Domingo, 10.06.12
Ana Clotilde e Ana Nunes
Ana Nunes da Silva fotografa. Ana Clotilde Correia conta a história de casais homossexuais com filhos. O projecto com famílias arco-íris vai ter uma exposição e quem sabe um livro

Precisam-se: famílias arco-íris. Ana, a jornalista, e Ana, a fotógrafa, já registaram a história de três casais homossexuais interessados em envolver-se num projecto que pretende dar visibilidade à parentalidade LGBT.

 

Há uma família com gémeos falsos (um rapaz e uma rapariga), um casal com um menino de um ano e tal e a barriga de um casal de lésbicas. “Sabíamos que existiam, mas não conhecíamos nenhuma. Sabíamos de ouvir falar”, confessou ao P3 Ana Clotilde Correia. “Esta era a grande questão que tinha ficado por resolver depois da aprovação do casamento homossexual. Então isto não vai avançar tudo como em todos os países?”, pergunta-se Ana Nunes da Silva, que um dia tropeçou no site de Stefan Jora, fotógrafo norte-americano que coleciona retratos de famílias LGBT que vivem nos Estados Unidos.

 

“É um projecto documental e ao mesmo tempo activista e ao mesmo tempo muito bonito. E se fizéssemos em Portugal?” À pergunta de Ana Clotilde, Ana Nunes exclamou “brutal!”

 

Estava lançada uma parceria que rapidamente passou a ser uma “prioridade na agenda” da ILGA, que também afixou o anúncio no seu site (agora a par do2.º Encontro Europeu de Famílias Arco-Íris, que decorre de 28 de Abril a 1 de Maio, na Catalunha). “Eles recrutaram-nos. Disseram ‘nós queremo-vos do nosso lado’. Estavam tão interessados neste tipo de trabalho que parecia um acto de fé”, recorda a jornalista Ana Clotilde Correia, que já tinha estabelecido contacto com Stefen Jora (respondeu algo como “força aí!”) e que já havia encontrado projectos semelhantes no hall da conferência Famílias no Plural, que aconteceu em Outubro, no ISCTE. “Nós não queríamos ser originais, queríamos fazer”.

 

“As fotografias falam por si”

O trabalho — ainda sem nome — “entra na intimidade”. E “isso é muito complicado” no que ao recrutamento diz respeito. “Muitas das famílias não estão interessadas em participar de uma forma explícita”, explica Ana Nunes, que concilia a paixão pela fotografia com o emprego na área de Gestão.

 

“As fotografias falam por si”, sugere Ana Clotilde, 31 anos. “Nestes casos a visibilidade é muito importante. As pessoas partem do princípio de que este tipo de famílias não existem. E nem sequer o estão a fazer de uma forma preconceituosa. É mais uma questão de desconhecimento. Em contacto com a realidade, a esmagadora maioria muda por completo de opinião”. Estes retratos de família são “mais fotojornalismo”, é uma perspectiva “crua”, segundo Ana Nunes (23 anos), que tenta passar despercebida — mas que sabe que isso “é quase impossível; não queremos esconder que estamos lá”. “Não valem tanto pela pose. São tirados enquanto as pessoas fazem a vida normal”.

 

Ana, a jornalista, e Ana, a fotografa, achavam que “as famílias iam ter problemas em aparecer principalmente num país em que toda a gente se conhece”. “Não queríamos que nada dessa intimidade fosse roubado”, diz Ana Clotilde, que deixa aos casais a palavra final sobre a publicação das fotografias, que num futuro próximo circularão numa exposição (e talvez num livro). “Queremos que sintam que são parte do projecto. Estamos a tentar convencer algumas famílias. Não pode ser um esforço, não resulta. Este é um projecto em construção. Não temos pressa”.

 

Já foram fotografadas três famílias de mulheres (há um casal de homens com um português, mas está em Bruxelas), entre as quais duas mulheres que casaram em Portugal, fizeram a inseminação em Espanha e agora vivem em Paris. “Elas costumam dizer ‘na Europa podemos fazer tudo, mas não no mesmo sítio’”, cita Ana Clotilde, consciente de que “a realidade portuguesa é singular”. “O normal é primeiro surgir a parentalidade homossexual e só depois o casamento entre pessoas do mesmo sexo”.

 

O projecto já se cruzou com duas discussões na Assembleia da República — numa o Parlamento reiterou a proibição e punição do acesso à inseminação artificial para mulheres solteiras e casais de lésbicas; na outra foi negado o alargamento alargamento da possibilidade de adoção a casais do mesmo sexo —, mas as duas Anas não esquecem os “votos dissonantes” e as “abstenções”. “Estamos a fazer um caminho”.

 

Retirado de P3



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Sábado, 09.06.12

 

Bonecas e fotografia em exposição em Serpa

 

Paula Estorninho que vive e trabalha em Serpa, apresenta na exposição patente até 30 de Junho na Biblioteca Municipal Abade Correia da Serra, um conjunto de bonecas fragéis e delicadas, como jóias simples, e muito femininas. 

Cada boneca, longe de ser perfeita, é única e irrepetível, pois são bonecas que pertecem a várias colecções, tendo corrido os quatro cantos do mundo.


 

Rui Cambraia, que vive e trabalha em Portalegre onde é professor, apresenta na suas fotografias imagens de um ponto de chegada que afinal é de partida. 


As bonecas de Paula Estorninho sairam do Patio Azul, mas elas não se movem, nem a mise en scène fotográfica é uma viagem. 


São fotografias, que ao contrário das outras, mostram o futuro e registam aquilo que há-de vir.

 

A dupla mostra está patente até 30 de Junho, das  10:0

 

Retirado de HardMúsica



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Segunda-feira, 30.04.12

Cuidado com os books fotográficos

Muitos jovens, atraídos pela promessa de ofertas de emprego, querem ter um "book" fotográfico. Cuidado, alertam os profissionais. “É tudo uma política enganadora"

 

Os "books" fotográficos estão na moda pelas promessas de ofertas de emprego, mas, segundo profissionais de diferentes áreas, criou-se um mundo de ilusão que atrai adolescentes cada vez mais jovens. Um "book" permite a qualquer pessoa ter um álbum de fotografias criadas e trabalhadas de forma original por profissionais. É a partir dos 15 anos que os interessados, sobretudo raparigas, apostam nesta rampa de lançamento, dentro e fora do universo da moda.

 

“As pessoas procuram cada vez estes serviços para fins profissionais, para expor na Internet ou noutro sítio qualquer. É um pouco aquela ilusão do ‘caça talentos’”, diz à Lusa Albertino Gonçalves, sociólogo de estilos de vida. Segundo o especialista, a sociedade é cada vez mais exigente no que respeita à imagem e acredita que, “ao mostrarem-se belas, [as pessoas] têm vantagens para conseguir um bom ‘feedback’”. “A imagem deixou de ser espontânea para passar a ser mecânica, como se vê nas redes sociais”, refere.

