Sábado, 16.06.12

Marque na agenda: ‘hoje é dia de fazer sexo’. Pode parecer estranho, mas planear o tempo para estarem juntos aumenta o desejo. Quem o diz é a psicoterapeuta belga Esther Perel, em entrevista à ACTIVA, onde acaba com mitos que destroem o desejo e aponta soluções para que a paixão regresse aos lençóis.

 

A paixão tem prazo de validade, dizem os cientistas. Ano e meio a dois anos, na melhor das hipóteses, e a culpa é da nossa própria química cerebral. Então e o que resta depois disso? Companheirismo, intimidade, amizade, cumplicidade, amor maduro, dirá a maior parte. O facto é que não se encontram muitos casais que, ao fim de dez ou 20 anos de vida em comum, se beijem nos transportes como adolescentes ou mal consigam esperar para fazer amor, arrancando selvaticamente a roupa um ao outro, ainda no patamar das escadas. Será que o preço a pagar pela intimidade, por partilhar alegrias e tristezas, é uma vida sexual mais morna?

 

Esther Perel é psicoterapeuta especializada em casais. É belga, está radicada nos EUA, é docente na Universidade de Colúmbia e já foi convidada de programas como o ‘Oprah Winfrey Show’ ou ‘CBS News’. Ao longo de anos, trabalhou com centenas de homens e mulheres que se amavam profundamente, comunicavam de forma espantosa, se admiravam e respeitavam mutua-mente, que criaram belas famílias e que, no entanto, perderam o fio à meada do erotismo. A culpa, diz, é de mitos que criámos à volta da figura do casamento. Foi por isso que escreveu ‘Amor e Desejo na Relação Conjugal’, [Editorial Presença] onde explora o tema da perda de desejo sexual no matrimónio e aponta soluções para fugir às suas armadilhas.

 

O mito da intimidade


Temos de conhecer tudo sobre o nosso companheiro de cama? E se não soubermos tudo, isso significa que ele não nos ama verdadeiramente? “Acho que nunca chegamos a conhecer, na totalidade, a pessoa que partilha a cama connosco. É um mito da psicologia moderna achar que temos de saber de tudo, tudo contar e tudo partilhar com o parceiro, porque uma boa intimidade garante uma boa sexualidade. Faz-nos sentir mais seguros darmos o parceiro por garantido e achar que não seremos surpreendidos por ele amanhã. E depois queixamo-nos de tédio na relação…”, ironiza a terapeuta. “Mas nem sempre uma maior proximidade cria mais desejo. Se o amor floresce num ambiente de mutualidade e proximidade, o desejo necessita de espaço e diferença. Quando as pessoas se fundem – quando de dois fazem só um –, a ligação deixa de ser possível porque deixa de haver com quem a estabelecer. Se nos mantivermos abertas a esse mistério que há na outra pessoa, temos mais possibilidade de manter o desejo.”

 

Mas isso significa que temos de agir como se o marido fosse um estranho que tentamos seduzir? “Não! Mas a verdade é que tratamos os nossos companheiros como um velho sofá, que nos é confortável e que está sempre no mesmo lugar. Devemos manter-nos disponíveis para os momentos em que ele nos vai surpreender, em que não age de acordo com um ‘guião’.”

 

No seu livro, Esther Perel alerta ainda para um erro feminino, o constante apelo que fazemos aos nossos companheiros para que desabafem connosco, exponham os seus sentimentos. Mas se as mulheres são socializadas nesse sentido, os homens não. “Neste cenário, aquele que não fala é sempre pressionado a mudar, em vez de ser aquele que fala a tornar-se mais versátil.” Assim se desvaloriza a importância da comunicação não verbal na relação: os pequenos gestos de gentileza, os olhares cúmplices, os sorrisos, os silêncios partilhados sem constrangimento.

 

Cultive o seu jardim secreto


“Em vez de trabalharem constantemente na construção da proximidade, defendo que os casais só terão a ganhar com uma certa individualidade. Nem tudo precisa de ser revelado. O amor quer saber tudo a teu respeito; o desejo precisa de mistério”, diz Perel.

 

A psicoterapeuta chama a esta tarefa ‘cultivar o nosso jardim secreto’, um espaço privado para se redescobrir como pessoa e onde possa ter tempo para si e para o que gosta de fazer, sem ter, necessariamente, de o partilhar com o seu marido ou ele consigo. Esse trabalho requer tolerância, de ambas as partes. Relembre-se de quem era antes de o conhecer, quais eram os seus passatempos e sonhos, quem eram seus amigos, que não eram necessariamente os dele.

 

O mito da espontaneidade

 

Relações duradouras com sexo apaixonado são uma ideia relativamente nova, lembra Esther Perel, uma invenção dos casamentos por amor do século XX. “Antes, as pessoas tinham sexo porque queriam ter filhos ou porque tinham de cumprir uma obrigação matrimonial. Ainda ninguém sabe muito bem como cultivar o desejo dentro de casa – em alguns sentidos, isso ainda é tabu. As imagens de sexo a que somos expostos são irrealistas. Nos filmes, o sexo é sempre instantâneo, assim que se aproximam, os dois já estão excitados. A essência do erotismo é a imaginação, a sedução e a antecipação. Mas assim que se casam ou vão viver juntos, as pessoas acham que não precisam de fazer esforços porque o parceiro tem de os desejar sempre. Porquê? Só porque estão lá?!...”

 

Deixar que o desejo apareça só quando uma mística conjunção astral der tempo ao casal para estar junto é um engano e uma forma de negligência. Quando ansiamos pelo espontâneo, não temos de nos dar ao trabalho de preparar uma surpresa, um jantar especial a dois, dizer ‘amo-te’. “É uma maneira de evitarmos a ideia de que somos donos do nosso desejo”, observa Esther Perel. “Quando desejamos alguém, temos de aceitar o risco de dizer ‘quero-te’ e de sermos rejeitados e aceitar as consequências.”

