Terça-feira, 29.05.12

Os vilões que atrapalham o seu orgasmo

Às vezes, chegar lá pode ser mais difícil do que a gente imagina. NOVA investiga o distúrbio que é o maior desmancha-prazer feminino.

 

NOVA lança o desafio: pule esta reportagem agora quem nunca perdeu um orgasmo na vida. Continua lendo? Não está sozinha. Muitas de nós sofrem com a anorgasmia, disfunção que dificulta ou, em casos extremos, nos impede de atingir o clímax, o topo da excitação, o céu. Existem quatro tipos. O mais comum, chamado situacional, faz com que só consigamos com determinadas carícias (masturbação, por exemplo). Além dele, também tem o primário, caso de quem nunca nem sequer experimentou; o secundário, quando a gente de repente para de ir aos finalmentes; e o total, quando nenhum estímulo é suficiente para nos fazer chegar láhhh. A disfunção é mesmo uma das maiores vilãs do êxtase feminino. Por sorte, NOVA sabe como combatê-la.

 

Conhecendo o inimigo

 

A anorgasmia tem várias causas — e nem todas são psicológicas. Por isso, os terapeutas aconselham nunca achar que as dificuldades só existem na sua cabeça nem guardar suas angústias e dúvidas (conte tudo a quem pode ajudar, começando por uma conversa franca com o médico). Elas podem ter sido desencadeadas por cicatrizes ou danos aos nervos provocados por cirurgias ginecológicas. Fora o uso de drogas, álcool ou certos medicamentos, como os que controlam a pressão arterial, os antiestamínicos e os antidepressivos. Que o diga a empresária paulistana Mariana, 26 anos: “Estava trabalhando e fazendo pós-graduação, o que é barra pesada. Para complicar ainda mais, meu namorado foi transferido para o Rio. Não conseguia dormir e me sentia tão destruída que fui ao médico. Ele receitou antidepressivos e pílula contra ansiedade.” A insônia sumiu, mas, quando foi passar um feriadão com o lindo, descobriu os efeitos colaterais. “Nem sentia vontade de transar. Na cama, parecia uma morta-viva e me peguei pensando: ‘Será que ele não vai se satisfazer de uma vez para acabar logo com isso?” Percebendo que Mariana não era mais a mesma, o namorado até sugeriu procurarem estímulos extras em uma sex shop. Diz ela que saíram da loja com a sacola cheia de brinquedinhos, vibradores e livros. Deu certo. Não chegou a ser uma glória na primeira vez, mas o tesão aumentou e facilitou o orgasmo — embora tenha demorado mais que de costume. De volta a São Paulo, a moça conversou com o terapeuta, que a ajudou a conciliar os remédios com o desejo. Mariana acabou dispensando os antidepressivos antes do que imaginava.

 

No caminho do prazer

 

Excluída uma causa física, vale checar o fator emocional. São desmancha-prazeres de marca maior a própria ansiedade de ter um orgasmo, a culpa provocada por uma educação sexual rígida, alguma crença religiosa ou cultural que interfere no prazer, além do medo de engravidar ou de pegar uma doença sexualmente transmissível. O tratamento varia, óbvio, dependendo do tipo de anorgasmia. Para quem nunca experimentou essa explosão de sensações (cerca de 5 a 10% das mulheres), os terapeutas tentam ajudá-la a relaxar e se sentir segura, aumentando a sua capacidade de reagir positivamente aos estímulos sexuais. É o caso da mulher que está ansiosa achando que não vai conseguir ou assustada com a possibilidade de se descontrolar ou ainda fisicamente incomodada sem saber o que esperar. “Já as que sofrem da secundária só precisam aprender novos truques para chegar lá — afinal, já conhecem o caminho e sabem que são capazes de trilhá-lo”, explica Elna McIntosh, terapeuta sexual e uma das maiores autoridades no assunto. No caso da anorgasmia em situações específicas, a mulher precisa de ajuda para identificar as circunstâncias favoráveis e, em seguida, melhorar sua comunicação.

