Terça-feira, 12.06.12
O melhor portátil da Apple passa a ter 1,8 centímetros de espessura e a pesar pouco mais de dois quilogramas

O melhor portátil da Apple passa a ter 1,8 centímetros de espessura e a pesar pouco mais de dois quilogramas (Justin Sullivan/Getty Images/AFP)

 

O “retina display”, a mais alta resolução de ecrã capaz de ser apreendida pela retina humana, é uma das principais características dos últimos produtos Apple – e o MacBook Pro apresentado nesta segunda-feira, na conferência anual de programadores da empresa, não é excepção. É o primeiro portátil de sempre com tão elevada densidade de pixéis no seu ecrã.

 

Lançado no iPhone 4 e introduzido no mundo dos tablets em Março, na mais recente versão do iPad, o “retina display” é uma das mais significativas novidades do MacBook Pro reveladas na Worldwide Developers Conference, que decorre no centro de congressos de Moscone, em São Francisco, Estados Unidos, até sexta-feira. Este evento concentra todos os anos a atenção não só dos consumidores da Apple, mas de toda a comunidade tecnológica.

O vice-presidente Phil Schiller revelou “o mais bonito computador” que a Apple “alguma vez fez”. O novo MacBook Pro é o mais leve e fino até à data, rivalizando mesmo com o MacBook Air. O melhor portátil da Apple passa a ter 1,8 centímetros de espessura e a pesar pouco mais de dois quilogramas. E vai custar pelo menos 1.299 euros, no modelo de 13 polegadas, e desde 1.949 euros, na versão de 15 polegadas. 

Em contrapartida, o MacBook Air passa a ser mais barato: os modelos de 11 polegadas passam a custar pelo menos 1.099 euros; os de 13 polegadas podem ser adquiridos a partir de 1.299 euros. De resto, o Air tem uma nova versão, que começa a ser enviada para as lojas nesta segunda-feira, com os mais recentes processadores da Intel (Ivy Bridge), oito GB de memória e câmara de 720 pixéis.

O novo MacBook Pro tem o mesmo tipo de processadores, que permitem uma aceleração gráfica de 60%, tem até 16 GB de RAM, sete horas de autonomia e mais um conjunto de características apresentadas com pompa por Phil Schiller – USB 3.0, GeForce GT 650M, com 1 GB de memória, conexão com 802.11n Wi-Fi e Bluetooth 4.0.

Craig Federighi, responsável pelo departamento de software para os Mac, revelou algumas das possibilidades que se pode esperar do novo sistema operativa da Apple, o OS X Mountain Lion, a ser lançado no final deste Verão. A principal novidade aqui é que se esbate as diferenças entre sistemas operativos de computadores e dispositivos móveis.

Construído com as “inovações do iPad”, o OS X Mountain Lion terá um serviço de sincronização para o iCloud, mais opções de partilha de que o seu antecessor, uma forma mais simplificada de navegar na web (o Safari também será actualizado) e será capaz de reconhecer ditados.

 

Noticia do Público



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Quinta-feira, 12.04.12

Steve Jobs a apresentar a parceria com as editoras, em Janeiro de 2010

Steve Jobs a apresentar a parceria com as editoras, em Janeiro de 2010 (Kimberly White/Reuters)

A Apple e as editoras Macmillan e Penguin vão a tribunal, acusadas de terem combinado subir os preços de livros electrónicos, como forma de contrariar os preços mais reduzidos da Amazon.

 

As empresas, disse o procurador responsável pelo caso numa comunicação à imprensa americana, “trabalharam juntas para eliminar a concorrência entre as lojas que vendem livros electrónicos, acabando por aumentar os preços aos consumidores”. No processo, que chegou agora à justiça, a acusação afirma ainda que “a Apple claramente compreendeu que a sua participação neste esquema resultaria em preços mais elevados para os consumidores”. 

De acordo com a descrição da acusação, as negociações para combinar preços envolveram conversas apenas entre os CEO das várias empresas, em salas privadas de restaurantes luxuosos de Manhattan. 

Três outras editoras (a Hachette Book Group, a Simon & Schuster e a HarperCollins) terão participado no arranjo, mas não vão ser processadas porque chegaram a um acordo com a acusação, que terá ainda de ser aprovado.

