Domingo, 18.03.12

Um guia para os carros com mais estilo, mais inovadores ou os mais intrigantes dos que se estão atualmente a produzir. Espreite aqui "Cars Now!", o novo livro de fotografias editado pela Taschen

 



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/carros-de-sonho-para-gostos-diversos=f711794#ixzz1pPTP1vFL



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Terça-feira, 07.02.12
É simples partilhar qualquer foto fora dos muros da rede social
É simples partilhar qualquer foto fora dos muros da rede social (Thomas Coex/AFP)

Independentemente das definições de privacidade e até de já terem sido “apagadas”, as fotografias dos utilizadores do Facebook podem ser vistas por qualquer pessoa. Não é preciso ser “amigo”, nem ter uma conta no site.

 

Como em qualquer outro site, as fotografias colocadas no Facebook têm um URL, ou seja, um endereço único na Internet. No caso do Facebook, as fotografias têm um endereço que começa por algo como “https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/” e termina com “.jpg” (que é a extensão do tipo de ficheiro das fotografias). Pelo meio, há uma série de números, que identificam a fotografia e o utilizador.

Este endereço pode ser facilmente usado para partilhar uma fotografia na Internet. E como o acesso é feito directamente ao ficheiro da fotografia, não se aplicam quaisquer medidas de segurança. Uma vez partilhada, a foto pode ser vista mesmo por quem não tenha sequer uma conta na rede social. 

O acesso às fotografias através de um link ou álbum no próprio Facebook só pode ser feito nos termos em que o utilizador define (em tempos, o site tinha uma falha de segurança que permitia facilmente perceber qual o endereço de cada foto – entre outras, acabaram por ser reveladas fotos do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, e de Paris Hilton). 

Porém, um utilizador da rede que esteja autorizado a ver uma determinada foto (um “amigo” ou um “amigo de um amigo”, por exemplo), pode simplesmente fazer um clique direito com o rato e obter o endereço da fotografia (é uma das opções do menu que se abre). Depois, pode partilhar esse endereço com quem quiser, onde quiser (se quisesse, e não há medida de segurança que o pudesse impedir, também podia dar-se ao trabalho de copiar a fotografia para o próprio computador e disponibilizar de seguida esse ficheiro – o método do endereço da foto é um atalho mais cómodo). 

O URL de cada foto contém também cinco conjuntos de números, separados pelo carácter “_”. O terceiro deste conjunto de números é o que identifica o perfil do utilizador que carregou a foto. Para aceder a esse perfil, basta usar o endereço “https://www.facebook.com/profile.php?id=” seguido do número em causa (isto permite que alguém saiba quem é o dono de uma fotografia apenas através do URL dessa fotografia).

Para além disto, o site de tecnologia Ars Technica dá hoje conta de que as fotografias no Facebook não são eliminadas dos servidores da empresa, mesmo quando o utilizador decide apagá-las. Segundo o site, há fotografias que permanecem online vários anos após o utilizador ter carregado no botão de apagar. 

Estas fotografias não estão acessíveis através de nenhum link no Facebook, nem são mostradas no site. Mas podem ser vistas por quem conheça o URL da foto.

Um porta-voz do Facebook, Frederic Wolens, explicou ao Ars Technica que os “sistemas usados para armazenar fotos há alguns anos nem sempre apagam imagens das redes de distribuição de conteúdo num período de tempo razoável, embora sejam imediatamente removidas do site”.

Segundo a mesma fonte, a empresa está a trabalhar para que os sistemas apaguem as fotografias num período de 45 dias após o utilizador carregar no botão e também afirmou que as fotografias são armazenadas em dois tipos de servidores diferentes e que são as que estão em servidores mais antigos as que são afectadas pela falha.

O Ars Technica tinha já escrito um artigo sobre o assunto em 2009 e já então o Facebook tinha afirmado que estava a trabalhar para reduzir o tempo de eliminação das fotografias.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 22:28 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19.01.12

Girassois e borboletas

A direcção leonina decidiu trocar as fotografias no acesso aos balneários das equipas visitantes de Alvalade.


