Sexta-feira, 22.06.12

Como é o sexo depois do casamento?

 

Uma noite é dor de cabeça. Na outra, cansaço. Na seguinte, preocupação com o projeto ou com a pós-graduação ou com os filhos.

 

Mas pode ser cólica, dor de dente, unha encravada. Mulher arranja a desculpa que quiser para evitar o sexo. E a prática é mais comum em casamentos estáveis do que se imagina.

 

Mesmo sentimentalmente equilibrados, muitos casais perdem o desejo. Mais frequentemente as mulheres acabam fazendo sexo por obrigação, se submetendo a uma espécie de sacrifício. E não se trata de não amar mais o parceiro. Apenas de não ter mais o mesmo interesse sexual em sua figura.

 

A psicóloga Laila Pincelli, especialista em terapia de casal, ressalta que não é uma verdade absoluta que todas as mulheres fazem sexo sem querer - até porque existem aos montes aquelas com muito mais desejo sexual que os homens -, mas em alguns casos isso acontece sim. "Elas costumam fazer sexo com mais frequência do que gostariam. Para algumas, uma vez por semanas ou por mês está bom, mas elas fazem mais vezes para agradar ao marido", exemplifica. "O número de mulheres casadas que aceitam fazer sexo com os maridos sem qualquer vontade é bem menor do que antigamente, mas mesmo assim, muitas ainda se submetem, ou por carência afetiva, ou por medo de perder o cônjuge", opina Eliana Barbosa, consultora em desenvolvimento humano.

 

Esse interesse se diminui por conta do dia a dia, e assim a atração física dá espaço a outro tipo de sentimento. "O relacionamento ainda tem espaço para amizade, envolvimento afetivo, mas só. O sexo fica comprometido e a vida sexual, por consequência, menos relevante", avalia Laila. Isso porque o sexo envolve uma série de investimentos por parte do casal: é preciso criar mistério e carinho, estar disposto a isso. "O casal está tão cansado e distanciado que chega uma hora em que o sexo não faz mais falta. A correria da relação diária compromete essa parte do casamento e, na maioria das vezes, eles não conseguem voltar atrás". Eliana acredita que a falta de desejo em casamentos "sentimentalmente satisfatórios" se deve à falta de abertura do casal em relação à vida sexual. E diálogo.

 

Não há como saber se a perda do desejo começa no homem ou na mulher - o fato é que eles reclamam mais aos quatro ventos que depois do altar, a cama esfria. No consultório, Laila percebe que a maioria é de mulheres que perdem o desejo - talvez por que elas se abram mais facilmente sobre o assunto no consultório. Mas é bem verdade que, quando a vida familiar começa, o casal não precisa dividir nada com ninguém, tudo é muito gostoso. "Aí vem o filho, que gera uma série de preocupações, ocasionando o descompasso da libido", ressalta Laila. É preciso também observar como andam as emoções de cada cônjuge, porque pode haver muito amor e carinho no casamento, mas um dos dois estar passando por problemas que acabam refletindo nos momentos mais íntimos do casal.

 

A perda do desejo costuma ter início então após o nascimento dos filhos e, para reverter a situação é preciso resgatar o que havia de bom. Laila afirma que a mulher acaba sendo a mais afetada porque fica sobrecarregada, responsável por um número maior de tarefas, como o cuidado com os filhos ou a administração da casa, por exemplo. "Isso a deixa cansada e não sobra energia para ativar a vida sexual", explica. "Homens e mulheres funcionam de maneiras muito diversas e não há o entendimento dessas peculiaridades, as cobranças e os conflitos começam a surgir na vida a dois e, claro, vão repercutir negativamente na vida sexual do casal", avalia Eliana.

 

Com esforço e vontade de reverter essa situação, é possível mudar o rumo. A primeira atitude é, claro, perceber que há um descompasso na relação. "Para que a mudança ocorra, o casal precisa estar de comum acordo e fazer coisas que reativem esse desejo sexual", sugere Laila. "É preciso que ambos se disponham a conversar sobre as suas preferências, sobre as suas frustrações, seus medos e, é claro, suas fantasias e desejos", indica Eliana. A ideia então é buscar atividades que, antigamente, os deixavam mais próximos, como viajar juntos para um determinado lugar, jantar sozinhos, criar um (novo) clima. "O que não deve ser feito é fingir que está tudo bem quando na verdade não está. Fingimento ou omissão é uma grande perda de tempo!"

 

Casada há 23 anos, Eliana mesmo sugere pequenas atitudes que vem dando certo na sua relação. "Escreva bilhetes ousados para seu marido e coloque, escondido, em sua pasta de trabalho, mala de viagem, gavetas ou dentro da agenda", recomenda. "Gosto também de escrever e-mails românticos e, principalmente, exaltando a importância do meu marido na minha vida. Quando a mulher toma a iniciativa de falar dos seus desejos e do seu carinho pelo esposo, ele, por consequência, se torna mais amoroso e atencioso com ela".

 

Outra dica importante é nunca perder a vaidade. "A mulher vaidosa, que se cuida, demonstra ao marido que se ama e se respeita - e passa uma mensagem de autoconfiança. E essa postura vai refletir positivamente na intimidade do casal", garante a consultora. A solução é tentar, juntos, transformar o excesso de intimidade: de retranca e veneno em alavanca e tempero!

 

Retirado de Vila Dois



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Quarta-feira, 23.05.12

Dicas para aumentar a sua libido / Shutterstock

Depois de um longo dia de trabalho, algumas mulheres se sentem desestimuladas para o sexo ao chegar em casa. Há noites em que tudo o que você quer é apenas deitar e dormir, mas quando isso vira hábito o relacionamento pode esfriar. 