 

Ângela Alves tem 20 anos e já fez um "book". A jovem lamenta que o trabalho não lhe tenha aberto portas a nível profissional, mas não exclui a hipótese de “repetir a experiência”, pois admite que gosta muito de ser fotografada. Daniela Moreira, 19 anos, diz que o "book" também não lhe tem trazido vantagens: “Bem gostava que me desse oportunidades no futuro.”

 

Para o director da agência de modelos Central Models, António Romano, criou-se “um mundo imaginário” através da Internet e da televisão, fazendo com que os adolescentes “sonhem com o mediatismo”. Já Carlos Moreira, gerente da empresa de fotografia e vídeo Carfoto, não tem dúvidas: “É tudo uma política enganadora para mobilizar os jovens. Iludem as pessoas e isso vê-se nos anúncios dos jornais. Todos querem cinco minutos de fama.”

 

Na rede social Facebook são inúmeras as páginas que oferecem oportunidades para entrar no mundo da moda, como é o caso da página Jovens Modelos, que soma mais de três mil seguidores e propõe aos seus "fãs" colocar fotografias naquele espaço para irem a concurso. A Lusa contactou uma das vencedoras e a jovem, de 14 anos, confessou que a iniciativa não lhe trouxe qualquer vantagem, apesar de querer ser modelo profissional.

 

Quanto custa um "book"?


Os interessados podem obter um trabalho fotográfico editado por apenas 25 euros. A qualidade e a produção dependem do que o cliente pretende e inflacionam o preço — uma grande produção pode chegar aos 800 euros. No entanto, com o aumento do mercado e da procura, cada vez mais as empresas/profissionais estão a adaptar-se a esta realidade, criando "packs" promocionais, como foi o caso de Fernando Tavares. “Actualmente peço 180 euros por um 'book' profissional, mas também faço promoções. Quando tenho pedidos de clientes que apenas querem ter uma experiência, cobro entre 40 a 60 euros. Também faço 'books' a 25/30 euros para nos adaptarmos à situação financeira dos clientes e conseguir trabalho”, revela.

 

Vários profissionais afirmam que realizam entre dois a cinco "books" por mês, mas os que oferecem um preço mais baixo dizem conseguir ainda mais produções: entre quatro a oito sessões por semana. O fotógrafo "freelancer" Hélio Andrade defende que as ofertas baratas “estragam o mercado, porque quando os clientes que fizeram trabalhos por preços baixos vão ao encontro de empresas [de maior dimensão] sentem-se enganados quando estas lhes apresentam o valor real de um 'book'”.

 

Alguns profissionais acreditam que os fotógrafos que pedem menos de 50 euros não conseguem cobrir os custos da produção. No entender do fotógrafo Paulo Costa “deveriam receber entre 150 a 200 euros por cada serviço, devido a todo o trabalho que exige". "Normalmente uma fotografia demora uma hora a ser editada, o que exige muito do profissional”, refere. A modelo Diana Pereira defende que, para quem quer seguir o mundo da moda, fazer um "book" por baixo custo “não é uma opção”. Por isso, aconselha às adolescentes interessadas a fazerem um 'casting' nas agências de modelo, já que, se houver interesse, a “própria agência pagará o 'book'”.

 

retirado do P3



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Quarta-feira, 18.04.12
Mauro Pinto é o vencedor
Mauro Pinto fez mais de mil fotografias no Bairro da Mafalala e escolheu apenas 12 para o projecto "Dá Licença"
DR/Mauro Pinto

Na segunda edição em que o mais importante prémio de fotografia em Portugal assume formato internacional, o júri destaca "a entrega à realidade" do moçambicano Mauro Pinto.

 

E a carta fora do baralho revelou ser, afinal, um trunfo. Mauro Pinto, nascido em 1974 em Maputo, Moçambique, foi ontem escolhido "por unanimidade" como novo vencedor do BesPhoto, o mais importante prémio de fotografia em Portugal, que atribui 40 mil euros. 
À oitava edição - a segunda aberta a artistas de outros países de língua portuguesa -, Mauro Pinto candidatou-se ao lado do português Duarte Amaral Netto (n. Lisboa 1976) e dos brasileiros Rosângela Rennó (n. Belo Horizonte, 1962) e colectivo Cia de Foto, criado em 2003. Na exposição de avaliação apresentou uma selecção de 12 fotografias de uma longa série intitulada Dá Licença, com mais de mil imagens realizadas no emblemático Bairro da Mafalala, onde viveram muitos dos que fizeram a independência moçambicana.
Samora Machel, Chissano, Marcelino dos Santos. Mas também Eusébio e Craveirinha. Com o tempo, o Bairro da Mafalala acabou por se tornar um bizarro destino turístico da capital moçambicana. Mauro Pinto concentrou-se nos interiores das casas: chão de cimento, tectos e paredes de lusalite, cadeiras e mesas de plástico, sofás de cabedal esventrados. Nas suas imagens não há turistas nem moradores, não há pessoas - os objectos e ambientes surgem como retrato da vida, por ausência.
"Esta série revela a entrega do artista à realidade das pessoas que habitam os espaços aqui retratados, ao mesmo tempo que transmite uma perspectiva histórica e sociológica da realidade contemporânea moçambicana", escreveu nas ponderações finais o júri de premiação internacional, este ano constituído por Dominique Fontaine, curadora e assessora da plataforma POSteRIORI (Montreal), Dirk Snauwaert, curador e director do Wiels Arts Center for Contemporary Art (Bruxelas), e Ulrich Loock, ex-director adjunto do Museu de Serralves e do Kunsthalle Bern. 
O júri sublinha ainda "a forma como o artista utiliza a luz, dando vida aos elementos presentes": "Da cor aos objectos, é de realçar a capacidade com que o seu trabalho nos transporta para uma realidade habitada" - isto com uma apresentação "sem artifícios na sua essência". 
A presença não artificiosa do seu trabalho é precisamente o que faz de Mauro Pinto uma carta fora do baralho de afinidades entre um grupo de candidatos cuja obra explora, em geral de forma mais construída, noções ligadas à fotografia como suporte e como documento. 
Para o projecto com que se apresentou ao prémio, Rosângela Rennó, talvez o nome mais conhecido de entre os candidatos - está até 6 de Maio no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian com a exposição Frutos Estranhos -, partiu de uma série de imagens do princípio do século XX compradas numa loja de segunda mão.
De regresso à ontologia da imagem, em Lanterna Mágica, voltou às técnicas clássicas: a revelação sobre papel, o controlo da luz... Sobre as imagens que ampliou a partir de negativos - um lago, um conjunto de árvores, um caminho... - fez incidir um cone de luz, criando fantasmagorias, buracos negros que engolem secções de informação das imagens, num gesto tanto de atribuição de nova carga simbólica a imagens preexistentes como numa reflexão sobre a necessidade de construção de novas imagens. 
O colectivo Cia de Foto apresentou fotografias, mas também vídeos - propostos como paisagens sonoras. Imagens de negros densos com trabalhadíssimas presenças de luz, a remeter para uma das questões essenciais da fotografia: o eterno conflito entre a luz e a sombra. 
E outra questão de base em torno da fotografia no projecto com que se candidatou Duarte Amaral Netto: as problemáticas e narrativas construídas à volta da oposição real versus ficção. 
Lisboa-São Paulo
Na primeira sala da exposição do prémio, que fica até 27 de Maio no Museu Berardo, em Lisboa, e depois viaja para a Pinacoteca de São Paulo, Brasil (16 de Junho a 5 de Agosto), Amaral Netto mergulha-nos de imediato na dúvida, um território em que as fronteiras entre documento e suporte de construção ficcional se esbatem.
Conhecemos Z que, em 1938, formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, parte para a Alemanha, para se especializar na reconstrução de lesões faciais no Hospital da Luftwaffe. São dezenas de fotografias: Z num curso de planadores; Z a esquiar; Z com os colegas do hospital, em jantares, festas; imagens de pacientes deformados; soldados fardados; a fuga para França através da floresta de Ardennes... Presumimos que Z não existiu, e que as imagens que observamos pertenceram a diferentes narrativas que não aquela que compõem na mostra.
Numa entrevista no catálogo do prémio, Mauro Pinto explica como, aos 12 anos, chegou à fotografia com o português Alexandre Júnior: "Procurei-o para lhe dizer que queria ser fotógrafo, ele não acreditou em mim [...] pegou num livro de Ansel Adams e numa revista [...] e disse: "Miúdo, vai ler e ver as fotos. Quando acabares volta." [...] uma semana depois estava lá. [...] mais tarde fiz um curso por correspondência e um estágio na Foto Retina. E foi assim..."
No final dos anos 1990, Mauro Pinto estudou na Monitor International School, em Joanesburgo. Em 2002 integrou pela primeira vez a PhotoFesta, em Maputo. Tem participado em várias exposições internacionais desde então.
Retirado do Ipsilon


