Quinta-feira, 01.03.12

O Expresso disponibiliza para audição no site, numa antecipação exclusiva, os 15 temas de "Alma", o segundo disco da fadista Carminho, que será lançado a 5 de março. 


"Alma" é o segundo álbum da carreira de Carminho que será lançado no próximo dia 5 de março e cujos 15 temas aqui disponibilizamos para audição, numa antecipação exclusiva.

 

O álbum é produzido por Diogo Clemente que é autor do tema "Bom Dia, Amor" (sobre Fernando Pessoa) e da letra de "Ruas", que tem música de Joaquim Frederico de Brito.

 

Neste disco Carminho interpreta temas de Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Amália Rodrigues, Maria Amélia Proença e Fernanda Maria. 

Entre os temas inéditos, encontra-se ainda "Talvez", de Mário Pacheco com letra de Vasco Graça Moura, e "Fado do Adeus", com letra e música de Vitorino

 

O disco será apresentado ao vivo no Centro Cultural Olga Cadaval, nos dias 2 e 3 de Março, às 22h00.

 

1 Lágrimas do Céu

 

2 Malva-Rosa

3 As Pedras da Minha Rua

4 Bom Dia, Amor

5 Folha

6 Meu Namorado

7 Fado das Queixas

8 Fado Adeus

9 Cabeça de Vento

10 Impressão Digital

11 Talvez

12 À Beira do Cais

13 Ruas

14 Saudades do Brasil em Portugal

15 Disse-te Adeus


Retirado do Expresso



publicado por olhar para o mundo às 21:39 | link do post | comentar

Sábado, 04.02.12

 

ai se eu te pego em versão fado Tasco !!! xD

Contra-baixo - Pedro Silva
Guitarra - André Mariano
Voz - Paulo Granja
Viola - Pedro Costa



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Quarta-feira, 30.11.11

Gala do fado no Coliseu

 

Para celebrar a proclamação do Fado a Património Imaterial da Humanidade realiza-se na próxima sexta-feira à noite, dia 02 de Dezembro, uma gala no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, que será transmitida em directo pela RTP.

 

Participam na gala 20 músicos do meio fadista, entre eles, Celeste Rodrigues e o viola baixo Joel Pina.

 

A Gala, à qual assistirão o Chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, e o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, conta também com a participação de Mariza e Carlos do Carmo que foram os embaixadores da candidatura do fado.

 

Maria da Fé, Aldina Duarte, António Zambujo, Carminho, Cristina Branco, João Braga e Mafalda Arnauth são outros nomes do elenco.

 

A gala, com início marcado para as 21:00 de sexta-feira, conta ainda com a participação de Ricardo Ribeiro, Custódio Castelo, Diogo Clemente, Marco Rodrigues, Pedro Moutinho, Ângelo Freire, Carlos Garcia, Carlos Menezes e Marino de Freitas.

 

No passado domingo, em Bali, na Indonésia, o Fado foi proclamado Património Cultural Imaterial da Humanidade pelo VI Comité Inter-Governamental da UNESCO, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. A candidatura portuguesa foi considerada exemplar pelos peritos da UNESCO, tal como as do Paraguai e Espanha.

 

O antigo presidente da Câmara de Lisboa Pedro Santana Lopes lançou a ideia de candidatar o fado a Património Imaterial da Humanidade, em 2004, e escolheu os fadistas Mariza e Carlos do Carmo para embaixadores da candidatura.

 

A candidatura foi aprovada por unanimidade pela Câmara de Municipal de Lisboa no dia 12 de Maio do ano passado e apresentada publicamente na Assembleia Municipal, no dia 01 de Junho de 2010, tendo sido aclamada por todas as bancadas partidárias.

 

No dia 28 de Junho de 2010, foi apresentada ao Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e formalizada junto da Comissão Nacional da UNESCO. Em Agosto desse ano, deu entrada na sede da organização, em Paris.

 

Via HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 21:13 | link do post | comentar

Domingo, 27.11.11
Depois de uma espera de quase dois dias, a candidatura portuguesa foi finalmente aprovada
Depois de uma espera de quase dois dias, a candidatura portuguesa foi finalmente aprovada (Enric Vives-Rubio/arquivo)
A notícia chegou via SMS: “O Fado já é património imaterial da humanidade”. Sara Pereira, directora do Museu do Fado, estava sentada na sala onde o comité intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) esteve a votar as candidaturas a património cultural imaterial da humanidade, em Bali, na Indonésia, quando o resultado da votação foi anunciado e enviou a mensagem.