Os termos do acordo obrigam as três editoras a romper os actuais contractos com a Apple e a não celebrar contratos com uma cláusula que impeça vendedores de fazer preços mais baixos do que os combinados com um outro vendedor – uma cláusula que até agora usavam e que tinha os preços da Apple como referência. Para além disto, ficam ainda proibidas, durante dois anos, de impor qualquer restrição aos descontos que os vendedores queiram fazer. 

Segundo a acusação, as cinco editoras – que, juntamente com a editora Random House, constituem o grupo dos seis gigantes editoriais dos EUA – decidiram usar com a Apple um sistema em que o preço de cada livro era determinado pela editora, ficando a Apple com uma comissão de 30% sobre o valor da venda. 

No modelo anterior, que era usado nos negócios com a Amazon, esta pagava às editoras (que actuavam como grossistas) e vendia os livros ao preço que quisesse. Para as editoras o problema foi a Amazon ter disponibilizado livros electrónicos a dez dólares, um preço muito mais reduzido do que as edições impressas e abaixo do que as editoras queriam.

Os acordos entre as editoras e a Apple acabaram por forçar a Amazon a optar pelo mesmo modelo e a ter de subir os preços dos livros electrónicos. Embora o processo seja resultado de uma investigação da autoridade da concorrência americana, o modelo de agência levou a um aumento de preços para clientes de todo o mundo, incluindo de Portugal.

 

Retirado do Público



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Sábado, 14.01.12

Serão a Google e a Apple capazes de mudar a forma como vemos televisão tal como revolucionaram o universo das comunicações móveis?

 

A forma como vemos televisão deverá começar a mudar a partir de 2012, agora que a gigante norte-americana da Internet e a dona do iPad e iPhone estão decididos a lançar os seus próprios modelos de smart TV.

Se é verdade que até ao verão a maioria das televisões à venda nos EUA já terão instalado o Google TV - que permite aceder à Internet e instalar 150 aplicações desenvolvidas à medida dos internautas-telespectadores -, não será menos verdade que a Apple estará a construir o seu próprio aparelho de 55 polegadas, com o design e a facilidade de uso que caracterizam os produtos com a marca da maçã.

Até ver, tudo indica que a Google segue na frente. Esta semana em Las Vegas, EUA, naquela que é considerada a maior feira de eletrónica de consumo do mundo, a CES , a tecnológica coreana LG apresentou a primeira smart TV com uma interface Android, o sistema operativo mais usado em nos telemóveis de última geração.

Deverá ser por aqui, isto é, através do recurso a interfaces bem conhecidas que possam proporcionar aos telespectadores uma experiência mais interativa, que estes poderão despertar para as smart TV.

Interatividade procura-se

 

Para o especialista em tecnologia Nic Newman, citado pelo "The Independent", "as smart TV não estimularam o grande público em 2011, em parte por não proporcionarem experiências interativas".

Os Jogos Olímpicos (que a BBC irá cobrir com 24 canais de vídeo adicionais) e o Europeu de futebol, ambos agendados para o próximo verão, deverão impulsionar a aquisição deste tipo de aparelhos, pelo menos no Reino Unido, onde 10% dos consumidores já têm uma smart TV. Então e a Apple?

A empresa criada por Steve Jobs, que antes de morrer disse ao seu biógrafo Walter Isaacson que sonhava criar um "televisor integrado", também estará a tratar de tornar realidade a vontade do co-fundador.

Uma equipa liderada pelo designer Jonathan Ive (um dos principais responsáveis pelo sucesso do iPod), já estará a construir o protótipo que deverá ter um ecrã multitoque e um sistema de reconhecimento de voz semelhante ao Siri do iPhone 4S.

No futuro, Nic Newman acredita que as estrelas do pequeno ecrã verão o seu mundo tomado de assalto por empresas como a Google a Apple que irão criar uma nova forma de ver televisão.

 

GOOGLE TV EXPLICADA PELA GOOGLE

Via Expresso



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Quinta-feira, 06.10.11
Imagem da homepage da Apple
Imagem da homepage da Apple (DR)

“A morte é muito provavelmente a melhor invenção da vida”, afirmou Steve Jobs, em 2005, frente a uma plateia de estudantes da Universidade de Stanford, nos EUA. “Lembrar-me de que todos estaremos mortos em breve é a ferramenta mais importante que encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas na vida”. O icónico fundador da Apple morreu no dia 5 de Outubro, com 56 anos, depois de anos com vários problemas de saúde.

A morte foi anunciada esta noite pela Apple. 