 

Aconteceu com a dentista Juliane, de 24 anos, que teve a primeira experiência sexual quando tinha 17 anos. “Demorei para me decidir, mas fiz porque queria, e não por pressão do namorado. Apesar disso, na hora H, entrei em pânico. Tanto que contrai demais os músculos da vagina e a penetração foi superdolorosa. Minha vontade era pular da cama e correr para casa”, diz. A experiência ruim se repetiu com outros parceiros. Apesar de sentir vontade de transar, ficava tão tensa que tornava o ato quase impossível. Não é surpresa que não soubesse o que era um grand finale. Nem mesmo com a masturbação. Durante anos, fez vários tratamentos e visitou uma lista de médicos. “Um deles chegou a dizer que eu precisava operar para aumentar a abertura da vagina e cortar alguns músculos. Só não encarei a mesa de cirurgia porque morri de medo”, lembra. Um namorado apaixonado e sensível sugeriu recorrerem à terapia juntos. O primeiro alívio foi descobrir que seu problema era comum — estima-se que 70% das mulheres ficam ou já ficaram a ver navios. Depois de alguns meses de sessões, com direito a exercícios e orientações de como tocar o outro, o casal finalmente espantou o grande vilão da cama. “Não aconteceu de uma hora para outra. Vivemos um processo lento, mas surpreendente. O primeiro orgasmo foi totalmente inesperado. Caí no choro de felicidade.”

 

Retirado de Nova



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Quinta-feira, 12.04.12

O estudo concluiu que as mulheres têm diversos tipos de orgasmo. Foto: Getty Images

O estudo concluiu que as mulheres têm diversos tipos de orgasmo

Durante décadas o clitóris foi conhecido como a única chave para a satisfação sexual da mulher. A crença fez com que os homens passassem horas a explorar o popularmente conhecido como botão do orgasmo. Porém, pesquisadores descobriram que elas podem chegar ao clímax apenas com relações sexuais e que é um orgasmo totalmente diferente do atingido pela estimulação do clitóris. As informações são do Daily Mail.

Os cientistas descobriram que o orgasmo vaginal e do clitóris são, na verdade, fenômenos completamente separados e ativam áreas diferentes do cérebro. Eles também concluíram que a mulher pode chegar ao orgasmo através de estímulos em uma série de zonas erógenas do corpo.

 

A capacidade de alcançar o clímax pela estimulação vaginal pode estar ligada à saúde física e mental. Mulheres saudáveis ​​têm mais chances de ter um orgasmo sem estímulos no clitóris.

 

A parede frontal da vagina está intimamente ligada com as partes internas do clitóris, o que significa que estimular a vagina sem ativar o clitóris deve ser impossível. A pesquisa concluiu que existem vários tipos de orgasmos femininos.

 

O ápice do prazer sexual da mulher acontece no cérebro que transmite sensações no corpo. O pesquisador Beverley Whipple, da Universidade Rutgers, disse ainda que existem evidências de que algumas mulheres podem chegar ao pico sexual apenas com o pensamento, sem qualquer estímulo físico.

 

Via Terra



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Quinta-feira, 22.03.12

Mulheres tem orgasmos quando fazem exercício físico

 

Segundo um novo estudo, as mulheres podem não precisar de um cara, de um vibrador ou sequer de qualquer outra estimulação sexual direta para ter um orgasmo – basta fazer exercícios físicos.

 

A pesquisadora Debby Herbenick, codiretora do Centro de Promoção da Saúde Sexual da Universidade de Indiana, EUA, diz que os cientistas já relataram o fenômeno do prazer sexual induzido pelo exercício físico em 1953, com cerca de 5% das mulheres entrevistadas dizendo que tinham orgasmos ligados ao exercício físico.

 

No entanto, naquela época foi difícil saber qual a prevalência real desse fenômeno porque a maioria das mulheres ofereceu a informação sem que os pesquisadores fizessem essa pergunta diretamente (ou seja, eles não perguntaram “você tem orgasmos quando faz exercícios físicos?”).

