Segunda-feira, 19.09.11

 

Festival O gesto Orelhudo 

Iniciativa ímpar no panorama cultural português, o Festival “O Gesto Orelhudo” comemora dez edições com mais uma singular programação dedicada à musicomédia internacional. Este ano, o festival deixa a mítica tenda do Espaço d’Orfeu e estreia-se num novo local: a antiga Junta dos Vinhos, na baixa da cidade. De 4 a 8 de Outubro, com pré-abertura a 30 de Setembro, Águeda faz O Gesto Orelhudo!

Há gestos que nos surpreendem, nos fascinam e até nos mudam. A história resistente de um festival tem conseguido fazer tudo isso a Águeda. Vão completar-se 10 desses gestos.

O Gesto Orelhudo é um festival de musicomédia, termo nascido da orelhuda ideia de casar a música e o humor. Mas a diversidade artística da programação faz com que do  intimista ao hilariante vá a distância de uma orelha à outra.

Começou por se realizar na Casa do Adro, em Águeda (1999 e 2001), passou depois pelo Auditório de  Recardães (2002 e 2005), regressou à cidade para tornar mítica a tenda  do Espaço d’Orfeu (desde 2006) e chega agora ao seu novo telhado: a antiga Junta dos Vinhos, espaço municipal que se assume como palco para novas manifestações.
 
O programa especial desta 10ª edição inclui bravos repetentes (Bernard Massuir, Oskar & Strudel, Trigo  Limpo teatro ACERT, Teatro Necessario e Artelier?), óptimas estreias,  não só no festival como no país (Cia. dos Palhaços, Mozart Group e Gadjo) e o envolvimento de projectos criativos locais (Fanfarra Kaustika e "Mal-Empregados", a nova criação d’Orfeu). Há ainda o cruzamento de públicos com o circuito OuTonalidades que, para além do habitual encerramento festivo, terá também honras de pré-abertura no local, na sexta-feira anterior, a 30 de Setembro.
 
Este festival é uma iniciativa conjunta da d’Orfeu Associação Cultural e da Câmara Municipal de Águeda, parceria ininterrupta desde 2006, com o apoio da Direcção-Geral das Artes, para além de inúmeros outros organismos. Um festival que, à 10ª edição, é ele próprio uma marca de Águeda.

 

ÁGUEDAantiga Junta dos Vinhos

4 a 8 Outubro 2011

http://www.dorfeu.pt/ogestoorelhudo



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Sexta-feira, 16.09.11
"Uivo", o poema <i>beat</i> de Allen Ginsberg, abre hoje o festival
"Uivo", o poema beat de Allen Ginsberg, abre hoje o festival (DR)
Numa edição de aniversário, o Festival de Cinema Gay e Lésbico que se prolonga até dia 24, mostra uma programação abrangente.

O julgamento público de um editor por ter publicado um poema considerado ousado para a sua época ("Uivo"); a história de um dos restaurantes mais emblemáticos de Nova Iorque ("Florent: Queen of the Meat Market"); um olhar para a história das abordagens feministas na academia e na arte americanas ("Women Art Revolution: A Secret History"); um documentário sobre um dos mais lendários artistas norte-americanos ("William S. Burroughs: A Man Within") são alguns dos pontos altos da 15.ª edição do Queer Lisboa - Festival de Cinema Gay e Lésbico, que decorre até ao próximo dia 24 no Cinema São Jorge, em Lisboa.

E se nada disto parece ao leitor especificamente ligado às sexualidades alternativas, isso é perfeitamente normal. João Ferreira, director do festival, diz ao P2 que o Queer Lisboa "nunca foi construído especificamente para uma comunidade ou para um espectador único, mas sim para todo o tipo de público". E esta edição de aniversário é certamente a mais abrangente da história do festival - tem a ver, segundo Ferreira, precisamente com a celebração dos 15 anos de existência, sob o tema da transgressão, "que nos ajudou a fazer uma programação diferente."

"Uivo", de Rob Epstein e Jeffrey Friedman, sobre a criação, recepção e julgamento público do lendário poema beat de Allen Ginsberg, "Howl", é o filme de abertura, hoje à noite, de uma programação que fala de arte e sociedade sem se limitar à mera questão da identidade sexual, e que se estenderá ao teatro e às artes multimédia. Exibir-se-ão alguns dos filmes mais falados dos últimos 12 meses, caso de dois filmes latinos que transpuseram as barreiras dos festivais queer, "Ausente" do argentino Marco Berger e "Contracorriente" do peruano Javier Fuentes-León. Mas também documentários sobre as relações entre as comunidades GLBT (gay, lésbico, bissexual e transgender) e a sociedade contemporânea; como "We Were Here", de David Weissmann, sobre o modo como São Francisco enfrentou a sida nos anos 1980, ou "Becoming Chaz", de Randy Barbato e Fenton Bailey, sobre a mudança de sexo de Chastity Bono, filha de Cher e Sonny Bono. 

Ao longo dos dez dias do festival, a peça de teatro "Silenciados", da companhia espanhola Sudhum, e a instalação multimédia "Mansfield" 1962 partilharão o São Jorge com as habituais secções de curtas, longas, telediscos e filmes hardcore (as célebres Noites Hard). O Queer Lisboa recebe ainda 20 filmes em selecção competitiva - dez longas-metragens de ficção, avaliadas por um júri composto pelos actores Beatriz Batarda e Albano Jerónimo e pelo jornalista Sam Ashby, e dez filmes na secção de documentários, cujo júri é composto pelo realizador Miguel Gonçalves Mendes e pelos programadores Claudia Mauti e Franck Finance-Madureira. 

João Ferreira explica que a permanente vontade do Queer se "abrir" para lá dos filmes de temática especificamente GLBT, que muitas vezes acabam por não sair do circuito dos festivais temáticos, enfrenta constantemente peculiares contradições. Por um lado, "a oferta neste momento é muito grande - cada ano temos mais escolhas e o próprio cinema queer se está a transformar em direcção a uma maior abertura. Isso tem obviamente a ver com factores sociais, com as sucessivas conquistas da comunidade em termos de direitos. Mas, por outro lado, essa abertura continua a ser muito difícil devido à contracção do circuito comercial e porque o mercado do DVD está a fechar e os festivais queer acabam por ser o único modo de os realizadores mostrarem o seu trabalho".

Apesar destas contradições, Ferreira, que trabalha no festival desde o quarto ano, tem notado um crescimento continuado ao nível da afluência de público. "O público mudou. Hoje temos muitos estudantes universitários e uma variedade muito maior de público, bem como uma atitude e uma forma de estar muito diferentes." A mudança para o Cinema São Jorge, que em 2006 se consolidou como "centro nevrálgico" do festival, contribuiu: "Notou-se logo a diferença quando fizemos as primeiras sessões no São Jorge no décimo festival e enchemos os 800 lugares da sala grande. Foi a prova de que havia público para o festival que não estava a ir ao Quarteto, onde estávamos até então".Num cenário de crise continuada, o director do Queer está optimista. Porque o Queer 2011 garantiu já apoio estatal do Instituto do Cinema e do Audiovisual até 2014 - "isso descansa-nos muito e vai-nos permitir finalmente abrir em Outubro o nosso próprio espaço, um projecto de há muitos anos".

 

Via Público



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Quinta-feira, 08.09.11

 

"Dos cânticos de quem trabalha a terra às batidas que marcam o ritmo da vida contemporânea, das canções subterrâneas à festa na estrada, das raízes punk e rock à portugalidade do novo fado; a tudo João Aguardela soube emprestar dedicação, arrojo, inovação e, acima de tudo, um profundo respeito pela tradição. Em defesa das referências que nos fazem povo e vestem a identidade. E, acima de tudo, em defesa da Liberdade."