"A Apple perdeu um génio visionário e criativo e o mundo perdeu um ser humano fantástico", lê-se no site da empresa. "O Steve deixa uma empresa que só ele poderia ter construído e o seu espírito será sempre o alicerce da Apple".

Há muito que Steve Jobs se debatia com sérios problemas de saúde, que começaram com um cancro pancreático, em 2004. “O meu médico disse-me para ir para casa e tratar dos meus assuntos”, recordou Jobs, no discurso em Stanford. “É o código dos médicos para dizer que vamos morrer”.

Depois de lhe terem dado um prognóstico de três a seis meses de vida, os médicos acabaram por descobrir que a doença era de um tipo raro, que podia ser curado. Mas, desde então, as aparições públicas mostravam-no cada vez mais magro e fraco, motivando especulações – e receios entre os investidores – sobre o seu estado de saúde. Em 2008, a agência Bloomberg enganou-se e chegou a publicar um obituário.

Jobs fundou a Apple aos 21 anos e ajudou a criar a indústria dos computadores pessoais. Foi despedido da empresa e chefiou o estúdio que criou Toy Story, o primeiro filme de animação moderno. Foi CEO da Apple até Agosto, cargo que tinha desde 1997, ano em que regressou à empresa e a salvou de uma situação difícil, lançando-a numa série de sucessos consecutivos. Pelo caminho, mudou o mundo da música e dos telemóveis.

A importância da caligrafia
Frequentemente descrito como um empresário brilhante e um inventor visionário (tem o nome em mais de 300 patentes), é um exemplo do conceito americano de self made man.

Steven Paul Jobs nasceu a 24 de Fevereiro de 1955, em São Francisco, na Califórnia. Tanto o pai (um sírio a estudar ciência política) como a mãe (uma universitária americana) acharam que eram muito novos para o criar. Foi adoptado por um casal de classe média que morava em Mountain View, também na Califórnia – a zona que anos mais tarde viria a ser Silicon Valley, a meca da tecnologia a nível mundial.

Durante a adolescência de Jobs, várias empresas de tecnologia tinham instalações naquela área e ele cresceu num ambiente que acompanhava o despontar da electrónica pessoal.

Quando andava no liceu, em Cupertino (onde hoje é a sede da Apple), frequentava conferências nocturnas na Hewllet-Packard e chegou a trabalhar lá durante um Verão. Foi onde conheceu o funcionário da HP Steve Wozniak, um geek com talento para montar placas de circuitos e com quem viria a fundar a Apple.

Entrou para a Universidade de Reed, mas só esteve inscrito um semestre. O curso era demasiado caro para a bolsa dos pais. E Jobs “não tinha ideia do que fazer com a vida”, lembrou no discurso em Stanford.

Apesar de ter desistido do curso, continuou pelo campus. Dormia no chão no quarto de amigos e recolhia garrafas de cola para receber o dinheiro do depósito e comprar comida. Uma vez por semana, tinha “uma refeição decente” num templo hindu. E resolveu frequentar aulas de caligrafia, porque achava que os cartazes da faculdade (feitos à mão) eram bonitos. Nestas aulas, aprendeu princípios estéticos que marcaram não só a história dos produtos da Apple, mas também de todos os computadores pessoais.

O princípio da Apple
O primeiro computador Apple era basicamente uma placa de circuitos que tinha de ser montada pelos compradores. Foi lançado em 1976, custava 666,66 dólares e tinha sido desenvolvido por Jobs e Wozniak, na garagem dos pais de Jobs.

A empresa foi oficialmente fundada no ano ano seguinte. Em finais de 1980, avançou para uma triunfal entrada em bolsa. Jobs (então com 25 anos), Wozniak (cinco anos mais velho) e largas dezenas de outros investidores iniciais tornaram-se milionários instantâneos. Em 1984, os dois co-fundadores receberam do Presidente americano Ronald Reagan a Medalha Nacional de Tecnologia (Jobs usou na cerimónia um laço branco, em vez da mais usual gravata).Com a empresa a crescer, o jovem empresário aliciou o então presidente da Pepsi, John Sculley (um executivo experiente) para o cargo de CEO. Segundo o mito, Jobs terá perguntado a Sculley se este queria passar o resto da vida a fazer água com açúcar ou se queria ajudar a mudar o mundo.

A Jobs coube então a tarefa de chefiar a divisão dos Macintosh, uma das gamas de computadores que a marca desenvolvia. Mas a relação entre Sculley e Jobs deteriorou-se e, na sequência de uma luta interna de poder, acabou por ser afastado da empresa que criara. Tinha 30 anos, era multi-milionário, solteiro, sentia (admitiu mais tarde) que falhara e não sabia o que fazer a seguir.

