Segunda-feira, 16.04.12

Os portugueses que se dizem católicos são menos, mas o Catolicismo continua a ser dominanteOs portugueses que se dizem católicos são menos, mas o Catolicismo continua a ser dominante (Foto: Enric Vives-Rubio)

Desde 1999 até 2011, diminuiu o número de católicos em Portugal (que são agora 79,5%) e aumentou o número de protestantes (incluindo evangélicos) e Testemunhas de Jeová.

 

Segundo o estudo do Centro de Estudos de Religiões e Culturas (CERC) da Universidade Católica Portuguesa, que quarta-feira será apresentado na assembleia plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, os católicos desceram de 86,9% para 79,5%. 

“Pode observar-se um decréscimo relativo da população que se declara católica e um incremento da percentagem relativa às outras posições de pertença religiosa, com um particular destaque para o universo protestante (incluindo os evangélicos)”, diz o relatório assinado por Alfredo Teixeira, do CERC. 

Os mesmos resultados mostram que 31,7% dos portugueses vão à missa pelo menos uma vez por semana. Se se somarem os 14% que dizem que vão à missa pelo menos uma ou duas vezes por mês, o total de portugueses que vão à missa com regularidade é de 45,7%. 

O inquérito, que foi realizado em Novembro passado, a partir de quatro mil entrevistas em todo o continente, compara os dados obtidos com um inquérito semelhante realizado em 1999. Em ambos os casos, pretendia-se saber como é que os portugueses se situam perante o fenómeno religioso, através de perguntas sobre a regularidade da prática religiosa ou de atitudes como a frequência com que se reza: 33% dos inquiridos dizem que todos os dias costumam “rezar ou dirigir-se a Deus ou qualquer outra entidade sobrenatural”, enquanto 26,7% o faz algumas vezes na semana. 

Crescem outras religiões 

Se os católicos diminuíram, já a percentagem de pessoas com uma religião diferente da católica passou de 2,7% em 1999 para 5,7%. Mas também o número de pessoas sem qualquer religião aumentou, de 8,2% para 14,2%. Por categorias, o aumento verificado foi de 1,7 para 3,2 nos indiferentes, de 1,7 para 2,2 nos agnósticos e 2,7% para 4,1% nos ateus.

Entre a população que se identifica com uma posição religiosa, os católicos baixaram de 97% para 93,3%. Nesta mesma grelha de análise, as categorias que mais cresceram foram os protestantes e evangélicos, bem como os que se definem como “crentes sem religião”. 

Os protestantes e evangélicos aumentaram de 0,3% para 2,8%, enquanto as Testemunhas de Jeová subiram de 1% para 1,5% no peso relativo. Os “outros cristãos” (que deverão ser predominantemente ortodoxos) aumentaram de 1,5% para 1,6%, enquanto os crentes de religiões não cristãs (muçulmanos, judeus, hindus, budistas, por exemplo) passaram de 0,2% para 0,8%. 

Na assembleia plenária que esta tarde abre em Fátima, com um discurso do presidente da CEP, o patriarca de Lisboa e os bispos deverão debater ainda uma nota pastoral sobre a Europa. Esta mensagem, disse o porta-voz da CEP, padre Manuel Morujão, à Lusa, incidirá na ideia de que “a Europa não pode resumir-se a um projecto de euros”. Antes, diz este responsável, deve “assumir-se como uma comunidade de países solidária e aberta ao mundo, para que a utopia da União Europeia se concretize nos seus valores essenciais”.

 

Retirado do Público



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Sábado, 03.03.12

Jesus pode ter sido hermafrodita, afirma teóloga
 Hermafrodito, estátua romana (c. 200d.C.),

Uma teóloga feminista gerou uma grande e polêmica discussão no meio acadêmico este mês ao publicar um artigo afirmando que Jesus pode ter sido um hermafrodita (nascido com os dois sexos).

 

Mesmo que a doutora Susannah Cornwall afirme ser “simplesmente um palpite” que Jesus era do sexo masculino, seus comentários geraram indignação em alguns setores.

 

A Dra. Cornwall, ligada ao Instituto Teológico Lincoln, da Universidade de Manchester, descreve-se em seu blog como uma especialista em: “Pesquisa e escrita sobre teologia feminista, sexualidade, gênero, realização, ética e outras coisas divertidas como essas”.

 

No artigo assinado por ela, “Intersexo e Ontologia, uma resposta à Igreja, às bispas e à Provisão”, ela defende que não é possível saber ”com certeza” que Jesus não possuía uma condição intersexual, tendo nascido com órgãos masculinos e femininos.