 

Da autoria do jornalista Ricardo Alexandre, chega no próximo dia 8 de Setembro às livrarias, "João Aguardela - Esta Vida de Marinheiro", uma biografia sobre o músico dos Sitiados, A Naifa e Megafone, falecido em 2009.

 

O livro reúne fotografias e depoimentos de várias pessoas que privaram com João Aguardela, de amigos a profissionais, e inclui uma entrevista inédita, com cerca de trinta páginas, que a socióloga Paula Guerra fez ao músico a propósito da tese de doutoramento.
O livro "João Aguardela - Esta Vida de Marinheiro" será apresentado a 13 de Setembro na Fnac do Chiado, em Lisboa, e no dia 16 na Fnac do NorteShopping, no Porto.
Via Portugal Rebelde


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Domingo, 04.09.11

“Dias de Espuma” pelo Teatro do Mar, em Sines

“Dias de Espuma” de Julieta Aurora Santos entra em cena neste dia 03 de Setembro, no Centro de Arte de Sines, com encenação da autora.

 

“Dias de Espuma” é um espectáculo que tem como figura e tema central o Mar.


Girando em torno da presença do Mar está a vida , o trabalho, os ganhos e as perdas, as crenças, a espiritualidade, o suor e a festa, o amor e a morte, o medo e a poesia.

 

Os tempos mudam é certo e alteram a vida e estar das gentes, mas o Mar faz permanecer em nós os afectos, os amores, as paixões e sobretudo a esperança e um horizonte sem limite.

 

“Dias de Espuma” , lê-se na nota de imprensa, é também uma homenagem da Companhia aos homens que elegeram o mar como a sua casa, os pescadores, e a toda uma cultura que, apesar de tudo, ainda persiste na vida e no imaginário colectivo da nossa região e, de uma forma mais ampla, também do nosso país.


Esta criação comemora e assinala o ano de celebração do 25ª aniversário da vida de uma Companhia de teatro baptizada com o seu mais importante elemento geográfico e cultural: o Teatro do Mar.

 

Via HardMúsica



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Sexta-feira, 02.09.11

O cartaz da Festa do Avante 2011 conta com artistas como Clã, Sérgio Godinho, Camané, Amor Electro,Expensive Soul, Mayra Andrade, Trovante, Xutos e Pontapés, X-Wife e Virgem Suta. Os concertos realizam-se nos dias 2, 3 e 4 de Setembro em diferentes espaços do recinto da Festa do Avante.

Cartaz da Festa do Avante com Horários e Local

Dia 2 - Sexta-feira

  • Gala de Ópera, 21h30 - Palco 25 de Abril
  • Susana Santos Silva Quinteto, 22h30 - Auditório 1º de Maio
  • Ritinha Lobo, 23h30 - Auditório 1º de Maio

Dia 3 - Sábado

  • The Poppers, 15h - Palco 25 de Abril
  • Anxo Lorenzo, 15h - Auditório 1º de Maio
  • Sean Riley & The Slowriders, 16h - Palco 25 de Abril
  • Danças Ocultas, 16h - Auditório 1º de Maio
  • Quempallou, 17h - Palco 25 de Abril
  • Mosto, 17h - Auditório 1º de Maio
  • La Chiva Gantiva, 18h - Palco 25 de Abril
  • Gattamolesta, 18h - Auditório 1º de Maio
  • Terrakota, 19h - Palco 25 de Abril
  • Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras, 19h - Auditório 1º de Maio
  • Mayra Andrade, 20h - Palco 25 de Abril
  • Tim e Companheiros da Aventura, 20h - Auditório 1º de Maio
  • Maria Anadon Latin Jazz Quartet Plus Gonçalo Sousa, 21h - Auditório 1º de Maio
  • Expensive Soul & Jaguar Band, 21h - Palco 25 de Abril
  • Sérgio Godinho, 22h - Auditório 1º de Maio
  • Clã, 22h - Palco 25 de Abril
  • Budda Power Blues, 23h - Auditório 1º de Maio
  • Trovante, 23h30 - Palco 25 de Abril
  • L.U.M.E, 24h - Auditório 1º de Maio
  • Caminhos do Mar, 01h - Avanteatro

Dia 4 - Domingo

  • Pé na Terra, 14h30 - Auditório 1º de Maio
  • The Happy Mothers, 14h30 - Palco 25 de Abril
  • The Underdogs, 15h - Palco 25 de Abril
  • Júlio Resende International Quartet, 15h30 - Auditório 1º de Maio
  • X-Wife, 16h - Palco 25 de Abril
  • Virgem Suta - 16h30 - Auditório 1º de Maio
  • Marco Rodrigues, 19h30 - Auditório 1º de Maio
  • Amor Electro, 20h - Palco 25 de Abril
  • Luísa Rocha. 20h30 - Auditório 1º de Maio
  • Che Sudaka, 21h - Palco 25 de Abril
  • Xutos e Pontapés, 21h - Palco 25 de Abril
  • Camané, 21h30 - Auditório 1º de Maio 
Retirado de Online24


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Terça-feira, 23.08.11

Festival do Crato 2011

 

O tango eletrónico dos Gotan Project e as atuações de Gabriel o Pensador e do fadista Marco Rodrigues são alguns dos destaques da edição deste ano do Festival do Crato, que arranca quarta-feira, naquela vila do norte alentejano.

 

O festival, que decorre até sábado, é promovido pelo município local e apresenta, além do "prato forte" da música, o melhor do artesanato e da gastronomia daquela região alentejana.

 

Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente do município, Fernando Gorgulho, classificou a edição deste ano do certame como sendo "excelente" e "bastante equilibrada".

 

Da "banda sonora" do primeiro dia do festival, na quarta-feira, destacam-se o concerto dos Expensive Soul e a apresentação do novo álbum, "Tantas Lisboas", do fadista Marco Rodrigues, acompanhado pela fadista Alexandra Martins.

 

Os Homens da Luta e os Deolinda sobem ao palco na quinta-feira, sendo a vez, na noite seguinte, dos Clã e do brasileiro Gabriel o Pensador, que abre no Crato a sua nova digressão por Portugal.

 

A última noite do Festival do Crato, sábado, está reservada para o rock e os blues do Legendary Tigerman e para o regresso aos palcos nacionais do tango eletrónico dos Gotan Project, "um dos grupos mais aclamados pelo público de todo o mundo", segundo a organização.

 

Guitolão World Project, David Almeida "Grupe", Jominho e Filarmónica do Crato são outras das propostas musicais, distribuídas pelas várias noites do festival.

DJ's pelas madrugadas

As madrugadas também não foram esquecidas pela organização e vão ser animadas por "importantes" DJ's nacionais e internacionais: DJ Glue, que atua com o ex-Da Weasel MC Virgul, Marcelinho da Lua, o coletivo Bailarico Sofisticado e DJ Moreno.

 

O Festival do Crato inclui ainda vários momentos de animação de rua e, a pensar nos mais novos, programou também diversos ateliers.

 

De acordo com Fernando Gorgulho, o programa deste festival é "equilibrado", uma vez que reúne projetos musicais à escala regional, nacional e internacional.

 

Com o país a atravessar problemas financeiros, o autarca sublinhou que a realização do certame só é possível porque "se faz uma programação orçamental", a qual "não se pode exceder".

 

Ainda que sem mencionar o valor envolvido para montar o festival, o autarca assegurou que o relatório de contas do certame será apresentado publicamente no fim da iniciativa, à semelhança do que foi feito em 2010.

 

Retirado do Expresso



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Sexta-feira, 29.07.11
Setubal organiza a sua

 

Setúbal organiza a sua "Festa do Teatro" em Agosto

O Festival Internacional de Teatro de Setúbal, que decorrerá naquela cidade de 19 a 28 de Agosto, será um marco cultural na região, reforçando, a nivel nacional, o papel da cidade de Setúbal no panorama da arte de Talma.