Por isso, para driblar o cansaço e aumentar o desejo sexual, o site Health.com listou sete dicas importantes. Confira a seguir e aproveite sua noite a dois:

Dê abraços longos
Sabe aqueles abraços de até três segundos? Prolongue-os. De acordo com um estudo, um abraço com mais de 20 segundos aumenta os níveis de hormônios ligados à sensualidade.  “Abraçar proporciona sentimentos de profundo apego, o que muitas vezes leva ao desejo sexual”, explica a pesquisadora Helen Fisher.

Mantenha seu coração acelerado
Seja com corrida ou musculação, fazer exercícios aumenta sua confiança com a silhueta e, consequentemente, o desejo sexual. Se tiver preguiça, faça uma caminhada para intensificar o fluxo de sangue no corpo. "Mulheres que se exercitam têm maior autoestima sexual", afirma a pesquisadora Tina M. Penhollow.

Aguce seus sentidos
Concentre-se em tudo o que vê, sente e ouve. Mulheres sensitivas têm mais satisfação sexual, segundo um estudo do jornal Sexual Medicine. Para adquirir este hábito, escolha uma refeição do dia e observe a textura, o aroma e o sabor com atenção. Dessa forma, você será capaz de captar melhor as sensações.

Mude o tom da conversa
Tudo bem que vocês precisam dividir algumas angústias, mas conversar apenas sobre trabalho e problemas familiares afasta os desejos sexuais. Por isso, divida seus pensamentos picantes e relembre noites marcantes. De acordo com a especialista em relacionamento Yvonne K. Fulbright, ele ficará mais apaixonado ao ouvir frases como: “lembra quando fizemos isso na cozinha?".

Olhe uma foto dele
Segundo um estudo da Universidade de Rutgers, exames de ressonância magnética mostraram que quando uma pessoa olha para foto de outra por 30 segundos, há uma atividade do cérebro que aumenta o desejo sexual. Por isso, olhe uma foto dele no caminho do trabalho. Os sentimentos gerados nos 30 segundos irão se prolongar até você chegar em casa.

Redescubra seu lado sexy
Você já tentou acender velas e colocar uma música sexy, mas mesmo assim, depois de um longo dia de trabalho, é difícil entrar no clima. "As mulheres fazem malabarismos, tanto que podem colocar sua sexualidade em segundo plano e perder a conexão com o lado sensual", diz Marianne Brandon, autora do livro Recuperação do Desejo. A dica é não desistir e sempre tentar novas táticas para descobrir a mulher sexy que há em você.

Não aposte em lingeries sexy
Claro, se você se sentir atraente dessa forma, siga em frente. Mas algumas mulheres usam peças sensuais apenas para agradar o parceiro. O segredo é usar roupas que aumentem sua autoestima e libido. “Use o que faz você se sentir sensual, não o que seu parceiro pensa que é quente. A sensualidade faz parte de quem você é”, explica Marianne Brandon.

 

Retirado de Band



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Segunda-feira, 27.02.12
E quando bate a preguiça sexual


Ninguém consegue ser um vulcão em erupção na cama o tempo todo. Da mesma maneira que acordamos indispostos para trabalhar ou até mesmo para sair de casa para conhecer alguém especial, podemos sentir o mesmo na hora de fazer sexo. A falta de vontade de mudar de posição ou de caprichar nas preliminares são alguns indícios da chamada de preguiça sexual.

 

A primeira coisa a se observa nesse cenário é que esse comportamento se manifesta de maneira diferente em homens e mulheres.

E sabe de quem é a culpa? Dos hormônios! A Dra. Arlete Gavranic, psicóloga, terapeuta sexual e coordenadora da pós-graduação em terapia do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), explica melhor essa relação:

 

"O homem é sempre muito ativo parasexualidade por conta da testosterona, um hormônio de ação. Já a mulher oscila de acordo com o ciclo de progesterona e estrogêneo", adianta. "Na primeira fase do ciclo ela está mais disponível para o sexo e na segunda fase a progesterona faz com que a mulher fique mais afetuosa e busque mais o carinho do parceiro", completa.

 

E conforme as obrigações do dia a dia vão aumentando, os pensamentos voltados para o sexo ficam cada vez mais escassos. No caso da mulher, que nas últimas três décadas assumiu jornada tripla de trabalho, esse comportamento se torna mais evidente. "Ela trabalha fora, cuida da casa e filhos e ainda precisa vivenciar sua sexualidade. E nem sempre conta com a ajuda do parceiro para cuidar dos serviços domésticos e dos filhos. Então quando ela chega na cama quer apenas um carinho, um abraço aconchegante, e para muitos homens isso serve como rejeição, preguiça do ponto de vista sexual", comenta a especialista.

 

É importante lembrar também que homens e mulheres veem a sexualidade de maneira diferente. Os homens são mais genitalizados, voltados para o corpo. Tanto é que a fantasia sexual de muitos deles é fazer um ménage a trois. Já a mulher é mais romântica e sonha em fazer amor numa praia, por exemplo. "Os estímulos sociais são outro item que serve como diferencial. Enquanto os homens gostam de ver filminhos e trocar piadinhas de sacanagem, as mulheres não são educadas para pensar, visualizar em sexo. A mulher tem a mente sensualizada, se contenta em ver a foto de um ator com o corpo escultural", diz a terapeuta.

 

Preliminares sempre!


A partir do momento em que a falta de vontade de faze sexo se tornar constante, o nome dado a isso não é preguiça. Entre os motivos que levam a mulher a fugir de sexo estão problemas no relacionamento, mágoas, falta de carinho ou de capricho nas preliminares por parte do parceiro ou até mesmo dificuldade de lubrificação ou de atingir o orgasmo. "Em outros casos, a mulher deixa de investir na relação por conta de problemas no trabalho, com os filhos ou outro problema que envolva sua vida fora da cama. É a chamada fase morna da relação", comenta Dra. Arlete.

