Terça-feira, 17.04.12

Jenna Talackova

A canadiana Jenna Talackova chegou às finais do concurso Miss Universo no mês passado, antes de ser desclassificada por não ter nascido com o sexo feminino. A beldade loira e alta revelou à imprensa que se considerava mulher desde os quatro anos de idade, iniciou um tratamento hormonal aos 14 anos e fez uma cirurgia de redesignação sexual aos 19. A sua desclassificação do concurso levanta a questão do que realmente significa ser uma "Miss".

 

Uma questão de significado mais amplo foi levantada pelo caso de uma criança de Los Angeles, de oito anos de idade, que tem uma anatomia feminina, mas que se veste como um rapaz e quer ser considerada como tal. A sua mãe tentou, em vão, matriculá-la numa escola particular como rapaz. Será realmente fundamental que cada ser humano seja rotulado como "masculino" ou "feminino" de acordo com seu sexo biológico?

As pessoas que atravessam as fronteiras do género sofrem uma discriminação evidente. No ano passado, o Centro Nacional para a Igualdade Transexual e o Movimento Nacional de Gays e Lésbicas publicaram um estudo que sugeria que a taxa de desemprego entre as pessoas transexuais é duas vezes superior à das outras pessoas. Além disso, 90% dos entrevistados que estavam no activo relataram ter passado por alguma forma de maus tratos no trabalho, como assédio, ridicularização, partilha inadequada de informações a seu respeito por parte de supervisores ou colegas de trabalho, ou problemas com o acesso às casas de banho.

Além disso, os transexuais podem estar sujeitos a violência física e abuso sexual como resultado da sua identidade sexual. De acordo com o projecto Trans Murder Monitoring, pelo menos 11 pessoas foram assassinadas nos Estados Unidos no ano passado por esta razão.

As crianças que não se identificam com o sexo com que nasceram estão numa posição especialmente embaraçosa e os seus pais enfrentam uma escolha difícil. Ainda não temos meios para transformar meninas em meninos biologicamente normais, ou vice-versa. E mesmo que o pudéssemos fazer, os especialistas advertem que a transformação para o sexo com o qual se identificam envolve passos irreversíveis.

Muitas crianças manifestam um comportamento transversal de género ou expressam vontade de ser do sexo oposto, mas quando lhes é dada a opção de mudar de sexo, apenas uma pequena minoria se submete ao processo completo. O uso de agentes bloqueadores das hormonas para retardar a puberdade parece ser uma opção razoável, já que oferece mais tempo tanto aos pais com às crianças para se decidirem sobre esta mudança de vida.

Mas o principal problema continua as ser o facto de as pessoas que não estão seguras relativamente ao género com o qual se identificam, de as que alternam entre géneros, ou de as que têm órgãos sexuais femininos e masculinos não se encaixarem no padrão da dicotomia masculino/feminino.

No ano passado, o governo australiano abordou este problema, fornecendo passaportes onde estavam incluídas três categorias: masculino, feminino e indeterminado. O novo sistema também permite que as pessoas escolham a sua identidade de género, que não precisa de coincidir com o sexo com o qual nasceram. Esta ruptura relativamente à categorização rígida habitual é um sinal de respeito por todos os indivíduos e se esta atitude for amplamente adoptada por outros países, vai poupar a muitas pessoas o transtorno de explicar aos funcionários da imigração a discrepância existente entre a sua aparência e o sexo registado no seu passaporte.

No entanto, podemos questionar-nos se será realmente necessário perguntar às pessoas, tantas vezes quanto o fazemos, a que género pertencem. Na Internet, interagimos frequentemente com pessoas sem saber a que género pertencem. Algumas pessoas consideram extremamente importante controlar as informações pessoais que são tornadas públicas, então por que razão obrigá-las, em tantas situações, a dizer se pertencem ao sexo masculino ou feminino?

Será que a vontade de saber essa informação é uma remanescência de uma época em que as mulheres estavam excluídas de uma ampla gama de papéis e posições, sendo-lhes assim negados os privilégios inerentes? É provável que o facto de se eliminarem as situações em que esta pergunta é feita sem uma boa razão, não só facilitaria a vida àqueles que não podem ser encaixados em categorias definidas, mas também ajudaria a reduzir a desigualdade relativamente às mulheres. A situação também poderia evitar injustiças que às vezes surgem em relação aos homens, por exemplo, na atribuição da licença parental.Mais ainda, podemos imaginar até que ponto os obstáculos ao casamento de gays e lésbicas desapareceriam se os Estados, onde as relações homossexuais são lícitas, não exigissem que os cônjuges declarassem a que sexo pertencem. O mesmo se aplica à adopção. (Na verdade, existem algumas provas de que ter duas lésbicas como progenitores confere a uma criança um começo de vida melhor do que qualquer outra combinação.)

Alguns pais já manifestam resistência à tradicional pergunta "menino ou menina" não revelando o sexo da criança após o nascimento. Um casal da Suécia explicou que queria evitar que o seu filho fosse forçado a "um molde de género específico", afirmando que é cruel "trazer uma criança ao mundo com um selo azul ou rosa na testa". Um casal canadiano levantou a questão do motivo de "toda a gente ter de saber o que está entre as pernas do bebé".

Jane McCreedie, autora de Making Girls and Boys: Inside the Science of Sex [Fazer Meninas e Meninos: Na Ciência do Sexo, ndt.], critica estes casais por irem longe demais. No mundo tal como é hoje, ela tem razão, uma vez que não revelar o sexo da criança apenas servirá para atrair mais atenção para essa questão. Mas se esse comportamento se tornasse mais comum – ou mesmo se de alguma forma se tornasse universalmente aceite – haveria algo de errado nisso?

 

Via Público



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Segunda-feira, 16.04.12

Nem sempre revelar o segredo é a melhor opção / Zurijeta/Shutterstock

Segundo especialista, antes de revelar o segredo para o parceiro é melhor pensar duas vezes

 

Contar a verdade sobre uma traição nem sempre é o melhor caminho para ser seguido. De acordo com a especialista Shoshana Bennet, em um artigo publicado no site "Your Tango", antes de revelar o segredo para o parceiro é melhor pensar antes.

Segundo Bennet, as pessoas acabam contando sobre o affair muitas vezes por motivos egoístas. É uma forma de tentar aliviar a própria culpa e o arrependimento por ter falado não é necessariamente por questões emocionais, e sim porque a infidelidade ocasionou coisas ainda piores.

A outra pessoa pode até agradecer pela honestidade e dizer que está tudo bem, mas dificilmente será capaz de seguir em frente e perdoar.

Se você quer correr o risco, abre o jogo e compartilhe tudo. Como qualquer outra situação na vida, é impossível saber de antemão o que vai acontecer após a revelação.

A traição até pode ser boa para o casal, desde que a outra parte não saiba o que aconteceu. Se você quer mesmo investir 100% em seu relacionamento, esqueça o ocorrido e se dedique de verdade no casamento ou namoro. 

A ideia é usar o que você aprendeu sobre suas necessidades e desejos e trazê-los de volta para o seu relacionamento. Mas se prefere não se desgastar, o melhor mesmo é a separação.

 

Via Band



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Domingo, 15.04.12

omo descobrir se ele ou ela é homossexual?

Especialista e gays dão dicas para identificar se o parceiro/a gosta de uma pessoa do mesmo sexo

 

O namoro não anda lá essas coisas e o parceiro (a) parece não demonstrar mais o mesmo interesse no sexo... Isso pode ser um sinal de que ele (a) esteja em dúvida sobre a própria opção sexual – seja por uma aventura bissexual ou até mesmo de repetir uma experiência homossexual do passado.

Mas será que existe alguma forma de perceber se ele ou ela é gay? De acordo com a psicóloga e especialista em sexualidade humana Carla Cecarello, os sinais nem sempre são claros. "Às vezes são meses de relacionamento para que se perceba ou para que a pessoa conte que ela é homossexual", explica.

Carla afirma que o beijo de um homossexual que se relaciona com um heterossexual não tem o mesmo calor e a mesma “ardência”'. A especialista diz que os beijos costumam ser "chochos" apenas para constar que ainda “gosta da pessoa”, que faz parte do "padrão da sociedade".

A psicóloga ainda conta que o casal – um heterossexual e outro que está “indeciso” ou é homossexual – passa muito mais a se comportar como bons amigos ou irmãos. "Normalmente, eles se dão muito bem fora da cama, são ótimos companheiros, porém, sem aquela história de pegar na mão, andar abraçadinhos, entre outros quesitos de um casal apaixonado e com a mesma química." Carla ainda ressalta que nessa situação, geralmente, o sexo é ruim e precário, por isso a relação fora da cama acaba sendo mais aprimorada.

Você desconfia...

Para uma pessoa heterossexual, existe uma demora grande em acreditar que o parceiro seja gay. "Ela fica pensando na probabilidade de uma pessoa homossexual estar dividindo a cama com ela e como explicar para a família e amigos”, afirma a psicóloga. Além disso, segundo Carla, o “hétero” pensa em como enfrentar a decepção de não ter percebido antes e ter feito a escolha errada. Por conta disso, muitos casais demoram anos para se separar definitivamente.

Será que ele é?

Carla conta que o homossexual dificilmente está disponível para o sexo. A especialista diz ainda que há sempre uma desculpa, um desinteresse excessivo e constante.

Ainda de acordo com Carla, no caso dos homens, eles acabam com dificuldade até de ficar excitado. "As ereções geralmente ocorrem nesse caso quando eles acabam fantasiando sexualmente durante a transa com outro homem", revela.

Além disso, a especialista afirma que propostas para práticas diferentes no sexo não existem.

Dicas dos gays

Segundo a relações públicas Daniela Sanches (nome fictício), de 31 anos, a tática infalível para descobrir se uma mulher é gay é jogar o charme. Se ela entra no clima, pronto. "Se você jogar um olhar fulminante, um bom papo e a pessoa retribuir, começou o jogo", conta.

De acordo com Daniela, uma 'hétero', por mais educada que seja, irá arranjar uma forma de cortar “o clima” ali mesmo. "Se ela for curiosa ou lésbica 'enrustida', certamente vai prolongar o papo. Ela vai te dar a entrada, vai se sentir lisonjeada (mesmo que não haja química com você).”

Daniela ainda conta que no meio gay um reconhece o outro. "Quase sempre o ‘radar’ funciona. Eu bato o olho e sei o que a pessoa é. Também pelo modo de olhar, se expressar e algumas vezes pelo estilo. Você percebe na reação dela. Se ela sorrir então, bingo!".

Questionada se a pessoa já nasce gay, Daniela afirma que apenas com o passar do tempo foi formando sua identidade, vivendo experiências e constituindo a personalidade.

"Alguns se 'descobrem' cedo porque se permitem viver experiências, se conhecer melhor e tem uma estrutura familiar adequada”, conta Daniela. “Outros demoram muito mais porque estão mais fechados e não se conhecem o suficiente. Tem medo de enfrentar os olhares de reprovação, por isso o apoio da família nestas horas é importante e determinante", finaliza.

A fotógrafa Thamy Teixeira (nome fictício), de 22 anos, diz que as chances das mulheres sentirem vontade de ficarem umas com as outras é enorme, pois, segundo ela, o público feminino é parecido e as mulheres estão geralmente envolvidas emocionalmente. "Esses fatores aumentam a oportunidade de termos intimidade, traição e sentimentos românticos."

Thamy diz que todos nascem bissexuais. "A sociedade direciona uma opção sexual para o lado heterossexual e retrai a pessoa quase a vida dela inteira, alienando ser heterossexual, pois homossexualidade não esta escrito da bíblia de uma maneira positiva. Muitas pessoas não aguentam essa pressão."

Truques para descobrir se ela é homossexual*:

1 – Mulher que se diz cabeça aberta e que não tem preconceito algum

2 – Mulher que usa com frequência anel no dedão

3 – Mulher que gosta de andar frequentemente com as mãos do bolso, principalmente usando calça jeans

4 –
 Pergunte para uma mulher que se diz hétero se ela não teria problema em beijar algumas mulheres famosas. Se ela responder, é porque tem desejos


5 – Mulheres que sempre falam ter nojo de outras mulheres abertamente –elas podem ter um desejo oculto dentro

Truques para descobrir se ele é homossexual*:


1 – Homem que tem amigo e frequenta balada GLS

2 – Homem que entende de signo

3 – Homem que tem mania de gostar muito do próprio corpo e dizer que é gostoso, sarado, entre outros elogios

4 – Quando o homem é muito homofóbico, também é um sinal

5 – Se usa cueca Calvin Klein é um indício. Gays adoram marcas

6 – Gosto musical um pouco diferente

7 – O modo que ele trata homens e mulheres na frente dos outros

8 –
 Homem que mexe muito no cabelo

* informações sugeridas por mulheres homossexuais

 

Via Band



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Homofóbicos escondem atração por pessoas do mesmo sexo

 

As pessoas que têm mais reações contra os homossexuais são aquelas que apresentam maior atração por pessoas do mesmo sexo e que cresceram em ambientes familiares que reprimiram esses mesmos sentimentos, lê-se nas conclusões de um estudo internacional.

  

As conclusões constam de um estudo que incidiu em 160 universitários, na Alemanha e nos Estados Unidos da América, agora publicado no Revista da Psicologia da Personalidade e Social (Journal of Personality and Social Psychology).

 

Conduzido por investigadores das universidades de Rochester, de Essex e de Santa Bárbara (Califórnia), o estudo é o primeiro que analisou o papel dos pais e da orientação sexual na construção do medo intenso ou de ódio aos homossexuais.

 

"A homofobia é mais pronunciada nos indivíduos com uma atracão pelo mesmo sexo e que aumentou com pais autoritários, que proibiram tal desejo", lê-se nas conclusões, que aponta a estas pessoas um enorme desconforto interior que as leva a encarar os gays e as lésbicas como uma ameaça - porque na verdade lembram "que dentro de si também existe tal orientação sexual".

 

"Em muitos casos são pessoas que estão em guerra com elas próprias e transferem esse conflito interno para fora", garante o co-autor do relatório Richard Ryan, professor de psicologia na Universidade de Rochester, na página desta instituição.

 

Este trabalho vai ao encontro das conclusões de um outro estudo semelhante, elaborado por Henry Adams, da Universidade da Geórgia, em 1996, que concluía que os homens homofóbicos eram aqueles que apresentavam maior probabilidade de se excitarem com pornografia gay.

 

Segundo Richard Ryan, no estudo "Autonomia incentivada pelos pais e a discrepâncias entre identidades sexuais implícitas e explícitas: As dinâmicas da auto-aceitação e de defesa", foram usados "métodos modernos que permitem, de forma mais confiável", perceber o bloqueio dos desejos inconscientes e a angústia, que se traduz em reações críticas e "vociferantes contra gays e lésbicas".

