Sexta-feira, 22.06.12

Como é o sexo depois do casamento?

 

Uma noite é dor de cabeça. Na outra, cansaço. Na seguinte, preocupação com o projeto ou com a pós-graduação ou com os filhos.

 

Mas pode ser cólica, dor de dente, unha encravada. Mulher arranja a desculpa que quiser para evitar o sexo. E a prática é mais comum em casamentos estáveis do que se imagina.

 

Mesmo sentimentalmente equilibrados, muitos casais perdem o desejo. Mais frequentemente as mulheres acabam fazendo sexo por obrigação, se submetendo a uma espécie de sacrifício. E não se trata de não amar mais o parceiro. Apenas de não ter mais o mesmo interesse sexual em sua figura.

 

A psicóloga Laila Pincelli, especialista em terapia de casal, ressalta que não é uma verdade absoluta que todas as mulheres fazem sexo sem querer - até porque existem aos montes aquelas com muito mais desejo sexual que os homens -, mas em alguns casos isso acontece sim. "Elas costumam fazer sexo com mais frequência do que gostariam. Para algumas, uma vez por semanas ou por mês está bom, mas elas fazem mais vezes para agradar ao marido", exemplifica. "O número de mulheres casadas que aceitam fazer sexo com os maridos sem qualquer vontade é bem menor do que antigamente, mas mesmo assim, muitas ainda se submetem, ou por carência afetiva, ou por medo de perder o cônjuge", opina Eliana Barbosa, consultora em desenvolvimento humano.

 

Esse interesse se diminui por conta do dia a dia, e assim a atração física dá espaço a outro tipo de sentimento. "O relacionamento ainda tem espaço para amizade, envolvimento afetivo, mas só. O sexo fica comprometido e a vida sexual, por consequência, menos relevante", avalia Laila. Isso porque o sexo envolve uma série de investimentos por parte do casal: é preciso criar mistério e carinho, estar disposto a isso. "O casal está tão cansado e distanciado que chega uma hora em que o sexo não faz mais falta. A correria da relação diária compromete essa parte do casamento e, na maioria das vezes, eles não conseguem voltar atrás". Eliana acredita que a falta de desejo em casamentos "sentimentalmente satisfatórios" se deve à falta de abertura do casal em relação à vida sexual. E diálogo.

 

Não há como saber se a perda do desejo começa no homem ou na mulher - o fato é que eles reclamam mais aos quatro ventos que depois do altar, a cama esfria. No consultório, Laila percebe que a maioria é de mulheres que perdem o desejo - talvez por que elas se abram mais facilmente sobre o assunto no consultório. Mas é bem verdade que, quando a vida familiar começa, o casal não precisa dividir nada com ninguém, tudo é muito gostoso. "Aí vem o filho, que gera uma série de preocupações, ocasionando o descompasso da libido", ressalta Laila. É preciso também observar como andam as emoções de cada cônjuge, porque pode haver muito amor e carinho no casamento, mas um dos dois estar passando por problemas que acabam refletindo nos momentos mais íntimos do casal.

 

A perda do desejo costuma ter início então após o nascimento dos filhos e, para reverter a situação é preciso resgatar o que havia de bom. Laila afirma que a mulher acaba sendo a mais afetada porque fica sobrecarregada, responsável por um número maior de tarefas, como o cuidado com os filhos ou a administração da casa, por exemplo. "Isso a deixa cansada e não sobra energia para ativar a vida sexual", explica. "Homens e mulheres funcionam de maneiras muito diversas e não há o entendimento dessas peculiaridades, as cobranças e os conflitos começam a surgir na vida a dois e, claro, vão repercutir negativamente na vida sexual do casal", avalia Eliana.

 

Com esforço e vontade de reverter essa situação, é possível mudar o rumo. A primeira atitude é, claro, perceber que há um descompasso na relação. "Para que a mudança ocorra, o casal precisa estar de comum acordo e fazer coisas que reativem esse desejo sexual", sugere Laila. "É preciso que ambos se disponham a conversar sobre as suas preferências, sobre as suas frustrações, seus medos e, é claro, suas fantasias e desejos", indica Eliana. A ideia então é buscar atividades que, antigamente, os deixavam mais próximos, como viajar juntos para um determinado lugar, jantar sozinhos, criar um (novo) clima. "O que não deve ser feito é fingir que está tudo bem quando na verdade não está. Fingimento ou omissão é uma grande perda de tempo!"

 

Casada há 23 anos, Eliana mesmo sugere pequenas atitudes que vem dando certo na sua relação. "Escreva bilhetes ousados para seu marido e coloque, escondido, em sua pasta de trabalho, mala de viagem, gavetas ou dentro da agenda", recomenda. "Gosto também de escrever e-mails românticos e, principalmente, exaltando a importância do meu marido na minha vida. Quando a mulher toma a iniciativa de falar dos seus desejos e do seu carinho pelo esposo, ele, por consequência, se torna mais amoroso e atencioso com ela".

 

Outra dica importante é nunca perder a vaidade. "A mulher vaidosa, que se cuida, demonstra ao marido que se ama e se respeita - e passa uma mensagem de autoconfiança. E essa postura vai refletir positivamente na intimidade do casal", garante a consultora. A solução é tentar, juntos, transformar o excesso de intimidade: de retranca e veneno em alavanca e tempero!

 

Retirado de Vila Dois



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Quinta-feira, 21.06.12

Juntos chegaremos lá  orgasmo simultâneo

 

Apesar de parecer uma lenda, o orgasmo simultâneo com o do seu amor, existe sim. Requer prática e algumas habilidades, mas é de verdade, ele é real.

 

E tudo começa pelo pensamento, pensar em sexo, e, em orgasmos, podem nos levar mais facilmente ao objetivo.

 

Segundo especialistas, deve-se pensar em sexo e em se conectar ao parceiro, mas, calma lá, muita ansiedade pode ter o efeito contrário. Pode gerar nervosismo e colocar tudo a perder. O grande lance é pensar nas coisas pequenas que te deixam acesa, uma música, um perfume...

 

sincronia é outro item muito importante. Os homens são muito mais rápidos e, em questão de minutos, estão em ponto de bala e super excitados, já as mulheres possuem mecanismos e caminhos mais complexos, precisam de mais tempo para se excitarem e estarem prontas para chegar ao orgasmo. O que importa é chegar ao um ritmo que seja satisfatório e prazeroso para os dois.

 

A próxima artimanha é aproveitar as posições que deixam ambos mais à vontade para curtirem o que dá mais prazer aos dois, no caso da mulher deve ser uma em que ela possa ter o clitóris estimulado adequadamente, e tudo fique mais gostoso. O homem merece atenção, mas como a natureza equipou os rapazes com órgãos sexuais externos, a mulher merece um pouco mais de atenção e trabalho.

 

É sempre bom lembrar, esqueça-se de se preocupar com o corpo, com celulite e etc. Tenha algo em mente, se aquele homem está ali é porque ele te deseja, e se você o escolheu, ele merece receber todo o seu carinho e ver o seu prazer.

 

E quando você menos esperarem estarão vendo os fogos de artifício juntinhos.

 

Retirado de Vila Dois



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Quarta-feira, 20.06.12
Procura-se um amante

 

Muitas pessoas têm um amante, e outras gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam. Geralmente são estas últimas que vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insónia, apatia, pessimismo, crises de choro, ou as mais diversas dores. 


Elas contam-me que as suas vidas correm de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar o tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente a perder a esperança. Antes de me contarem tudo isto, já tinham estado noutros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: "Depressão"... além da inevitável receita do anti-depressivo do momento. Assim, depois de as ouvir atentamente, eu digo-lhes que elas não precisam de nenhum anti-depressivo. Digo-lhes que o que elas precisam é de um Amante!

É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem o meu conselho. Há as que pensam: "Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa destas ?!". 


Há também as que, chocadas e escandalizadas, despedem-se e não voltam nunca mais. Às que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico-lhes o seguinte:


Amante é "aquilo que nos apaixona". É o que toma conta do nosso pensamento antes de adormecermos, e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir. O nosso Amante é o que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida. 

Às vezes encontramos o nosso amante no nosso parceiro, outras vezes, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis. Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no desporto, no trabalho, na necessidade de nos transcendermos espiritualmente, numa boa refeição, no estudo, ou no prazer obsessivo do nosso passatempo preferido... 

Enfim, Amante é "alguém" ou "algo" que nos faz "namorar" a vida e nos afasta do triste destino de "ir vivendo". E o que é "ir vivendo"? 
"Ir vivendo" é ter medo de viver. 

É vigiar a forma como os outros vivem, é o deixarmo-nos dominar pela pressão, andar por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastarmo-nos do que é gratificante, observar decepcionados cada ruga nova que o espelho nos mostra, é aborrecermo-nos com o calor ou com o frio, com a humidade, com o sol ou com a chuva.

"Ir vivendo" é adiar a possibilidade de viver o hoje, fingindo contentarmo-nos com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã. 
Por favor, não se contentem com "ir vivendo". Procurem um amante, sejam também um amante e um protagonista da vossa vida...

Acreditem que o trágico não é morrer, porque afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém. O trágico é desistir de viver, por isso, e sem mais delongas, procurem um amante.

A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental: 
"Para se estar satisfeito, activo, e sentirem-se jovens e felizes, é preciso namorar a vida". 

Texto: Dr. Jorge Bucay 

Livro: "Hay que buscarse un Amante" 

 

Via Trabalhos de Larose



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Terça-feira, 19.06.12

Coisas que você odeia mas ele adora

 

Quando você sabe que o gato está para passar na sua casa, logo providencia uma produção. Tira o pijama de moleton, os óculos e logo trata de dar um trato no visual mesmo que simples. Coloca um jeans legal, um blusa, um make natural, dá uma escovada no cabelo, e por aí vai.

 

Pois saiba, que, para ele esse seu pijama com óculos pode ser sexy.

 

É curioso, mas muitos homens curtem coisas naturais, dessas que a gente não dá a mínima importância. As mulheres tendem a achar que seus homens preferem que elas estejam sexy o tempo todo, e isso nem sempre é o que eles pensam.

 

Se você só vai encontrar esse homem especial na balada, ou em um evento, ele vai te ver montada, linda, toda produzida, mas e no dia-a-dia? Fatalmente, ele vai te encontrar sem maquiagem, primer, escova e decotes, ele vai te ver de camiseta larga, de óculos, e quer saber? Ele vai adorar.

 

Mas como? Em nossas pesquisas e bate papo com namorados, amigos, ficantes etc, eles comentam que aquele batonzão da moda, é legal, mas ver sua querida sem ele, e sem nada, também pode ser uma ótima visão.

 

E aquele pijama de flanela que é tão delicioso de usar, mas nada fashion? Pergunte como quem não quer nada o que ele acha, e a resposta pode ser surpreendente.

 

Portanto, repense seus atrativos. Explore também as coisas mais simples, elas valem ouro.

 

Via Vila Dois



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Sábado, 16.06.12

Marque na agenda: ‘hoje é dia de fazer sexo’. Pode parecer estranho, mas planear o tempo para estarem juntos aumenta o desejo. Quem o diz é a psicoterapeuta belga Esther Perel, em entrevista à ACTIVA, onde acaba com mitos que destroem o desejo e aponta soluções para que a paixão regresse aos lençóis.

 

A paixão tem prazo de validade, dizem os cientistas. Ano e meio a dois anos, na melhor das hipóteses, e a culpa é da nossa própria química cerebral. Então e o que resta depois disso? Companheirismo, intimidade, amizade, cumplicidade, amor maduro, dirá a maior parte. O facto é que não se encontram muitos casais que, ao fim de dez ou 20 anos de vida em comum, se beijem nos transportes como adolescentes ou mal consigam esperar para fazer amor, arrancando selvaticamente a roupa um ao outro, ainda no patamar das escadas. Será que o preço a pagar pela intimidade, por partilhar alegrias e tristezas, é uma vida sexual mais morna?

