no ataque, é nas alas, mas vamos esperar pelo fim e ver o que a realidade traduz”, acrescentou.

Se o clássico é decisivo na luta pelo título? “Não tenho bola de cristal, não posso dizer se é decisivo. É um jogo, isso sim, muito importante”, sublinhou, para depois exprimir um desejo: “Espero que não haja mais nenhum factor a não ser o jogo e os jogadores a determinar o resultado”.

 

Via Publico



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Segunda-feira, 27.02.12

Vítor Baía: “FC Porto chega em vantagem ao clássico”


O antigo guarda-redes do FC Porto afirmou que o jogo de sexta-feira, que oporá os “dragões” ao Benfica, no Estádio da Luz, “não será decisivo”.

À margem da inauguração de um pavilhão polidesportivo com o seu nome, na Escola Joaquim Nicolau de Almeida, em Gaia, o antigo internacional relativizou o confronto: “São apenas três pontos em disputa, faltará ainda mais campeonato”.

“Está tudo em aberto e, para mim, o FC Porto chega sempre em vantagem”, disse o ex-jogador que mais títulos conquistou ao serviço dos “dragões”.

Questionado sobre o número de internacionais portugueses a actuar no estrangeiro, Vítor Baía limitou-se a observar: “O futebol é um negócio e tem sido mais rentável ir buscar jogadores fora do que apostar na sua formação”.

O Benfica-FC Porto abre, sexta-feira (20:15, no Estádio da Luz) a 21.ª jornada da Liga portuguesa de futebol, com as duas equipas empatadas no primeiro lugar da prova, com 49 pontos.

 

Via Público



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Sábado, 25.02.12

Empate em Coimbra deixa Benfica à mercê do FC Porto


O Benfica não conseguiu melhor que um empate sem golos na sua visita a Coimbra frente à Académica, em jogo da 20.ª jornada da liga portuguesa.


Depois da derrotas em São Petersburgo frente ao Zenit e em Guimarães frente ao Vitória, este foi o terceiro jogo consecutivo sem vencer por parte dos "encarnados", que desperdiçaram cinco pontos nas duas últimas jornadas.

A formação orientada por Jorge Jesus pode assim ser apanhada no topo da classificação pelo FC Porto caso os "dragões consigam vencer neste domingo em casa o Feirense.

Com este empate, o Benfica passou a somar 49 pontos (os portistas têm 46), enquanto a Académica passa a ter 21, mantendo a décima posição.

 

Via Público



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Sexta-feira, 24.02.12

Jesus: “Todas as equipas queriam estar no lugar do Benfica, que é o líder”


Jorge Jesus afirmou que a derrota do Benfica com o Vitória de Guimarães não vai abalar a confiança do grupo, referindo que todas as equipas queriam estar no lugar dos “encarnados”.

 

“A verdade é que todas as equipas queriam estar no lugar do Benfica, que é o líder. O facto de termos perdido em Guimarães não vai tirar confiança, pois somos os líderes e um líder tem que estar moralizado e confiante”, disse Jorge Jesus, em conferência de imprensa. 

O técnico lembrou que a formação da Luz ainda tem dois pontos de avanço sobre o FC Porto e afirmou que para manter o primeiro lugar da tabela, o Benfica precisa de vencer sábado em Coimbra, efectuando um jogo “dentro do que tem feito”. 

Jorge Jesus afirmou também que o facto de o próximo jogo ser com o FC Porto não influência o jogo com a Académica, garantindo que a equipa continua confiante. 

“O facto de estarmos a uma jornada do jogo com o FC Porto não tem nada a ver. Tinha dito antes que até esse jogo as equipas podiam perder pontos e o facto é que o Benfica perdeu em Guimarães”, lembrou. 

O treinador referiu ainda que a pressão nas equipas “grandes” é sempre a de vencer e de estar melhor que os adversários, salientando que a Académica vai ser uma equipa motivada para enfrentar a sua equipa. “A Académica ou outra equipa, quando joga com Benfica, FC Porto ou Sporting, o momento que vive não importa, pois são galvanizadas para estes jogos. Os jogadores superam-se nestes jogos com as equipas ‘grandes’”, defendeu. 

Jorge Jesus ainda não sabe se vai poder contar com o médio Javi Garcia, que vai realizar um teste na manhã do jogo, mas destacou a importância do espanhol no desempenho da equipa. 

“Nos três jogos que o Benfica perdeu, ele não jogou. O Matic é um jogador de muita qualidade, só que o Javi leva vantagem quando a equipa do Benfica não tem a bola. Sabe todos os posicionamentos, pois trabalha há três anos comigo. É mais evoluído tacticamente, mas o Matic pode e vai atingir o nível de Javi”, disse. 

O treinador lembrou também a importância dos adeptos no desempenho da equipa e destacou ainda a qualidade do sector atacante da equipa. 

“O ataque é um sector forte e essa opção de escolher quem quiser, é fruto da sua qualidade. Isso é bom para o treinador, pois uma equipa como o Benfica tem que ter qualidade e quantidade”, defendeu. 

