Domingo, 10.06.12

Messi marca três ao Brasil de Hulk


A Argentina venceu neste sábado a selecção olímpica do Brasil, por 4-3.


O brasileiro Hulk, avançado do FC Porto, marcou um golo, mas foi ofuscado pela classe de Lionel Messi.

O avançado do Barcelona marcou por três vezes (31, 34, 84), num jogo em que a Argentina começou a perder, após o golo de Rómulo (23).

Depois de Messi ter dado a volta ao resultado, foi a vez de o Brasil protagonizar uma reviravolta, com golos de Óscar (56) e Hulk (72).

Só que Fernandez (75) e Messi deram um triunfo saboroso aos argentinos e uma derrota aos brasileiros, que cada vez mais criticam o seleccionador Mano Menezes.

Veja os golos

 

Noticia do Público



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Segunda-feira, 04.06.12

Tecnologia de linha de baliza testada em Wembley


Wembley é neste sábado o palco de testes para uma tecnologia experimental que permite avaliar se uma bola ultrapassa totalmente a linha de baliza.


Para o Inglaterra-Bélgica, jogo de preparação para o Euro 2012, a firma britânica montou várias câmaras nos postes das duas baliza e os dados recolhidos serão para análise apenas pelos criadores do projecto e por analistas da FIFA. Os árbitros não tiveram acesso a estes dados para tomar decisões durante o jogo.

Se a experiência for um sucesso, a introdução da tecnologia de linha de baliza poderá ser aprovada na próxima reunião do International Board, organismo que rege as leis do futebol.

 

Noticia do Público



publicado por olhar para o mundo às 08:54 | link do post | comentar

Quinta-feira, 10.05.12

Atlético ganha a Liga Europa com dois golos de Falcao

Fosse qual fosse o desfecho da final de Bucareste, havia uma garantia: a capital romena assistiria ao quinto título espanhol no século XXI no que à segunda competição da hierarquia da UEFA diz respeito. Calhou ao Atlético de Madrid (até 1921 filial do adversário desta quarta-feira) repetir o triunfo de 2009-10 (desta vez por 3-0), o que significa que calhou ao Athletic Bilbau emular o desaire de 1976-77.


Estavam decorridos somente sete minutos desde o apito inicial e já havia muito para contar. Falcao, graças a um lance apenas ao alcance dos predestinados, fazia o primeiro golo da noite e preparava-se para se tornar no primeiro jogador da história a sagrar-se melhor marcador da Taça UEFA/Liga Europa em duas edições consecutivas. A confirmação chegaria aos 34’ e poderia ter-se repetido aos 80’. Mas já lá vamos.

Naquela que foi a nona final da competição entre emblemas do mesmo país (aconteceu em 1971-72, 1979-80, 1989-90, 1990-91, 1994-95, 1997-98, 2006-07, 2010-11 e 2011-12), o filme do jogo foi fiel ao trailer da véspera. Sim, o Athletic quis pegar no jogo e comandar com bola. Sim, o Atlético estava atento aos espaços e soube explorá-los.

O primeiro exemplo surgiu pelos pés do colombiano que o FC Porto vendeu aos "colchoneros" (por 40 milhões de euros) já com o rótulo de goleador europeu. Em 2010-11, Falcao tinha feito 17 golos na prova; esta época, concluiu-a com 12. E, à semelhança do que acontecera na final de Dublin, guardou algum poder de fogo para o jogo decisivo. Recebeu a bola a caminho da área, travou, simulou à frente de dois defesas e puxou para o pé esquerdo, desferindo um remate para mais tarde recordar.

O Athletic não deu parte fraca, nem ajustou as coordenadas. Paulatinamente, foi tentando aproximar-se da área. De Marcos e Ander Herrera (em noite não) tentaram servir Llorente, mas o avançado esteve uns furos abaixo do habitual; Muniain tentou de longe mas Courtois esteve uns furos acima do habitual.