 

Teatro, música, curtas-metragens, exposições, debates, espectáculos de sala e de rua, criações artísticas emergentes e de natureza pluridisciplinar, fazem da Festa do Teatro  uma festa de interacção e comunicação entre os artistas e a comunidade, incentivando o gosto pela cultura em todas as suas vertentes, para além de desenvolver a capacidade crítica e de divulgar novas práticas artísticas. 



Zita Ferreira Braga

 

Via HardMusica



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Quarta-feira, 13.07.11

 

Festival dos Oceanos

 

 

Festival dos Oceanos anima as ruas de Lisboa já a partir do dia 30 de Julho e até 13 de Agosto, com uma série de iniciativas de acesso gratuito que incluem concertos, exposições, teatro de rua, museus abertos à noite e muitas outras actividades interactivas, dirigidas a públicos de todas as idades.

 

Na sua oitava edição, esta iniciativa do Turismo de Lisboa dá um destaque especial ao Fado, no ano em que é apresentada a candidatura a Património Cultural da Humanidade.

 

A artista britânica Joss Stone dá as boas-vindas a duas semanas de animação cultural, no concerto de abertura do Festival dos Oceanos, que se realiza a 30 de Julho, na Praça do Comércio, e que conta com um dueto inédito com a aclamada cantora portuguesa Sara Tavares. A primeira parte do espectáculo está a cargo da banda nacional X-Wife e os sons do seu mais recente trabalho«Infectious Affectional».

 

O fado, convidado de honra desta festa, sobe a palco no Pátio da Galé, para quatro concertos que integram a iniciativa «O Fado convida…». Ana MouraMaria Ana BoboneAna Varela e António Zambuja, expressam a canção de Lisboa em dueto com artistas oriundos de diferentes pontos do globo, da Índia ao Brasil.

 

Este é, também, o momento certo para lisboetas e turistas conhecerem os museus da cidade fora de horas, gratuitamente, com a iniciativa «Museus à Noite» que, este ano, integra mais de duas dezenas de espaços culturais.

 

Os espectáculos de rua Waterwall e Muaré, a instalação «Universo de Luz» e a exposição da National Geographic, que marca o regresso do Festival dos Oceanos a Belém, dão a conhecer as vertentes temáticas deste evento: a Universalidade, a Sustentabilidade e o Entretenimento.

E para quem deseja conhecer os segredos do grande mar português, o antigo bacalhoeiro Santa Maria Manuela atraca na Marina do Parque das Nações, de 5 a 7 de Agosto, para partilhar com o público técnicas relacionadas com a navegação de uma grande embarcação e alguns dos resultados da expedição científica SMM/ MarPro 2011.

 

A iniciativa conta com a colaboração da Pascoal, empresa parceira do Festival dos Oceanos, que torna possível a participação deste mítico veleiro no evento, enquadrada na expedição científica SMM/MarPro 2011, que junta universidades espanholas e portuguesas com o objectivo de monitorizar o mar português pela sua importante diversidade de espécies de cetáceos, aves e outros animais e espécies marinhas.

 

Para os mais novos, a animação está garantida no Clube Pequenos Descobridores, localizado na Caravela Vera Cruz, aportada na Marina do Parque das Nações. A pensar neles, o Festival dos Oceanos apresenta, também, a sua mascote – uma curiosa gaivota, cujo nome, escolhido pelo público, será revelado em breve.

 

A Festa dos Oceanos é uma iniciativa reconhecida nacional e internacionalmente, que é já uma marca da cidade de Lisboa, atraindo uma média de 350 mil pessoas em cada edição, cumprindo, assim, o objectivo de combater a sazonalidade e aumentar o fluxo de turistas em Lisboa, durante o mês de Agosto.

 

Mais informações no site oficial do evento. 

 

Via Sapo Música

 

 



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Sexta-feira, 08.07.11
Move.AR - festival de artes de rua de Setúbal
Depois do êxito obtido na realização do 1º Concurso de Estátuas Vivas, em Setembro, e do programa de Animações de Natal no Centro Histórico de Setúbal, ambos em 2010, o Teatro do Elefante alarga a iniciativa para o Verão de 2011. O Move.AR – festival de artes de rua de Setúbal - decorre de 8 a 17 de Julho, em diversos locais da cidade, desde a Placa Central da Avenida Luísa Todi, o espaço central do evento, ao Centro Histórico e ao Parque Urbano de Albarquel. A sessão de abertura do Festival decorre no dia 8 de Julho, a partir das 17 horas na Avenida Luísa Todi, que conta com variados momentos de animação, uma amostra do que decorrerá nos diferentes locais nos 10 dias do evento.
No festival são apresentados múltiplos modos de articulação entre as diversas formas de arte, como a Body Art, o happening, aInstalação e a Performance Visual, o Teatro de Rua e, ainda asEstátuas Vivas. Deste modo promove-se a intervenção artística de qualidade em espaços acessíveis a todos os públicos, estimulando as múltiplas formas de colaboração entre as actividades artísticas, as indústrias do lazer e os agentes económicos e turísticos locais, em geral.
A programação está distribuída pelos diferentes locais, durante todo o período do evento, em três momentos do dia, a partir das 10.30horas, na Placa Central serão dinamizadas actividades para crianças, pintura facial, modelagem de balões, malabarismo, instalações, estátuas vivas, entre outras. Na Avenida Luísa Todi está situado o centro do evento, onde podem ser fornecidas informações relativas à programação, mas também visitados e adquiridos objectos de artesanato urbano. O segundo período de programação terá início às 17horas, em locais variados, nos quais decorrem workshops de ilustração e percussão, animações musicais e a dinamização de espaço para bebés, o ‘Recanto’. O terceiro momento de animação começa às22horas, em espaços comerciais localizados na avenida e no Parque Urbano de Albarquel, que recebem projectos de Teatro de Rua, instalações vídeo e música ao vivo
Move.AR dirige-se para todos os públicos e as actividades são, maioritariamente de participação gratuita. O  festival é organizado pelo Teatro do Elefante, uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura - DGArtes, e apoiado pela Câmara Municipal de Setúbal. Todas as informações podem ser cedidas pelos contactos do Teatro do Elefante, elefante@teatrodoelefante.net, 265 535 640 e 927 751 881.


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Terça-feira, 31.05.11
Mercado À moda antiga em Oliveira de Azeméis
De 10 a 12 de Junho, o Centro Histórico de Oliveira de Azeméis vai voltar ao final do século XIX e princípio do século XX, com a organização do Mercado à Moda Antiga, um dos maiores eventos na área Metropolitana do Porto, que este ano celebra a sua 15ª edição.

É um evento para recuar no tempo, partilhar experiências, dançar, cantar e conviver. O programa inclui artesãos e arruadas, jogos tradicionais, cantigas populares, comes e bebes tradicionais e um espaço para as crianças. Pretende reviver o mercado que se realizava, há 100 anos, na então "Praça dos Vales", onde se comercializavam os produtos da região. Vão ser retratados os usos e costumes desses tempos, numa partilha de saberes entre os mais novos e os mais velhos.

