Segunda-feira, 04.06.12

Springsteen, 62 anos, correu o palco todo

Springsteen, 62 anos, correu o palco todo (Nuno Ferreira Santos)

 

Perante 81 mil pessoas, Bruce Springsteen deu um concerto memorável. Fogo rock'n'roll e ascensão gospel. “We are alive” disse-nos. E que bem soube ouvi-lo. Foi dele o grande concerto de um Rock In Rio 2012 que se despediu com actuações muito celebradas dos Xutos & Pontapés e dos James.

 

Os James fizeram uma viagem nostálgica, deixaram recados ao “Coelhinho” que governa Portugal (a expressão é do baixista Saul Davies) e com “Sometimes” ou “Sit down” deixaram um sorriso estampado na cara de toda a gente. 

Os Xutos & Pontapés foram os Xutos & Pontapés: dezenas de milhar cantaram em coro, saltaram quando o ritmo acelerou e sentiram-se em casa com “a breve história dos Xutos” (como explicou Tim no início) que foi o concerto.

Mas no último dia do Rock In Rio Lisboa de 2012, todas as atenções dos 81 mil presentes (números da organização) estavam centradas no homem que subiria a palco quando o relógio já ultrapassava a meia-noite. As próprias bandas que tocaram ao longo do dia foram dando voz a essa evidência. Com reverência os James: Tim Booth contou como percebeu verdadeiramente o que interessava na música quando se viu num concerto de Bruce Springsteen para o qual fora arrastado por amigos - não o admirava particularmente, mas bastou um par de canções para mudar drasticamente de opinião. Com humor os Pontos Negros, muito entusiasmantes no seu rock'n'roll deveras enérgico e bem oleado, que exclamaram a meio da actuação, “nós somos os Bruce Springsteen!”. E no mesmo palco, o da Vodafone, os americanos Crystal Castles, que acentuaram “We were born in the USA”. Terra do Boss, naturalmente. Que é de todos nós, como o comprovaram as duas horas e meia de concerto.

Numa conferência de imprensa realizada durante a tarde, o promotor do festival, Roberto Medina, confirmou nova edição para 2014 e acentuou que o Rock In Rio só sairá de Lisboa se for expulso da cidade. O presidente da Câmara da capital portuguesa, que declarou ser do interesse do município mantê-lo por cá, certamente não o fará. Quanto ao público, parece certo que quererá continuar a tê-lo no Parque da Cidade – ao longo dos cinco dias de festival, acolheu cerca de 346 mil espectadores.

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Sábado, 02.06.12

Lenny Kravitz no espectáculo que encerrou a noite do Palco MundoLenny Kravitz no espectáculo que encerrou a noite do Palco Mundo (Foto: Nuno Ferreira Santos)


O arranque do último fim-de-semana de Rock In Rio, em Lisboa, levou 74 mil pessoas ao Parque da Bela Vista para ver, essencialmente, os Maroon 5. Antes, os Expensive Soul foram mote para a festa dos adolescentes. Depois, Lenny Kravitz homenageou os seus heróis. Dois deles, Stevie Wonder e Bruce Springsteen, estarão neste sábado e no domingo no festival.

 

Lenny Kravitz percorreu o corredor que avança da frente do palco entre a multidão aglomerada. Cumprimentou, foi abraçado, cantou emocionado: “Let love rule”. Canção título do seu primeiro álbum, editado no longínquo ano de 1989, e última do concerto que encerrou na sexta-feira o primeiro dia do segundo fim-de-semana de Rock In Rio. Kravitz, que se construiu enquanto agregação no mesmo corpo de Beatles, Stones, Jimi Hendrix, Sly Stone ou Curtis Mayfield, era o cabeça de cartaz, mas apesar do concerto muito competente e felizmente dado à nostalgia – foi no seu passado mais remoto, indiscutivelmente o melhor da sua carreira, que seleccionou a maior parte do alinhamento –, os 74 mil que, segundo a organização, estiveram no Parque da Bela Vista guardaram a maior dose de entusiasmo para outra banda: os Maroon 5, de Adam Levine, estrelas pop criadas pela rádio que, em palco, rockam o que é possível rockar em quem não esconde o desejo de fazer palpitar corações com a ligeireza de melodias orelhudas.