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Domingo, 18.03.12

Um guia para os carros com mais estilo, mais inovadores ou os mais intrigantes dos que se estão atualmente a produzir. Espreite aqui "Cars Now!", o novo livro de fotografias editado pela Taschen

 



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/carros-de-sonho-para-gostos-diversos=f711794#ixzz1pPTP1vFL



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Domingo, 11.03.12

Um símbolo nacional cruzado com a realidade fabril do Vale do Ave

Um símbolo nacional cruzado com a realidade fabril do Vale do Ave (Imagem: Filipe Dujardin)

 

A imagem do castelo-fábrica criada por Filipe Dujardin arrisca a tornar-se num dos ícones da Guimarães 2012. O fotógrafo belga olhou para o símbolo da nacionalidade tal como o conhecemos e manipulou-o digitalmente, cruzando-o com as fotografias das unidades industriais da região. Durante o último ano, outros três artistas estiveram no vale do Ave de máquina na mão para retratar a paisagem. O resultado é hoje dado a conhecer na exposição Missão fotográfica: Paisagem transgénica.

 

Dujardin esteve duas vezes em Guimarães. Viu o castelo, o Paço dos Duques e o centro histórico e lembrou-se de uma máxima que costuma aplicar: "Se é tudo perfeito, eu desconfio". Por isso decidiu desconstruir os monumentos, cruzando-os com aquilo que encontrou na periferia da cidade.

O fotógrafo belga levou a ideia de uma paisagem transgénica ao extremo, fazendo uso da edição digital. Mas este é o conceito-base desta exposição, usando a formulação que o geógrafo Álvaro Domingues aplica ao Vale do Ave. 

Este é um território em que urbano, rural e industrial se cruzam, com fronteiras pouco definidas. De tal modo que Katalin Deér se perdeu e acabou a fotografar Vizela e Santo Tirso.

"Tive que apreender a forma como as coisas se fazem aqui", confessa a fotógrafa norte-americana, radicada na Suíça. A artista fotografou em 35mm: fábricas, casas, torres de quartéis de bombeiros. E escolheu 60 fotografias, que estão dispostas sobre tampos de mesas recuperados da antiga fábrica ASA. 

A estes dois fotógrafos juntam-se ainda o sueco JH Engstrom (que retrata Guimarães em sequências de polaroids danificadas e imagens bucólicas de cores saturadas) e o italiano Guido Guidi (fotografias de médio e grande formato, concentradas em pormenores das construções).

No âmbito do projecto Missão fotográfica: Paisagem transgénica, da Guimarães 2012, os quatro artistas estiveram em residência artística no concelho durante 2011. Nenhum deles tinha trabalhado antes em Portugal e esse "foi um dos critérios de escolha", conta Pedro Bandeira, que partilha com Paulo Catrica a curadoria do projecto, de modo a garantir um olhar descomprometido. A encomenda aos fotógrafos partia da arquitectura, mas não de um ponto de vista "erudito". "Queríamos um olhar muito honesto em relação ao que existe, transmitindo a ideia de um território que não é só construído por arquitectos", conta Bandeira.

A exposição é inaugurada às 18h, no Centro Cultural Vila Flor, onde fica até 19 de Maio. O dia de hoje na Capital da Cultura vai ainda ficar marcado pela abertura da antiga fábrica têxtil ASA, reconvertida em espaço cultural. Nas áreas expositivas serão inauguradas duas mostras do programa de Arte e Arquitectura - O ser urbano: Nos caminhos de Nuno Portas; e Collecting, collections and concepts, com obras de empresas e fundações portuguesas.

 

Via Público



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Quinta-feira, 01.03.12

Dezenas de milhares de estudantes universitários e agentes políciais espanhóis entraram em "guerra" nas ruas da segunda principal cidade de Espanha.

 

Pelo menos duas pessoas foram já detidas, na sequência dos confrontos entre a polícia e os estudantes, junto à praça da universidade no centro de Barcelona. Muitos alunos estão refugiados na reitoria da universidade que continua cercada pelos "Mossos d'Esquadra".

 

Quando a manifestação de estudantes em protesto contra os cortes no ensino chegava ao fim, foram incendiados alguns caixotes de lixo e arremessadas pedras contra os "Mossos d'Esquadra", nome da polícia local.

 

Para se abrigarem dos confrontos, que decorriam nas ruas adjacentes, centenas de manifestantes procuraram refúgio no edifício da reitoria que pelas 15 horas (menos uma em Portugal), já se encontrava cercado pela polícia que chegou a disparar balas de borracha.

 

A manifestação com partida e chegada à praça da universidade, e na qual também marcaram presença professores e funcionários, parou por completo o centro de Barcelona. A encabeçar o desfile, em que participaram 25 mi pessoas, segundo a polícia, e 70 mil, segundo o "El Mundo", estavam uma enorme faixa onde se podia ler: "Não pagaremos as vossas aldrabices - Salvemos a universidade pública".





