Sexta-feira, 22.06.12

Como é o sexo depois do casamento?

 

Uma noite é dor de cabeça. Na outra, cansaço. Na seguinte, preocupação com o projeto ou com a pós-graduação ou com os filhos.

 

Mas pode ser cólica, dor de dente, unha encravada. Mulher arranja a desculpa que quiser para evitar o sexo. E a prática é mais comum em casamentos estáveis do que se imagina.

 

Mesmo sentimentalmente equilibrados, muitos casais perdem o desejo. Mais frequentemente as mulheres acabam fazendo sexo por obrigação, se submetendo a uma espécie de sacrifício. E não se trata de não amar mais o parceiro. Apenas de não ter mais o mesmo interesse sexual em sua figura.

 

A psicóloga Laila Pincelli, especialista em terapia de casal, ressalta que não é uma verdade absoluta que todas as mulheres fazem sexo sem querer - até porque existem aos montes aquelas com muito mais desejo sexual que os homens -, mas em alguns casos isso acontece sim. "Elas costumam fazer sexo com mais frequência do que gostariam. Para algumas, uma vez por semanas ou por mês está bom, mas elas fazem mais vezes para agradar ao marido", exemplifica. "O número de mulheres casadas que aceitam fazer sexo com os maridos sem qualquer vontade é bem menor do que antigamente, mas mesmo assim, muitas ainda se submetem, ou por carência afetiva, ou por medo de perder o cônjuge", opina Eliana Barbosa, consultora em desenvolvimento humano.

 

Esse interesse se diminui por conta do dia a dia, e assim a atração física dá espaço a outro tipo de sentimento. "O relacionamento ainda tem espaço para amizade, envolvimento afetivo, mas só. O sexo fica comprometido e a vida sexual, por consequência, menos relevante", avalia Laila. Isso porque o sexo envolve uma série de investimentos por parte do casal: é preciso criar mistério e carinho, estar disposto a isso. "O casal está tão cansado e distanciado que chega uma hora em que o sexo não faz mais falta. A correria da relação diária compromete essa parte do casamento e, na maioria das vezes, eles não conseguem voltar atrás". Eliana acredita que a falta de desejo em casamentos "sentimentalmente satisfatórios" se deve à falta de abertura do casal em relação à vida sexual. E diálogo.

 

Não há como saber se a perda do desejo começa no homem ou na mulher - o fato é que eles reclamam mais aos quatro ventos que depois do altar, a cama esfria. No consultório, Laila percebe que a maioria é de mulheres que perdem o desejo - talvez por que elas se abram mais facilmente sobre o assunto no consultório. Mas é bem verdade que, quando a vida familiar começa, o casal não precisa dividir nada com ninguém, tudo é muito gostoso. "Aí vem o filho, que gera uma série de preocupações, ocasionando o descompasso da libido", ressalta Laila. É preciso também observar como andam as emoções de cada cônjuge, porque pode haver muito amor e carinho no casamento, mas um dos dois estar passando por problemas que acabam refletindo nos momentos mais íntimos do casal.

 

A perda do desejo costuma ter início então após o nascimento dos filhos e, para reverter a situação é preciso resgatar o que havia de bom. Laila afirma que a mulher acaba sendo a mais afetada porque fica sobrecarregada, responsável por um número maior de tarefas, como o cuidado com os filhos ou a administração da casa, por exemplo. "Isso a deixa cansada e não sobra energia para ativar a vida sexual", explica. "Homens e mulheres funcionam de maneiras muito diversas e não há o entendimento dessas peculiaridades, as cobranças e os conflitos começam a surgir na vida a dois e, claro, vão repercutir negativamente na vida sexual do casal", avalia Eliana.

 

Com esforço e vontade de reverter essa situação, é possível mudar o rumo. A primeira atitude é, claro, perceber que há um descompasso na relação. "Para que a mudança ocorra, o casal precisa estar de comum acordo e fazer coisas que reativem esse desejo sexual", sugere Laila. "É preciso que ambos se disponham a conversar sobre as suas preferências, sobre as suas frustrações, seus medos e, é claro, suas fantasias e desejos", indica Eliana. A ideia então é buscar atividades que, antigamente, os deixavam mais próximos, como viajar juntos para um determinado lugar, jantar sozinhos, criar um (novo) clima. "O que não deve ser feito é fingir que está tudo bem quando na verdade não está. Fingimento ou omissão é uma grande perda de tempo!"