Segundo um inquérito da organização do Rock In Rio, 50% dos presentes estavam ali para ver os autores de “This love” – e notou-se nos corpos que se abanaram, nas letras que se cantaram, nos gritos e apartes libidinosos dirigidos ao vocalista. O inquérito indicou também que 83% do público tinha entre 15 e 25 e, mais uma vez, não temos qualquer razão para duvidar. Ao início da tarde, de resto, respirava-se no Rock In Rio o frenesim típico da adolescência com rédea solta. Por quase todo o lado se ouviam vozes esganiçadas de felicidade e euforia, por todo o lado corriam raparigas com calções de ganga, desdenhados desde os anos 1980 mas que são pelo menos há dois Verões indumentária do lado certo do cool, e rapazes com os penteados geometricamente estudados, hoje tão habituais.

Aqueles e aquelas não estavam lá às 18h30, no Palco Sunset, para ver o entusiasmante jogo de memória soul, funk e hip hop dos Orelha Negra, acompanhados dos brasileiros Kassin e Hyldon. Estavam todos em frente ao palco Mundo, o principal, para juntarem as suas vozes às de Demo e Nu Max, os Expensive Soul. A banda de Leça da Palmeira mostrou-se uma oleada máquina de palco que aliou a capacidade de gerir multidões num festival de massas – os braços a ondular, os pedidos para que as vozes se erguessem ora à esquerda, ora à direita do palco – à precisão com que atacaram as suas canções feitas de rimas hip hop, ritmo soul e balanço reggae.

O público conhecia de cor canções como a inevitável “O amor é mágico”, o público entusiasmou-se com os apartes de “Isto é Portugal!” de Demo e um concerto pelo qual passou a comitiva olímpica portuguesa terminaria, num momento que não poderia causar senão perplexidade a quem acabasse de aterrar no Parque da Bela Vista, com umas dezenas de milhar a entoarem o hino português. Enquanto isso acontecia, mantinham-se as filas de dimensão generosa para aceder às muitas diversões e ofertas de patrocinadores. Boss AC, no Palco Sunset pouco tardaria a cantar o seu último grande êxito “É sexta-feira (bom emprego já)”.

À medida que o dia avançou, porém, a bonita visão de adolescentes a serem adolescentes foi-se desvanecendo. Primeiro com Ivete Sangalo, totalista dos Rock In Rio lisboetas que fez o que faz Ivete Sangalo – ou seja, suou muito, dançou outro tanto, cantou “Arerê” e pôs o povo a “levantar poeira”. Depois, com os Maroon 5, o Rock In Rio entrou na sua previsível normalidade. Os americanos, autores do concerto mais celebrado da noite, ocupam o palco como banda que quer rockar à séria e levar o funk às massas, mas nunca chegam a dar o passo decisivo (e parece-nos, não querem). Porque não arriscam verdadeiramente, porque as suas canções desembocam sempre no conforto do refrão previsível e da melodia testada em laboratório para se colar (e para não mais sair, goste-se ou não) aos ouvidos de todos. 

Num momento tentam uma balada soul obviamente inspirada em Stevie Wonder, no momento seguinte o funk com recheio sintético aponta directamente a Prince e, quando se sugere o contratempo do reggae em batida rock, Adam Levine não disfarça e canta alguns versos de “Roxanne”, dos Police (era “Won't go home without you”). Houve solos estrepitosos do guitarrista James Laventine e do próprio Adam Levine, porque os Maroon 5 cumprem as regras de etiqueta dos concertos rock; sentiu-se várias vezes o “disco” nas proximidades porque os Maroon 5 sabem do que o pessoal precisa para começar a dançar. No fim Adam Levine, estrela pop e cavalheiro, dedicou a última canção às “ladies”. Era “She will be loved”, a balada que começa em modo despojado – só voz, guitarra e a mulher ao nosso lado que exclama “eu vou-te pegar” – e que termina, com o público em apoteose e toda a banda a acompanhar, no tom épico que os Coldplay tornaram marca registada desde a última década. Eficientes, os Maroon 5 saciaram quem foi ao Rock In Rio para assistir ao seu primeiro concerto português. Mas não houve espaço para a surpresa, para o risco, para a fuga ao guião esperado. 