 

Esther Perel é psicoterapeuta especializada em casais. É belga, está radicada nos EUA, é docente na Universidade de Colúmbia e já foi convidada de programas como o ‘Oprah Winfrey Show’ ou ‘CBS News’. Ao longo de anos, trabalhou com centenas de homens e mulheres que se amavam profundamente, comunicavam de forma espantosa, se admiravam e respeitavam mutua-mente, que criaram belas famílias e que, no entanto, perderam o fio à meada do erotismo. A culpa, diz, é de mitos que criámos à volta da figura do casamento. Foi por isso que escreveu ‘Amor e Desejo na Relação Conjugal’, [Editorial Presença] onde explora o tema da perda de desejo sexual no matrimónio e aponta soluções para fugir às suas armadilhas.

 

O mito da intimidade


Temos de conhecer tudo sobre o nosso companheiro de cama? E se não soubermos tudo, isso significa que ele não nos ama verdadeiramente? “Acho que nunca chegamos a conhecer, na totalidade, a pessoa que partilha a cama connosco. É um mito da psicologia moderna achar que temos de saber de tudo, tudo contar e tudo partilhar com o parceiro, porque uma boa intimidade garante uma boa sexualidade. Faz-nos sentir mais seguros darmos o parceiro por garantido e achar que não seremos surpreendidos por ele amanhã. E depois queixamo-nos de tédio na relação…”, ironiza a terapeuta. “Mas nem sempre uma maior proximidade cria mais desejo. Se o amor floresce num ambiente de mutualidade e proximidade, o desejo necessita de espaço e diferença. Quando as pessoas se fundem – quando de dois fazem só um –, a ligação deixa de ser possível porque deixa de haver com quem a estabelecer. Se nos mantivermos abertas a esse mistério que há na outra pessoa, temos mais possibilidade de manter o desejo.”

 

Mas isso significa que temos de agir como se o marido fosse um estranho que tentamos seduzir? “Não! Mas a verdade é que tratamos os nossos companheiros como um velho sofá, que nos é confortável e que está sempre no mesmo lugar. Devemos manter-nos disponíveis para os momentos em que ele nos vai surpreender, em que não age de acordo com um ‘guião’.”

 

No seu livro, Esther Perel alerta ainda para um erro feminino, o constante apelo que fazemos aos nossos companheiros para que desabafem connosco, exponham os seus sentimentos. Mas se as mulheres são socializadas nesse sentido, os homens não. “Neste cenário, aquele que não fala é sempre pressionado a mudar, em vez de ser aquele que fala a tornar-se mais versátil.” Assim se desvaloriza a importância da comunicação não verbal na relação: os pequenos gestos de gentileza, os olhares cúmplices, os sorrisos, os silêncios partilhados sem constrangimento.

 

Cultive o seu jardim secreto


“Em vez de trabalharem constantemente na construção da proximidade, defendo que os casais só terão a ganhar com uma certa individualidade. Nem tudo precisa de ser revelado. O amor quer saber tudo a teu respeito; o desejo precisa de mistério”, diz Perel.

 

A psicoterapeuta chama a esta tarefa ‘cultivar o nosso jardim secreto’, um espaço privado para se redescobrir como pessoa e onde possa ter tempo para si e para o que gosta de fazer, sem ter, necessariamente, de o partilhar com o seu marido ou ele consigo. Esse trabalho requer tolerância, de ambas as partes. Relembre-se de quem era antes de o conhecer, quais eram os seus passatempos e sonhos, quem eram seus amigos, que não eram necessariamente os dele.

 

O mito da espontaneidade

 

Relações duradouras com sexo apaixonado são uma ideia relativamente nova, lembra Esther Perel, uma invenção dos casamentos por amor do século XX. “Antes, as pessoas tinham sexo porque queriam ter filhos ou porque tinham de cumprir uma obrigação matrimonial. Ainda ninguém sabe muito bem como cultivar o desejo dentro de casa – em alguns sentidos, isso ainda é tabu. As imagens de sexo a que somos expostos são irrealistas. Nos filmes, o sexo é sempre instantâneo, assim que se aproximam, os dois já estão excitados. A essência do erotismo é a imaginação, a sedução e a antecipação. Mas assim que se casam ou vão viver juntos, as pessoas acham que não precisam de fazer esforços porque o parceiro tem de os desejar sempre. Porquê? Só porque estão lá?!...”

 

Deixar que o desejo apareça só quando uma mística conjunção astral der tempo ao casal para estar junto é um engano e uma forma de negligência. Quando ansiamos pelo espontâneo, não temos de nos dar ao trabalho de preparar uma surpresa, um jantar especial a dois, dizer ‘amo-te’. “É uma maneira de evitarmos a ideia de que somos donos do nosso desejo”, observa Esther Perel. “Quando desejamos alguém, temos de aceitar o risco de dizer ‘quero-te’ e de sermos rejeitados e aceitar as consequências.”

 

Sexo com hora marcada


Por mais estranho que pareça, a terapeuta defende que, em muitos casos, a solução passa por planear o tempo para estar junto e o que fazer com ele: o jantar, a música, o sexo. Tirar aquela sexta-feira e deixar os miúdos na avó ou sair mais cedo do emprego. Pode ser apenas uma noite por semana, ou de 15 em 15 dias. Mas se a tivermos marcada na agenda, esperamos por ela, e desejamos que venha depressa, tal como umas esperadas férias. Mas a palavra ‘planear’ ainda é olhada com maus olhos, quando falamos de amor e erotismo, porque nos convencemos de que os gestos verdadeiramente românticos são os que caem do céu, como nos filmes. “Planear resulta com algumas pessoas, que adoram a ideia de que estão a criar um espaço sagrado. Para outras, é uma palavra associada a trabalho e, por isso, não gostam da ideia de a ligar ao sexo. Mas nunca conheci ninguém que tivesse problemas em planear uma viagem ou jantar de três pratos – e também não conheço ninguém que prefira fast food a um jantar destes. As pessoas dão valor ao ritual, à antecipação, à gentileza, ao esforço. Planear tem uma conotação de criatividade, confere valor acrescentado à relação, diz ‘és importante para mim e estou a criar uma altura e espaço especial para nós’.”

 

O mito ‘os filhos unem o casal’


Outra ideia errada, sustenta a psicoterapeuta. Poucas ‘coisas’ surtem um efeito de desgaste tão grande entre o casal como ter em casa um bebé, que requer cuidados e atenção constante, geralmente da mãe. “A maioria dos casais com filhos separa-se nos primeiros três anos de vida da criança. Se conseguirem manter-se juntos durante esse tempo, têm mais probabilidade de se aguentar nos próximos 15”, afirma Esther. “No passado, o facto das mulheres serem mães não era razão de frustração para o homem, que podia sempre recorrer ao bordel. Mas, agora, os homens ficam em casa e dizem ‘eu quero a minha mulher de volta’. Então, ela responde: ‘Já tenho dois filhos, não preciso de um terceiro.’”

 

Os filhos crescem e tornam-se, gradualmente, mais independentes. Mas, entretanto, os pais constituíram uma espécie de sociedade, a ‘Paternidade Lda.’, onde a comunicação entre marido e mulher se faz exclusivamente para resolver problemas, organizar tarefas, definir estratégias educativas, pagar contas, transmitir recados como ‘passa pelo supermercado’ ou ‘vai buscar o Joãozinho à escola’. “É como se o casamento fosse uma pequena empresa, que é preciso gerir com eficácia”, observa Perel.

 

Nos tempos livres, toda a energia criativa do casal é direccionada para os filhos. As crianças, diz Perel, nunca foram tão reis da casa e da família como hoje. “Vejo jovens mães e pais que, todas as semanas, procuram coisas novas para fazer com os filhos. As crianças têm direito a imaginação, brincadeira, novidade, mistério. Mas com o parceiro é sempre a mesma coisa. Quando chegamos a casa, o filho tem direito aos abraços prolongados e a toda a atenção. Mas os adultos sobrevivem a uma dieta de beijos rápidos entre si. A energia erótica está viva e de boa saúde… mas foi canalizada para a criança! Se queremos que o casamento sobreviva, temos de direccionar alguma dessa energia para a nossa relação. Caso contrário, estaremos a recrutar os nossos filhos para nos darem aquilo que deveriam ser os adultos a dar.”

 

Crie um espaço erótico


“Não falamos de um espaço para ter sexo, mas de um espaço de prazer, em que nós e os nossos parceiros possamos estar, sem ser como Pai e Mãe, Marido e Mulher, ou Cidadãos Cumpridores e Pagadores de Impostos. Apenas como indivíduos que gostam de estar um com o outro, e em que o sexo pode acontecer”, explica Esther Perel. “Há um conselho que dou a casais com filhos pequenos que revela ser bastante útil. Um deles vai ser cuidador da criança, a tempo inteiro, nos primeiros tempos de vida: o seu sentido de tempo e de identidade pessoal funde-se com o da criança. Mas o outro parceiro tem de ser o salvador, trazê-lo de volta à relação e dizer-lhe ‘agora é tempo de estarmos juntos’. Se o casal não conseguir fazer isto, acaba-se a família. E isso  não vai ser bom para a criança.”

 

Aqui entra a parte do planeamento: marque na sua agenda uma noite que seja só sua e dele, inviolável e inadiável. Feche a porta do quarto e torne claro aos seus filhos, com o tempo, que os pais têm direito a privacidade e que não querem ser interrompidos quando estiverem a namorar. Há apenas uma regra a observar para esta terapeuta: evitar qualquer assunto relacionado com os afazeres da Paternidade Lda. “O que interessa saírem uma vez por semana se vão falar nos filhos o tempo todo?!”

Retirado de Activa


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Sexta-feira, 15.06.12

Amizade, sexo...Ação!

Homens e mulheres podem fugir do script original e serem apenas amigos? E se eles transam às vezes? Descobrimos os segredos do sucesso do filme da vida real em que rola sexo casual com o BFF. Sua amizade colorida só vai virar PB se você quiser.

Vocês só ficam quando dá vontade e não devem satisfação um ao outro. O sexo é gostoso, a companhia melhor ainda, e nada mudou entre vocês. Os planos de irem ao próximo show de rock ainda estão de pé e você continua apresentando a ele suas amigas solteiras. Parece ser o relacionamento perfeito — pelo menos em teoria. Numa época em que homens e mulheres estão se estranhando, cada vez mais procuramos o colo (e a cama!) dos amigos. Pode ser que tudo termine bem. Ou um dos dois pode quebrar a cláusula do contrato e se apaixonar. Não importa o final da história. A definição de amizade mudou e, com ela, vieram novas regras que precisam ser seguidas para evitar que a brincadeira vá longe demais. Você provavelmente já assistiu a esse filme, mas precisa rever algumas cenas antes de virar protagonista. Roda o VT!

Quando a amizade é só colorida. Mesmo

Ok, a ideia é manter as coisas o mais simples possível — o que nem sempre dá certo. Mas é possível ter uma amizade colorida que traga mais benefícios do que problemas — desde que as regras estejam claras antes. "O combinado não sai caro. Afinal, o outro pode não ser capaz de corresponder às suas expectativas", diz a psicóloga Mariliz Vargas, autora do livro A Sabedoria do Não (Rosea Nigra). Foi o que aconteceu com a enfermeira catarinense Alexandra Meyer, 25 anos. "Rafael era meu amigo havia anos quando ficamos pela primeira vez, num jantar na minha casa. Foi tão bom que ele voltou por mais dois anos", lembra Alexandra. "Mas a gente precisou conversar sobre as nossas expectativas antes de qualquer coisa. Os dois concordaram em manter a relação casual porque o sexo era ótimo e não havia cobrança. Mas só deu certo porque nós dois sabíamos que um relacionamento de verdade jamais rolaria", diz ela.