O ambiente nos balneários de Alvalade mudou. Nas paredes onde antes se viam imagens de adeptos em poses agressivas e símbolos conotados com a extrema direita passou a estar agora um campo de girassóis e borboletas coloridas.

A notícia foi avançada pelo jornal Record e confirmada pelo PÚBLICO – que continua a estar impedido pelo Sporting de aceder às instalações do clube. 

As imagens dos girassóis e das borboletas foram publicadas pelo jornal Record

 

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 19:26 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.01.12

 

Uma das muitas brincadeiras enviadas para o blogue, com personagens do cinema

 

 

Tudo começou com o rabo de Scarlett Johansson. Agora, continua com muitos internautas anónimos que decidem mostrar a sua intimidade traseira pela Internet. Pelo caminho, participam também o Presidente Obama, a famosa boneca Barbie e até mesmo o peludo Chewbacca.

 

 

Após uma badalada batalha em tribunal pelo bem da sua privacidade revelada em imagens no tão pouco privado mundo da Internet, a atriz tornou-se fonte de inspiração para centenas de pessoas de todo mundo que dão agora largas à imaginação no blogue "Scarlett Johanssoning ". E engane-se quem achar que são só as senhoras que aderiram: tanto saltos altos como rasos perderam a vergonha (se é que a tinham) e exibem o rabiosque alegremente para quem quiser ver.

 

Tem a sua piada, é verdade. Tenho amigos que o fizeram e eu fui das que se riu a bom rir com o resultado. Mas numa altura em que tanto se debatem os limites da privacidade no mundo virtual, não deixa de ser irónico que tanta gente decida mostrar o corpo - e em grande parte das fotos a sua identidade explícita - através de imagens tudo menos discretas. Por iniciativa própria.

"Scarlettear" o traseiro: sim ou não?

 

Será que isto de "scarllatear" o traseiro deve ser encarado apenas como uma brincadeira inofensiva... ou põe mesmo em causa o bom-senso dos limites do que devia ser privado? Quem publicou as fotos teve livre arbítrio para o fazer, é certo. Mas pergunto-me se pararam antes para pensar que o seu traseiro e a sua cara estariam espalhados pelas buscas do Google, em blogues, redes sociais, sites de jornais e por aí fora. À mão de semear de patrões, colegas de trabalho, vizinhos do lado, filhos, pais e toda a gente curiosa que faça algo tão simples como abrir um link reenviado de amigos, para amigos, com um site muito giro onde aparece a brincadeira.

Eu cá não gostava que um dia um editor cá da casa me dissesse: "Ontem andava a passear num blogue que me enviaram e vi-te de rabo à mostra". Mas isto sou eu. Podem-me chamar paranoica à vontade, mas eu e o meu traseiro gostamos muito de privacidade.  

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 22:56 | link do post | comentar

Quarta-feira, 09.11.11


O casal em tempos mais felizes

O casal em tempos mais felizes

O fotógrafo estava lá. Na verdade, eram três. Mas não apanharam tudo.

 

Falharam a última dança (a festa durou seis horas), e o momento em que a noiva atirou o ramo de flores. Terá sido isso que deu má sorte?

O facto é que o casamento não durou muito. Em 2008, Todd J. Remis e a sua bela Milena Grzibovska, letona de origem, separaram-se. Dois anos mais tarde concluiu-se o divórcio, e ela terá regressado ao seu país.

 

Todd não se conformou. Agora, ao fim de anos, processou a empresa que fotografou o casamento. Queixa-se das fotos não feitas, e da má qualidade das outras. Exige que lhe devolvam o dinheiro pago: 4100 dólares. Mas mais importante, pede 48 mil dólares para recrear o casamento inteiro e obter finalmente as imagens em falta.

A importância das memórias

O caso suscitou boa disposição por parte da juíza, que citou as letras de uma canção de Barbra Streisand para ilustrar a ideia de memórias que são mais importantes do que a realidade.