Tal não faz parte, nem do ADN da banda, nem do do Rock In Rio. Neste festival, surpresas descobrem-se, por exemplo, no pequeno palco Vodafone, dedicada quase um exclusivo a bandas recentes (e válidas e interessantes) no panorama português. Por lá passou o nervo d'Os Velhos, a agilidade pop dos doismileoito e, entre os Maroon 5 e Lenny Kravitz, os óptimos White Denim, de Austin, Texas. São uma locomotiva psicadélica incrivelmente fluída, capaz de passar de jams na galáxia Grateful Dead (mas mais infernizados que cósmicos) a boogie com cheiro a pradaria. São perfeitos no uso de cada canção como matéria moldável no momento, seguindo a inspiração. E os White Denim, como tiveram o prazer de confirmar os poucos que pararam para os ver, estavam inspiradíssimos. 

Pouco depois, quando os ouvidos ainda zumbiam do ataque sónico vindo do Texas, Lenny Kravitz surgia em palco. Enquanto viajava ao seu passado com o óptimo groove rock'n'roll de “Mama said”, com a soul aveludada de “It ain't over till it's over” ou com “Mr cab driver”, do álbum de estreia, “Let Love Rule”, sem esquecer a versão de “American woman”, original dos canadianos The Guess Who, muita gente começou a pensar em tratar da vida – ou seja, abandonar o recinto para escapar às filas para autocarros e táxis que se formariam no final. Não viram Lenny Kravitz, eterno cultor da iconografia pop na pose e em canção, celebrar a “Black & white America”, corporizada em si mesmo, através do álbum de fotografias exibido nos ecrãs. Não o viram os que saíram, mas viram os muitos que ficaram, tocar a Beatlesca “Fields of joy”, aproximar-se do gospel em “Stand by my woman” ou, já perto do final, a obrigatória “Fly away” e o sempre bem-vindo riff de “Are you gonna go my way”. 

Nada de superlativo, na sombra dos seus heróis, mas sincero. Em encore, chegaria então “Let love rule”. Encerrou a noite no Palco Mundo e tornou mais próximos os concertos dos grandes nomes da edição 2012 do Rock In Rio. Neste sábado, Stevie Wonder. No domingo, Bruce Springsteen. Certamente heróis para Lenny Kravitz.

 

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Quinta-feira, 17.05.12

Peter Gabriel é a mais recente confirmação no cartaz do Super Bock Super Bock.

 

O músico sobe ao palco principal do evento a 7 de julho, fazendo-se acompanhar pela New Blood Orchestra.

 

A 7 de julho, também marcam presença no certame Aloe Blacc, The Shins, Skrillex, Regina Spektor, St. Vincent, Little Dragon e Perfume Genius, entre outros.

 

O Super Bock Super Rock regressa à Herdade do cabeço da Flauta, junto à Praia do Meco, em Sesimbra, nos dias 5, 6 e 7 de julho.

 

Os bilhetes para o certame, que comemora este ano a sua 18ª edição, já se encontram à venda. O bilhete diário continua a custar €45, sendo que o passe de 3 dias mantém o preço de €80 (campismo incluído a partir de dia 4).

Confere o cartaz atualizado do Super Bock Super Rock:

5 de julho


Palco Super Bock


Incubus
Bloc Party
Hot Chip
Pete Doherty
Capitão Fausto

 

Palco EDP


Alabama Shakes
Bat for Lashes
Battles
Tono

 

@ Meco


Flying Lotus (Live)
Magnetic Man
Apparat Live Band
Dãm-Funk
Beatbombers
Rui Murka
Mary B

 

6 de julho


Palco Super Bock


Friendly Fires
Lana Del Rey
The Rapture
Supernada
M.I.A.