Quando você quer algo mais

A combinação sexo + carência + convivência pode até parecer amor — mas nem sempre é. Vamos tirar isso a limpo: faça perguntas a si mesma, do tipo "Estou com ele só até aparecer outro?" Vamos supor que você tenha se apaixonado mesmo. Isso não estava nos seus planos e ele não faz ideia. Mas, antes de abrir o jogo, será que vale a pena investir na relação? Tem um jeito simples de saber: avaliar o grau de companheirismo entre vocês. "Relacionamentos começam com paixão, amor e sexo", diz o terapeuta Guilherme Malaquias, do Rio de Janeiro. "Nesse caso, sexo você já tem, a paixão uma hora acaba e o amor só vem com o tempo. Sobra a parceria." Você confia nele? Ele acompanha você nos momentos difíceis e vibra nas conquistas? Se não faz isso como amigo, também não vai fazer como namorado. Mas, se o cara é praticamente um Ryan Gosling, só falta uma coisa antes de embarcar de vez nessa aventura: descobrir se é isso que ele quer.
Mas ele não...
Você sentiu que ele não está a fim de se comprometer. Será que deve deixar o caso rolar mesmo assim? De jeito nenhum. Não adianta mentir para si mesma ou para ele — uma hora alguém vai se magoar. Amizade colorida só dá certo quando há certeza de que ninguém quer algo mais. Por isso, não adianta fazer jogos. Você tem que deixar claro como se sente desde o início. A advogada Danielle Borges, 26 anos, do Rio de Janeiro, não desistiu de primeira — e conseguiu o que queria: "Nós éramos amigos de faculdade e eu estava apaixonadíssima, mas o cara não queria saber de nada. Então, comecei a desmarcar nossos dates dizendo que tinha outro encontro. E comecei a caprichar na lingerie, nas posições... Ele saía da minha casa desnorteado. Um dia ele simplesmente não quis mais ir embora".

Quando ele quer algo mais

O fato é que vocês acabam na cama quase todo fim de semana — mas até então é sempre depois de uma balada ou um barzinho com a turma. Até que um dia ele propõe um programa a dois. "Dá para sacar que um homem quer algo mais quando ele começa a priorizar você na vida dele", explica Malaquias. "Ele vai chamá-la para sair na prime time, ou seja, no sábado à noite, em uma hora em que teria outros programas, mas escolhe ficar com você", diz ele. O gato também vai convidá-la para sair com os amigos — sim, além dos que vocês têm em comum. "Se ele quer ser visto com você, é sinal de que se orgulha de tê-la ao lado e que quer submeter uma possível namorada à aprovação dos amigos", diz o terapeuta. Fique esperta!
Mas você não...
Não vai encarar? A publicitária Cristina Reis, 31 anos, de Minas Gerais, pulou fora. Quando descobriu que seu amigo colorido estava apaixonado por ela, ainda não era tarde para salvar a amizade. "Ele foi ficando carinhoso demais, ligava todo dia, queria passar muito tempo comigo. Eu não queria, então cortei. Até que ele percebeu que se continuasse insistindo perderia uma amiga", diz.

Mais sinais de que ele está a fim!

• Ele não consegue desviar os olhos dos seus durante o sexo — isso é sinal de intimidade.
• Depois da transa, não tem pressa para ir embora. Se o interesse fosse puramente sexo, sairia em segundos.
• Na manhã seguinte, manda uma mensagem dizendo que adorou a noite com você. Dar as caras rapidinho significa mais do que apenas diversão.
Retirado de Cosmopolitan



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Quarta-feira, 13.06.12

Slow sex  desfrute dos benefícios

A vida anda rápida, quase tudo pode ser feito on line. Temos horários, prazos e também pouco tempo para nós mesmos.

 

Até mesmo o sexo parece ter se transformado numa atividade com horário marcado para acontecer. E, às vezes, até isso precisa rolar nos momentos que sobram.

 

Isso não é o ideal, sabemos disso, e a solução é agendar. Isso mesmo. Reservar um final semana para fazer sexo sem pressa, e sexo quer dizer muito mais do que o ato sexual em si. Quer dizer, se tocar, se olhar e fazer tudo mais devagar, é praticar o slow sex. Se faz bem para a saúde comer devagar, porque não fazer amor devagar?

 

Sexólogos e pesquisadores comentam sobre os benefícios do slow sex, e um deles é melhorar o humor e vida de quem pratica. Se o sexo sempre feito com tanta pressa, como explorar o corpo do outro? Há coisas que nos pedem tempo, nada contra as rapidinhas, mas sexo merece tempo.

 

Uma dica bem interessante é prolongar as preliminares, experimente trocar carinhos com seu amado, mas sem tocar nos genitais, eles representam o último estágio do prazer. E nada de ir arrancando a roupa, faça tudo com calma. Você não está numa competição, e ninguém tem nada com isso. É o seu momento de relaxar a aproveitar a delícia da companhia de alguém que você quer.

 

Prepare o ambiente propício. Do que vocês mais gostam na iluminação? Meia luz? Ou tudo às claras? Uma dica de ouro é pingar algumas gotas do seu perfume num lenço ou echarpe e colocar sobre um abajur que seja fechado, para evitar acidentes. Acenda algumas velas e deixe a imaginação correr solta.

 

Abra uma garrafa de vinho, faça um prato de frutas e petiscos leves e deixe-os à mão. Afinal, você pretende passar muitas horas nesse ambiente.

Quando a hora do sexo, propriamente dita, começar, escolha uma posição que permita ficar de olho nos olhos do seu parceiro. E quando terminar fique por alguns momentos, na mesma posição, sinta o momento, e não deixe de provocar caso esteja disposta a mais uma rodada.

 

A proposta não é fazer algo tão diferente do que você já gosta de fazer. É incrementar esses momentos, com calma, com tempo, e colocar mais temperos nesse prato delicioso que é o sexo.

 

Retirado de Vila Dois



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Terça-feira, 12.06.12
Sem beijo e sexo, jovens optam por nova maneira de namorar

Jovens evangélicos adeptos da 'corte' optam por abdicar do contato físico. Psicóloga argumenta que sociedade deturpou o sexo e a sensualidade.

 

Eles não beijam na boca durante o namoro e defendem o sexo somente após o casamento. O objetivo: conhecer o verdadeiro amor. Este é o estilo de relacionamento que muitos jovens evangélicos têm adotado como princípio para uma vida “emocionalmente saudável”. É o que o universitário Rafael Almeida, de 22 anos, e Heloísa Lugato, de 24 anos, formada em direito, garantem estar vivenciando há mais de um ano.

 

O casal conta que os dois são adeptos da pureza sexual até o casamento e durante este período de relacionamento não tiveram relação sexual. “Preferi me preservar. Nos abdicamos do contato físico, do toque, para focar nosso relacionamento na amizade e em conhecer um ao outro”, comenta Rafael. Ele destaca também que a escolha ajuda ainda em ter uma vida emocional equilibrada.

Dia dos Namorados tem opções de jantar com preços variados em CuiabáColégios de SP permitem o namoro entre alunos, mas beijo é 'proibido'Para Heloísa, a união do casal está respaldada na santidade e em princípios que estão descritos na bíblia. Ela argumenta que o contato físico pode contribuir para que o namoro saia do foco e, por conta disso, o máximo que fazem é pegar na mão e abraçar. “Sabemos que o beijo não é pecado, até porque a bíblia não se refere a isso. Porém, o sexo é, por isso evitamos. Mas não se trata de uma regra. Somos livres para optar e escolher”, pontua.

A jovem disse que já teve outros relacionamentos fora da igreja e que as experiências só reforçam o estilo adotado no namoro atual. “Somos guardados do prejuízo que é ter um coração machucado e ferido”.

Corte

O casal já marcou a data do casamento para o mês de março de 2013. E para chegar até lá, Rafael e Heloísa contam que o namoro dos moldes atuais foi trocado para a modalidade “corte”, no sentido de resgatar valores que se perderam.

 

Voltamos ao tempo em que nossos pais namoravam na sala com a presença da família toda"Heitor Laranjo 
PastorMas para Rafael, isso não é uma tarefa fácil. Ele ressalta que o preconceito da sociedade é grande e que a castidade ainda é um assunto polêmico. Cursando engenharia civil, o universitário disse que já foi até chamado de louco por colegas. “A postura vai contra as regras ditadas pela sociedade. É difícil para muitos aceitarem que alguém em pleno século 21 pense assim. No entanto, quando se tem convicção, seguimos em frente”, avalia.

Veredas antigas

 

O pastor Heitor Henrique Laranjo, de 27 anos, explica que a área sentimental é a que mais aflige o solteiro. Responsável por trabalhos desenvolvidos com jovens e adolescentes na Igreja Videira, em Cuiabá, o pastor avalia que muitos jovens estão tendo diversos relacionamentos e que chegam a um ponto de frustração emocional muito cedo.

 

Ou então, segundo Heitor, chegam ao casamento e não conseguem sustentá-lo por falta de amadurecimento. Além disso, percebem que se casaram com a pessoa errada. “Por isso a corte é diferente do namoro, pois preserva o conhecimento entre o casal. Não é respaldado em beijo ou sexo. Voltamos ao tempo em que nossos pais e avós namoravam na sala com a presença da família toda”, reforça.

 

O molde de relacionamento tem ganhado cada vez mais adeptos nas igrejas evangélicas do país. O movimento “Eu Escolhi Esperar”, por exemplo, que prega a virgindade até o matrimônio tem sido disseminado cada vez mais nas redes sociais e já ganhou millhares de seguidores no Facebook e Twitter.

 

A adesão à corte, conforme o pastor Heitor Henrique, é feito por casais, preferencialmente a partir de18 anos e que têm o objetivo de casamento. “É muito maior que um movimento de pró-sexualidade. É o resgate das veredas antigas”, observa.

 

 

 

Precoce 
A doutora em psicologia comunitária Maria Auxiliadora de Oliveira avalia que a sociedade contemporânea deturpou o sexo ao explorar a sensualidade. Segundo ela, está cada vez intenso o desenvolvimento precoce da sexualidade, o que tem aumentado os casos de gravidez na adolescência.

 

“A questão afetiva e familiar hoje está banalizada. São muitos jovens e adolescentes começando uma vida sentimental sem estrutura. Sabemos que cada coisa tem o seu tempo e priorizar isso ajuda a minimizar os problemas que afetam a juventude”, frisou Maria Auxiliadora.

 

Frutos

 

Os frutos de um relacionamento preservado na pureza sexual, são o que o casal Sandro Cruz, de 28 anos, e Maria Aparecida de Assis da Cruz, de 29, garantem estar colhendo. Com apenas três de meses de namoro, eles se casaram e optaram pela castidade até subir ao altar.

 

Para Sandro foi a melhor opção que fez, após ter namoros fora dos padrões da igreja que geraram problemas sentimentais. “Começamos a nos conhecer e o sentimento foi aumentando. Percebi que já poderia me casar e fiz tudo dentro que acreditei estar correto. Hoje percebo que valeu à pena porque tenho um casamento recheado de respeito, confiança e carinho”, revela.

 

Maria Aparecida, que tem uma filha de sete anos, disse que não teve dúvidas em se preservar. Ela disse que foi difícil a caminhada, mas a vontade de encontrar o verdadeiro amor falou mais alto. “A questão é dar valor às coisas que se perdem no decorrer da relação. Nossa prioridade foi a amizade e a base do evangelho. Hoje vejo o quanto essa escolha fez a diferença em minha vida”.