 

Parte do que Remis pedia - em especial, uma indemnização por danos emocionais - foi logo afastado pelo tribunal. Mas o resto ficou. E já obrigou a firma H&H Photographers a gastar uma pequena fortuna em advogados. Pelo menos tanto como o queixoso pede.

 

Fundada por um judeu europeu que fugiu para os Estados Unidos durante a II Guerra Mundial, a H&H tem 65 anos. Diz que é a primeira vez que lhe acontece uma coisa assim. Considera-se vítima de um abuso do sistema judicial, até porque Remis só processou ao fim de seis anos.

Remis responde que teve de ser agora porque o prazo estava a chegar ao fim.

Dificuldades logísticas

Ainda que o tribunal lhe venha a dar razão - o que está longe de ser garantido - Remis enfrentará inúmeras dificuldades logísticas. Quem lhe garante que os participantes originais no casamento se disporão a participar na reconstituição?

 

A confirmar-se que a sua ex-mulher regressou à Letónia, dispor-se-á ela a viajar até aos EUA só para se deixar fotografar amorosamente nos braços do homem de quem se separou, ou a atirar um ramo de flores?

 

Ou dar-se-á o caso de Remis, um analista financeiro desempregado há dois anos, estar tão necessitado de dinheiro que qualquer pretexto serve - mesmo um projeto tão absurdo como o que ele agora propõe?

 

Uma imagem (ausente) vale muitas palavras (em tribunal). Estas valem dinheiro. Pelo menos é o que ele espera. A ver se desta vez tem sorte.


Via  Do Outro Mundo



publicado por olhar para o mundo às 17:29 | link do post | comentar

Sábado, 17.09.11

Belos decotes, gigantescas canecas de cerveja e muita animação são a imagem de marca da Oktoberfest . Recorde aqui algumas das melhores fotos das últimas edições da grande festa da cerveja. 


 


Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 15:39 | link do post | comentar

Terça-feira, 06.09.11
Jogadoras... e modelos

 

A ideia não é nova - este ano, várias jogadoras até posaram para a Playboy alemã para promoverem o Mundial de futebol feminino - mas continua a funcionar, porque conquista muitos... "fãs".

Foi lançado na Alemanha um calendário sensual com fotografias de jogadoras amadoras de futebol, para divulgar ainda mais a modalidade pelo país. A sessão fotográfica era aberta a todas as atletas que desejassem participar, mas apenas 12 foram escolhidas para as imagens finais.

 

O calendário, que foi fotografado no Estádio Frankfurter Volksbank, em Frankfurt, vai ser vendido por €26,90, de acordo com o site oficial da iniciativa. 

 

As "modelos" finais foram as seguintes: 
Janeiro: Carina, 19 anos, média do Sindorf
Fevereiro: Annika, 18 anos, média do Union Mühlhausen
Março: Stefanie, 26 anos, avançada do Manching
Abril: Melinda, 21 anos, defesa do Heilsbronn
Maio: Emelina, 19 anos, média do Sportvereinigung Feuerbach
Junho: Bettina, 26 anos, avançada do Altenberg
Julho: Berna, 25 anos, média do Atatürk Mettmann
Agosto: Jenny, 27 anos, defesa do 05 Hohenstetten
Setembro: Viviane, 20 anos, média do Spvgg Möckmühl
Outubro: Maithe, 25 anos, avançada do Fortuna Wuppertal
Novembro: Astrid, 18 anos, média do SV Drensteinfurt
Dezembro: Mona, 20 anos, média do Sturm Wissel



Veja a fotogaleria:

 



Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 19:25 | link do post | comentar

Terça-feira, 24.05.11
nua Primeiro disse que não despia as calças. Mas depois de ganhar confiança em Bert Stern (e de muitas taças de champanhe), assentiu tirá-las. Para além de Tom Kelley, responsável pelas fotografias de Marilyn no célebre calendário de 1949, Stern foi o úni

 

As fotografias de Bert Stern, o último homem a fotografá-la, uns dias antes da morte da actriz, vão estar em Cascais a partir de dia 5. O livro com as imagens sai dia 3