Fora da Apple
Após meses de reflexão, decidiu fundar uma nova empresa de computadores, chamada NeXT, que desenvolveu computadores topo de gama destinados aos mercados universitário e empresarial.

Um ano depois, em 1986, comprou o The Graphics Group à produtora Lucasfilm, de George Lucas. A empresa desenvolveu um computador destinado a sectores que precisassem de trabalhar com gráficos exigentes, como o cinema e a medicina. Mas o produto não foi bem sucedido e o The Graphics Group acabou por evoluir para a Pixar, o estúdio de animação que criou Toy Story, lançado em 1995 e que é o primeiro filme de animação com gráficos gerados por computador. Jobs surge na ficha técnica do filme como produtor executivo.

Mais tarde, em 2006, a Disney acabou por comprar a Pixar, tornando Steve Jobs no maior accionista individual daquela empresa, com cerca de sete por cento das acções.

Foi também durante o período fora da Apple que Jobs conheceu a mulher, Laurene Powell. Casaram-se em 1991, numa cerimónia dirigida por um monge budista (a religião de Jobs). Ele tinha 36 anos, ela era sete ou oito anos mais nova.

O casal tem um filho e duas filhas. Ele já fora pai em 1978. Na altura, começou por negar a paternidade da criança (alegando que era estéril), mas acabou por reconhecê-la e um dos primeiros computadores da Apple chamava-se Lisa, o nome desta primeira filha. Na versão oficial, porém, o nome do computador é a sigla de Local Integrated Software Architecture.

Não se sabe muito da vida pessoal do fundador da Apple. São-lhe conhecidas várias excentricidades, como a insistência no mesmo guarda-roupa (nos últimos anos, as calças de ganga e a camisola de gola alta preta), ter morado numa enorme mansão praticamente sem mobília ou ter demorado anos a decorar um apartamento em Nova Iorque para nunca lá morar (vendeu-o a Bono, vocalista dos U2). Conduzia um Mercedes prateado sem matrículas (e que já foi fotografado estacionado num lugar para deficientes) e tinha um jacto privado.

O segundo acto
O escritor F. Scott Fitzgerald afirmou um dia: "Não há segundos actos nas vidas americanas". Evidentemente, Fitzgerald, que morreu em 1940, não pôde conhecer Steve Jobs, que foi o protagonista de um dos maiores segundos actos da indústria tecnológica dos EUA.

Em 1996, a Apple decidiu comprar a NeXT, que tinha pouco sucesso comercial, mas desenvolvera tecnologia importante, a qual acabou por ser responsável por um grande salto evolutivo nos computadores da Apple.

A aquisição fez Jobs regressar à empresa que fundara. Primeiro como conselheiro e, logo em 1997, como CEO interino, cargo que acabou por assumir definitivamente três anos depois.

Na altura, a Apple estava em dificuldades financeiras. Jobs decidiu acabar com uma série de projectos falhados e lançou uma nova linha de computadores Mac. Eram computadores, disse então, cuja parte de trás tinha melhor aspecto do que a parte da frente dos concorrentes. Sob a sua liderança, a empresa regressou aos lucros.Já neste século, resolve dar um novo novo rumo à Apple. Rodeado da equipa de executivos que agora lidera a empresa, faz uma incursão no mundo da música: em 2001, a Apple lança o primeiro iPod, que praticamente se veio a tornar sinónimo de leitor de música. Dois anos mais tarde, volta a abalar o sector musical, ao lançar a loja online iTunes: em vez de ser preciso comprar álbuns inteiros, as pessoas podiam agora comprar apenas as canções que quisessem.

Em 2007, já visivelmente debilitado (apesar de o cancro pancreático que aparecera três anos antes ter sido descrito como curado) volta a levar a Apple por um novo caminho, com o lançamento do iPhone. Há anos que a indústria dos telemóveis procurava um modelo com um ecrã sensível ao toque que apelasse aos consumidores. Mas foi preciso o toque de Jobs para que surgisse a fórmula certa.

Com o iPhone, Jobs virou o sector ao contrário. Vários fabricantes apressaram-se a tentar seguir as pisadas da Apple. A Nokia, na altura um portento dos telemóveis, está em declínio, em grande parte porque ainda não conseguiu encontrar forma de competir neste novo mercado.

