Segunda-feira, 06.02.12

Cerveja caseira

 

Os Três Cervejeiros e uma cerveja feita lá em casa

 

A marca, a receita e o sabor. “As pessoas têm andado toda a vida a beber sumo de laranja enlatado e só agora vão provar o natural”

 

Não é tão fácil como arrancar a cápsula de uma garrafa e beber pelo gargalo, mas, diz quem sabe, a cerveja feita em casa é “the real thing”. A comparação é de Pedro Sousa, um terço de "Os Três Cervejeiros": “As pessoas têm andado toda a vida a beber sumo de laranja enlatado e só agora vão provar o natural”.

 

É cerveja. A cerveja. Genuína, não filtrada, 100% malte, sem conservantes nem corantes — apenas água, malte de cevada, lúpulo e levedura. É elaborada através de métodos artesanais e pode ser concebida lá em casa.

 

Inspirados pela cultura cervejeira europeia, "Os Três Cervejeiros" (Pedro Sousa, mestre cervejeiro, Alberto Abreu, agente imobiliário, e Arménio Martins, designer têxtil) são responsáveis pela nova cerveja artesanal "gourmet", produzida na cidade do Porto com a marca Sovina.

 

Paralelamente, o trio lançou o site Cerveja Artesanal, uma espécie de biblioteca com tutoriais detalhados sobre a produção de cerveja a partir de "kits", de extrato de malte ou de malte em grão.

 

Um litro por 0,70 euros

Aconselha-se que a primeira aventura neste mundo comece pelo "kit", um investimento inicial (58 euros) que inclui balde, torneira, 100 cápsulas (e um capsulador), desifectante, escovilhão, e borbulhador. Instalada a base de produção, cada litro de cerveja, que dura até um ano, fica a 0,70 euros.

 

No dia 3 de Março (das 10h às 13h e das 14h30 às 18h), Os Três Cervejeiros realizam um workshop de produção de cerveja artesanal a partir de malte em grão e de extracto de malte. O workshop (com direito a almoço) custa 60 euros.

 

“Tem muito mais sabor, mais aroma e é mais nutritiva do que a cerveja normal. É uma experiência sensorial”, garante Pedro Sousa, que deixa um último conselho para quem ainda bebe cerveja industrial: “É demasiado fácil fazer cerveja melhor”

 

Via P3



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

Quarta-feira, 04.01.12

Será que o sexo na publicidade ajuda mesmo a vender, ou acaba por canalizar a atenção do consumidor para longe da própria marca anunciada?

 

 

Via Expresso




publicado por olhar para o mundo às 17:39 | link do post | comentar

Sexta-feira, 09.12.11
SHOPGRIFTER Comprar, usar, devolver

Para responder ao desejo de um guarda-roupa variado e apelativo, as pessoas que não têm carteira para sustentar as suas peças must have - ou que simplesmente não querem gastar dinheiro- recorrem à prática de usar e devolver. Para alguns, uma acção comum, para outros, impensável. O Life&Style encontrou três mulheres que, sob identidades fictícias, falaram sobre os truques, cuidados e receios de quando vão às compras para devolver depois.

 

Uma gabardine preta de verniz, um vestido branco de silhueta estruturada ou uma clutch com brilhantes são peças aliciantes ao ponto de fazer uma mulher contornar as regras. Foi o que fizeram Joana, Paula e Luísa diante de peças que lhes despertaram o desejo e as fantasias de as imaginar no corpo, combinando com isto ou aquilo, sem margem para errar ou pagar.

 

Levar para casa, usar e fazer um brilharete é, em certos casos, possível mesmo quando não se está disposto a despender do valor da etiqueta. Traduzindo: comprar, usar e devolver. Há, de facto, quem o faça e a hiperactividade da língua inglesa já se encarregou do respectivo neologismo:shopgrift . Um termo que, sem ser muito conhecido, refere-se a uma prática que, de acordo com alguns estudos, é levada a cabo por uma em cada três mulheres.

 

As indecisões de Joana


Joana tem 36 anos e nunca tinha ouvido falar neste estrangeirismo. Contudo, há nove anos que lhe acontece gostar de uma peça de roupa, comprá-la e devolvê-la na loja em troca do dinheiro depois de a ter usado - é umashopgrifter. "Há peças de que gosto e há outras em que penso ‘se calhar dá para vestir uma ou duas vezes e depois vou entregar'", confessa. Compra numa loja e devolve, geralmente noutra, para não dar nas vistas. Joana guarda sempre as etiquetas e os talões, tanto nos casos em que sabe desde o início que aquela blusa não veio para ficar, como quando até faz tensões de ficar com o casaco, mas acaba por arrepender-se. Até hoje, nunca lhe recusaram uma devolução.

