Segunda-feira, 28.05.12


Diz o ditado que “homem que trai o pipi cai” (e até é verdade, dá uma olhada aqui). Mas o problema pode ser mais sério ainda. Ter uma amante pode custar a vida dos homens que traem.


O aviso vem de uma pesquisa da Universidade de Florença, na Itália. Os pesquisadores revisaram estudos anteriores sobre as causas e efeitos da infidelidade e perceberam uma tendência mortal: homens que traem correm mais risco de sofrer infarto fatal.


Um dos estudos revisados veio de uma universidade da Alemanha. Os pesquisadores de lá avaliaram casos de infarto durante o sexo. E a maioria dos homens que morreram nessas situações estava traindo suas mulheres.


Em janeiro deste ano, o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, fez estudo semelhante. Após analisarem as autópsias de mais de 5 mil homens, eles descobriram que, entre aqueles que morreram durante o sexo, 75% estavam com as amantes.


Os pesquisadores não sabem exatamente por que, mas desconfiam de vários motivos. Primeiro, os homens casados costumam se envolver com menininhas mais novas. E eles trabalham duro para dar conta do sexo com elas. Sem contar a alimentação nada saudável: pizzas, hambúrgueres e aquela porcariada toda, que só vão gerar preocupação nelas anos mais tarde.


Dentro dessa conta de problemas, o homem ainda soma um sentimento de culpa (poxa). Quando eles ainda gostam da mulher, a chance de trair e ter um infarto é maior ainda. “Ele pode punir a si mesmo por trair esta parceira”, diz a pesquisadora Alessandra Fisher (aspas do Daily Mail). E eles ainda tendem a ficar mais estressados.


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Retirado de Folha


publicado por olhar para o mundo às 00:08 | link do post | comentar

Quarta-feira, 23.05.12

A diminuição ou falta de comunicação entre células que altera o batimento do coração deve-se a um mecanismo agora descoberto por portugueses.

 

 

Uma equipa de investigadores de Coimbra identificou um novo mecanismo responsável por falhas de comunicação entre células do coração que pode estar na origem das doenças cardíacas, foi hoje anunciado.

 

A investigação, liderada pelo bioquímico Henrique Girão e publicada na revista "Molecular Biology of the Cell", permitiu descobrir um mecanismo que leva à diminuição ou falta de comunicação entre as células, desregulando o normal batimento cardíaco.

 

Esse desregular do batimento cardíaco acaba por ter implicações importantes no desenvolvimento de doenças, como a coronária, insuficiência cardíaca, arritmias e enfarte.

 

Os estudos realizados demonstram que a "ubiquitina assume o papel principal na degradação da conexina43 (Cx43), a proteína que assegura a comunicação rápida e eficaz entre a maioria das células, contribuindo para o normal funcionamento de órgãos e tecidos", refere uma nota hoje divulgada pela Universidade de Coimbra.

 

"Trata-se de proteínas muito importantes no coração, são como que canais que permitem a comunicação eficiente entre as diferentes células do coração, o que é importante para que ele bata de forma regulada e controlada", disse à Lusa o investigador.

 

No caso do coração, os canais de comunicação intercelular "asseguram a propagação rápida de um sinal que está na origem do batimento", ou seja, as alterações nessa comunicação, mediada pela Cx43, poderão estar na origem de doenças cardíacas.

 

No fundo, o que os investigadores da Universidade de Coimbra identificaram foi "o mecanismo responsável pela remoção da Cx43 da membrana das células, e posterior eliminação, resultando numa diminuição, ou ausência, da comunicação entre as células".

 

Segundo Henrique Girão, a grande novidade do estudo foi "demonstrar que uma via de degradação denominada autofagia participa na degradação da conexina43 presente na membrana plasmática das células, e que a ubiquitina tem um papel regulador neste processo".

 

Os resultados alcançados "podem ter um impacto grande" ao nível do tratamento, porque - explicou o investigador à Lusa -, uma vez identificado o mecanismo responsável pela desregulação da comunicação intercelular, "se inibirmos a autofagia talvez o tal coração em isquemia consiga prevenir algumas das alterações que seriam nocivas" para o órgão.