 

Entre tais métodos encontram-se cerca de 50 ensaios, desde questionários até à confrontação de fotos.

 

Via JN



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Quarta-feira, 11.04.12
Técnicas proporcionam orgasmos múltiplos e mais intensos
Técnicas proporcionam orgasmos múltiplos e mais intensos

 

Orgasmos múltiplos para o homem e para a mulher, sexo que dura horas sem que os parceiros sintam cansaço ou vontade de parar e troca de energias e carinho como principais objetivos. Parece a descrição da relação sexual perfeita e, graças ao tantrismo, é completamente possível. "Com o sexo tântrico a relação pode durar 30 minutos, duas horas ou o dia todo, não existe regra", disse o mestre Victor Lino, diretor da Prakriti Ioga e professor de sexo tântrico há oito anos.

 

"No sexo normal você tem um gasto de energia que, no caso do homem, é a ejaculação", disse. Na prática tântrica o homem não ejacula e, por isso, tem energia para manter o ato sexual por quanto tempo quiser. A pergunta que pode surgir é: "mas, então, o home não tem orgasmo?" A resposta é: "sim, ele tem. Mais de um por relação e mais intensos", segundo Lino. "A ejaculação não tem nada a ver com o orgasmo, ejaculação é eliminação de sêmen, o orgasmo acontece momentos antes. Quando ele não ejacula, tem mais orgasmos e proporciona mais para a mulher também, pois ele não precisa para pelo desperdício de energia", explicou o mestre.

 

Segundo Lino, os homens demoram, por vezes, mais de seis meses para conseguir controlar a ejaculação. "É uma coisa cultural. A dificuldade toda acontece pela cultura, a ligação que ele tem hoje com o sexo e ter que começar a ver diferente", disse. A nova visão consiste em interpretar o sexo com o objetivo de autoconhecimento, expansão da consciência, produção de energia, conhecimento do parceiro e evolução. "Quando existe o foco em valorizar a mulher, fazer com que a relação seja harmonizada, os dois caminham juntos, se chega ao sexo tântrico", disse ele.

 

Na intenção de poupar energia, as mulheres param de menstruar, segundo Lino. "Com tempo, elas conseguem até parar de ovular. Isso tudo sem qualquer remédio, apenas com as técnicas tântricas", disse o mestre. Porém, ele garantiu que quando decidir ela pode voltar a ter ovulação. "O sangue que ela perde causa um estresse no corpo que precisa arrumar formas para supri-lo", justificou.

 

O prazer

O criador de uma ideologia de sexo tântrico e coordenador do Centro Metamorfose, Deva Nishok, acredita na mudança de comportamento e aprendizado em relação a ejacular. "Trabalho sobre o ponto de vista de transcendência da energia sexual', disse ele. Nishok explicou que existe o sexo primitivo em que a partir de um estímulo o homem tem ereção e a mulher a lubrificação. "Ele vem instalado na máquina orgânica, é de fábrica. Então o homem sente compulsão por penetrar e a mulher por ser penetrada", descreveu.

 

Na visão tântrica, existe um estado de consciência capaz de sobrepor a esta força primitiva. "Quando o homem e a mulher conseguem, o ganho sensorial e da qualidade do prazer é astronômico. O orgasmo é muito maior, a qualidade e intensidade são superiores", disse. Segundo Nishok, o homem é capaz de obter orgasmos múltiplos ejaculatórios ou não, sem perder a energia.

 

"Os homens têm capacidade de ejacular até oito vezes. Através de alguns exercícios, o homem aprende a controlar o reflexo sobre os músculos ejaculadores e dominar o processo primitivo. Ele também aprende a ejacular, várias vezes na mesma relação, sem perder a energia", explicou. "Ele fica 2h com o pênis ereto, pois o fortalecemos com exercícios", completou.

 

Com o tantrismo, a mulher conhece o verdadeiro orgasmo. O prazer descrito pela mulher é, antes do conhecimento tantra, alimentado pela fantasia. "É um resultado da falta de educação sensorial. Damos início à sexualidade através da masturbação que exige fantasia para acontecer. Com isso o sexo fica atrelado à fantasia", afirmou. As técnicas de meditação mudam este conceito, no entanto, é preciso que os dois parceiros tenham conhecimento da filosofia tântrica.

 

Sexo tântrico: o passo a passo

A técnica nasceu no norte da Índia há mais de 5 mil anos, segundo Lino. Ao longo dos anos se desenvolveram várias vertentes para a filosofia. Nishok explicou que enquanto uma escola é baseada na aplicação psicológica, cheia de representação simbólica e aspectos mitológicos; outra se fundamenta no controle ejaculatório; uma tem um conceito mais filosófico que estuda vida, morte e renascimento; e a neotantra que é liberal.

 

Na escola de Lino as técnicas são físicas e de meditação, podem ser feitas em casal, em grupos ou individualmente. O curso tem duração de três meses. "Os alunos não chegam a ter relações sexuais durante as aulas, mas existem exercícios que usam massagens, estímulos e artefatos", contou.

 

Uma das atividades visa o trabalho da respiração - uma pessoa senta de frente para outra e se concentram na respiração mútua. "Em um momento levo diversos alimentos diferentes para os alunos, eles experimentam e vivenciam gostos. É uma aula de percepção", disse. Em outro exercício é ensinado uma massagem nos testículos que ativam os hormônios e também a movimentação dos quadris em harmonia com a respiração.

 

Os alunos de Nishok passam por meditação, trabalho com os genitais para vivências sensoriais e desenvolvimento da região durante dois anos de treinamento. O primeiro passo engloba o olhar e a respiração, segundo ele. "Os olhos têm um poder sexual que não é aproveitado. Usamos como expressão", disse ele. Depois, vem a audição que é trabalhada por meio de palavras e transmissão de sentimentos do orgasmo na forma linguística. O olfato também é estimulado com odores diferentes.

 

Então, chega a vez do tato, com foco na bioeletricidade do corpo. "O hormônio ocitocina, por exemplo, é produzido com o toque nos mamilos. Imediatamente com o toque é possível sentir uma mudança no corpo todo", disse Nishok. O clitórios é outra região trabalhada na fase do tato, com massagens. "Existem 12 mil fibras nervosas entrelaçadas, é muito sensível. O homem tem 6 mil fibras no tecido da glande peniana", comparou.

 

Uma técnica importante ensinada por Nishok é o estímulo do clitóris com sucções. "É como se fosse um sexo oral, mas muito distante destas lambidas que os homens acham que as mulheres gostam. É um movimento cirular com a língua e uma leve sucção ao mesmo tempo", descreveu. Segundo ele, neste processo, o homem aprende a encontrar onde está o estímulo do prazer na mulher, pois ele muda de região no clitóris.

 

"O homem precisa aprender a ler os sinais do corpo da mulher", disse. Antes da penetração, a vulva e o clitóris devem estar inchados e precisa existir lubrificação vaginal, de acordo com Nishok. Na penetração, não tem a compulsão do movimento. "Tudo é lento e espaçado, o ideal é aprender a ter o orgasmo ao mesmo tempo", disse.

 

As quatro posições

"Existem posições muito indicadas para determinados resultados". Em geral, quatro posições são as mais recomendadas em função do acesso a determinados pontos internos da musculatura vaginal das mulheres, segundo Nishok.

 

São elas: cachorrinho, em que a mulher fica em quatro apoios de costa para o parceiro; conchinha, em que ambos ficam deitados - o homem atrás da mulher; com o homem deitado de barriga para cima, a mulher sobre ele virada de frente para os pés do parceiro; e sentada sobre o parceiro deitado, mas, desta vez, de frente para a cabeça dele.

 

Retirado de Alagoas 24



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Terça-feira, 10.04.12

14 maneiras erradas de utilizar preservativos

 

Um artigo recente reviu 50 estudos sobre usos errados de camisinha. Proteja-se! Confira os erros comuns que prevaleceram:

  1. Aplicação tardia: entre 17 e 51,1% das pessoas afirmaram colocar a camisinha depois do começo do sexo. Outros estudos descobriram que isso acontece com 1,5 até 24,8% dos encontros sexuais.
  2. Remover antes: entre 13,6 e 44,7% dos indivíduos entrevistados tiraram a camisinha antes do sexo terminar. Outros estudos descobriram que isso acontece entre 1,4 a 26,8% dos casos.
  3. Desenrolar a camisinha antes de colocá-la: entre 2,1 e 25,3% das pessoas disseram desenrolar a camisinha antes de usá-la.
  4. Falta de espaço na ponta: não deixar o espaço necessário na ponta aconteceu em 24,3 a 45,7% das pessoas, dependendo do estudo.
  5. Não remover o ar: cerca de metade (48,1%) das mulheres e 41,6% dos homens comentaram casos em que o ar não foi retirado da ponta da camisinha.
  6. Camisinhas ao contrário: entre 4 e 30,4% das pessoas comentaram utilizar uma camisinha novamente, enrolando ela para o lado contrário.
  7. Não desenrolar completamente: 11,2% das mulheres e 8,8% dos homens começaram o sexo sem desenrolar completamente a camisinha.
  8. Exposição a objetos pontiagudos: entre 2,1 e 11,2% das pessoas usaram objetos afiados para abrir o pacote da camisinha.
  9. Não checar a camisinha: 82,7% das mulheres e 74,5% dos homens não checaram a camisinha antes de usá-la.
  10. Falta de lubrificação: entre 16 e 25,8% dos participantes usaram camisinha sem lubrificação.
  11. Lubrificantes errados: em cerca de 4,1% dos sexos, as pessoas usaram lubrificantes derivados do petróleo no látex, o que pode degradar a camisinha. Cerca de 3,2% das mulheres e 4,7% dos homens comentaram isso.
  12. Retirar incorretamente: retirar de maneira errada após a ejaculação foi comentado por 57% das pessoas, em um estudo. Cerca de 31% dos homens e 27% das mulheres comentaram isso.
  13. Usar a camisinha novamente: entre 1,4 e 3,3% dos participantes reutilizaram a camisinha pelo menos mais uma vez após o sexo.
  14. Guardar incorretamente: entre 3,3 e 19,1% dos participantes guardaram as camisinhas em condições fora da recomendação do pacote.

Enquanto o uso adequado da camisinha tem um percentual de segurança de 98% para evitar a gravidez, erros podem aumentar o risco dela estourar, vazar ou outros problemas. Aqui estão os números desses problemas:

  • Rasgar: em vários estudos, entre 0,8 e 40,7% dos participantes comentaram ter experimentado essas situação. Em alguns estudos, os níveis de sexo com uma camisinha estourada chegaram a 32,8%.
  • Escorregar: entre 13,1 e 19,3% dos participantes afirmaram que a camisinha havia escorregado.
  • Vazar: camisinhas vazaram em cerca de 0,4 a 6,5% dos encontros sexuais estudados, com 7,6% dos homens e 12,5% das mulheres comentando ter experimentado esse tipo de situação.
Retirado de HypeScience


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Segunda-feira, 09.04.12
Poliamor, sexo sem idade e sem preconceitos

Mudam-se os tempos e as vontades, só não varia uma coisa: o desejo sexual, que se mantém em diferentes tempos e relações

 

Daniel namora com Sofia. E também com Inês. Elas sabem e até são amigas. Os três são poliamorosos, ou seja, mantêm uma relação afectiva e sexual de cariz não-monogâmico.

 

Defendem o amor livre em teoria e, na prática, não são muito diferentes de outros trios que andam por aí, mas fora da clandestinidade e sem arriscar o poder destruidor da traição e da mentira. Uma relação que são várias ao mesmo tempo e onde há lugar para a experimentação e a satisfação das mais recônditas fantasias e fetiches.

 

"O meu primeiro contacto com a ideia de não-monogamia foi através do livro ‘Um Estranho numa Terra Estranha", de Robert Heinlein. Li-o aos 17 anos e, desde logo, fez-me questionar o sentido de obrigar alguém a fazer apenas sexo comigo, a apaixonar-se apenas por mim. Não me tornei poliamoroso por querer sexo com várias pessoas, mas pela ideia de não trair, não mentir", refere o jornalista e professor universitário Daniel Cardoso, 25 anos.

 

Foi nesta fase ainda imberbe que conheceu Sofia C., psicóloga, 26 anos. Andavam na mesma escola secundária e em comum pouco mais tinham do que a coincidência dela também ter lido o mesmo livro. "Inicialmente odiava o Daniel. Ele tinha um feitio complicado, destoava. Quando o conheci pôs-me ao corrente dos seus ideais. Assim, de chofre, cara-a-cara. Nunca tinha pensado isso para mim... até que me apaixonei por ele. Como ele tinha deixado bem claro o que queria, não era eu que ia tentar impor outra coisa." Sofia percebeu depois que se identificava com o modelo de vida, ao qual chegou pela teoria e agora vive na prática.

 

No poliamor não se fala em casais, mas de constelações, pelos múltiplos formatos que permite. "Neste momento somos uma constelação em V, que contempla três relações diferentes (dois pares e a relação total). Acontecem dinâmicas diádicas (entre dois indivíduos), que convivem com a dinâmica global", explica Daniel.

 

Sofia esclarece a questão que desde logo se insinua: "Eu e a Inês não somos namoradas. Podíamos ser, mas não houve faísca. Mas no anterior relacionamento eu era também namorada da namorada do Daniel."

 

A geometria não é a única coisa difícil de entender. Inês, o outro elemento do trio, assume-se como lésbica, por gosto mas também por questões políticas. "É assim que me vejo. Tive várias paixonetas por mulheres na faculdade, mas isso não invalida que não haja um envolvimento com um homem. Apaixonamo-nos por pessoas, não por anatomias. Ao contrário da Sofia, acho as mulheres mais interessantes, mais atraentes, ligo--me melhor a elas."

 

Mesmo sabendo disso, ele foi--se chegando, até ao dia em que se declarou, e colocou a Inês a escolha entre cinco hipóteses: "Podemos ter um relacionamento romântico, afectivo e sexual; uma amizade com componente sexual regular; uma amizade com sexo pontual; apenas uma amizade; ou ainda qualquer outra configuração que te ocorra", disse-lhe o rapaz, que conheceu na faculdade.

 

Inês ficou "congelada". Respondeu "ai que horror!", a um Daniel rendido a seus pés. E talvez por isso, Inês disse-lhe que ‘sim'. Gosta-se mais de quem gosta de nós.

 

Para Sofia, que está ao lado de Daniel há oito anos, "foi confuso" vê-lo apaixonado. Mas sabia as regras da relação e incentivou-o a concretizá-la. Já antes também ela (e ele) tinham tido relacionamentos paralelos.