A terminar, Jorge Jesus analisou também o médio belga Axel Witsel, referindo que é um jogador com características diferentes dos restantes. “Witsel tem características diferentes dos nossos jogadores do corredor central. Não é como o Aimar ou Bruno César, é um número 8 que joga de área a área, que em determinados jogos é imprescindível, mas não em todos”, concluiu.

 

Via Público 



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Quarta-feira, 15.02.12

Benfica perde pela segunda vez nesta temporada


O Zenit de São Petersburgo impôs ao Benfica a sua segunda derrota da época, ao vencer por 3-2 na primeira mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.


A equipa de Jesus ainda empatou o jogo quase em cima da hora, mas uma falha de Maxi Pereira permitiu a Shirokov marcar o 3-2, impondo ao Benfica o segundo desaire da época – o primeiro foi na Madeira, com o Marítimo, para Taça de Portugal.

O Benfica colocou-se em vantagem na primeira oportunidade do jogo. O guarda-redes Zhevnov defendeu para a frente um livre um Oscar Cardozo e Maxi Pereira marcou na recarga (20’).

Os russos empenharam-se depois na reacção e demoraram sete minutos a empatar, com um bom golo de Shirokov, após um cruzamento de Hubocan (27’).

Pouco depois, Jorge Jesus foi obrigado a substituir Rodrigo (que minutos antes tinha sido alvo de uma entrada dura de Bruno Alves, o único português em campo) e lançou Aimar.

Na segunda parte, o Benfica até começou por controlar o jogo, mas seria o Zenit a colocar-se em vantagem, com uma boa jogada pela ala direita, finalizada pelo calcanhar de Semak (75’).

Cardozo ainda voltou a empatar o jogo (87’), aproveitando mais uma defesa incompleta do guarda-redes russo, e parecia evitar a derrota benfiquista.

Só que Maxi Pereira manchou uma boa exibição, ao fazer um mau alívio, que permitiu a Shirokov bisar (88’) e dar o triunfo ao Zenit.

A segunda mão realiza-se a 6 de Março na Luz, com o Benfica a ter a obrigação de vencer para chegar aos quartos-de-final, embora um triunfo pela margem mínima seja suficiente.

 

Via Público



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Domingo, 12.02.12

A noite estava fria mas Rodrigo e Cardozo aqueceram-na

O Nacional, quando entrou na Luz, parecia um condenado a caminho do cadafalso, lado a lado com o seu verdugo. Desgastado física e emocionalmente pela eliminação, na quarta-feira, nas meias-finais da Taça de Portugal frente ao Sporting, chegou a Lisboa sem seis titulares, entre castigados e lesionados. Não era só isso a desmoralizar os madeirenses, mas a tarefa que tinham pela frente: enfrentar o Benfica, líder da Liga, senhor de um ataque demolidor e detentor de dez vitórias seguidas. E o palco era o pior, um estádio com mais de 50 mil benfiquistas sem clemência para com o adversário.


O alçapão abriu-se mesmo e o Nacional desapareceu ao primeiro golo. Foi Garay. A primeira vez que a equipa de Jesus se acercou da baliza de Marcelo facturou e a formação insular ruiu. O Benfica, sem Maxi e Javi García (jogou Witsel o que pôde como defesa direito e Matic no meio-campo), fazia o jogo chegar à frente pelos pés de Aimar. O resto, e não é pouco, ficava a cargo dos quatro avançados: Gaitán, Nolito, Rodrigo e Cardozo. Demasiado para Marçal, o desgraçado recém-promovido a defesa esquerdo que há duas semanas descansava no Torreense. Foi ele a não perceber o que Gaitán lhe fez antes de oferecer o golo a Cardozo.

O argentino, numa finta digna de Houdini, apareceu isolado na área e serviu o ponta-de-lança. O paraguaio tinha que marcar, há sete jogos que o faz.

Cardozo conta agora com um parceiro perfeito para o “crime” — Rodrigo. Foi o espanhol a descansar a Luz, quando esta se revoltou com o golo de Claudemir, depois de Jorge Sousa ter marcado penálti. A falta de Emerson sobre Diego Barcelos é discutível, mas o árbitro não hesitou. Artur não deteve o remate colocado e a margem mínima voltou ao marcador.

Um sobressalto que não estava nas contas dos benfiquistas. Mas Rodrigo, 11 minutos depois, repôs a normalidade, com uma jogada rápida a deitar o guarda-redes no chão. Ele e Cardozo somam, no final desta ronda, 13 golos nas últimas sete partidas. Um terror para Feirense, Gil Vicente, V. Setúbal, U. Leiria, Rio Ave e Marítimo, uma lista de vítimas a que se juntou o Nacional.