 

Nesse sentido, "abre-se caminho para o desenvolvimento futuro de novas abordagens terapêuticas que previnam ou impeçam a eliminação destes canais de Conexina43" e, deste modo, assegurem uma correta comunicação entre as células, disse.

 

O estudo foi realizado recorrendo a células em cultura e irá agora prosseguir em ratos sujeitos a isquemia cardíaca, de forma a avaliar o impacto da descoberta.

 

O objetivo é também perceber como é que as alterações da comunicação intercelular contribuem para o aparecimento de outras doenças, como o cancro e a diabetes, afirma o investigador do Instituto Biomédico de Investigação de Luz e Imagem.

 

O estudo conta com a colaboração de cardiologistas do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, de uma investigadora da Universidade de Einstein, Nova Iorque, e de um grupo de cientistas da Universidade de Dundee, na Escócia.

 

Retirado do Expresso



publicado por olhar para o mundo às 08:47 | link do post | comentar

Quinta-feira, 10.05.12

De acordo com especialistas, fazer sexo não piora as condições do coração. Foto: Getty Images

De acordo com especialistas, fazer sexo não piora as condições do coração

Pessoas que já tiveram ataques cardíacos evitam ter relações sexuais com medo que isso desencadeie outro enfarte, mas, de acordo com pesquisadores, fazer sexo não piora as condições do coração. As informações são do jornal Daily Mail.

 

O mito de que sexo é uma atividade perigosa para pacientes cardíacos é que aflige suas vidas sexuais, mas um estudo mostra que apenas 1% dos enfartes ocorrem durante a relação sexual.

 

Por ano, são relatados 124 mil ataques cardíacos no Reino Unido. Destes, mais de 50 mil ocorrem em adultos com menos de 75 anos.

 

Especialistas culpam os médicos por não conversarem com pacientes e esclarecerem o momento certo para retomar a atividade sexual com segurança. Por isso, 40% das pessoas que já sofreram ataques cardíacos deixam a vida sexual de lado.

 

De acordo com o estudo, apenas dois em cada cinco homens e uma em cada quatro mulheres conversaram com seu médico sobre ter relações sexuais após o enfarte.

 

"Os médicos precisam entender o papel importante que desempenham em ajudar doentes com enfarte agudo do miocárdio. É preciso evitar o medo desnecessário de ter recaídas ou até mesmo da morte com o retorno à atividade sexual", explica a cardiologista Stacy Tessler Lindau, da Universidade de Chicago.

 

retirado de Terra



publicado por olhar para o mundo às 21:59 | link do post | comentar

Segunda-feira, 07.03.11

Sexo é bom

 

Muitas pessoas que sofreram com um ataque cardíaco acabam tendo medo de fazer sexo. Mas, segundo especialistas, pacientes com esse tipo de problema no coração podem ficar tranqüilos: o sexo faz bem ao coração, mesmo após um ataque.

 

De acordo com cardiologistas, a probabilidade de uma pessoa morrer por causa de problemas cardíacos durante uma transa é realmente pequena. Mas, mesmo assim, as pessoas têm medo de manter relações.

 

Uma pesquisa revelou que um terço dos homens e 60% das mulheres se abstém de fazer sexo por períodos iguais ou maiores que um ano após sofrerem com um ataque cardíaco.

 

Cardiologistas, no entanto, avisam que morrer durante o sexo por causa da intensidade da relação é coisa de filme. Na vida real isso não é motivo de preocupação – a maioria dos médicos libera seus pacientes para “diversão” assim que eles se sentem bem o suficiente para fazer exercícios moderados.

 

Como conversar com exercícios não é tão embaraçoso quanto conversar sobre sexo, alguns pacientes se intimidam na hora de perguntar ao seu médico se eles podem retomar sua vida sexual. Normalmente, eles precisam ser encorajados explicitamente pelo médico.

 

Se você está em dúvida, converse com seu médico – boa parte dos homens e mulheres analisados na pesquisa declararam que diminuíram a freqüência das relações sexuais por não receberem informações médicas

 

Via HypeScience



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