Dois anos mais tarde, recebeu um transplante de fígado, altura em que teve uma ausência prolongada da liderança da empresa. Em Janeiro de 2011, voltou a uma baixa médica, por motivos de saúde não especificados. Já não regressou. Em finais de Agosto, demitiu-se.

“Sempre disse que no dia em que não conseguisse cumprir com os meus deveres e responder às expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a dar-vos conhecimento disso. Infelizmente esse dia chegou”, escreveu na carta de demissão, dirigida ao conselho de administração e à “comunidade Apple”.

Contrariamente a muitos gestores de topo, Steve Jobs tem uma legião de fãs, o que o aproxima mais de uma estrela musical do que de um homem de negócios. A seguir à demissão, surgiram em catadupa mensagens na Internet com desejos de melhoras e declarações de admiração, mesmo da parte de alguns críticos. Nos últimos anos, quando subia a um palco para apresentar um produto, era sempre recebido com uma ovação. Fê-lo pela última vez em Junho deste ano.

 

Via Público



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Terça-feira, 04.10.11
Afinal de contas ainda não é desta que a Apple lança o iPhone 5
Afinal de contas ainda não é desta que a Apple lança o iPhone 5
Paul Sakuma/AP

 

Sem Steve Jobs no palco, Apple apresentou hoje o novo iPhone 4S que já irá correr a última versão do sistema operativo para dispositivos móveis.

Se tradição for respeitada pela Apple, os fãs incondicionais da tecnológica norte-amerciana terão de esperar mais alguns meses pelo iPhone 5.

Ao contrário do que tinham avançado alguns blogues de tecnologia e diversas publicações especializadas, hoje a empresa criada por Steve Jobs anunciou apenas uma versão intermédia do smartphone da moda. Mas não faltam novidades neste modelo.

 

O iPhone 4S virá equipado com um novo processador com dois núcleos, o A5, que segundo a Apple melhora consideravelmente o desempenho a nível gráfico.

 

A bateria do iPhone 4S, informa a Apple, tem uma autonomia de oito horas em conversação e seis horas a navegar na Net (nove horas se se estiver com acesso WiFI). Na visualização de vídeos a bateria só precisa de ser recarregada ao fim de dez horas e a ouvir música aguenta 40 horas.

Em Portugal lá para o Natal

O iPhone 4S inclui ainda um novo sistema de gestão de redes sem fios que permite, de uma forma transparente para o utilizador, enviar dados por uma antena e recebê-los por outra. Resultado: downloads duas vezes mais rápidos do que no seu antecessor. Segundo a Apple passa de 7.2 para 14.4 megabits por segundo.

 

Quem decida investir num 4S vai poder desfrutar de uma câmara com 8 megapixéis (3264x2448 pixéis), composta por cinco elementos (lentes), que deverá permitir captar fotografias 30% mais definidas. A Apple garante ainda que será preciso apenas 1.1 segundos para poder fazer o primeiro disparo.

 

O iPhone 4S chega às lojas dos Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido, França e Alemanha a 14 de outubro. Quem subscrever um contrato de permanência de 24 meses com uma operadora móvel terá de pagar 199,32 dólares (€149,7) pela versão com 16GB de memória, 299 dólares (€225) pela de 32GB e 399 dólares (€299,6) pela de 64GB. Até ao Natal deverá chegar também a Portugal.



 

Via Expresso



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Segunda-feira, 05.09.11
O iPhone 4 foi lançado em Junho de 2010 e espera-se que, após mais de um ano sem novidades, o novo aparelho traga melhorias significativas
O iPhone 4 foi lançado em Junho de 2010 e espera-se que, após mais de um ano sem novidades, o novo aparelho traga melhorias significativas (Eric Thayer/Reuters)
Já em Abril do ano passado tinha acontecido o mesmo. Um funcionário da Apple entrou num bar californiano e esqueceu-se de um protótipo ultra-secreto do novo iPhone (na altura o iPhone 4) no local. Este ano acontece a mesma coisa: a CNet está a noticiar que um protótipo do esperado iPhone 5, que será lançado dentro de semanas, foi esquecido num bar mexicano de São Francisco.

De acordo com o site CNet, um funcionário da Apple entrou num bar mexicano do distrito de Mission chamado Cava22, na cidade californiana de São Francisco, e esqueceu-se do protótipo do novo smartphone no local. Apesar de todo o secretismo que sempre gira em torno dos produtos da Apple antes do lançamento, alguns funcionários são autorizados a andar com protótipos dos novos smartphones antes do lançamento para testarem eventuais falhas nos aparelhos.

