Quarta-feira, 09.05.12

Mulher ninfomaníaca obriga homem a fazer sexo por 36 Horas

Uma mulher foi presa em Munique, Alemanha, por obrigar um homem a fazer sexo com ela durante 36 horas.


O homem, de 31 anos, foi encontrado pela polícia chorando do lado de fora do apartamento da mulher e, exausto após 36 horas de sexo, teria dito: “Oh, Deus, foi um inferno. Eu não posso andar. Por favor, me ajude”.

 

A ninfomaníaca conheceu o sujeito no ônibus, quando voltava de uma clínica para viciados em sexo.

 

O rapaz foi convidado a conhecer o apartamento da mulher, ficou preso, foi feito de escravo sexual e só conseguiu escapar após uma maratona de sexo.

 

Essa não foi a primeira vítima da moça, no mês passado divulgamos aqui um outro episódio envolvendo a criminosa sexual, que chegou até a convidar os rapazes da polícia para uma surubinha.

 

A moça foi levada a um hospital para observação psiquiátrica.

 

Retirado de Paraiba



publicado por olhar para o mundo às 21:59 | link do post | comentar

Segunda-feira, 21.11.11
Cerimónia pelas vítimas da sida na Roménia: na Europa de Leste o número de novas infecções ainda está a crescer
Cerimónia pelas vítimas da sida na Roménia: na Europa de Leste o número de novas infecções ainda está a crescer (Bogdan Cristel/Reuters/Arquivo)
O relatório da ONUsida sobre 2010 traz boas notícias: há menos pessoas a morrer de sida, devido a maior acesso a tratamentos, e por isso o número de seropositivos no mundo atingiu um número recorde. A taxa de novas infecções baixou também.

Há hoje cerca de 34 milhões de seropositivos no mundo. Em 2010 morreram da doença 1,8 milhões de pessoas (no início dos anos 2000 registou-se um pico de mortes, com 2,2 milhões por ano). A taxa de novas infecções – 2,7 milhões de novos seropositivos em todo o mundo – continua a diminuir: 15% menos do que há dez anos, e 21% menos do que no pico de crescimento da epidemia, em 1997.

O director da ONUsida, Michel Sidibé, considerou que este pode ser “o ano da viragem” na luta contra a sida, sublinhando que foram evitadas cerca de 2,5 milhões de mortes em países pobres e de rendimento médio desde 1995, graças ao melhor acesso a tratamentos (que controlam a sida mas ainda não curam a doença). “Nunca tivemos um ano em que tenha havido tanta ciência, tanta liderança e tantos resultados num ano”, declarou Sidibé.

Das pessoas que seriam elegíveis para receber o tratamento em países pobres e de rendimento médio – 14,2 milhões de pessoas – cerca de 6,6 milhões, ou seja 47%, estão a recebê-lo (no ano anterior, apenas 36% dos 15 milhões de pessoas a necessitar de tratamento o receberam). “Em apenas um ano temos mais 1,4 milhões de pessoas em tratamento”, comentou Adrian Lovett, do grupo antipobreza ONE. O que salvou a vida a 700 mil pessoas durante o ano de 2010, estima a agência da ONU.

“Mesmo neste período difícil – depois de três anos de crise financeira – continuamos a ter resultados: cada vez mais países viram o número de novas infecções diminuir”, disse Sidibé. “Há alguns anos, parecia fantasista anunciar o fim da epidemia de sida a curto prazo, mas a ciência, o apoio político e a resposta comunitária começam a dar resultados tangíveis.”

África continua a ser o continente mais afectado: lá vivem 68% das pessoas com sida no mundo – para comparação, a população na região é de 12% da população mundial, a taxa de seropositivos é de 5% nos adultos enquanto a taxa no resto do mundo é inferior a 1%. Cerca de 70% das novas infecções pelo vírus da sida ocorreram na África subsariana, assim como quase metade das mortes por sida. Mas a tendência é para o decréscimo.

A segunda região mais afectada são as Caraíbas (200 mil seropositivos, ou seja, 0,9% da população adulta) e a terceira a Europa de Leste (1,5 milhões de seropositivos, também 0,9% dos adultos). A Europa de Leste e Ásia Central é uma das poucas regiões que tem escapado à tendência geral de decréscimo, com um aumento de 250% na taxa de novas infecções desde 2001, centrando-se na Rússia e Ucrânia (responsáveis por 90 por cento da epidemia regional). 

O relatório sublinha ainda que a epidemia se mantém “obstinadamente estável” na América do Norte e no resto da Europa, onde 2,2 milhões de pessoas vivem com o vírus da sida (metade nos Estados Unidos).

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 19:52 | link do post | comentar

Segunda-feira, 17.10.11

 

sexo, os perigos de Vénus

 

A actividade sexual pode ser tão divertida e satisfatória quanto pode acarretar os seus riscos. As infecções sexualmente transmissíveis são um deles.

 

Todos nós já ouvimos histórias sobre homens que tiveram ataques cardíacos enquanto estavam a ter relações sexuais. É o tipo de histórias que são contadas entre risos de incredulidade e marotice. Se são reais ou apenas mitos urbanos, é difícil determinar. Certo é, porém, que há poucos anos um artigo publicado numa revista da especialidade identificava três factores de risco para que tal situação pudesse ocorrer: o facto de o homem ter problemas cardíacos, o estar com uma mulher que não a sua legítima esposa e uma copiosa refeição, devidamente regada de álcool, prévia ao acto. Conhecendo estes resultados, certamente que possíveis prevaricadores pensarão duas vezes antes da transgressão. 