Desde então, os relatórios desse tipo de orgasmo, chamado em inglês de “coregasms”, por causa de sua ligação aparente com exercícios para músculos abdominais centrais, têm circulado na mídia há anos.

 

Apesar da atenção na mídia popular, pouco se sabe cientificamente sobre o orgasmo induzido por exercício. Então, Herbenick e seus colegas usaram pesquisas online para coletar os dados de 124 mulheres que tiveram orgasmos induzidos pelo exercício e 246 mulheres que relataram prazer sexual induzido pelo exercício.

 

A maioria das mulheres, com idades entre 18 a 63 anos e uma idade média de 30 anos, estava em um relacionamento sério ou casamento e 69% disseram ser heterossexuais.

 

Os pesquisadores descobriram que cerca de 40% dos dois grupos de mulheres tiveram prazer ou orgasmo induzido pelo exercício físico mais de 11 vezes em suas vidas. A maioria das mulheres do grupo do orgasmo disse que sentia um certo nível de constrangimento ao se exercitar em lugares públicos.

 

O grupo do orgasmo afirmou majoritariamente que não estava tendo uma fantasia sexual ou pensando em alguém quando tiveram orgasmos durante exercícios.

 

Das mulheres que tiveram orgasmos durante o exercício, cerca de 45% disseram que sua primeira experiência foi ligada a exercícios abdominais; 19% disseram que foi ligada a bike ou spinning; 9,3% disseram que foi ligada a escalar postes ou cordas; 7% relataram uma conexão com o levantamento de peso; 7% com correr e o resto das experiências incluiu vários exercícios, como ioga, natação, aparelhos elípticos, aeróbica e outros.

 

O prazer sexual induzido pelo exercício estava ligado a mais tipos de exercícios que o fenômeno do orgasmo.

 

Respostas às questões abertas da pesquisa revelaram alguns detalhes interessantes. Por exemplo, os exercícios abdominais ligados a orgasmos pareciam estar particularmente associados ao exercício “cadeira do capitão”, em que uma pessoa suporta seu peso sobre os antebraços e, em seguida, levanta os joelhos em direção ao seu peito.

 

As perguntas abertas também revelaram que os orgasmos tendem a ocorrer depois de vários conjuntos de flexões ou algum outro exercício abdominal em vez de depois de apenas algumas repetições. Também parecia acontecer depois que a mulher realmente tinha se exaurido.

 

“Muitas dessas mulheres disseram que isso começou a acontecer desde crianças”, disse Herbenick, acrescentando que algumas indicaram uma experiência aos 7 ou 8 anos. “Nós tivemos pelo menos uma mulher no estudo que era virgem, e realmente amava poder ter estas experiências na academia”.

 

Ligação confusa

Os pesquisadores não sabem ao certo porque certos exercícios levam ao orgasmo ou ao prazer sexual.

 

“Pode ser que o exercício, que já é conhecido por ter benefícios significativos para a saúde e bem-estar, tem potencial para melhorar a vida sexual das mulheres”, sugere Herbenick. Mas não é certo que os exercícios físicos podem realmente melhorar as experiências sexuais das mulheres.

 

A pesquisa tem várias implicações em relação à sexualidade das mulheres. O orgasmo e o desejo sexual já encabeçaram a lista de maiores preocupações sexuais das mulheres, com cerca de uma em cada quatro mulheres não atingindo o orgasmo durante o sexo.

 

Os pesquisadores sugerem que “pode ser que o exercício físico tem sido negligenciado em abordagens clínicas para o orgasmo das mulheres”.

 

Por outro lado, os cientistas têm debatido por muito tempo o contexto evolutivo do orgasmo feminino e sua ligação com a sexualidade e reprodução. Se muitas mulheres estão experimentando o orgasmo durante exercícios não relacionados com o sexo, então orgasmo induzido pelo exercício pode revelar o que o orgasmo tem ou não tem a ver com sexo ou reprodução.

 

Além disso, o orgasmo induzido por exercício pode ser um caminho para os cientistas e as próprias mulheres aprenderem mais sobre o processo do orgasmo.