Foram precisos pouco mais de cinco minutos para que a decisão fosse tomada por unanimidade (os 23 delegados presentes – faltou apenas um – votaram a favor), com grandes aplausos, conta ao PÚBLICO pelo telefone o musicólogo Rui Vieira Nery, presidente da comissão científica da candidatura. “Foi uma grande alegria que pôs fim a uma grande ansiedade”, admite Nery, referindo-se ao ritmo lento dos trabalhos na reunião de Bali. “Já não acreditávamos que fosse aprovada hoje.” 

O fado foi a última candidatura avaliada na sessão desta quinta-feira, que terminou às 20h30 (12h30, hora de Lisboa), depois de terem passado à votação mais de 30 propostas. E, mesmo assim, foi recebido com grande entusiasmo, diz o musicólogo. Para esse clima de festa contribuiu, “e muito”, o breve discurso de António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, entidade que formalizou a candidatura junto da UNESCO: “O Dr. António Costa decidiu terminar as suas palavras, já a fechar a intervenção de Portugal, chegando o seu iPhone ao microfone e deixando que a sala ouvisse Amália cantar ‘Que estranha forma de vida’. Foi uma emoção acabar com a voz de Amália num fado de [Alfredo] Marceneiro. A sala levantou-se num enorme aplauso.”

A partir de agora, o fado não é apenas a canção de Portugal, a canção de Severa, Marceneiro, Amália, Carlos do Carmo, Camané, Ana Moura e Carminho - é um tesouro do mundo. Um tesouro que fala de Portugal, da sua cultura, da sua língua, dos seus poetas, mas que também tem muito de universal nos sentimentos que evoca: a dor, o ciúme, a solidão, o amor.

Optimismo comprovado


O optimismo à volta da eventual entrada do fado para a Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade era grande desde que, em Outubro, a comissão de peritos da UNESCO considerou a candidatura portuguesa “exemplar”, mas vê-la formalizada compensa definitivamente anos de trabalho de uma série de especialistas, músicos e intérpretes.

Foi em 2005 que Portugal começou a preparar mais seriamente esta candidatura que o Museu do Fado, em nome da Câmara Municipal de Lisboa, formalizou em Junho do ano passado (tinham passado apenas dois anos sobre a aprovação da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial). Mas a ideia, ou o sonho, tem quase 20 anos - surgiu por altura da Lisboa Capital Europeia da Cultura, em 1994, garantiu ao PÚBLICO há dias Ruben de Carvalho, vereador da CDU em Lisboa e um dos que mais apoiaram o projecto desde o início.

Em 2010, o fado apresentou-se à UNESCO como “símbolo da identidade nacional” e “a mais popular das canções urbanas” portuguesas, tendo por embaixadores dois intérpretes que, por motivos bem diferentes, fazem parte da sua história de forma incontestada: Carlos do Carmo e Mariza. 

A canção que deve a Amália os primeiros grandes esforços de internacionalização foi uma das 49 candidaturas a património imaterial da humanidade avaliadas por delegados de 24 países até dia 29.

A lista do património imaterial - uma designação que abrange tradições, conhecimentos, práticas e representações que fazem a matriz cultural de um país e que, juntas, formam uma espécie de tesouro intangível do mundo - tinha até à reunião de Bali 213 bens de 68 Estados, como o tango ou o flamenco, só para falar em dois exemplos de universos semelhantes. O fado é o primeiro bem português, mas, se tudo correr bem, já não faltará muito para que o cante alentejano lhe faça companhia. 

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 14:36 | link do post | comentar

Quinta-feira, 27.10.11
Os peritos consideraram que o fado tem "um forte sentimento de pertença e ligação a Lisboa"
Os peritos consideraram que o fado tem "um forte sentimento de pertença e ligação a Lisboa" (Enric Vives-Rubio/arquivo)
A candidatura do Fado a património cultural imaterial da humanidade encontra-se entre as sete mais recomendadas pelos peritos da UNESCO, ao lado de outras como as danças Nijemo Kolo circulares da Dalmácia (Croácia), a música e dança tsiattista do Chipre ou a tradição da cavalgada de reis da Morávia, da República Checa.