 

Neste momento, o homem precisa colocar em prática o dom da compreensão e tentar entender que, dependendo do grau e da quantidade de problemas pelos quais a parceira passa, às vezes fica difícil se entregar sem medidas, como se nada estivesse acontecendo. "Ao mesmo tempo, os problemas não podem ser sempre empecilho para não cuidar da sexualidade e intimidade. A mulher tem muita dificuldade em ‘se desligar’, mas em certos momentos ela precisa apertar o botão ‘off’ e, literalmente, fechar a porta do quarto para viver sua intimidade com o marido. Caso contrário ela estará sempre cansada e indisposta para colocar em prática seus desejos sexuais".

 

Quantas vezes por semana?


Quando a preguiça se instala no parceiro, a mulher precisa analisar com calma a periodicidade dessa situação. O homem costuma estar sempre disposto a fazer sexo, a menos que esteja passando por um momento de estresse. "Se isso acontece com frequência, pode ser sinal de que o parceiro está focando seu desejo em outro lugar ou pessoa. Sabemos que o índice de mulheres que traem ainda é grande, mas ainda é menor do que o masculino", diz Dra. Arlete.

 

Não é possível mensurar a frequência com que a preguiça sexual bate à porta do quarto, tudo depende do relacionamento do casal naquele determinado momento. A psicóloga comenta que, em tempos harmoniosos, há casais que fazem sexo 2, 3 vezes por semana. E em momentos de forte preocupação ou crise chega, a ter uma relação em 10, 15 dias.


"A libido é a energia da vida. Se o casal encontra tempo para vivenciar sua sexualidade, seja dentro de casa ou durante uma viagem, abre portas para que esse desejo aflore, equilibre a relação". E dá algumas dicas: "Permita-se mudar de vem em quando. Use uma lingerie nova, faça um curso de dança, compre um gel com sabor, experimente uma posição que não seja ‘papai e mamãe’, Sair as rotina também ajuda a espantar o desinteresse sexual."

 

Via Vila Dois



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Terça-feira, 31.01.12
Acupuntura auxilia na recuperação do desejo sexual

 

Várias são as causas da falta de desejo sexual ou da perda da libido. Se não é algo mais aparente, como diabetes e hipertensão, causas difíceis de serem diagnosticadas também interferem na vontade sexual.

 

As duas doenças prejudicam a vascularização ao redor do clitóris, além de diminuir os impulsos nervosos que dão a sensação de prazer. Também fazem com que a mulher não tenha tanta excitação. E segundo a ginecologista Rosa Maria Neme, um dos efeitos colaterais dos medicamentos para diabetes e hipertensão é também a perda da libido.

 

Desequilíbrios hormonais, nódulos e ainda causas psicológicas, como estresse, são outros fatores que explicam a falta do desejo sexual. Segundo Aparecida Enomoto, especialista em acupuntura pela Universidade de Medicina Tradicional de Beijing, o método que usa as agulhas tem sido bastante eficaz na recuperação do desejo sexual, pois traz de volta o equilíbrio entre Yin (frio) e Yang (calor). "Quando os dois não estão em harmonia, a sexualidade ficam comprometida e as pessoas ficam tristes, deprimidas, depressivas, irritadas, impacientes e perdem o sono", diz.

O objetivo do tratamento é trazer de volta o aumento da produção dos hormônios do prazer, entre eles, a endorfina que relaxa, acalma e nos faz feliz, a serotonina, que tem ação profunda no efeito do humor e da ansiedade e a noradrenalina que, induz a excitação física e mental ativando o centro do prazer. Aparecida ressalta que a terapia ainda contribui para aumentar o estrógeno e a testosterona, hormônios importantes para a libido.

 

"A Acupuntura preconiza que a saúde mental está intimamente ligada à saúde sexual. Para esta terapia alternativa, o sexo é tão importante quanto a alimentação, o sono, a sede e as necessidades fisiológicas, já que a atividade nos torna mais felizes, pacientes, saudáveis e com muito menor índice de doenças", aponta a especialista.

 

A terapia também atua no feromônio, o chamado hormônio da atração, que tem como objetivo atrair o sexo oposto por meio do olfato. O nome tem origem das palavras gregas phero e hormon que juntas significam "trazer excitação". A atuação do feromônio acontece na outra pessoa, despertando o desejo para o sexo, namoro e a paixão. Enquanto a quantidade de testosterona afeta a forma como homens e mulheres se sentem atraídos.

 

Aparecida esclarece que a acupuntura é feita através de agulhas descartáveis finíssimas (descartáveis), sendo quase indolor. Ao contrário do que se pensa seu objetivo não é tratar a doença, mas sim o indivíduo, trazendo de volta a qualidade de vida sexual, a qualidade de vida e alegria do paciente.


Geralmente a especialista indica 12 sessões iniciais, sendo que a primeira é feita em duas horas para uma avaliação detalhada do histórico de vida. Segundo Aparecida, esse diagnóstico é feito através da leitura da língua, que indica deficiências ou exessos em órgãos como coração, pulmão ou fígado, e também nas vísceras: intestinos, estômago, visícula, entre outros. "A partir dele sabemos quais pontos devem ser trabalhados, mas não há um determinado ponto para recuperar a libido, pois a terapia trabalha o organismo como um todo. Além disso é algo bastante particular, depende de idade e outros fatores", explica.

 

Após essa análise, as seguintes sessões tem duração de 30 minutos. Para casos de impotência, Aparecida indica a fitoterapia chinesa, em conjunto com a acupuntura, para que haja um resultado mais rápido e eficiente. Ela vai estimular a produção de endorfina e outros hormônios do prazer.

 

 

Via Vila Dois



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Domingo, 25.12.11
Terapia sexual

 

 

A sexualidade faz parte de uma boa qualidade vida, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS). Entretanto, problemas de saúde e muitas vezes fatores ligados às emoções fazem com que muitas mulheres se queixem das disfunções sexuais.