 

Alguns podem questionar: “Será que isso realmente acontece?”. Herbenick responde: “Eu não tenho nenhuma dúvida de que isso acontece.

 

Via HypeScience



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Sexta-feira, 23.12.11
Transtorno do desejo sexual

 

Para muitas mulheres, o prazer e o desejo sexual caminham juntos, de mãos bem dadas, protagonizando uma vida debaixo dos lençóis sadia, ativa e bem agitada. Mas para cerca de 35% delas, um vilão assola as quatro paredes: o transtorno hipoativo.

 

Esse mal, de nome esquisito, já foi chamado de frigidez. Hoje se sabe que essa diminuição do desejo e das fantasias sexuais pode chegar até uma ausência completa, gerando sofrimento intenso para o casal.

 

"Além da pouca inspiração para criar ocasiões onde os encontros íntimos ocorram (diminuição da sensualidade), há uma iniciativa sexual pobre (baixa erotização). Enquanto a primeira pode até influenciar no comportamento, a segunda leva a uma diminuição nos pensamentos e fantasias, além de pouco prazer nos jogos sexuais", explica o ginecologista e obstetra Eliezer Berenstein.

O médico Henrique Oti Shinomata, também ginecologista e obstetra, explica que o diagnóstico desse transtorno é eminentemente clínico, devendo-se considerar a partir de um mínimo de seis meses dos sintomas. "Existe uma perda do desejo sexual que frequentemente associa-se com problemas de excitação sexual ou com dificuldades para atingir o orgasmo. É importante investigar o parceiro, pois se o mesmo possuir alguma disfunção erétil poderá desencadear o transtorno de desejo sexual hipoativo (TDSH) na mulher", detalha.

 

Segundo ele, essa alteração da sexualidade é uma das disfunções mais difíceis de serem tratadas e, por isso, a mulher deve buscar ajuda com profissionais especializados. "Na maioria das vezes, são causadas devido a problemas psicossociais, muito mais que patologias orgânicas".

 

Eliezer completa dizendo que é necessário investigar, em primeiro lugar, o que representa para o casal a falta de interesse ou desejo sexual da mulher. "Se este casal estiver vivenciando uma crise de hostilidades ou de outros tipos (econômica, familiar), o transtorno pode ser passageiro".

Os dois médicos lembram que exame físico feito é importante, bem como a avaliação laboratorial, a qual deve ser feita de acordo com a história e os achados do exame físico, podendo então ser descartada uma causa orgânica.

 

Fatores como alterações hormonais (hipotireoidismo, aumento da prolactina, diminuição da testosterona), doenças genitais, diabetes, doenças cerebrais, estresse, ansiedade, medicações e drogas, como cigarro e bebidas alcoólicas, podem desencadear o problema. O pós-parto também pode levar ao transtorno. "Aqui vários fatores contribuem para a diminuição do desejo sexual, desde as condições da genitália, amamentação, cuidados ininterruptos com o recém-nascido, depressão pós-parto e características hormonais da própria amamentação", explica Eliezer. 

O melhor tratamento para esse tipo de transtorno visa à redução da ansiedade e ao aumento do prazer sexual. "Deve-se, como ponto de partida, informar precisamente ao casal quanto aos diversos fatores que influenciam o desejo sexual e quais os aspectos causais observados na avaliação clinica deles", diz Eliezer. Segundo ele, é preciso disposição do casal para a compreensão dos problemas identificados e disposição daquele que não apresenta o problema. "É essencial também melhorar o processo de comunicação entre o casal", afirma.

 

Henrique diz ainda que alguns medicamentos, como o sildenafil e o flibanserin estão em testes para atenuação do problema. Esse tipo de medicamento age como ativador da resposta sexual.

 

É ele quem afirma que é na idade adulta onde se encontra a maior frequência desse tipo de problema, principalmente perto da menopausa, no período do climatério. "É o momento onde aparecem várias situações que acentuam as alterações psicossociais, a Síndrome do Ninho Vazio, onde os filhos já não dependem mais do cuidado materno, alterações da imagem corporal (flacidez e rugas), por exemplo".