 

Casada há 23 anos, Eliana mesmo sugere pequenas atitudes que vem dando certo na sua relação. "Escreva bilhetes ousados para seu marido e coloque, escondido, em sua pasta de trabalho, mala de viagem, gavetas ou dentro da agenda", recomenda. "Gosto também de escrever e-mails românticos e, principalmente, exaltando a importância do meu marido na minha vida. Quando a mulher toma a iniciativa de falar dos seus desejos e do seu carinho pelo esposo, ele, por consequência, se torna mais amoroso e atencioso com ela".

 

Outra dica importante é nunca perder a vaidade. "A mulher vaidosa, que se cuida, demonstra ao marido que se ama e se respeita - e passa uma mensagem de autoconfiança. E essa postura vai refletir positivamente na intimidade do casal", garante a consultora. A solução é tentar, juntos, transformar o excesso de intimidade: de retranca e veneno em alavanca e tempero!

 

Retirado de Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:12 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 15.06.12

Amizade, sexo...Ação!

Homens e mulheres podem fugir do script original e serem apenas amigos? E se eles transam às vezes? Descobrimos os segredos do sucesso do filme da vida real em que rola sexo casual com o BFF. Sua amizade colorida só vai virar PB se você quiser.

Vocês só ficam quando dá vontade e não devem satisfação um ao outro. O sexo é gostoso, a companhia melhor ainda, e nada mudou entre vocês. Os planos de irem ao próximo show de rock ainda estão de pé e você continua apresentando a ele suas amigas solteiras. Parece ser o relacionamento perfeito — pelo menos em teoria. Numa época em que homens e mulheres estão se estranhando, cada vez mais procuramos o colo (e a cama!) dos amigos. Pode ser que tudo termine bem. Ou um dos dois pode quebrar a cláusula do contrato e se apaixonar. Não importa o final da história. A definição de amizade mudou e, com ela, vieram novas regras que precisam ser seguidas para evitar que a brincadeira vá longe demais. Você provavelmente já assistiu a esse filme, mas precisa rever algumas cenas antes de virar protagonista. Roda o VT!

Quando a amizade é só colorida. Mesmo

Ok, a ideia é manter as coisas o mais simples possível — o que nem sempre dá certo. Mas é possível ter uma amizade colorida que traga mais benefícios do que problemas — desde que as regras estejam claras antes. "O combinado não sai caro. Afinal, o outro pode não ser capaz de corresponder às suas expectativas", diz a psicóloga Mariliz Vargas, autora do livro A Sabedoria do Não (Rosea Nigra). Foi o que aconteceu com a enfermeira catarinense Alexandra Meyer, 25 anos. "Rafael era meu amigo havia anos quando ficamos pela primeira vez, num jantar na minha casa. Foi tão bom que ele voltou por mais dois anos", lembra Alexandra. "Mas a gente precisou conversar sobre as nossas expectativas antes de qualquer coisa. Os dois concordaram em manter a relação casual porque o sexo era ótimo e não havia cobrança. Mas só deu certo porque nós dois sabíamos que um relacionamento de verdade jamais rolaria", diz ela.

Quando você quer algo mais

A combinação sexo + carência + convivência pode até parecer amor — mas nem sempre é. Vamos tirar isso a limpo: faça perguntas a si mesma, do tipo "Estou com ele só até aparecer outro?" Vamos supor que você tenha se apaixonado mesmo. Isso não estava nos seus planos e ele não faz ideia. Mas, antes de abrir o jogo, será que vale a pena investir na relação? Tem um jeito simples de saber: avaliar o grau de companheirismo entre vocês. "Relacionamentos começam com paixão, amor e sexo", diz o terapeuta Guilherme Malaquias, do Rio de Janeiro. "Nesse caso, sexo você já tem, a paixão uma hora acaba e o amor só vem com o tempo. Sobra a parceria." Você confia nele? Ele acompanha você nos momentos difíceis e vibra nas conquistas? Se não faz isso como amigo, também não vai fazer como namorado. Mas, se o cara é praticamente um Ryan Gosling, só falta uma coisa antes de embarcar de vez nessa aventura: descobrir se é isso que ele quer.
Mas ele não...
Você sentiu que ele não está a fim de se comprometer. Será que deve deixar o caso rolar mesmo assim? De jeito nenhum. Não adianta mentir para si mesma ou para ele — uma hora alguém vai se magoar. Amizade colorida só dá certo quando há certeza de que ninguém quer algo mais. Por isso, não adianta fazer jogos. Você tem que deixar claro como se sente desde o início. A advogada Danielle Borges, 26 anos, do Rio de Janeiro, não desistiu de primeira — e conseguiu o que queria: "Nós éramos amigos de faculdade e eu estava apaixonadíssima, mas o cara não queria saber de nada. Então, comecei a desmarcar nossos dates dizendo que tinha outro encontro. E comecei a caprichar na lingerie, nas posições... Ele saía da minha casa desnorteado. Um dia ele simplesmente não quis mais ir embora".