 

Palco EDP


The Horrors
Wraygunn
Oh Land
Hanni El Khatib

 

@ Meco


Kenny Larkin
Cosmin TRG
Linkwood
Rui Vargas & André Cascais
Freshkitos
Trikk

 

7 de julho


Palco Super Bock


Skrillex
The Shins
Aloe Blacc
Peter Gabriel

 

 

Palco EDP


Regina Spektor
St. Vincent
Little Dragon
Perfume Genius

 

@Meco


Ricardo Villalobos
Margaret Dygas
Joao Maria
Henriq
Jorge Caiado & Vahagn

Sara Novais

 

Retirado de Sapo Música



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Quarta-feira, 16.05.12
Lady Gaga está em digressão no continente asiáticoLady Gaga está em digressão no continente asiático (Reuters)

Lady Gaga volta a estar no centro da controvérsia depois de a polícia indonésia ter cancelado o seu concerto agendado para 3 de Junho em Jacarta por questões de segurança. A cantora norte-americana tem sido acusada por grupos islamitas de ser “satânica”, garantindo que fariam de tudo para que o espectáculo não acontecesse.

 

As autoridades locais já tinham aconselhado Lady Gaga a cancelar o concerto, quase esgotado, mas a norte-americana manteve agendado o espectáculo da digressão “Born This Way Ball”. Esta terça-feira a polícia garantiu à imprensa: “O concerto não vai acontecer.”

O cancelamento é, segundo a polícia, a única forma de evitar um confronto entre os grupos islamitas e os fãs de Lady Gaga. Para estes grupos que se insurgiram contra o concerto, além de adorar o diabo, Lady Gaga veste-se de forma provocadora e obscena e tem um comportamento inapropriado, que vai contra os valores islâmicos.

Já no fim-de-semana, a Frente de Defensores do Islão (FPI, na sigla original) tinha garantido que se o concerto continuasse marcado iria juntar cerca de 30 mil pessoas para que se manifestassem contra, interceptando a cantora ainda no aeroporto. 

“Vamos impedir que ponha os pés na nossa terra. É melhor que ela não se atreva a espalhar a sua fé satânica neste país”, disse à AFP o presidente da FPI em Jacarta, Salim Alatas, considerando que Lady Gaga é uma influência perigosa para a juventude indonésia. “O seu estilo é vulgar, as roupas são sexuais e indecentes, vão destruir o sentido de moralidade das nossas crianças.”

A Indonésia, com mais de 240 milhões de habitantes, é o país com mais muçulmanos no mundo.

Para o Conselho Indónesia das Igrejas (PGI), uma organização cristã, o cancelamento do concerto é um atentado à liberdade de expressão. “As figuras religiosas é que têm o dever de guiar as pessoas a ter uma mente limpa e a manterem-se firmes contra as tentações pornográficas”, disse ao Jakarta Globe Gomar Gultom, secretário geral do PGI, explicando que essa função não compete nem à polícia nem aos artistas, como estão a fazer. 

Também os defensores dos direitos homossexuais na Indonésia têm saído em defesa da cantora, que tem uma grande legião de fãs naquele país. “A Lady Gaga não é um ser humano normal. Ela usa a sua popularidade para defender os grupos minoritários, em especial os gays e as lésbicas”, defendeu Hartoyo, que luta pelos direitos homossexuais na Indonésia.

Esta não é a primeira vez que Lady Gaga é censurada pelas suas músicas e pela sua postura. Ainda no passado, a cantora era a artista mais censurada na China, com seis músicas suas (“The Edge of Glory”, “Hair”, “Marry the Night”, “Americano”, “Judas” e “Bloody Mary”) eliminadas do país pelo Ministério da Cultura chinês.

Lady Gaga enfrenta ainda um boicote nas Filipinas, considerado o maior país católico da Ásia. A cantora tem um concerto agendado para o dia 21 de Maio mas uma organização juvenil católica defendeu que o espectáculo é uma ameaça aos valores morais do país.

A digressão de Lady Gaga no continente asiático começou no mês passado e a maior parte dos concertos tem esgotado. Na Coreia do Sul, os concertos tiveram de ser limitados a maiores de 18 anos, depois de os conservadores terem também levantado algumas objecções.

 

Retirado do Público



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Terça-feira, 15.05.12

O Maior espectáculo dos Pink Floyd em Lisboa e Porto

 

Depois de ter sido visto e apreciado por mais de 25 milhões de espectadores por toda a Europa, o maior espectáculo de Pink Floyd passa por Portugal em Dezembro.