 

Sexo com hora marcada


Por mais estranho que pareça, a terapeuta defende que, em muitos casos, a solução passa por planear o tempo para estar junto e o que fazer com ele: o jantar, a música, o sexo. Tirar aquela sexta-feira e deixar os miúdos na avó ou sair mais cedo do emprego. Pode ser apenas uma noite por semana, ou de 15 em 15 dias. Mas se a tivermos marcada na agenda, esperamos por ela, e desejamos que venha depressa, tal como umas esperadas férias. Mas a palavra ‘planear’ ainda é olhada com maus olhos, quando falamos de amor e erotismo, porque nos convencemos de que os gestos verdadeiramente românticos são os que caem do céu, como nos filmes. “Planear resulta com algumas pessoas, que adoram a ideia de que estão a criar um espaço sagrado. Para outras, é uma palavra associada a trabalho e, por isso, não gostam da ideia de a ligar ao sexo. Mas nunca conheci ninguém que tivesse problemas em planear uma viagem ou jantar de três pratos – e também não conheço ninguém que prefira fast food a um jantar destes. As pessoas dão valor ao ritual, à antecipação, à gentileza, ao esforço. Planear tem uma conotação de criatividade, confere valor acrescentado à relação, diz ‘és importante para mim e estou a criar uma altura e espaço especial para nós’.”

 

O mito ‘os filhos unem o casal’


Outra ideia errada, sustenta a psicoterapeuta. Poucas ‘coisas’ surtem um efeito de desgaste tão grande entre o casal como ter em casa um bebé, que requer cuidados e atenção constante, geralmente da mãe. “A maioria dos casais com filhos separa-se nos primeiros três anos de vida da criança. Se conseguirem manter-se juntos durante esse tempo, têm mais probabilidade de se aguentar nos próximos 15”, afirma Esther. “No passado, o facto das mulheres serem mães não era razão de frustração para o homem, que podia sempre recorrer ao bordel. Mas, agora, os homens ficam em casa e dizem ‘eu quero a minha mulher de volta’. Então, ela responde: ‘Já tenho dois filhos, não preciso de um terceiro.’”

 

Os filhos crescem e tornam-se, gradualmente, mais independentes. Mas, entretanto, os pais constituíram uma espécie de sociedade, a ‘Paternidade Lda.’, onde a comunicação entre marido e mulher se faz exclusivamente para resolver problemas, organizar tarefas, definir estratégias educativas, pagar contas, transmitir recados como ‘passa pelo supermercado’ ou ‘vai buscar o Joãozinho à escola’. “É como se o casamento fosse uma pequena empresa, que é preciso gerir com eficácia”, observa Perel.

 

Nos tempos livres, toda a energia criativa do casal é direccionada para os filhos. As crianças, diz Perel, nunca foram tão reis da casa e da família como hoje. “Vejo jovens mães e pais que, todas as semanas, procuram coisas novas para fazer com os filhos. As crianças têm direito a imaginação, brincadeira, novidade, mistério. Mas com o parceiro é sempre a mesma coisa. Quando chegamos a casa, o filho tem direito aos abraços prolongados e a toda a atenção. Mas os adultos sobrevivem a uma dieta de beijos rápidos entre si. A energia erótica está viva e de boa saúde… mas foi canalizada para a criança! Se queremos que o casamento sobreviva, temos de direccionar alguma dessa energia para a nossa relação. Caso contrário, estaremos a recrutar os nossos filhos para nos darem aquilo que deveriam ser os adultos a dar.”

 

Crie um espaço erótico


“Não falamos de um espaço para ter sexo, mas de um espaço de prazer, em que nós e os nossos parceiros possamos estar, sem ser como Pai e Mãe, Marido e Mulher, ou Cidadãos Cumpridores e Pagadores de Impostos. Apenas como indivíduos que gostam de estar um com o outro, e em que o sexo pode acontecer”, explica Esther Perel. “Há um conselho que dou a casais com filhos pequenos que revela ser bastante útil. Um deles vai ser cuidador da criança, a tempo inteiro, nos primeiros tempos de vida: o seu sentido de tempo e de identidade pessoal funde-se com o da criança. Mas o outro parceiro tem de ser o salvador, trazê-lo de volta à relação e dizer-lhe ‘agora é tempo de estarmos juntos’. Se o casal não conseguir fazer isto, acaba-se a família. E isso  não vai ser bom para a criança.”

 

Aqui entra a parte do planeamento: marque na sua agenda uma noite que seja só sua e dele, inviolável e inadiável. Feche a porta do quarto e torne claro aos seus filhos, com o tempo, que os pais têm direito a privacidade e que não querem ser interrompidos quando estiverem a namorar. Há apenas uma regra a observar para esta terapeuta: evitar qualquer assunto relacionado com os afazeres da Paternidade Lda. “O que interessa saírem uma vez por semana se vão falar nos filhos o tempo todo?!”

Retirado de Activa


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Quarta-feira, 23.05.12

Dicas para aumentar a sua libido / Shutterstock

Depois de um longo dia de trabalho, algumas mulheres se sentem desestimuladas para o sexo ao chegar em casa. Há noites em que tudo o que você quer é apenas deitar e dormir, mas quando isso vira hábito o relacionamento pode esfriar. 

Por isso, para driblar o cansaço e aumentar o desejo sexual, o site Health.com listou sete dicas importantes. Confira a seguir e aproveite sua noite a dois:

Dê abraços longos
Sabe aqueles abraços de até três segundos? Prolongue-os. De acordo com um estudo, um abraço com mais de 20 segundos aumenta os níveis de hormônios ligados à sensualidade.  “Abraçar proporciona sentimentos de profundo apego, o que muitas vezes leva ao desejo sexual”, explica a pesquisadora Helen Fisher.

Mantenha seu coração acelerado
Seja com corrida ou musculação, fazer exercícios aumenta sua confiança com a silhueta e, consequentemente, o desejo sexual. Se tiver preguiça, faça uma caminhada para intensificar o fluxo de sangue no corpo. "Mulheres que se exercitam têm maior autoestima sexual", afirma a pesquisadora Tina M. Penhollow.

Aguce seus sentidos
Concentre-se em tudo o que vê, sente e ouve. Mulheres sensitivas têm mais satisfação sexual, segundo um estudo do jornal Sexual Medicine. Para adquirir este hábito, escolha uma refeição do dia e observe a textura, o aroma e o sabor com atenção. Dessa forma, você será capaz de captar melhor as sensações.

Mude o tom da conversa
Tudo bem que vocês precisam dividir algumas angústias, mas conversar apenas sobre trabalho e problemas familiares afasta os desejos sexuais. Por isso, divida seus pensamentos picantes e relembre noites marcantes. De acordo com a especialista em relacionamento Yvonne K. Fulbright, ele ficará mais apaixonado ao ouvir frases como: “lembra quando fizemos isso na cozinha?".