 

"Há pessoas que acham que por gostarem de um de nós terão de ficar com os outros. Isso não é verdade. Os sentimentos não vêm em pacote. Nós não somos um pacote", acrescenta Inês, 24 anos, investigadora no âmbito das Ciências da Comunicação, na área do feminismo em particular, além de activista pelos direitos da mulher.

 

Sofia e Inês são diferentes, muito diferentes aos olhos do seu amor comum. Uma não gosta de queijo, a outra odeia chocolate. Sofia é nocturna, Inês diurna. A Sofia é calma, Inês faz primeiro e pensa depois. "Ambas são sobredotadas, muito intensas, com uma força de carácter enorme. Ambas desafiam-me. Quando alguém não me desafia eu aborreço-me de morte", proclama Daniel.

 

E ambas se realizam sexualmente com ele. No quarto, pode acontecer de tudo. "Duas a três vezes por noite ou por semana", afirma Daniel, "consoante as circunstâncias, o stress, o trabalho", acrescenta Sofia. Para não desperdiçarem oportunidades partilham as respectivas agendas através do Google.

 

"As minhas relações poliamorosas não são todas românticas. Também não são de primeira e segunda categoria, são relações que passam por uma panóplia de experiências e tonalidades que podem misturar várias emoções, práticas eróticas... ".

 

Entre tais experiências há desde brincadeiras de ‘role playing' (interpretar papéis), a práticas menos normativas como o ménage à trois (sexo entre três pessoas) ou o BDSM.

 

O acrónimo BDSM serve para denominar Bondage (fetiche que consiste em amarrar e imobilizar o parceiro podendo haver ou não sexo com penetração); Disciplina (contempla a imobilização ou condicionamento mental, através de ordens e controlo); Dominação e Submissão (relação de troca de poder, físico e mental, em que há um mestre e um escravo) e Sadomasoquismo (quando duas pessoas interagem com o objectivo de obter e proporcionar prazer ou satisfação sexual através da dor). A única coisa que "não existe é a posição de missionário, com o único objectivo da reprodução", remata Daniel.

 

Numa relação que assenta no princípio de ser e deixar ser livre quem se ama, não há segredos para a felicidade: "Há compreensão, respeito e vontade de resolver os problemas que surgem e que podem constituir entraves a essa felicidade." 

 

Via CM



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Domingo, 08.04.12
Quem trai uma vez trai sempre

 

 

Uma questão intrínseca do ser humano que já foi traído seja homem ou mulher. Se a pergunta do título do texto de hoje for feita para as mulheres elas dirão que sim, apesar de quererem acreditar que não.

Já os homens provavelmente dirão que não, mas é claro, que depende de que lado a gente está, se traiu ou se foi traído. Mas ao que parece, essa pergunta parece ficar sem umaresposta exata.

 

As pessoas em geral se enrolam para esclarecer qualquer coisa sobre a traição, ou como ela acontece, os motivos, mas nosso ponto de reflexão de hoje é a reincidência dodelito. Vamos considerar que aconteceu, e já que aconteceu por acaso por que precisa voltar a acontecer?

 

As Vilamigas e o resto das mulheres, diga-se de passagem, querem saber o que os homens pensam, então conversamos com alguns homens e as opiniões divergem. O ficou bem claro, é que, só repete a traição quem quiser, nada é por acaso.

 

O esforço que é empregado para trair e não ser pego pode ser o mesmo usado para apimentar a relação. E alguns homens pensam assim mesmo. Veja algumas opiniões dos homens, Ricardo*, produtor, 37 anos, declara: "Quem traiu uma vez e se estrepou por causa disso, tentará não mais repetir esse erro. A dor de uma separação causada por uma traição é terrível. Não queira provar desse veneno. Traição não é legal em nenhum tipo de relação."

 

Maurício*, diretor comercial, 46 anos, diz: "Acho que não se repete, mas, isso depende muito da situação em que o casal se encontra, pois, tudo nessa vida pode mudar". E tem aqueles que não conseguem se conter frente ao instinto, como é o caso de Cláudio*, programador, 40 anos, "o instinto do homem que trai, não muda".

 

Concluímos que não vale muito a pena racionalizar esse tipo de coisa, é melhor viver o amor, a química, e dar o melhor de si. Porque no fundo quem trai está mentindo, e isso nunca é bom. É nisso que cada um precisa pensar. Mentir para quem está do seu lado, compensa?

 

*os nomes reais foram trocados para manter a confidencialidade

 

Via Vila Dois



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Sábado, 07.04.12

Posições sexuais para engravidar mito

 

Quando o sonho de ter um bebê não se concretiza de maneira espontânea, até os casais mais reticentes se rendem às simpatias e fórmulas infalíveis para alcançar o objetivo de aumentar a família.

 

Dizem até que alguns truques usados na hora do sexo podem viabilizar o tão sonhado encontro bem sucedido entre o espermatozóide e o óvulo.

 

Mas será que eles funcionam mesmo? "Não existe nada cientificamente comprovado, mas são difundidos alguns procedimentos que facilitam para algumas mulheres", diz Dr. Amaury Mendes Jr., ginecologista, sexólogo e secretario-geral da Sociedade Brasileira de Sexualidade.

 

Uma das dicas do médico é a mulher ficar deitada depois do coito, com um travesseiro erguendo o bumbum, para que os espermatozóides possam descer em direção ao colo do útero. Ter orgasmos também ajuda. "Quando mais a mulher goza mais movimentos contráteis o útero faz, aspirando o esperma para o colo do útero", explica o médico.

 

Outra prática sugerida pelo Dr. Amaury é o homem gozar bem próximo à entrada do colo do útero, assim, mesmo o esperma consegue vencer toda a lubrificação vaginal e chegar até lá. Na hora de escolher a posição sexual para facilitar o processo, o médico indica: "A posição de quatro encurta a vagina e a entrada do colo do útero fica mais baixa e mais aberta. E se a mulher estiver ovulando, as chances de engravidar aumentam mais ainda", afirma Dr. Amaury.

 

Caso as dicas não sejam suficientes para realizar o sonho da maternidade, Dr. Amaury sugere que o homem faça um espermograma para saber se há algo errado. Assim ele poupa a mulher de certos desgastes. "Quando o casal apresenta dificuldade para engravidar, o homem faz apenas um exame, diferente da mulher, que precisa passar por uma bateria deles para saber se o problema é com ela", diz o ginecologista.

 

O especialista lembra ainda que o casal precisa encontrar prazer na relação, fazer brincadeiras e ser espontâneo na hora do sexo com objetivo de fecundação, pois é comum que nessas horas que os parceiros tenham relações muito programadas.

 

"Conheço caso de homens que costumam brochar na hora, por conta da pressão e pela forma como ele é usado pela parceira. É como se o filho passasse a ser mais importante do que a relação em si", critica. "Por isso, é importante lembrar que o casal é protagonista da relação e não coadjuvante da história e saiba aproveitar bem o momento com muito romantismo", lembra o médico.

 

Via Vila dois



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Quinta-feira, 05.04.12
A histérica Sabina Spielrein (Keira Knightley), observada por Carl Jung (Michael Fassbender): psicanálise é tema de novo filme do diretor David Cronenberg
A histérica Sabina Spielrein (Keira Knightley), observada por Carl Jung (Michael Fassbender): psicanálise é tema de novo filme do diretor David Cronenberg

Em seu novo filme, David Cronenberg retrata as tensões que marcaram os primeiros tempos da psicanálise

Peter Gay, famoso biógrafo de Freud, descreve Jung como um homem que emanava uma sensação de poder, de ossatura larga, ariano de rosto teutônico rigidamente esculpido. Homem de personalidade vivaz e um temperamento inteligente e energético, uma pessoa atraente em todos os sentidos. Se foram esses os motivos que fizeram Freud escolhê-lo para ser seu "príncipe herdeiro" nunca saberemos, mas o fascinante filme "Um Método Perigoso", do diretor David Cronenberg, nos oferece um lampejo da relação turbulenta entre o jovem psiquiatra Jung, seu mestre Sigmund Freud e a jovem histérica Sabina Spielrein.

O filme retrata com bastante fidelidade um tempo crucial do movimento psicanalítico, especialmente marcado pelo início de uma forte resistência ao método. Jung pareceu à primeira vista a escolha mais sensata para levar a frente o trabalho de Freud: ele não era vienense, era jovem e, principalmente, não era judeu. A amizade entre os dois floresceu rapidamente marcada por um encontro inicial no qual conversaram por 13 horas quase que ininterruptas.

Discordâncias

Entretanto, desde o início, Jung manifestava desacordo com Freud acerca de sua teoria sobre a sexualidade humana. Para Freud, a sexualidade humana era o fator princeps na etiologia das neuroses. Este era o ponto central de sua teoria - a experiência da sexualidade, para os seres humanos, é sempre traumática.

Jung aceitava que a sexualidade era um fator importante no desenvolvimento das neuroses, mas não aceitava que fosse o único e nem o principal. Curiosamente, suas dúvidas quanto ao método psicanalítico eclodem quando Jung recebe como paciente Sabina Spielrein, cujos sofrimentos histéricos mostraram-se inequivocamente de origem traumática sexual.

Mesmo assim, o debate de Freud e Jung sobre a sexualidade, que anos depois seria um divisor de águas no movimento psicanalítico, sintomaticamente, nunca se dissolveu completamente. O mestre, seduzido pelo desejo de expandir a sua teoria, e o discípulo, deslumbrado por sua ambição, foram, ambos, despistados pela sexualidade.

A teoria freudiana sobre a sexualidade sempre foi uma pedra no sapato da psicanálise. O filme retrata a chegada de Freud e Jung a Nova York; à frente da Estátua da Liberdade, símbolo da ideologia norte-americana de liberdade e busca da felicidade. No navio, Jung está exultante e envaidecido com a oportunidade de trazer a psicanálise para os americanos.

Freud, com sua usual sobriedade austríaca, simplesmente diz: "Eles não sabem que lhes estamos trazendo a peste". Freud tinha firme convicção de que iria enfrentar a resistência da norma, da higiene e da ordem social típicas da sociedade americana, que mais tarde seriam exportadas para o mundo inteiro.

Incompreensão

Sobre a etiologia sexual das neuroses Freud não era um cientista solitário. Em sua época, alguns especialistas das doenças nervosas já reconheciam a importância da sexualidade, porém, Freud foi o único a conseguir fazer uma síntese dessas correntes traduzindo uma evidência biológica em teoria psicológica. Em nenhuma outra espécie o propósito da copulação está tão distante da reprodução como nos humanos; a relação que mantemos com o sexo marca uma ruptura peculiar com praticamente todas as demais espécies de animais. A teoria freudiana era bastante plausível, mas nem por isso a resistência era menor. Talvez, um dos motivos da incompreensão era achar que para Freud o sexual seria o mesmo que genital. No seu famoso "Três ensaios", ele demonstra que não se trata, de modo algum, de abordar o sexual pela prática ou comportamento sexual, mas em demonstrar que seu alcance é mais amplo e seu enraizamento inconsciente. Anos mais tarde, Lacan proferiria a enigmática frase: "a relação sexual não existe", isto é, o mito de que a relação sexual pode realizar a complementaridade entre os sexos ou dar acesso a um gozo pleno é, isso mesmo, um mito.

Palatável

O filme parece insinuar que talvez essa fosse a dificuldade principal de Jung: aceitar as ideias de Freud sobre a sexualidade. Jung presumidamente atacou o que ele achava ser uma "obsessão" freudiana pelo sexo, mas podemos levantar a hipótese, com a licença poética que o cinema nos dá, de que ele não estava também muito interessado em escavar a fundo o buraco negro da sexualidade, onde talvez encontrasse mais do que estava disposto a suportar.

Jung parecia querer defender a psicanálise de si mesma, além de torná-la palatável para um maior número de pessoas. Por outro lado, se os casos extraconjugais de Jung, seu casamento morno e sua covardia moral e burguesa foram tal e qual apresentadas no filme, ele tinha de fato todas as razões para deixar a sexualidade de lado e introduzir um conceito de inconsciente bastante confuso.

O inconsciente junguiano funciona como elo intermediário de uma espécie de significatividade da natureza humana; uma signatura rerum mais universal do que o trauma da sexualidade e que estava no princípio da busca de sentido para qualquer indivíduo. Se Freud pode ser acusado de ter sido enredado em sua própria sexualidade, em sua amizade com Jung, este, por sua vez, não deve ser tomado como inocente em sua resistência ao velho mestre.

A verdade é que o método psicanalítico se mostrou particularmente perigoso para os primeiros psicanalistas, provando que nem mesmo seus grandes teóricos conseguiram escapar dos efeitos do inconsciente. Freud não pôde analisar sua complacência para com Jung, tratando-o como filho favorito e, somente esporadicamente, indisciplinado. Muito menos conseguiu dissolver seu famoso rancor e dureza para com os que questionavam sua autoridade.

Jung, por sua vez, não superou os impasses de seu casamento e nem mesmo seu envolvimento com pelo menos duas pacientes, entre elas Sabina Spierein, que depois foi admitida como psicanalista tendo sua obra reconhecida pelo próprio Freud.

Paradoxo

O tema da sexualidade atravessa todo o filme de Cronenberg demarcando bem o paradoxo entre o desejo humano e sua racionalidade. A conduta moral e a autoridade do psicanalista ficam em suspenso, como uma denúncia de que nem mesmo ele está isento dos riscos de sua humanidade.

Freud, o grande destruidor de ilusões, recebe uma boa homenagem ao ser apresentado de forma simples e exposto em suas contradições e fragilidades. Enquanto Jung, apesar de sua tumultuada vida sexual, consegue se estabelecer como um dos principais teóricos da alma humana.

Apesar de o filme ser um tanto tendencioso ao retratar Jung com um caráter mais fraco que sua opulenta aparência, o dever de julgar a obra de ambos fica a critério do espectador. Parafraseando as próprias palavras de Jung ao defender Freud de seus opositores, não devemos simplesmente julgá-los, aos dois, pois assim agiríamos como aqueles famosos cientistas que se recusaram a olhar pelo telescópio de Galileu.

Nossos tempos são outros, mas exigem a velha audácia dos desbravadores de sempre. Assim como os confins do Universo, os confins da sexualidade humana adoram ocultar-se. Mas, já temos à disposição gigantes de quem podemos servirmo-nos, pousando altaneiros sobre os seus ombros.

 

Mais informações:

Um Método Perigoso (A Dangerous Method, EUA, 2011), de David Cronenberg. Com Viggo Mortensen, Keira Knightley e Michael Fassbender. Salas e horários no caderno Zoeira


Retirado de Caderno 3



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Quarta-feira, 04.04.12
Passar o tempo todo na cama durante uma viagem é um erro. Foto: Getty Images

Passar o tempo todo na cama durante uma viagem é um erro

 

Tudo é perfeito quando se fantasia uma possível viagem com o novo namorado. No entanto, quando a oportunidade se torna realidade, muitos casais costumam cometer erros bobos, que atrapalham o clima do primeiro momento de descanso juntos. Confira abaixo os sete principais problemas, segundo o siteMadame Noire:

 

Ficar preso aos inconvenientes 
Viagens podem ser estressantes: filas nos aeroportos, excesso de bagagem, atraso na saída do transporte. Não deixe que esses inconvenientes acabem com seu humor. Lembre-se que, em breve, vai desfrutar de momentos gostosos com o parceiro. Mantenha o pensamento positivo.