 

Criado pelo director musical dos Brit Floyd - The World's Greatest Pink Floyd Show, Damian Darlington, para comemorar o lançamento do mais recente best of da lendária banda britânica, “A Foot In The Door” chega aos palcos do Campo Pequeno em Lisboa e do Palácio de Cristal no Porto, para encantar todos os que amam verdadeiramente esse murro na parede que foram os Pink Floyd.

 

Retirado de HardMúsica



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Sexta-feira, 04.05.12
Os Dead Combo actuam hoje na Aula Magna, em Lisboa
Os Dead Combo actuam hoje na Aula Magna, em Lisboa (Rui Soares)
Não se pode dizer que seja um concerto de consagração – os Dead Combo há muito que são consagrados – mas é mais um momento especial no percurso da dupla Tó Trips e Pedro Gonçalves.

Desde o início que foram capazes de desenvolver uma sonoridade singular, assente em ambientes e climas de fado, adicionando-lhe elementos de tango, flamenco, música africana ou bandas-sonoras de Ennio Morricone. Esta multidão de referências, poderia contribuir para a perda da sua voz, mas isso não aconteceu, tendo arquitectado um género à parte, assente também ele num imaginário visual peculiar, obscuro e mediterrânico. A sua música é predominantemente instrumental, criada a partir de guitarra e contrabaixo, mas de vez em quando, não dispensa vozes. No último álbum, Lisboa Mulata, editado o ano passado, participaram Sergio Godinho, Camané ou Marc Ribot. E também a Royal Orquestra das Caveiras e as Víboras do Chiado. 

Na Aula Magna, em Lisboa, hoje (22h), e também no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, sábado, vão fazer-se acompanhar pelo fadista Camané, pelo baterista Alexandre Frazão e pela Royal Orquestra das caveiras e as Víboras do Chiado. Uma formação irrepetível que irá abordar o mais recente álbum, que contém temas inspirados pelas mornas de Cabo Verde ou pelos climas da América do Sul. 

Recentemente o duo esteve em Toronto, no Canadá, depois de já ter actuado em países como a Hungria, Checoslováquia, Estónia ou Turquia, um trajecto internacional que não espanta, porque a música da dupla filia-se numa ideia de portugalidade, sem deixar de conter um evidente apelo universalista. 

 

Retirado do Público



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Quinta-feira, 19.04.12

 

Toques do Caramulo

 

 

“Toques do Caramulo” às portas da capital!

 

concerto ao vivo no próximo sábado 21 Abril, 21h30

Centro Cultural Malaposta
Olival Basto – Odivelas
http://www.malaposta.pt/
Metro: Senhor Roubado (linha amarela)


http://www.dorfeu.pt/toquesdocaramulo
https://www.facebook.com/toquesdocaramulo

A digressão do álbum “Retoques” prossegue em 2012, com concerto de Toques do Caramulo no próximo sábado, 21 Abril, pelas 21h30, no Centro Cultural Malaposta. Nova oportunidade para conhecer (ou ouvir de novo) as dinâmicas recriações musicais da tradição serrana do concelho de Águeda através dos Toques do Caramulo.



http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC



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Segunda-feira, 06.02.12

Madonna atua em Coimbra em junho

Madonna regressa a Portugal este verão para um concerto no Estádio Cidade de Coimbra, a 24 de junho, avançou este domingo o Jornal de Notícias (JN).


Além desta atuação, há possibilidade de uma segunda caso os bilhetes esgotem rapidamente, revelou ao JN Luís Providência, presidente do Conselho de Administração da empresa municipal Turismo de Coimbra e vereador da autarquia com o pelouro de Desporto e Lazer.

 

O responsável acrescentou ao jornal que decorreu, na semana passada, uma reunião entre o presidente da Câmara Municipal de Coimbra, João Paulo Barbosa de Melo, e a empresa Ritmos & Blues, em que ficou acordado que seria Coimbra a cidade escolhida para receber a cantora norte-americana.

 

A atuação em Coimbra já tinha sido divulgada acidentalmente no site oficial de Madonna - sendo depois retirada - em novembro do ano passado. Em setembro, a cantora havia revelado à Antena 3 que estava previsto um regresso a palcos nacionais.

 

O concerto em Coimbra assinala a quarta vez que Madonna vem em Portugal. A primeira ocorreu em 2004, com dois concertos no Pavilhão Atlântico. No ano seguinte, a artista atuou na entrega dos Prémios Europeus da MTV, também em Lisboa. O regresso à capital deu-se com a atuação no Parque da Bela Vista, em 2008.