Olhe uma foto dele
Segundo um estudo da Universidade de Rutgers, exames de ressonância magnética mostraram que quando uma pessoa olha para foto de outra por 30 segundos, há uma atividade do cérebro que aumenta o desejo sexual. Por isso, olhe uma foto dele no caminho do trabalho. Os sentimentos gerados nos 30 segundos irão se prolongar até você chegar em casa.

Redescubra seu lado sexy
Você já tentou acender velas e colocar uma música sexy, mas mesmo assim, depois de um longo dia de trabalho, é difícil entrar no clima. "As mulheres fazem malabarismos, tanto que podem colocar sua sexualidade em segundo plano e perder a conexão com o lado sensual", diz Marianne Brandon, autora do livro Recuperação do Desejo. A dica é não desistir e sempre tentar novas táticas para descobrir a mulher sexy que há em você.

Não aposte em lingeries sexy
Claro, se você se sentir atraente dessa forma, siga em frente. Mas algumas mulheres usam peças sensuais apenas para agradar o parceiro. O segredo é usar roupas que aumentem sua autoestima e libido. “Use o que faz você se sentir sensual, não o que seu parceiro pensa que é quente. A sensualidade faz parte de quem você é”, explica Marianne Brandon.

 

Retirado de Band



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Terça-feira, 15.05.12

sexo,estimulação e desejo

 

A mulher atarefada, que vive um corre-corre pra conseguir dar conta de todas as atividades que precisa realizar ao longo do dia, às vezes chega em casa tão cansada que não tem ânimo nenhum para uma bela noite de amor e sexo com o parceiro.

 

"Buscar as crianças no colégio, fazer o jantar, assistir à novela, deixar o maridão ver a partida de futebol e, só depois, como última atividade do dia, sentir-se disposta para transar não é fácil. Sexo dá prazer, mas dá trabalho no dia a dia", diz a sexóloga Cida Lopes.

 

É complicado quando o cansaço e o desânimo acabam passando por cima do desejo, mas a especialista aconselha que as mulheres façam um esforço diário para colocar o sexo em pauta novamente no casamento. Afinal, isso será bom para a relação como um todo. "Quantas vezes você pensa em sexo por dia? Normalmente, a mulher responde ‘nenhuma’. Então, já detectamos uma falha. Pense em sexo umas três vezes, por dia, até que seja natural lembrar-se do assunto", recomenda Lopes. "Alimente uma relação erotizada. Dê beijos longos e apimentados, não fique apenas nos estalinhos. Quanto mais estimular o desejo, mais desejo você irá sentir. Acaricie o parceiro, passe a mão em seu corpo. Mande uma mensagem sugestiva ou deixe um bilhetinho para ele. Tome banho juntinho demorado", completa.

 

A sexóloga explica que em relacionamentos que já duram há bastante tempo, mesmo quando a relação ainda não chegou ao casamento, é comum a perda de desejo. Então, a dica é não deixar que a relação caia na rotina.

 

Ao contrário do que muitas mulheres pensam, não é preciso esperar que o parceiro tome sempre a iniciativa. A autonomia sexual feminina foi conquistada e eles adoram quando a parceira demonstram desejo e tesão.

 

"O grande desafio é valorizar o que a relação estável tem de bom. Exige esforço e cuidado. É normal querer viver em estado de paixão, o que é uma imaturidade. Estimule o prazer, mesmo que você saiba que naquele momento não vai rolar mais nada além das preliminares", aconselha Lopes.

 

Retirado do SRZD



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Segunda-feira, 12.03.12

frigida

 

Casei aos 17 anos, com meu primeiro namorado, com quem estou até hoje. Perdi a virgindade com ele, pouco antes do casamento, mas só porque ele insistiu muito. Foi a primeira de várias vezes que fiz sexo por obrigação. Passei muitos anos sem sentir a menor vontade de transar. Eu era frígida mesmo.

 

Era muito nova e não sabia nada sobre sexo. Era um assunto proibido com meus pais e eu morria de vergonha de falar sobre isso com minhas amigas. Resultado: só fazia papai e mamãe com meu marido, pois achava que qualquer outra variação era coisa de prostituta. Sexo oral, nem pensar! Deixava meu marido fazer em mim porque ele insistia, mas eu morria de vergonha. Fingia orgasmos sempre.

 

Depois de um ano de casamento, veio o primeiro filho e, logo em seguida, o segundo. Aí a coisa piorou. Além de eu não querer transar em casa por causa das crianças e de não termos muito tempo de ir a motéis, comecei a ter várias encanações com meu corpo por causa das duas gestações. Nossa vida sexual foi essa tristeza durante oito anos. Não sei como meu marido me aguentou! Ele não reclamava muito, mas questionava se o problema era com ele. Mesmo preocupada, eu não tomava iniciativa para melhorar.

 

A grande virada aconteceu graças a NOVA. Sou formada em psicologia, mas nunca havia exercido a profissão. Desde a época da faculdade, trabalhava com eventos. Estava em uma feira quando me ofereceram uma assinatura da revista. Não sabia que as matérias falavam tão abertamente sobre sexo. Quando recebi a primeira, quase tive um treco. Escondi embaixo do colchão. Tinha até vergonha de abrir, mas continuei assinando... E lendo. A cada matéria, percebia que tinha alguma coisa muito errada comigo. Eu via todos aqueles depoimentos de mulheres realizadas sexualmente, transando em milhares de posições, e pensava: 'As pessoas fazem e sentem tudo isso mesmo, só eu que não?' Resolvi mudar.

 

Nunca vou esquecer a primeira recomendação de NOVA que segui. Foi o conselho de um psicólogo: 'Se você é muito travada, tome um vinho para se soltar'. Parece tão bobo hoje, mas aquela dica mudou minha vida. Tomei vinho, fiquei beeem soltinha e transei de quatro com o meu marido pela primeira vez! Logo tive meu primeiro orgasmo. Dali para a frente, comecei a ler tudo relacionado a sexo: de livros sobre o corpo feminino a romances eróticos.