Não nós, mas Bert Stern, fotógrafo americano. E conseguiu. Em 1962, ano em que a diva morreu de uma overdose de barbitúricos. Stern foi o último homem a fotografá-la. Foram precisas várias garrafas de champanhe Dom Perignon de 1953, muita paciência, três dias e três noites de trabalho para que Marilyn se despisse na suite 261 do Hotel Bel-Air, em Los Angeles. Ao todo, o fotógrafo captou 2571 imagens da actriz. Desses milhares, Stern escolheu 60 para uma exposição: "Marilyn Monroe - A última sessão", inaugurada em 2006 em Paris e que dia 5 de Junho vai estar aberta ao público no Centro Cultural de Cascais, numa iniciativa da Fundação D. Luís I. A exposição, patente até 17 de Julho, já esteve em Paris, Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque, Seul e Londres. 

Os negativos da maioria das imagens ficaram guardados a sete chaves pelo fotógrafo - com excepção das utilizadas pela revista "Vogue", que patrocinou a sessão - que só as revelou ao mundo em 1982, 20 anos mais tarde.

Segundo Salvato teles de Menezes, administrador Delegado da Fundação D. Luís I, que viu a exposição em Paris e nunca mais a esqueceu, "o que distingue estas fotografias de todas as outras que foram tiradas à actriz, é que nestas há já naquele rosto marcas de uma infelicidade que não é recente". "Nestas fotografias, Marilyn exibe-se ainda mais do que no célebre calendário [de 1949 com fotos deTom Kelley] e essas marcas tornam-se mais fortes, mais evidentes", continua Salvato.

A acompanhar a exposição há um catálogo com as 60 imagens e com um texto do próprio fotógrafo que acompanha as fotografias e que descreve toda a sessão.

A sessão

Diz Bert Stern que o desejo de a fotografar "tinha começado há muito tempo". No entanto, foi preciso criar confiança e respeito por si próprio, profissionalmente, antes de se aventurar numa sessão com Marilyn.

Pediu à assistente que ligasse para a agente de Monroe, para que ela pousasse para ele, para sair na Vogue. O sim - de Marilyn e da "Vogue", que nunca tinha publicado fotos da diva - chegou rapidamente.

A única condição da actriz era que a sessão fosse feita em Los Angeles. E assim foi. Com cinco horas de atraso, uma das manias da actriz, Marilyn apareceu no hotel Bel-Air, pronta para ser fotografada. 

Bert Stern, nasceu em 1929 em Brooklyn. Começou por ser moço de recados numa revista. Passou por algumas publicações, foi enviado para o Japão durante a Guerra da Coreia e tornou-se num dos fotógrafos mais bem pagos do mundo com a campanha que fez para a Smirnoff, a marca de vodka. 

A diva Não se espante se der por si a admirar as fotografias de Stern e a parar no estômago descoberto de Marilyn, de sobrolho franzido. É só uma cicatriz, de uma remoção da vesícula que a actriz tinha feito seis semanas antes da sessão. A promessa de que seria retocada perdeu-se com o tempo e a verdade é que a ideia de Stern era fotografá-la "em estado puro". 

Muitas das fotografias foram, inclusivamente, tiradas sem maquilhagem, apenas batom e sombra dos olhos. Marilyn não precisava de artefactos.

Norma Jeane Mortenson, rapidamente rebaptizada pela mãe como Norma Jeane Baker, faria este ano 85 anos.

Teve uma infância difícil, feita de sucessivas casas de acolhimento, misturada com episódios traumatizantes protagonizados pela sua mãe que sofria de graves distúrbios psicológicos. 

Marilyn foi casada três vezes, e três vezes se divorciou, com James Dougherty, Joe DiMaggio e Arthur Miller. Teve uma longa lista de amantes e de psicólogos. Foi encontrada morta, aos 36 anos, pelo seu último psiquiatra, no dia 5 de Agosto de 1962. A causa provável terá sido suicídio, mas há outras teorias.

 

Via Ionline



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