 

Seu argumento principal é: “Não é possível afirmar com certeza de que Jesus era um homem como nós, hoje, definimos a masculinidade. Não há como saber ao certo que Jesus não tinha uma condição intersexual que lhe daria um corpo externamente masculino, mas que podia ter algumas características físicas femininas escondidas”.

 

A motivação para sua publicação foi a de necessidade contribuir para o debate atual, no Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra, Anglicana, sobre a ordenação de bispas, que tem dividido uma igreja que já aceita a ordenação de bispos gays.

 

Cornwall argumenta que o fato de Jesus não ter gerado filhos faz com seu gênero seja “ainda mais incerto”. Ela continua: “Não podemos saber com certeza que Jesus era do sexo masculino, uma vez que não temos um corpo para examinar e analisar. Logo, o Jesus visto [nos Evangelhos] como gênero masculino precisa suportar o peso de toda esta autoridade”. Para reforçar seu argumento, ela cita o trabalho do pastor anglicano e ginecologista John Hare, que defende a homossexualidade como uma questão genética.

 

Para os fiéis da sua paróquia, a teoria da Cornwall é vista como algo “totalmente ridículo”. Um deles afirmou, indignado: “Ela não pode dizer que Jesus não era um homem só porque ninguém jamais viu o seu pênis”.


Via GospelPrime



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Segunda-feira, 27.02.12

 

Uma em cada dez pessoas já fez sexo no trabalho, diz pesquisa

 

 

Quando estiver no seu escritório, dê uma olhadinha em volta e imagine: uma em cada dez pessoas já fez sexo no local de trabalho. Pelo menos é o que diz a pesquisa divulgada pelo site de empregos norte-americano Glassdoor.

 

Mais de mil pessoas responderam um questionário sobre amor e sexo no trabalho e contaram sobre suas experiências.

 

Mais de mil usuários do site responderam um questionário sobre amor e relacionamentos no ambiente de trabalho, e contaram sobre suas experiências. O resultado: 12%, ou seja, uma em cada dez pessoas, já fizeram sexo no escritório. E 88% das pessoas nunca fizeram, mas 22% já pensaram em colocar esta ideia em prática.

 

Vale lembrar que romances entre colegas de trabalho não são raros. Das mais de mil pessoas que responderam a pesquisa, 37% já se envolveram com algum colega. E a maior parte dos participantes, 51%, acha que não há problema nesse tipo de envolvimento.

 

Mas para um relacionamento entre colegas de trabalho dar certo, é bom prestar atenção em certas regras de comportamento. E antes de se animar demais dentro do escritório e fazer sexo em cima da mesa, lembre-se do bom e velho ditado: “onde se ganha o pão, não se come a carne”. Ainda mais em tempos em que tudo é vigiado por câmeras de segurança.

 

Via Folha



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Terça-feira, 14.02.12
sexo, portugueses acima da média

 

Mais de metade dos portugueses dizem fazer sexo pelo menos duas vezes por semana, um pouco acima da média mundial, apesar de 40% desconfiar que o parceiro usa desculpas para não ter relações, revela um estudo internacional.


54% dos 1001 portugueses que responderam Inquérito Global sobre Disfunção Eréctil dizem ter sexo pelo menos duas vezes por semana, 15% acima da média mundial que se situa nos 39%.

 

O sábado é o dia eleito pelos inquiridos para fazer amor, apesar de mais de metade (55%) admitir que as probabilidades de ter relações sexuais são as mesmas aos dias de semana e ao fim-de-semana.

 

Mesmo assim, três em cada quatro (74%) preferem o sábado, revela o inquérito realizado a pessoas com mais de 33 anos, que apontam a segunda-feira como o dia menos apetecível.

 

Comparando os habituais dias de trabalho com os de descanso, cinco por cento dos inquiridos tem mais probabilidade de ter relações sexuais aos dias de semana contra 41% que aponta para os fins-de-semana.

 

A maioria diz não ter preferência pela hora (52%) nem pela estação do ano (61%), mas é a partir das dez da noite que as hipóteses aumentam (segundo 29% dos inquiridos) e é no verão que sabe melhor (30%).

 

Apenas 13% confessa gostar mais de ter relações sexuais na primavera, 6% prefere o inverno e 3% opta pelo outono, revela o estudo, divulgado hoje, no Dia Europeu da Saúde Sexual.

Relações espontâneas

O estudo indica ainda que 94% dos portugueses tem relações espontâneas, ao contrário de outros 2% que planeiam com 15 minutos de antecedência. Os restantes 5% organizam-se com 30 minutos, uma, duas, quatro ou doze horas de antecedência. Havendo ainda um por cento que programam com um ou dois dias de antecedência.

 

Quatro em cada dez desconfia que o parceiro usa desculpas para não ter sexo: os homens suspeitam duas vezes mais (52%) do que as mulheres (25%).