Quando ele quer algo mais

O fato é que vocês acabam na cama quase todo fim de semana — mas até então é sempre depois de uma balada ou um barzinho com a turma. Até que um dia ele propõe um programa a dois. "Dá para sacar que um homem quer algo mais quando ele começa a priorizar você na vida dele", explica Malaquias. "Ele vai chamá-la para sair na prime time, ou seja, no sábado à noite, em uma hora em que teria outros programas, mas escolhe ficar com você", diz ele. O gato também vai convidá-la para sair com os amigos — sim, além dos que vocês têm em comum. "Se ele quer ser visto com você, é sinal de que se orgulha de tê-la ao lado e que quer submeter uma possível namorada à aprovação dos amigos", diz o terapeuta. Fique esperta!
Mas você não...
Não vai encarar? A publicitária Cristina Reis, 31 anos, de Minas Gerais, pulou fora. Quando descobriu que seu amigo colorido estava apaixonado por ela, ainda não era tarde para salvar a amizade. "Ele foi ficando carinhoso demais, ligava todo dia, queria passar muito tempo comigo. Eu não queria, então cortei. Até que ele percebeu que se continuasse insistindo perderia uma amiga", diz.

Mais sinais de que ele está a fim!

• Ele não consegue desviar os olhos dos seus durante o sexo — isso é sinal de intimidade.
• Depois da transa, não tem pressa para ir embora. Se o interesse fosse puramente sexo, sairia em segundos.
• Na manhã seguinte, manda uma mensagem dizendo que adorou a noite com você. Dar as caras rapidinho significa mais do que apenas diversão.
Retirado de Cosmopolitan



publicado por olhar para o mundo às 21:38 | link do post | comentar

Sexta-feira, 19.08.11
Amizades coloridas

 

Se o amor fosse uma equação lógica, certamente o resultado de uma longa amizade seria um casamento feliz.

 

Isso porque é mais fácil se interessar por aquele com quem se mantém interesses comuns e se partilha uma intimidade desmedida, certo? Conviver por muito tempo com alguém que se gosta de verdade pode dar a deixa para um romance que, até então estava travestido de amizade. E pintar a vida com diversas cores.

 

Nem precisa ser especialista no assunto para dizer que grandes amizades são uma espécie de amor camuflado, em intensidade diferenciada. Os dois sentimentos são acompanhados de intimidade, revelada por conta do conhecimento e da sensibilidade recíproca. 
Mas há uma linhazinha que divide uma coisa da outra: as respostas corporais. "Em ambas as relações, quando sinceras, existe amor, interesse e intimidade. Porém, a necessidade corporal indica que o amor está começando a se manifestar. É um imenso desejo de estar junto, próximo, tocando e se encontrando com o objeto de amor", explica a psicóloga e psicoterapeuta Marie Bize.

 

Segundo ela, outros sinais são que a amizade suporta a distância e o amor padece quando longe. "Amor precisa de contato físico, de carinho e toques, de palavras doces e olhares atentos. Amor necessita de um estado de presença constante. Todas estas necessidades são corporais, são vivencias e costumam ser prazerosas", completa.

Marie acredita que não é o tempo que determina a intimidade de uma relação. "O ato de conhecer profundamente alguém é determinado pelo interesse sincero na outra pessoa", afirma. Isso significa que amizades se transformam em amor não por conta da duração, mas pelo interesse em conhecer e participar mais da vida e das histórias da pessoa amada. "Amizade não é um amor disfarçado - é um amor declarado, por vezes até de maneira incondicional. Diferentemente da amizade, no amor existe a cobrança e o desejo de exclusividade".

 

Mas para nós, mulheres, há sempre aquela dúvida se entre homens e mulheres pode existir uma amizade sincera. Marie explica sempre haverá uma tensão sexual envolvida, sejam eles amigos ou não. "Não há como negar o fato de existir uma química entre os dois sexos. É natural e saudável, indica até mesmo um nível de saúde e vitalidade energética", opina. E na amizade, isso não é diferente. "Essa tensão sexual é um dos ingredientes que tempera a amizade entre homens e mulheres. Dependerá de ambos saberem lidar com esta tensão e diferenciar as relações".

 

Quando a linha entre uma coisa e outra se confunde, é sinal de que um sentimento provavelmente se sobrepôs ao outro. Aí, a melhor coisa é tentar clarear a ideias - e os anseios. "No momento que existe amor numa relação de amizade é melhor que este seja qualificado e expressado. O sacrifício e a falta de comunicação distanciarão os amigos. Então, corra o risco de se abrir, de se expor e encarar este sentimento. A amizade se fortalece na verdade".