 

Também frequentei diversos cursos de especialização em sexualidade e passei a conversar mais com meu ginecologista. Descobri que eu não tinha nenhum problema físico, só precisava me livrar das inseguranças. Consegui depois de outra grande mudança na minha vida: uma cirurgia cardíaca que fiz em 2007. Durante o período de internação, continuei lendo a respeito de sexualidade e comecei a escrever um blog sobre o meu dia a dia. Passei uma semana na UTI pensando que a vida é muito curta para não aproveitar as coisas boas que ela tem a oferecer.

 

Para minha surpresa, uma editora me procurou para incluir os textos que eu escrevia no blog em um livro sobre comportamento feminino, lançado no ano passado. Comecei a receber e-mails de amigas e desconhecidas querendo desabafar e tirar dúvidas sobre relacionamento e sexo. Depois passei a encontrar algumas delas pessoalmente, em shoppings e cafés.

 

Até que uma amiga me disse que eu deveria dar aulas sobre sexo. Minha primeira ideia foi ensinar striptease, pois eu já havia feito um curso e tinha um diferencial. A maioria das professoras não tem formação técnica e teórica nem diploma de psicóloga. Mais importante: a minha história, que agora compartilho todos os meses com cerca de 30 mulheres em palestras e workshops. Passamos tardes bem divertidas. Faço striptease na frente de cada uma delas, aconselho-as a tentar sexo anal no chuveiro e mostro, usando uma banana, como deve ser o sexo oral.

 

Eu vivi o mesmo problema de todas as mulheres que frequentam o meu curso e hoje sou praticamente uma ninfomaníaca! Se depender de mim, meu marido e eu transamos todos os dias. Sempre invento alguma coisa nova. Uma vez fomos levar nossos filhos ao Beto Carrero World e compramos um chicote para as crianças. Adivinhe quem usou... Fiquei no quarto esperando meu marido, de quatro com o chicotinho na mão. Ele adorou! Descambei de vez: já propus transar na praia, na piscina, no carro, usar produtos de sex shop, fazer sexo anal, oral, uma loucura! Ele vive dizendo que nem acredita na sorte que tem agora. Não existe mais monotonia no nosso casamento: sempre faço minhas apresentações de striptease para ele, transamos em todas as posições e frequentamos motéis pelo menos uma vez por semana (onde me solto ainda mais!). A palavra tabu não entra mais na nossa relação — nem na minha vida.

 

Não foi só meu casamento que melhorou, minha autoestima também está nas alturas. Sinto-me tão poderosa que agora ando na rua fazendo o seguinte exercício: sempre que estou passando por algum homem, penso em sexo oral. É incrível como eles notam nossa 'cara de sexo'. Nunca falha, todos me olham. Eu me divirto muito. Posso dizer com toda a certeza do mundo para qualquer mulher: se eu consegui mudar e hoje sou totalmente realizada na cama, você também consegue!"

 

Via Nova



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Segunda-feira, 05.03.12

 

sexo na gravidez

 

 

 

Por conter aspectos inconscientes, a alteração do desejo sexual nem sempre é compreendida pelo parceiro

 

A sexualidade ativa não precisa ser interrompida em nenhum momento da gravidez e do puerpério (período de 40 dias, no qual a mulher se reestabelece do parto), visto que não é apenas com a penetração que se atinge o orgasmo. Há várias maneiras de se obter prazer e cada parceiro pode usar de criatividade e jogos de sedução para que se mantenha viva esta chama tão importante na vida conjugal e tão benéfica nesta fase. 

Por conter aspectos inconscientes, a alteração do desejo sexual de um parceiro nem sempre é compreendida pelo outro e, muitas vezes, é captada como uma dificuldade de ordem pessoal, tornando a relação mais vulnerável e o vínculo conjugal ameaçado. Outras disfunções sexuais poderão vir à tona neste período. Poderíamos destacar: a dificuldade em atingir o orgasmo por parte da mulher, alterações no tempo da ejaculação e na qualidade da ereção para o homem. 

Assim, o significado de tais alterações é percebido pelo homem e pela mulher de maneiras diferentes. Para o homem, pode ser a confirmação de sua exclusão na relação mãe-bebê e pode causar-lhe profunda mágoa e grande irritação. Consequentemente, isso provocará um maior afastamento de sua parceira, num momento em que ela está mais necessitada de sua presença física e emocional. 

Para a mulher, pode ser a confirmação de que não é mais atraente, fazendo-a sentir-se menos sedutora, muitas vezes reclamando que o parceiro está desinteressado pela gravidez e pelo bebê. 

É, portanto, de suma importância, o diálogo entre os dois, sem mágoas e ressentimentos, assim que as dificuldades conjugais comecem a surgir, para que não se acentuem. 

Mais uma vez há de se falar da importância do acompanhamento de um profissional especializado, no sentido de ajudar a tornar conscientes os aspectos dos sentimentos mais íntimos do casal. Restabelecendo a segurança e fortalecendo o vínculo do relacionamento amoroso, para que possam acolher o bebê em um ambiente de harmonia.

 

Via Bond



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Quarta-feira, 22.02.12

O desejo sexual, o amor e o apego segundo os cientistas

 

A primeira coisa com a qual cientistas e poetas divergem é que amamos com o cérebro e não com o coração. Mas o que acontece em nossa cabeça quando desejamos, amamos e nos apegamos?

 

Segundo a cientista e pesquisadora da Universidade de Rutgers, Doutora Helen Fisher, o amor pode ser dividido em 3 sistemas principais do cérebro: sexo, romance e apego

 

A próxima vez que alguém te disser "te amo do fundo do meu coração", você pode desconfiar da veracidade da afirmação. Na verdade, amamos com nosso núcleo accumbens, nossohipotálamo, nossa área ventral tegmental e outras áreas vitais de nosso cérebro. Segundo a cientista e pesquisadora da Universidade de Rutgers, Doutora Helen Fisher, o amor pode ser dividido em 3 sistemas principais do cérebro: sexo, romance e apego.

 

Cada sistema cerebral do amor (sexo, romance e apego) envolve uma rede de trabalho distinta; composta de diversos hormônios, neurotransmissores e outros constituintes em diferentes estágios de relacionamento.

O desejo sexual

A luxúria provém predominantemente do hipotálamo, região do cérebro que também controla necessidades básicas como comer e beber. O hipotálamo está conectado com o Sistema Nervoso Autônomo, o qual controla nossa frequência cardíaca e o quão rápido respiramos. Receptores específicos no hipotálamo para hormônios como testosterona - também presente nas mulheres - potencializa conexões a todos os tipos de reações físicas. O resultado disso é uma forte e familiar inclinação para a reprodução.