 

Em mais de metade dos casos (52%) as pessoas que responderam ao inquérito acreditam que não existem quaisquer problemas subjacentes para não ter vontade. Em 24% dos casos são apontados problemas mentais e emocionais (24%), seguidos de problemas físicos e médicos.

Ter um caso é apontado por 5% dos inquiridos. Comparando homens e mulheres, eles acreditam mais que a parceira esteja com problemas emocionais (26%) e elas suspeitam mais que eles têm um caso amoroso (21%).

Desculpas mais usuais 

Na realidade, um em cada três inquiridos admitiu usar desculpas para evitar relações sexuais, sendo a razão mais frequente o cansaço e a fadiga. Entre as mulheres, 44% admite usar desculpas enquanto entre os homens apenas 25% apresenta justificações.

 

Entre as desculpas mais usuais surge o cansaço e fadiga (83%), seguida das dores de cabeça (24%), musculares (15%) ou de articulações (13%).

 

Entre os inquiridos, 85% sente que a disfunção erétil provoca tensão no relacionamento e 23% dos inquiridos (sobretudo mulheres) já discutiram a saúde sexual com o médico.

 

No estudo questionou 1001 portugueses: 60% eram homens e 40% eram mulheres e 75% dos inquiridos tinham entre 34 e 45 anos e 23% tinham entre 46 e 60 anos. Apenas três por cento tinham mais de 60 anos.


Via Expresso



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PESSOAS DE ESQUERDA SÃO MAIS INTELIGENTES QUE AS DE DIREITA, APONTA ESTUDO

 

Um polêmico estudo canadense que inclui dados coletados por mais de 50 anos, diz que as pessoas com opiniões políticas de direita, tendem a ser menos inteligentes do que as de esquerda. Ao mesmo tempo, adverte que as crianças de menor inteligência tendem a desenvolver pensamentos racistas e homofóbicas na idade adulta.

 

A pesquisa foi realizada por acadêmicos da Universidade Brock, em Ontário, e coletou a informação em mais de 15 mil pessoas, comparando o seu nível de inteligência encontrado na infância com os seus pensamentos políticos como adultos.

 

Os dados analisados ​​são dois estudos no Reino Unido em 1958 e 1970. Eles mediram a inteligência das crianças com idade entre 10 e 11 anos. Em seguida, são monitorados para descobrir suas posições políticas após 33 anos de idade.

 

“As habilidades cognitivas são fundamentais na formação de impressões de outras pessoas e ter a mente aberta. Indivíduos com menores capacidades cognitivas gravitar em torno de ideologias conservadoras que mantêm as coisas como elas são, porque isso as fornece um senso de ordem”, dizem no estudo publicado no Journal of Psychological Science.

 

Segundo as conclusões da equipe, as pessoas com menor nível de inteligência gravitam em torno de pensamentos de direita, porque esse os faz sentir mais seguros no poder, o que pode se relacionaa com o seu nível educacional, inclui o jornal britânico.

Mas esta não é a única conclusão a que chegou o estudo.


Analisados dados de um estudo de 1986 nos Estados Unidos sobre o preconceito contra os homossexuais, descobriu-se que pessoas com baixa inteligência detectado na infância tendem a desenvolver pensamentos ligados ao racismo e homofobia.

 

“As ideologias conservadoras representam um elo crítico através do qual a inteligência na infância pode prever o racismo na fase adulta. Em termos psicológicos, a relação entre inteligência e preconceitos podem ser derivadas de qual a probabilidade de indivíduos com baixas habilidades cognitivas apoiarem com ideologias de direita, conservadoras, porque eles oferecem uma sensação de estabilidade e ordem “, acrescentou.

“No entanto, é claro que nem todas as pessoas pessoas prejudicadas são conservadoras”, disse a equipe de pesquisa.

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Quem quiser conferir a entrevista na revista Psychology Today pode acessar o link (em inglês).

 

Comentário da pesquisadora: “Aliás, esta constatação corrobora uma das queixas persistentes entre os conservadores. Os conservadores muitas vezes se queixam de que os liberais controlam a mídia, o show business, as universidades ou algumas outras instituições sociais.  A hipótese explica por que os conservadores estão corretos em suas queixas. Liberais podem controlar a mídia, o show business, as academia, entre outras instituições, porque, além de algumas áreas da vida (como empresas) sempre que as circunstâncias de compensação possam existir, os liberais controlaram todas as instituições.   Eles controlam as instituições porque os liberais são em média mais inteligentes do que os conservadores e, portanto, eles são mais propensos a atingir o mais alto status em qualquer área de (evolutivamente romance) vida moderna.