O CNet avança ainda que, uma vez detectada a perda, a Apple contactou imediatamente a polícia, explicando tratar-se de um protótipo valiosíssimo.

Por essa altura já o aparelho teria sido vendido através do site Craigslist por 200 dólares.

Através de um sistema de geolocalização, a Apple e a polícia conseguiram identificar a casa (num bairro de São Francisco) onde estaria o aparelho mas, ao chegarem ao local, depararam-se com um indivíduo que afirmava nada saber sobre o caso. Após buscas à casa, aceites pelo próprio habitante, não foi descoberto o protótipo desaparecido.

Bem-humorado, o dono do bar mexicano disse apenas à CNet: “Tenho de passar a fazer as minhas bebidas menos fortes”. 

O iPhone 4 foi lançado em Junho de 2010 e espera-se que, após mais de um ano sem novidades, este novo aparelho traga melhorias significativas ao icónico smartphone da empresa da maçã.

No ano passado, um protótipo do iPhone 4 foi deixado na esplanada de uma cervejaria por Robert Powell, um engenheiro da Apple. O aparelho acabou na posse de um editor do blogue sobre gadgets e tecnologia Gizmodo, que publicou fotografias e vídeos do aparelho antes do seu lançamento oficial. A Apple contactou a polícia, que conseguiu um mandado de busca à casa de Jason Chen, editor do blogue. 

No início deste mês, procuradores da localidade de San Mateo apresentaram queixas criminais contra dois homens por alegadamente terem vendido o iPhone 4 aos responsáveis do Gizmodo. É ilegal, segundo as leis californianas, ficar com propriedade perdida quando se sabe quem são os donos. Os dois homens poderão ser punidos com uma pena até um ano de prisão.

 

Via Público



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Domingo, 04.09.11


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Quarta-feira, 24.08.11
Apple poderá lançar iPhone 4 de 8 GB e mais barato dentro de semanas

 

A Apple poderá estar prestes a lançar no mercado uma nova versão do iPhone 4, mais barata e com 8 GB de memória

A informação está a ser avançada pela agência Reuters, que cita duas fontes ligadas ao assunto, que indicam que a Apple encomendou memórias flash de 8 GB a uma fabricante asiática.

 

O objectivo desta encomenda é lançar uma versão do iPhone 4 com 8 GB e mais barata do que a actual versão do smartphone, lançado em Junho de 2010 incialmente em modelos de 16 e 32 GB.

 

As mesmas fontes da agência noticiosa acrescentam que o lançamento desta nova versão do iPhone 4 deverá ocorrer dentro de semanas.

 

Entretanto uma outra fonte da Reuters revelou que além desta versão do smartphone, a Apple poderá estar a preparar o lançamento do iPhone 5 até ao final do mês de Setembro.

 

A nova geração do smartphone da Apple deverá ter como principais características um ecrã maior, uma antena com melhor qualidade e uma câmara de 8 megapixéis.

 

Via Sol



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Terça-feira, 23.08.11
Apple começa a produzir iPad 3
A Apple prevê realizar os primeiros ensaios de produção da nova versão do iPad em outubro e espera comercializar o novo aparelho «no início de 2012», noticiou o Wall Street Journal.

O iPad 3 deverá apresentar um ecrã de 9,7 polegadas e com resolução de 2048 por 1536 pixels, contra os 1024 por 768 pixels do antecessor.

 

De acordo com um dos fornecedores da Apple, citado pelo jornal, o grupo norte-americano encomendou peças para “cerca de 1,5 milhões de iPad 3 no quarto trimestre”.

 

A empresa, que também criou o iPod, o iPhone e os computadores Macintosh, converteu-se há poucas semanas na firma mais valiosa do mundo em capitalização bolsista, pela primeira vez na sua história, superando brevemente a petrolífera Exxon Mobil.

 

A Apple teve lucros recorde de 7.308 milhões de dólares no terceiro trimestre do exercício fiscal (abril e junho), um aumento de 124,6 por cento face ao mesmo período de 2010, que se deve sobretudo às vendas do iPhone e do iPad.