O sistema romântico

Este sistema é o culpado por todas as loucuras de amor. Estudos imagéticos do cérebro comprovam que quem recém-amantes têm alta atividade na área ventral tegmental e no núcleo accumbens, os mesmos sistemas de recompensa que são estimulados quando se usa cocaína. Cientistas também chegaram à conclusão de que a substância serotonina é baixa neste tipo de amor; assim como em situações de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC's), depressão e ansiedade. O resultado é uma perseguição obsessiva da pessoa desejada, um otimismo implacável e até um tipo de vício.

O sistema de apego

É devido a este sistema que as pessoas continuam juntas quando acaba a dose de dopamina (ou seja, quando o romance acaba). As substâncias reponsáveis pelo apego são a oxitocina e vasopressina. Estranhamente, estes hormônios calmantes são secretados pelo hitpotálamo, região que alimenta nossa luxúria.

 

Alguns enxergam esses 3 sistemas acima como uma progressão dos relacionamentos. Primeiramente, a luxúria, depois o romance, e então o casamento. No entanto, é importante lembrar que nenhum deles, em nenhum momento, inexiste. Por exemplo, não é porque você está com alguém há 8 anos que você não queira mais ter relações sexuais com essa pessoa.

E quando terminamos um relacionamento?

Neste caso, os cientistas também divergem dos poetas. Imagens do cérebro de alguém que acabou de passar por um rompimento, mostram que as áreas mais afetadas são aquelas relacionadas à incerteza da recompensa (áreas ventral tegmental, ventral pallidum e putamen). Este sentimento está normalmente presente após um término. Áreas do cérebro responsáveis pela raiva e comportamentos obessivos-compulsivos (córtex órbitofrontal) também são estimuladas, embora esta atividade diminua com o tempo.

 

É importante lembrar quão complicado é o assunto amor afeição para nós. Nossa cultura, nossa educação e nossas vidas interferem nessas substâncias. A complexidade do amor mostra que as questões acerca da natureza do amor continuarão não somente fascinando poetas, filósofos e escritores; assim como cientistas por muitos e muitos anos.

 

Via Universia



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Quarta-feira, 09.11.11

Era para escrever uma peça sobre sapatos, mas depois de mais uma semana a acompanhar as temporadas do "Sexo e a Cidade" via cabo, e terminar o fim desta mesma semana, numa reunião de amigas, assolaram-me outros temas sobre os quais senti vontade de partilhar, uma vez que retratam a realidade social que homens e mulheres adquirem mediante as suas atitudes, mas que muitas vezes tentam esconder.  

 

De facto as relações são muito mais complicadas do que aquilo que aparentam, e muitas vezes, as ligações e os casais perfeitos parecem-no muito mais pelos olhos de quem os observa, do que aos olhos dos que a vivem. Já pensaram que a família perfeita que vive na casa ao lado pode ter muito mais "esqueletos" no armário do que cristais da Boémia?

 

A perfeição não existe, e os contos de fadas são isso mesmo. Não vale a pena julgar aquele/a que partilha a nossa cama, achando que somos menos felizes do que a vizinha com o carro topo de gama, a casa perfeita e de quem o marido se despede apaixonadamente todas as manhãs, quando leva os filhos à escola.

 

À semelhança de muitos casos reais, Charlotte, a mais "betinha" de todas as intervenientes da série "Sexo e a Cidade" vive um casamento de aparência, com Trey. Sim, o casamento foi efetivamente de sonho, com um tipo bem sucedido, rico, uma boa imagem, mas que não "dá uma para a caixa" e quando utilizo esta expressão, não dar uma para a caixa não significa não ter qualquer tipo de "saída" inteligente, mas sim ser impotente.

 

Não é pela doença que vem o mal ao mundo, mas sim por este mal ser mais comum entre os homens, e por eles terem muita dificuldade em reconhecê-lo.

 

Desde tenra idade que o homem é estimulado a ser um tigre e a mulher a gazela, mas o facto é que muitos não passam sequer de gatinhos recém-nascidos, que pelo seu orgulho e incapacidade emocional, condenam a relação à ruptura. Sim nos dias que correm nenhuma mulher é de ferro, e aceita calada esta situação por muito tempo, ao contrário do que se passava em tempos idos.

 

Voltando à série, neste mesmo episódio o casamento fica ensombrado por um leviano escape de Charlotte, que beija o fiel e musculado jardineiro, com o qual tinha tórridos sonhos eróticos, depois de dois meses de um casamento não consumado.

 

E aqui pergunto-me, de quem é a culpa? Da mulher insatisfeita pela sua falta de assistência, por parte do companheiro (friso uma vez mais que por falta de assunção de culpa face ao seu problema), ou do homem se recusa a fazer amor com a sua mulher, porque não aceita a sua disfunção erétil recusando-se a tratá-la?

 

Assolam-me sempre dúvidas, porque ao contrário dos homens, que juram a pés juntos nunca falar entre amigos da sua vida sexual com a mulher, as mulheres e debatem-na entre amigas.

 

E já agora, que nome se dá ao membro do sexo masculino, quando este desculpa as suas infidelidades por culpa das dores de cabeça femininas, mas que se cala quando surgem as mesmas por parte de si mesmo?

Eles também têm

 

Poderá a mulher escusar-se de culpa se, após meses e meses à míngua, decidir dar uma escapadela com um "amigo"? Será aqui a mulher tão facilmente absolvida da infração cometida, ou pelo contrário, ainda apelidada de rameira leviana, e ainda acusada por não despertar desejo sexual no homem?

 

Ficam aqui as minhas questões, porque mesmo com o nosso 6º sentido, também nós mulheres, independentemente da experiência e reuniões semanais entre amigas, nem sempre conseguimos encontrar resposta para os comportamentos masculinos.

 

Na minha opinião, e escusada de qualquer tipo de tendência, afirmo com certeza que seria bem mais efetivo o comportamento masculino se este absolvesse o orgulho sexual que cresce de forma geracional há séculos, e procurasse um especialista, e que, deparando-se com falta de desejo, soubesse assumi-lo de forma tão frontal como a mulher.

 

Se calhar as relações a dois teriam muito mais a ganhar, existiriam menos traições e possivelmente o número de divórcios/separações baixaria consideravelmente. Porque apesar da intimidade ser muito mais complexa que a sexualidade, estas complementam-se de parte a parte.