O cenário do Mercado é constituído, entre outros, por tendas à moda antiga, produtos agrícolas, utensílios e trajes antigos. Também a muito apreciada Feira do Pão e a actuação de grupos de danças e cantares tradicionais não poderiam faltar. Este ano há um espaço em estreia: "O campo na cidade", onde os visitantes vão ter oportunidade de contactar com o mundo rural, a agricultura biológica, os animais domésticos. Vão ainda ter lugar passeios de pónei, para gáudio das crianças.
O evento tem início no Dia de Portugal, 10 de Junho (sexta-feira), e os destaques passam pela actuação do conceituado Grupo Flor-de-Lis (22h), que venceu o Festival da Canção 2009 e representou mais tarde Portugal no Festival Eurovisão, e do Grupo "Os Chocalheiros" de Vila Verde de Ficalho (16h). O sábado vai ser abrilhantado pelo grupo de percussionistas "Bardoada" (15h30), pelo baile tradicional com os "GiraSol" (16h) e pelo "Grupo de Fados de Medicina do Porto" (22h). Para domingo está reservado um "Teatro de Rua" (15h30), com quadros alegres e pitorescos, inspirados nas raízes do povo.
Ao longo dos dias vão ainda ter lugar jogos tradicionais, em que pais, avós e netos vão poder jogar ao pião, lencinho, vara ou fito. Danças e cantares tradicionais de Oliveira de Azeméis, de que são exemplos as modas, os viras, as rusgas ou as cantigas de amigo. Ainda visitas à Casa-Museu Regional de Oliveira de Azeméis, onde se encontram arquivos de imprensa, achados arqueológicos, objectos em vidro do Centro Vidreiro, e ao Antigo Colégio de Oliveira de Azeméis, onde está patente a exposição "A República para além de Lisboa 1908-1912", da autoria de Alice Samara.
Destaque ainda para a presença de artesãos, através da recriação de profissões antigas como o artesão, o tamanqueiro, o oleiro, o chapeleiro, a vendedora e 'fritadeira' de peixe, o vidreiro, o tecelão... e a padeira do famoso Pão de Ul.
Criado em 1997, o Mercado à Moda Antiga é uma organização conjunta da secção cultural do Grupo Recreativo, Associativo e Cultural de Cidacos (GRACC) e da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Conta com a participação de cerca de 60 Associações e Instituições, 30 artesãos a trabalhar ao vivo, mais de uma centena de tendas, tabernas e exposições, e um milhar de figurantes.
Via Destinos Luso


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Domingo, 29.05.11
Imagem: Logotipo A Maior Exposição Fotográfica do Mundo

A 2ª edição d' A Maior Exposição Fotográfica do Mundo - Lisboa 2011 decorrerá entre 1 e 30 de Junho. Composta por exposições de fotógrafos nacionais e estrangeiros e prémios internacionais de fotografia, espalhando a fotografia por diversos locais da capital portuguesa: do Castelo de são Jorge ao Terreiro do Paço, do Padrão dos Descobrimentos ao Cinema São Jorge, da Rua Augusta ao Chiado, transformando Lisboa numa gigantesca galeria de arte.

Existirá, de forma totalmente gratuita, um autocarro (o ExpoBus) que durante todo o mês de Junho irá circular, das 10h às 20h, em todo o percurso da iniciativa: Belém - Cais do Sodré - Terreiro do Paço - Santa Apolónia - Rua do Comércio - Restauradores - Marquês do Pombal - Belém. Com paragens de 10 minutos, os visitantes poderão entrar e sair as vezes que quiserem em todas aquelas paragens, estando assim facilitada a visita a todos os 18 núcleos do evento.

Para mais informações visite o sítio oficial d' A Maior Exposição Fotográfica do Mundo.
Via Disto e daquilo by Ruimm


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João Lemos, um dos autores portugueses que trabalha para a Marvel
João Lemos, um dos autores portugueses que trabalha para a Marvel (DR)

O francês Jacques Loustal e o italiano Ivo Milazzo são as presenças mais marcantes no VII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, que começa amanhã à tarde na Casa da Cultura daquela cidade alentejana.

 

Durante os 15 dias de programação, que decorre até 12 de Junho, estarão abertas ao público 17 exposições e são esperados mais de 60 autores portugueses e de vários países europeus. O mercado do livro, a funcionar sobretudo nos fins-de-semana, conta com a participação de cerca de sete dezenas de editores, na sua maioria do circuito independente.

Além dos dois autores já mencionados, estarão presentes em exposições individuais Pablo Auladell (Espanha), Andrea Bruno (Itália), Liam Sharp (Reino Unido), Aleksandar Zograf (Sérvia), Fernando Relvas, Carlos Rico, Inês Freitas, João Mascarenhas, Ricardo Cabral, Rui Lacas e Bernardo Carvalho (Portugal).

Todos estes autores foram “primeiras escolhas”, disse ao PÚBLICO Paulo Monteiro, director do festival. Como em anos anteriores, o critério tem sido a escolha de “autores internacionais consagrados” (é o caso de Loustal e Milazzo), a par de “artistas de boa qualidade que praticamente ninguém conhece”, entre os quais Auladell, Zograf ou Andrea Bruno, acrescenta Paulo Monteiro.

O festival apresenta ainda quatro exposições colectivas: A Volta ao Mundo, com trabalhos dos autores de escolas alentejanas; Futuro Primitivo, com autores portugueses contemporâneos; Portugueses na Marvel, com obras de Filipe Andrade, João Lemos, Nuno Plati e Ricardo Tércio; e Venham+5, com obras realizadas a partir do trabalho desenvolvido pelo colectivo da Bedeteca de Beja.

A maioria das exposições (12) fica na Casa da Cultura. “Não cabe lá tudo. Por isso, decidimos colocar exposições em outros pontos da cidade, que é uma forma de levar os visitantes a conhecerem-na e, simultaneamente, promover a ligação do festival aos habitantes”, explica Paulo Monteiro.

Uma ambiciosa programação paralela, concentrada sobretudo nos fins-de-semana, é aposta forte da edição de 2011. Estão marcados numerosos lançamentos editoriais – Mundos em Segunda Mão (de Aleksandar Zograf), Moonface (Fernando Relvas), fanzine Venham + 5, revistas Zona Gráfica 2BDJornal 27 e Banzai, entre outros –, além de debates, sessões de autógrafos, visitas guiadas às exposições e a exibição da longa-metragem de Luc Besson A Maldição do Farao, inspirada nas aventuras da heroína de BD Adèle Blanc-Sec. O director do festival não esconde que tudo isto tem o objectivo de aumentar a afluência ao festival, que teve em 2010 mais de oito mil visitantes.

 

Via Público



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Sexta-feira, 27.05.11
Pelo oitavo ano consecutivo, a Fundação Serralves oferece gratuitamente 40 horas non-stop de inúmeras actividades para toda a família. Estão representadas as áreas da Performance, Música (Improvisada, Pop Rock, Electrónica, Experimental, Jazz, DJs), Dança Contemporânea, Acrobacia, Circo Contemporâneo, Circo de Objectos Sonoros, Teatro (Teatro de Rua, Teatro para Infância e Juventude, Teatro de Marionetas) Cinema, Vídeo, Instalação, Fotografia, Visitas Orientadas, Exposições e Workshops.

 

A Fundação de Serralves alberga a Casa de Serralves, o Parque e os jardins, e o Museu de Arte Contemporânea desenhado pelo arquitecto Siza Vieira. A fundação, que existe desde 1989, pretender ser um local privilegiado de acesso à cultura contemporânea. Nas sete edições anteriores, a festa de Serralves contou com a presença de 3.600 artistas, 495 mil visitantes, dos quais 94 mil foram estrangeiros, num total de 1.500 eventos.
Via About Portugal


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Quinta-feira, 26.05.11

 

Teatro

 

"Marcha dos Ordenanças" lembra invasões francesas em Alpedrinha

 

A 29 de Maio de 2011 realiza-se em Alpedrinha, numa iniciativa do Teatro Clube de Alpedrinha, a "Marcha das Ordenanças" uma reconstituição dramática da chacina de que foram vítimas os habitantes desta terra quando invadidos pelas tropas francesas.  

Esta evocação histórica transformada em Marcha lembra a derrota sofrida pelos franceses a 01 de Fevereiro de 1811 , qundo form violentamente atacados na Serra da Maunça.