 

O mesmo médico lembra ainda da importância da atitude proativa do parceiro, que precisa ser mais sedutor e romântico para que a mulher consiga se completar na relação conjugal. "Como há certa diminuição da lubrificação e da libido, característica dessa fase, o companheiro precisa ser muito mais carinhoso na pré-relação e muito mais potente para que a mulher consiga chegar a satisfação plena. Com o parceiro assim, o transtorno de desejo sexual hipoativo dificilmente se manifesta".

 

Para não confundir com uma simples baixa na libido, vale a dica de Eliezer. "Nas disfunções temporárias a queixa está direcionada para o foco sexual e não a sua progressão". 

 

Via Vila Dois



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Segunda-feira, 19.12.11

O prazer faz bem à saúde

 

O prazer sexual traz muitos mais benefícios além da intimidade com o parceiro. De acordo com a reportagem da revistaCosmopolitan espanhola, diversos especialistas já ligam o orgasmo com a saúde e bom funcionamento do organismo.

 

Por exemplo, sabe-se que ter orgasmos ajuda a ter uma vida longa, aumenta a imunidade da pessoa, melhora a saúde reprodutiva e ajuda a controlar dores no corpo. Mais: ápice do prazer ainda ajuda a controlar o estresse do dia a dia. Prova disso é que um estudo recente mostrou que 39% das mulheres se masturbam para relaxar. Isso acontece porque o corpo libera oxitocina durante o orgasmo, uma substância que aumenta a sensação de bem-estar.

 

Para atingir o orgasmo, no entanto, ter intimidade com o parceiro e estar bem com o próprio corpo são fatores fundamentais. A revista ainda ressalta que o prazer pode, sim, ser atingido com a prática do sexo seguro ¿ embora alguns homens reclamem que a camisinha pode incomodar, estar segura é um dos fatores que deixa a mulher mais relaxada e mais próxima do orgasmo.

 

Via Terra



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Terça-feira, 29.11.11
Escandalosas na hora do sexo

 

Cada um extravasa como quer (ou pode) a alegria do ápice do prazer na cama. Tem gente que chora. Tem quem ria, sem parar.

Tem as que ficam em silêncio, curtindo na ausência do som a intensidade do prazer. E tem quem grite. Para potencializar o prazer - ou simplesmente para externar a satisfação - há quem se empolgue e coloque numa boa noite de sexo uma trilha sonora com gritos, altos gemidos e muito, muito escândalo.

 

Mas às vezes, você gosta de fazer barulho - e seu parceiro acha a cena desnecessária. Como não existe receita pronta, o legal é sentir o ritmo da coisa e controlar o volume da empolgação na medida. “Meu marido não gosta que eu grite, mas tem vezes que é incontrolável. Até mordo o travesseiro. Sinto que ele fica assim quando transamos em casa, já que temos duas filhinhas”, conta Suzi Cunha. Segundo ela, mesmo com o quarto distante das meninas, o maridão não se sente à vontade da mesma forma quando eles vão para um motel.

 

Raul Silveira concorda que perto dos filhos não é legal, mas admite que adora quando a mulher grita. “Significa que está mesmo sentindo muito prazer”, diz. “Mas quando tem alguém em casa, não gosto quando minha esposa grita. Não quero que as pessoas fiquem imaginando minha mulher pelada transando comigo”, completa. Pelo jeito os gritos valem mesmo no motel, quando não tem ninguém escutando. “Lá, não vejo problema algum em gritar. Todo mundo vai para o motel para transar mesmo”.

 

Alicia Medeiros diz que o namorado é bem barulhento, fala bastante e sempre comenta depois que ela é muito quietinha na cama. “Eu não gosto de falar nada, nem de gritar. Prefiro curtir o prazer em silêncio”, afirma. “Gemer um pouco alto tudo bem, agora fazer escândalo, ninguém merece”.