Via Expresso



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Terça-feira, 28.02.12

Veja os "trapinhos" que vestiram as estrelas na noite dos Óscares

 

Depois dos prémios o destaque vai para a roupa das estrelas. Veja o que vestiram os protagonistas da noite dos Óscares e escolha os melhores e os piores.




Via Expresso



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Sexta-feira, 17.02.12

Quando o Japão sofreu um terramoto e um tsunami em março de 2011, as imagens de destruição total percorreram o mundo. Onze meses depois, veja como o país recupera a grande velocidade.

 

Via Expresso


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Terça-feira, 07.02.12
É simples partilhar qualquer foto fora dos muros da rede social
É simples partilhar qualquer foto fora dos muros da rede social (Thomas Coex/AFP)

Independentemente das definições de privacidade e até de já terem sido “apagadas”, as fotografias dos utilizadores do Facebook podem ser vistas por qualquer pessoa. Não é preciso ser “amigo”, nem ter uma conta no site.

 

Como em qualquer outro site, as fotografias colocadas no Facebook têm um URL, ou seja, um endereço único na Internet. No caso do Facebook, as fotografias têm um endereço que começa por algo como “https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/” e termina com “.jpg” (que é a extensão do tipo de ficheiro das fotografias). Pelo meio, há uma série de números, que identificam a fotografia e o utilizador.

Este endereço pode ser facilmente usado para partilhar uma fotografia na Internet. E como o acesso é feito directamente ao ficheiro da fotografia, não se aplicam quaisquer medidas de segurança. Uma vez partilhada, a foto pode ser vista mesmo por quem não tenha sequer uma conta na rede social. 

O acesso às fotografias através de um link ou álbum no próprio Facebook só pode ser feito nos termos em que o utilizador define (em tempos, o site tinha uma falha de segurança que permitia facilmente perceber qual o endereço de cada foto – entre outras, acabaram por ser reveladas fotos do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, e de Paris Hilton). 

Porém, um utilizador da rede que esteja autorizado a ver uma determinada foto (um “amigo” ou um “amigo de um amigo”, por exemplo), pode simplesmente fazer um clique direito com o rato e obter o endereço da fotografia (é uma das opções do menu que se abre). Depois, pode partilhar esse endereço com quem quiser, onde quiser (se quisesse, e não há medida de segurança que o pudesse impedir, também podia dar-se ao trabalho de copiar a fotografia para o próprio computador e disponibilizar de seguida esse ficheiro – o método do endereço da foto é um atalho mais cómodo). 

O URL de cada foto contém também cinco conjuntos de números, separados pelo carácter “_”. O terceiro deste conjunto de números é o que identifica o perfil do utilizador que carregou a foto. Para aceder a esse perfil, basta usar o endereço “https://www.facebook.com/profile.php?id=” seguido do número em causa (isto permite que alguém saiba quem é o dono de uma fotografia apenas através do URL dessa fotografia).

Para além disto, o site de tecnologia Ars Technica dá hoje conta de que as fotografias no Facebook não são eliminadas dos servidores da empresa, mesmo quando o utilizador decide apagá-las. Segundo o site, há fotografias que permanecem online vários anos após o utilizador ter carregado no botão de apagar. 

Estas fotografias não estão acessíveis através de nenhum link no Facebook, nem são mostradas no site. Mas podem ser vistas por quem conheça o URL da foto.

Um porta-voz do Facebook, Frederic Wolens, explicou ao Ars Technica que os “sistemas usados para armazenar fotos há alguns anos nem sempre apagam imagens das redes de distribuição de conteúdo num período de tempo razoável, embora sejam imediatamente removidas do site”.

Segundo a mesma fonte, a empresa está a trabalhar para que os sistemas apaguem as fotografias num período de 45 dias após o utilizador carregar no botão e também afirmou que as fotografias são armazenadas em dois tipos de servidores diferentes e que são as que estão em servidores mais antigos as que são afectadas pela falha.

O Ars Technica tinha já escrito um artigo sobre o assunto em 2009 e já então o Facebook tinha afirmado que estava a trabalhar para reduzir o tempo de eliminação das fotografias.

 

Via Público



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Quarta-feira, 01.02.12

Julho está cada vez mais próximo e com ele os Jogos Olímpicos em Londres. A capital inglesatem as obras quase prontas e não fosse uma gigantesca derrapagem orçamental, tudo tinha sido perfeito. A presença de atletas portugueses está garantida e até pode mesmo vir a aumentar.

 

Londres recebe de 27 de julho a 12 de agosto de 2012 os Jogos Olímpicos pela terceira vez. São 26 desportos em 39 modalidades que vão tornar a cidade no centro do mundo.

 

Os Jogos Olímpicos de Londres já tem 90% das obras concluídas mas foram várias as derrapagens no orçamento inicial de 9,3 mil milhões de libras.

 

Quanto à presença portuguesa, 41 atletas já têm o lugar garantido mas, até ao arranque do evento, o número pode muito bem aumentar.

 

 

Via Expresso


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Quinta-feira, 26.01.12

Filmes "A Invenção de Hugo", a aventura juvenil de Martin Scorsese em 3D, e "O Artista", a homenagem francesa à fase final do cinema mudo em Hollywood, dominaram as nomeações para os Óscares 2012

 



Via Expresso



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Conheça a mansão 'Dotcom', na Nova Zelândia, propriedade de Kim 'Dotcom' Schmitz, fundador do MegaUpload, que está detido no âmbito de uma operação do FBI contra uma alegada rede de pirataria informática internacional.


Via Expresso



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Domingo, 22.01.12

Milhares de pessoas encheram as ruas e praças históricas no dia em que a cidade "Berço de Portugal" se tornou a Capital Europeia da Cultura 2012. Veja as imagens captadas pelo fotojornalista do Expresso José Ventura.



Caminhar até ao Largo do Toural, no centro de Guimarães, foi ontem uma tarefa hercúlea, no dia em que a "cidade berço" celebrou o arranque da Capital Europeia da Cultura (CEC).

 

Dezenas de milhar de pessoas encheram as ruas e praças do centro histórico da cidade, para assistir à demonstração multimédia que conjugou música, projeção de vídeo e iluminação nas fachadas do Largo do Toural, uma técnica conhecida como videomapping.

Com o espetáculo da companhia catalã "La Fura del Baus", entitulado "Berço de uma Nação", o Largo do Toural viu-se transformado num gigantesco teatro de marionetas, em que um homem e um cavalo gigantes, suportados por gruas, circularam por entre a multidão, que no final já cantava em uníssono o hino "Guimarães allez".

 

Com o espetáculo coroado com fogo de artifício, os "La Fura del Baus" pretenderam representar a Europa através da marioneta de um homem gigantesco, enquanto Portugal esteve simbolizado pelo cavalo, uma metáfora que culminou com o encontro entre os dois, em pleno centro da praça.