 

Madonna virá apresentar o próximo álbum, "MDNA", com edição prevista para 26 de março. O primeiro single do disco, "Give Me All Your Luvin'", foi divulgado sexta-feira e conta com a participação de M.I.A. e Nicki Minaj:

 

 

Retirado de Sapo Música



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Quarta-feira, 30.11.11

Gala do fado no Coliseu

 

Para celebrar a proclamação do Fado a Património Imaterial da Humanidade realiza-se na próxima sexta-feira à noite, dia 02 de Dezembro, uma gala no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, que será transmitida em directo pela RTP.

 

Participam na gala 20 músicos do meio fadista, entre eles, Celeste Rodrigues e o viola baixo Joel Pina.

 

A Gala, à qual assistirão o Chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, e o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, conta também com a participação de Mariza e Carlos do Carmo que foram os embaixadores da candidatura do fado.

 

Maria da Fé, Aldina Duarte, António Zambujo, Carminho, Cristina Branco, João Braga e Mafalda Arnauth são outros nomes do elenco.

 

A gala, com início marcado para as 21:00 de sexta-feira, conta ainda com a participação de Ricardo Ribeiro, Custódio Castelo, Diogo Clemente, Marco Rodrigues, Pedro Moutinho, Ângelo Freire, Carlos Garcia, Carlos Menezes e Marino de Freitas.

 

No passado domingo, em Bali, na Indonésia, o Fado foi proclamado Património Cultural Imaterial da Humanidade pelo VI Comité Inter-Governamental da UNESCO, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. A candidatura portuguesa foi considerada exemplar pelos peritos da UNESCO, tal como as do Paraguai e Espanha.

 

O antigo presidente da Câmara de Lisboa Pedro Santana Lopes lançou a ideia de candidatar o fado a Património Imaterial da Humanidade, em 2004, e escolheu os fadistas Mariza e Carlos do Carmo para embaixadores da candidatura.

 

A candidatura foi aprovada por unanimidade pela Câmara de Municipal de Lisboa no dia 12 de Maio do ano passado e apresentada publicamente na Assembleia Municipal, no dia 01 de Junho de 2010, tendo sido aclamada por todas as bancadas partidárias.

 

No dia 28 de Junho de 2010, foi apresentada ao Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e formalizada junto da Comissão Nacional da UNESCO. Em Agosto desse ano, deu entrada na sede da organização, em Paris.

 

Via HardMúsica



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Quinta-feira, 24.11.11
Este sábado 26 Novembro, pelas 17h00, no Teatro São Luiz, os Fadomorse farão o pré-lançamento do seu novo disco "Fadomorse Magála Invisível", no âmbito do Festival Lisboa Mistura.

Reconhecidos no panorama musical português e além-fronteiras pela sua música genuinamente embebida nas raízes portuguesas e no expoente contemporâneo da sonoridade do mundo, Fadomorse promete um concerto singular com estreias absolutas e o revisitar do lado mais conceptual da sua arte sonora.

Este novo disco, que assinala os treze anos do colectivo, será editado a 29 de Fevereiro de 2012 com o selo d'Eurídice, braço editorial da d'Orfeu Associação Cultural, e quem assistir ao seu pré-lançamento em Lisboa, terá acesso exclusivo ao single de "Fadomorse Magála Invisível".


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Sábado, 22.10.11

Os Buraka Som Sistema explicam o significado e o motivo por que batizaram o disco que lançam segunda-feira de "Komba", um trabalho que em novembro vão apresentar ao vivo nos coliseus 

 

Os Buraka Som Sistema atuam pela primeira vez nos Coliseus do Porto e de Lisboa em novembro, algo "muito especial", mesmo para uma banda que já teve uma plateia de mais de cem mil pessoas na Colômbia.

 

"Claro que tem [um sabor especial atuar nos Coliseus]. Obviamente que tocar no Rock al Parque [em julho deste ano em Bogotá, Colômbia] para 110 mil pessoas foi espetacular, mas é um 'feeling' completamente diferente de tocar no Coliseu, no país onde vivemos. Os Coliseus continuam a ser uma coisa muito especial em Portugal", afirmou um dos membros da banda, Riot (Rui Pité), em entrevista à agência Lusa.