 

Via Sol



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Quinta-feira, 30.06.11

Apple já não consegue garantir reparações em Portugal

 

A Apple entrou em divergência com o seu representante e importador em Portugal, Interlog, e terá suspendido o fornecimento de peças e equipamentos ao mercado português. Ao que o Dinheiro Vivo apurou, as duas empresas estão a tentar resolver o desentendimento, mas não conseguiram evitar que os clientes da Apple fossem afectados. 

É que o serviço AppleCare, que estende a duração e abrangência da garantia da empresa, exige uma reparação no máximo de três dias - algo que não está a ser cumprido desde que os problemas começaram. Uma situação muito anormal na marca, que é conhecida mundialmente pela rapidez e eficácia do suporte. 


Alguns centros de reparação autorizados estão sem receber peças desde meados de Junho e começam a acumular computadores Mac avariados durante semanas. No centro das Olaias "Tou Aqui Tou Aí", um dos mais conceituados do país no arranjo de Macs, há 92 computadores empilhados à espera de peças, que deixaram de chegar a 17 de Junho. O centro, que contactou a Apple norte-americana para tentar contornar o problema, espera que tudo seja seja resolvido "dentro de alguns dias".  


Também a Distriloc confirma que não tem recebido peças e por isso suspendeu a garantia de arranjo em três dias. "Depende do problema da máquina, mas não podemos dizer se é em dois dias ou dez dias", explica fonte da empresa. 


Nos centros de reparações circula o rumor de que a importadora Interlog, que representa a Apple desde 1986, terá deixado de pagar à empresa e por isso o contrato foi congelado. O Dinheiro Vivo contactou a Interlog para obter esclarecimentos, mas não foi possível conseguir quaisquer explicações. 

 

Via Dinheiro Vivo



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Quinta-feira, 19.05.11
Apple quer cartões SIM mais pequenos
A Apple apresentou uma proposta para tornar os cartões SIM mais pequenos do que os actualmente utilizados pela empresa nos seus dispositivos

A revelação foi feita por uma executiva da operadora Orange, em declarações à agência Reuters, que afirma que o objectivo da Apple é integrar estes cartões em dispositivos ainda mais finos.

A existência da proposta da Apple foi já confirmada pela ETSI, a organização europeia responsável pelos standards no sector das Telecomunicações, que refere que ainda deverá durar algum tempo até surgir um novo formato de cartão SIM.

De acordo com um porta-voz da ETSI «este processo pode demorar algum tempo, um ano ou mais, caso surja um grande desacordo entre os representantes do sector».

O responsável da ETSI citado pela agência noticiosa adianta contudo que «quando houver um consenso alargado entre as empresas que integram o comité dos standards, o processo poderá ser acelerado».

Segundo a executiva da Orange, algumas das operadoras já deram o aval ao novo formato e prevêem que comecem a surgir no mercado os primeiros dispositivos compatíveis com estes cartões SIM mais pequenos em 2012.

 

Via Sol



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Terça-feira, 22.03.11
 Pior música de todos os tempos bate recordes no YouTube - vídeo

 

 

Rebecca Black, uma jovem norte-americana com o sonho de se tornar cantora, publicou o vídeo do seu novo tema "Friday" no YouTube, tendo conseguido 29 milhões de reproduções em menos de duas semanas. Os críticos já apelidaram o tema "sensação" como a pior música de todos os tempos.

A canção interpretada por Rebecca, de 13 anos, é já um dos temas mais discutidos no Twitter e também já ganhou espaço nas revistas da especialidade. Os comentários ridicularizam tanto amúsica - que tem versos como "ontem foi quinta-feira, quinta-feira, hoje é sexta-feira, sexta-feira" - como a própria cantora, pelo facto de a sua voz ter sido claramente alterada por um programa de correção e afinação de voz.

Friday foi produzida pela Ark Music Factory, uma empresa de Los Angeles que procura "a próxima grande estrela". Os custos de produção foram totalmente suportados pelos pais de Rebecca.

Esta segunda, o tema de Rebecca já estava em 25º lugar no top das músicas mais vendidas na loja daApple, ultrapassando mesmo Never Say Never, interpretada por Justin Bieber.

 

 

 

 

 
 
Via Ionline

 



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Quinta-feira, 03.03.11
 
Rei morto, rei posto. Depois de ter apresentado ontem a nova versão do iPad, a Apple resolveu reduzir o preço do modelo original em mais de 100 euros

A descida de preço do iPad não foi divulgada pela Apple quando apresentou ontem o novo modelo, mas surge agora no site da empresa onde é possível comprar a primeira versão do tablet.