 

Retirado de Rodopiou



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Terça-feira, 31.01.12
 As mulheres são melhores a guardar a informação transmitida nas aulas de condução

As mulheres são melhores a guardar a informação transmitida nas aulas de condução (Paulo Pimenta)

 

Um estudo britânico revela que o sexo feminino é o mais forte no que toca ao estacionamento automóvel. Uma análise das imagens de videovigilância de 700 estacionamentos no Reino Unido e entrevistas com 2000 condutores permitiram concluir que as mulheres são melhores a estacionar do que os homens, considerando o tempo e o método usado para a manobra.

 

Em declarações à agência francesa AFP, um instrutor automóvel disse estar muito surpreendido com os resultados do estudo: “Pela experiência que tenho os homens são melhores aprendizes e geralmente têm um melhor desempenho nas aulas de condução”. Mas admite que as mulheres sejam melhores a guardar informação e sublinha que os resultados mostram que é errado o “mito” de que os homens têm maior consciência espacial do que as mulheres.

O estudo revelou que as mulheres encontram mais facilmente um lugar para estacionar porque o procuram devagar enquanto os homens passam pelos lugares vagos sem os verem. Além disso, as mulheres estacionam com cuidado e exactamente entre as linhas do lugar de estacionamento, ao contrário da maioria dos homens. A única variável em que o sexo masculino sai vencedor é na velocidade de estacionamento.

A investigação analisou vários parâmetros, incluindo a rapidez com que os condutores encontram um lugar para estacionar, a forma como se dirigem a ele, quanto tempo demoram a efectuar a manobra e quantas vezes reposicionam o carro.

 

Via Público



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Quinta-feira, 19.01.12

 

A Universidade de Aveiro vai fazer um Estudo para avaliar ‘A Dor Sexual nas mulheres portuguesas’

 

A investigação é pioneira em Portugal e o objetivo da Universidade de Aveiro ao avaliar a dor sexual nas portuguesas é “ajudar a quebrar um tabu” que permita a longo prazo desenvolver um tratamento adequado, explicam os investigadores.

 

Os investigadores vão avaliar a relação entre a dor sexual e o perfil psicossocial das mulheres portuguesas. A autoestima sexual, o relacionamento com o parceiro, as crenças e os afetos, vão ser componentes determinantes para conseguir entender o tipo de dor de que se fala.

Os investigadores vão procurar determinar o que está a faltar para que se consiga dar resposta a estas mulheres em termos de tratamento. Bem como, determinar se se trata de uma dor crónica, de uma disfunção sexual, ou de uma dor distinta.

 

O que tem existido até à data é, sobretudo, um profundo desconhecimento nesta matéria, até porque, a maioria das mulheres inibe-se ao falar do assunto e recusa pedir ajuda especializada.

 

Mas para a concretização do estudo, a Universidade pede a colaboração de mulheres entre os 18 e os 75 anos nos inquéritos, disponíveis no site da própria Unidade Laboratorial de Investigação em Sexualidade Humana (SexLab) da Universidade de Aveiro.


Via Activa



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Sexta-feira, 06.01.12

Afinal é dos feios que elas gostam mais!

 

A história do patinho feio e da Bela e o Monstro parecem visitar o imaginário feminino muito além da infância. E como diz o ditado "quem feio ama, bonito lhe parece!"  Um estudo  norte-americano  recentemente divulgado pelo "Daily Mail" vem agora revelar que os saltos altos preferem os homens feios do que os bonitos.  Porque as mulheres já consideram o seu parceiro uma beldade se ele for confiante na vida e se se achar esteticamente aceitável.

Além disso, o bom humor e a simpatia parecem mais facilmente conquistar uma mulher do que um bom par de músculos ou uma sessão masculina no SPA. No fundo, uma mulher considera um homem atraente não tanto pelos seus atributos físicos, mas pela sua personalidade, como tantas outras pesquisas já vieram demonstrar.

Segundo este estudo,"os homens mais bonitos que as suas parceiras revelam uma  tendência para oferecer menos apoio emocional e prático às suas mulheres". Motivo? Talvez os mais bonitos sejam demasiado vaidosos e confiantes e que além de galãs sejam também engatatões, esquecendo-se das suas companheiras e preferindo lançar charme para outros saltos altos. Como diz uma amiga minha "homem bonito não, porque dá muito trabalho" e a conclusão desta pesquisa vai nesse mesmo sentido. São as próprias jovens a constatar isso já que o estudo foi feito com base em inquéritos a 200 universitárias dos EUA.