 

Uma pesquisa realizada pelo ProSex (Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo) já confirmou a relação entre depressão e o comprometimento da libido feminina. Metade das mulheres que procuram o instituto sofre de baixo desejo sexual.

 

Além da falta do desejo, o contrário, ou mesmo dores durante as relações, são consideradas disfunções.

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A perda da excitação, representada pela ereção no homem e pela lubrificação na mulher, ou mesmo do orgasmo, isto é, ejaculação precoce ou retardada no homem, e anorgasmia na mulher, também fazem parte desta lista.

 

De acordo com Sylvia Faria Marzano, diretora do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), as queixas mais freqüentes em ambos os sexos nos consultórios envolvem a diminuição do desejo sexual e, em seguida, a falta deorgasmo.

 

Outra questão observada é a discordância entre os casais em relação a freqüência de relações. Na maioria dos casos, os homens querem praticar sexo mais vezes que a mulher. “Mas existem fases da vida dessa parceria, que pode fazer com que essa procura seja invertida”. Neste caso, o melhor método é o aprendizado da assertividade. “É poder contar ao outro seus desejos, anseios e dificuldades, sem medo de magoar ou não ser entendido. Dialogar é o melhor remédio, mas para isso precisamos desfazer crenças errôneas e mudar comportamentos”, esclarece.

 

Este é apenas um dos passos utilizados durante a terapia sexual, que começou em no início da década de 60 com a contribuição dos estudiosos Masters e Johnson. “Eles descreveram a resposta sexual humana”. Depois, nos anos de 1970, houve grande contribuição de Helen Kaplan, no sentido de propor métodos melhores.

 

O tratamento envolve não apenas os conselhos da terapeuta, mas sim um estudo sobre a história de vida de cada um - suas crenças, mitos e o que aprenderam com a família ao longo da vida. “Também levantamos as dificuldades de relacionamento com a parceria, a procura de conflitos intra-psiquicos. Depois disso, o paciente é orientado a fazer tarefas sexuais em sua residência, algumas sozinho e outras com a sua parceria, digo isso pois essa terapia se aplica a hetero ou homossexuais”, explica.

 

A terapia sexual segue linha psicoterapia focal breve que, em geral baseia-se na Terapia Comportamental Cognitiva “ou seja, desfazer crenças e mudança dos comportamentos não apropriados entre os casais”. Segundo Marzano, é comum os profissionais também usarem outras ferramentas como, técnicas psicodramáticas, que muito contribuem na abordagem dos pacientes com queixa sexual.


Ao contrário do que se imagina, a terapia pode ser realizada por solteiros. “Quando houver a participação da parceria, isto é, os dois querem uma melhora do relacionamento conjugal e sexual, mesmo que não sejam casados, pode haver uma maior chance de mudanças. Mas é muito comum o homem com queixa de ejaculação precoce, ou a mulher, com vaginismo, procurarem uma terapia sexual separadamente e beneficiarem-se muito desse tratamento”, completa a terapeuta.

 

Via Vila Dois



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Sexta-feira, 23.12.11
Transtorno do desejo sexual

 

Para muitas mulheres, o prazer e o desejo sexual caminham juntos, de mãos bem dadas, protagonizando uma vida debaixo dos lençóis sadia, ativa e bem agitada. Mas para cerca de 35% delas, um vilão assola as quatro paredes: o transtorno hipoativo.

 

Esse mal, de nome esquisito, já foi chamado de frigidez. Hoje se sabe que essa diminuição do desejo e das fantasias sexuais pode chegar até uma ausência completa, gerando sofrimento intenso para o casal.

 

"Além da pouca inspiração para criar ocasiões onde os encontros íntimos ocorram (diminuição da sensualidade), há uma iniciativa sexual pobre (baixa erotização). Enquanto a primeira pode até influenciar no comportamento, a segunda leva a uma diminuição nos pensamentos e fantasias, além de pouco prazer nos jogos sexuais", explica o ginecologista e obstetra Eliezer Berenstein.

O médico Henrique Oti Shinomata, também ginecologista e obstetra, explica que o diagnóstico desse transtorno é eminentemente clínico, devendo-se considerar a partir de um mínimo de seis meses dos sintomas. "Existe uma perda do desejo sexual que frequentemente associa-se com problemas de excitação sexual ou com dificuldades para atingir o orgasmo. É importante investigar o parceiro, pois se o mesmo possuir alguma disfunção erétil poderá desencadear o transtorno de desejo sexual hipoativo (TDSH) na mulher", detalha.

 

Segundo ele, essa alteração da sexualidade é uma das disfunções mais difíceis de serem tratadas e, por isso, a mulher deve buscar ajuda com profissionais especializados. "Na maioria das vezes, são causadas devido a problemas psicossociais, muito mais que patologias orgânicas".

 

Eliezer completa dizendo que é necessário investigar, em primeiro lugar, o que representa para o casal a falta de interesse ou desejo sexual da mulher. "Se este casal estiver vivenciando uma crise de hostilidades ou de outros tipos (econômica, familiar), o transtorno pode ser passageiro".

Os dois médicos lembram que exame físico feito é importante, bem como a avaliação laboratorial, a qual deve ser feita de acordo com a história e os achados do exame físico, podendo então ser descartada uma causa orgânica.

 

Fatores como alterações hormonais (hipotireoidismo, aumento da prolactina, diminuição da testosterona), doenças genitais, diabetes, doenças cerebrais, estresse, ansiedade, medicações e drogas, como cigarro e bebidas alcoólicas, podem desencadear o problema. O pós-parto também pode levar ao transtorno. "Aqui vários fatores contribuem para a diminuição do desejo sexual, desde as condições da genitália, amamentação, cuidados ininterruptos com o recém-nascido, depressão pós-parto e características hormonais da própria amamentação", explica Eliezer. 