Dizem documentos históricos que "O General francês Maximilien Foy que se dirigia de Salamanca para Santarém, para se unir às tropas do General André Masséna, ao percorrer a Estrada Real ou Nova, que ligava a Enxabarda (Fundão) a Cardigos (Mação), é atacado por oitenta ordenanças de Alpedrinha, que sob o comando do Tenente-Coronel J.Grant, apoiados pelo povo das terras da Serra da Maúnça provocaram uma enorme mortante no exército francês".

Face a isto transcrevem-se as missivas do comandante inglês que relatam os violentos combates mas nunca falam da intervenção popular. Mas a tradição oral é mais forte e nada foi esquecido.

"Sede servido referir a S. Exa. o Comandante em Chefe, que ontem uma coluna do inimigo debaixo do comando do General Foy, consistindo em 3 mil cavalos e infantes, de Ciudad Rodrigo passou pela estrada nova, para se unir a Massena. Pernoitou aos 31 em Alcaria, junto ao Fundão. No primeiro deste mês tomei posto em um outeiro junto a esta aldeia, por onde o inimigo devia passar, tendo comigo oitenta ordenanças de Alpedrinha; fez-se-lhe um em dirigido fogo por duas horas, e terminou somente com a noite: o resultado foi, dezoito mortos na estrada, grande número de feridos e dez prisioneiros; vários dos feridos acharam-se mortos esta manhã, pela extrema inclemência do tempo: também se tomaram diversos carros de trigo, e considerável número de bois. Tendo mandado partidas para picar a frente e a rectaguarda do inimigo, tenho razão para pensar que ele deve ter sofrido consideravelmente antes de deixar a estrada nova; nós só perdemos somente um homem, com poucos cavalos feridos, entre eles o meu". 
  
Esta é a Carta do Tenente-Coronel J. Grant, dirigida da Enxabarda ao Coronel D´Urban, em 2 de Fevereiro de 1811

Certo é que o general Foy (Maximilien Sébastien Foy) quando a 5 de Fevereiro se reuniu a André Masséna, chegou com 1800 homens, e ordens para retirar de Portugal.

É este episódio da História de Portugal que será recordado a 29 de Maio numa encenação do Ordenanças de Alpedrinha.

 

Via Hard Musica



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Sexta-feira, 06.05.11
O Serralves em Festa acontece no último fim-de-semana de Maio
O Serralves em Festa acontece no último fim-de-semana de Maio (Paulo Pimenta)

“O que há de novo é o programa, que apresenta uma constelação de desafios aos visitantes. Este Serralves em Festa abre a programação a momentos mais amplos, com mais linguagens e artistas”, disse esta quarta-feira o director do museu de Serralves na apresentação edição deste ano.

João Fernandes destacou o programa musical “extremamente forte”, com música para todos os gostos. 

“Para nós, não há diferença entre música popular e erudita”, garantiu, apontando como momentos altos a presença de um “projecto inovador” como os Gang Gang Dance, no encerramento, e da Flamenco Big Band, do saxofonista Perico Sambeat. 

Para a madrugada non-stop de Serralves, uma noite que, de acordo com João Fernandes, só é equiparável à noite de São João, o evento propõe a provocação das Chicks on Speed e “um momento especial” que está a ser projectado por J-Wow e Kalaf, dos Buraka Som Sistema. 

Na dança, o director do Museu de Serralves realçou o regresso da coreógrafa francesa Martine Pisani, com quatro apresentações de “As Far as the Eye Can Hear” ao longo do fim-de-semana, e a peça “Sideways Rain”, de Guilherme Botelho. 

E como o Serralves em Festa é um festival das artes, o circo não podia faltar naquele que é “um dos grandes momentos anuais” da Fundação, com a companhia francesa Akoreacro e o seu projecto Pffffff!, e a companhia Les Philébulistes e o seu “Arcane” a merecerem menção especial. 

Para o director do Museu de Serralves, esta é uma ocasião única para redescobrir os espaços da Fundação e para reinventar Serralves. 

“O Serralves em Festa é uma montra, uma amostra da actividade da Fundação”, resumiu a directora-geral, Odete Patrício, que definiu o evento como “uma mega-parceria que envolve muitos artistas e técnicos” e que promove um “volume muito grande de actividades”. 

Com a programação final sem estar fechada, Odete Patrício realçou o facto de o Serralves em Festa ser uma prenda que Serralves dá à comunidade. Este ano, a directora-geral da instituição espera que o sucesso da iniciativa - que mais uma vez arranca no aeroporto do Porto no dia 26 de Maio e na Baixa da cidade no dia seguinte - junto do público seja semelhante ao da edição anterior. 

“O evento, em termos de capacidade, atingiu um patamar muito elevado. No ano passado teve 102 mil visitantes, o que é um número confortável e difícil de sustentar. Por isso, se ficarmos por aí, ficaremos muito bem”, concluiu. 

Em sete edições, o Serralves em Festa contou com a presença de 3600 artistas, 495 mil visitantes, dos quais 94 mil foram estrangeiros, num total de 1500 eventos.

Homenagem a João Paulo Seara Cardoso 

A oitava edição do Serralves em Festa homenageia João Paulo Seara Cardoso com a apresentação de “Make Love Not War”, a última produção do fundador do Teatro das Marionetas do Porto. 

“O João Paulo foi uma das pessoas que fundou o teatro no Porto e foi um cúmplice da primeira hora do Serralves em Festa”, recordou o director do Museu de Serralves. 

João Fernandes referiu que a inclusão de “Make Love Not War”, em parceria com o FITEI-Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, na programação do Serralves em Festa é uma forma da Fundação “continuar sempre grata” ao trabalho desenvolvido pelo fundador do Teatro das Marionetas do Porto. 

João Paulo Seara Cardoso encenou todos os espectáculos apresentados pela companhia desde 1988, tendo as suas criações sido apresentadas por todo o Mundo. 

Ao longo da sua carreira, João Paulo Seara Cardoso encenou autores como Aquilino Ribeiro, Samuel Becket, Eugene Ionesco, Al Berto, Gregory Motton, William Shakespeare, António José da Silva, Lewis Carrol, A. Milne, Almada Negreiros, Heiner Muller, Marguerite Duras, Alfred Jarry e Luísa Costa Gomes.

 

Via Público



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Quinta-feira, 05.05.11

Televisão Digital Terrestre

A Televisão Digital Terrestre mais conhecida como TDT possibilita a um grande número de empresas de telecomunicações e de lojas de eletrodomésticos angariar um maior número de receitas. Por vezes estas mesmas receitas são obtidas de forma não clara e com claro ênfase para uma politica menos transparente para idosos e pessoas mal informadas. Este texto permite identificar as escolhas mais acertadas. Antes disso, para saberes como o TDT começou e o que é necessário recomendo a leitura do artigo de TDT no site do Tomé Mendes.

 

TV digital com 4 canais

Existem duas formas de obter a TV Digital com 4 canais. A primeira comprando um descodificador. Os mesmos estão disponíveis por valores inferiores a 100EUR uma vez ou em alternativa 10.49EUR todos os meses. As duas opções que recomendo são:

  • Equipamentos ligados à antena atual existente em casa: Shop+ T2000 HD com valor médio de 49EUR a 999EUR e consumo em stand-by de 0.5w ou Sigmatek DVBR-520 HD por 70EUR e consumo em stand-by de 0.6w. Estes dois aparelhos podem ser adquiridos em lojas de informática por todo o país. Este é um valor investido uma única vez. Para aliar a este serviço telefone, consulte o post sobre o Vodafone Casa – a solução mais barata de telefone fixo em Portugal.
  • Oferta ZON TVCabo apenas para Lisboa e Porto: 4 canais nacionais sem box com cabo coaxial diretamente ligado à TV e apenas para uma tomada (exceto se já houver instalação anterior, caso contrário é cobrado 25EUR por tomada adicional) com telefone ilimitado rede fixa e 50 destinos internacionais à noite e fim de semana todo o dia por 10.49EUR. Cobram 25.60EUR de instalação inicial.