O intervalo chegaria com 60% de posse de bola para os bilbaínos e — mais importante — com um erro crasso, daqueles que prometem pesadelos, de Amorebieta. Aos 34’, o central facilitou à entrada da área, quando se impunha despachar a bola sem rodeios, foi desarmado, Turan entrou em cena, Falcao também e o resto é o costume. O colombiano confirmava o estatuto de goleador-mor da Liga Europa, versão revista da antiga Taça UEFA, que vai na terceira edição e na qual já leva 29 golos.

Aí, sim, ruiu o Athletic e o futebol de Marcelo Bielsa, que na segunda parte ainda lançou o irrequieto Ibai Gómez, o tampão Iñigo Pérez e o experiente Toquero para ganhar mais peso no ataque. Dispôs de oportunidades de golo? Sim, dispôs. Mas continuou a dar espaço na defesa, claramente o sector mais débil de uma equipa recheada de talento.

Falcao voltou a prová-lo aos 80’, com um drible perfeito e um remate ao poste. E (o também ex-portista) Diego arrumou a questão aos 85’, com um brilhante lance individual no qual Amorebieta desempenhou apenas papel de figurante.

Confirmava-se, assim, que o quarto troféu europeu do Atlético Madrid (tem mais uma Supertaça e uma Taça das Taças) estava garantido. E que os bascos precisavam de algo mais que o ritual de beberem um copo de Cola Cao na véspera dos grandes jogos para atrair a sorte.

 

retirado do Público

 



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Segunda-feira, 07.05.12

Os golos do Messi e as lágrimas de Guardiola


Argentino apontou os quatro golos da vitória do Barça sobre o Espanyol. Ronaldo marcou apenas um no triunfo ante o Granada.


Pep Guardiola fez as suas despedidas de Camp Nou como técnico do Barcelona com um triunfo por 4-0 sobre o rival Espanyol. No final, foi ao meio do relvado agradecer o carinho dos adeptos e, de microfone, despediu-se. E chorou.

Antes, Messi fez o que melhor sabe: marcar golos. 

O argentino marcou os quatro golos do triunfo do Barça, adiantando-se de forma quase decisiva na luta pelo troféu de melhor marcador. 

Messi soma gora 50, contra 45 de Cristiano Ronaldo, que marcou apenas um no triunfo por 2-1 do Real Madrid 
sobre o Granada.

Granada-Real Madrid, 1-2


Barcelona-Espanyol, 4-0

 

Retirado do Público



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Sábado, 05.05.12

Morreu Yekini, o homem dos golos


O avançado Rashidi Yekini, antigo jogador do Vitória de Setúbal, morreu nesta sexta-feira aos 48 anos, informou a agência AFP, de acordo com a família e os responsáveis da Federação Nigeriana de Futebol.


Segundo a família, o jogador, vencedor da Taça das Nações Africanas em 1994 pela Nigéria, morreu de uma doença rara, em Iraa, no norte do país.

Yekini passou pelo Vitória de Setúbal, entre 1990/91 e 1993/94, sagrando-se melhor marcador da Liga portuguesa na última temporada ao serviço dos sadinos, com 34 golos.

Antes de passar por Portugal, Yekini jogou nos Shooting Stars da Nigéria, seguindo-se o Africa Sports, da Costa do Marfim.

Depois de brilhar em Setúbal e no Mundial94, nos Estados Unidos, transferiu-se para o Olympiacos (Grécia) e jogou ainda no Sporting Gijon (Espanha) e no Zurique (Suíça), antes de regressar à Nigéria para acabar a carreira em 2005, no Gateway FC.

Ao serviço da selecção nigeriana, Yekini foi 58 vezes internacional e marcou 37 golos, ajudando as “super águias” a chegar ao seu primeiro mundial, em 1994, ano em que foi eleito o melhor jogador africano.