O melhor tratamento para esse tipo de transtorno visa à redução da ansiedade e ao aumento do prazer sexual. "Deve-se, como ponto de partida, informar precisamente ao casal quanto aos diversos fatores que influenciam o desejo sexual e quais os aspectos causais observados na avaliação clinica deles", diz Eliezer. Segundo ele, é preciso disposição do casal para a compreensão dos problemas identificados e disposição daquele que não apresenta o problema. "É essencial também melhorar o processo de comunicação entre o casal", afirma.

 

Henrique diz ainda que alguns medicamentos, como o sildenafil e o flibanserin estão em testes para atenuação do problema. Esse tipo de medicamento age como ativador da resposta sexual.

 

É ele quem afirma que é na idade adulta onde se encontra a maior frequência desse tipo de problema, principalmente perto da menopausa, no período do climatério. "É o momento onde aparecem várias situações que acentuam as alterações psicossociais, a Síndrome do Ninho Vazio, onde os filhos já não dependem mais do cuidado materno, alterações da imagem corporal (flacidez e rugas), por exemplo".

 

O mesmo médico lembra ainda da importância da atitude proativa do parceiro, que precisa ser mais sedutor e romântico para que a mulher consiga se completar na relação conjugal. "Como há certa diminuição da lubrificação e da libido, característica dessa fase, o companheiro precisa ser muito mais carinhoso na pré-relação e muito mais potente para que a mulher consiga chegar a satisfação plena. Com o parceiro assim, o transtorno de desejo sexual hipoativo dificilmente se manifesta".

 

Para não confundir com uma simples baixa na libido, vale a dica de Eliezer. "Nas disfunções temporárias a queixa está direcionada para o foco sexual e não a sua progressão". 

 

Via Vila Dois



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Segunda-feira, 12.12.11
As atividades na cadeira incentivam um bom resultado para as pernas, glúteos e barriga. Foto: Getty Images

As atividades na cadeira incentivam um bom resultado para as pernas, glúteos e barriga

Alguns exercícios aumentam o humor, o desejo sexual, e melhoram a saúde geral.

 

Alguns deles tiram seu pensamento de que você está trabalhando duro para queimar algumas calorias. Segundo o site Health, esses exercícios ajudam a sintonizar o corpo de forma sensual e, por isso, faz com que as pessoas se sintam mais interessadas ​​em sexo.

Veja uma lista com 10 exercícios que melhoram a vida sexual:

 

Pole dance


Pole dance deixou de ser apenas para dançarinas exóticas. Estúdios particulares oferecem aulas e você não precisa ter nenhuma experiência. O exercício pode agir como tratamento e as sessões podem envolver horas de trabalho de força.

 

Aulas de salsa


As aulas de salsa podem queimar até 200 calorias em meia hora. Você não precisa ser um grande dançarino para começar a ter aulas. Para realmente atiçar, tenha aula com o seu marido ou namorado. Estudos mostram parceiros que tentam algo novo juntos têm grandes benefícios tanto dentro como fora da cama.

 

Striptease


Você não precisa tirar todas as peças de roupa. Apesar de parecer algo intimidador, isto pode ser sexy e você pode tirar tudo se estiver a vontade. Participar de uma aula com um coreógrafo pode ajudar a aprender alguns passos.

 

Dança na cadeira


Muitos DVDs ensinam coreografias para serem feitas na cadeira. Além disso, há um benefício para o corpo durante os exercícios. As atividades incentivam um bom resultado para as pernas, glúteos e barriga.

 

Dança do ventre


Muitas academias de dança oferecem aulas que fazem você queimar até 350 calorias em uma hora. Além disso, para alguém que ainda não está muito confortável com algo mais sensual, esta pode ser uma maneira mais modesta de fazer um exercício sexy.

 

Yoga nua


Fãs de yoga dizem que tirar a roupa torna a prática relaxante e ainda mais calmante. Além disso, muitas posições da yoga usam os quadris as pernas e fortalecem o músculo pélvico.

 

Zumba


A palavra zumba significa mover-se rapidamente. Esta dança colombiana se espalhou para as academias do mundo inteiro. É uma mistura de movimentos aeróbicos e hip-hop. Você não tem que ser um profissional para dançar. Novos participantes são encorajados a dançarem no seu próprio ritmo, pegando os movimentos à medida que avançam.

 

Dança Bollywood


Bollywood, dança de inspiração indiana, também tem um "quê" sexy. Em meia hora de dança dá para queimar cerca de 200 calorias. Muitas das danças contam histórias de romance ou amor perdido.

 

Acrobacia aérea


Popularizado por acrobatas de circo, este treino é indicado para quem já tem alguma prática. Aprender exercícios entre os tecido pendurado no teto favorecem o alongamento e fortalecimento dos membros. Alguns estúdios estão incorporando diferentes tipos de aulas antigravitacionais.

 

Bambolê


Este esporte não é só para crianças. Além de divertido, o babolê fortalece a barriga e afina a cintura. Em um treino de 30 minutos é possível queimar até 250 calorias. O exercício faz as pessoas se interessarem em atividades físicas e sensuais.

 

Via Terra



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Segunda-feira, 05.12.11

Reprodução

 

O que fazer quando o apetite sexual está em baixa?