 

Nos concertos será apresentado o mais recente trabalho da banda, "Komba", a editar na segunda-feira.

 

"Por norma as bandas fecham a tour [digressão] no Coliseu, nós, como somos do contra, preferimos começar", disse Riot.

 

Em Lisboa e no Porto, a ideia dos Buraka Som Sistema é, nas palavras de outro dos membros, Kalaf Ângelo, "fazer as canções brilharem em todo o seu esplendor".

"Vamos preocupar-nos em dar um bom concerto"

"Não vamos estar com grandes subterfúgios, não vamos estar a exagerar, que é isso que se espera de uma banda que chega ao Coliseu: pirotecnia, balões. Se bem que balões são uma boa ideia, mas vamos tentar fazer com que as canções tenham o seu espaço. Vamos preocupar-nos em dar um bom concerto", garantiu.

 

Os Buraka Som Sistema, uma das mais sólidas bandas portuguesas no circuito internacional, estarão no dia 10 de novembro no Coliseu de Lisboa e no dia 19 desse mês no Coliseu do Porto.

 

Nos últimos meses, o grupo tem estado entre cá e lá, em festivais portugueses e estrangeiros. Em julho atuaram, além de Portugal, na Colômbia e na Hungria, em setembro estiveram na Alemanha e em Itália e este mês já passaram pelo Brasil e pelos Estados Unidos da América.

No currículo, a banda conta ainda com atuações em países tão díspares como Espanha, Japão ou Cabo Verde.

 

Os Buraka Som Sistema são J-Wow (João Barbosa, DJ), Conductor (Andro Carvalho, MC), Riot (Rui Pité, DJ) e Kalaf (Kalaf Ângelo, MC).


 


Via Expresso



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Segunda-feira, 03.10.11
Nomeados para o Best Portuguese Act apelam ao voto em espectáculo conjunto

Os cinco nomeados para o best Portuguese Act 2011 vão amanhã apelar ao voto numa actuação conjunta de apelo ao voto.

 

AFaculdade de Medicina Dentária, em Lisboa, vai recebera “Voting Party” da MTV Portugal, que conta com a presença dos nomeados- Amor Electro, Aurea, Diego Miranda, Expensive Soul e The Gift

 

A votação é online no site www.mtvema.com e a MTV transmite em directo a 18ª edição dos MTV EMAs no próximo dia 6 de Novembro.

 

Via Ionline



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Quinta-feira, 17.03.11

Nelly Furtado anuncia concerto em julho em Lisboa

 

Nelly Furtado é o primeiro nome adiantado para o cartaz do Festival Delta Tejo, mas a promotora não confirma a presença da luso-canadiana em Monsanto.

A cantora luso-canadiana Nelly Furtado anunciou na página oficial na Internet que atua a 2 de julho em Lisboa, no Festival Delta Tejo, um concerto que a promotora Música no Coração não confirma. 

 

Este é o primeiro nome adiantado para o cartaz deste ano do Delta Tejo, que tem acontecido num espaço ao ar livre perto de Monsanto, em Lisboa, mas contactada pela Lusa fonte da promotora não confirma a presença de Nelly Furtado, remetendo informações sobre o festival para os próximos dias.

 

A última vez que Nelly Furtado esteve em Portugal foi no final de 2009 num concerto acústico no Coliseu de Lisboa, no âmbito dos Secret Shows, promovidos pelo Myspace Portugal e pela empresa de telecomunicações Optimus.

 

Na altura, Nelly Furtado tinha acabado de lançar o álbum "Mi Plan", o primeiro cantado na íntegra em espanhol e que a levou ao primeiro lugar da tabela de vendas de álbuns latinos nos Estados Unidos. 

 

No ano passado, Nelly Furtado editou a primeira compilação de carreira, "The Best Of Nelly Furtado", e um álbum de remisturas de "Mi Plan". E este ano poderá editar um novo álbum que, segundo a Wikipeadia, se chamará "Lifestyle". 