 

A maioria das lojas dá ao cliente trinta dias para devolver artigos, exigindo apenas que as peças se encontrem no mesmo estado em que foram adquiridas e o talão da compra. Uma política facilitadora tendo em conta que o decreto-lei das garantias de 2003, reforçado em 2008, apenas obriga os estabelecimentos a devolverem o dinheiro no caso de a peça apresentar defeito.

 

"Normalmente ponho a roupa uns dias ao ar, na janela, para o cheiro desaparecer. No caso das calças, dá-se um jeitinho com o ferro", conta Joana entre risos. São sobretudo peças mais básicas, como blusas e camisolas, que devolve depois de usar. Fá-lo sempre em lojas mais baratas, onde acredita ser mais fácil ter o dinheiro de volta sem ter que dar grandes explicações. "Em lojas mais caras é mais difícil e, por vezes, também não devolvem o dinheiro. Trocam por outra coisa ou dão um vale, por isso, o dinheiro acaba por ficar empatado na mesma", explica.

 

Um vestido branco com estrelas pretas, de 60 euros, foi das últimas peças que devolveu depois de usar num jantar de aniversário (isto sem contar com uma gabardine preta de verniz que pensou levar a um concerto, mas que acabou por não vestir). Joana justifica-se com uma indecisão crónica - um "gostar" seguido muitas vezes de um "deixar de gostar". O vício não é algo que partilhe, nem com os amigos mais chegados. "Sei que não é a coisa mais correcta de se fazer, mas na altura penso ‘gostava de ter aquilo' e isso sobrepõe-se".

 

Numa sondagem feita em Março deste ano pelo site VoucherCodes a três mil britânicos, 28% dos inquiridos admitiram já ter devolvido uma peça de roupa depois de a usar, enquanto 7% confessaram fazê-lo com alguma regularidade. Um outro estudo, de 2009, realizado também no Reino Unido pela empresa OnePoll e divulgado pelo Daily Mail, mostra que uma em cada três mulheres já devolveu um vestido depois de o usar. Esta sondagem diz ainda que um décimo das consumidoras não hesita em fazê-lo sempre que vai sair à noite, a um casamento ou simplesmente jantar fora.

 

A primeira vez de Luísa


Foi para uma gala da faculdade, há um mês atrás, que Luísa, de 18 anos, teve a sua primeira experiência enquanto shopgrifter. Uma amiga disse que "era na boa" e a clutch bege com brilhantes ficava mesmo a matar com o seu vestido. "Era um pouco chato estar a comprar uma mala que depois não viria a usar tão depressa", conta. Antes nunca tinha sequer pensado nessa hipótese e desconhecia até que fosse tão fácil devolver roupa já usada. A clutch tinha custado só 18 euros, mas ainda assim, os cuidados com a peça estenderam-se pela noite dentro. "Durante o jantar estava com um bocado de medo de que ela se estragasse. Na discoteca, guardei-a no bengaleiro em vez de a deixar nos sofás", afirma com pragmatismo.

 

Luísa voltou à loja, um pouco nervosa. A etiqueta tinha estado escondida numa pequena bolsa dentro da mala e, por isso, ficara dobrada. O alívio chegou quando o funcionário do balcão acedeu ao pedido de devolução sem levantar questões e sem, aparentemente, suspeitar de nada.

 

À excepção de roupa interior e de peças adquiridas em época de saldos, devolver e ter o dinheiro de volta não é das tarefas mais difíceis quando falamos de grandes superfícies comerciais. António trabalhou durante cinco anos numa loja do grupo Inditex onde o prazo de 30 dias, a apresentação do talão de compra e da peça intacta são os requisitos para conseguir reaver o dinheiro que se tinha pago por um artigo. Enquanto ex-funcionário, reconhece que muitos abusavam deste facilitismo. Sobretudo em blusas e T-shirts, era flagrante que, em alguns casos, a roupa já tinha sido usada. "Por vezes verificávamos se a roupa cheirava a perfume ou a tabaco", conta. Contudo, raramente houve provas que sustentassem uma argumentação com o cliente, daí que, desde que a peça tivesse a etiqueta e não revelasse dano, era feita a devolução. "Chegávamos a facilitar para o cliente não ficar descontente. Outras vezes, por se tratar de um cliente habitual, fechávamos os olhos".