 

Passar o tempo todo na cama
Por mais que o relacionamento seja novo e tudo excite o casal, não fique trancado no quarto do hotel. Aproveite para fazer coisas novas na companhia do outro. Essas são as lembranças que vai guardar.

 

Questionar a rotina do outro
Não critique a rotina do outro, por mais estranha que lhe pareça. Se ele gosta de passar bastante tempo em seu ritual de beleza, não se estresse com isso. As pessoas são diferentes.

 

Manter a rotina
Lembre-se que está em um momento para relaxar. Não acorde cedo porque isso faz parte da sua rotina, por exemplo. Fique um pouco mais na cama, abrace o outro.

 

Criticar atividades
Não pergunte "tem certeza que realmente quer fazer isso?". Ceda um pouco e também apresente suas ideias. Você pode acabar se divertindo com as atividades que nem pensava em praticar.

 

Achar que é a vida real
Os momentos que passaram em uma viagem não representam a "vida real". O costume de checar e-mails à tarde podia até não combinar com o passeio e lhe irritar, mas, na rotina normal, passaria despercebido.

 

Não falar sobre questões corporais
Qualquer um pode ficar doente em uma viagem, seja pela alimentação diferente, pelo balanço do navio. E é muito ruim passar mal ao lado de alguém com quem nunca conversou sobre esse tipo de assunto.

 

Via Terra



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Terça-feira, 03.04.12
Algumas maneiras de como seu namorado age podem dizer muito. Foto: Getty Images

Algumas maneiras de como seu namorado age podem dizer muito
Foto: Getty Images

A cama é um ótimo lugar para conhecer mais o parceiro, até fora de quatro paredes. Algumas maneiras de como seu namorado age podem dizer muito sobre ele. Veja a seguir as dicas dadas no site Madame Noire.

 

Os sinais
Depois de uma longa noite você chega em casa e encontra seu amor na cama deitado de pijamas, em vez de estar sem roupas. Vocês se abraçam e de repente fazem amor.Se ele age sempre da mesma maneira todas as noites ele pode estar pensando que sexo não é mais tão necessário, que você não o deseja mais ou que ele acha que não vale mais a pena fazer esforço para mudar essa rotina.

 

Ele dá carinho
Muitos homens se tornam mais selvagens na cama, esquecem que carinho é essencial para suas parceiras. E eles às vezes até demonstram um esforço para serem mais carinhoso na hora H. Se seu parceiro presta atenção neste detalhe pode ter certeza que ele tem sentimentos verdadeiros a seu respeito.

 

Ele é circense
Se na hora do sexo seu parceiro gosta de fazer mil e um malabarismos para lhe impressionar, mostrando o quanto ele pode ser viril, tal atitude pode demonstrar: ele pode se sentir diminuído perante a você fora do quarto. Seja porque a namorada ganha mais do que ele, ou está em melhor forma ou tem mais amigos. Na verdade ele quer provar que é melhor do que você, pelo menos na cama.

 

Ele demora no sexo
Muitos homens prolongam demais o sexo e a impressão que dá é que parece uma eternidade. Isso quer dizer que ele pode estar pensando que está lhe perdendo emoionalmente ou ele pode estar mais carente, fazendo com que o momento de intimidade se prolongue muito. Ou apenas ele está louamente apaixonado por você.

 

Ele é rápido demais
Na hora do sexo seu parceiro é rápido demais? Chega ao orgasmo sem pensar no seu prazer? Tome cuidado, pois isso é sinal de egoísmo. Cuidado, pois isso pode significar que ele não vai ajudá-la nas tarefas do lar em casa. Ele não está lhe usando, mas não tem muita estima por você.

 

Ele pergunta demais
Seu companheiro faz perguntas demais para saber se o modo como ele faz lhe dá prazer, qual o jeito que você mais gosta? Se ele quer saber tudo sobre o seu prazer é sinal de que ele se sente grato com as coisas que você faz para ele. É um sinal de atenção.

 

Retirado de Terra



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Segunda-feira, 02.04.12
Aprenda 6 maneiras divertidas de melhorar sua vida sexual

De acordo com a ioga do riso, ao fingir os movimentos de um orgasmo você realmente pode ter um real
Foto: Getty Images

O que o riso e o sexo têm em comum? De acordo com o médico indiano Madan Kataria, tudo. O especialista criou o Clube do Riso, presente atualmente em cerca de 60 países e ainda é especialista na ioga do riso. Segundo a sua teoria, o riso falso ou verdadeiro proporciona os mesmos efeitos benéficos fisiológicos e psicológicos no corpo. E quem nunca provou o gostinho do que uma boa gargalhada pode proporcionar? Pois é, veja a seguir algumas dicas para fazer com que o sexo seja mais divertido, de acordo com o site Your Tango:

 

1 -Não leve nada tão a sério
Algumas pessoas têm a tendência de levar o sexo muito a sério. Os risos aliviam o estresse, a ansiedade e ainda vão encher o quarto de boas energias.

 

2 -Fingir? Sim
De acordo com a ioga do riso, ao fingir os movimentos de um orgasmo você realmente pode ter um real. Não custa nada experimentar.

3 -Orgasmo
Segundo o médico, quanto mais o casal ri, mais fácil chegar ao orgasmo.

 

4 -Sensação
Dar gargalhadas ajuda a ativar os neurotransmissores em seu corpo, tornando mais fácil a sensação de prazer. O mesmo vale para os orgasmos.

 

5 -Desejo
As pessoas não devem ter que esperar ter desejo para fazer sexo, às vezes é preciso começar a fazer para que a vontade apareça. O mesmo acontece com o riso.

 

6 -Mente
Com a prática do riso, ganhamos controle sobre nossas mentes e fazemos com que essas sensações boas fiquem na memória do corpo.

 

Via Terra



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Domingo, 01.04.12
Será que eles preferem as más

Charlize Theron em novo filme de Branca de Neve - o fascínio das mulheres más. Foto reprodução site Movie Fanatic

 

Uma daquelas perguntas intermináveis e que não querem calar. As mulheres se debatem nessa questão: a mulher deve ser , ou fazer a boazinha na hora da conquista? A resposta provavelmente será relativa e depende de tanta coisa, do momento.

Mas, vamos pensar melhor sobre essa maldade, que costuma ser bem sedutora a primeira vista. O motivo: transgressão. É a tal novidade da quebra de paradigmas, de crenças e tudo que sai fora da linha e representa emoção.

 

Mesmo que eles prefiram as más, muita calma boazinhas. O momento em que se conhece alguém, ou se paquera, é como uma cena de cinema, ela acontece, a gente curte, mas ela passa e outras cenas virão. Todo mundo tenta impressionar no começo, e ninguém é má ou boa o tempo todo. As mulheres são seres que vivem em fases. E se hoje é dia da má, amanhã será da boa, e por aí vai.

 

Mas o que realmente significa ser uma mulher má? Ela pode ser uma caricatura de uma vilã das histórias em quadrinhos, ou aquela que não se preocupa com os sentimentos dos homens, e se colocar sempre primeiro lugar. E me digam se não é assim mesmo que alguns homens agem? Nesse caso, podemos classificar como mulheres más aquelas que se comportam como os homens. Seria um rótulo e generalizar nunca é bom. As pessoas podem surpreender quando se fala de romance. E uma moça bozinha pode se tornar a vilã implacável, se tiver bons motivos para isso.

 

Há homens que dizem adorar as mulheres decididas, que sabem que são ótimas, bonitas, independentes, e más. Eles podem gostar, mas ainda aparentam ter medo de se relacionar livremente com elas.

 

E também há aqueles (maioria) que preferem as mais calmas, que não lhe causem muitas variações de emoção. Isso é apenas uma opinião, por amostragem, fruto da uma pesquisa feita a partir das amizade com mulheres fortes, e o que elas vivem. Esse comportamento pode ser o resultado da vida corrida, violenta, cheia de informações e estímulos que temos atualmente. Ao que parece, depois de tanta emoção, o dia todo, nossos homens preferem ser embalados por calmaria. Porém, cuidado com o excesso desse intervalo, que ele não seja sinônimo de chatice. A vida não pára.

 

Via Vila dois



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Quinta-feira, 29.03.12

Entenda o que eles gostam

 

Homens e mulheres são seres completamente diferentes e, consequentemente, seus pensamentos e vontades são proporcionalmente distintos. Na maioria dos casos, a mulher fala uma língua e os homens entendem em outra. Por isso, o SRZD selecionou alguma dicas para facilitar a comunicação entre você e seu parceiro na hora do sexo.

 

Mantenha as luzes acesas


Muitas mulheres acreditam que para um clima mais romântico, as luzes devem estar apagadas. Outras, por insegurança, preferem ficar no escuro. Porém, o homem gosta de ver o que está acontecendo, pois é uma forma de estimulo visual.

 

Tenha iniciativa


Homens se sentem atraídos por mulheres que demonstram ser poderosas. Deixar o costume de lado e tomar a iniciativa pode ser surpreendente, além de passar segurança e atitude para o seu parceiro.

 

Busque coisas novas


Inove sempre. Seja na posição, em brinquedinhos sexuais, géis estimuladores ou na lingerie. O importante é sair do comum e apimentar a relação.

 

Não fique calada durante o sexo


Nenhum homem gosta de fazer sexo com uma mulher não fala, não geme. Esta atitude indica falta de interesse e de prazer pelo momento. Falar besteiras na "hora H" e gemer mostra que está tendo uma troca de sensações.


Quebre tabus


Se aproxime mais dele, faça carinhos, toque nos órgãos sexuais do seu parceiro e deixe a frescura de lado. Homem, assim como a mulher, gosta do toque.

 

Via SRZD



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Quarta-feira, 28.03.12

descubra se ele vai ser o marido que sonhou

 

Ele está interessado em qualquer coisa séria ou apetece-lhe mais um caso sem consequências? Descubra já.


Ter química não basta, embora seja o principal requisito de qualquer relação. Até pode não lhe interessar nada dar o nó, caso em que provavelmente não estaria a ler este artigo. Como chegou até aqui, depreendemos que o assunto lhe interessa. Provavelmente já chegou a uma conclusão pessoal, mas aqui ficam algumas ideias que podem ajudar:


1 - Uma questão de gramática - Quando ele fala, diz mais vezes 'nós' ou 'eu'? Quando se refere ao futuro, as 'visões' incluem-na a si ou apenas a coisas que ele gostaria de fazer? Se ele planeia fazer um mestrado em engenharia aeroespacial no Chile durante 4 anos e depois ficar a morar em Chicago, alguma vez lhe perguntou em que episódio da telenovela é que você entrava?

 

2 - O som e a fúria - Observe-o quando ele se zanga. É capaz de se controlar ou perde completamente o freio? Um namorado maldisposto regra geral dá um marido ainda pior. Por que razão quereria passar a vida ao lado de uma pessoa ao lado da qual se sente mal?

 

3 - Probleminha ou problemão? - A sua avó está doente e você tem de desmarcar a saída a dois. O cão engoliu um Gormitti de plástico que um dos seus sobrinhos deixou no tapete e tem de ir ao veterinário. A empresa dele ameaça despedir algumas pessoas. Como é que ele reage ao lado negro da vida ? E quando são problemazinhos, tipo a janela que não fecha, o leite que acabou, o telemóvel que se despediu desta vida? Uma relação não é um constante mar de rosas, e há de haver complicações a resolver: não queira para parceiro alguém que a abandona ao primeiro gormitti.

 

4 - A importância do mimo - Está bem, a maioria dos homens tem a inteligência emocional de uma ervilha, mas isso não quer dizer que se contente com alguém que só lhe dá beijos apaixonados quando quer uma bela noite de sexo. Um romance não é feito só de beijos apaixonados e sexo no telhado: é feito de saídas a dois, de pequenos presentes quando não se está à espera, de mimos e festas e palavras doces. Se ele não sabe, ensine-lhe. Se ele não for capaz de aprender, case com alguém que seja melhor aluno.

 

5 - Ele percebe-a? - Não quer dizer que você seja portuguesa e ele iraniano, mas há várias maneiras de não se falar a mesma língua. Vocês falam a mesma língua ou tem de lhe explicar todas anedotas? Pisca-lhe o olho e ele diz muito alto 'por que é que me estás a piscar o olho'? Pensam da mesma maneira sobre as questões principais da vida ou está sempre a pensar antes de dizer qualquer coisa, não vá ele ofender-se? Um homem tem de saber a 'verdade' sobre nós: tem de saber que dormimos com a t-shirt da Hello Kitty, que sim, adoramos passar a manhã nas compras, preferencialmente sem eles, que também sim, de vez em quando é preciso ir à depilação e gastar dinheiro no cabeleireiro, e que um par de botas pode fazer a nossa felicidade. São fraquezas, mas é quem nós somos. Como é que ele aceita isso? E sim, temos síndrome pré-menstrual, e temos direito a odiar o mundo inteiro durante três dias! Como dizia o Luís Fernando Veríssimo aos seus leitores masculinos, "Você não suporta TPM? Case-se com um homem!"

 

6 - Contar tostões - Como é que ele lida com o dinheiro? Conta cada cêntimo ou estoira cada cêntimo como um foguete de feira? Lembre-se que o dinheiro é o principal fator de discussão dos casais. Não queira fazer parte das estatísticas.

 

7 - Um dos rapazes - Observe-o com os amigos: só se lembra de si para lhe perguntar se ainda há cervejas no frigorífico ou inclui-a na conversa? Tem orgulho em si ou finge que não existe? Já a apresentou a todas as pessoas importantes da sua vida ou ainda se encontra consigo meio às escondidas, de vez em quando, como num filme a preto e branco com muito nevoeiro?

 

8 - Querida mãezinha - Como é que ele trata a mãe? É um bom indicador da forma como vai tratá-la a si, daqui a uns anos... Por outro lado, se for um menino da mamã, é bem provável que fique ao lado dela se alguma vez tiver de tomar partido...