 

TV digital com mais canais

No caso de ser uma casa que tenha cobertura GPON do Grupo PT torna-se vantajoso a nível tecnológico usar o MEO.  O produto mais barato sem box’s são de 24.99EUR com 70 canais ou 32.19 com 80 canais e telefone ilimitado nacional e internacional para 50 destinos apenas à noite todos os dias. Na Clix também existe o pacote de 90 canais com chamadas ilimitadas para a rede fixa nacional por 31.99EUR.

No caso de não existir cobertura, a opção deve ser o pacote da ZON TVCabo denominado de TALK+HD com 102 canais e chamadas ilimitadas (no site não foi possível verificar condições internacionais) por 32.19EUR.

 

Estas foram as melhores opções. Continuamos nós, o grupo de pessoas mais atentas, sem saber como é que a Cabovisão continua distanciada destas necessidades e a Clix continua com preços acima da média. A decisão é fácil: mudar com o vento ou ser levada com o vento.

 

Rui

 

Via Rui Cruz



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Segunda-feira, 02.05.11



Este evento pretende ser uma viagem à Idade Média, mais propriamente a 1285, época em que foi outorgado por D. Dinis o Foral à Vila de Almodôvar. A VII edição do certame proporcionará aos seus visitantes o contacto com personagens e a vivência de situações típicas da época, trazendo até ao presente cores, gostos, sons e danças do passado. Contadores de histórias, desvendadores de magias, encantadores de serpentes, arqueiros, cavaleiros, almocreves e mesteirais vão invadir o centro histórico da vila de Almodôvar, onde a acção será constante.
No dia 29 de abril, sexta-feira, pelas 16.00 horas, terá lugar a abertura oficial do Mercado Medieval, e pelas 18:00 horas, será efectuada a leitura do Edital e do Foral que El Rei D. Dinis manda outorgar a Almodôvar. A partir daí, os comes e bebes nas tabernas do mercado, o Arraial dos Trovadores, com os seus festejos e danças à desgarrada, ou as danças Moçárabes e a arte do Encantador de Serpentes, completam o ambiente medieval. Por volta das 23:00 horas, inúmeros castelhanos irrompem pela praça, travando-se uma pequena batalha, em que a Milícia da Vila põe os invasores em debandada. Entretanto, os festejos populares e cantares à desgarrada prosseguem, até que o Alcaide mande que se mande debandar o povo e que a festa termine.
No sábado, dia 30, e no domingo dia 1, o Mercado abrirá portas pelo meio dia e prosseguirá até por volta da meia noite, sempre com a apresentação de muita animação medieval, designadamente um Cortejo de El-Rei D. Diniz que sai a receber Dona Isabel de Aragão (15.00 horas de sábado), ou o cortejo Régio pelas ruas do Burgo com acompanhamento do clero, nobreza, dos mestres de ofício e dos servos da gleba.


Via About Portugal



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Sexta-feira, 29.04.11



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Sábado, 16.04.11

Primeiro Festival de Pão-de-Ló de Felgueiras foi mais uma ponte entre Norte de Portugal e Galiza from A Voz Local TV on Vimeo.

 
O imponente Mosteiro de Pombeiro acolhe esta iniciativa da Câmara Municipal de Felgueiras que visa promover a doçaria tradicional, nomeadamente o pão-de-ló ,aproveitando para dinamizar a actividade do sector, tendo em conta as várias receitas tradicionais a nível local, nacional e internacional, sendo complementado com outras actividades de carácter recreativo, cultural e comercial. estará também em evidência a doçaria tradicional do Vale do Sousa, a doçaria tradicional da Galiza, produtores de amêndoas, chocolates, vinho e licores. O destaque óbvio vai para o Pão-de-Ló de Margaride, com quase 300 anos de existência. É cozido em forno de lenha em formas de barro não vidrado. Estas formas constam de três tigelas, duas iguais e uma mais pequena, sendo esta colocada invertida no centro de uma das outras tigelas formando um cano. Depois de forrada com papel grosso, em quadrados sobrepostos, a massa é aí deitada, os bicos do papel virados para dentro e depois tapada com a outra tigela.
 
Aproveite também para conhecer a Rota do Românico do Vale do Sousa com programas especiais dedicados ao evento.
 
Via About Portugal


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Sábado, 09.04.11
Lisboa Sem espinhas no Pátio da Galé
 
Quatros dos maiores chefs portugueses revelam ao SOL alguns dos pratos que vão apresentar no Peixe em Lisboa: das conservas ao sushi

O Peixe em Lisboa começou ontem no recém-inaugurado Pátio da Galé - casa aonde volta passadas duas edições em que se realizou no Pavilhão de Portugal. Até 17 de Abril, o evento apresenta o que de melhor se come sem espinhas.

 

Conta com a participação de 13 restaurantes e 23 chefs, entre os quais o espanhol Sergi Arola, um nome de referência com duas estrelas Michelin.

 

O Peixe em Lisboa traz também três jovens de origem portuguesa a trabalhar na alta cozinha em Londres, Nova Iorque e França - Nuno Mendes, George Mendes e Serge Vieira.

 

O mais famoso guia gastronómico do mundo terá, aliás, um lugar de destaque, com a presença do director do Guia Michelin - Portugal & Espanha, Fernando Rubiato. Portugal possui 12 estrelas Michelin, repartidas por 11 restaurantes.

 

Outra das novidades é a nacionalidade do homenageado do Peixe em Lisboa - que pela primeira vez é um estrangeiro, o brasileiro José António Dias Lopes, que sempre trabalhou para divulgar a gastronomia portuguesa.

 

Inspiração em conserva


Sardinha de Matosinhos em conserva caseira, com os sabores de Verão do gaspacho

O chef Vítor Matos, do restaurante Casa da Calçada, em Amarante, criou este prato como uma homenagem às primeiras conservas de sardinha de Matosinhos, ligadas à tradição da pesca, ao povo e aos sacrifícios da vida do pescador. «É uma receita mais emocional e com técnicas modernas, sempre com o intuito de preservar a melhor qualidade da sardinha e a frescura do mar», refere.

 

À conserva da sardinha juntou-lhe um gaspacho texturado, mas em vez do pão adicionou um «granulado de broa de milho com azeite e alho». Apesar de o objectivo das conservas ser o de poder comer peixe fora da sua época, Matos quis um prato mais ligado aos «sabores frescos de Verão» que vão sempre bem com um copo de vinho verde.

 

O peixe é uma fonte importante de nutrientes «principalmente para as crianças», acredita.

 

A marinar em ácido


Veja, limão, cebola, tangerina, azeite, coentros, flor de sal e uma torrada

 

O ceviche é um prato peruano em que o peixe cru é cozinhado no ácido do limão e da cebola e no picante da malagueta. Para esta criação, o chef Luís Baena, do restaurante Manifesto, em Lisboa, escolheu também ovas de sardinha em conserva.

 

O veja foi o peixe eleito para a receita, por não ser muito conhecido. Curiosa é também a escolha de citrinos para a marinada de «três e quatro horas», com limão galego e tangerina.

 

Baena diz que os portugueses são dos maiores apreciadores desta «transformação química» em que o peixe se cozinha quase sozinho com os outros ingredientes. «Assim que começa o calor», é dos pratos mais procurados.

 

Para o chef, a cozinha peruana e a portuguesa têm características em comum: «Nunca vi arroz e batata servidos no mesmo prato, só cá e lá».