As mulheres podem invejar os bonitos, mas para um relacionamento sério preferem os que são mais cavalheiros e que lhes dão mais carinho e atenção. Na adolescência até podem interessar mais os galãs para disputar o colega mais giro no baile de finalistas, mas para o futuro preferem um homem leal e engraçado. É também para combater a 'livre concorrência', evitando os olhares indesejados e as demais tentações... Porque, afinal, mais vale prevenir do que remediar!

 

Via A Vida de Saltos Altos



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Quarta-feira, 14.12.11

Os portugueses indicam que praticam sexo pelo menos duas vezes por semana

Os portugueses indicam que praticam sexo pelo menos duas vezes por semana (Reuters)

Em média, os portugueses praticam sexo duas vezes por semana e estão entre os mais espontâneos sexualmente. As conclusões são de um inquérito online da companhia farmacêutica Eli Lilly, que sondou cerca de 13 mil adultos em 13 países diferentes.

Na globalidade dos países considerados, o estudo estima que se pratique sexo, em média, 1,4 vezes por semana. Portugueses, Mexicanos e Romenos são os que têm uma vida sexual mais activa, praticando pelo menos duas vezes por semana, avançou o site noticioso canada.com, enquanto os norte-americanos estão entre os menos activos.

No campo da espontaneidade, Portugal está também acima da média, juntamente com a Áustria e a Bélgica. Dos que responderam ao inquérito - indivíduos com idade superior a 34 anos - mais de 90% dos portugueses reportam um comportamento sexual espontâneo, em detrimento do sexo planeado. Em todos os países da amostra se concluiu que as mulheres são mais espontâneas sexualmente do que os homens.

No Canadá, no México e nos EUA, ainda de acordo com o site canada.com, é onde é mais frequente discutirem-se os problemas relacionados com a performance sexual com os especialistas. O Canadá está também entre os países onde, segundo a mesma fonte, mais se recorre aos medicamentos para o tratamento da disfunção eréctil. De acordo com o inquérito, 16% dos homens no mundo usam este tipo de fármacos.

 

Via Público



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Segunda-feira, 07.11.11

Prostitutas na Lituânia (Foto: PA)

 

Um estudo realizado na Espanha sugere que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, 'sabem distinguir entre sexo e amor'.

 

Segundo a pesquisa de dois anos da Universidade de Vigo sobre o perfil dos homens que usam prostitutas, o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois.

 

Para a maioria dos entrevistados, seria uma sorte poder receber dinheiro por praticar sexo. Mais de 90% dos entrevistados consideram as relações sexuais pagas uma necessidade.

 

'Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor, pela volta do modelo 'falocêntrico', o colecionador de mulheres', disse à BBC Brasil a socióloga Silvia Pérez Freire, uma das autoras do estudo.

 

'O que motiva [o homem] a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social'.

 

A maioria dos usuários, um total de 80%, tem entre 30 e 40 anos e declarou ter vida familiar estável (com esposa ou namorada). A maior parte dos homens diz escolher a que seja menos parecida com a sua própria mulher.

 

A prostituição é o terceiro negócio mais rentável do mundo, depois dos tráficos de armas e drogas, de acordo com estatísticas divulgadas pelas Nações Unidas.

 

Ato social


O levantamento também concluiu que muitos homens entendem que ir em grupos aos prostíbulos é um ato social tão normal quanto um jantar de negócios.

 

Por isso muitos pagam as prostitutas com cartões de crédito das empresas para as quais trabalham.

 

'Essa cumplicidade faz com que a prostituição seja um sexo cômodo. Ninguém questiona nada e existe um pacto implícito sobre o que é feito dentro de um bordel. O que é dali, fica ali. Isso é um grande atrativo para políticos e pessoas influentes', disse à BBC Brasil a socióloga Águeda Gómez Suarez, co-autora do estudo.

 

'Diria até que se não houvesse este componente de aceitação social unido à conivência de cargos importantes de políticos a policiais, não haveria tantos bordéis.'

 

Estereótipos


A pesquisa, feita pelo grupo Estudos Feministas da Universidade, foi transformada no livro Prostituição: clientes e outros homens, e tem três continuações previstas.

 

O estudo classificou os consumidores do sexo pago em quatro grupos básicos: o homo sexualis, o samaritano, o homo economicus e o homo politicus.

 

O primeiro se valoriza pela quantidade de sexo que pratica e pelo número de mulheres. O segundo procura uma prostituta que o escute e seja mais vulnerável que ele, abrindo espaço até mesmo para uma relação sentimental com ela.

 

O homo economicus busca emoções fortes e costumar misturar sexo com drogas. Já o homo politicus tem certo peso na consciência pelo que faz, mas não deixa de fazê-lo.

 

Os consumidores também classificaram as prostitutas em três categorias, que correspondem aos estereótipos mais requisitados: mulher fatal, mulher maternal e virgem.