 

Retirado de aqui



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Domingo, 10.06.12
Ana Clotilde e Ana Nunes
Ana Nunes da Silva fotografa. Ana Clotilde Correia conta a história de casais homossexuais com filhos. O projecto com famílias arco-íris vai ter uma exposição e quem sabe um livro

Precisam-se: famílias arco-íris. Ana, a jornalista, e Ana, a fotógrafa, já registaram a história de três casais homossexuais interessados em envolver-se num projecto que pretende dar visibilidade à parentalidade LGBT.

 

Há uma família com gémeos falsos (um rapaz e uma rapariga), um casal com um menino de um ano e tal e a barriga de um casal de lésbicas. “Sabíamos que existiam, mas não conhecíamos nenhuma. Sabíamos de ouvir falar”, confessou ao P3 Ana Clotilde Correia. “Esta era a grande questão que tinha ficado por resolver depois da aprovação do casamento homossexual. Então isto não vai avançar tudo como em todos os países?”, pergunta-se Ana Nunes da Silva, que um dia tropeçou no site de Stefan Jora, fotógrafo norte-americano que coleciona retratos de famílias LGBT que vivem nos Estados Unidos.

 

“É um projecto documental e ao mesmo tempo activista e ao mesmo tempo muito bonito. E se fizéssemos em Portugal?” À pergunta de Ana Clotilde, Ana Nunes exclamou “brutal!”

 

Estava lançada uma parceria que rapidamente passou a ser uma “prioridade na agenda” da ILGA, que também afixou o anúncio no seu site (agora a par do2.º Encontro Europeu de Famílias Arco-Íris, que decorre de 28 de Abril a 1 de Maio, na Catalunha). “Eles recrutaram-nos. Disseram ‘nós queremo-vos do nosso lado’. Estavam tão interessados neste tipo de trabalho que parecia um acto de fé”, recorda a jornalista Ana Clotilde Correia, que já tinha estabelecido contacto com Stefen Jora (respondeu algo como “força aí!”) e que já havia encontrado projectos semelhantes no hall da conferência Famílias no Plural, que aconteceu em Outubro, no ISCTE. “Nós não queríamos ser originais, queríamos fazer”.

 

“As fotografias falam por si”

O trabalho — ainda sem nome — “entra na intimidade”. E “isso é muito complicado” no que ao recrutamento diz respeito. “Muitas das famílias não estão interessadas em participar de uma forma explícita”, explica Ana Nunes, que concilia a paixão pela fotografia com o emprego na área de Gestão.

 

“As fotografias falam por si”, sugere Ana Clotilde, 31 anos. “Nestes casos a visibilidade é muito importante. As pessoas partem do princípio de que este tipo de famílias não existem. E nem sequer o estão a fazer de uma forma preconceituosa. É mais uma questão de desconhecimento. Em contacto com a realidade, a esmagadora maioria muda por completo de opinião”. Estes retratos de família são “mais fotojornalismo”, é uma perspectiva “crua”, segundo Ana Nunes (23 anos), que tenta passar despercebida — mas que sabe que isso “é quase impossível; não queremos esconder que estamos lá”. “Não valem tanto pela pose. São tirados enquanto as pessoas fazem a vida normal”.

 

Ana, a jornalista, e Ana, a fotografa, achavam que “as famílias iam ter problemas em aparecer principalmente num país em que toda a gente se conhece”. “Não queríamos que nada dessa intimidade fosse roubado”, diz Ana Clotilde, que deixa aos casais a palavra final sobre a publicação das fotografias, que num futuro próximo circularão numa exposição (e talvez num livro). “Queremos que sintam que são parte do projecto. Estamos a tentar convencer algumas famílias. Não pode ser um esforço, não resulta. Este é um projecto em construção. Não temos pressa”.

 

Já foram fotografadas três famílias de mulheres (há um casal de homens com um português, mas está em Bruxelas), entre as quais duas mulheres que casaram em Portugal, fizeram a inseminação em Espanha e agora vivem em Paris. “Elas costumam dizer ‘na Europa podemos fazer tudo, mas não no mesmo sítio’”, cita Ana Clotilde, consciente de que “a realidade portuguesa é singular”. “O normal é primeiro surgir a parentalidade homossexual e só depois o casamento entre pessoas do mesmo sexo”.

 

O projecto já se cruzou com duas discussões na Assembleia da República — numa o Parlamento reiterou a proibição e punição do acesso à inseminação artificial para mulheres solteiras e casais de lésbicas; na outra foi negado o alargamento alargamento da possibilidade de adoção a casais do mesmo sexo —, mas as duas Anas não esquecem os “votos dissonantes” e as “abstenções”. “Estamos a fazer um caminho”.

 

Retirado de P3



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Sábado, 09.06.12

O poder do toque

 

A afeição física é uma poderosa ferramenta de alívio do estresse para os casais – e quanto melhor for a qualidade da relação, mais forte será o poder do toque. Num intrigante estudo da Universidade da Virgínia, 16 mulheres casadas concordaram em se submeter a choques elétricos muito suaves enquanto os pesquisadores estudavam sua atividade cerebral com ressonância magnética. Ao mesmo tempo, cada mulher segurou a mão do marido, a mão de um estranho do sexo masculino ou não segurou a mão de ninguém.

 

Os resultados? Ponto para o casamento. Quando os maridos conseguiam alcançar a mão de suas mulheres no aparelho de ressonância, a atividade na parte cerebral que registra a antecipação da dor acalmava consideravelmente nas mulheres. Elas diziam sentir menos aflição. E as imagens também revelavam menos agitação no hipotálamo, a área do cérebro que controla a liberação de hormônios do estresse. As mulheres que estavam mais satisfeitas com seus casamentos obtinham os maiores benefícios.

 

Em contraste, segurar a mão de um estranho reduzia apenas um pouco do estresse. “Não podemos ver o que nossos parceiros fazem por nosso cérebro e nossas emoções até surgir uma situação estressante, mas isso acontece o tempo todo”, observou o pesquisador-chefe James Coan logo após a publicação do estudo. “Quando uma mulher abraça ou afaga o marido, ela está realmente atingindo as partes mais profundas do cérebro dele, acalmando a resposta à ameaça neural.”

 

O toque é a segunda natureza de um casamento unido, mas, quando um companheiro está doente, isso pode mudar. Os especialistas sugerem que os casais tornem prioridade permanecer fisicamente próximos, e até retomem o relacionamento sexual. Entretanto, a dor, a fraqueza muscular, as cicatrizes cirúrgicas, os problemas respiratórios, os efeitos colaterais dos medicamentos e as preocupações com o vigor ou os efeitos de uma atividade física como o sexo poderão fazer com que ambos se sintam cautelosos. O parceiro doente pode não se sentir atraente; o parceiro sadio pode não querer exigir demais do outro. Seu instinto poderá ser esperar, mas por quanto tempo?

 

retirado de Yahoo



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Redes sociais denunciam as traições


Hoje em dia, grande parte das nossas atividades diárias é contada nas redes sociais. A partir de comunidades e grupos deixamos expostas nossas preferências e afinidades. Aplicativos são capazes de apontar onde estamos e por quanto tempo permanecemos no local.

 

Quem nunca foi marcado em uma foto sem consentimento?

 

Tanta exposição prejudica um grupo muito delicado da sociedade, o dos traidores. Basta um descuido e pronto! Aquela foto que você tirou no bar, quando deveria estar em uma reunião de negócios, está online para qualquer um ver. Ou pior... Um depoimento, uma declaração no mural pode gerar uma intriga sem procedentes. Pois é, saiba que há pessoas de olho em toda a sua movimentação nas redes sociais!

Para o Dr. Rogério Fonseca, advogado da área cível do escritório Peixoto e Cury Advogados, todas as mídias sociais, assim como outros meios eletrônicos da vida moderna, podem estimular e denunciar adultérios. Para o aumento no número de traições, a justificativa seria a maior facilidade de se relacionar com outras pessoas sem a necessidade de contato físico, permitindo encontros, em tese, sem a desconfiança do parceiro.

 

Sirley Santos Bittu, psicóloga, especialista clínica e membro da Federação Brasileira de Psicodrama, acredita que as redes sociais não estimulam o adultério. "O que acontece é que nós ainda estamos aprendendo a lidar com todas estas novidades. Agimos como se estivéssemos pensando alto. É um paradoxo, elas escrevem querendo ser ouvidas e notadas, mas se esquecem que estão sendo observadas", afirma.

 

Os traidores das redes sociais já possuem um perfil de comportamento. De acordo com a Dra. Gislaine Lisboa Santos, também do escritório Peixoto e Cury Advogados, há uma série de atitudes que geram suspeitas. "O aumento do tempo do parceiro no computador, em mídias sociais e sites de relacionamento, mudança de comportamento, em geral isolamento, são características de parceiros que estão se envolvendo com terceiros no meio virtual", revela.

 

Quem é compromissado e costuma flertar online, deve saber que estas mensagens e fotos podem ser usadas como provas em processos. "Embora ainda não exista lei específica, a jurisprudência brasileira já aceita a apresentação destes documentos como prova em processo judicial", esclarece Dr. Rogério Fonseca.


"Nas redes sociais a relação fica mais no imaginário do que no real. As relações online são superficiais. Pessoas passam uma imagem que gostaria de ser, mas não é", afirma a psicóloga Sirley Santos Bittu.

 

Quem está desconfiado não deve sair rastreando o computador alheio. Salvo algumas exceções, isto é crime no Brasil.

 

Retirado de Vila Dois



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Domingo, 03.06.12

Pico sexual feminino ocorre sábado, às 23h / Shutterstock

O estudo foi feito com cerca de mil mulheres do Reino Unido

Quer saber qual é o melhor momento para namorar entre quatro paredes? De acordo com um estudo encomendado pela revista "Women's Health", do Reino Unido, o pico do apetite sexual feminino ocorre às 23h dos sábados. 

Segundo informações do jornal "Daily Mail", para chegar a essa conclusão, o levantamento contou com a opinião de mil mulheres do Reino Unido. Apesar de mais de três quartos das entrevistadas estarem satisfeitas com a vida sexual, grande parte culpou muito trabalho e falta de tempo livre por diminuir a disposição.

Vale acrescentar que, no ano passado, a Escola de Economia e Ciência Política de Londres, na Inglaterra, informou que a quinta-feira pela manhã é o melhor período para os casais terem relações. A explicação é que os níveis de cortisol chegam ao máximo, estimulando os hormônios sexuais. Também já constataram que as taxas de testosterona nos homens e de estrogênio nas mulheres ficam até cinco vezes mais elevadas no início do dia. Tente todas as alternativas e tire suas próprias conclusões. 

 

 

Retirado de Band



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Quarta-feira, 30.05.12

Sexo, O que fazer com aquelas fotografias mais intimas?

 

 

Sempre que um caso de exposição ilegal de fotos íntimas na internet como as de Carolina Dieckmann acontece, a polêmica volta ao noticiário e reportagens e dicas de pessoas especializadas em informática surgem aos montes. Medidas aparentemente fáceis não impedem as pessoas de continuarem postando sem parar as suas fotos.

 

A exposição é algo desejado por muitos, mas somente até certo ponto. É diferente de alguém escolher se expor e fotografar para um book sensual que será impresso e mostrado somente a quem você quiser, o profissional que faz as fotos assume a responsabilidade e um contrato é assinado.

 

Já na internet a coisa é bem diferente, uma vez que as fotos forem postadas na rede, não tem volta, milhares de pessoas terão acesso ilimitado a isso. Esse problema pode acontecer de várias maneiras. E pode ser usado contra a reputação de quem posou para as fotos.

 

Ex-namorados vingativos, hackers, einimigos teriam prazer em ter algo seu com esse poder nas mãos. Claro que, se você não for uma celebridade ou alguém público (a), o risco pode ser menor, mas sempre existe.

 

Dicas bem simples, praticamente te livram desse mal. Conversamos com o fotógrafo Edu Cesar e ele nos passou dicas simples sobre armazenamento seguro de fotos, "Existem programas que guardam as fotos e permitem ver o conteúdo somente usando uma senha, eles funcionam fazendo a criptografia dos arquivos".