 

"Os vimaranenses estão de parabéns", disse à Agência Lusa Paulo Mendes, para quem o arranque da CEC "não poderia ter sido melhor", pelo que "não só os vimaranenses mas também todos os portugueses deveriam estar orgulhosos".

 

Já Lurdes García veio da Galiza de propósito para ver o arranque da Capital da Cultura e os "La Fura del Baus e à Lusa exclamou que após a inauguração virá "sem dúvida mais vezes".

Via Expresso


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Sexta-feira, 20.01.12

Agora é oficial: a Kodak pediu falência

Pioneira mundial da fotografia de massas há mais de 100 anos, a Kodak anunciou nesta quinta-feira que declarou falência junto de um tribunal de Nova Iorque para se poder reestruturar

 

A sofrer com a mudança maciça dos consumidores para a fotografia digital, a empresa diz que este pedido de falência, que lhe dará protecção face aos credores, visa a obtenção de liquidez nos EUA e no estrangeiro para rentabilizar a propriedade intelectual não estratégica, resolver o passivo e, assim, permitir à empresa que se concentre nas linhas de negócio mais valiosas.

 

O pedido de falência não abrange as subsidiárias fora dos EUA, que vão continuar a honrar todas as obrigações, segundo se lê no comunicado que a empresa publicou no site. A empresa espera pagar salários nos EUA e manter os serviços aos consumidores.

 

A Kodak tem estado com dificuldades financeiras crescentes, foi ameaçada de expulsão da Bolsa de Nova Iorque devido à brutal queda do valor das acções e obteve agora uma linha de crédito de 950 milhões de dólares, a ano e meio, do Citigroup.

 

“A Kodak está a dar um passo significativo para completar a sua transformação”, disse o presidente executivo, Antonio M. Perez, citado no mesmo comunicado.

 

O mesmo responsável realçou que o Capítulo 11 da Lei de Falências dos EUA, a que a empresa recorreu, lhe dá “as melhores oportunidades para maximizar valor em duas partes críticas” da sua tecnologia: “as patentes de captura digital, que são essenciais para uma vasta gama de aparelhos móveis e outros aparelhos de electrónica de consumo”, e as tecnologias de impressão e armazenamento de imagem, “que dão à Kodak uma vantagem competitiva” no crescente negócio digital.

 

Via P3



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Sábado, 14.01.12

Cyril Despres, nas motos, e Stephane Peterhansel, nos automóveis, continuam a liderar o Dakar-2012, no dia da antepenúltima etapa da prova, que liga Arequipa e Nazca, no Peru.


Veja a fotogaleria:

Os franceses Cyril Despres (motos) e Stephane Peterhansel (automóveis) continuam a defender a liderança na edição de 2012 do rali de todo-o-terreno Dakar, na 12ª e antepenúltima etapa da prova, que terá uma especial de 245 quilómetros, entre Arequipa e Nazca.

Na geral, Despres tem o espanhol Marc Coma a 2.22 minutos, enquanto Hélder Rodrigues é o melhor português, na terceira posição, a 1:08.40 horas.

Peterhansel está cada vez mais perto do 10.º triunfo na mítica prova, uma vez que tem o espanhol Nani Roma já a 22.49 minutos, com os portugueses Carlos Sousa (sétimo) e Ricardo Leal dos Santos (nono) a integrarem o "top-10".

Via Expresso



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Terça-feira, 10.01.12
 Fotografias de João Silva no Afeganistão em exposição no CPF

 

Depois de documentar dez anos de guerra em fotos, o fotojornalista João Silva, reuniu toda a sua obra numa exposição no Centro Português de Fotografia (CPF), no Porto.


Foram dez anos fotografando cenas de guerra, sempre na frente de combate e que levaram João Silva a um fatídico acidente, no qual perdeu as duas pernas, depois de ter pisado uma mina.

 

“Desde que fui lá em 1994, durante a guerra civil, apaixonei-me logo pelo país e a ironia é que, anos mais tarde, fiquei ferido e deixei uma parte de mim lá“, declarou João em entrevista à Agência Lusa.

 

Agora podemos ver reunidas numa mostra no CPF, uma coleção de fotografias de cenários de guerra, inaugurada no passado sábado (07), na cidade do Porto.

 

João Silva é luso-africano e correspondente do ‘New York Times’. Ao longo da sua carreira trabalhou como fotojornalista em cenários de guerra no Líbano, Iraque, Afeganistão e Quénia.

 

Notabilizou-se por ser um dos membros do ‘Bang- Bang Club’, um grupo de fotógrafos que acompanhou de perto os momentos mais importantes no apartheid na África do Sul, compilados num livro que escreveu em coautoria com Greg Marinovich e que em 2010 foi adaptado ao cinema.

 

Foi a 20 de outubro de 2010, um dia que definitivamente marcou a sua vida quer profissional quer pessoal, que se deu o acidente no qual viu amputadas as duas pernas. Depois de acompanhar uma patrulha de soldados americanos, na província de Kandahar, João pisou uma mina e esta explodiu.

 

“Eu costumo dizer que nesse dia tive pouca sorte, mas que também tive muita sorte”, conta João Silva. A mina que provocou o acidente estava conectada a um barril que continha mais de 20 quilos de explosivos caseiros, os quais não rebentaram.

 

"Os técnicos do exército norte-americano disseram-me que, se aquilo tivesse acontecido, eles não tinham encontrado o suficiente de mim para pôr numa caixa de fósforos”, recorda.

 

Durante a sua estadia em Washington, a fim de cuidar do processo de reabilitação, recebeu a visita do vice-presidente americano, Joe Biden, e da primeira-dama, Michelle Obama.

 

E foi ainda com grande mérito que conseguiu que uma foto da sua autoria fosse publicada na capa do ‘New York Times’, com um grupo de veteranos a observar um exército de paraquedistas.

 

Passados 14 meses, João Silva regressou a Joanesburgo, onde se encontra a sua residência, na companhia da família e é com grande ansiedade que espera pelo seu regresso aos campos de guerra. “Estou a fazer planos para regressar ao Iraque e também para o Afeganistão”, afirmou.

 

A exposição presente no CPF estará disponível até ao dia 25 de março e relata os conflitos no Afeganistão de 1999 a 2010. A entrada é de acesso livre.

 

Via Pt Jornal



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Sexta-feira, 06.01.12
Eve Arnold, 1912-2012
Eve Arnold, 1912-2012 ()
Fotografou Marylin Monroe no set do seu último filme, “Os Inadaptados”, e mostrou, rua a rua, rosto a rosto, a vida no bairro nova-iorquino do Harlem. Viajou até aos Emiratos Árabes Unidos quando estes, na década de 1970, eram um mistério para o Ocidente, e captou Isabel II, muito pouco majestática, de sorriso muito humano. Aproximou-se de Paul Newman ou James Cagney, acompanhou Malcolm X na luta pelos direitos civis, fotografou o basfond cubano de prostituição e rostos derrotados e teve como primeiro grande trabalho uma série sobre o nascimento. Eve Arnold, a primeira mulher admitida nos quadros da Magnum e um dos nomes maiores da geração de ouro da fotografia no século XX, morreu hoje, quinta-feira, aos 99 anos.