 



Via A vida de Saltos Altos



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Quarta-feira, 28.09.11
Lingerie vermelha
Lingerie vermelha

Se juntar o vermelho e o roxo num ambiente erótico, terá momentos inesquecíveis. Experimente!

 

 

Para aqueles que gostam muito de sexo, a teoria cromática, ou seja, a que está relacionada com as cores, pode ser uma ajuda para aumentar a líbido do casal. Após o ato sexual, as pupilas ficam dilatadas e os corpos, quentes e suados, saboreiam o momento. Os lábios ficam mais vermelhos, assim como a pele, provocados pelo desejo e excitação. Mas, aos poucos, a derme vai retomando a sua cor natural à espera de um novo momento de prazer.


Desde que existe vida no universo, as cores estão presentes e são sinónimo das mais variadas formas de comunicação. Mas sabia que os vários tons podem ser um elemento afrodisíaco?

Vermelho e roxo

Certas cores, como o vermelho e o roxo, são sinónimo de um grande apelo erótico. Estes dois tons têm uma forte influência sexual através de associações e reações cromáticas, o que pode ajudar na altura do ato sexual ou na preparação do mesmo.O vermelho é visto como uma cor afrodisíaca e feminina, já que tem a capacidade de fazer com que os homens se sintam sexualmente estimulados por ela. Por outro lado, o roxo é um afrodisíaco masculino, pois tem o poder de mexer com a líbido da mulher, independentemente de ela gostar deste tom ou não.

Criar um ambiente sensual

Não é só o ato sexual que conta para deixar os parceiros estimulados. Quase sempre o ambiente em que o casal está inserido influencia e excita. Para criar um clima especial, tanto o vermelho como o roxo devem ser usados na decoração do quarto. Roupa de cama com detalhes destes dois tons, uma jarra com flores, um quadro, um candeeiro e tudo o que a imaginação permitir, vai ajudar certamente no momento a dois. Há que ter em linha de conta que, por exemplo, um lençol todo vermelho não tem o mesmo efeito positivo só porque ocupa um espaço maior. O que faz com que a cor tenha o resultado desejado é o seu uso subliminar, a forma como passa quase impercetível ao subconsciente.

Noite perfeita

Algumas mulheres preferem a cor vermelha em pequenos detalhes do seu dia-a-dia e, às vezes, nem se dão conta do efeito que isso pode ter no sexo oposto. Uma peça de roupa, lingerie, batom e verniz neste tom forte são pormenores que não passam despercebidos aos olhos dos homens. No caso deles, para que consigam que elas fiquem excitadas basta usarem uma gravata, umas cuecas ou outro pormenor roxo. Se associar os tons a um ambiente com música clássica, misturado com alimentos picantes, então a noite será perfeita!

Para relaxar

Os tons claros, como o verde, o lilás ou o azul-bebé, podem ser usados pelo casal para momentos de relaxamento que são fundamentais depois do sexo. Mas, se pretende que a sua relação seja temperada com bom humor, então poderá juntar-lhe um pouco de laranja, já que é uma cor positiva. Deve evitar o amarelo, porque é um tom que causa stresse e nervosismo, e o branco, que pode originar preocupações e inquietações. 


Via Tv Mais



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Quinta-feira, 14.07.11

Acordar para o Desejo

 

Quantas vezes já não reprimiu um desejo seu? Quantas vezes não lhe apetecia ter feito algo e não o fez por falta de coragem? Acorde de uma vez para o desejo e liberte-se dessa tensão!

 

Todos nós temos desejos! O boca deseja um café, o corpo deseja uma massagem, a cabeça deseja um pouco de paz, a alma deseja um pouco de conforto. Mas, nem sempre os nossos desejos dependem de nós mesmas. Todavia, existem uma quantidade de desejos que podem perfeitamente ser atribuídos por nós próprias, exactamente porque nós desejamos e temos condições para os satisfazer!

 

Desejar alguém ou qualquer coisa não tem mal nenhum. É sinal que está viva e que está apta a receber novas emoções e experiências. O desejo sexual é uma das situações que mais vezes o ser humano reprime. Porquê? Por timidez, vergonha, receio de não se ser suficientemente belo, medo da entrega. Mas, é imprescindível compreender que o desejo sexual é algo perfeitamente natural no ser humano. Além dele, o próprio toque, abraço, carinho, afecto são sentimentos que todos desejamos a qualquer instante. Então, para quê reprimi-los?

 

Já lá vai a época das vergonhas e dos preconceitos. Hoje em dia fala-se de sexo naturalmente, sem rodeios, códigos, ou complexos. O sexo faz parte da vida do ser humano, e é uma necessidade como outra qualquer. Se já amou e desejou várias vezes, porque não foi adiante com os seus desejos? E, se foi adiante e não ficou satisfeita, qual o problema conversar com o seu parceiro relativamente a isso? Reprimir-se não vai ajudar em nada, e piora ainda mais o seu estado de espírito. O problema de muitas mulheres é precisamente esse: falta de comunicação, de dizerem o que querem, o que gostam e o que não gostam, aquilo que desejam, mas que não têm coragem para admitir.

 

Falar é imperial, e expor o seu ponto de vista também! Deixe-se tocar, sentir novas sensações, rejuvenescer para a vida. O toque por si só estimula o corpo, o organismo, e produz uma sensação de calor e bem estar muito ampla. Por acaso, ainda se recorda dela? O facto de estar tanto tempo sozinha, com medo dos outros, vai fazer com que quando alguém se aproximar de você, e que você deseje realmente, se retraia ainda mais. Até porque é tão bom quando amamos e somos amados, quando desejamos e somos desejados em sintonia!

 

A realidade é que muitas mulheres não se acham suficientemente atraentes ou interessantes, limitando-se a viver utopicamente as aventuras das amigas. Isso não chega! O corpo precisa do calor do outro corpo, contacto, toque, afecto e entrega. Não pode ficar a sua vida inteira com medos e receios, que não têm cabimento nenhum. Todos conseguem encontrar a sua ‘pseudo’ alma gémea, por isso você não é excepção. No fundo, nem é necessário encontrar a sua alma gémea, pois basta sentir-se seduzida e atraída por alguém para deixar-se levar por novas experiências. Faz bem à pele, ao ego, ao corpo, e à sua saúde mental. Inconvenientes: só o de se apaixonar, mas quando é recíproco não trás problema algum.