 

A criptografia faz com que os códigos e informações sejam embaralhados de propósito para impedir cópias. Porém para ter total domínio da segurança basta tomar uma precaução, "O ideal mesmo seria não ter as fotos no computador e sim em um DVD ou HD externa, pois dessa forma você tem o controle físico de guardar as imagens (guardando o DVD ou HD em um local seguro)", completou Edu Cesar.

 

E você? Como guarda suas fotos íntimas?

 

Retirado de Vila Mulher



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Terça-feira, 29.05.12

Os vilões que atrapalham o seu orgasmo

Às vezes, chegar lá pode ser mais difícil do que a gente imagina. NOVA investiga o distúrbio que é o maior desmancha-prazer feminino.

 

NOVA lança o desafio: pule esta reportagem agora quem nunca perdeu um orgasmo na vida. Continua lendo? Não está sozinha. Muitas de nós sofrem com a anorgasmia, disfunção que dificulta ou, em casos extremos, nos impede de atingir o clímax, o topo da excitação, o céu. Existem quatro tipos. O mais comum, chamado situacional, faz com que só consigamos com determinadas carícias (masturbação, por exemplo). Além dele, também tem o primário, caso de quem nunca nem sequer experimentou; o secundário, quando a gente de repente para de ir aos finalmentes; e o total, quando nenhum estímulo é suficiente para nos fazer chegar láhhh. A disfunção é mesmo uma das maiores vilãs do êxtase feminino. Por sorte, NOVA sabe como combatê-la.

 

Conhecendo o inimigo

 

A anorgasmia tem várias causas — e nem todas são psicológicas. Por isso, os terapeutas aconselham nunca achar que as dificuldades só existem na sua cabeça nem guardar suas angústias e dúvidas (conte tudo a quem pode ajudar, começando por uma conversa franca com o médico). Elas podem ter sido desencadeadas por cicatrizes ou danos aos nervos provocados por cirurgias ginecológicas. Fora o uso de drogas, álcool ou certos medicamentos, como os que controlam a pressão arterial, os antiestamínicos e os antidepressivos. Que o diga a empresária paulistana Mariana, 26 anos: “Estava trabalhando e fazendo pós-graduação, o que é barra pesada. Para complicar ainda mais, meu namorado foi transferido para o Rio. Não conseguia dormir e me sentia tão destruída que fui ao médico. Ele receitou antidepressivos e pílula contra ansiedade.” A insônia sumiu, mas, quando foi passar um feriadão com o lindo, descobriu os efeitos colaterais. “Nem sentia vontade de transar. Na cama, parecia uma morta-viva e me peguei pensando: ‘Será que ele não vai se satisfazer de uma vez para acabar logo com isso?” Percebendo que Mariana não era mais a mesma, o namorado até sugeriu procurarem estímulos extras em uma sex shop. Diz ela que saíram da loja com a sacola cheia de brinquedinhos, vibradores e livros. Deu certo. Não chegou a ser uma glória na primeira vez, mas o tesão aumentou e facilitou o orgasmo — embora tenha demorado mais que de costume. De volta a São Paulo, a moça conversou com o terapeuta, que a ajudou a conciliar os remédios com o desejo. Mariana acabou dispensando os antidepressivos antes do que imaginava.

 

No caminho do prazer

 

Excluída uma causa física, vale checar o fator emocional. São desmancha-prazeres de marca maior a própria ansiedade de ter um orgasmo, a culpa provocada por uma educação sexual rígida, alguma crença religiosa ou cultural que interfere no prazer, além do medo de engravidar ou de pegar uma doença sexualmente transmissível. O tratamento varia, óbvio, dependendo do tipo de anorgasmia. Para quem nunca experimentou essa explosão de sensações (cerca de 5 a 10% das mulheres), os terapeutas tentam ajudá-la a relaxar e se sentir segura, aumentando a sua capacidade de reagir positivamente aos estímulos sexuais. É o caso da mulher que está ansiosa achando que não vai conseguir ou assustada com a possibilidade de se descontrolar ou ainda fisicamente incomodada sem saber o que esperar. “Já as que sofrem da secundária só precisam aprender novos truques para chegar lá — afinal, já conhecem o caminho e sabem que são capazes de trilhá-lo”, explica Elna McIntosh, terapeuta sexual e uma das maiores autoridades no assunto. No caso da anorgasmia em situações específicas, a mulher precisa de ajuda para identificar as circunstâncias favoráveis e, em seguida, melhorar sua comunicação.

 

Aconteceu com a dentista Juliane, de 24 anos, que teve a primeira experiência sexual quando tinha 17 anos. “Demorei para me decidir, mas fiz porque queria, e não por pressão do namorado. Apesar disso, na hora H, entrei em pânico. Tanto que contrai demais os músculos da vagina e a penetração foi superdolorosa. Minha vontade era pular da cama e correr para casa”, diz. A experiência ruim se repetiu com outros parceiros. Apesar de sentir vontade de transar, ficava tão tensa que tornava o ato quase impossível. Não é surpresa que não soubesse o que era um grand finale. Nem mesmo com a masturbação. Durante anos, fez vários tratamentos e visitou uma lista de médicos. “Um deles chegou a dizer que eu precisava operar para aumentar a abertura da vagina e cortar alguns músculos. Só não encarei a mesa de cirurgia porque morri de medo”, lembra. Um namorado apaixonado e sensível sugeriu recorrerem à terapia juntos. O primeiro alívio foi descobrir que seu problema era comum — estima-se que 70% das mulheres ficam ou já ficaram a ver navios. Depois de alguns meses de sessões, com direito a exercícios e orientações de como tocar o outro, o casal finalmente espantou o grande vilão da cama. “Não aconteceu de uma hora para outra. Vivemos um processo lento, mas surpreendente. O primeiro orgasmo foi totalmente inesperado. Caí no choro de felicidade.”

 

Retirado de Nova



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Sábado, 26.05.12

Miley Cyrus fala sobre sexo:

Cantora que começou a dar que falar com a personagem Hannah Montana, da Disney, tem hoje 19 anos.

Miley Cyrus disse numa entrevista televisiva que considera o sexo "uma coisa linda" e acrescentou também que é "mágico". A Amanda de Cadenet, mulher de Nick Valensi dos Strokes e apresentadora do programa The Conversation, a artista de 19 anos defendeu que os pais devem falar sobre sexo com os filhos.

 

"Os miúdos têm televisão portanto sabem o que é sexo", disse a cantora, que se tornou conhecida como protagonista da série infantil Hannah Montana, da Disney. "Eduquem-nos e digam-lhes que eles não estariam cá sem sexo, e que é uma coisa linda e é mágico e é quando tu te ligas a alguém. E não tem tanto a ver com quanto vales. O teu valor não depende disso, depende de como te vês a ti próprio".

 

Cyrus explica que há muitas raparigas que medem o seu valor pelos "favores sexuais que fazem a alguém": "Isso deixa-me muito triste. O sexo é a única forma que temos de criar e é a única forma de o mundo continuar. Portanto, é pura ignorância não falar com os filhos sobre o assunto nem fazê-lo parecer tão mágico ou fixe quanto é na realidade".

 

A artista fala também da forma como as cantoras hoje exploram a sua sexualidade: "Antes, se eras mulher não cantavas sobre sexo, hoje se não é sobre isso que cantas, se não moldas toda a tua imagem em torno disso, a tua música não passa em lado nenhum".

 

Recorde abaixo as melhores fotos da atuação de Cyrus no Rock in Rio Lisboa 2010. 




Retirado do Blitz



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Segunda-feira, 21.05.12
Vibradores são acessórios de famosas

Gwyneth Paltrow ajuda a melhorar vendas de produtos eróticos. Foto reprodução site Celebrity Beauty Buzz

 

Elas são mulheres famosas, bem sucedidas, ao que tudo indica bem casadas, mas também usam seus amigos, os vibradores. Eva Longoria e Gwyneth Paltrow fizeram alguns comentários que podem ter alavancado as vendas de vibradores. Vai ver a mulherada que estava acanhada resolveu soltar a franga e não perder mais tempo.

 

Segundo declarações publicadas, Eva Longoria, estrela do seriado "Desperate Housewives", disse abertamente, "as melhores transas da minha vida foram com vibradores".

 

E tem mais, a atriz Gwyneth Paltrow, que apareceu pela última vez na telona em "Vingadores", é esposa do vocalista do Coldplay Chris Martin, e ao ser perguntada sobre sua posição sexual favorita, ela disse, "qualquer uma".

 

A atriz Teri Hatcher, amiga de Longoria no elenco do seriado, disse algo ainda mais conclusivo, "para ser honesta, não sei para que serve um homem. Eu tenho alguns aparelhos fabulosos".

 

Mas será mesmo que brinquedinhos podem substituir o calor de um corpo?

 

Vibradores e aparelhos supersônicos não abraçam, beijam ou mudam de posição sem que a mulher mande. Usar brinquedos para complementar sem problemas, mas jamais para substituir o bom e velho, homem de carne e osso, certo meninas?

 

Retirado de Vila Dois



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Quinta-feira, 03.05.12

Sexo na gravidez

Vários casais têm dúvidas quando o assunto é sexo na gravidez, principalmente os marinheiros de primeira viagem. Por isso, o Mundo Ela conversou com a doutora Denise Coimbra para esclarecer algumas das dúvidas mais freqüentes.

Algumas mulheres têm medo de fazer sexo durante a gravidez. Existe algum risco para o bebê?
Em algumas situações o sexo é contra-indicado, como na transferência de embriões na técnica de reprodução assistida até confirmação da gravidez, mas na gravidez natural não há contra-indicação. Durante o período gestacional, se houver sangramento ou outra queixa, será orientado pelo obstetra se deve parar de ter relações.
 
E para a mulher? Pode ser desconfortável, causar alguma dor?
Relação sexual não provoca dor e nem causa desconforto, mas  a  medida que cresce o útero a mulher tem que escolher a melhor posição, ou seja, a mais confortável - por exemplo, de lado.-  que impeça uma penetração tão profunda.
 
Durante a gravidez o corpo da mulher sofre várias transformações, físicas e hormonais. Essas modificações podem alterar o apetite sexual feminino?
Sim. No início existe até certa rejeição ao sexo, que se normaliza com o esclarecimento médico de que não vai prejudicar o bebê. Tudo volta  ao normal, a não ser que o médico impeça ou  a mulher  não  se sinta mais confortável para ter relações, mas o sexo durante a gestação reforça o ponto de vista psicológico a mulher  segura e amada pelo companheiro. É bom e importante.
Existe alguma situação em que o sexo deve ser evitado ou mesmo proibido? 
Sim, o sexo na gravidez deve ser evitado sempre que o médico achar necessário, como em casos de ameaça de abortamento no inicio da gravidez, nas situações infecciosas de pelve (corrimentos, cistites...), placenta previa centro total, ameaça de parto prematuro e rotura de bolsa amniótica.
Retirado de  Mundo Ela


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Terça-feira, 01.05.12

369 curiosidades sobre sexo

 

As primeiras ereções dos homens ocorrem no último trimestre de gestação, quando ainda são fetos. E durante a ejaculação, o sêmen atinge a velocidade de 45 km/h. Estas e outras centenas de curiosidades que certamente nem passavam pela sua cabeça estão reunidas no livro "369 Curiosidades Sobre Sexo", da V&R Editoras.

 

Escrito pelo humorista argentino Aníbal Litvin, o livro traz informações científicas e outras muito divertidas sobre o comportamento dos homens e dos animais. Nem os fatos cômicos de personalidades como Cleópatra e Maria Antonieta foram poupados.

 

Com ilustrações de Omar Tiraboschi, "369 Curiosidades Sobre Sexo" é o segundo título da Coleção Bom Humor, inaugurada com o livro "Descubra sua vaca interior".