A mulher cujo trabalho foi descrito por Robert Capa, um dos fundadores da Magnum, como estando “metaforicamente entre as pernas de Marlene Dietrich e as vidas amargas dos trabalhadores migrantes na apanha de batata”, vivia numa casa de repouso em Londres, a cidade que a acolhera no início da década de 1960.

Nascida em Filadélfia em 1912, filha de imigrantes russos, Eve Arnold chegou tarde à fotografia. Inicialmente inclinada a seguir uma carreira na medicina, o rumo da sua vida foi alterado quando recebeu de um namorado uma câmara Rolleicord. Nova Iorque foi o primeiro alvo do seu olhar, em que a pulsão documental era profundamente tocada pelas obsessões marcantes da sua vida. “[Certos] temas ressurgem uma e outra vez no meu trabalho”, cita-a nesta quinta-feira o site da NBC. “Fui pobre e quis documentar a pobreza; perdi uma criança e era obcecada com o nascimento; estava interessada na política e queria saber como afecta as nossas vidas; sou uma mulher e quis conhecer as mulheres”.

Arnold entrou para Magnum em 1951 e tornou-se membro efectivo em 1957. Nos anos seguintes, viajou mundo fora para documentar a vida na União Soviética e na China, ou o universo feminino no Dubai. Em Inglaterra, desviou o olhar da emergente “swinging London” para se concentrar naquilo que era ainda uma sociedade profundamente classista – registava lordes em caçada ou veteranos abandonados da segunda Grande Guerra. “A coisa mais difícil no mundo é pegar no mundano e tentar mostrar quão especial é”, afirmou.

Os seus trabalhos mais famosos serão, porém, os que fez com estrelas como Joan Collins, Isabela Rossellini, Marlene Dietrich ou, principalmente, Marylin Monroe, que fotografou pela primeira vez em 1951 e que acompanhou até à sua morte. Com todas elas, construiu uma intimidade que a câmara reflectia de forma pungente. “Aquilo que tentei fazer foi envolver as pessoas que estava a fotografar”, cita-a o Telegraph. “Se estivessem dispostos a dar, eu estava disposta a fotografar”.

No período mais intenso da sua carreira, as décadas de 1950, 60 e 70, trabalhou com a Life,EsquireSternParis-Match ou com o Sunday Times, e, ainda que a cor faça parte de muito do seu espólio, sempre preferiu o preto-e-branco.

Apesar da obra que deixa e da paixão que revelou pela sua arte, dela não se poderemos afirmar ter fotografado até ao fim. “Julgo que, se alguma vez me sentir realizada, terei que parar. O que nos guia é a frustração”, disse em tempos. Em 2009, porém, quando a actriz Angelica Huston lhe perguntou se ainda fotografava respondeu, que “isso” tinha acabado. “Já não consigo segurar a câmara”, explicou. 

 

Via Público



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Terça-feira, 03.01.12

Milhares de pessoas escolheram o Parque das Nações, em Lisboa, para entrar em 2012. No Porto, a Avenida dos Aliados foi o local escolhido

 

 

 

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 17:23 | link do post | comentar

Segunda-feira, 02.01.12

 

O grupo Famílias Arco-íris está a apoiar um projeto de Ana Nunes da Silva e Ana Clotilde Correia,  e procuramos famílias arco-íris que queiram e possam envolver-se num projeto fotográfico que pretende dar visibilidade à parentalidade das pessoas LGBT.

 

Gostaríamos de contribuir para mudar o ponto de partida na discussão sobre o superior interesse das crianças e os direitos de parentalidade das pessoas LGBT. Constatamos que o poder político e a sociedade em geral partem para essa discussão parecendo ignorar que as famílias já existem. Porque “o pessoal é político”, queremos que “o pessoal” esteja visível para que não possa ser ignorado.

 

 

 

Inspirad@s pelo projeto do fotógrafo norte-americano Stefen Jora, The Gay Families Project, pretendemos fazer um retrato do quotidiano, recolher fragmentos de normalidade familiar e fazê-los circular.

 

Apesar da grande visibilidade que gostaríamos que o projeto adquirisse, o resultado final poderá não expor demasiado a identidade das crianças e dos pais e/ou das mães. As famílias que generosamente colaborem poderão participar da seleção de imagens que venha a ser divulgada.

 

Potenciais voluntári@s devem contactar o Grupo Famílias Arco-íris (familias@ilga-portugal.pt) ou a equipa do projeto: Ana Nunes da Silva e Ana Clotilde Correia.

Obrigada!

 

Retirado de Famílias Arco Iris



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Domingo, 01.01.12

No momento final da sua carreira, Harry Potter bateu os Smurfs, que ficaram em 2º lugar. Veja a lista dos 40 filmes mais vistos nos cinemas portugueses em 2011


  

 



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Sexta-feira, 30.12.11

Inauguração estava prevista para antes do Natal mas só ocorreu ontem numa floresta daBaviera, próximo da fronteira com a República Checa

 

Via Expresso



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Quinta-feira, 29.12.11

Popular revista anunciou os vencedores do concurso de fotos. Divididas por três temas (NaturezaPessoas e Lugares), foram também destacadas imagens com menções honrosas e as escolhas do público.

Via Expresso


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Sexta-feira, 23.12.11

Ideias de presentes para todas as bolsas para uma quadra festiva em grande.




Via Expresso



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Sexta-feira, 16.12.11

São considerados um bom indicador para os Óscares.  Inesperadamente, é "O Artista", uma produção francesa a preto e branco de homenagem ao cinema mudo de Hollywood, o filme que se destaca com cinco nomeações para os Globos de Ouro. 

O filme francês "O Artista", de Michel Hazanavicius,lidera com seis nomeações a 69ª edição dos Globos de Ouro, os prémios atribuídos pela Associação de Jornalistas Estrangeiros de Hollywood.

 

Os nomeados foram hoje revelados em Los Angeles, Califórnia, e a liderar está uma produção francesa a preto e branco, de homenagem ao cinema mudo de Hollywood, cuja personagem principal é estrela de cinema que se depara com o advento dos filmes sonoros.

 

"O Artista", que ainda não se estreou em Portugal, está nomeado, por exemplo, para melhor filme de comédia ou musical, melhor realização e melhor ator e atriz, com os franceses Jean Dujardin e Berenice Bejo.

 

Com cinco nomeações cada seguem "As serviçais", de Tate Taylor, e "Os descendentes", de Alexander Payne.

Destaque para Clooney

Destaque para George Clooney, nomeado para melhor realizador por "Nos idos de março" e para melhor ator de drama em "Os Descendentes", e para Steven Spielberg, nomeado pela realização de "War Horse" e na categoria de melhor filme de animação com "As Aventuras de Tintin: O Segredo do Licorne".