 

A primeira, que corresponde a 70% da preferência dos homens, é alegre e está sempre disposta a realizar qualquer fantasia sexual. A maternal simula uma relação de casal mas, com a obrigação de consolar o homem pelos problemas que ele diz ter em casa.

 

Já a virgem é a confidente contratada até para relações sem sexo, onde o mais importante é ouvir e animar emocionalmente o cliente.

 

De acordo com o boletim da Associação de Proteção às Mulheres Prostituídas (Apramp), a Espanha lidera o ranking de consumo de prostituição na Europa: 39% dos homens já disseram ter pagado pelo menos uma vez pelos serviços de uma prostituta, seguida por Suíça, com 19%; Áustria, com 15% e Holanda, com 14%.

 

No relatório espanhol, os entrevistados responderam que são a favor de uma regulamentação do setor, mas apenas para que haja controle sanitário (a maioria requer realizar atos sexuais sem preservativos) e para que as prostitutas paguem impostos.

 

Segundo as estimativas oficiais, há cerca de 700 mil prostitutas na Espanha, a maioria imigrantes ilegais e com filhos.

 

Via G1



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Domingo, 23.10.11
O estudo pode ter uma grande influência na forma como se olha para a inteligência
O estudo pode ter uma grande influência na forma como se olha para a inteligência (DR)
Um estudo em adolescentes ingleses mostrou que as contas não estão feitas quanto ao famoso Quociente de Inteligência (QI) durante esta etapa da vida. O valor que carimba a inteligência de cada pessoa, normalmente através de testes verbais e não verbais, e que se pensava ficar determinado para o resto da vida durante a infância, afinal continua a oscilar durante a adolescência, mostra um estudo publicado nesta semana na Nature.

A equipa da investigadora Cathy Price, do Instituto Wellcome Trust, da University College de Londres, testou a inteligência de 19 rapazes e 14 raparigas, primeiro em 2004 e depois em 2007 e 2008. Os jovens tinham no primeiro rol de testes idades entre os 12 e os 16 anos e no segundo, idades entre os 15 e os 20.

Os testes dividiram-se em verbais, onde os jovens punham à prova as suas capacidades na linguagem, aritmética, cultura geral e memória e testes não verbais, como identificar elementos que faltam numa figura ou resolver puzzles visuais. Ao mesmo tempo, os cientistas investigaram o que se passava no cérebro dos rapazes e das raparigas através de imagens cerebrais por ressonância magnética.

“Verificamos uma mudança considerável nos resultados de QI obtidos em 2008, comparado com quatro anos antes”, disse em comunicado Sue Ramsden, primeira autora do artigo. Trinta e nove por cento dos adolescentes tiveram uma variação nos testes verbais e 21% obtiveram melhor ou pior resultado nos testes não verbais. Algumas das variações chegaram aos 20 pontos do QI, uma diferença grande quando a média do QI na população é de 100 e mais ou menos 20 pontos pode colocar alguém mediano na categoria de genial ou vice-versa.

A grande mais-valia da investigação é que os resultados das imagens por ressonância encontravam mudanças nas regiões associadas a estas capacidades. “Encontrámos uma correlação clara entre as mudanças nas performances e as mudanças nas estruturas dos cérebros e por isso podemos dizer que estas mudanças no QI são reais.”

No caso dos testes verbais, os cientistas encontraram mudanças de densidade do cérebro no córtex motor esquerdo, uma região associada à linguagem. Já quando havia um aumento do QI não verbal havia um aumento na densidade do cerebelo anterior, uma área associada aos movimentos das mãos.

Os cientistas não encontraram nenhuma regra em relação às mudanças no QI dos adolescentes. “Não foi um caso das piores performances melhorarem, e os jovens com resultados altos tornarem-se mais mediano. Alguns bons conseguiram resultados ainda melhores, e alguns com resultados fracos pioraram”, explicou Cathy Price.

Marcas para o futuro
O estudo pode ter uma grande influência na forma como se olha para a inteligência. Muitas vezes, os jovens ficam carimbados numa altura muito precoce da sua vida como sendo muito ou pouco inteligentes e isso tem impacto na vida adulta. “Temos tendência em avaliar as crianças e determinar o curso da sua educação cedo na vida delas, mas aqui mostramos que a sua inteligência provavelmente está a desenvolver-se”, disse a cientista em comunicado, acrescentando que tal como a condição física pode deteriorar-se ou melhorar durante a adolescência.

E será que a inteligência é estática depois, ao longo da vida adulta? A equipa não sabe, mas aposta que não. “Há muitas provas que sugerem que o nosso cérebro pode-se adaptar e que a sua estrutura muda, mesmo durante a idade adulta”, disse a cientista. Perceber se isso afecta a inteligência será o próximo passo na investigação da equipa.