A dupla merece respeito, muito, mas é a Aimar que se presta culto. Cada vez que o argentino caminhava para a marcação de um canto, o estádio prestava-lhe homenagem. Um caso de amor, que ganhou fogo com a renovação do contrato, esta semana. Os heróis estavam no palco, o público estava à espera de golos e de mais uma vitória. E Rodrigo fez a vontade, mais uma vez. Numa jogada relâmpago e de ângulo apertado, fez o 4-1. O espanhol leva oito golos na prova, menos cinco que Cardozo, sentado no trono dos melhores marcadores com 14.

Com este triunfo, o Benfica estica para 8 pontos a vantagem sobre o FC Porto, que entra mais pressionado no jogo de hoje com a União de Leiria. Com o clássico marcado para o início de Março, qualquer deslize pode ser fatal. E a pensar na gestão do plantel, com jogo na quarta-feira para a Champions com o Zenit, Jesus tirou Aimar, fez descansar o seu melhor pensador de jogo e defendeu com Miguel Vítor, tirando a Witsel o pesadelo da defesa. Estava feita a noite.

 

Via Público



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Sexta-feira, 10.02.12

Benfica  Jesus e a renovação de contrato:


Elogios a Pablo Aimar e ao Nacional e cautelas no que respeita à renovação de contrato com o Benfica. Foram estes os dois pontos essenciais da conferência de imprensa de Jorge Jesus, na véspera da 18.ª jornada da Liga.


“Aimar é um génio para quem aprecia o futebol como arte. Ele tem aquilo que faz a diferença. E tem paixão. Tem 32 anos, todos os dias é um exemplo, treina com um sorriso nos lábios. Estou muito satisfeito e penso que todos os amantes do futebol também”. Jorge Jesus referia-se, desta forma, ao prolongamento de contrato do médio argentino por mais uma época, acordo que foi confirmado na quinta-feira.

O dinamizador das acções ofensivas do Benfica, de resto, deverá ser uma aposta inicial do técnico para o jogo de sábado, com o Nacional, um adversário que mereceu palavras elogiosas: “É uma boa equipa, que disputou as eliminatórias da Liga Europa. Tem jogadores com experiência. É uma equipa que joga para os primeiros seis classificados, que foi até às meias-finais da Taça. Tem bons jogadores e vai criar-nos imensas dificuldades”.

O bom momento que o Benfica atravessa é, porém, motivo mais do que suficiente para Jesus acreditar num desfecho favorável. “Quem está à frente tem níveis maiores de confiança e isso é mais fácil de gerir. Neste momento estamos embalados para a conquista de jogo a jogo”, considera.

”Vai ser o futuro da selecção portuguesa”

Sobre o calendário da selecções e os compromissos do final do mês, que deverão provocar a ausência de vários elementos do plantel, o técnico do líder do campeonato foi cauteloso. “Temos de respeitar as datas FIFA. Estamos sujeitos, como todos os clubes, a estas situações. No caso do Cardozo, são horas de voo enormes. Mas estamos preparados e adaptados a essa situação. Vamos ter de definir em função do que acontecer com o Cardozo. Até pode ir e não jogar...”

Independentemente da presença ou ausência do paraguaio, há outras opções para a frente de ataque. Uma delas é Nelson Oliveira, que apontou um golo no último jogo dos “encarnados”, para a Taça da Liga. “O Nélson tem tido as oportunidades dele. Este último jogo foi o melhor que ele fez. Tem vindo a evoluir. Há muita coisa que ainda tem que aprender. E isso só se consegue com muito trabalho. É dentro destes princípios que acreditamos que é um produto com muito potencial”, analisa, para depois avançar com uma previsão: “Ele vai ser o futuro da selecção portuguesa, disso eu tenho a certeza”.

”Não me quero iludir”

Depois de Luís Filipe Vieira ter referido, em entrevista à RTP1, que acreditava na renovação de contrato (que termina em 2013) com Jorge Jesus, o técnico jogou à defesa. “Tenho mais um ano de contrato com o Benfica. No futebol, treinadores e jogadores têm de viver o dia-a-dia. Estamos dependentes de resultados. As opiniões mudam muito facilmente. Não me quero iludir e não me vou iludir enquanto for treinador de futebol”.

Para já, está concentrado no futuro imediato. E o futuro pós-Benfica-Nacional é o jogo da Liga dos Campeões, frente ao Zenit. Sobre Danny (que se lesionou gravemente e vai falhar o Euro 2012) , disse ser uma peça influente na dinâmica dos russos mas lamentou a gravidade da lesão. “Do ponto de vista desportivo, é bom para o Benfica. Do ponto de vista do respeito pelo Danny como profissional, não é. Preferia que ele tivesse uma lesão só por 15 dias, só para não jogar com o Benfica”.

Lista de convocados para o jogo com o Nacional

Guarda-redes Artur e Eduardo.
Defesas André Almeida, Miguel Vítor, Garay, Luisão, Emerson e Capdevila.
Médios Matic, Javi García, Witsel, Bruno César, Nolito, Aimar e Gaitán.
Avançados Cardozo, Saviola, Rodrigo e Nélson Oliveira.