 

Além de Clooney, Michel Hazanavicius e Spielberg, para melhor realizador estão indicados Woody Allen, Alexander Payne e Martin Scorsese.

Na categoria de melhor drama estão indicados os filmes "Hugo" (Martin Scorsese), "Os Sescendentes", "As Serviçais", "Nos Idos de Março" (George Clooney), "Moneyball" (Bennett Miller) e "War Horse" (Steven Spielberg).

 

Para a melhor comédia ou musical foram selecionados "O Artista", "Carnage" (Roman Polanski), "Meia-Noite em Paris" (Woody Allen), "50/50" (Jonathan Levine), "A melhor despedida de solteira" (Paul Feig) e "My Week With Marilyn" (Simon Curtis).

 

Na representação, George Clooney ("Os descendentes"), Brad Pitt ("Moneyball"), Leonardo DiCaprio ("J. Edgar"), Ryan Gosling ("Nos idos de março") e Michael Fassbender ("Shame") estão nomeados para melhor ator em drama.

Ryan Gosling duplamente nomeado

O ator norte-americano Ryan Gosling aparece duplamente nomeado, uma vez que também foi indicado para melhor ator de comédia ou musical pelo filme "Amor estúpido e louco", ao lado de Jean Dujardin, Brendan Gleeson ("The Guard"), Joseph Gordon-Levitt ("50/50?) e Owen Wilson (Meia-Noite em Paris").

 

No lado das mulheres, na categoria de drama estão nomeadas as atrizes Glenn Close ("Albert Nobbs"), Meryl Streep ("The iron lady"), Rooney Mara ("Millennium: Os homens que odeiam as mulheres"), Viola Davis ("As serviçais") e Tilda Swinton ("We nedd to talk about Kevin").

 

Em comédia ou musical estão nomeadas Jodie Foster e Kate Winslet (ambas em "Carnage"), Charlize Theron ("Young Adult") Kristen Wiig ("A melhor despedida de solteira") e Michelle Williams ("My Week with Marilyn").

 

Para o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro competem "A pele onde eu vivo" (Pedro Almodóvar, Espanha), "The Flowers of war" (Yimou Zhang, China), "In the land of blood and honey" (Angelina Jolie, Estados Unidos), "Uma separação" (Asghar Farhadi, Irão) e "O miúdo da bicicleta" (Jean-Pierre e Luc Dardenne, Bélgica).

 

"As aventuras de Tintin: O segredo do licorne", "Arthur Christmas", "Carros 2", "O gato das botas" e "Rango" competem para melhor filme de animação.

 

A cerimónia de entrega dos Globos de Ouro, prémios atribuídos pela Associação de Jornalistas Estrangeiros de Hollywood, decorrerá no dia 15 de janeiro em Los Angeles, Califórnia, e será conduzida pelo ator Rick Gervais.

 

 



Via Expresso



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Quarta-feira, 14.12.11

Fotografia do tubarão azul tirada pelo fotógrafo Nuno Sá ao largo da ilha do Faial, nos Açores

Uma fotografia de um tubarão azul tirada pelo fotógrafo Nuno Sá ao largo da ilha do Faial, nos Açores, venceu a principal categoria do maior concurso mundial de fotografia subaquática, disse hoje o vencedor à agência Lusa.

Fotografia do tubarão azul tirada pelo fotógrafo Nuno Sá ao largo da ilha do Faial, nos AçoresImagem: NUNO SÁ/LUSA


Epson World Shootout, um concurso com características únicas que decorre em todo o mundo, atribuiu o primeiro prémio da categoria “Grande Angular” à fotografia de Nuno Sá, que mostra um tubarão azul junto ao banco submarino "Condor", no mar dos Açores.

 

O fotógrafo português, especializado em vida marinha selvagem e considerado um dos melhores do mundo, disse à Lusa que também conquistou o quarto lugar na mesma categoria “Grande Angular” com uma imagem de jamantas (da família das raias) tirada junto ao banco submarino “Princesa Alice”, nos Açores.

 

O Epson World Shootout decorreu durante todo o mês de agosto, período em que milhares de fotógrafos amadores e profissionais recolheram as imagens que submeteram à apreciação do júri.

 

Na edição deste ano concorreram 226 fotógrafos de 27 países, desde a China à Papua Nova Guiné, que apresentaram 1.556 imagens a concurso.

Este foi o terceiro prémio internacional de relevo conquistado este ano por Nuno Sá, que é um dos fotógrafos mais premiados a nível mundial na área da vida marinha selvagem.

 

O fotógrafo, que vive há vários anos nos Açores, foi recentemente distinguido, também com imagens de tubarões azuis, no Wildlife Photographer of the Year, considerado o maior concurso de fotografia de natureza a nível mundial, e no Natures Best Photography, o principal concurso de fotografia de natureza que se realiza nos Estados Unidos.

 

Via Sapo Noticias



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Segunda-feira, 12.12.11

Fim da ocupação de Portugal em Goa foi há 50 anos, mas ainda há fado, futebol e Fátima no pequeno estado indiano. O Expresso esteve lá e trouxe em imagens o que resta dos 450 anos de presença portuguesa.

Foi a 18 de dezembro de 1961 que Goa deixou de ser portuguesa, depois de 450 anos de colonização. Cinquenta anos depois, a presença de Portugal ainda não foi esquecida e há mesmo quem cante fado e festeje o Santo António. Mas, dizem os mais velhos que ainda falam a língua de Camões: "A cultura portuguesa em Goa tem os dias contados".

 

Do passado, sobram os jardins com nomes de personalidades portuguesas como Garcia de Orta (que morreu em Goa em 1568), a arquitetura colonial, a gastronomia, um núcleo sportinguista, as igrejas católicas onde se reza com profunda devoção a Nossa Senhora de Fátima e um sem-fim de referências a Portugal, visíveis principalmente no comércio. Que vão desde o tão tipicamente português "Café Central" à joalharia "Velho&Filhos", passando pela "Barbearia Real", a "Loja Camota" e até mesmo o hotel "Fontainhas Inn", no bairro do mesmo nome.

 

Venha daí numa pequena viagem ao Portugal que ainda sobrevive em Goa.

 

Via Expresso



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Terça-feira, 06.12.11

Uma garrafa de plástico com água e lixívia permite refletir a luz solar para o interior de barracas escuras. Solução tem sido usada em diversos países em desenvolvimento e as Filipinas implementaram uma campanha de distribuição de 10 mil garrafas-lâmpada.

 



Via Expresso



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Sábado, 03.12.11



Ya lo intuía hace tiempo. Aunque las fotos publicadas van a seguir siendo parecidas, no así la manera de hacerlas que va a experimentar fuertes cambios debido a las nuevas tecnologías y a los nuevos descubrimientos. Nikon lanza al algo muy novedoso que creo revolucionará en mercado de los aficionados.