 

Via Público



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Sexta-feira, 07.10.11

 

Estudo: Pais do mesmo sexo associados a crianças felizes

 

Os pais homossexuais que educam crianças não provocam, por essa condição, infelicidade nos seus filhos. Um estudo realizado na Universidade da Virgínia (EUA) indica que as crianças são felizes de igual modo e nos casos em que têm pais do mesmo sexo parece existir maior harmonia.

 


A parentalidade homossexual foi alvo de uma pesquisa nos Estados Unidos, que tentou avaliar a felicidade das crianças, consoante a composição do seu agregado familiar: casal heterossexual, dois pais e duas mães.

A grande conclusão deste estudo, segundo a investigadora Charlotte Patterson, é que, independentemente daquele agregado, “todas as crianças estão igualmente bem”, o que indica que não há qualquer relação entre a sua felicidade e a sexualidade dos pais.

Aquela docente da Universidade da Virgínia refere, em declarações à agência Lusa, que “esta é a principal conclusão que deve ser retirada deste estudo”, que analisou 104 famílias, com casais formados por homem e mulher, dois homens ou duas mulheres.

Há aparentes vantagens na educação da criança por parte de um casal homossexual: “Os casais formados por pessoas do mesmo sexo parecem partilhar a educação dos filhos de forma mais igualitária, em comparação com os heterossexuais”.

O facto de se eliminar o conceito de que a mãe está mais próxima do filho do que o pai, mais envolvido nas tarefas profissionais, fica normalmente colocado de lado nestas famílias, porque não existe essa separação. “Ambos provavelmente trabalham e envolvem-se de forma equilibrada”, sustenta Charlotte Patterson.

Nos casais heterossexuais existe uma repartição de tarefas na educação dos filhos, conclui este estudo, que surge em vésperas da primeira conferência internacional sobre parentalidade lésbica, gay, bissexual ou transgénero, que decorre em Lisboa, com a presença de Patterson.

Esta professora – vista como uma referência mundial na psicologia da orientação sexual – indica que a homossexualidade “não parece ter qualquer interferência” na felicidade e qualidade da educação dos menores.

“As crianças com pais são felizes parecem estar bem. Os casais infelizes nas suas relações transportam para as crianças esse sentimento. O facto de os pais se darem bem e o grau de satisfação com o relacionamento são, isso sim, questões com efeitos nas crianças”, sublinha a investigadora.

Segundo Charlotte Patterson, a pesquisa carece de ser aprofundada, em virtude da idade das crianças analisadas. O estudo envolveu filhos com idades compreendidas entre os 3 e os 4 anos, cujos comportamentos e dinâmica de família ficaram gravados em vídeo.

Portugal vai discutir esta questão, num quadro de ausência de legislação para a adoção por parte de casais homossexuais. A ILGA é a entidade organizadora desta conferência que decorre na capital.

 

Via PT Jornal



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Domingo, 18.09.11
A ligação entre pai e filho faz diminuir os níveis de testosterona

 

A ligação entre pai e filho faz diminuir os níveis de testosterona

Diz-se que as mulheres nascem o dom da maternidade, mas afinal não são só elas que mudam com a chegada de um filho. Os homens também, isto do ponto de vista biológico. Segundo um estudo da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, os níveis de testosterona descem cerca de 34% nos homens que se tornam pais. Resultado? Os homens transformam-se em indivíduos mais carinhosos, zelosos e centrados na educação dos filhos.

O estudo teve como amostra um grupo de 620 homens solteiros, tendo sido repetido cinco anos mais tarde já casados e com filhos. A principal conclusão foi que os pais que passavam mais tempo com os filhos registavam uma maior descida da hormona masculina, que se refletia num relacionamento mais afetuoso com os filhos.

Nesta altura deve estar a pensar - menos testosterona, logo menor masculinidade? Errado. Os investigadores do estudo garantem que o menor nível da hormona masculina responsável por caraterísticas como o machismo e a agressividade não coloca em causa a virilidade dos homens.

No fundo trata-se de uma ajudinha biológica para ajudar na árdua tarefa da paternidade. E as mulheres só agradecem! 

Será por isso que elas adoram homens que gostam de crianças? Afinal todas as mulheres querem um 2 em 1: um bom pai e amante. E isto pode ser um bom prognóstico!



Via A Vida de Saltos Altos



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Sábado, 28.05.11
As mulheres gostam de bad boys

É comum dizer-se que o sorriso é o cartão de visita e um dos pontos mais sexy das pessoas. Mas segundo um estudo do jornal "Emotion" da Associação de Psicologia norte-americana, há uma diferença entre os dois  sexos: só as mulheres sorridentes é que são atraentes, já os homens com um belo sorisso são considerados irónicos ou ansiosos por sexo.