 

E, agora? Já vê as coisas sob outro prisma? Esperemos que sim! Não tarda o Verão está a chegar, os corpos começam a despir-se de calor e a vestirem-se de sedução. Levante o seu ego ao máximo e cuide bastante da sua auto estima. E, se encontrar uma paixão no Verão melhor ainda. Assim, já tem desculpa para andar risonha, mesmo quando o mau tempo não lhe permite ir para a praia. Aproveite o que o Criador nos ofereceu!

 

Via Mulher Portuguesa



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Quarta-feira, 22.06.11
Sexo, sete coisas que precisa de fazer

 

Diversificar os tipos de transa elevarão sua vida íntima a um novo nível de prazer. Está esperando o que para escolher qual delas experimentar já esta noite com o gato?


1. Preliminares caprichadas


"Além de prazerosas, elas reforçam a intimidade entre o casal", garante a sex trainer Rita Rostirolla. Segundo a educadora sexual Laura Muller, tais carícias são essenciais para a mulher sentir prazer na penetração e para o homem ter um orgasmo mais intenso.

Como curtir: é preciso diminuir o ritmo e prestar atenção a cada toque e sensação. Beije o moço de forma prolongada e suave. Assim ele entenderá que não precisa ter pressa. Aproveite o momento para descobrir o que o corpo dele pode oferecer e explore cada cantinho com carinhos, beijos, mordidas, lambidas...


2. Prêmio imediato


A rapidinha merece ter seu espaço garantido na vida a dois. "O gostoso nesse tipo de sexo é o fato de ele demonstrar um desejo incontrolável, que não pode esperar", defende a sexóloga Carla Cecarello. Só não vale fazer disso um hábito, praticado mesmo quando se tem uma noite toda disponível.

Como curtir: vá para o ataque - e para a penetração, sem demora! Se o tempo for muito curto, não há necessidade nem de se despirem totalmente. Saias e vestidos são mais práticos, mas a única regra é se divertir em velocidade máxima.


3. Sela paz


A adrenalina liberada durante uma briga pode ser muito excitante. Daí não ser incomum que discussões acaloradas acabem na cama. "É válido, desde que não seja uma fuga dos problemas", alerta a sexóloga Carla Cecarello. O ideal é que o sexo seja uma comemoração da paz recém-estabelecida.

Como curtir: se durante a briga sua raiva virou tesão, arrisque tascar um beijão no moço. Isso tem tudo para acabar deliciosamente bem, mas se ele ainda estiver bravo, pode não topar partir para o abraço. Se depois de solucionado o problema você quiser uma transa para lá de intensa, experimente torturá-lo, "rondando" as partes íntimas dele com carícias, mas sem tocá-las de verdade...

4. Pecado original


Por mais gostosa que seja a rotina, ela cansa. Por isso, criatividade é tão na vida sexual. Para manter a chama acesa é preciso entregar-se aos seus impulsos e desejos e fazer um sexo mais selvagem de vez em quando. "Aqui vale tudo, desde que não fira nenhum dos dois", lembra Laura Muller. Então, esqueça as regras e trate apenas de seguir as vontades de seu corpo.

Como curtir: mande um torpedo para o bonitão, revelando suas intenções para mais tarde. Ele, na certa, ficará aceso rapidinho! "Abusar de um vocabulário erótico dá um tom mais selvagem à relação", garante a consultora de artes sensuais Fernanda Pauliv. A sex trainer Rita Rostirolla dá outra sugestão: usar lugares diferentes da casa para uma transa inusitada. Tapete da sala, balcão da cozinha, banheiro...

5. Desejo de aconchego


Às vezes, nada melhor do que sexo para nos dar sensação de acolhimento quando estamos tristes ou tensos. "Homens precisam gozar para relaxar; e mulheres precisam relaxar para gozar", defende Rita. Por isso, transas reconfortantes funcionam melhor para eles. Porém, carinho, sobretudo se estamos fragilizadas, não faz mal a ninguém.

Como curtir: caso seu parceiro esteja com problemas, seja carinhosa. Ofereça uma massagem ou um cafuné. Dê beijinhos e vá acariciando o corpo dele sem forçar a barra. Agora, se é você quem está precisando de um ombro, peça a ele ajuda para relaxar com algum carinho que goste.


6. Show de estímulos


Você pode até achar difícil se masturbar na frente de seu parceiro, mas saiba que isso pode ser bom para os dois! "Os homens são extremamente visuais", ressalta Carla. Por isso, adoram fazer sexo com a luz acesa e ver cada movimento seu. Tocar-se na frente dele é uma ótima forma de ensiná-lo a lhe dar mais prazer.

Como curtir: deixe a luz total ou parcialmente acesa. Capriche na lingerie e abuse do contato visual. Então, toque seu próprio corpo sem pudores, permitindo que o bonitão aprecie cada detalhe.  Deixe que ele se delicie assistindo suas habilidades!

7. Poder é querer


Há dias em que a gente acorda mais mandona e, em outros, mais submissa. Na cama, a mesma regra se aplica. Para Laura, brincar de mandar ou de obedecer às ordens e aos desejos do parceiro pode ser muito prazeroso e divertido, pois mexe com nossas fantasias.

Como curtir: quer que ele domine na cama hoje? "Sugira uma fantasia, como ficar imóvel e não tocá-lo enquanto ele usa e abusa de você vendada", sugere Rita. Mas se nesta noite é você quem manda, deixe bem claro que ele só pode tocá-la quando você permitir.

 

Via Paraiba.com



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Sábado, 18.06.11

Falta de Líbido

Rotina, excesso de trabalho, baixa auto-estima e muitos outros probleminhas do dia a dia podem interferir na libido e, consequentemente, no desempenho sexual. As suas próprias cobranças tornam as coisas muito mais difíceis para você nessa hora.

 

DIFICULDADE PARA...


sentir prazer e chegar ao orgasmo: afeta 30% das mulheres

manter a ereção: atinge mais da metade dos homens após os 40 anos


O ORGASMO FAZ BEM!

 

Muitos médicos afirmam que ele diminui as tensões do dia a dia, melhora a qualidade do sono, aumenta a auto-confiança e por aí vai.