 

Então como tanto homem quanto mulher podem preferir o sexo silencioso, mais calminho, o legal é sentir a vibração do parceiro. Mas não deixe de extravasar apenas porque o parceiro não gosta. Encontrar o equilíbrio na equação é muito melhor do que reprimir o prazer.

 

Via Vila Dois



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Domingo, 06.11.11
O mistério e as delícias do clitóris

 

Há um órgão no corpo feminino exclusivamente dedicado ao prazer. O clitóris, botão mágico que pode levar a mulher às nuvens se bem estimulado, tem de 6 a 8 mil fibras nervosas e por isso, altíssima sensibilidade.

O problema é que muitas mulheres - e um número ainda maior de homens - não faz ideia onde ele fica ou como ele deve ser manipulado.

 

Segundo a médica Elsa Gay de Pereyra, chefe do setor de medicina sexual do departamento de obstetrícia e ginecologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, o clitóris é equivalente ao pênis se considerado o número de inervações e vascularização. Mas fica bem mais escondidinho. "Para encontrá-lo, é preciso colocar o dedo no umbigo e deslizá-lo até a raiz dos pequenos lábios", ensina. Ele fica então entre os lábios da vulva, sob uma dobra da pele que o cobre (capuz).

 

A melhor posição sexual para estimular o clitóris é a famosa "cachorrinho", quando a mulher fica de quatro e o homem a penetra por trás. "Mesmo que o homem não consiga tocar, essa é uma boa posição para a mulher também se estimular", indica Elsa. A "colher" também é uma posição acolhedora e confortável, especialmente para grávidas, e que pode levar a um maior estímulo do clitóris.

 

Elsa diz que a sensibilidade no clitóris é diferente em cada mulher. E, dependendo como ele é manipulado, pode até doer. "Por isso é extremamente importante que a mulher se conheça e descubra o melhor movimento". A médica ensina que as áreas mais sensíveis do corpo da mulher estão no clitóris, claro, além dos pequenos lábios e na entrada da vagina. "Durante a atividade sexual o clitóris tende a intumescer e ficar ereto, embora muito menos do que o pênis".

 

O estímulo dessa parte do corpo pode ser feita de diferentes maneiras. E os especialistas em saúde sexual recomendam, por exemplo, o uso dos dedos. Com o polegar e o indicador é possível realizar uma delicada massagem circular. Outra forma é com os lábios, que podem exercer pressão ou sucção e podem, efetivamente, estimular os sensores de prazer. "A vantagem é que esse tipo de movimento também estimula o tronco do clitóris em profundidade", explica Elsa. Ainda na boca, a língua é considerada a melhor estrutura para acariciar o clitóris, já que é macia e úmida.

O tamanho do clitóris varia, mas a parte que pode ser tocada tem em média apenas 5 milímetros. Elsa conta que, em 1998, a médica australiana Helen O'Connell conseguiu estudar o clitóris em três dimensões e descobriu que sua extensão pode chegar a 10 centímetros. "O botão de capuz discretamente salientes entre os lábios da vagina é a ponta de um enorme iceberg embutido no corpo da mulher", afirma a médica. Esse órgão especial é composto de cabeça ou glande e o eixo ou corpo. A única parte visível é mesmo a glande - "a grande joia do sistema clitoriano", como define Elsa.

 

Ela bem lembra que muitas mulheres sentem mais prazer durante as carícias do clitóris que durante a penetração. Então, é preciso encontrar um parceiro que conheça bem essa parte especial do corpo feminino para chegar ao prazer intenso. Mas bem antes disso, é preciso que você saiba onde encontrá-la e o conheça primeiro.



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Segunda-feira, 27.06.11
Reprodução
Segundo especialista, o orgasmo depende da qualidade do estímulo e não do vínculo emocional
O orgasmo da mulher ainda é um daqueles tabus que perseguem a nossa sociedade. Mas, por trás da vergonha, muitas mulheres têm várias perguntas sobre o tema. Em uma reportagem recente, a Revista Época entrevistou o ginecologista e sexólogo Théo Lerner, membro do Programa de Atenção à Violência Sexual da Faculdade de Saúde Pública da Faculdade de Medicina da USP. A seguir, você confere os principais mitos sobre o prazer feminino comentados pelo especialista. 