 

Com chá a acompanhar


Robalo, camarão, sapateira, caldo de peixe e marisco, pasta de caril, molho de peixe, leite de coco, ervas aromáticas frescas, lima, malagueta e massa de arroz

 

Laksa lemak - o nome é malaio, mas o peixe é português - é dos bestsellers do restaurante Umai, em Lisboa. E para esta sopa de massa, peixe e marisco não há melhor acompanhamento do que uma chávena de chá de jasmim frio.

 

O robalo foi escolhido por estar na sua época. «É mais gordo e saboroso e a consistência da carne é óptima para cozer», explica o chef Paulo Morais. O peixe, o camarão e a sapateira vêm todos da costa nacional. A zona em que as correntes quentes do Mediterrâneo e as correntes frias do Oceano Atlântico se juntam traz uma qualidade «excepcional» ao peixe. Esse facto mais o «belo peixe dos Açores e da Madeira, fazem com que haja matéria-prima de primeira qualidade para fazer sushi e sashimi».

 

O chef considera que o sushi começou por ser uma comida elitista - «só as pessoas mais viajadas conheciam e podiam pagar os preços praticados pelos primeiros restaurantes japoneses em Portugal» - mas passou a uma espécie de «moda underground».

 

Colorido mais apetecível


Bacalhau, grão, salsa, tomate, pimentos e tostas

A assinatura é de Luís Américo, do restaurante Mesa, no Porto. A base é simples: salada de bacalhau com grão. Sabores familiares que o chef transforma para criar um prato «visualmente interessante com muita cor e um visual actual».

 

Marina-se o bacalhau no azeite e vai-se dispondo o grão, o tomate, os pimentos e as pequenas tostas de forma harmoniosa no prato: «É importante o aspecto colorido pois torna-se mais apetecível».

 

Melhor ainda é comê-lo; o chef garante que quando se prova «é de um conforto extraordinário, remete-nos para o bacalhau com grão de toda a vida». Embora não faça parte da carta actual, este é um prato que o Mesa serve em ocasiões especiais, acompanhado por vinho branco do Douro.

 

Para Luís Américo, Portugal é um país de peixe e a riqueza da costa é também a riqueza da gastronomia.

 

Via Sol



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Terça-feira, 05.04.11

Sexo, traição e mentiras na Comuna

 

História de mentiras e traições – que começou por ser uma peça de teatro premiada antes de ser levada ao cinema em 2004 (com Julia Roberts e Natalie Portman nas protagonistas) – ‘Closer’ chega sexta-feira, às 21h30, à Comuna, numa encenação de Fraga, que viu “mais do que sexo” no texto de Patrick Marber (n 1964).

 

Desafiado pela Tenda Produções a dirigir o espectáculo - que conta com interpretações de Ângela Pinto, Margarida Cardeal, Gonçalo Ferreira e Hélder Gamboa - o encenador diz ter-se deparado com uma realidade ‘intraduzível' - a inglesa - e com um processo de trabalho que exigiu atenção ao pormenor.

 

O resultado é um espectáculo que assenta sobretudo no trabalho do actor, mas que está para além do filme de Mike Nichols.

 

"Teatro e cinema são linguagens distintas - não há comparação possível", sublinha Fraga, acrescentando que, para além dos conflitos inerentes às relações amorosas - transversais a todas as culturas - um dos temas da peça é estratificação social, tão tipicamente inglesa.

 

Via CM



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Domingo, 20.03.11

Projecto de ilustração quer ajudar vítimas do tsunami

 

Chama-se projecto Tsunami. O mesmo nome do fenómeno que após um violento sismo deixou o Japão devastado, com milhares de mortos e perante o risco de um desastre nuclear. Trata-se de uma iniciativa lançada por um grupo de artistas que pediu a ilustradores que representassem a sua visão do sismo. O objectivo é que esses trabalhos sejam leiloados e o dinheiro reverta para as vítimas da catástrofe.

 

A ideia partiu de um movimento que já se fazia sentir pelas redes sociais e acabou por ser solidificado por Jean-David Morvan, Sylvain Runberg, Aurélie Neyret, Kness & Made e a comunidade CFSL.net.

Com esta iniciativa, estes e outros ilustradores pretendem reunir ajuda de “forma efectiva para as vítimas da catástrofe”, através de leilões das peças originais, cujo valor da venda será entregue à organização Give2Asia, e da realização de um trabalho colectivo cujos benefícios revertam para o mesmo organismo, que depois os irá aplicar no Japão.

Desde o lançamento do projecto, chegaram várias ilustrações ao site Tsunami, imagens para o Japão, no qual se pode ver uma selecção dos trabalhos enviados.

O círculo vermelho que representa o Sol na bandeira do Japão existe em grande parte das ilustrações. Geishas que choram lágrimas de sangue, representações de locais devastados pelo sismo e tsunami, crianças perdidas em cenários dantescos, super-heróis “derrotados” pela natureza, e um outro momento de humor acanhado. Há um pouco de tudo na criatividade dos artistas que já participaram.

 

Via Público



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Domingo, 13.03.11

 

 Guimarães estreia festival internacional de dança

 

E, de repente, Guimarães tem um festival de dança, com direito a co-produções internacionais, orçamento reforçado, nomes célebres, apostas inusitadas e um programa paralelo para não deixar que tudo caia na efemeridade da festa.

 

Desde ontem e até dia 19, o tempo é de dança no Centro Cultural Vila Flor (CCVF). Convidados especiais desta primeira edição do GUIdance: Australian Dance Theatre (ontem, com Be Your Self, na foto), Anne Teresa De Keersmaeker (o histórico Rosas danst Rosas), Sidi Larbi Cherkaoui com Damien Jalet (Babel, a 19, a fechar o festival, e dias 25 e 26 no Centro Cultural de Belém, em Lisboa), Olga Roriz em dose dupla (dia 17, com os extraordinários Electra e Sagração da Primavera), Amélia Bentes e Leonor Keil (Mapacorpo, amanhã), Teresa Prima (entre todas as coisas, 16 e 17) e as gémeas Andresa e Lígia Soares (Era Uma Coisa Mesmo Muito Abstracta e Ar ao Vento, respectivamente, dia 18). 

Segundo José Bastos, director artístico do CCVF, o festival é "o cruzamento de um conjunto de circunstâncias que reforçam a oferta de dança contemporânea numa região que não tem assim tantos espaços para uma programação diversificada". Com Guimarães 2012 à porta, o Vila Flor instaura, assim, um outro projecto-âncora, à semelhança dos festivais de teatro (Gil Vicente, em Maio) e de jazz (Guimarães Jazz, Novembro). Objectivo principal: "Prolongar a coerência programática que se tem vindo a oferecer", concentrando, no espaço e no tempo, um conjunto de propostas que evidenciam "o acto de programação como acto de mediação na relação entre o espectador e os objectos artísticos".

"Um festival permite arriscar, em termos orçamentais e de propostas", diz José Bastos, salientando que espectáculos avulsos ao longo do ano "poderiam não ter exposição adequada".

Feito em tempo-recorde - foi apenas anunciado em Janeiro - o GUIdance resulta de um "ponto de encontro [entre] agendas, disponibilidades, orçamento e interesses". Com um orçamento de 150 mil euros, um terço vindo da Capital Europeia da Cultura (CEC) e os outros dois do orçamento do CCVF, o festival mais do que duplica o investimento de 60 a 70 mil euros que, ao longo do ano, o CCVF faz em dança contemporânea. "Isto não significa um desinvestimento [no resto da programação]", garante José Bastos. E garante, até, um reforço de verbas para a edição do próximo ano, integrada no programa geral da CEC. 

De Keersmaeker, por exemplo, surge não apenas "porque é uma peça importante", mas também como "rampa de lançamento" para a sua presença na cidade em 2012": fará uma residência e apresentará um espectáculo integrado na CEC, que o Vila Flor também vai co-produzir.