 

Via Público



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Aimar renova com o Benfica por mais uma temporada

Pablo Aimar chegou nesta quinta-feira a acordo com o Benfica e renovou com os "encarnados" por mais uma temporada.

O jogador e o presidente do Benfica já tinham manifestado a vontade de prolongar o vínculo que unia o argentino ao clube lisboeta.

Pablo Aimar está na Luz desde a época 2008-2009, estando a cumprir a sua quarta época com a camisola do Benfica.

Com a renovação agora anunciada, o médio continuará na Luz até ao Verão de 2013.

Contratado em Agosto de 2008 aos espanhóis do Saragoça, Aimar, 32 anos, terminava contrato em Junho próximo. Agora deverá completar cinco épocas de águia ao peito.

 

Via Público



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Quinta-feira, 09.02.12

O Benfica confirmou nesta quinta-feira o empréstimo do futebolista Enzo Perez aos argentinos do Estudiantes de la Plata até ao final da temporada.


“Em função dos problemas pessoais conhecidos, e que envolvem o estado de saúde da mãe do jogador Enzo Perez, a Sport Lisboa e Benfica Futebol, SAD chegou a acordo com o clube argentino, para o empréstimo do atleta até 30 de Junho deste ano”, refere o clube benfiquista numa nota publicada no seu sítio oficial na Internet.

O médio argentino, de 25 anos, chegou esta temporada ao Benfica proveniente, precisamente, do Estudiantes de la Plata, clube que vai agora representar até ao final da temporada, mas foi pouco utilizado.

Enzo Perez apenas alinhou em três jogos do campeonato - Gil Vicente, Feirense e Nacional - sempre como suplente utilizado, tendo apenas sido titular na partida da pré-eliminatória da Liga dos Campeões, frente ao Trabzonspor, disputada no Estádio da Luz, onde foi substituído aos 54 minutos por Nolito.

Uma lesão no joelho direito levou o médio à mesa de operações no final de Setembro, não tendo sido utilizado desde então, efectuando apenas trabalho de recuperação.

Enzo Perez esteve também envolvido num problema disciplinar, ao não regressar na data prevista depois da pausa de Natal, que levou o médio a fazer um pedido de desculpas público pelo ocorrido.

 

Via Público



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Terça-feira, 31.01.12

 

Acabou a especulação. O avançado Yannick Djaló vai mesmo ser jogador do Benfica, que anunciou nesta terça-feira a contratação do internacional português

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Djaló, de 25 anos, assinou por quatro épocas e meia.

"A Sport Lisboa e Benfica Futebol, SAD chegou a acordo com o avançado Yannick Djaló, que rubricou um contrato válido por quatro temporadas e meia – até ao final da época desportiva 2015/16", lê-se num comunicado publicado no site oficial do clube da Luz.

A contratação de Yannick Djaló surge depois de nesta segunda-feira o presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol ter defendido que o avançado era um jogador livre e que o clube que o contratasse nada teria de pagar ao Nice ou ao Sporting.

Durante a tarde, o Sporting tinha emitido um comunicado a dizer que ainda detém parte dos direitos económicos do jogador, versão que Joaquim Evangelista contestou, alegando Djaló era dono do seu passe, depois de ter rescindido contrato com o Sporting e com o Nice.

Djaló não joga desde Agosto, altura em que se transferiu do Sporting para o Nice. A inscrição pelo clube francês, no entanto, deu entrada no sistema da FIFA com quatro minutos de atraso, não tendo sido validada pelo organismo que gere o futebol internacional.

Ainda assim, o avançado português rescindiu, em Outubro, por mútuo acordo o contrato com o Sporting (que não o quis de volta) e acabaria também por rescindir, em Novembro, o contrato que o ligava ao Nice, alegando salários em atraso.

 

Via Público



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Domingo, 29.01.12

A infelicidade da boa exibição de Varela e a sorte do Benfica

Há jogadores que têm exibições positivas, mas acabam por cometer um ou outro erro que deitam por terra o trabalho da equipa. Foi o caso, neste sábado, de Varela. O central abriu o marcador da sua equipa, mas depois fez um autogolo e uma grande penalidade que permitiram a vitória do Benfica frente a um Feirense que mostrou ser uma equipa com bons jogadores e lutou até ao último minuto. E ainda se pode queixar do árbitro lhe ter anulado mal um golo.


No relvado mais curto da Liga, Jorge Jesus apostou numa equipa vocacionada para jogar pelo centro do terreno, voltando a manter a tradição de não repetir a mesma equipa. O Benfica sentiu muitas dificuldades para coordenar o seu jogo e para fazer as devidas ligações entre a defesa e o ataque.

Numa espécie de colete-de-forças, os “encarnados” viram um adversário jogar sempre de forma desinibida e que soube tirar partido também da boa exibição de jogadores da velocidade de Ludovic, Diogo Cunha e das movimentações de Buval. A isto somou a capacidade física dos dois centrais Varela e Luciano que tanto se mostraram seguros a defender como a subir nos lances de bola parada.