 

Vila Mulher separou algumas das 369 curiosidades para você se divertir:

 

- As mulheres que comem chocolate se excitam mais: esse doce permite estimulação mais direta das terminações nervosas.
- No Brasil, grande parte das mulheres prefere ficar por cima do homem na relação sexual.
- Devido à liberação de endorfinas, o orgasmo feminino é um poderoso analgésico, motivo pelo qual dor de cabeça é um pretexto ruim para não fazer sexo.
- Apenas 1% das mulheres chega ao orgasmo só com a excitação dos mamilos.
- Aproximadamente 47% das mulheres têm o primeiro orgasmo por meio da masturbação.
- Na antiga Esparta, o adultério feminino era permitido, desde que a mulher se entregasse a um homem mais alto e robusto que seu próprio marido. 
- No Líbano, um homem pode ter relações sexuais com animais, desde que sejam fêmeas. Relações sexuais com machos são punidas com a pena de morte.
- Fumar pode encurtar o pênis quase um centímetro. 
- Homens com parceiras se masturbam mais. Como eles mantêm relações sexuais com maior frequência e em maior quantidade, produzem muita testosterona e, por isso, se excitam mais.
- O sexo é um tratamento de beleza. A ciência já comprovou que a mulher, quando mantém relações sexuais, produz grande quantidade de estrogênio, o que deixa o cabelo brilhante e suave.
- Um em cada cinco mil homens na Europa faz um corte no freio da língua para poder fazer sexo oral melhor em suas parceiras.
- Quase 60% dos homens e 54% das mulheres já fizeram sexo casual de uma única noite.
- O homem tem sua etapa maior de excitação sexual pela manhã bem cedo, durante o outono.
- Cerca de 5% das mulheres são alérgicas ao sêmen.
- As camisinhas devem ser capazes de esticar até sete vezes seu tamanho normal, segundo a norma internacional. Além disso, devem resistir no mínimo a 18 litros de ar antes de rasgar.
- Os orgasmos podem ser mais intensos em um ambiente quente.
- No momento de máxima excitação, o clitóris dobra de tamanho e o ponto G pode chegar ao tamanho de uma amêndoa.


- O tamanho do pênis depende, em grande parte, da herança genética. O medo, o estresse e a água fria fazem o membro encolher.
- Aproximadamente 29% das mulheres chegam virgens ao casamento.
- Os espermatozóides necessários para duplicar a população mundial atual caberiam na circunferência de uma aspirina. Os óvulos necessários para duplicar a população mundial caberiam no ovo de uma galinha. 
- Durante o beijo, cerca de 40 mil bactérias passam de uma boca para a outra, mas a maioria é inofensiva. A ciência diz que beijar é saudável: exercita uns 30 músculos faciais. 
- Um homem gera, em toda a sua vida, 53 litros de sêmen. 
- Em geral, os orgasmos femininos duram entre seis e dez segundos, mas algumas mulheres têm orgasmos que chegam a 20 segundos.



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Segunda-feira, 30.04.12

 

Vida sexual e deficiência

 

A estética, a beleza, a autoestima, a segurança, e tantas outras preocupações permeiam ouniverso sexual de muita gente, e mais especificamente, o das mulheres que cobram de si mesmas um padrão, quase sempre, muito alto. O que dá tesão, o que faz a gente pirar é algo tão pessoal e a única máxima é que entre quatro paredes vale tudo.

 

E quando se possui uma deficiência física, como se encara o sexo e suas artimanhas, e os atributos de beleza? Somos todos iguais. Queremos ter prazer, e nos sentirmos bem. Nesse universo vasto e delicioso, não há limites, basta manter a mente e o corpo relaxados e abertos a novidades.

 

Ao refletir e pesquisar sobre a vida sexual dos cadeirantes, no caso de deficiência, ou lesão medular por acidente, percebemos o quanto a criatividade e a imaginação contam.

 

Para os homens a disfunção erétil é o que tira o sono e para as mulheres a libido simplesmente some, e só ficam as dúvidas e as incertezas. Logicamente, que quando há tesão, amor, e muita vontade, dá para contornar, e dar um jeitinho nos obstáculos.

 

A feminilidade, ou masculinidade de ninguém, pode ser apagada por alguma condição física, a atração e o interesse por alguém não se limita a isso, fazem parte delas olhares, conversas, amor, carinho, atitudes, uma frase certa, no momento certo. O que vale é levantar a autoestima, usar o bom humor e a criatividade, sempre.

 

Muitas vezes, essas pessoas que se veem numa situação nova acabam descobrindo novos prazeres, áreas do corpo que nem se explorava, é um desafio que se trilha junto com um(a) companheiro(a) que realmente esteja do lado para o que der e vier. Se jogar a novas experiências pode abrir portas, inclusive a dos sentidos.

 

Via Vila Dois



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Domingo, 29.04.12

Pimenta está entre os alimentos afrodisíacos / Yuri Arcurs/Shutterstock

Além de aumentar o desejo sexual, estes aliados são saudáveis

Se você não aguenta mais imaginar lugares ou posições diferentes para apimentar a sua relação, saiba que é possível dar aquela "pitada" na hora da intimidade utilizando alimentos.

Além de aumentar a excitação e o desejo sexual, estes aliados são saudáveis e ajudam a revitalizar as energias.

Apesar da ciência não comprovar nem desmentir a existência de tais propriedades afrodisíacas destes alimentos, existem grandes evidências para se acreditar que eles realmente funcionam.

Confira algumas opções listadas pelo site "Health.com" e abuse da sua criatividade.

Aspargos


O aspargo é rico em vitamina B6 e ácido fólico, o que pode aumentar a excitação e o orgasmo. Ele também possui vitamina E, que estimula os hormônios sexuais em homens e mulheres.

Abacate


A energia e uma libido saudável são fundamentais para se ter um bom sexo e os abacates podem trazer ambos. Eles são carregados de minerais e gorduras monoinsaturadas (do tipo bom, que protege o coração e diminui o colesterol) e vitamina B6 - tudo o que você precisa para ter energia e desejo sexual. Ele também é uma grande fonte de ômega-3, que aumenta o humor. 

Pimenta


A pimenta pode realmente "apimentar" o clima a dois, graças a capsaicina, uma substância química que induz a liberação de endorfina no cérebro, criando a sensação de euforia. Qual é o retorno? Preliminares bem melhor e sexo mais quente.

Chocolate


Este doce tem sido relacionado ao amor e ao sexo por um bom motivo. Ele contém triptofano, que ajuda o corpo a produzir serotonina, substância química natural do bem-estar, que pode desempenhar um papel satisfatório na excitação sexual. O chocolate também possui feniletilamina, outro estimulante que contribui para uma intensa noite de amor. 

Alcaçuz


Este doce (geralmente vendido em tiras) imita os efeitos do estrogênio e da progesterona, hormônios importantes para as funções reprodutivas e sexuais. Comê-los pode ajudar a pessoa a entrar no clima e, além disso, reduzir os sintomas da TPM. Mas lembre-se: não se contente com apenas um doce; certifique-se de que está comprando uma variedade deles, que contenham o real extrato da raiz de alcaçuz. 

Ostras


Não é a sensação "escorregadia" que faz das ostras serem um alimento sexy. A resposta está no zinco, do qual as ostras são carregadas. O mineral ajuda o corpo a produzir testosterona, hormônio que regula a libido de homens e mulheres e a função sexual.

 

Retirado de Band



publicado por olhar para o mundo às 21:56 | link do post | comentar

Segunda-feira, 23.04.12
ser ou não sensual e atraente

Como conquistar o homem que deseja

 

Sermos ou não sensuais e atraentes para o sexo oposto é muito uma questão de atitude. Por vezes, mudar certas coisas faz toda a diferença..

 

Não interessa se só vai fazer umas compras ao supermercado ou se é Domingo e vai almoçar a casa dos pais. Ser sexy é uma questão que não se prende exclusivamente com ocasiões especiais, mas passa por você saber que, por debaixo daquelas calças de ganga, está simplesmente fantástica. Sem querer ou sequer tomar consciência, isso mudará a forma como se relaciona com o sexo oposto.

*Pinte os lábios de vermelho, que é como quem diz, maquilhe-se e realce o melhor que há em si, sejam os lábios ou os olhos.
*Faça uma massagem, ou vá ao cabeleireiro todos os meses ou não deixe crescer aquelas raízes brancas. Sinta-se bem na sua pele, sem complexos de culpa ou sem achar que assim as pessoas não a levam tão a sério só porque valoriza também o aspecto físico. O intelecto não é incompatível com a beleza.
*Compre 'aquele' vestido. Pode pensar 'mas quando é que o vou usar'. Não interessa Até pode ser em casa um jantar especial. O que tem de dizer a si mesma é que lhe pertence todo o direito de usá-lo.
*Provoque-o. Isto significa que não tem de estar à espera que ele dê o primeiro passo sempre que se trata de sexo. Por vezes, bastam umas palavras sopradas ao ouvido, um cruzar da perna mais lento ou um passar a mão pela perna dele para que a mensagem seja compreendida. Mas se quiser ir mais longe, diga-lhe mesmo o que gostava que ele fizesse consigo... ou você com ele.

 

*Treine em frente à objectiva de uma máquina: tímida quando posa para a fotografia? Combata essa ideia que não fica bem nas fotografias. Improvise uma sessão qual modelo profissional. O melhor é pedir a uma amiga, com quem se sinta à vontade, para participar também. E finja que é uma modelo, faça caretas, poses e tudo o mais que lhe apetecer. É uma boa forma de se libertar completamente de complexos e ganhar confiança em si e no seu corpo.



Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 21:45 | link do post | comentar

Domingo, 22.04.12

Alguém quer o papel de

 

 

 

A pergunta é de duplo sentido porque ela deixa ainda outra dúvida: a diferenciação de "gênero" entre as mulheres realmente existe? É surpreendente, para não dizer, uma verdadeira perda de tempo que os homens e as próprias mulheres tentem construir alguns rótulos.

 

Da mesma forma que já falamos sobre o mosaico que toda mulher gostaria de montar de um homem ideal, os homens podem ter seus métodos de idealizar sua musa.


Mas pensar se uma mulher realmente é pra casar, é medir escalas morais, sentimentos e limitar a felicidade.

 

Mulher para casar pode ser a virgem, pode ser a boa dona de casa, pode ser adevassa, que faça o cara subir pelas paredes todas as noites, pode ser aquela mulher quer ser a mãe dos filhos dele, e pode ser aquela que ele paquera há uns 15 anos e que resolve baixar a guarda, depois de separada do primeiro marido. E pode ser aquela que ele nunca encontrou, ou quem sabe, nem vai encontrar, de tanto que idealiza essa musa.

 

E tem a mulher de verdade, bem real, que quer fazer uma coisa, mas detesta a outra, ou que é péssima em tanta coisa, mas consegue ter momentos de sabedoria, e faz seu gato rir bastante com seu bom humor.

 

mulher para casar existe sim, e essa sensação aparece quando os dois estão prontos, ou não! A mulher para casar é aquela que está ao lado, a namorada e companheira. Que provavelmente já errou muito, e vai errar mais, mas que desenvolveu jogo de cintura e bom humor para continuar mantendo o coração e olhos do seu homem sempre com ela.


Essa mulher passa longe da perfeição Vilamigas. Ela é você e todas nós.

 

Retirado de Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:38 | link do post | comentar

Quarta-feira, 18.04.12
Os ladrões de orgasmo  quem são os vilões

 

Muitas coisas e ideias povoam nossa cabeça o tempo todo e acabam roubando os momentos de maior prazer, ou seja, os orgasmos. Esses inimigos estão por aí soltos na sua cabeça e te distraem justamente na hora do sexo. Identificar esses vilões e colocá-los para correr é a melhor estratégia.