 

Noticia do Público



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Quinta-feira, 22.03.12

Vídeo: todos os 234 golos de Messi na liga Espanhola


Começou com o Albacete em 2005. Mas foi o A. Madrid a sua vítima preferida, o rival Real Madrid é o terceiro mais fustigado. São 14 minutos de puro Messi.


Entre 2005 e 2012, Lionel Messi marcou 234 golos, tornando-se o melhor marcador da história do Barcelona. Ultrapassou a marca de César, de 232 golos, há uns anos um recorde impensável de ser batido. 

Com a goleada na noite de terça-feira sobre o Granada (5-3), com três golos do argentino, Messi bateu mais um recorde.

Siga todos os seus golos num vídeo de 14 minutos. É um deleite para quem gosta de fintas, dribles, rapidez e controlo de bola. E, claro, golos. Muitos.


Veja TODOS os golos de Messi no Bareclona

 

Retirado do Público



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Quinta-feira, 08.03.12

Messi marcou 5 na liga dos campeões


O que é que ainda falta escrever sobre Lionel Messi? O jogador argentino nunca pára de surpreender e esta noite, em Camp Nou, destroçou o quinto classificado do campeonato alemão. Na segunda mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, Messi marcou cinco golos na histórica goleada do Barcelona por 7-1 sobre o Bayer Leverkusen e acrescentou mais algumas proezas a um currículo que é, cada vez mais, ímpar.


Até hoje nenhum jogador tinha marcado cinco golos num jogo da mais importante prova de clubes na Europa desde que a UEFA, em 1992, alterou o formato da prova. Messi, que nunca tinha conseguido uma “manita” na sua carreira, fê-lo numa partida que vai ficar também para a história do Bayer Leverkusen: os alemães nunca tinham sofrido uma derrota tão pesada nas competições europeias.

Com estes cinco golos, marcados aos 25’, 42’, 49’, 58’ e 84’, Messi atinge os 49 na Liga dos Campeões, ultrapassa Eusébio na lista dos melhores marcadores de sempre da competição e é agora o 6.º melhor nesse ranking, lugar que partilha com Alfredo Di Stéfano, outra lenda do futebol mundial.

Mas as proezas de Messi não se ficam por aqui. Esta época o argentino marcou 12 golos nos sete jogos que disputou na Liga dos Campeões, e igualou o recorde alcançado numa só edição. Quem o detinha? Messi, claro. Para mais tarde fica outro feito: faltam sete golos para superar César como o melhor marcador de sempre do Barcelona.

APOEL faz história

Os cinco golos de Messi relegaram para segundo plano a (fácil) qualificação dos catalães (total de 10-2 na eliminatória), os dois golos do jovem Cristian Tello em Camp Nou e a surpreendente qualificação do APOEL para os quartos-de-final.

Os cipriotas, que afastaram o FC Porto na fase de grupos, já tinham feito história ao atingirem os oitavos-de-final, algo nunca conseguido por um clube de Chipre, mas agora foram ainda mais longe. Após a derrota por 1-0 em Lyon, o APOEL igualou a eliminatória logo aos nove minutos, com um golo do ex-benfiquista Manduca, e depois assistiu-se no Estádio GSP, em Nicósia, a uma partida intensa, onde franceses e cipriotas nunca abdicaram de procurar o golo.

Apesar da boa qualidade do encontro, a vantagem mínima do APOEL manteve-se até ao final dos 90 minutos e o jogo seguiu para prolongamento, onde ambas as equipas voltaram a estar perto do golo. O nulo, no entanto, perdurou e a histórica qualificação do APOEL acabou por ser conseguida no desempate por marcação de grandes penalidades, com Lacazette e Michel Bastos a falharem para o Lyon. Mérito, também, do guarda-redes Chiotis. 