O técnico do Benfica teve mesmo de retocar a sua estratégia a partir da meia hora. Encostou Witsel à direita, Javi García ficou como único pivot e Aimar passou a recuar mais para recuperar jogo, oferecendo outra liberdade a Rodrigo. O espanhol conseguiu finalmente mostrar verdadeiros sinais de perigo. Respondeu finalmente a lances que preocuparam Artur. Primeiro, aos 4’, com Luciano a cabecear levemente por cima depois de um livre de Hélder Castro. E, aos 13’, quando Diogo Cunha fugiu a Javi García e a enviar a bola à barra.

Mas a partir daquele momento tudo se alterou. Passou a ver-se mais do Benfica que até esse momento só tinha mostrado um momento mágico de Aimar, aos 16’, que deixou Rodrigo na cara de Paulo Lopes que realizou uma grande defesa. Foi a primeira do guarda-redes de 33 anos formado no Benfica. Cardozo teve também um momento notável quando Witsel arrancou um cruzamento para um cabeceamento espectacular de Rodrigo, o melhor jogador dos homens da Luz.

Na segunda parte, o Benfica entrou novamente adormecido. Logo no primeiro minuto só um disparate enorme do árbitro da partida evitou no pior para os homens de Jorge Jesus. Rui Costa resolveu assinalar um fora de jogo inexistente a Ludovic que tinha acabado de bater Artur. Mas, aos 49’, Varela aproveitou a sua capacidade para ter uma entrada fulgurante, depois de um canto de Hélder Castro. Artur Moraes nada podia fazer. O defesa central acabou também por dar uma ajuda ao Benfica, aos 53’, quando desviou de cabeça para o fundo da sua própria baliza um lançamento de Maxi Pereira. Sem fazer muito por isso o líder da Liga chegou ao empate.

Mas o protagonismo de Varela aumentaria aos 70’, quando permitiu que Rodrigo chegasse primeiro à bola e cometeu um penálti que Cardozo converteu, passando a somar seis jogos seguidos a marcar. Estava consumada a reviravolta do marcador e garantida mais uma semana de liderança isolada na Liga.

 

Via Público



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Quarta-feira, 25.01.12


Eusébio da Silva Ferreira, o maior símbolo do futebol português, completa nesta quarta-feira 70 anos, com mais de meio século de Portugal e de Benfica, desde a sua chegada a Lisboa no Inverno de 1960.


Nascido a 25 de Janeiro de 1942, Eusébio tornou-se a maior lenda do futebol português, não só ao serviço do Benfica, na década mais gloriosa do clube (anos 60), mas também da selecção nacional, com o terceiro lugar no Mundial de 1966.

Com o número 10 nas costas ao serviço das “águias” e o 13 com as “quinas”, o “Pantera Negra” teve os seus momentos mais altos no segundo título europeu do Benfica (5-3 ao Real Madrid) e no Mundial de Inglaterra 66, onde foi o melhor marcador.

A forma determinada e o espírito de sacrifício com que se entregou à profissão são, segundo o próprio, a “chave” do êxito que teve ao longo de uma carreira recheada com um título europeu de clubes, um terceiro lugar num Mundial e uma série “interminável” de prémios individuais e... de golos, muitos golos.

“Nunca tive medo de levar pancada. Só no joelho esquerdo, fui operado seis vezes ao menisco... mas nunca tive medo, porque sempre gostei de jogar”, revelou, em declarações à agência Lusa, o antigo jogador por ocasião do seu 50.º aniversário.

O cinquentenário serviu também para o clube do seu coração e no qual cumpriu quase toda a carreira (15 épocas de Benfica) o homenagear, com a colocação de uma estátua de bronze do jogador na zona do estádio, primeiro no antigo e hoje na nova Luz.

Longe vão os tempos da sua chegada a Lisboa, numa viagem repleta de secretismo – o Sporting concorria pelo jogador – e que significou o abandono do futebol amador moçambicano e o ingresso num Benfica colossal, que se preparava para conquistar a sua primeira Taça dos Campeões Europeus.

 

Via Público



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Sábado, 03.12.11
Foi o homem que disse que o fair play é uma treta.... mas convém não exagerar.....
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Domingo, 04.09.11
Pinto da Costa ao telefone

 

Estavam criadas fortes expectativas sobre o poderia acontecer ao plantel do FC Porto até 31 de Agosto. Depois de fechada a 'janela de transferências' iria ficar mais forte ou mais fraco? O balanço é claramente positivo.
O FC Porto é conhecido por comprar barato e vender caro. O FC Porto assenta a sua política em rentabilizar desportiva e financeiramente os seus ‘activos’. Face à vitória na Liga Europa e conquistas nacionais, e também porque André Villas-Boas, como treinador do Chelsea, passou a ter óptima vista para o Dragão, o FC Porto corria o risco de ser sacudido por um ‘sismo de Agosto’. A ‘caixa-forte’ resistiu. O abalo foi pequeno. E o campeão continua a reunir condições para manter a sua dinâmica ganhadora. Ameaçado, agora, e somente, pelo Benfica...