Ao sentir a libido em baixa, o primeiro passo é consultar um médico. Alguns alimentos também podem ser ruins e os favoráveis à libido
Ao sentir a libido em baixa, o primeiro passo é consultar um médico
Sexo é tão importante na vida de uma pessoa que até a Organização Mundial da Saúde coloca-o como um parâmetro para medir a qualidade de vida. A falta dele é um problema não só conjugal, mas também de saúde que precisa ser tratado. Existem algumas atitudes que você pode tomar para definir se o problema é físico ou psicológico, e outras que podem ajudar bastante a aumentar o apetite sexual. Leia a seguir o que você pode fazar: 

Ao sentir a libido em baixa, o primeiro passo é consultar um médico. É importante avaliar o que tem provocado a falta de interesse pelo outro. Muitas doenças podem promover este quadro. Diabetes, hipertensão, obesidade, síndromes metabólicas, endometriose e infecções vaginais podem estar interferindo na libido. Descartadas estas possibilidades, pode-se checar se situações de estresse, ansiedade ou nervosismo estão influenciando negativamente para o desempenho sexual. 

Nas mulheres, a menopausa pode ser mais uma interferência negativa para a vida sexual. A diminuição do hormônio básico da mulher, o estrogênio, pode acarretar na perda ou redução da libido. Neste casos, uma reposição hormonal pode ser a solução. Outro hormônio só que em excesso pode provocar a queda da libido é o prolactina, que tem a função de estimular a produção de leite. 

Alimentação x libido 

Comer muitos lanches de fast foods, embutidos ou alimentos com excesso de gordura ou açúcar podem interferir na saúde do corpo. Segundo especialistas, a falta de nutrientes, próprias deste tipo de alimentos, altera a produção de hormônios sexuais. 

Alimentação = libido 

Assim como têm alimentos negativos ao sexo, existem outros favoráveis. Entre os mais indicados estão as especiarias como açafrão, cravo, noz moscada, pimentas de vários tipos, gengibre, tomilho, ginseng, canela, aipo, mostarda e coentro. Se inseridas no preparo da comida podem fazer milagres. Experimente. 

Não é mito. Por conter alta quantidade de vitamina B3, o amendoim ajuda na vasodilatação sanguínea e assim contribue com o despertar para o amor. 

Para evitar a Tensão Pré-menstrual (TPM) que provoca a perda do apetite sexual, os especialistas recomendam a ingestão de alimentos com ômega 6, muito encontrado nos óleos vegetais, bem como alimentos ricos em magnésio, como é o caso das verduras. 

Os bioflavonóides, encontrados no morango, na cereja, na framboesa e na amora, são excelentes para prevenir uma série de doenças que podem afetar a libido. Eles são poderosos por ter propriedades anti-inflamatória, antialérgicas, antiviral, antitumoral, antioxidante e anti-hemorrágica. 

Para finalizar, as duas dicas básicas que intensificam o desejo sexual: atividades físicas regulares e alimentação equilibrada composta de carboidratos (de preferência integrais) proteínas (carnes magras) , frutas, vegetais e legumes. 

Pode-se também apelar por satisfazer as fantasias sexuais com o uso de roupas e lingeries diferentes ou usar acessórios específicos que ajudam a esquentar a relação sexual. Nestas horas, a criatividade também faz a diferença.

 

Via Bonde



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Sábado, 01.10.11
Hormônios e libido


A perda da libido não é causada apenas por problemas de relacionamento ou psicológicos. Em muitos casos, as alterações hormonais, como tensão pré-menstrualmenopausa e medicamentos podem comprometer o rendimento sexual.

 

Segundo Amaury Mendes Jr., ginecologista, secretario geral da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana e professor e médico do Hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os hormônios responsáveis pelo prazer sexualpodem alterar em determinadas épocas da vida.

 

Ele explica que a menopausa, no caso da mulher, e a andropausa, no caso dos homens, também conhecida como DAEM (Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino), podem alterar e muito o desempenho sexual.

 

"O cérebro manda para os ovários oshormônios LH (hormônio luteinizante) e FSH (hormônio folículo estimulante). Eles estimulam as células do ovário a produzirem estrógeno e prostógenos, mas como na menopausa os ovários estão secos, acontecem as famosas ondas de calor e, em alguns casos, a depressão".

 

A intensidade da perda da libido varia muito de mulher para mulher. "Se ela teve muito estresseao longo da vida ou se a vida social dela foi comprometida, isso pode ser um problema. Agora se ela teve uma vida tranquila, foi bem amada realizou atividades que gostava, não vai ter tanto problema com isso".

 

Problemas de tireóide também causam perda de libido. O hipotireoidismo (pouca produção de hormônios) e o hipertireoidismo (produção excessiva de hormônios), provocam, respectivamente, ansiedade e nervosismo.

 

O homem também tem a libido afetada nessa fase, mas ele se beneficia por ser mais visual. O ginecologista comenta que basta ver uma mulher nua que ele fica excitado. Já a mulher precisa de algo subjetivo, se ela vê uma cena ela fica molhada, mas não necessariamente terá desejo de fazer sexo, vai ter um orgasmo. "Ela precisa de algo mais subjetivo, saber o porquê de estar transando. O homem só perde a libido se passar por um estresse muito grande."

 

Dr. Amaury ressalta que além dos hormônios, a perda da libido também pode ser potencializada pela depressão. Isso porque este sentimento costuma aumentar a prolactina, hormônio responsável pela lactação. "Ele impede que a mulher tenha tesão, para que a criança possa sobreviver. Ela passa a se preocupar em alimentar o filho e deixa de lado a relação sexual", explica.

 

Outra vilã da libido, na opinião do especialista, é a pílula anticoncepcional, principalmente as que possuem ação antiandrogênicas, sejam elas via oral ou injetáveis. "Ela é ótima para as meninas que tem problemas com acne e querem exibir uma pele lisinha, porém, a libido vai lá embaixo, por conta da alta dose de progesterona."

 

Já foi o tempo em que as doenças eram apenas físicas. É fato que o lado psicológico exerce grande influência nessa parte. "Este é um dos motivos pelos quais é importante a mulher procurar por um companheiro não somente interessante, mas também interessado. É preciso que haja vínculo, pois hoje as relações são muito generalizadas e isso não segura a relação", afirma Dr. Amaury.