 

Mas e o medo de perder o amigo, caso o sentimento não seja correspondido? Anita, 28, já levou um fora de um dos melhores amigos. "Quando nos conhecemos, a gente se dava super bem e acabei confundindo as coisas. Quando tive coragem de falar com ele, não fui correspondida. Foi super chato", lembra.

 

A sugestão, nesse caso, é enfrentar a situação com dignidade. "O amor não correspondido não é um amor falido, somente um amor mal direcionado. Direcione sua energia para outro foco ou outra pessoa", sugere Marie. No caso de Anita, ela precisou apenas de tempo. "Algumas semanas depois ele me procurou e voltamos a ser amigos, agora mais que nunca!"

 

Márcia namorou, noivou e até morou junto com o melhor amigo. A separação foi inevitável, eles chegaram a ficar outras vezes, mas hoje a amizade reina absoluta. "São sete anos dividindo as experiências. Falamos sobre tudo, inclusive sobre nossos relacionamentos atuais. Apesar de não ter dado certo, a amizade continuou. Desde que se tenha respeito, isso é possível", acredita. O que se sabe é que no amor não há regras ou certezas. Ele pode nascer tanto de uma conversa de bar quanto de uma amizade (colorida) sincera.

 

"A experiência mostra que ele pode estar onde você menos espera. Um colega de trabalho, um amigo de escola, o vizinho, alguém que já é conhecido ou um completo desconhecido. Não há como saber. O que se sabe é que o amor depende de uma possibilidade de entrega e disposição para se expor e abrir. À medida que o coração se abre e confia, o amor pode penetrar no coração a qualquer instante", finaliza Marie. Melhor estar preparada.

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:31 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quinta-feira, 18.08.11
Transa com o amigo

 

Ele era o melhor amigo dela. Saíam juntos, dividiam tudo.

Ele tinha saído de um noivado e, precisando do ombro da amiga, passou a freqüentar a casa dela com freqüência. No começo, nada de segundas intenções, garantem. Mas aí, ele comprou um apartamento pertinho da casa da moça e a receita estava pronta: Marisa, 25 anos, dormia na casa dele sempre.

 

“Nos primeiros dias, o Roberto colocava um colchão do lado da cama onde eu dormia. Depois já não se dava mais ao trabalho e dormíamos na mesma cama”, conta. Os amigos ficaram assim por oito longos meses até que venceram a resistência. “Ele ainda tentou questionar como seria depois, mas relutei com um ‘cala a boca e me beija’”, conta.

 

Marisa acha que as afinidades formaram o grande tempero da relação. A conquista diária aconteceu naturalmente. “Depois daquela manhã de domingo, a nossa amizade se fortaleceu mais ainda, e como já tínhamos uma confiança antes, está sendo maravilhoso”.

 

A psicóloga Laila Pincelli, da Clínica da Mulher, em São Paulo, explica que a história de Marisa é mais comum do que muita gente pensa. “As mulheres estão com medo de se relacionar com o desconhecido e preferem apostar nos amigos”. Culpa dos interesses comuns, claro.

 

Cristina é outra que tem histórico em pegar os amigos e transformar o que é fraterno em algo maispicante. Na faculdade, se envolveu com o cinegrafista do laboratório de telejornalismo. No primeiro emprego, foi a vez do diagramador. “Já me envolvi outras vezes com colegas de trabalho e é sempre bem legal”, diz. Isso porque, segundo ela, o fato de se conhecer melhor facilita a troca de carinho e intimidades. E o papo fica mais fácil. Mas ela tem o pé no chão. Quando passa do casual e rola paixão, Cristina sabe que o território fica minado. “Nem sempre uma das partes corresponde. Mas acho que com um bom jogo de cintura a gente releva”, opina.

 

A psicóloga Laila diz que os maiores problemas nessas relações com os amigos envolvem o sentimento torto de um dos lados - às vezes um se apaixona e o outro não. “Se forem maduros suficientes e souberem encarar com humor, podem resolver a situação. Se não, pode mesmo estragar a amizade”. Essa intenção maior de um dos lados passa a cobrar o que não deve e, aí, a relação vai por água abaixo.

 

Cristina, 30 anos, experiente em se envolver com amigos, diz que quando há cobrança, invariavelmente uma das partes se machuca. “Cria uma expectativa que não se concretiza, uma pessoa utópica. E quando a gente cai na real, o sonho se desmancha”.

 

Laila indica que a conversa é o melhor remédio para curar uma amizade enfeitiçada pela paixão. Esclarecer os sentimentos é a grande alternativa. “Mesmo com intenções diferentes, uma amizade sincera pode sobreviver”.

 

E você, já se envolveu como o seu amigo?

 

Via Vila dois

 



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