A peça que abriu o festival, Be Your Self, sobre o individualismo, é assinada por Garry Stewart e co-produzida pelo CCVF. Tematicamente, contrasta com a peça que fecha, Babel, sobre o multiculturalismo e noções de colectivo na sociedade. É também assim que o GUIdance se quer pensar: como lugar de encontro.

 

Via público



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Quinta-feira, 03.03.11

Margarida Vilanova é a protagonista de vida de artista

 

O novo espaço cultural do Bairro Alto entra em cena com um espectáculo que parte do texto de Luísa Costa Gomes para apresentar uma peça dentro de outra peça, onde se reflecte sobre o teatro em si. A partir de 3 de Março, no Teatro do Bairro, em Lisboa.

 

"Vida de Artista" retrata o processo criativo de uma peça de teatro, exaltando os pontos de encontro e desencontro entre viver e representar a vida. João Raimundo (Adriano Luz), Joana Raimundo (Manuela Couto) e Diana Mascarenhas (Margarida Vila-Nova) vivem do mundo da representação. Têm um passado em comum e, um dia, as suas vidas reencontram-se após o convite do encenador Herculano para interpretarem um texto do século XVI: a primeira pastoral escrita por uma mulher, a actriz e dramaturga paduana Isabella Andreini (1562-1604), da companhia de commedia dell´arte I Gelosi. É então que começa o processo de criação...

 

PÚBLICO

213473358
Lisboa, Teatro do Bairro - Rua Luz Soriano, 63 (frente ao Conservatório de Lisboa)
De 03-03-2011 a 26-03-2011
Quarta a sábado às 21h00
€12,5 (c/ descontos).
M/16.
Adriano Luz, Manuela Couto, Margarida Vila-Nova
Luísa Costa Gomes (texto)
João Mendes Ribeiro
António Pires
Ar de Filmes

 

Via Guia do Lazer



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Sexta-feira, 25.02.11
Monstra em Lisboa
 
O festival de animação da capital foi apresentado hoje em conferência de imprensa no cinema São Jorge

A Holanda é o país convidado da 10.ª edição da Monstra, Festival de Animação de Lisboa, que decorre entre os dias 21 e 27 de Março em duas salas de cinema e em seis espaços diferentes da capital.

A animação dos Países Baixos vai ser passada em revista, com destaque para as exibições de The Monk and the Fish (O Monge e o Peixe) de Michaël Dudok de Wit, que foi nomeado para os Óscares nos anos 90. De Wit terá uma retrospectiva, tal como outros nomes sonantes da produção neerlandesa, como Gerrit van Dijk ou Paul Driessen.

Da Holanda para o Japão, outro país em destaque na edição deste ano, os Estúdios Ghibli vão ter também uma retrospectiva em homenagem aos seus 25 anos de existência. Destes estúdios saíram filmes como A Princesa Mononoke e O Meu Vizinho Totoro, do consagrado Hayao Miyazaki. A jovem animação japonesa também está incluída em algumas sessões.

A programação infantil e familiar também estará a concurso na tradicional rubrica Monstrinha.

Como é hábito, o festival desdobra-se em espaços e iniciativas, muitas extra-tela. A formação continua a ser tónica do programa, com workshops em animação e em argumento, além de novidades em diversas masterclasses. Neste caso, é curiosa a que se anuncia a propósito de arqueologia da animação, pelo francês de origem grega Georges Sifianos.

Algumas técnicas inovadoras de animação vão ser demonstradas nestes encontros do público (mediante inscrição) com autores. É o caso do pinscreen, a animação em alfinetes, que será apresentada por Jacques Drouin a 24 de Março na Gulbenkian. Ou a técnica de processing, através de um software próprio, apresentada por Rui Madeira antes da abertura do festival, a 19 e 20 de Março na Escola Secundária D. Dinis.

As exposições integram, naturalmente, a programação. De destacar a que reúne, num só espaço (o Museu da Marioneta), as marionetas e os cenários originais de Dodu, do português José Miguel Ribeiro - famoso pelo Cartoon d Or que recebeu pelo filme A Suspeita - e de Toile de Front, de Marc Mènager e Mino Malan, uma história que nos transporta à I Guerra Mundial, quando um grupo de soldados recolhe algum material de guerra das trincheiras para construir instrumentos musicais e formar, assim, uma orquestra.

Haverá ainda os já tradicionais concertos e algumas originalidades experimentais. O espectáculo A Fábrica, por exemplo, cruza a dança com a animação, e será resultado de um workshop promovido, a 12 e 13 de Março no Teatro Meridional, pela coreógrafa angolana Marina Frangioia e por Fernando Galrito, o director artístico da Monstra, a apresentar no cinema São Jorge no dia 21.

Completam os locais do festival o Cinema City Classic Alvalade, o Museu Nacional de Etnologia e a Fnac, e a programação estará disponível no site www.monstrafestival.com.

 

Via Sol



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Quinta-feira, 17.02.11

D Orfeu, Outonalidades

 

Até 28 Fevereiro está a decorrer o período de inscrições para os grupos, de todos os géneros musicais, que queiram integrar a bolsa de espectáculos do 15º OuTonalidades, circuito de música ao vivo em Portugal e na Galiza, no próximo Outono, organizado pela d'Orfeu Associação Cultural.

 

A inscrição é feita através da web http://www.dorfeu.pt/outonalidades , sendo possível um usuário inscrever um ou vários grupos.

 

Para mais informações, contactar outonalidades@dorfeu.pt ou utilizar o formulário de esclarecimentos existente na plataforma online.

 

Clipping OuTonalidades

 

http://dorfeuclipping.blogspot.com/search/label/OuTonalidades

 



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Festival de Jazz de Portalegre

 

O programa da 9ª edição do Festival Internacional de Jazz de Portalegre (Portalegre JazzFest), irá mais uma vez privilegiar o jazz tocado em Portugal, na Europa e Estados Unidos, continuando deste modo uma tradição do Festival, desde a sua génese em 2003. A 9ª edição abrirá com um projecto nacional bem conhecido do público, e a apresentação do novo disco do Trio de Bernardo Sassetti, “Motion”. Em relação a “visitas” internacionais, o Grande Auditório do CAEP irá receber os muito aclamados Mostly Other People do the Killing e o lirismo do jazz de câmara pelo Daniel Levin Quartet, ambos projectos vindos dos Estados Unidos. Para terminar em beleza o JazzFest, teremos a visita do quarteto do genial saxofonista Sueco, Jonas Kullhammar. São muitas razões para não perder pitada da edição deste ano do JazzFest.

 

No espaço do café-concerto (afterhours), a exemplo da edição de 2010, será dada primazia aos projectos nacionais de vanguarda, mostrando desta forma ao exigente público que nos visita as linguagens mais contemporâneas do jazz com sabor nacional, mas também um projecto estrangeiro, o do trio alemão, residente em Nova Iorque, HNH, liderado pelo baterista Joe Hertenstein.

 

Para esta edição do JazzFest, apresenta-se como novidade a parceria entre o CAEP e a editora Clean Feed, no intuito de promover, divulgar e conquistar novos públicos. É o jazz como forma livre de expressão musical.


Como tal, na compra de uma entrada para qualquer um dos concertos em auditório, o espectador poderá escolher 1 CD de entre um variado leque de edições da Clean Feed, de forma totalmente gratuita. Por sua vez, na compra de um livre-trânsito para acesso a todo o festival, poderão ser escolhidos 4 CD’s de edições da Clean Feed, também totalmente gratuitos.

 

Para alem desta novidade, irão manter-se as tradicionais Feiras do Disco (responsabilidade da Clean Feed/Trem Azul) e a Mostra de produtos regionais alentejanos, no Foyer do CAEP.

Joaquim Ribeiro (Direcção Artística)

 

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