 

Não podem ser boas as relações entre o FC Porto e André Villas-Boas, pela forma como o ex-técnico dos portistas abandonou a sua ‘cadeira de sonho’.

Os negócios, quando são bons, ultrapassam estas questões de memóriaOs líderes não gostam de provar do mesmo veneno que lançam sobre as suas vítimas. O jovem Villas-Boas fez ao veterano Pinto da Costa o que este, com maior ou menor subtileza, costuma fazer àqueles que comanda ou estão na sua mira. Não anunciou a saída, porque se manifestasse, por um instante, a vontade de rumar ao Chelsea já sabia que iria despertar a capacidade de resposta do velho líder e provocar episódios contraproducentes ao objectivo primacial.

Quando um treinador orienta uma equipa vencedora e ruma a outras paragens é natural que queira continuar a trabalhar com alguns dos seus eleitos. Porque já lhes conhece as virtudes, os defeitos e as manhas e não precisa de tempo para aprofundar o conhecimento sobre os futebolistas. Nas questões técnicas e nas questões de perfil pessoal. É natural, portanto, que Villas-Boas gostasse de contar no seu plantel (de estrelas) com alguns dos jogadores com quem foi muito feliz no FC Porto, nomeadamente com Moutinho, Álvaro Pereira e Falcao. 

Acredito que estes três estariam no topo de preferências de Villas-Boas e acredito, até, que abaixo das cláusulas de transferência o FC Porto quisesse evitar negociar com o Chelsea, por causa do ‘efeito AVB’.

Não querendo ‘cortar as asas’ a Falcao, o negócio fez-se com o Atlético de Madrid. Digamos que, entre as principais partes interessadas, atingiu-se a satisfação plena: o FC Porto conseguiu um importante encaixe (incluindo o ‘brinde’ Micael); o avançado melhorou as suas condições contratuais e foi jogar para uma Liga importante como é a espanhola e para um clube que perdera Agüero (M. City) e preparava-se para ficar sem Forlán, que entretanto rumou a Milão para alinhar no Inter. Quer dizer: Falcao abdicava de jogar na principal montra do futebol europeu (Liga inglesa) e não tinha de superar a concorrência movida por Anelka (32 anos), Drogba (33) e Fernando Torres (27).

Em suma, o Chelsea seria desportivamente melhor para Falcao (o factor idade concorreria a seu favor...), mas para a operação se realizar sem grandes sobressaltos, e admitindo que para os bluesa contratação de um ponta-de-lança não era um objectivo prioritário, a porta do Atlético de Madrid acabou por ser a ‘porta possível’, embora seja muito difícil entender, no plano profissional, a troca do FC Porto pelo clube colchonero, a não ser por razões de natureza exclusivamente financeira.

Notícias recentes davam conta de que o Chelsea estava disposto a pagar 55M€ por Moutinho e Álvaro Pereira, menos 15M€ relativamente ao produto da soma das duas cláusulas de rescisão (40+30).

O facto de o FC Porto ter adquirido, já em Agosto, 22,5% dos direitos económicos de Moutinho por 4M€ significa que havia ‘mouro na costa’. Isto porque, em Outubro do ano passado, os campeões nacionais tinham alienado 37,5% do passe do internacional português por 4,1M€. O FC Porto não pode deixar de revelar alguns cuidados com a operação de venda de Moutinho, uma vez que, na hora da venda, terá de fazer contas com um Fundo e ainda com o Sporting.

Não foi por acaso certamente que o Chelsea se decidiu, à última hora, por outro... jogador português. Também para o meio-campo: Raul Meireles, ex-Liverpool.

A sensação que se colhe em relação a Moutinho é que, independentemente dos valores e não havendo uma proposta pela cláusula de rescisão (40M€), o jogador aceita, de bom grado, ficar no plantel portista pelo menos mais uma temporada, cujo princípio o FC Porto gosta de salvaguardar perante os seus atletas.

Esse princípio, segundo o representante de Álvaro Pereira, terá sido violado, mas sabe-se como são estas coisas: tudo o que não caia no âmbito das obrigatoriedades contratuais é atirado para o domínio das especulações e de uma certa subjectividade.

Agora é preciso ‘recuperar’ Álvaro Pereira ‘para o FC Porto’, porque é um jogador importante; porque dá profundidade à ala esquerda; e porque pode jogar mais atrás ou mais à frente (como... Coentrão), consoante as necessidades achadas pelo treinador.

Feitas as contas, cumpriu-se aquilo que já escrevera antes do jogo da Supertaça Nacional: não se cumpriu a anunciada ‘sangria’ no plantel do FC Porto (http://relvado.aeiou.pt/rui-santos/ai-esta-liga-2011-12-espera-31-agosto).