 

9 - Está aí alguém? - Quando lhe acontece alguma coisa boa ou má, ele é a primeira pessoa a quem telefona, ou pensa: "eu até lhe contava, mas de certeza que ele não vai entender"? Pronto, também toda a gente sabe que os homens não são os melhores ouvintes do mundo. A pessoa está muito bem a contar-lhe o que quer que seja e está mesmo a ver que as palavras estão todas a errar o alvo, como as naves inimigas da Guerra das Estrelas. Claro que nós às vezes também não ouvimos tudinho mas isso é porque as conversas deles geralmente não interessam nada, e além disso disfarçamos melhor... Mas há um mínimo de tempo de antena. Conclusão: se as vossas conversas são apenas um dueto de monólogos, ou pior, de silêncios, se calhar é melhor arranjar outro conversador.

 

10 - Dá aí uma mãozinha! - Também toda a gente sabe que hoje já nenhum deles sabe consertar uma torneira que pinga ou um estore avariado, mas está ele disposto a ligar ao canalizador e a ser ele a ficar em casa para lhe abrir a porta? Se se arrisca a ter de tratar de todos os pormenores chatos de uma vida em comum, com torneiras e estores avariados, não espere aguentar muito tempo.

 

11 - Vens ou ficas? - Têm interesses em comum? E interesses em separado? Ambos são igualmente importantes para um casamento saudável, onde se partilham gostos mas se mantém mundos privados. 'Mundos privados' não devem obviamente incluir casos com a Sãozinha do marketing.

12 - Copo meio cheio - Parece um pormenor, mas, se puder, case-se com um otimista. Por razões óbvias.

 

Conclusão - Para terminar, fiquem-se novamente com as sábias palavras de Luís Fernando Veríssimo: "O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará se salvando a si mesmo.


Via Activa



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Domingo, 25.03.12

A crise chegou ao sexo

 

Contas para pagar, desemprego, falta de clientes, filhos a pedir brinquedos... A crise instalou-se nos lares portugueses e chegou ao quarto - e à cama. Falámos com casais, consultámos sexólogos, terapeutas e médicos e tentámos traçar o diagnóstico: afinal, como é que a austeridade está a afetar a nossa vida sexual? E como é que estamos a lidar com isso?

 

Quando decidiu pedir alteração do horário, a enfermeira Sandra queria mais tempo para investir na relação com o namorado. Cansada de sair sempre às 23h00 do centro de saúde madeirense onde trabalha, farta de não ter vida social e de perder sucessivamente concertos e peças de teatro, colocou a vida pessoal acima das exigências profissionais e aceitou perder quase duzentos euros no fim do mês - garantidos pelas horas de trabalho noturno - para ter tempo para Pedro, professor do ensino primário, que entra às nove e sai às seis. Arrependeu-se. O corte nos subsídios, o aumento da taxa de IRS e a prestação do carro baralharam-lhe as contas do final do mês.

 

Passou a sair mais cedo mas está longe de andar feliz. E o objetivo não foi alcançado: planeia cada vez menos programas a dois e o desaire financeiro fá-la ter cada vez menos vontade de se entregar à intimidade com o namorado. Rondam ambos os 30 anos, são funcionários públicos, não correm o risco de perder os empregos repentinamente e têm a vida pela frente. Mas pensar no futuro tornou-se doloroso. Sobretudo quando o presente não facilita a vida a dois. Pedro tem a matemática em dia e os cálculos feitos: sem subsídios de férias e de Natal, este ano vai perder cerca de quatro mil euros, úteis para pagar o mestrado em que se tinha inscrito e de que entretanto já desistiu. A relação tem quase dois anos, mas tem ultrapassado obstáculos e provações. Resistirá também à crise? «Sem dúvida», diz ele. «Agora damos mais valor ao tempo que passamos juntos.»

 

No entanto, o sexo é mesmo menos frequente. «A Sandra levanta-se às oito da manhã e trabalha o dia inteiro. À meia-noite quer dormir», diz ele. Não se veem todos os dias, mas não desistiram das saídas mesmo que os programas sejam cada vez mais low cost: desde jantar no hipermercado com happy houra partir das 22h30 - «é a única hipótese de continuarmos a jantar fora» até aproveitar as promoções para comprar presentes um ao outro, tudo tem de ser orçamentado e esquematizado. Sandra deixou de viajar e Pedro, natural de Mirandela, pela primeira vez não passou o Natal com os pais e decidiu ficar na ilha. Uma avaria no carro levou-lhe o dinheiro dos bilhetes. As contrariedades da vida diária deixam-nos sem vontade para se entregarem ao prazer, um peso comum a tantos casais nacionais que, sem conseguirem fugir à crise, se deixam afetar e acabam por cortar numa das poucas atividades sem custos, que pode até diminuir níveis de stress e ajudar ao controlo da ansiedade: o sexo.

 

«Quando a vida funcional deixa de ser estável, obviamente vai atrapalhar a vida emocional», confirma a psicóloga e terapeuta de casais Celina Coelho de Almeida. «Quando os casais percebem que não têm dinheiro para pagar as despesas têm de cortar numa série de coisas importantes para a sua dinâmica. As pessoas podem ficar mais fechadas, mais pessimistas e, portanto, menos disponíveis para a relação. E isto provoca um choque e uma readaptação.» Ou seja: um casal com uma boa estrutura, feita de cumplicidade e intimidade, será capaz de resistir a esta turbulência, ainda que momentaneamente possa tirar menos prazer da relação. Se não houver suporte emocional de parte a parte, será difícil para a relação «aguentar estes impactes». «A crise não é motivadora da separação», diz Celina Coelho de Almeida, «mas pode ter um efeito catastrófico».

 

Mas nem todos os casais enfrentam a crise da mesma forma. E se, para uns, o momento económico parece ter erguido barreiras que ainda não se sabe quão intransponíveis se tornarão, para outros a ausência do stress do trabalho parece ter revitalizado a vida a dois. É esse o caso de Maria e de Francisco. Vivem em Lisboa, ela é Relações Públicas, ele piloto de aviação. Quando começaram a namorar, há dois anos e meio, Maria, 33 anos, tinha ficado desempregada há poucos dias. «O tempo foi aproveitado para o romance. Não faltaram dias de praia, jantares à luz de velas na varanda, conversas até às seis da manhã. Sentia-me de férias, não estava desesperada porque sempre juntei dinheiro e tinha noção que durante o verão era improvável arranjar trabalho. E não me enganei: aproveitei o verão todo e só encontrei emprego no outono.»

 

No seu caso, a atividade sexual até melhorou. «Sobretudo a frequência. Preciso de muitas horas de sono, detesto acordar cedo, e às oito da noite já me sinto estoirada, só quero jantar e ir para a cama. Ou seja, durante a semana, quando estava a trabalhar, o sexo não era inexistente, mas era raro. Às vezes parece que tínhamos de combinar quando íamos ter sexo: "No sábado, porque não há energia para mais". Eu pelo menos não aguento o cansaço.» Seis meses depois, Maria voltava ao desemprego. «Nesta época, a frequência sexual era capaz de ser maior. Mais do que o número de vezes que tínhamos sexo, a disponibilidade era outra por não me sentir cansada. Nestas épocas, era quase sempre à luz do dia, altura em que ainda não tínhamos as baterias gastas. Foi uma época ótima, porque passámos muito tempo juntos.»

 

Cada pessoa - e cada casal - encontra uma forma de lidar com a crise. Mas há outros fatores a interferir no estado de espírito. A sensação de projetos adiados, nomeadamente a maternidade, também pode influenciar o desmoronar da vida íntima: as mulheres têm mais dificuldade em lidar com a frustração do desejo de serem mães, ainda que neste campo o cérebro, mais do que a emoção, pareça ditar as escolhas das portuguesas. Já em tempo de crise - e muito associado ao adiamento do casamento e ao prolongamento dos estudos, que favorece uma entrada mais tardia na vida ativa - o declínio da fecundidade é a nota dominante nos estudos mais recentes sobre a situação demográfica em Portugal. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2009, a média de idades das portuguesas que tiveram o primeiro filho foi de 28,6 anos. E o nível da taxa de fecundidade entre os 35 e os 39 anos tem vindo a aproximar-se da do grupo dos 20 aos 24. Por outras palavras, os portugueses têm filhos cada vez mais tarde. E cada vez menos filhos.

 

Graças à contraceção, a redução do número de nascimentos pode não estar diretamente relacionada com a frequência sexual dos portugueses, mas não deixa de ser um barómetro a considerar. E se, em tempos antigos, a crise motivou um baby boom pela falta de distrações e ausência de tecnologias que hoje absorvem grande parte da nossa atenção, atualmente a situação é bem diferente: o risco calculado e o planeamento familiar impedem gravidezes que, em épocas de contenção forçada, podem ser fonte de despesas a evitar. Os únicos dados disponíveis até à data sobre 2011 referem-se aos testes de diagnóstico precoce de doenças metabólicas, o vulgar «teste do pezinho». Os números divulgados pelo INE confirmam as expetativas: apenas 97 112. Desde 1960, quando se iniciou a contabilização rigorosa de nados-vivos em Portugal, apenas dois anos tiveram menos de cem mil nascimentos: 2009 e 2011.

 

Ainda assim, o ideal é não desesperar e acreditar que a pirâmide etária nacional ainda tem salvação. Porque 2012 ainda tem uns quantos bebés para registar. Que o digam João e Teresa, empresários na casa dos 40, a viver em Cascais, que foram surpreendidos com mais uma gravidez. Teresa está à espera do terceiro filho do casal, numa altura em que o trabalho aumenta e a atividade sexual diminui. «Como empresários, e com um negócio e colaboradores para pagar, a dedicação é cada vez maior», diz João. «A crise tem-nos obrigado a trabalhar mais para manter os negócios em crescimento, o que não é fácil. A falta de tempo é o maior fator, mas também o cansaço. Logo, o clima de romance por vezes não é o mais propício e a atividade sexual diminui», lamenta, embora garanta que, apesar do cansaço, parte também do casal fazer um esforço adicional. «É obrigatório que o casal se reinvente, largue as crianças num fim de semana e passeie. As tarefas diárias dão cabo do estofo de qualquer um e o apetite sexual é obviamente afetado. Às vezes estamos os dois em casa, com os portáteis no colo, a trabalhar às 23h30 com os miúdos a dormir, em vez de nos deitarmos cedo, namorarmos e podermos dormir umas boas horas. O que nos safa é que temos consciência disso e combatemo-lo de uma forma positiva. Com umas aventuras esforçadas, umas saídas de fim de semana, um jantar romântico.» como o último que tiveram, que deu origem ao terceiro filho, que deverá nascer em abril.

 

Mas nem todos se podem dar ao luxo de ter três filhos. Ou dois, sequer. O dinheiro a menos obriga a muitas contenções de despesas. E quando os fundos faltam, dificilmente sobram recursos para consultar um especialista e iniciar a terapia de casal que pode dar uma ajuda. «Pontualmente, tenho um caso ou outro que acaba por não ter capacidade para levar até ao fim o processo terapêutico», diz Celina Coelho de Almeida. A sexóloga Marta Crawford sente o mesmo problema: «Muitos casais começam a espaçar as sessões, dizem que não têm capacidade para vir com tanta regularidade.» A preocupação sobre os problemas financeiros veio influenciar a disponibilidade para o sexo, e apesar de procurarem soluções para a quebra na intimidade, «há quem chegue e diga logo à partida que está desempregado, mas precisa imenso de vir», acrescenta Marta Crawford. «E perguntam se eu faço um desconto.»

 

Nem sempre a terapia acaba por salvar o casamento, porém. Possivelmente porque já não havia grande volta a dar. E a crise acaba por ser pretexto para pôr fim a uma relação que já não funcionava: as preocupações com o lado mais prosaico da vida servem muitas vezes de desculpa para o afastamento do casal. Mas, se não for esse o caso, «há sempre alternativas», diz Marta Crawford, mesmo que seja preciso inventar programas para substituir as escapadelas de fim de semana ou os jantares a dois no restaurante favorito. «Há pouco tempo um casal dizia-me: "Não temos dinheiro para viajar, para jantar fora, para ir ao cinema, estamos amorfos em casa a olhar para a televisão." É este espírito depressivo que temos de tentar combater.» Até porque o sexo pode ser terapêutico: «Durante a atividade sexual libertamos uma série de neurotransmissores que nos fazem sentir bem, que fazem que as pessoas se sintam mais próximas, logo, mais capazes de vencer os obstáculos», explica a especialista.

 

Isabel e Duarte, residentes em Almada, viveram alguns destes constrangimentos na pele. «Em sete anos o meu marido esteve cinco anos desempregado», diz Isabel, 45 anos. «O facto de não haver disponibilidade monetária para fazer coisas de que se gosta ou para nos cuidarmos faz que tenhamos menos vontade de socializar, seja a que nível for. Num primeiro momento, há tanta coisa que preocupa que nem nos lembramos que era bom ter vida sexual», admite. Ainda assim, Isabel acredita que é possível remar contra a maré, embora tenha noção da dificuldade de manter a libido a funcionar.

 

«A individualidade de cada um é muito importante porque, apesar de muito unidos, cada um tem as suas coisas e podemos partilhar o que vivemos em comum.» Ao fim de trinta anos de casamento, Isabel garante que «existem mil maneiras de reacender a paixão e colocar a libido a funcionar. Mas tem de ser a dois. «Temos um espírito aberto, mantemos as nossas amizades, saímos juntos e separados, não temos crianças, nunca dormimos separados. E além disso, gostamos de sexo...», diz a rir. «Amar não custa dinheiro, além de que podemos sempre receber muito em troca.»

 

O princípio faz sentido e as palavras são sábias, mas será que os dois elementos do casal pensam da mesma forma? E os homens, sentem isso de maneira diferente das mulheres? Marta Crawford acha que não. «O homem é mais pragmático na sexualidade e consegue pôr mais rapidamente os problemas de lado, mas nem sempre. As mulheres talvez sejam mais complicadas.». No entanto, segundo o sexólogo Júlio Machado Vaz, um despedimento ou despromoção normalmente faz que seja o homem o mais afetado na sua sexualidade. A razão? Os estereótipos clássicos. «Os homens, sobretudo os mais velhos, sentem a situação como uma ameaça à sua virilidade e estatuto de chefes de família. Acresce que costumam ter mais dificuldades em abrir-se sobre os seus problemas», explica o psiquiatra. «O número de queixas vem subindo e com elas os efeitos sexuais colaterais. Há pessoas que me referem, surpresas, que já não se lembram de pensar em sexo.»

 

A situação não se vive apenas em Portugal. Já em fevereiro de 2009 a revista brasileira Época dava conta de uma investigação realizada nos EUA, segundo a qual 62 por cento das mulheres norte-americanas apontava a crise como responsável por a vida sexual ter piorado. No ano anterior, no Canadá, 12 por cento dos inquiridos numa sondagem admitiam ter tido um casamento desfeito devido a «motivos financeiros» nos seis meses anteriores. Em Londres, uma pesquisa realizada com operadores e corretores da Bolsa de Valores mostrou que 79 por cento deles acredita que o risco de o seu casamento acabar aumenta durante períodos de recessão. E em Wall Street, o problema atingiu proporções tais que foi criado um Dating a Banker Anonymous - «Namoradas de Financeiros Anónimas», numa tradução literal. Segundo o The New York Times, o grupo pretende levar as chamadas «viúvas de Wall Street» a partilhar o abandono emocional e sexual que sentem.