Assim, a versão mais barata do iPad original (WiFi com 16GB) está a ser agora comercializada por 379 euros, quando antes custava 499 euros.

A redução abrange também as restantes versões, nomeadamente a mais cara (3G com 64GB), que passou a custar 699 euros em vez dos 799 euros que custava anteriormente.

As alterações surgem um dia depois de a Apple ter apresentado a nova versão do iPad, que deverá chegar às lojas portuguesas a 25 de Março.

Vários sites internacionais referem que esta descida de preços se destina a escoar os stocks do tablet.

 

Via Sol



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Quarta-feira, 02.03.11
O iPad vai chegar às lojas também em branco
 
Steve Jobs, que está de baixa médica, surpreendeu ao subir ao palco para apresentar a segunda geração do iPad, que passa a ter câmaras integradas e mais capacidade de processamento. Chegará à Europa a 25 de Março.
 
O iPad vai chegar às lojas também em branco (Beck Diefenbach/Reuters)

O novo iPad é significativamente mais fino, mais leve e tem um processador mais rápido (com dois núcleos). O design faz lembrar uma versão grande do iPod Touch.

Como esperado, o novo modelo tem uma câmara frontal e uma câmara traseira. Está também equipado com um giroscópio (como já acontece com o iPhone e o iPod Touch), que poderá ser usado pelos produtores de aplicações (é usado em muitos jogos, por exemplo).

O iPad 2 estará desde início à venda em duas cores: branco e preto (a Apple era para ter lançado uma versão branca do iPhone 4, que nunca se materializou). Chega à Europa a 25 de Março, duas semanas depois de ser introduzido no mercado dos EUA. Os preços e as diferentes capacidades de armazenamento vão manter-se.

Na conferência de apresentação, em S. Francisco, Steve Jobs referiu ainda que a Apple pagou um total dois mil milhões de dólares (1,4 mil milhões de euros) aos produtores de aplicações (a empresa fica com 30 por cento das receitas de vendas na sua loja). E acrescentou que foram descarregados 100 milhões de livros electrónicos através da loja iBooks e que a loja do iTunes já conta mais de 200 milhões de contas.

Jobs – cujo aparecimento foi uma surpresa, após semanas de especulação intensa sobre o seu estado de saúde – não perdeu oportunidades para argumentar que a Apple está à frente da concorrência. É uma frase feita dizer que 2011 será o “ano dos tablets”, depois de 2010 ter sido amplamente descrito como o “ano do iPad”. O patrão da Apple, porém, chamou a 2011 “o ano das cópias”, referindo-se aos muitos modelos de tablets que este ano vão chegar às lojas, boa parte equipados com o sistema Android.

O Xoom (da Motorola, que também já comercializa vários smartphones com Android) é tido como um dos grandes concorrentes do iPad para 2011. Está equipado com a versão 3.0 do Android – a primeira concebida para tablets – e tem especificações técnicas de um topo de gama. Mas o preço de 800 dólares surpreendeu e tem sido apontado como excessivo para concorrer com o iPad.

Para além disto, a Samsung já anunciou a segunda geração do Galaxy Tab, o único aparelho que no ano passado surgiu como uma alternativa viável ao iPad. Uma das novidades do novo modelo é ter um ecrã de dez polegadas (o anterior era de apenas sete), semelhante ao tamanho do ecrã do iPad.

O primeiro iPad chegou às lojas americanas em Abril de 2010 e ao longo dos meses seguintes foi posto à venda no resto do mundo. A Apple vendeu no ano passado cerca de 15 milhões de unidades e deu início a um novo segmento de mercado.

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 19:53 | link do post | comentar

Sexta-feira, 18.02.11

Steve Jobs terá seis semanas de vida

 

 

Jornal americano fotografou o patrão da Apple à porta da mesma clínica que tratou Patrick Swayze e diz que Steve Jobs só deve ter seis semanas de vida.

O tablóide norte-americano "National Enquirer" publicou fotografias do fundador da Apple , à porta da clínica que tratou Patrick Swayze , muito mais magro, indicando que o seu estado de saúde se terá agravado. O jornal adianta que Steve Jobs já só tem seis semanas de vida.

O patrão da Apple pediu, em janeiro, uma licença da administração da empresa para se poder tratar de um cancro no pâncreas.

A empresa ainda não fez qualquer comentário sobre a notícia do "National Enquirer". Os investidores da Apple têm pedido informações sobre o estado de saúde do seu CEO.

 

Via Expresso



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