Mais: com a venda de Falcao e Micael, o FC Porto consegue pagar Danilo, Alex Sandro, Mangala, Defour, Iturbe, Kelvin e Kléber.

Significa que, desta forma, os novos jogadores encontrarão melhores condições para fazer a sua adaptação ao FC Porto, designadamente os jovens Danilo, Alex Sandro e Iturbe.

O FC Porto era a equipa que corria o risco de se ver mais afectado na sua estabilidade e coesão desportivas. Ficou sem Falcao, é verdade, mas pagou as aquisições e não arriscou ter de fazer, com a época em andamento, uma nova equipa.

Fechada a janela das transferências, pode dizer-se que o FC Porto deu um grande passo para abrir, de novo, a porta do título. Mas, ainda assim, tem de contar com o Benfica, que corre um grande risco ao não ter salvaguardado qualquer situação menos feliz que possa ocorrer com Luisão e Garay...

... E, ao optar por manter Cardozo, o técnico Jorge Jesus vai ter de saber fazer a gestão do balneário em relação ao ‘primeiro suplente’. Saviola... vai ‘aguentar-se’?

 

Rui Santos

 

Via Relvado



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Sexta-feira, 06.05.11
100 reféns - Ganhe bilhetes para ver o Benfica em Dublin - mesmo após eliminação

Eu já não tenho palavras para descrever a excelência de conteúdos de humor que a BenficaTV alberga. Um case study. E como não tenho palavras desta vez segue uma foto elucidativa da capacidade de informar e gozar nitidamente com quem assiste à programação do canal. Deixo algumas perguntas que me parecem perfeitamente legítimas após visionar tamanha falta de sentido de oportunidade.

 

1 - O Benfica vai jogar alguma final em Dublin? Qual a modalidade desportiva, em que data e contra que equipa?

 

2 - Vão as pessoas ser reembolsadas pelo dinheiro gasto durante a votação, principalmente após o final da mesma?

 

3 - Os vencedores do concurso vão ter oportunidade de assistir ao vivo à partida entre o F.C.PORTO e o S.C.BRAGA, ou o Benfica vai fazer alguma demonstração ao intervalo de jogo?

 

Ou podem, em alternativa bem mais interessante trocar Dublin por um treino matinal da equipa no centro de estágio com direito a tomar o pequeno-almoço com os jogadores e equipa técnica ou ainda comer uma feijoada de búzios cozinhada pelo Barbas em pleno estádio da Luz completamente às escuras? Era um gesto bonito.

 

Via 100 Reféns



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Quinta-feira, 14.04.11

Sim, um perfeito atrasado mental. Um ser pequeno e mesquinho, e aparentemente incapaz de perceber que há vida para além do futebol, mas que infelizmente ainda nada prova que exista para além da morte. E demonstrando não passar de um ser ignóbil, profundamente ignorante que este "comentador", estéril de inteligência e desprovido de qualquer razoabilidade nas palavras que lhe saíram da boca, parte do corpo que deveria ser encerrada e apenas aberta para nutrição, que esta pessoa achou por bem dizer a seguinte bacorada:

 

"Eu desejo muito sinceramente que o presidente do FC Porto festeje o próximo título junto daqueles a quem dedicou este" - (Sérgio L. Bordalo, no programa "Debate, transmitido na Benfica TV)

 

Como se sabe Jorge Nuno Pinto da Costa dedicou o título de campeão nacional 2010/2011 a Pôncio Monteiro, falecido em Dezembro de 2010, e a José Maria Pedroto, falecido em 1985.

 

Quis o desconhecido Bordalo - que nem o mais acérrimo benfiquista reconheceria na rua até este dia, e de forma supostamente inteligente mas que os maneirismos denunciam o pouco à vontade gritante e uma imbecilidade latente, que Pinto da Costa estivesse morto num próximo título do FC Porto. Ou seja, para o ano se tal acontecer. Ora isto não é ser adepto, comentador, nem sequer cego ou faccioso, é ser um verdadeiro cretino.

Desejar a morte a uma pessoa,independente da sua posição, clube, convicções, amores e ódios que desperte não deixa de ser uma atitude lamentável de quem abre a boca na televisão pago por um clube, mesmo que seja para dizer normalmente um chorrilho de disparates - como alguns benfiquistas atestam ser o caso do pequeno bordalito.  

 

É assustador que a ERC não se pronuncie sobre esta matéria, que nada tem a ver com futebol, com o Benfica ou Porto, mas com um comentador de um pasquim em formato televisivo que se dedica exclusivamente a este tipo de transmissões e conteúdos para a malta do garrafão. Ou muito me engano, ou este senhor Bordalo ainda vai parecer o badalo de um sino às mãos de algum mais atravessado. Depois não se queixe meu caro amigo. Quem semeia ventos...

 

Vejam o vídeo. Execrável. Lamentável. Qualquer benfiquista, portista e desportista sério, qualquer pessoa honesta só pode repudiar uma estupidez deste tamanho.