 

Apesar de o stress ser mais frequente em pessoas que trabalham no mundo financeiro, devido ao desgaste psicológico, a verdade é que a sombra do desemprego e das reduções salariais tem sido um fator determinante nos últimos tempos, precisamente devido à ligação que muitos homens continuam a teimar fazer entre salário ganho e virilidade.

 

«As disfunções da libido têm muito que ver com o humor da pessoa», diz José Palma dos Reis, chefe de serviço de Urologia do Hospital Santa Maria. «Mas o conceito de "disfunção sexual" é muito lato e envolve várias situações: disfunção da libido, disfunção erétil e disfunção orgásmica.» No atual contexto de crise, em que o stress pessoal tende a atingir níveis elevados, «será de esperar uma disfunção da libido: «O stress, e sobretudo a depressão, manifestam-se por via desta disfunção.» Mas não é preciso fazer soar os alarmes. Geralmente esta disfunção e a erétil não têm de estar relacionadas - ao contrário do que muita gente pensa. Além disso, «a disfunção erétil pode ser tratada com medicamentos».

 

Nestes casos, no entanto, Palma dos Reis considera «normal e expetável que haja um agravamento dos casos existentes, porque muitas vezes os pacientes não têm capacidade de pagar os medicamentos». Quatro comprimidos custam cerca de quarenta euros, um valor proibitivo para muita gente nos tempos que correm.

 

Quintino Aires é sexólogo, leva 22 anos de consultas, e não tem dúvidas: «os homens são os mais afetados por estas preocupações. Numa mudança financeira, social e económica, as mulheres começam rapidamente a utilizar a lógica. Os homens sentem-se mais perdidos». Por isso, em terapia, são sobretudo as mulheres quem relata a procura de sexo - nem sempre com o companheiro - para aliviar e esquecer as preocupações. Curiosamente, apesar da crise, no último ano e meio o sexólogo registou um aumento das consultas com queixa de natureza sexual. «Num olhar rápido, o sexo serve para dar prazer, mas não só. Serve para criar intimidade naqueles dois adultos que são diferentes. Se ela existir, então uma despromoção, uma empresa a falir, os bancos que deixam de dar crédito... tudo isso faz o casal esforçar-se e inventar alternativas. Se não, a probabilidade de a relação quebrar é muito maior», explica.

 

A situação de Eduardo e Rita, com 48 e 39 anos, não é muito diferente. Vivem em Bragança e ainda não pensaram na terapia, talvez por estarem mais longe dos grandes centros urbanos. Mas vivem o dia a dia com a sensação de «quem anda a contar tostões», sobretudo desde que a empresa de venda de material informático de Eduardo desceu abruptamente na faturação. «Tínhamos uma vida sexual normal», diz Rita, administrativa numa instituição de ensino, «mas agora chega-se ao fim do dia e o sexo não apetece». Eduardo, cansado das deslocações entre clientes que as vendas lhe vão exigindo, preocupado com o futuro dos colaboradores da loja, confessa-se «cada vez mais descontente», mas reconhece que é necessário deixar os problemas à porta de casa «antes que a vida familiar desmorone».

 

Têm dois filhos, uma rapariga de 3 e um rapaz de 9 anos, que também não ajudam a aliviar as tensões. «Todas as tardes, quando vou buscá-la à escola, a conversa é sempre a mesma: "Mãe, compras-me uma coisa?" Já lhe disse que tem de cortar a palavra "compras" do dicionário.» Juntos há cerca de 15 anos, o casal ainda não perdeu a ligação forte que os une, mas o sexo é quase forçado, «como se decidíssemos que temos de sair um bocadinho deste mundo de problemas e de crise», diz Eduardo. Antes, quando levávamos as coisas de forma mais descontraída, não era assim.»

 

À noite, depois de deitarem as crianças, reconhecem que lhes sobra pouco tempo para porem a conversa em dia e os poucos minutos em que se sentam no sofá servem para ver o noticiário da noite ou a primeira parte de um filme que esteja a começar. Um erro grave que a sexóloga Marta Crawford aponta todos os dias aos casais que recebe: «É preciso desligar a televisão! Primeiro, porque se poupa na conta da eletricidade, e depois porque a TV ocupa demasiado espaço na vida das pessoas. Quem adormece no sofá a fazer zapping não vai dali para a cama ter um momento de intimidade.»

 

Pelo menos neste quesito, João e Teresa, o casal de Cascais, parece estarem no bom caminho. «Uma vez por semana, religiosamente, vemos um filme e vamos para a cama cedo», diz João. O resto acontece naturalmente.

 

*Todos os nomes de casais desta reportagem são fictícios, a pedido dos próprios

 

Via JN



publicado por olhar para o mundo às 23:01 | link do post | comentar

Sábado, 24.03.12

Trapalhadas na cama

 

Sexo não vem com manual de instruções. Quem quer ousar tem que se arriscar, e muitas vezes o casal paga o preço.

 

Histórias que seriamengraçadas, se não fossem trágicas, é o que não faltam.

 

A sexóloga Carla Cecarello conta que um de seus pacientes teve sérios problemas após ter colocado em prática um plano mirabolante. "Ele pediu para que a companheira se sentasse com as pernas bem abertas, em um lugar alto. Subiu em um banquinho e mirou a vagina da companheira. A intenção era com o impulso penetrá-la com velocidade e força. Porém ele escorregou do banquinho e acabou batendo o pênis no osso da pélvis da companheira", lembra a sexóloga.

 

A queda gerou uma luxação no membro do rapaz. "Eu fico imaginando a dor que esse homem sentiu, o que é muito mais grave que a frustração da perda da transa. Quando o aventureiro veio ao consultório, ele contou a história rindo, já havia superado", conta Carla. "Tudo bem querer inovar, é até bastante saudável, mas tem que avaliar os riscos. Pense primeiro no seu bem estar. Se algo sair e errado e gerar gargalhadas no companheiro, leve na esportiva!", completa.

 

"Uma das minhas clientes contou que, para agradar o namorado, comprou uma lingerie vermelha, daquelas bem sexy. Mas ela achou que isso não bastava. Para complementar e mudar o visual, ela comprou também uma peruca loira", relata a especialista em artes sensuais Lu Riva. O hilário desta história é que o rapaz achou muita graça em ver a namorada usando aquela madeixa loira. "Sem pensar duas vezes ele disse, tirando a peruca da cabeça da mulher: "Que legal, amor. Deixa eu ver como eu fico! ", conta Lu.

 

A moça acabou ficando muito chateada, pois ele nem ao menos reparou na lingerie que ela usava. "Quando você for fazer uma surpresa a um homem, avise-o antes. Eles são extremamente racionais, além de não repararem muito em detalhes", recomenda a especialista. Não precisa contar com detalhes o que irá acontecer, apenas dê dicas.

 

Lu Riva contou também que uma de suas clientes se preparou para fazer um strip-tease para o namorado. O problema é que ela não tomou muito cuidado na hora de escolher a trilha sonora. "Ela esqueceu que o companheiro simplesmente odiava forró, e foi justamente o que ela colocou para tocar. Resultado: o rapaz levantou e saiu, deixou-a sozinha", lembra a especialista. E você, já passou por alguma cena prá lá de engraçada? Divida com a gente!

 

Via Vila Dois



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Sexta-feira, 23.03.12
Suspense e sexo  mistura irresistível

 

 

Receita para um filme dar certo: uma boa história, um bom roteiro, com os ingredientes certos, e a mistura de suspense e sexo. Parece tentador, não? Nós achamos que com esse enredo, um filme tem tudo para ser sucesso de bilheteria, inclusive na sua cama.

 

Fizemos uma lista para você curtir com seu gato, todos eles prendem a atenção e tem sexo e suspense no meio de uma ótima história. O primeiro deles é o sucesso "

 

Millennium - Os homens que não amavam as mulheres" de 2011. A película traz uma personagem que é ao mesmo tempo sexy e estranha, a racker Lisbeth Salander que protagoniza algumas cenas de sexo bem interessantes com seu amigo e jornalista Mikael Blomkvist, que é ninguém menos que o Daniel Craig.

 

Nossa outra sugestão é um clássico do suspense, e de quebra, tem o bonitão Nicolas Cage em sua melhor forma, inclusive a física. É "Oito milímetros". O longa trata da prática do"snuff", onde o sexo sempre termina em morte, de verdade. O justiceiro lindo e implacável está imperdível.

 

Mais um clássico que quase todo mundo já viu, mas que sempre vale a pena rever e incendiar qualquer sala de cinema em casa. "Instinto selvagem" de 1992, conta a trama de uma sensual escritora que é investigada por ser suspeita de estar envolvida numa série de crimes cometidos com um furador de gelo.

 

Nesse suspense muito tenso, uma das cenas de sexo mais quentes do cinema foi protagonizada entre Sharon Stone e Michael Douglas. Os atores literalmente sobem pelas paredes de tanto prazer, e na vida real Michael Douglas teve que se tratar por compulsão sexual.


Para fechar nossa seleção, um filme publicitário, bem diferente do que estamos acostumados a ver, foi produzido pela marca de lingeries Agent Provocateur e que causou certa polêmica, pois mostra mulheres lindas, de lingerie, cometendo uma espécie de crime. O curta metragem "Fluers Du mal", muito bem feito, por sinal, tem todos os ares de filme de terror, com suspense, boa fotografia e belas mulheres.

Veja abaixo os trailers dos filmes:

Oito milímetros

 

 

Millenium - Os homens que não amavam as mulheres

 

 

Instinto Selvagem

 

 

 

Via Vila Dois



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Quarta-feira, 21.03.12
Sexo:

Perguntámos a algumas mulheres qual era o seu maior medo numa relação, e a resposta foi a mesma de há séculos: ser traída. Mas, afinal, nada mudou no casamento? Fomos saber junto de alguns homens ‘traidores’ por que é que traem e como lidam com o assunto.

 

"Estava casado há sete anos quando aconteceu", conta Miguel O., 34 anos, professor universitário. "Envolvi-me com uma colega. Nem sequer estava apaixonado, mas também não estava apaixonado pela Lúcia, a minha mulher. Estava farto da monotonia em que o meu casamento se tornara."

Como era um principiante nas lides da traição, foi apanhado ao final de escassos dois meses. "A Lúcia reparou em algumas 'confusões' nas minhas desculpas e, sim, fez a cena típica de ir ver as mensagens do meu telemóvel, os emails no computador e procurar facturas nos bolsos." O casamento acabou logo a seguir. "Ela confrontou-me, e eu assumi. Não tive outra hipótese."

 

O que se seguiu foi ainda pior de enfrentar: "Foi o escândalo total, porque ela não se limitou a confrontar-me, contou a toda a gente: à família dela, à minha família, aos amigos. Fui crucificado. A única pessoa que me ofereceu um sofá para dormir foi o meu irmão. Todos à volta faziam questão de lembrar como eu fora filho da p.... Foi a vingança da minha mulher."

 

Miguel sentia-se o último dos homens. "Todos olhavam para mim com desprezo: venho de uma família muito católica e fui educado a pensar que um homem adulto tem um bom casamento e é responsável por mantê-lo." A pressão familiar foi um inferno: "A minha mãe ia tendo um ataque quando percebeu que o filho mais velho, o mais responsável, tinha enganado a mulher. Mas a Lúcia - que sempre foi uma mulher doce e até um pouco apática - estava irredutível neste ponto."

 

Hoje, passado um ano, Miguel tem a certeza de que foi melhor assim: o casamento nunca teria dado certo. "Acho que os homens e as mulheres traem porque não estão bem na relação. Foi o que aconteceu comigo. A seguir, nem mantive aquela 'aventura' ou como lhe queiram chamar. Não era nada de especial. Acho que gostava da atenção."

 

Os 'traidores' são uma espécie pouco original: segundo um estudo recente da Universidade do Nevada, 40% dos homens já tiveram um caso fora do casamento. Os números não mudaram assim tanto desde o famoso Relatório Kinsey, em 1950, que apontava 50% de traidores entre os norte-americanos casados.

 

"Sentia-me um electrodoméstico..."

Miguel é o caso do 'traidor' clássico que trai mais ou menos porque sim, por desfastio, e que é apanhado pela mulher com a maior das facilidades. Mas há quem veja um 'caso' como um aviso de que é melhor mudar de vida.

 

Foi o caso de Luís S., gestor, 38 anos. "Fui casado durante quinze anos e nunca traí a minha mulher. Não me acho um traidor por natureza. Acho, sim, que preciso de atenção. E isso foi algo que perdi quando nasceram os meus filhos."

 

Estamos mesmo a ouvir a troça das mulheres: 'Ai coitadinho!' Mas a falta de atenção é uma queixa que se repete no mundo masculino: "Senti-me como um electrodoméstico na minha própria casa. Servia para ir às compras, mudar lâmpadas, pagar compras e pouco mais. O mundo da minha mulher passou a girar em redor daquelas crianças."

 

As consequências foram previsíveis. " O sexo foi-se tornando cada vez mais raro. Não é algo que nos apercebamos logo de início. Mas há um dia em que pensamos 'faz três semanas que não durmo com a minha mulher'. Sei que ela estava de facto cansada. Mas uma parte de mim não aceitava isso."

 

"Já não amava a minha mulher"

O que é que faz alguém que não tem atenção no casamento? As nossas avós não se cansaram de nos repetir: procura atenção lá fora! Luís pensou a mesma coisa. "Mas em momento algum considerei divorciar-me. A minha mulher e os meus dois filhos eram intocáveis. Os meus amigos juravam que umas 'aventuras' fora do casamento não faziam mal algum. Um deles disse-me: 'Como achas que sou casado há 30 anos?'" 

 


Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 22:43 | link do post | comentar

Domingo, 18.03.12

Mitos e dúvidas sobre o sexo

 

É mais do que normal ter milhões de dúvidas antes da primeira transa. No entanto, é importante descobrir as respostas não só para matar a curiosidade, mas para se proteger de doenças e evitar gravidez indesejada. Para entender de uma vez por todas tudo o que pode ou não rolar em relação ao sexo, o D+ conversou com Carolina Ambrogini, ginecologista e sexóloga da Unifesp, e com a professora de Biologia e Educação Sexual Silvana Battestin. Confira:

 

É mesmo perigoso transar sem camisinha?

Com certeza. Camisinha evita gravidez não planejada e doenças sexualmente transmissíveis. Não apenas a Aids. O HPV, vírus que provoca lesões (inclusive cancerígenas), é mais comum do que se pensa, bem como os vírus das hepatites B e C. Sexo oral e anal também deve ser feito com preservativo.