A candidatura do fado integra um lote de 49 e a reunião que seleccionará o vencedor decorre entre 22 e 29 de Novembro no Bali. A candidatura do fado é apontada pelos peritos como exemplo de “boas práticas” a ser seguido por outros Estados Membros que queiram apresentar uma candidatura ao mesmo programa. 

O grupo de sete candidaturas foi avaliado como sendo “exemplares”, do ponto de vista da sua concepção, preparação, apresentação e argumentação. Os peritos consideraram que o fado “é um género de grande versatilidade poética e musical”, com “um forte sentimento de pertença e ligação a Lisboa.” 

A inscrição do fado na lista pode contribuir para futuras interacções com outros géneros musicais, já que a distinção “encoraja o diálogo intercultural”, pode ler-se no documento. 

Das 49 candidaturas, 17 merecem recomendação positiva, enquanto a 26 foi pedida informação suplementar e cinco foram alvo de um parecer desfavorável. As candidaturas que forem aprovadas em Bali integrarão a lista representativa do Património Cultural Intangível da Humanidade.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 21:02 | link do post | comentar

Segunda-feira, 04.07.11
Ana Moura e saxofonista Tim Ries fascinam no festival de jazz de Montreal

 

 

A fadista Ana Moura fez render um auditório de 1400 pessoas no concerto que deu sábado no Festival Internacional de Jazz de Montreal, no Canadá, no qual contou com a participação do saxofonista Tim Ries, do projecto Rolling Stones.

Desde a presença da fadista Mariza em 2002 que o fado estava ausente deste festival. Mas no sábado voltou e seria consensual concluir que saiu com “nota +”.

 

A receita foi fado e jazz e até mesmo um misto fado-jazz, quando se fez acompanhar por Tim Ries, o músico responsável e criador do projecto Rolling Stones.

 

Hora e meia de actuação bastou para a voz da fadista, com uma figura graciosa e sensual, encantar a plateia cheia do Teatro Maisoneuve no âmbito do 32º. festival de jazz de Montreal, a ponto de a fazer cantar em português o refrão de “Leva-me aos fados”.

 

Em resposta, o público deu à artista várias ovações de pé e pediu “encores”.

 

Em declarações à Lusa no final do concerto, Ana Moura manifestou-se feliz com a receptividade demonstrada pelo público grande conhecedor de jazz, mas na sua maioria ainda curioso do fado.

 

“O fado integra-se bem em festivais de jazz e é muito gratificante ver como as pessoas que não sabem a língua portuguesa sentem o fado e se emocionam”, respondeu quando instada sobre as quatro presenças marcadas para certames de jazz (São Francisco, nos Estados Unidos, e Vancouver, Montreal e Otava) que, de resto, constituíram a maioria dos seus concertos na curta digressão aos Estados Unidos e Canadá.

Por sua vez, Tim Ries elucidou à agência Lusa que a sua participação no concerto da fadista portuguesa foi decidida à última hora.

 

“Estava em Toronto e quando soube do espectáculo de Ana Moura vim de propósito para estar presente”, explicou à Lusa, adiantando que também irá estar hoje no último concerto da artista em Otava.

 

Ries enalteceu as qualidades vocais de Ana Moura, frisando que a sua voz “tem uma incrível emoção profunda que vai directa ao coração” e confessou gostar também muito de fado.

 

No concerto de sábado, Ana Moura interpretou 19 temas acompanhada pelo seu trio de guitarristas: Custódio Castelo (guitarra portuguesa), José Elmiro Nunes (viola de fado) e Filipe Larsen (baixo acústico).

 

O repertório centrou-se no mais recente álbum “Leva-me aos fados”, com “Fado vestido de fado”, “Fado das águas”, “Que dizer de nós” e “De quando em vez”, a que juntou outros temas populares como “Vou dar de beber à dor”, “os Búzios” “Bailinho à portuguesa”.

 

Ries subiu ao palco para tocar em “No expectations” e “Sugar Brown” em variações com o “Fado da Mouraria” (temas que Ana Moura cantou no seu CD “Stones World”, de 2008), assim como nos fados “A sós com a noite” e em improviso final de “Fadinho Serrano”.

 

Via Sol



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