 

Em primeiro lugar é melhor relaxar do que pensar tanto que até mesmo na cama, eles estejam com você. Se você não resolveu durante o dia, ou antes de transar, não é bem nessa hora que uma solução mágica surgirá em seus pensamentos.

 

Faça esse exercício que pelo menos tentar esquecer, e se soltar, não precisa forçar, como numa meditação, deixe que os pensamentos venham e passem pela mente. O estresse é um dos principais vilões, ele vai te deixar tão tensa que os seus músculos da vagina podem ficar muito rígidos e não há prazer que resista.

 

Uma outra coisa, que pode se transformar em vilã, é a preocupação excessiva em chegar lá, se você for para a cama pensando que precisa ter desempenho de maratonista ou de atriz pornô, a probabilidade disso não acontecer é grande, e pior, você vai continuar sem ver estrelas.

 

Gozar na transa é uma conseqüência, é algo que acontece no final da brincadeira, mas nem sempre é assim, às vezes, a brincadeira toda, as preliminares, aquele momento gostoso (ou pelo menos, deveria ser) é que tem que ser curtido pelos dois. No final com o envolvimento, a excitação e a química, a explosão acontece.

 

É exatamente isso que acontece em alguns casos, em homens que não conseguem manter uma ereção, ou têm ejaculação precoce. Eles ficam tensos, e querem tanto que tudo dê certo, que acaba acontecendo justamente o contrário. O grande lance é simplesmente não se preocupar e improvisar na hora H. Muito planejamento para isso, não é bom negócio para quem está tenso e ansioso.

 

Na dúvida, em vez de ficar dando murro em ponta de faca, converse com seu ginecologista, ele poderá ajudar você a entender se precisa apenas relaxar ou se precisa de um tratamento. Existe um problema que pode acontecer com qualquer mulher e se chama anorgasmia, que é ausência de orgasmos, um distúrbio mais comum do que se imagina e tem tratamento.


Portanto, se cuide, não deixe para depois. Encontre logo o seu prazer de direito!

 

Retirado de Vila Dois

 



publicado por olhar para o mundo às 21:24 | link do post | comentar

Segunda-feira, 16.04.12

Nem sempre revelar o segredo é a melhor opção / Zurijeta/Shutterstock

Segundo especialista, antes de revelar o segredo para o parceiro é melhor pensar duas vezes

 

Contar a verdade sobre uma traição nem sempre é o melhor caminho para ser seguido. De acordo com a especialista Shoshana Bennet, em um artigo publicado no site "Your Tango", antes de revelar o segredo para o parceiro é melhor pensar antes.

Segundo Bennet, as pessoas acabam contando sobre o affair muitas vezes por motivos egoístas. É uma forma de tentar aliviar a própria culpa e o arrependimento por ter falado não é necessariamente por questões emocionais, e sim porque a infidelidade ocasionou coisas ainda piores.

A outra pessoa pode até agradecer pela honestidade e dizer que está tudo bem, mas dificilmente será capaz de seguir em frente e perdoar.

Se você quer correr o risco, abre o jogo e compartilhe tudo. Como qualquer outra situação na vida, é impossível saber de antemão o que vai acontecer após a revelação.

A traição até pode ser boa para o casal, desde que a outra parte não saiba o que aconteceu. Se você quer mesmo investir 100% em seu relacionamento, esqueça o ocorrido e se dedique de verdade no casamento ou namoro. 

A ideia é usar o que você aprendeu sobre suas necessidades e desejos e trazê-los de volta para o seu relacionamento. Mas se prefere não se desgastar, o melhor mesmo é a separação.

 

Via Band



publicado por olhar para o mundo às 21:43 | link do post | comentar

Terça-feira, 10.04.12

14 maneiras erradas de utilizar preservativos

 

Um artigo recente reviu 50 estudos sobre usos errados de camisinha. Proteja-se! Confira os erros comuns que prevaleceram:

  1. Aplicação tardia: entre 17 e 51,1% das pessoas afirmaram colocar a camisinha depois do começo do sexo. Outros estudos descobriram que isso acontece com 1,5 até 24,8% dos encontros sexuais.
  2. Remover antes: entre 13,6 e 44,7% dos indivíduos entrevistados tiraram a camisinha antes do sexo terminar. Outros estudos descobriram que isso acontece entre 1,4 a 26,8% dos casos.
  3. Desenrolar a camisinha antes de colocá-la: entre 2,1 e 25,3% das pessoas disseram desenrolar a camisinha antes de usá-la.
  4. Falta de espaço na ponta: não deixar o espaço necessário na ponta aconteceu em 24,3 a 45,7% das pessoas, dependendo do estudo.
  5. Não remover o ar: cerca de metade (48,1%) das mulheres e 41,6% dos homens comentaram casos em que o ar não foi retirado da ponta da camisinha.
  6. Camisinhas ao contrário: entre 4 e 30,4% das pessoas comentaram utilizar uma camisinha novamente, enrolando ela para o lado contrário.
  7. Não desenrolar completamente: 11,2% das mulheres e 8,8% dos homens começaram o sexo sem desenrolar completamente a camisinha.
  8. Exposição a objetos pontiagudos: entre 2,1 e 11,2% das pessoas usaram objetos afiados para abrir o pacote da camisinha.
  9. Não checar a camisinha: 82,7% das mulheres e 74,5% dos homens não checaram a camisinha antes de usá-la.
  10. Falta de lubrificação: entre 16 e 25,8% dos participantes usaram camisinha sem lubrificação.
  11. Lubrificantes errados: em cerca de 4,1% dos sexos, as pessoas usaram lubrificantes derivados do petróleo no látex, o que pode degradar a camisinha. Cerca de 3,2% das mulheres e 4,7% dos homens comentaram isso.
  12. Retirar incorretamente: retirar de maneira errada após a ejaculação foi comentado por 57% das pessoas, em um estudo. Cerca de 31% dos homens e 27% das mulheres comentaram isso.
  13. Usar a camisinha novamente: entre 1,4 e 3,3% dos participantes reutilizaram a camisinha pelo menos mais uma vez após o sexo.
  14. Guardar incorretamente: entre 3,3 e 19,1% dos participantes guardaram as camisinhas em condições fora da recomendação do pacote.

Enquanto o uso adequado da camisinha tem um percentual de segurança de 98% para evitar a gravidez, erros podem aumentar o risco dela estourar, vazar ou outros problemas. Aqui estão os números desses problemas:

  • Rasgar: em vários estudos, entre 0,8 e 40,7% dos participantes comentaram ter experimentado essas situação. Em alguns estudos, os níveis de sexo com uma camisinha estourada chegaram a 32,8%.
  • Escorregar: entre 13,1 e 19,3% dos participantes afirmaram que a camisinha havia escorregado.
  • Vazar: camisinhas vazaram em cerca de 0,4 a 6,5% dos encontros sexuais estudados, com 7,6% dos homens e 12,5% das mulheres comentando ter experimentado esse tipo de situação.
Retirado de HypeScience


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Segunda-feira, 09.04.12
Poliamor, sexo sem idade e sem preconceitos

Mudam-se os tempos e as vontades, só não varia uma coisa: o desejo sexual, que se mantém em diferentes tempos e relações

 

Daniel namora com Sofia. E também com Inês. Elas sabem e até são amigas. Os três são poliamorosos, ou seja, mantêm uma relação afectiva e sexual de cariz não-monogâmico.

 

Defendem o amor livre em teoria e, na prática, não são muito diferentes de outros trios que andam por aí, mas fora da clandestinidade e sem arriscar o poder destruidor da traição e da mentira. Uma relação que são várias ao mesmo tempo e onde há lugar para a experimentação e a satisfação das mais recônditas fantasias e fetiches.

 

"O meu primeiro contacto com a ideia de não-monogamia foi através do livro ‘Um Estranho numa Terra Estranha", de Robert Heinlein. Li-o aos 17 anos e, desde logo, fez-me questionar o sentido de obrigar alguém a fazer apenas sexo comigo, a apaixonar-se apenas por mim. Não me tornei poliamoroso por querer sexo com várias pessoas, mas pela ideia de não trair, não mentir", refere o jornalista e professor universitário Daniel Cardoso, 25 anos.

 

Foi nesta fase ainda imberbe que conheceu Sofia C., psicóloga, 26 anos. Andavam na mesma escola secundária e em comum pouco mais tinham do que a coincidência dela também ter lido o mesmo livro. "Inicialmente odiava o Daniel. Ele tinha um feitio complicado, destoava. Quando o conheci pôs-me ao corrente dos seus ideais. Assim, de chofre, cara-a-cara. Nunca tinha pensado isso para mim... até que me apaixonei por ele. Como ele tinha deixado bem claro o que queria, não era eu que ia tentar impor outra coisa." Sofia percebeu depois que se identificava com o modelo de vida, ao qual chegou pela teoria e agora vive na prática.

 

No poliamor não se fala em casais, mas de constelações, pelos múltiplos formatos que permite. "Neste momento somos uma constelação em V, que contempla três relações diferentes (dois pares e a relação total). Acontecem dinâmicas diádicas (entre dois indivíduos), que convivem com a dinâmica global", explica Daniel.

 

Sofia esclarece a questão que desde logo se insinua: "Eu e a Inês não somos namoradas. Podíamos ser, mas não houve faísca. Mas no anterior relacionamento eu era também namorada da namorada do Daniel."

 

A geometria não é a única coisa difícil de entender. Inês, o outro elemento do trio, assume-se como lésbica, por gosto mas também por questões políticas. "É assim que me vejo. Tive várias paixonetas por mulheres na faculdade, mas isso não invalida que não haja um envolvimento com um homem. Apaixonamo-nos por pessoas, não por anatomias. Ao contrário da Sofia, acho as mulheres mais interessantes, mais atraentes, ligo--me melhor a elas."

 

Mesmo sabendo disso, ele foi--se chegando, até ao dia em que se declarou, e colocou a Inês a escolha entre cinco hipóteses: "Podemos ter um relacionamento romântico, afectivo e sexual; uma amizade com componente sexual regular; uma amizade com sexo pontual; apenas uma amizade; ou ainda qualquer outra configuração que te ocorra", disse-lhe o rapaz, que conheceu na faculdade.

 

Inês ficou "congelada". Respondeu "ai que horror!", a um Daniel rendido a seus pés. E talvez por isso, Inês disse-lhe que ‘sim'. Gosta-se mais de quem gosta de nós.

 

Para Sofia, que está ao lado de Daniel há oito anos, "foi confuso" vê-lo apaixonado. Mas sabia as regras da relação e incentivou-o a concretizá-la. Já antes também ela (e ele) tinham tido relacionamentos paralelos.

 

"Há pessoas que acham que por gostarem de um de nós terão de ficar com os outros. Isso não é verdade. Os sentimentos não vêm em pacote. Nós não somos um pacote", acrescenta Inês, 24 anos, investigadora no âmbito das Ciências da Comunicação, na área do feminismo em particular, além de activista pelos direitos da mulher.

 

Sofia e Inês são diferentes, muito diferentes aos olhos do seu amor comum. Uma não gosta de queijo, a outra odeia chocolate. Sofia é nocturna, Inês diurna. A Sofia é calma, Inês faz primeiro e pensa depois. "Ambas são sobredotadas, muito intensas, com uma força de carácter enorme. Ambas desafiam-me. Quando alguém não me desafia eu aborreço-me de morte", proclama Daniel.

 

E ambas se realizam sexualmente com ele. No quarto, pode acontecer de tudo. "Duas a três vezes por noite ou por semana", afirma Daniel, "consoante as circunstâncias, o stress, o trabalho", acrescenta Sofia. Para não desperdiçarem oportunidades partilham as respectivas agendas através do Google.