 

ALGUNS INIMIGOS DO PRAZER:


Estresse e cansaçoFalta de disposição é muito complicado para um ato sexual, já que vai ser exigido muita energia nessa hora. O ideal é que se costume ter sempre boas horas de sono.

Depressão


É uma doença da alma. Então como se sentir bem por fora, se por dentro está tudo ruim? Deve-se procurar ajuda.

 

Problemas/perdas


Demissão, preocupação com as contas, morte de alguém querido... tudo isso mexe muito com o emocional. Sendo algo reversível, acerte a mente, se concentre e acredite que para tudo há uma solução.

 

Baixa auto-estima


Não valorize demais os defeitos do seu corpo. Pense sempre em arrasar nas preliminares, ainda com roupa. E quando você tirá-las, o outro estará tão interessado em possuir você que nem enxergará uma só celulite.

 

Monotonia e falta de criatividade


Hora marcada para fazer sexo, mesma posição sempre... só falta bater o cartão de ponto. Faça sexo no carro, no chuveiro, na hora do almoço, no banheiro do Play, na escada de incêndio, dentro do mar... ufa! (Cansei só de pensar...kkkkkk)

 

O descompasso do sexo pode provocar várias crises no relacionamento, mas tem mais haver com a vida atual, do que propriamente o relacionamento em si, mas esse sim, acaba abalado e por vezes sofre um final prematuro.

 

Os homens sempre sofrendo com suas disfunções eréteis, e as mulheres sempre ocultando suas dificuldades em conseguir chegar ao orgasmo. Tudo isso acontecendo, sempre sem diálogo, leva aos desencontros no sexo, do tipo quando um está com vontade e o outro não quer. E é muito difícil lidar com esse tipo de situação, porque entra em jogo toda a relação, os sentimentos, a perda que a relação sofre, a intimidade que vai ficando de lado.

 

Com as atitudes da mulher, em busca de novas descobertas, os homens tiveram que se preocupar mais com o tempo entre penetração e ejaculação. Pois para o homem, o tempo de sua parceira não era fator importante na hora do sexo. Um engano crucial por parte deles, que tiveram que descobrir, o ajuste de tempo para que o prazer sentido agora seja o de ambos, e não apenas de um.

 

 

 

 

Então... dica para a mulherada: abuse da sua sensualidade; saiba que seu corpo por natureza já emite desejo; e que você tem todo o direito de ir nas alturas.

Dica para os homens: seja humilde para pedir ajuda, sincero se houver fraquezas; mas acima de tudo saiba que homem é sujeito macho e foi feito para possuir a sua fêmea. Então, não tenha medo de nada. Vai lá e faz o que deve ser feito.

Até lá.

 

Via Vila Mulher



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Quarta-feira, 15.06.11
Sexo na internet ele e elas têm desejos diferentes

 

 


Um estudo realizado na Inglaterra resultou em um livro, "A Billion Wicked Thoughts". O conteúdo é o resultado de uma pesquisa sobre os interesses de homens e mulheres na internet. Foram apuradas as pesquisas mais populares de conteúdo de sexo na internet, mais de um bilhão de acessos foram estudados.

 

O resultado foi bastante surpreendente.

 

Foi revelado que homens têm um gosto diferente do que imaginamos. Um número significativo deles acessou vídeos adultos de mulheres acima do peso e mais velhas. Indicando um gosto mais exótico. A maioria dos conteúdos é dedicada a eles: há exibições de mulheres de 40, 50 e até 60 anos, porém as jovens ainda são preferência. Além disso, há imagens de transexuais e sexo homossexual.

 

A internet auxiliou na desmistificação dapornografia. O que antes era visto como perversão agora é mais bem visto pela sociedade. "Pela primeira vez os cientistas podem ver o que as pessoas ao redor do mundo fazem quando ninguém está olhando", afirmou Ogi Ogas, autor do livro, ao jornal "Daily Mail".

 

Uma das grandes diferenças entre homens e mulheres diz respeito ao conteúdo acessado. Enquanto o público masculino prefere vídeos e fotografias pornográficas, as mulheres gostam de histórias eróticas. Além disso, 75% dos homens se mostram dispostos a pagar para ter acesso a esses materiais. A mesma porcentagem de mulheres paga, ou pagariam, por acesso às suas preferências.

 

O autor afirma ter encontrado a resposta para a sua principal pergunta: "Qual é a diferença entre os desejos masculinos e femininos?" Segundo Ogi Ogas os desejos masculinos são definidos ainda na infância e não muda com o decorrer dos anos. Os desejos aos 75 anos são os mesmos de quando tinha 25 anos.

 

Os anseios sexuais femininos são muito volúveis. E podem variar no decorrer das décadas, meses e até mesmo dias, afirma o autor. "O interesse dela aos 25 anos pode ser completamente diferente aos 45 anos", disse o autor.

 

Via Vila Dois



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Quarta-feira, 23.03.11

Se ele não tem vontade de fazer sexo... o que nunca lhe deve dizer!

Nem sempre o desejo sexual surge ao mesmo tempo no homem e na mulher. Mas quando isso acontece com o seu companheiro, tenha cuidado com o que lhe diz

Há alturas em que ele não se mostra disponível para fazer amor (pronto, não está nos seus dias...!) E então o que faz? Entra em piloto automático e vai buscar ao bau das suas memórias arquétipas e inseguranças mais profundas uma daquelas frases que tem o condão de esfriar ainda mais o ânimo. John Gray, no livro 'Marte e Vénus na Cama', dá o exemplo e enumera o que é mais comum a mulher dizer nestas alturas (e que devia simplesmente calar):

- 'Já não gostas de fazer amor comigo?'

- 'Antes estavas sempre com vontade...'

- 'Já não me amas?'

- 'Foi alguma coisa que eu fiz?

-'Há alguma coisa que me queiras dizer?'

- 'Já não te excito?'

- 'Não me achas atraente?'

-'Acho melhor falar sobre o assunto...'

- 'Devíamos procurar ajuda!'

- 'Estou mais gorda, não estou?'

- 'Se fosse a vizinha do lado, ficavas logo com vontade...'

Ora bem, há alturas e alturas para abordar certos assuntos e maneiras mais ou menos apropriadas. Quando ele se mostra pouco receptivo aos seus avanços, pressioná-lo desta forma não é solução. Opte antes por não dramatizar a situação e apenas se for continuada no tempo deve falar com ele - de forma razoável e calma e nunca num cenário erótico.

 

Via Activa



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