"Não posso mostrar meu corpo se ele tiver algum ‘defeito’ como estrias ou celulite" 

A preocupação em esconder o corpo tira o foco das sensações obtidas e coloca a atenção naquilo que o parceiro pode ver ou não. 

"O orgasmo verdadeiro só ocorre quando existe amor" 

O orgasmo depende da qualidade do estímulo e não do vínculo emocional. A masturbação pode propiciar orgasmos satisfatórios sem qualquer tipo de envolvimento amoroso. A preocupação de muitas mulheres sobre os sentimentos do parceiro ou na avaliação se o relacionamento é "certo" impede que as sensações sejam devidamente registradas. 

"O orgasmo certo é quando os dois gozam ao mesmo tempo" 

O tempo para atingir o orgasmo varia de uma pessoa para outra e não há problema algum se um dos parceiros chegar lá primeiro. A boa educação recomenda que o parceiro que gozou primeiro mantenha a estimulação para que o outro também possa aproveitar os prazeres da situação no seu próprio ritmo. 

"O orgasmo só pode acontecer na penetração vaginal" 

O orgasmo é um fenomeno cerebral, e ele pode acontecer com qualquer estímulo. Algumas mulheres relatam atingir o orgasmo sem qualquer tipo de contato físico, usando apenas a fantasia como estímulo. Por outro lado, cerca de 10% das mulheres normais não são adequadamente estimuladas durante a penetração vaginal, necessitando de outras formas de estimulação para que possam atingir o orgasmo. 

"No orgasmo feminino a mulher solta um líquido igual ao do homem" 

A ejaculação feminina ocorre em um número relativamente pequeno de mulheres, geralmente associado a uma resposta orgástica de grande intensidade. 

"Toda mulher grita quando goza" 

As formas de expressão do orgasmo são tão particulares quanto os estímulos necessários para obtê-lo. Um orgasmo "mudo" pode ser tão ou mais satisfatório que um orgasmo escandaloso. A qualidade de um orgasmo não se mede em decibéis. 

"A responsabilidade pelo meu orgasmo é do meu parceiro" 

Somente você sabe qual é o local, a intensidade e a duração do estímulo que vai funcionar no seu corpo. Se o parceiro conseguir acertar esse estímulo sem que você diga nada, sorte sua. Se não, não espere que ele adivinhe. Ensine-o a dar prazer e aproveite! 

"O orgasmo tem que acontecer em todas as relações que eu tenho" 

O objetivo final de uma relação sexual não é a obtenção do orgasmo, e sim a busca de um momento de prazer compartilhado com outro ser humano. Se esse momento for divertido, agradável e produzir bem-estar, ele pode ser perfeitamente válido e significativo com ou sem orgasmo. 
Via Bonde


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Quinta-feira, 09.06.11
http://www.sempretops.com/wp-content/uploads/Ausencia-de-Orgasmo-Feminino-Tratamento-FOTO-449x300.jpg

É impressionante o número de mulheres que sofrem de anorgasmia, que nunca tiveram um orgasmo. Se você é uma delas, preste atenção nesses passos e fique de bem com sua sexualidade.

 

1. O orgasmo é biológico. Por mais que o fator psicológico influencie muito, a função do orgasmo é fazer com que a mulher ovule na hora certa, ou seja, ele tem como finalidade a procriação. E nosso corpo é programado para procriar, portanto, é interesse supremo do nosso corpo que gozemos.

 

2. Não é possível gozar com um parceiro que você não considere no mínimo interessante. Se você acha seu namorado feio e chato, precisa fantasiar que ele é gato e muito legal. Se não der pra fantasiar fudeu… vai ter que achar outro parceiro pra te satisfazer. Pra que ficar com um parceiro feio e chato? Vc merece coisa muito melhor.

 

3. Grande parte do mérito de gozar é do parceiro. Se você tem problemas em atingir o orgasmo, vai ser difícil gozar por si própria, isso acontece, mas é muito mais fácil gozar com um parceiro.