 

"As minhas relações poliamorosas não são todas românticas. Também não são de primeira e segunda categoria, são relações que passam por uma panóplia de experiências e tonalidades que podem misturar várias emoções, práticas eróticas... ".

 

Entre tais experiências há desde brincadeiras de ‘role playing' (interpretar papéis), a práticas menos normativas como o ménage à trois (sexo entre três pessoas) ou o BDSM.

 

O acrónimo BDSM serve para denominar Bondage (fetiche que consiste em amarrar e imobilizar o parceiro podendo haver ou não sexo com penetração); Disciplina (contempla a imobilização ou condicionamento mental, através de ordens e controlo); Dominação e Submissão (relação de troca de poder, físico e mental, em que há um mestre e um escravo) e Sadomasoquismo (quando duas pessoas interagem com o objectivo de obter e proporcionar prazer ou satisfação sexual através da dor). A única coisa que "não existe é a posição de missionário, com o único objectivo da reprodução", remata Daniel.

 

Numa relação que assenta no princípio de ser e deixar ser livre quem se ama, não há segredos para a felicidade: "Há compreensão, respeito e vontade de resolver os problemas que surgem e que podem constituir entraves a essa felicidade." 

 

Via CM



publicado por olhar para o mundo às 23:58 | link do post | comentar

Domingo, 08.04.12
Quem trai uma vez trai sempre

 

 

Uma questão intrínseca do ser humano que já foi traído seja homem ou mulher. Se a pergunta do título do texto de hoje for feita para as mulheres elas dirão que sim, apesar de quererem acreditar que não.

Já os homens provavelmente dirão que não, mas é claro, que depende de que lado a gente está, se traiu ou se foi traído. Mas ao que parece, essa pergunta parece ficar sem umaresposta exata.

 

As pessoas em geral se enrolam para esclarecer qualquer coisa sobre a traição, ou como ela acontece, os motivos, mas nosso ponto de reflexão de hoje é a reincidência dodelito. Vamos considerar que aconteceu, e já que aconteceu por acaso por que precisa voltar a acontecer?

 

As Vilamigas e o resto das mulheres, diga-se de passagem, querem saber o que os homens pensam, então conversamos com alguns homens e as opiniões divergem. O ficou bem claro, é que, só repete a traição quem quiser, nada é por acaso.

 

O esforço que é empregado para trair e não ser pego pode ser o mesmo usado para apimentar a relação. E alguns homens pensam assim mesmo. Veja algumas opiniões dos homens, Ricardo*, produtor, 37 anos, declara: "Quem traiu uma vez e se estrepou por causa disso, tentará não mais repetir esse erro. A dor de uma separação causada por uma traição é terrível. Não queira provar desse veneno. Traição não é legal em nenhum tipo de relação."

 

Maurício*, diretor comercial, 46 anos, diz: "Acho que não se repete, mas, isso depende muito da situação em que o casal se encontra, pois, tudo nessa vida pode mudar". E tem aqueles que não conseguem se conter frente ao instinto, como é o caso de Cláudio*, programador, 40 anos, "o instinto do homem que trai, não muda".

 

Concluímos que não vale muito a pena racionalizar esse tipo de coisa, é melhor viver o amor, a química, e dar o melhor de si. Porque no fundo quem trai está mentindo, e isso nunca é bom. É nisso que cada um precisa pensar. Mentir para quem está do seu lado, compensa?

 

*os nomes reais foram trocados para manter a confidencialidade

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:00 | link do post | comentar

Sábado, 07.04.12

Posições sexuais para engravidar mito

 

Quando o sonho de ter um bebê não se concretiza de maneira espontânea, até os casais mais reticentes se rendem às simpatias e fórmulas infalíveis para alcançar o objetivo de aumentar a família.

 

Dizem até que alguns truques usados na hora do sexo podem viabilizar o tão sonhado encontro bem sucedido entre o espermatozóide e o óvulo.

 

Mas será que eles funcionam mesmo? "Não existe nada cientificamente comprovado, mas são difundidos alguns procedimentos que facilitam para algumas mulheres", diz Dr. Amaury Mendes Jr., ginecologista, sexólogo e secretario-geral da Sociedade Brasileira de Sexualidade.

 

Uma das dicas do médico é a mulher ficar deitada depois do coito, com um travesseiro erguendo o bumbum, para que os espermatozóides possam descer em direção ao colo do útero. Ter orgasmos também ajuda. "Quando mais a mulher goza mais movimentos contráteis o útero faz, aspirando o esperma para o colo do útero", explica o médico.

 

Outra prática sugerida pelo Dr. Amaury é o homem gozar bem próximo à entrada do colo do útero, assim, mesmo o esperma consegue vencer toda a lubrificação vaginal e chegar até lá. Na hora de escolher a posição sexual para facilitar o processo, o médico indica: "A posição de quatro encurta a vagina e a entrada do colo do útero fica mais baixa e mais aberta. E se a mulher estiver ovulando, as chances de engravidar aumentam mais ainda", afirma Dr. Amaury.

 

Caso as dicas não sejam suficientes para realizar o sonho da maternidade, Dr. Amaury sugere que o homem faça um espermograma para saber se há algo errado. Assim ele poupa a mulher de certos desgastes. "Quando o casal apresenta dificuldade para engravidar, o homem faz apenas um exame, diferente da mulher, que precisa passar por uma bateria deles para saber se o problema é com ela", diz o ginecologista.

 

O especialista lembra ainda que o casal precisa encontrar prazer na relação, fazer brincadeiras e ser espontâneo na hora do sexo com objetivo de fecundação, pois é comum que nessas horas que os parceiros tenham relações muito programadas.

 

"Conheço caso de homens que costumam brochar na hora, por conta da pressão e pela forma como ele é usado pela parceira. É como se o filho passasse a ser mais importante do que a relação em si", critica. "Por isso, é importante lembrar que o casal é protagonista da relação e não coadjuvante da história e saiba aproveitar bem o momento com muito romantismo", lembra o médico.

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:37 | link do post | comentar

Sexta-feira, 06.04.12


Por Silvana Melo


Toques, carícias, beijos ardentes... E o corpo feminino responde: o coração dispara, a respiração fica mais ofegante, as mamas e os mamilos ficam eretos, os genitais intumescem, assumem uma coloração mais forte e se lubrificam. Pronto. A mulher está excitada! E quando isto não acontece? Este é um dos problemas sexuais que mais causam sofrimento à mulher e é erroneamente conhecido por muitos como frigidez. No entanto, por ser um termo muito depreciativo e pejorativo podemos chamar mais adequadamente de disfunção sexual geral.
 
A mulher com tal disfunção não possui as sensações eróticas típicas da excitação, normalmente não fica lubrificada ou apresenta apenas uma leve lubrificação. Por isto, muitas delas consideram a experiência sexual angustiante e frustrante. Desenvolvem um forte sentimento de incapacidade e inferioridade, assumindo muitas vezes o rótulo de “fria” , o que agrava  ainda  mais o quadro. Isto tudo pode interferir em seus relacionamentos de modo geral e até mesmo  vir  a causar doenças psicossomáticas.

É importante saber que, apesar de não ser muito frequente, algumas mulheres atingem o orgasmo mesmo sem se lubrificar. O mais comum, no entanto, é a inibição sexual geral ser associada a anorgasmia.
 
Algumas das causas orgânicas podem ser citadas: doenças  inflamatórias dos órgãos genitais e aparelho urinário que provocam coito doloroso, enfermidades que debilitam o organismo como um todo, estresse, depressão, álcool, algumas medicações, como anti-hipertensivos ou antidepressivos que têm como efeito colateral a diminuição da libido, entre outras. 

No entanto, as causas psicológicas/culturais são as mais frequentes. A educação repressora forma o grande pano de fundo para os conflitos, culpas e medo da entrega que rodam a cabeça de muitas mulheres na hora do sexo. A ansiedade, seu julgamento de auto-observação, o medo de não atingir o orgasmo, o mau relacionamento com o parceiro, a dificuldade de comunicar os seus desejos eróticos para o mesmo, assim como a  não estimulação adequada por parte do companheiro, pode provocar a disfunção sexual geral, impedindo que as mesmas não assumam seu direito ao prazer.

Esta dificuldade interfere negativamente não só com a autoestima feminina como também com a masculina, pois muitos deles podem se sentir incapazes de excitar sua parceira ou até mesmo  se sentirem rejeitados. Lembramos que cada caso deve ser analisado isoladamente. É bem verdade que alguns homens precisam aprender a tocar o corpo de uma mulher.

Infelizmente esta ainda é uma queixa extremamente comum entre as mulheres que buscam ajuda nos consultórios de terapia sexual. O carinho, a suavidade a calma e a paciência são fundamentais pois ela precisa de mais tempo do que ele para se excitar.

A mulher que não se excita, não pode ser considerada “fria”, ela tem um “coração” que sente, chora, sofre, se apaixona e ama. O que ela precisa é de um tratamento que a estimule a falar francamente sobre seus desejos sexuais para seu parceiro, que a desbloqueie e a faça conhecer melhor o seu corpo e suas sensações. Enfim, ela precisa descobrir e usar toda sua sensibilidade na grande arte da entrega que é a relação sexual; se permitindo desta forma ter o seu tão merecido prazer.

Então.... Muito Prazer pra vocês!

 

Retirado de NE10



publicado por olhar para o mundo às 21:22 | link do post | comentar

Terça-feira, 03.04.12
Algumas maneiras de como seu namorado age podem dizer muito. Foto: Getty Images

Algumas maneiras de como seu namorado age podem dizer muito
Foto: Getty Images

A cama é um ótimo lugar para conhecer mais o parceiro, até fora de quatro paredes. Algumas maneiras de como seu namorado age podem dizer muito sobre ele. Veja a seguir as dicas dadas no site Madame Noire.

 

Os sinais
Depois de uma longa noite você chega em casa e encontra seu amor na cama deitado de pijamas, em vez de estar sem roupas. Vocês se abraçam e de repente fazem amor.Se ele age sempre da mesma maneira todas as noites ele pode estar pensando que sexo não é mais tão necessário, que você não o deseja mais ou que ele acha que não vale mais a pena fazer esforço para mudar essa rotina.

 

Ele dá carinho
Muitos homens se tornam mais selvagens na cama, esquecem que carinho é essencial para suas parceiras. E eles às vezes até demonstram um esforço para serem mais carinhoso na hora H. Se seu parceiro presta atenção neste detalhe pode ter certeza que ele tem sentimentos verdadeiros a seu respeito.

 

Ele é circense
Se na hora do sexo seu parceiro gosta de fazer mil e um malabarismos para lhe impressionar, mostrando o quanto ele pode ser viril, tal atitude pode demonstrar: ele pode se sentir diminuído perante a você fora do quarto. Seja porque a namorada ganha mais do que ele, ou está em melhor forma ou tem mais amigos. Na verdade ele quer provar que é melhor do que você, pelo menos na cama.

 

Ele demora no sexo
Muitos homens prolongam demais o sexo e a impressão que dá é que parece uma eternidade. Isso quer dizer que ele pode estar pensando que está lhe perdendo emoionalmente ou ele pode estar mais carente, fazendo com que o momento de intimidade se prolongue muito. Ou apenas ele está louamente apaixonado por você.

 

Ele é rápido demais
Na hora do sexo seu parceiro é rápido demais? Chega ao orgasmo sem pensar no seu prazer? Tome cuidado, pois isso é sinal de egoísmo. Cuidado, pois isso pode significar que ele não vai ajudá-la nas tarefas do lar em casa. Ele não está lhe usando, mas não tem muita estima por você.

 

Ele pergunta demais
Seu companheiro faz perguntas demais para saber se o modo como ele faz lhe dá prazer, qual o jeito que você mais gosta? Se ele quer saber tudo sobre o seu prazer é sinal de que ele se sente grato com as coisas que você faz para ele. É um sinal de atenção.

 

Retirado de Terra



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