 

Via Público



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Segunda-feira, 05.03.12

Futebol  Há 50 anos que o Benfica não sofria tantos golos em casa


É preciso recuar 50 anos para encontrar uma época em que o Benfica tenha sofrido tantos golos em casa como na presente temporada, mas, para o adepto "encarnado" que acredite em coincidências, esta poderá ser uma notícia moralizadora. É que estes números não se viam na Luz desde 1961-62, quando a equipa sofreu o 13.º golo no velho Estádio da Luz, na 21.ª jornada, apontado justamente pelo FC Porto. O treinador era o mítico Bela Guttmann e, no final da época, a equipa conquistaria a Taça dos Campeões Europeus e a Taça de Portugal.


Ao todo, o conjunto de Jorge Jesus já sofreu em 2011-12 12 golos em casa, onde apenas o Sporting ficou em branco esta época, em 11 partidas já disputadas. Com os três golos apontados anteontem, os "dragões" aproveitaram alguma da instabilidade defensiva do adversário em Lisboa, já que, em matéria de golos sofridos, tudo corre pior na Luz. Paradoxalmente, fora de portas, o conjunto "encarnado" é, a par do Beira-Mar, a equipa menos batida, com apenas sete golos sofridos. 

Perante os seus adeptos, a equipa de Jesus sofreu o dobro dos golos de FC Porto, Sp. Braga, Sporting (seis), e mais do que Marítimo, V. Guimarães, Rio Ave e até Feirense (oito), que ocupa a penúltima posição da tabela classificativa. Menos batida em Coimbra é também a Académica (9), tal como o Gil Vicente, em Barcelos (11). De referir que, com excepção dos portistas e academistas, os restantes têm menos uma partida caseira contabilizada (menos duas, nos casos dos gilistas e vila-condenses).

Os actuais números benfiquistas contrastam com a realidade da equipa nas últimas décadas, nomeadamente em comparação com os dois golos sofridos à passagem da 21.ª ronda nas temporadas de 1969-70 (a equipa era treinada por Otto Glória/José Augusto, acabando em segundo lugar do campeonato atrás do Sporting), 1985-86 (com John Mortimore, que encerrou a época também na segunda posição, atrás do FC Porto), 1988-89 (com Toni no banco a conquistar o título) e 1992-93 (Tomislav Ivic/Toni, com outro segundo lugar). 

Nas poucas épocas em que o Benfica sofreu dez ou mais golos em casa até à jornada 21, só por uma vez conquistou o campeonato. Foi em 1962-63, há 49 anos (com 11 golos contabilizados). De resto, em 1965-66, ficou na segunda posição (11 golos); em 1984-85, foi terceiro (10); em 2001-02, quarto (11) e 2003-04, segundo (11).

Apesar desta contabilidade global negativa, a verdade é que os golos sofridos no Estádio da Luz não têm implicado propriamente maus resultados. Excluindo o clássico com o FC Porto, em todas as restantes partidas a equipa venceu com maior ou menor dificuldade. E, até ao jogo com os "dragões", os lisboetas não tinham sofrido mais do que um golo no seu recinto por partida.

Para compor esta estatística, o Benfica destaca-se no plano oposto, como a equipa mais concretizadora em casa, com 34 golos (uma média de 3,1 por encontro). Menos dois do que em 11 jogos caseiros na temporada de 2009-10 (a primeira de Jesus), em que haveria de conquistar o título. 

Com a eliminatória frente ao Zenit, para a Liga dos Campeões, a dois dias de distância, há outro dado animador relativo a 1961-62, o ano da afirmação de Eusébio. Nessa época, o campeonato fugiu para Alvalade, mas estava conquistada a Europa.

 

Via Público



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Segunda-feira, 13.02.12

Os golos de Ronaldo davam para ser o melhor em 47 épocas em Espanha


São 27 golos em 22 partidas disputadas no campeonato. Com este registo, Cristiano Ronaldo já seria o melhor marcador em 47 temporadas da história da Liga espanhola.