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:05 | link do post | comentar

Segunda-feira, 18.04.11
Ginseng ajuda no desempenho sexual

 


Não é de hoje que os casais procuram na culinária receitas infalíveis para apimentar a relação sexual. E para aumentar a lista de alimentos, um estudo da Universidade de Guelph, em Ontário, no Canadá, fez uma revisão dos chamados afrodisíacos naturais e descobriu que o ginseng e oaçafrão não poderiam ser descartados.

 

Os resultados foram divulgados na edição online do Food Research International. E além do açafrão e do ginseng, o estudo concluiu que uma substância chamada ioimbina, extraída de uma árvore nativa da África Ocidental, melhora o desempenho na cama.
 

O objetivo da análise, conduzida pelo professor de ciência alimentar Guelph Massimo Marcone, era encontrar alternativas naturais que pudessem substituir as drogas sintéticas. Entre os efeitos colaterais apontados por quem ingere remédios como Viagra estão dores de cabeça e dores musculares. "Mesmo os jovens que não têm problemas com a atividade sexual estão perguntando aos seus médicos sobre remédios contra disfunção erétil", preocupa-se Marcone.

 

Segundo o professor, o ginseng é eficaz no tratamento de disfunção erétil, além de aumentar a libido e os níveis de satisfação entre as mulheres na menopausa. A nutricionista funcional e diretora da Clínica Nutri DNA, Elaine de Pádua, explica que esta erva tem efeito vasodilatador, ou seja melhora a irrigação do sangue. "Desse modo, o órgão masculino funciona melhor, facilitando a ereção e a manutenção da mesma. Na mulher, a função vasodilatadora auxilia na lubrificação da vagina".

 

Segundo o professor, açafrão pode ser eficaz no tratamento da disfunção erétil, além de aumentar a libido e o desempenho. Dra. Eliane completa: "Este tempero tem ação anti-inflamatória e de modulação hormonal, ou seja, equilibra os níveis de hormônios, incluindo testosterona e estrogênio. Com isso, se a pessoa produzir estes hormônios de maneira correta terá uma vida sexual mais ativa e satisfatória."

 

Para gerar o efeito esperado, Dra. Elaine recomenda que os dois ingredientes sejam consumidos de três a quatro vezes por semana. "O ginseng é encontrado em chás e sopas. No caso do açafrão, a dica é colocar uma colher de café no arroz ou temperar o frango com ele".

 

Ao mesmo tempo, o estudo definiu como discutível a ação do chocolate e do vinho no desempenho sexual. Já o álcool, em determinadas quantidades, pode facilitar a atividade sexual por reduzir inibições. Porém, em demasia pode prejudicar a capacidade física na hora do sexo.

 

Marcone ainda advertiu contra algumas substâncias definidas como afrodisíacas, entre elas, a mosca espanhola e sapo Bufo. Embora haja evidências de que estas iguarias podem aumentar a excitação sexual, elas também são tóxicas para os seres humanos e pode levar a doenças graves ou morte em alguns casos.

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:21 | link do post | comentar

Sexta-feira, 08.04.11

Porque é que elas não querem sexo?

Dentre as diversas disfunções sexuais no HC a mais frequente é a diminuição do desejo sexual

Elas se queixam , eles não entendem. O fato é que a falta de apetite sexual tem representado cerca de 70% dos casos no Ambulatório de Sexualidade do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). Estas mulheres estão entre os 30 e 50 anos de idade, mas não pense que as novinhas escampam desta estatística. As jovens também apresentam problemas ligados às disfunções sexuais. “Quando o sexo deixa de proporcionar prazer, é sinal de que algo está errado”, disse a coordenadora do ambulatório, a médica ginecologista Elsa Gay. Para esclarecer o assunto, o Terra convidou o médico ginecologista e especialista em sexologia e integrante da equipe do HC, Théo Lerner, a responder questões do por que as mulheres estão perdendo a vontade de fazer sexo.


Por que a falta de libido domina as queixas no HC?
Théo Lerner: A associação da falta de conhecimento sobre a resposta sexual e suas variações ao longo das diferentes fases da vida, as noções culturais de gênero que dificultam a autonomia na busca da satisfação sexual e as contradições entre informações sobre o desempenho sexual recebidas de diferentes fontes contribuem para que um número cada vez maior de mulheres apresente dificuldades na esfera sexual.

Qual faixa etária destas mulheres?
As queixas atingem mulheres sexualmente ativas de todas as faixas etárias. Em nosso serviço predominam as pacientes entre 30 e 50 anos.

Os homens também sofrem com a falta de desejo sexual?
Sim. Em um primeiro momento, as necessidades masculinas referentes à sexualidade estavam mais voltadas para o desempenho, ou seja, para a capacidade de obter uma ereção que possibilite a penetração. O advento das drogas facilitadoras de ereção permitiu que muitos homens passassem a se questionar quanto ao desejo sexual. Assim como as mulheres, os homens também sofrem grandes pressões quanto ao desempenho em diversas áreas e muitas vezes os esforços para dar conta destas pressões acabam por comprometer a disponibilidade para o desejo sexual.

Então, esta é uma patologia da modernidade, decorrente de todo estresse do cotidiano?
Pode ser considerado um problema moderno, considerando de que a ideia de que a mulher tem direito ao prazer e a satisfação sexual é relativamente recente. O estresse cotidiano e as pressões sociais contribuem para o surgimento do problema.

A falta de apetite sexual tem mais relação com um fator físico ou psíquico?
Embora fatores orgânicos como doenças crônicas, endocrinopatias ou depressão possam contribuir para a diminuição do desejo sexual, os fatores psicológicos associados são fundamentais para o surgimento da disfunção. É fundamental uma avaliação médica completa de todos os casos de queixa de diminuição de desejo.