De acordo com o estudo, os homens tímidos e pensativos são os que os santos altos mais gostam.  Na verdade, as mulheres parecem preferir os "maus rapazes" - aqueles que são machistas, brutos, que dão desprezo, que se fazem de difíceis ou que já tiveram várias namoradas (e não os bonzinhos, fiéis e românticos, dá para acreditar?). Todos estes atributos são considerados sinais de masculinidade - sendo que o homem continua a ser encarado como o elemento forte.
"As mulheres sentem-se atraídas por homens como James Dean, aqueles com defeitos, mas que têm consciência deles", diz o estudo, citado pela Reuters.

A investigação foi feita com base na avaliação de 1000 indivíduos de fotografias com as expressões do sexo oposto - que diz respeito apenas às impressões iniciais. Por isso, os investigadores alertam que em relacionamentos sérios e duradouros estas dicas não não se aplicam. Nestes casos, convém mesmo que os homens sejam sorridentes e simpáticos a longo prazo! E já agora que sejam apaixonados e verdadeiros - a base da confiança numa relação.
Independentemente da validade deste estudo, é verdade que as mulheres se interessem muitas vezes pelos homens errados, o que não tem muita lógica, porque afinal estamos em maioria no planeta... o leque de escolha é maior, mas é preciso saber acertar. E como diz uma amiga minha a cara metade são como os sapatos - às vezes, há que experimentar mais números para chegar ao par certo!

 

Via A Vida de Saltos Altos



publicado por olhar para o mundo às 21:38 | link do post | comentar

Quinta-feira, 10.02.11

 

Mulheres portuguesas são as mais satisfeitas com vida sexual

Inquérito realizado no "velho continente" revela que as mulheres portuguesas são as que se sentem mais satisfeitas com a sua vida sexual, seguidas das espanholas e das austríacas. Júlio Machado Vaz explica porquê.


Em época de crise os problemas parecem ainda não ter chegado debaixo dos lençóis nacionais. Quem o diz são as mulheres portuguesas, que num estudo sobre a satisfação sexual das europeias revelaram ser as mais satisfeitas com a sua atividade sexual.

 

No estudo "O que querem as mulheres?", levado a cabo pela consultora Strategy One e apoiado pela Pfizer , 88% das portuguesas confessaram-se realizadas sexualmente, sendo seguidas por 75% das espanholas e 74% das austríacas.

 

Ao todo foram entrevistadas 2500 mulheres da Alemanha, Áustria, Espanha, Portugal e Suécia, todas elas com parceiro e numa relação estável, avança o jornal "El Mundo". Na frequência sexual as portuguesas voltaram a ficar no topo da lista, com 81% a afirmarem que têm relações pelo menos uma vez por semana. Em Espanha a percentagem é de 68 e na Suécia de 45.

Mulher portuguesa está mais informada... e exigente

 

"Os números deste estudo valem o que valem", afirma o sexólogo Júlio Machado Vaz". "A verdade é que nestes questionários há uma tendência para se responder o que sabemos que fica bem dizer".

 

Contudo, o sexólogo não tem dúvidas: "Há poucos anos, as mulheres portuguesas não tinham sequer grau de comparação. Hoje em dia estão mais informadas e têm mais experiência. Mais do que satisfeitas, estão mais exigentes".

 

"Claro que ainda há muitas exceções porque temos uma país com realidades muito díspares", mas o sexo transformou-se "numa pedra basilar das relações", relembra Júlio Machado Vaz. "Se a mulher não se sente satisfeita neste campo pode dar o passo para terminar a relação, o que antes não acontecia".

"Os homens andam com o credo na boca"

 

Com a mulher portuguesa "cada vez mais desinibida", os homens estão por seu turno "cada vez mais inseguros". "Antigamente a mulher de um ejaculador prematuro achava que o problema era dela, que supostamente não conseguia atingir o orgasmo. Agora já são eles que nos procuram para pedir ajuda porque têm noção que elas sabem que o problema é deles".

"As mulheres têm uma visão mais objetiva e desportiva do sexo. Quando nos dizem: 'hoje correu mal, deixa estar que amanhã corre melhor', estão a ser sinceras. Mas eles não sabem lidar com isso". Embora o fator ansiedade seja um dos maiores entraves a relações sexuais bem sucedidas, o homem português "continua a ser muito quantitativo e ficar preso nos seus fantasmas". Resumindo, as "portuguesas estão mais exigentes com a sua vida erótica e eles andam literalmente com credo na boca".

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 13:04 | link do post | comentar

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