As contas foram feitas pelo diário desportivo espanhol “Marca”: com os 27 golos que já marcou, Cristiano Ronaldo seria o melhor marcador do campeonato em 47 temporadas da história da Liga espanhola.

Depois de se ter sagrado “Pichichi” na época passada, com 41 golos, Cristiano Ronaldo continua num ritmo imparável. Se conseguisse manter a média, o internacional português poderia chegar aos 46 golos nas 38 jornadas do campeonato.

O último futebolista a sagrar-se melhor marcador da Liga espanhola com um número de golos inferior ao que Cristiano Ronaldo já marcou em 2011-12 foi Ruud van Nistelrooy. Na época 2006-07, o holandês apontou 25 golos em 37 partidas.

O diário “Marca” conclui que, se Cristiano Ronaldo alcançar o “Pichichi” pelo segundo ano seguido seria o primeiro futebolista a vencer o prémio duas vezes consecutivas desde a década de 1980, quando Hugo Sánchez se sagrou melhor marcador em quatro épocas seguidas.

 

Via Público

 



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Domingo, 05.02.12

Lucho marcou um grande golo no seu regresso ao Porto

O FC Porto venceu neste domingo o Vitória de Setúbal, por 2-0, e garantiu o acesso às meias-finais da Taça da Liga. Os dois´golos foram apontados por dois reforços de Inverno: Lucho e Janko.


Lucho protagonizou o primeiro grande momento da partida, quando arrancou um remate perfeito, em arco, com o pé esquerdo, que só terminou no fundo da baliza do V. Setúbal. Estavam decorridos 24 minutos de jogo e os adeptos já aplaudiam uma estreia em grande do argentino, neste regresso ao Estádio do Dragão.

Mas Lucho não seria o único reforço a facturar na estreia. Marc Janko, o austríaco que o FC Porto contratou ao Twente há dias, teve algumas boas oportunidades para marcar e acertaria na baliza aos 68', ao emendar na pequena área um cruzamento da esquerda.

Com esta vitória, o FC Porto venceu o grupo e apurou-se para as meias-finais. Agora, fica à espera do desfecho do Benfica-Marítimo para saber qual será o adversário na próxima fase.

 

Via Público



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Quarta-feira, 18.05.11

FC Porto volta a ser grande na Europa, Falcão marca

 

Um golo de Falcão, à beira do intervalo, bastou para o FC Porto derrotar o Sp. Braga na final da Liga Europa. Os “dragões” conquistaram a sua quarta taça Europeia.

A partida decisiva até começou animada, com ocasiões de golo para um lado e para o outro.

Aos 4 minutos, Custódio isolou-se mas rematou ao lado, naquele que foi o primeiro lance de perigo do encontro.

A resposta surgiu logo a seguir, numa jogada individual de Hulk, que também rematou um pouco ao lado.

Seguiram-se quase 40 minutos de um jogo equilibrado, sem grandes oportunidades de golo para qualquer uma das equipas até que, a um minuto dos 45’, uma perda de bola de Rodríguez proporcionou a Guarín um contra-ataque veloz e um cruzamento para a cabeça de Falcão. 1-0 para o FC Porto.

A perder, Domingos mexeu na equipa, fazendo entrar Kaká e Mossoró para os lugares de Rodríguez e Hugo Viana. E logo no início da segunda parte uma perda de bola de Fernando colocou a bola nos pés de Mossoró. Só que o brasileiro, sozinho frente a Helton, permitiu a defesa do guarda-redes portista.

Mas este lance foi um dos raros que, durante a segunda parte, proporcionaram alguma emoção junto de qualquer uma das balizas. Os segundos 45 minutos foram dominados pelo Sp. Braga, mas sem que os seus jogadores fossem capazes de criar lances de golo.

Alguns cruzamentos perigosos, um par de remates ao lado, mas raríssimas oportunidades de repor a igualdade. Até que o árbitro apitou pela última vez e garantiu mais um sucesso europeu.

 

Via Público



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