Milhão de dólares doado

Distinguida com prémios como Grammy, Brit Awards, MTV e Juno, Nelly Furtado, 32 anos, filha de pais portugueses, é uma das mais bem-sucedidas cantoras canadianas da sua geração, tendo vendido cerca de 18 milhões de cópias dos seus quatro discos de originais. 

Recentemente, Nelly Furtado foi notícia por ter anunciado que vai doar o milhão de dólares por si cobrado, há quatro anos, por atuar em Itália para a família do líder líbio Muammar Kadhafi. 

"Em 2007 recebi um milhão de dólares do clã Kadhafi por atuar durante 45 minutos perante convidados num hotel. em Itália. Vou doar esse dinheiro", escreveu a cantora.

Via Expresso


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Sábado, 12.03.11
Julianna Barwick. Música frágil, usar com cuidado
 
Hoje à noite na ZDB só vai haver uma rapariga em palco, sozinha, atrás de uma mesa com microfones e pedais de efeitos - coisas da família das guitarras mas que, pela mão desta americana, fizeram amizades com outros recursos. Como convencer alguém a estar presente no evento? Julianna, um pouco de ajuda, por favor: "Esta música é única, pelo menos tenho essa ideia." Afirmações assim, nascidas do ego, requerem confirmação. "Na verdade não tenho certeza disso", confessa, "mas fazer música assim pode deixar muito boa gente louca". "Música assim" é vozes em camadas, um instrumento único, manipulado até à exaustão, entre loops e outros efeitos afins. Dizer que mais ninguém o faz é como negar a existência de formas de vida fora deste planeta - escusado e inútil. Mas que não há ninguém a fazê-lo como Julianna Barwick, essa é uma quase certeza que assumimos nestas linhas.

Está tudo muito bem explicado em "The Magic Place", disco que pede licença a tudo o que possa ser distracção. Só assim vai chegar onde quer: ser um criador de paisagens e ambientes sonoros mas sem ser estático, procurando provocar e revoltar (a matéria a ser manipulada por esta música depende da bagagem de quem a ouve, mas o abanão é garantido). E é por isso que temos como legítima a pergunta "e o que pode acontecer com tudo isto ao vivo?". "Por norma, os meus concertos são momentos de calma e silêncio, de alguma veneração, até" - da música e dos seus efeitos, acrescentamos. Aqui não há fogo-de--artifício nem trocas de guitarras nem sete mudas de roupa. Ou, na perspectiva da artista em questão, "visualmente falando, o meu espectáculo não é dos mais entusiasmantes".

De onde vem esta vontade em ser tudo menos folclore rock''n''roll? Julianna Barwick tem morada fixa em Nova Iorque, move-se pelas ruas de Brooklyn, recheadas de gente pronta para mudar o mundo, criativamente falando. Barwick devia estar a liderar uma banda, a escrever letras de nonsense urbano, a ultrapassar relações ao exorcizá-las enquanto as canta para toda a gente ouvir. Nada disso. Razão número 1, Julianna não se dá bem em trabalhos de grupo: "Nunca poderia ter uma banda, sou muito individualista, não suporto a ideia de fazer música com mais pessoas." Razão número 2, esta música vai-se fazendo: "Tenho uma ideia, geralmente com a voz como ponto de partida. E vou trabalhando isso conforme o que vai acontecendo na minha cabeça." Ou seja, as ideias podem transformar-se em coisa concreta hoje, amanhã ou no mês que vem. "Não posso ter ninguém dependente deste meu feitio."

E pensar que tudo começou de forma bem mais calma. Em tempos, Julianna Barwick era criança/adolescente à espera de ser adulta num ambiente dividido entre a paisagem rural e a igreja - "Três vezes por semana, durante muitos anos", explica a artista, sem dar mais detalhes sobre esta educação eclesiástica. Mas a verdade é que esses tempos estão tão distantes como os dias de fazer canções no quarto, como quem joga Mikado (tentar, quase acertar, falhar, começar de novo, repetir as vezes necessárias, parar porque isto cansa). "À minha volta insistem em referir este meu passado como fundamental na minha música. Claro que é uma influência, mas quanto a ser esse o meu lugar mágico ["The Magic Place" é o título do álbum], tenho as minhas dúvidas."
 


publicado por olhar para o mundo às 13:50 | link do post | comentar

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