 

Um discurso um tanto ou quanto diferente do de Manuela Saldanha, gestora da Loja das Meias. Aqui, onde o preço de um vestido compõe-se com três dígitos, as devoluções são casos extremamente raros e a palavra shopgrift, quando decifrada, chega a causar calafrios. "Nunca tivemos qualquer indício disso", afirma Manuela Saldanha. Há clientes que são já velhos conhecidos e, além disso, o atendimento é mais personalizado, algo que qualquer shopgrifter se esforçaria por evitar. "Falamos de um universo pequeno [de três lojas apenas], com muitos clientes fiéis há vários anos", completa.

 

Paula muda de atitude


Durante mais de dez anos Paula alimentou o vício de comprar para devolver, sempre na mesma loja, espaçosa e na berra. Tudo começou com uma camisola de malha azul escura que já tinha usado algumas vezes e, por isso, estava gasta e larga. Levou-a à loja, sem etiqueta nem talão, depois de terem passado mais de 30 dias sobre a compra. A princípio, pensou "que era mentira" quando viu que lhe estavam a devolver o dinheiro de uma camisola que, para todos os efeitos, estava velha. Depois disso, tomou-lhe o gosto. Chegou a devolver umas calças amarelas, depois de lhes ter feito bainhas, e até sapatos, tido como o artigo mais difícil de devolver após usar. Eram principalmente peças para o quotidiano, mas também, de vez em quando, para ocasiões especiais, como a blusa de padrão animal que vestiu num casamento. Há um ano atrás, um evento exigiu-lhe um vestido branco. Paula que não tinha nenhum, não fez disso um problema. O vestido custou-lhe 70 euros, dinheiro que dias depois voltava para a carteira.

 

"Nas lojas, por vezes desconfiavam, mas como tinha o talão e estava tudo em condições, eram obrigados a trocar o artigo porque não tinham como provar já tinha sido usado", afirma. Nota que agora os funcionários das lojas, ou pelo menos daquela, controlam muito mais. Mas não foi isso que a levou a deixar o hábito. Receios à parte, a consciência começou a pesar e a conter o impulso consumista. Paula, de 45 anos, pode hoje dizer que há um ano que não compra nenhuma peça com o intuito de a devolver pouco tempo depois.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 14:43 | link do post | comentar

Segunda-feira, 14.11.11

Anúncios inesperados, extravagantes, provocadores e divertidos. Em comum apenas isto: não deixam ninguém indiferente.



Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 17:54 | link do post | comentar

Sexta-feira, 30.09.11
Em Portugal, a campanha de promoção do concurso arrancou esta semana
Martini lança concurso mundial para encontrar protagonista da nova campanha publicitária. O vencedor poderá beijar dez mulheres e ganhará 150 mil euros.
Em Portugal, a campanha de promoção do concurso arrancou esta semana

Ana Beatriz Barros é uma das modelos da Victoria Secret's que poderá ser beijada pelo vencedor do concurso Kisser Casting, promovido pela Martini para encontrar o protagonista da próxima campanha publicitária mundial.

 

Fonte oficial da Bacardi Martini Portugal refere que ainda não está definido em que contexto é que isso acontecerá. "Poderá ser num evento ou no próprio anúncio", avança.

 

O vencedor do concurso que decorre em 16 países ganhará também 150 mil euros em dinheiro. Os candidatos podem ser homens ou mulheres com mais de 25 anos e a inscrição é feita na página da Martini no Facebook, até ao próximo sábado. O eleito, segundo a Martini, será aquele que tiver a "melhor e maior atitude".

 

Em Portugal, a campanha de promoção do concurso arrancou esta semana e é protagonizada por Rui Unas. Para a Martini, o apresentador de televisão consubstancia o novo posicionamento que a marca reclama para si, que passa por ter uma atitude irreverente e positiva perante a vida. A expressão desta forma de estar, que pretende seduzir os jovens entre os 18 e os 25 anos, é a nova assinatura da marca: 'Luck is an attittude' (Sorte é uma atitude).

 


Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 08:16 | link do post | comentar

Quarta-feira, 15.06.11
A Korean Air acaba de receber o primeiro Airbus A-380. Veja aqui o vídeo promocional que acompanhia realizou para assinalar o evento.


publicado por olhar para o mundo às 17:02 | link do post | comentar

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