Tendemos a pensar no sexo como algo de positivo e divertido, muitas vezes esquecendo-nos que os prazeres de Vénus também têm os seus perigos: uma gravidez quando menos se espera, ser-se usado pelo parceiro, não ter prazer no acto, ser-se apanhado em flagrante pelos pais (quando se é adolescente), pelos filhos (quando se é pai ou mãe) ou por um polícia (quando num local público), só para citar alguns. Alguns riscos vale a pena correr por não acarretarem perigos de maior, mas outros podem e devem ser evitados. Tal é o caso de todas as infecções possíveis de contrair através da actividade sexual e que não se limitam ao infelizmente famoso HIV. 

Tal é o caso da sífilis, do cancro mole, do HPV, da herpes, da gonorreia, do cancróide, entre outras. 

Com o aparecimento do HIV e de todas as campanhas mediáticas que se lhe seguiram muitas destas doenças foram aparentemente esquecidas, ainda que talvez nunca tenham mesmo sido alvo de grandes atenções. Porém, as estatísticas indicam que elas têm aumentado, querendo isso dizer que muitas pessoas vão sendo infectadas, por vezes não sabendo muito bem como nem por quem. Esquecem-se de que estas infecções não se podem ver na cara de quem é portador e que em relação a muitas delas nem o preservativo pode evitar o contágio. Porquê? Porque a entrada dos agentes que provocam estas infecções pode ocorrer em zonas do aparelho genital não cobertas pelo preservativo. Assim, elas podem ocorrer nos grandes ou pequenos lábios, na zona púbica, no escroto, na área entre a vagina ou o escroto e o ânus (períneo) ou no ânus. 

Para algumas delas basta que haja contacto de pele com pele para que possa ocorrer uma infecção. 

Muitas vezes as infecções passam despercebidas ou manifestam-se através de pequenas feridas ou borbulhas, que são desvalorizadas por quem as tem e que eventualmente acabam por desaparecer, ainda que a infecção se mantenha e vá evoluindo para fases mais avançadas e potencialmente graves, podendo provocar infertilidade, problemas cardíacos, etc. Muitas delas têm cura se forem atacadas precocemente, pelo que deixar andar é a pior opção de todas. 

Sem dúvida que os prazeres de Vénus são uma parte importante da nossa vida e do nosso relacionamento com parceiros, amores, paixões e outros que tais. Porém, esses prazeres podem acarretar perigos que poderão ser evitados ou pelo menos remediados. Então, porque não fazê-lo?


Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 21:52 | link do post | comentar

Quarta-feira, 01.06.11
A utilização intensiva do aparelho pode originar cancro
A utilização intensiva do aparelho pode originar cancro (João Cortesão (arquivo))

A radiação vinda dos telemóveis foi hoje classificada como um “possível cancerígeno para humanos”, segundo uma nota divulgada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

Esta conclusão baseia-se numa avaliação conduzida pela Agência Internacional para a Investivação sobre o Cancro (IARC, nas sigla em inglês), uma organização da OMS que se dedica a classificar diferentes substâncias, de químicos a alimentos, conforme o seu risco de provocar cancro.

Nos últimos oito dias, um grupo de trabalho de 31 cientistas de 14 países esteve a analisar os artigos científicos existentes e outras informações relevantes sobre campos electromagnéticos de várias fontes. O grupo de trabalho concentrou-se em três tipos de problemas: exposição ocupacional a radares e micro-ondas, exposição ambiental associada a antenas de telecomunicação, e exposição pessoal a telemóveis. 

Para os radares, micro-ondas e antenas, os investigadores não encontraram provas de associação ao cancro. Mas para os telemóveis, há evidências “limitadas” de uma relação entre a radiação emitida e dois tipos de cancro: o glioma, que se desenvolve a partir de células do sistema nervoso chamadas células da glia, que é maligno, e outro cancro que se desenvolve a partir dos nervos acústicos – o neuroma acústico – que é operável. 

A classificação dada pela IARC é a de que o “agente [a radiação vinda dos telemóveis] é possivelmente cancerígeno para os humanos”. 

“A conclusão é que pode haver algum risco, e por isso é necessário manter uma vigilância apertada para encontrar uma ligação entre os telemóveis e o risco de cancro”, disse em comunicado Jonathan Samet, da Universidade da Califórnia do Sul, nos Estados Unidos, que liderou o grupo de trabalho.

A classificação de “possível cancerígeno” é a terceira mais afirmativa da escala da IARC. A agência da ONU diz que uma substância é “cancerígena” quando há provas científicas suficientes de uma relação directa entre a exposição ao agente e um ou mais tipos de cancro em humanos. “Provavelmente cancerígeno” é uma classificação aplicada a situações em que há limitadas provas de associação com cancros em humanos, mas suficientes evidências em estudos com animais. “Possivelmente cancerígeno” vem a seguir, significando uma primeira indicação de que o agente em causa pode provocar cancro.

A IARC não apresentou uma quantificação dos níveis de exposição que podem provocar cancro. Mas citou um único estudo, feito em 2004, que sugere um aumento de 40 por cento no risco de desenvolver gliomas para pessoas que utilizem o telemóvel pelo menos 30 minutos por dia, ao longo de um período de dez anos. 

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 08:53 | link do post | comentar

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