Qual é o tratamento aplicado?
Ele é baseado na terapia cognitivo comportamental. Após a avaliação inicial, as pacientes participam de encontros em grupo onde são propostos exercícios e técnicas que a paciente realiza em casa, com o objetivo de desenvolver habilidades para a compreensão e solução de seus problemas na esfera social.

 

Via Dicas da mulher Moderna



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

Sábado, 12.02.11
A vida de saltos altos - Dia dos Namorados: ideal para comida afrodisíaca

Pelo menos nesta data, prepare algo especial para o seu companheiro ou companheira. Sabe o que são alimentos afrodisíacos? O que fazem? E será que resultam mesmo?

A palavra afrodisíaco vem de Afrodite, a deusa do amor, da beleza e possuidora de um forte poder sedutor.

 

Desde então estes alimentos vem descritos na História de várias civilizações, como por exemplo, dos romanos e gregos, com o intuito de aumentar fertilidade, isto porque a procriação era uma questão moral e religiosa de grande importância na sociedade, ou de um melhor desempenho sexual. Não nos podemos esquecer que antigamente a comida não era tão disponível como nos dias de hoje e, por isso, podíamos ter indivíduos desnutridos, que uma das consequências é a perda da libido, bem como a redução da fertilidade.

A verdade é que existem vários estudos, mas não se chegou a nenhuma evidência científica que qualquer uma das iguarias sugeridas tenham efeitos sobre o apetite e performance sexual. Sabe-se sim que alguns dos alimentos referenciados como afrodisíacos podem ser de origem química e física, ou seja, substâncias que compõem o alimento exercem sim um efeito positivo. Temos também, a origem mais importante, que é de origem "mental", ou seja, as associações que o nosso cérebro faz quando o alimento se assemelha aos órgãos sexuais e ao envolvimento do espaço (velas, perfume, música, roupa sexy).

Alimentos afrodisíacos: quais e porquê?

 

  • Ostras: um alimento muito conhecido quando falamos em afrodisíaco, para além da sua semelhança ao órgão sexual feminino, apresenta concentrações elevadas em zinco, um mineral essencial para a produção de testosterona e esperma.
  •  

  • Vinho/Champanhe: em quantidades moderadas fazem despertar os nossos sentidos e relaxando as nossas inibições, mas atenção que em excesso provoca sonolência... não estrague o momento.
  •  

  • Chocolate amargo: contém um estimulante chamado feniletilamina, que lhe dá a sensação de bem-estar e possui propriedades estimulantes. Há mais antioxidantes no chocolate que no vinho tinto, a combinação dos dois pode ser o segredo da paixão, mas sempre com moderação.
  •  

  • Pimenta e pimentões: apresenta uma substância química chamada capsaicina, que lhe garante a característica de alimento picante e pungente, aumentado a frequência cardíaca e elevam a temperatura interna do nosso corpo, potenciando suores. Para além de outras propriedade que lhe estão atribuídas, elas influenciam na libertação de endorfinas, que causam a sensação de bem-estar e elevam o humor.
  •  

  • Espargos: para além da sua forma sugestiva, eles são uma grande fonte de potássio, fibras, vitamina B6, B3, A e C, tiamina e ácido fólico. Este último faz aumentar a produção de histamina necessária para a potenciar o orgasmo em ambos os sexos.
  •  

  • Mel: vai aumentar a produção de substâncias que dão prazer e ainda neutraliza os efeitos do álcool, diminuindo a sua absorção.
  •  

  • Gengibre: é um estimulante do sistema circulatório, funcionando como vasodilatador, que vai potenciar o aumento da libido e performance sexual.
  •  

  • Figo: é utilizado como estimulante sexual devido à sua semelhança, quando cortado ao meio, com o órgão sexual feminino.
  •  

  • Abacate: a presença de vitamina E faz com que exista uma elevação da produção das hormonas masculinas e femininas. Antigamente os astecas chamavam o abacateiro a "árvore dos testículos", devido às parecenças com órgão sexual masculino.
  •  

  • Banana: é rica em potássio e vitaminas do complexo B essenciais para a produção de hormonas sexuais e sugere uma forma fálica.

Outros alimentos e especiarias que podem fazer parte da lista de alimentos afrodisíacos: sementes de abóbora, amêndoas, romã, papaia, amoras silvestres e framboesas, morangos, açafrão, melancia, pistácio, rúcula, cardamomo, zimbro, canela, abacaxi entre outros. Uns pela aparência e outros pela composição.

 

Fique é longe, da alface, agrião, lentilhas, feijão, grão, fritos, alimentos ricos em gordura e bebidas alcoólicas em excesso, não queremos arruinar este momento especial com sonolência ou má digestão ou mesmo flatulências.

 

Inove na sua ementa, por exemplo, como entrada escolha uma salada de rúcula com amêndoas e figos, ou pode ter ostras cruas, para prato principal pode preparar uns peitos de frango temperados com gengibre e mel a acompanhar com abacaxi e sementes de abóbora salteados (caramelizados) em pouco açúcar (só para dourar) acompanhe sempre com um bom vinho e para finalizar experimente os famosos morangos regados com chocolate amargo derretido a acompanhar com um bom champanhe.

 

O importante é criar um conjunto de situações favoráveis, que andam em torno de uma ementa afrodisíaca, um lugar acolhedor, umas flores, uma conversa agradável, uma roupa sexy e uma companhia que o/a seduza. É fundamental que os dois estejam descontraídos e descansados, prontos para desfrutar de um jantar em torno de menu de delicias afrodisíacas. Lembre-se de Séneca, nas Cartas a Lucílio: "Se quiseres ser amado, ama".

Via A Vida de saltos Altos

 



publicado por olhar para o mundo às 14:39 | link do post | comentar

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