 

HPV tem cura?

Ainda não, mas há tratamento para as lesões causadas pela doença. Para prevenir, existe vacina contra alguns tipos de vírus.

 

Tomar pílula anticoncepcional por muito tempo pode fazer mal?

Não, desde que seja o remédio certo para você. Por isso, é tão importante ter acompanhamento de um ginecologista, que deve ser consultado anualmente. O que não pode é esquecer de tomar um único dia e na hora certa.

 

O exame ginecológico de papanicolau tem de ser feito logo após a primeira transa?

O ideal é que seja feito até um ano após o início da atividade sexual. O exame é essencial, pois ajuda a diagnosticar lesões no colo de útero, entre outras possíveis alterações.

 

Pode tomar pílula do dia seguinte sempre?

Não, só em casos de emergência, como quando a camisinha estoura. Ela tem até 20% a mais de hormônio do que a pílula comum. Se tomada de forma exagerada pode desregular a menstruação, provocar dor de cabeça, retenção de líquido, sensibilidade nos seios, náusea, vômito e até trombose.

 

O corpo muda após a primeira relação sexual?

A mudança não tem a ver com perder a virgindade, mas com o período da adolescência em que cada um está.

 

A camisinha comum é mais eficaz do que a com aroma e gosto?

As duas são igualmente eficazes.

 

O nervosismo atrapalha e faz doer na hora de transar?

Pode acontecer. Se a mulher está tensa, ela contrai a musculatura da vagina e fica difícil ter lubrificação no local. A ansiedade também pode atrapalhar a ereção e ejaculação do homem.

 

A mulher demora mais para ter prazer?

Os mecanismos de excitação da mulher são diferentes do homem. Ela precisa de mais carinho, beijo e amasso para ficar excitada, mas tudo depende do casal e do momento.

 

Adolescente pode tomar viagra?

Não é recomendado e pode provocar dependência psicológica.

 

Na hora do sexo dá para perceber se o parceiro tem alguma doença?

Nem todas as doenças são visíveis, por isso, camisinha é importante.

 

Homem e mulher podem usar camisinha ao mesmo tempo?

Não é recomendado. Corre-se o risco de as duas estourarem, além de diminuir muito a sensibilidade.

 

É errado se masturbar?

Pelo contrário. Tanto meninos quanto meninas descobrem o próprio corpo e onde e como sentem prazer por meio da masturbação. 

 

retirado de ABC



publicado por olhar para o mundo às 22:19 | link do post | comentar

Sábado, 17.03.12

Empreendedorismo sexual

 

Prostituição existe desde sempre. Dizem que é a profissão mais antiga do mundo, já que sempre teve alguém querendo e alguém oferecendo o serviço. Isso todo mundo sabe.


Mas e que na Grécia antiga as prostitutas tinham acesso a educação e artes, diferentemente das outras mulheres, para que pudessem conversar com os homens de igual para igual? Por lá a prostituta, muito além do sexo, era conselheira.

 

Chegando nos dias de hoje, a prostituição é vista como uma saída para quem não tem mais nenhuma opção. Opa! Será que é isso mesmo? Não, não é.

 

A prova de que a troca de um serviço por dinheiro, mesmo quando o serviço é sexo, pode ser feita por quem poderia arrumar uma outra saída, são sites como os americanos SugarDaddies e SugarBabies. Por lá as pessoas anunciam o que precisam e como podem pagar — se você precisa pagar a mensalidade da faculdade por exemplo, pode pagar com sexo três vezes por semana.

 

O criador do site diz que não tem nada demais, é só uma maneira adulta de escambo. Cada um coloca em jogo o que quer e o que tem.

Nos Estados Unidos isso vem se tornando mais e mais utilizado por estudantes universitários que bem poderiam arrumar um emprego de garçom, mas preferem se divertir enquanto trabalham. E usam o site para encontrar investidores.

 

No Brasil isso também existe. São diversas garotas lindas, bem educadas, de famílias que nunca passaram por muitas dificuldades, e que escolheram essa vida por gostar muito de sexo ou dinheiro. Ou dos dois. Na sua classe da faculdade pode ter uma e você nem imagina.

Outra coisa que vemos muito por aí é gente interesseira. Gente. Não é só mulher, como muitos dos comentaristas daqui insistem em dizer.

 

Existem tanto homens quanto mulheres que só se relacionam com pessoas que podem oferecer alguma vantagem na sua vida. Seja grana, sejam contatos, seja um emprego...

 

E aí as pessoas costumam apontar quem se prostitui, quem deixa claro que essa é sua profissão, como errado, sujo, inferior... Mas isso é algo que se faz muito, não olhar para sua própria vida e a maneira de escolher com quem convive.

 

Outro problema muito grande em relação a prostituição é que se um homem o faz, é esperto. Ele vai poder transar com todas as mulheres que quiser e ainda receber por isso. Se uma mulher o faz, é uma sem vergonha que não se dá valor e não se respeita, afinal, mulher "pra casar" não faz sexo assim.

 

Não tem algo errado aí? A mulher, assim como o homem, é dona de seu corpo e faz dele o que bem entender. Em algum momento da história alguém disse que era errado trocar sexo por dinheiro, que mulheres não deveriam ter interesse pelo assunto e todo mundo levou isso pra vida como uma verdade incontestável.

 

Se sou a favor da troca? Nem a favor, nem contra. Não interfere em nada na minha vida, é uma profissão como qualquer outra. Assim como não sou contra ou a favor de trabalhar num banco, caixa de mercado, oficina mecânica ou ser advogado. Nada disso muda minha maneira de olhar para as pessoas.

 

Talvez pagar a universidade seja a coisa mais importante da vida da pessoa e que depois daquilo ela seja responsável por mudanças incríveis na área da ciência, encontre a cura de uma doença ou mude a forma de ver a história da humanidade. Pode ser que ela se torne um grande nome nas artes, na comunicação ou mude a política mundial, acabe com guerras e com a fome.

 

E aí, ela vai ser menos importante porque pagou os estudos de uma forma ou de outra?

 

 

Via Preliminares



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Sexta-feira, 16.03.12

Gillian Anderson revela a  sua bisexualidade

A atriz, que saltou à fama por sua interpretação da agente Scully em X-Files, contou que desde adolescente tem sexo com mulheres mas que também gosta de homens.

 

Em uma entrevista com a revista OUT, Gillian Anderson confessou que ao longo de sua vida deitou com várias mulheres. Segundo contou, tudo começou quando mudou de Londres aos Estados Unidos durante sua adolescência.

 

“Estive de relação com uma menina, faz muito tempo atrás, quando estava no colégio”, confessou a atriz de 43 anos.

 

Depois, teve outras relações com pessoas de seu mesmo sexo, mas explicou que ao sentir sempre atraída pelos homens, nunca se imaginou em um relacionamento lésbico.

 

Anderson, que divorciou-se duas vezes e é mãe de três filhos, disse que suas aventuras com mulheres foram “uma exceção e não a regra”.

 

“Se tivesse pensado que era cem por cento gay, teria sido uma experiência diferente para mim?”, perguntou-se Anderson.

 

Via bulhufas



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Quinta-feira, 15.03.12
Slow sex pode ser mais prazeroso

 

Fazer sexo já é bom, se o jeito de fazer é devagar ou rápido, fica bem ao gosto do freguês. O ideal é variar e experimentar um cardápio bem diversificado em matéria de posições e entre "rapidinhas" e "devagarinhas", também encontrar o seu próprio "ponto G". Na questão do orgasmo, especialistas dizem que que fazer amor bem devagar pode gerar um orgasmo mais explosivo.

 

Uma reportagem da revista Women´s Health pesquisou a opinião de alguns especialistas que afirmam que a relação sexual prolongada e com vastas preliminares pode gerarorgasmos mais explosivos. Será?

 

As mulheres andam comentando que encontrar um homem que saiba onde cada coisa está no corpo feminino já é uma vitória, se encontrar um especialista em slow sex então, ela está feita. Continuo com a máxima de que sexo é como pizza, "mesmo quando é ruim, é bom". Embora com o tempo e a experiência, muitas vezes percebemos que não é bem assim. Mas isso é outro assunto.

 

Fazer algo gostoso devagar é muito bom, então, isso vale para o sexo. Uma dica bem interessante é relaxar o máximo possível, e encarar aquele momento como algo fora do universo, e fazer tudo com calma, para variar. Sair rasgando camisas e arrancando a roupa é o seu estilo? Tente ir com calma.

 

Explorar áreas mais longe dos órgãos genitais pode ser muito gostoso. Se abraçar e observar os detalhes do corpo do outro cria uma conexão que a corrida diária nos rouba. Aposto que você se pegou correndo até para transar. Então, pense que é necessário guardar um tempo para fazer isso com calma.

 

As preliminares pedem tempo. Olhar para si e para o outro, com alguém que está ali por você e para você demanda dedicação. Essa fórmula é ideal para casais e para aquele dia D, do novo romance. O ideal é tentar relaxar antes do encontro, tome um banho morno, se perfume e ouça uma música. Faça isso tudo, só que mais devagar.

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 22:02 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 14.03.12
Sexo sem compromissos, amigos com direitos

Os filmes Amor sem Escalas e Sexo sem Compromisso retratam como funciona o relacionamento entre amigos liberais


Para algumas pessoas, a ideia soa como um insulto, no entanto, para os mais modernos e indiferentes aos tabus sociais, ter um amigo com benefício - nome sutil dado à prática de sexo frequente com a mesma pessoa sem compromisso - é uma forma segura e divertida de satisfazer os desejos sexuais. "São dois amigos que saem quando ambos estão disponíveis e com vontade de sexo", definiu Tamires Carvalho - que já viveu a experiência.

 

Também chamado de "transa fixa" ou "amizade colorida", o hábito é visto com bons olhos por Ricardo Junior. "Melhor do que muitas pessoas que pagam programas com prostitutas ou até mesmo ficam com vontade acumulada e acabam saindo com qualquer um", disse ele. "No meu caso, combinamos sempre de nos cuidar nas relações com outras pessoas e não deixar transparecer o que fazemos para ninguém", acrescentou.

 

Ricardo afirmou que ter uma amiga deste tipo evita a carência. "Você sempre tem alguém ao lado, seja como amigo, seja como amante", disse ele. Ele explicou que é uma maneira de aproveitar apenas a parte boa de um namoro. "Tem tudo que um relacionamento sério tem, porém sem aquela coisa de traição, compromisso e cobrança", comparou. Ele e a "amiga" já saíram juntos e terminaram a noite com pessoas diferentes, sem qualquer desentendimento, por exemplo.

 

A liberdade para fazer o que tem vontade, sem precisar dar satisfações e ainda estar disponível para conhecer e ficar com outras pessoas é o que atrai Tamires para ter este tipo de relações. Segundo Tamires, entre o "amigo com benefícios" e ela existe apenas tesão e química. "É um sentimento totalmente carnal, uma atração exclusivamente física e só", descreveu. "Se você gosta ou admira a pessoa jamais aceitaria uma relação estritamente sexual, certo?", completou.

 

O problema está exatamente na suposição de Tamires. O médico ginecologista, sexólogo e professor do ambulatório de sexologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Amaury Mendes Junior, disse que existe uma tendência em as mulheres criarem expectativas emocionas em relação ao parceiro. "Se o homem liga para a mulher para transar, ela decide que também está com vontade e aceita e eles têm consciência de que aquilo não vai evoluir, tudo bem. Mas se houver uma esperança de algo a mais, vai morrer na praia", explicou. "É preciso maturidade", disse.

 

"Amigos" e ex-namorados


A psicóloga Isabel afirmou que uma mulher pode se submeter a ter relações sexuais sem compromisso "na tentativa de conquistar esse amigo e transformá-lo em namorado". Mas, não existe regra. "Pode ser apenas um exercício de sexualidade dentro de um padrão culturalmente mais 'masculino' de interação", disse ela.

 

Fernando Oliveira vive uma situação de sexo sem compromisso com duas ex-namoradas, no entanto, em ambos relacionamentos existe sentimento. "Quando estamos juntos, somente nós, rola algo a mais", disse ele. Oliveira contou que elas sabem que ele transa com outras mulheres e ele também tem consciência de que as ex-namoradas têm relações com outros homens. "Consigo manter um relacionamento além de uma amizade com as garotas que gosto e sem precisar dar satisfação como em um relacionamento sério", definiu. No entanto, Oliveira confessou que às vezes se priva de certas coisas para não magoá-las.

 

"Arrumar uma namorada ou namorado sem avisar" é a única regra do relacionamento entre Oliveira e as duas mulheres. "Sentimento existe, mas por alguns motivos o relacionamento não deu certo, e basicamente temos medo de tentar novamente. Então, ficamos na amizade colorida para satisfazer nossos sentimentos sem machucar um ao outro", explicou.

 

A psicóloga e terapeuta Isabel Delgado acredita que se houver um acordo entre as partes em relação a acrescentar o sexo sem compromisso à relação, ninguém ficará emocionalmente afetado. "Os problemas acontecem quando as pessoas envolvidas estão com diferentes visões do que está de fato acontecendo, isto é, uma delas começa a romancear a relação, o que acaba comprometendo a amizade prévia", concluiu. Por isso, a situação vivida por Oliveira é um tanto quanto arriscada em relação a mágoas.

 

Regras básicas


Seja por medo de envolvimento, falta de tempo ou foco em outra coisa que não seja um relacionamento sério a dois, para ter uma amizade com "benefícios" saudável, é preciso seguir algumas normas. Os dois principais itens proibidos são: ciúmes e cobranças. "Não existe compromisso", disse Ricardo Junior. "Acredito que a partir do momento que rola cobrança de um dos dois lados é porque começa a rolar um envolvimento emocional, e daí a coisa pode não acontecer mais legal se o outro não estiver no mesmo nível", explicou Tamires.

 

Outro ponto importante é deixar tudo esclarecido sobre como será o relacionamento. Para Ricardo, a sinceridade e transparência devem ser a base desta amizade. Ao mesmo tempo, ele acredita que o relacionamento deve ser mantido em segredo. "Se os boatos começam, a amizade não dura muito tempo mais", disse ele.

 

Alessandro Santos, que também cultiva uma amizade "colorida", ressaltou a importância da prevenção de doenças e de uma gravidez indesejada. Para ele, também é ideal manter a amizade ao longo das relações. Mesmo seguindo estas regras, Tamires acredita que este tipo de relacionamento está fadado ao fracasso. "Depois de um tempo um dos dois sempre acaba se envolvendo. Dificilmente as pessoas conseguem levar uma relação assim por muito tempo, pois em algum momento um irá se machucar", concluiu.