En la pirámide de las ventas de cámaras, las del segmento profesional ocupan la cumbre. Forman el buque insignia de las ventas pero son minoritarias; en cambio las dedicadas a los aficionados  constituyen el grueso del mercado. Las nuevas Nikon1 ocuparán un amplio nicho por encima de las compactas e incluso entraran en competencia con algunos de los modelos réflex más básicos. El usuario es alguien que quiera hacer buenas fotos sin complicaciones técnicas. ¿Sólo? Yo creo que para algunas cosas nos va a interesar también a los profesionales. Al final os lo explico.

Las Nikon 1 V1 y Nikon 1 J1 son unas cámaras pequeñas y compactas, ergonómicas, de mandos sencillos y con ópticas intercambiables. Lo más innovador es su sistema de disparo automático. Al no tener espejo pueden hacer 60 fotos por segundo. ¡Sí! No me he equivocado. 60 fotos por segundo, aunque no sea una posibilidad que vayamos a emplear muy a menudo. Y claro, las Nikon 1 destacan en sus funciones de video. Se incluye la posibilidad de capturar fotos en alta resolución mientras se graba el video, algo que en modelos anteriores no era posible. En la D90, por ejemplo, se podía hacer pero en el momento en que hacías la foto el video se interrumpía. Aquí no.


Una de las características de ambas cámaras es la velocidad increíble a la hora de hacer fotosPodemos asegurar que tienen el sistema auto foco más rápido del mundo, más rápido que las mejores cámaras profesionales como La Nikon D3 o la D700.

Lo más novedoso son los diferentes modos de disparo. Hay 4 opciones:

Imagen fija (3:2)
Aquí es donde entra en juego la fabulosa velocidad del motor. 60 ft por segundo, 30, 10 o 5. Y claro, disparo a disparo. Tener en cuenta, no obstante, que a 60 sólo podemos hacer fotos durante 1 segundo, a 30fts durante 2 s, y 5 s a 10fts.

Selector de foto inteligente.
Aprovechando la captura de tecnología previa y posterior de la cámara,el Selector de foto inteligente empieza a capturar la acción sólo tocar el botón y continúa incluso después de haber finalizado. El resultado: captura 20 imágenes en alta resolución durante ese único disparo. La mejor toma se muestra al instante en el monitor y se guardan cuatro más para que pueda seleccionar una. Muy útil para evitar los ojos cerrados durante la toma, por ejemplo.

Instantánea de movimiento.
Con un solo disparo la cámara graba simultáneamente un video a cámara lenta de un segundo y una foto fija. Algo muy útil, por ejemplo, para fotografiar y grabar a la vez el apagado de las velas de un pastel de cumpleaños.

Video
(HD: 16,9 y 8.3 en cámara lenta). El auto foco permite enfocar los objetos en movimiento y gracias a su buen sensor de imágenes y a su elevada sensibilidad ISO, puede realizar secuencias con ruido reducido, incluso con poca luz. Y también hacer fotos sin interrumpir la grabación.

Ambas cámaras vienen con un zoom de 10-30 mm f: 3,5-5,6, compacto, ultraligero, con estabilizador (VR). Como el sensor es un CMOS de 13,2 mm x 8.8 mm, el ángulo de visión efectivo es de 2,7 veces el de una cámara de formato completo, por lo que el zoom equivaldría a un 27 mm-81 mm.

Otras ópticas son el zoom 1Nikkor VR de 30-110 mm f/3,8-56 compacto. O una óptica fija, el angular 10 mm f/2,8, increíblemente plano, equivalente a un 27mm y excelente para street photography.



La Nikon 1 V1, algo mayor, tiene algo fundamental para un fotógrafo veterano como yo, un visor óptico que, claro, es electrónico. Se fabrica en dos colores, blanco y negro.



La Nikon 1 J1, algo más pequeña y sin visor óptico, se fabrica en los colores blanco, negro, plateado, rojo y rosa y las ópticas intercambiables a juego también. La cámara rosa llama profundamente la atención, os lo aseguro.




Ambas tienen una resolución de 10,1 megapíxeles, y capturan la imagen tanto en RAW como en JPEG.

Podéis ver una explicación de todo esto en el video presentado por Carlos Ormazabal, de Nikon, que es un verdadero crack. Siempre que tengo una duda se la pregunto a él.

Y un  estupendo anális, muy a fondo, de la V1 , a cargo de otro de los asistentes, Iker Morán en Quesabesde.

¿Alguna aplicación para los pros? Enseguida se me ocurrió una. Entre los accesorios de las Nikon 1 se encuentra un adaptador de montura FT1. En cierta manera las Nikon 1 siguen manteniendo la famosa montura F que conservaron desde su inicio y es lo que ha hecho que siempre haya sido fiel a la marca . Eso quiere decir que puedo utilizar mis teles de 300 y 180 mm, que con el factor de multiplicación de 2,7 se convertirían en un 810mm f: 4 y un 486mm f: 2,8 respectivamente. Sé de buena fuente que algunos conocidos fotógrafos de naturaleza ya se han puesto en contacto con Nikon, precisamente por este tema.

Via Paco Elvira


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Sexta-feira, 02.12.11

A capital portuguesa surge na 41ª posição do ranking anual das cidades do mundo com maior nível de qualidade de vida. Saiba aqui quais são elas.

 

Lisboa está entre as 50 melhores cidades do mundo para se viver. A Mercer, consultora internacional de gestão e investimentos, acaba de lançar o estudo "Quality of Living 2011", no qual revela o ranking das cidades com maior nível de qualidade de vida e a capital portuguesa surge na 41ª posição a lista, à frente de cidade como Madrid, Roma e Los Angeles.

 

No topo da lista, que contabiliza 221 cidades tendo Nova Iorque como termo de comparação., surge Viena, na Áustria, seguida de Zurique, na Suiça, e Auckland, na Nova Zelândia. As piores classificadas são N'Djamena, no Chade, Bangui, na República Centro-Africana, e Bagdade, no Iraque.

 

As condições de vida são analisadas de acordo com 39 critérios, agrupados em 10 categorias, que vão desde o ambiente social, político, económico e cultural, aos fatores médicos e sanitários, passando pelas condições de educação e também de habitação.

Este ano, para além das cidades com maior classificação de qualidade de vida, o estudo da Mercer identifica também as cidades com segurança pessoal mais elevada, tendo por base critérios como estabilidade interna, níveis de criminalidade, eficácia da política de segurança e das relações internacionais do país.

 

Neste contexto, o Luxemburgo encontra-se em primeiro lugar, seguido de Berna, Helsínquia e Zurique. Lisboa, a única cidade portuguesa a figurar nos dois estudos, volta a fazer parte do ranking, desta vez em 47º lugar. Em termos de segurança, a nossa capital surge à frente de cidades como Londres, Paris e Washington.


Via Expresso



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