 

 
 

 



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Terça-feira, 05.04.11

Não vejo o porquê de tanta polémica em relação ao facto dos "irresponsáveis" benfiquistas após o final da partida terem dado de imediato ordem para serem desligadas as luzes do estádio e acionado o sistema de rega. Isto porque a luz tinha sido apagada há muito. Quanto à água a única justificação que encontro passa pela necessidade de diluir a exibição do árbitro, que esteve ao nível que se esperava - miserável.


A luz foi apagada por várias pessoas que nada têm a ver com o Benfica ou a sua estrutura. Apagou-a o Hulk, o Varela e o Falcão, o Guarin o Moutinho e o treinador André Villas-Boas. Apagou-a o Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa e todo o staff do FC Porto com um planeamento brilhante de toda a época desportiva. Uma vitória histórica. O FC Porto dizimou qualquer réstia de esperança que desde a época passada andava em permanência, de uma forma quase doentia, a ser alimentada pela imprensa (sabemos qual, falei aqui sobre ela com exemplos claros). A ideia da fénix vermelha renascida. O mito sebastianista da "bola" do antigamente. O gigante adormecido que entreabriu o olho. Enfim, as tretas do costume que alguns pasquins adoram promover para vender papel e o povinho andar feliz e esperançado. Vendado.

 

Parabéns aos jogadores do Benfica que honraram a camisola e souberam perder em campo. Foram dignos da enorme camisola que ostentam. Infelizmente não são apenas eles o clube Benfica. E quem não sabe perder raramente merece ganhar. A azia dos dirigentes benfiquistas foi ontem para além de tudo o que eu já tinha visto em campeonatos ditos de primeira linha.

 

Não têm moral. Uma vergonha. Comportaram-se como dirigentes de uma agremiação de aldeia do interior perdido de um qualquer país da América Latina. E se calhar por estas e por outras é que o Benfica de há 30 anos para cá não passa de um clube que vive de migalhas de vitórias que o FC Porto nas suas épocas de quebra lhe vai deixando. O Benfica só existe quanto o FC Porto não está ao seu nível. E este ano esteve. O FC Porto é o melhor clube português da atualidade e internamente é imbatível há muitas décadas, por muito que alguns teimem em querer apagar a luz deste facto.

 

Via 100 Reféns



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Quarta-feira, 30.03.11
100 reféns - Murro de Jorge Jesus já vai em 65 dias sem punição!
 
 

 

Para os que adoram apregoar sobre a moral e bons costumes no futebol, para quem passa a vida a falar em campeonatos viciados e a apelar à justiça, para quem adora aparecer em bicos dos pés na televisão em reuniões intimistas com secretários de Estado do desporto a dar uma de inocente, impoluto e defensor da verdade desportiva com meia dúzia dedossiers debaixo do braço, para quem mais não fez do que aplaudir a comissão disciplinar da Liga do ano passado após ter castigado os jogadores do Braga e do Porto pergunto: porque estão tão caladinhos agora? O Braga perdeu o campeonato na última jornada, recordam-se? O Porto não voltou a perder com Hulk em campo, estão lembrados?

"Caso seja provada a agressão, Jesus incorre numa pena de 23 dias a nove meses. A tentativa de agressão prevê uma suspensão de oito dias a três meses." CM


Porque não querem saber o que se passa no interior da Liga de clubes para que um treinador que agrediu um jogador de uma equipa adversária ao vivo, a cores e em directo continue a pisar os relvados três meses após o "incidente" sem ter sofrido entretanto qualquer punição? Porque não se questionam qual a razão para a agressão que todos vimos em canal aberto (e não só meia dúzia no quentinho do estúdio do canal Benfica ou numa sala obscura de direcção) continuar em banho-maria? Por que razão pôde este treinador continuar a empurrar, insultar e tentar agredir jogadores adversários nos jogos subsequentes, como aconteceu contra o Maritimo, sem que nada se tenha passado?


A Liga está à espera de quê? Da Páscoa? A época que celebra a ressurreição de Jesus de Nazaré para finalmente ter a ousadia de tratar este caso com a mesma agilidade que o fez em relação aos treinadores de outros clubes?Convém esclarecer que este Jesus não é de Nazaré, é ali da Amadora. E a única ligação a Deus para além da fé que deve ter, e muita para continuar a acreditar no título, é a comparação descabida que ouvi um conhecido comentador benfiquista fazer, provavelmente defeito profissional de cineasta, ao afirmar que "Jesus é melhor que Mourinho". Coitado do Mourinho, mas que mal fez ele a Deus? Esperem...mas Mourinho não é Deus? Jorge é filho de Mourinho? Tem lógica Jesus era filho de José.


PS: Os senhores da comissão disciplinar da Liga estão à espera de quê? Que o Benfica faça os dois jogos com o Porto para finalmente pendurarem Jesus na cruz? Ou vão castigá-lo durante as férias, de forma a não prejudicar o "calendário" avermelhado?

 

Via 100 Reféns



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Sexta-feira, 18.03.11

 

 

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