 

*O nome dos personagens foram alterados para preservar a identidade

 

Retirado de Terra



publicado por olhar para o mundo às 21:57 | link do post | comentar

Quinta-feira, 08.03.12

Hoje é o Dia Internacional da Mulher. É aquele dia em que a gente comemora todas as vitórias que tivemos, todo o respeito e segurança que fazem parte da nossa vida. Mas espera aí...


Milhares de sutiãs foram queimados para que a gente pudesse usar minissaia e fazer sexo sem ter que ouvir julgamentos, além de outras coisas, claro, mas a gente ainda passa por isso, não? A cada passeio num vestido um pouco mais curto e temos que nos sentir como carne no açougue, todo mundo olhando, fazendo comentários e o pior de tudo são os comentários que chamo, carinhosamente, de "estuprador em potencial", que são os que nos deixam morrendo de vontade de correr para casa.

 

A gente não deveria passar por tudo isso!

 

É claro que hoje já temos a liberdade sexual, podemos nos relacionar com quem quisermos sem que ninguém tenha que se intrometer. Mas as pessoas ainda apontam as mulheres que são assim. Dizer que a mulher que faz sexo apenas por sexo não se respeita é um absurdo tão grande, tão machista, que nem merece muitas linhas de texto.

 

O mais triste de tudo é que muitas mulheres tem essa atitude de apontar para a outra e sentar sobre o próprio rabinho. Um exemplo muito claro disso foi a eliminação da BBB Renata. Ela saiu da casa porque ficou, em 45 dias, com três caras. Oi? Aqui fora ninguém faz isso?

 

Ah, dizem que ela fez sexo na casa, o que é um absurdo. Oi de novo? Sexo não é um absurdo. Sexo é algo que todo mundo faz, é natural, faz bem, é gostoso. E sexo na novela das oito pode, né? O argumento sobre ser ou não real não cola, é sexo, ponto. As cenas do BBB, tanto da Renata quanto da Laisa, só foram vistas por quem procurou na internet. E MUITA gente procurou.

 

Além disso, se as duas fizeram sexo e uma delas ficou com mais de uma pessoa, tem gente faltando nessa conta, né? Laisa e Renata são erradas por terem feito sexo, mas Yuri e Rafa são garanhões. Assim como Jonas, que deu uns beijos em Renata e Monique. Não tem algo errado aí?

É claro que tivemos diversas vitórias, que temos mais liberdade, mas ainda não podemos andar sozinhas na rua, de noite, sem ter um pinguinho de medo, de olhar para os lados porque violência sexual é algo banalizado.

 

É claro que podemos fazer sexo com quem e quando queremos, mas vamos ter que aguentar alguém comentando sobre a nossa vida e achando que o homem é assim mesmo, mas a mulher não se dá o respeito.

 

É claro que trabalhamos, mesmo ganhando menos por um cargo igual ao do homem, mas algumas de nós ainda têm que chegar em casa e cuidar de tudo — o último post deste blog foi a grande prova de que isso existe muito mais do que gostaríamos de acreditar.

 

Os homens vivem reclamando nos comentários e nos e-mails que as mulheres não gostam de sexo, que não sentem desejo por eles e que eles gostariam de mudar isso. A pergunta que eu faço é: como as mulheres vão deixar os desejos falarem se a cada vez que isso acontece ela corre o risco de ser taxada de piranha? A atitude de apontar para as mulheres livres faz com que outras enxerguem o sexo, inconscientemente, como algo errado. E aí é claro que ela não vai querer se soltar nem com o marido. A gente colhe o que planta!

 

Proponho um desafio: que tal julgar menos e se divertir mais? Nos primeiros dias vai ser difícil, mas depois você vai notar que sua vida ficou mais leve. Sexo não é errado, errado é tornar algo tão natural um tabu.

 

Retirado de  Preliminares



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Sexta-feira, 02.03.12

Muita timidez só atrapalha

 

Timidez pode até parecer charme, nos filmes, nas novelas, mas na hora da conquista na vida real, e na hora H, não ajuda, em nada. A timidez pode existir sim, ninguém está livre.

 

Ela pode pintar, só não pode ficar. O ideal é liberar o corpo e a imaginação. Capriche na lingerie, capriche no make, pois se sentindo linda, você estará mais segura.

 

Outra coisa que você deve ter em mente para se soltar é que esse homem está ali com você porque realmente a quer, e você a ele. Certos detalhes, e certas preocupações, como "será que estou bonita?", "será que estou fazendo algo errado?" não ajudam em nada.

 

Para começar não tem certo e errado na hora do sexo, o que existe é o que dá tesão, prazer e torna tudo mais divertido. A melhor coisa que pode acontecer é você conversar com seu parceiro, dizer o que gosta, o que quer e até contar, caso queira, que está querendo se soltar. O momento pode até se tornar uma fonte de boas risadas e de mais carinho e uma coisa leva a outra, e por aí vai.

 

Se sua vergonha é na hora de realizar alguma manobra sexual, tente ler, conversar com uma amiga, e se informar sobre como fazer, ou melhor, arrisque e faça o que der vontade na hora, e não pense tanto nisso. Muitas vezes, a surpresa pode ser melhor do que você espera, não se prenda a antigos costumes e relatos de outras pessoas. Cada pessoa sente de forma diferente, por isso, a melhor atitude é relaxar e aproveitar.

É legal também pensar também de onde vem essa vergonha. Ela aparece somente na cama, com seu gato? Ou ela acontece em outras áreas? De acordo, com essa reflexão, você vai perceber de onde isso vem, certo?

 

E não sinta vergonha também, de conversar sobre isso com uma amiga, ou se sentir necessidade,procurar um profissional, um médico, que ajude você a entender e resolver esse pequeno obstáculo.

 


E você é tímida? Ou conseguiu superar esse obstáculo? Conte para nós.

 

Via Vila Dois



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Quinta-feira, 01.03.12

Às vezes a mulher acha que fazer tudo na cama para satisfazer o parceiro é o bastante para mantê-lo ao seu lado eternamente. Grande engano!

 

Quando uma mulher se agride emocionalmente só para realizar as fantasias sexuais do parceiro, geralmente ela se torna triste, amarga e até com raiva dela mesma.

 

E com o passar do tempo, ela acaba perdendo o desejo sexual, e o ato se torna mecânico.

 

O bom relacionamento sexual, começa com a satisfação de ambos. Portanto, o primeiro passo para uma mulher ser boa de cama, é conhecer o que a satisfaz, suas fantasias, seus limites sexuais e também os do seu parceiro, e se respeitar muito. Ela deve se sentir confortável com o seu corpo independente do padrão de beleza imposto pela mídia. E também conhecer as fantasias sexuais do seu parceiro. E para chegar nesse ponto, é preciso conversar sobre o assunto.

 

Mas como entrar nesse assunto, pois para muitos casais ainda é um tema polêmico? Minha dica é a seguinte: Tudo deverá ser feito de uma maneira natural. Você pode comentar com ele sobre a matéria que saiu no jornal ou revista falando sobre o assunto, um programa de televisão que fale sobre o que te interessa.

 

Ao conversar com ele, perceba se você se sentiu à vontade, falando sobre o assunto. Se a resposta for positiva, já é um passo para você começar a realizar a fantasia em pauta. O mais importante é você realizar essa fantasia, da sua maneira. Toda vez que você recebe uma dica sobre o que fazer na cama, pergunte-se como você pode fazer aquilo, do seu jeito e aplicar no relacionamento de uma maneira natural e sem se agredir.

 

Para a mulher ser uma boa parceira sexual, ela deverá executar a fantasia sexual não só para agradar o parceiro e sim porque lhe faz bem e a excita. O que mexe com o homem não é fantasia em si, e sim como ela é executada pela mulher. É por isso que a mulher tem que curtir muito o que ela está fazendo.

 

Por isso, quando ele te pedir algo que você não está preparada, diga a ele com todo o seu jeitinho e doçura que você vai se preparar para o que ele está pedindo, mas no momento você não se sente à vontade para esse tipo de fantasia. Mas não precisa se sentir ofendida. Existem algumas mulheres que até se ofendem com os pedidos dos parceiros. Relaxe é só uma fantasia. Isso não significa que ele teve a intenção de magoá-la ou ofendê-la.

 

Portanto, só faça o que for bom para os dois. E quando fizer, faça do seu jeito, porque cada mulher é única, não se esqueça de colocar o seu toque, pois o poder está exatamente na sua maneira de ser. É o seu diferencial.

 

Lembre-se: O homem admira a mulher que se respeita e não a que ele cria. 

 

Via Vila Dois



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Quarta-feira, 29.02.12

10 dicas do que os homens gostam no SEXO!

As mulheres de uma forma geral gostam de agradar seus parceiros, e se sentem realizadas quando conseguem, mas o grande problema é esse: Como agradar seu parceiro na hora do SEXO?


Por isso resolvi postar hoje algumas dicas sobre isso. Claro que ninguém é igual e ninguém, mas com certeza alguma dessas dicas funcionará com você!

1. Espontaneidade
O que ele quer é que você saiba compreendê-lo, que quando ele quiser transar você o acompanhe no jogo, quando algo não lhe agradar que você simplesmente não o faça e quando você tiver desejos de fazer algo não fique calada e proponha sem pudores. O que ele deseja é que você não se iniba na frente dele na hora do sexo.

2. Frases quentes
Na cama não pode existir vergonha nem pudores. Sendo assim, ele espera que você diga tudo o que tiver vontade, que você o guie com palavras ou com as mãos, que você se solte e que não tenha problemas em gritar ou dizer muitas coisas eróticas. Para eles, ver a mulher se retorcendo de prazer e excitando-o só com palavras é um cenário perfeito.

3. Ser surpreendido
Não há coisa de que eles gostem mais do que uma mulher que seja capaz de tomar iniciativa de vez em quando. Para eles, você tomar a decisão de alguma situação é muitas vezes um alívio e faz com que você pareça mais atraente. Surpreenda-o ao chegar do trabalho ou então no lugar que ele menos esperar. Com certeza ele não negará um momento de prazer.

4. Cumpra as fantasias dele
Você ser capaz de escutar as fantasias dele, entendê-las e ao menos pensar em realizá-las é importante. Mas se você as realiza sem que ele tenha que insistir muito é o céu. Busque uma fantasia que seja cômoda para você, mas que ao mesmo tempo irá surpreendê-lo na cama.

5. A “rapidinha”
O sexo rápido, sem estímulos e que acontece pela simples vontade, é algo que eles adoram e necessitam de vez em quando. Não se coloque na defensiva quando ele quiser surpreendê-la e entre no jogo dele. Uma escapadinha rápida de vez em quando não faz mal a ninguém e a questão de às vezes não existir um jogo de sedução antes do sexo não quer dizer que ele não a ame ou que não pense em você e sim o contrário, é porque ele te deseja muito e gosta de você.

6. Dar a ele um bom início de dia
Este é um dos pré-requisitos que todos os homens, sem distinção, elegem quase como o número um. Acordar de uma maneira agradável e enchê-los de vitalidade e energia para o resto do dia é algo que eles agradecem de verdade. Muitas vezes, ao chegar do trabalho ele está cansado e só quer dormir, por isso aproveitar as energias da manhã é para ele uma boa opção para começar o dia. Programe o despertador para um pouquinho mais cedo e surpreenda-o.

7. Assuma o comando
Não espere que ele tome a iniciativa em tudo o que vocês forem fazer na hora do sexo. É verdade que eles gostam de dominar, mas, muitas vezes, preferem ser submissos diante de uma mulher decidida que os domina e os seduz e, mais ainda, que mesmo que a mulher não seja assim, que na hora do sexo ela saiba ter, sobretudo, uma questão de atitude.

8. Somente sexo
Querer que tudo seja perfeito, romântico e sensual pode ser algo desgastante para algumas pessoas. Por isso, muitas vezes, os homens desfrutam do sexo só pelo sexo, sem preparações românticas.

9. Carinho após o sexo
Uma das coisas que os homens mais odeiam é que logo depois de uma transa espetacular a mulher saia apressada para tomar banho. Os homens, mesmo que isso pareça coisa só de mulher, também gostam de receber carinho depois do sexo. Muitos deles preferem que você fique ao menos uns instantes ao lado deles, descansando após tanta agitação e compartilhando beijos, carinhos e comentários sobre o prazer que vocês sentiram.

10. Que você aprecie o sexo
Que os homens desfrutam ou necessitam mais de sexo pode ser uma realidade, mas para eles é incrível que uma mulher não se intimide ao reconhecer que ela gosta de sexo tanto quanto ele. As mulheres tendem a ocultar que também pensam em sexo e que o desejam continuamente. Sendo assim, uma mulher que reconheça isso sem pudores é quase como ganhar na loteria. Por isso, não tenha vergonha de querer fazer sexo sem que ele tenha proposto ou em qualquer lugar. Ele te amará por isso.


Usem! E me contem qual dica funcionou melhor?!
Retirado de No Ponto G


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Terça-feira, 28.02.12
Abrir mão das fantasias por amor

 

 

Abrir mão de algo sempre traz certo desconforto, pois geralmente, é algo que curtimos. Se for abrir mão de uma fantasia sexual, então, é para se pensar.

Isso pode acontecer por dois motivos, necessidade e necessidade. Vamos comentar sobre as fantasias excitantes que deixamos de realizar para não magoar nosso companheiro, parceiro ou paquera.

 

Muitas vezes, o que é bom, prazeroso e gostoso, pode fazer mal para outro alguém de quem a gente gosta. A melhor coisa seria conversar e chegar a um meio termo. Mas o que de fato pode magoar tanto o outro?

 

Usar brinquedinhos sexuais, ou sair sozinha, pode ser um absurdo para alguns homens. Fora a conversa, tão necessária a primeira coisa é perceber se esse amor supre as suas necessidades diante de sua vida.

 

Você vai concordar que por mais que você ame esse homem, você vai precisar mudar seu jeito de ser, de viver, e ser alguém que você não é. Vai precisar criar outra pessoa em você mesma. Isso realmente é o que lhe faria feliz? E será que o outro quer que você mude a esse ponto? Se ele não entende ou não quer curtir prazeres juntos e com outras pessoas ou realizar certas fantasias que você está a fim, a resposta parece óbvia.

 

Todas as pessoas, sejam elas, homo ou heterosexuais, se atraem pelos gostos em comum com o outro num primeiro momento, e podem até curtir e acharem legal ter diferenças. Mas isso vai até que ponto? Na hora do sexo, o prazer precisa ser bilateral. Certas diferenças só parecem ser engraçadas e interessantes em roteiro de filme do Woody Allen.

 

Portanto, será somente o dia após dia que dirá se a diferença de preferência vai ser boa ou não. Alguém com certeza já viveu uma situação parecida. Se é o seu caso, conte então para nós - estamos curiosas.

 

Via Vila Dois



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