 

4. Você precisa ter um parceiro interessado e muito paciente. No início é muito demorado gozar, se você é uma mulher comum. Talvez ele precise ficar uma hora te estimulando e sem te fazer sentir entediada, o que é bem difícil, mas com vontade e treino eles conseguem.

 

5. Você tem que estar se sentindo gostosa. Vc tem que sentir que é uma gosotosa poderosa que faz seu parceiro morrer de tesão por vc. Isso não é difícil, pois qualquer mulher é extremamente gostosa para um homem hetero. Se ele vai pra cama com vc é pq te acha uma delícia.

 

6. Você precisa ter paciência e saber que, por mais que leve tempo, meses ou anos, você vai chegar lá, o que não pode acontecer é se sentir a mulher mais assexuada que existe. Algumas vezes temos questões interiores de sexualidade que precisam ser resolvidas, muitas vezes levam tempo, mas só dependem de ti para superá-las.

 

7. Não pense ser a única. Praticamente 50% das mulheres não tem orgasmo ou não sentem vontade de fazer sexo. Nosso desejo é diferente dos homens, precisamos de uma história para nos dar tesão. Não nos excitamos ao ver um pinto, mas sim com a situação que envolve o sexo.

 

8. Você treina em casa? Não precisa ser uma masturbação direta, mas coisas que te fazem sentir bem, confiante e gostosa. Podem ser filmes eróticos, românticos, fotos de saradões ou que sua imaginação quiser.

 

 

9. Nunca conte para seu parceiro que vc nunca gozou, pois ele provavelmente irá se acomodar. Se ele achar que nenhum homem te fez gozar, vai ficar tudo bem, mas se ele achar que você só não goza com ele, isso vai mexer com seu ego e o deixa-ra dando o melhor de si até conseguir.

 

10. O orgasmo não é uma obrigação da mulher e o orgasmo não é uma sensação que irá mudar sua vida. A mídia coloca uma grande pressão sobre nós, dizendo que o homem só se sente completo se gozarmos e que se vc não gozar não é mulher. Isso é a pior coisa que se pode pensar a respeito de sexo. Você tem q gozar pra você e não para o parceiro. É uma sensação gostosa, mas não é o fim do mundo se vc não gozar. Seu parceiro tem que entender isso.

 

11. Aproveite enquanto não goza. A relação sexual em si da muito prazer, o orgasmo é consequência.

 

Via Dicas Mulher Moderna



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Terça-feira, 10.05.11
Conhecer o seu corpo é essencial para chegar ao orgasmo
Não reprimir desejos e manter um diálogo aberto com o parceiro são outros requisitos fundamentais para o sucesso da vida sexual
Desde que sutiãs foram queimados em praça pública, o Ponto G passou a ser estudado como parte da anatomia feminina e as mulheres conquistaram sua tão sonhada autonomia. Seu lugar na cama passou a ser questionado assim como o papel do orgasmo. Mas depois dessas revoluções sexuais, chegou a hora de promover algumas evoluções mais pessoais. Como por exemplo, conhecer tão bem a si mesma a ponto de saber o que realmente proporciona prazer, além dos rótulos, das medidas e das posições pré-estabelecidas. O orgasmo não precisa mais ser a linha de chegada de uma relação sexual. Você já pode fazer dele a sua linha de partida e ser feliz também na vida íntima. 

Do ponto de vista físico, para que o orgasmo aconteça é preciso que se cumpram alguns pré-requisitos. "O orgasmo é uma reação do sistema nervoso parassimpático aos estímulos provenientes dos órgãos genitais. Para produzir essa descarga nervosa, o estímulo genital, acompanhado com estímulo visual e imaginação são suficientes no sexo solitário. No sexo a dois, a mulher precisa estar envolvida com o parceiro ou a parceira para que possa relaxar e desfrutar o prazer dos contatos", explica o médico e terapeuta Eduardo Navarro. 

Mas buscar mecanicamente estes movimentos e estímulos físicos pode ser tão antirromântico (e antiprodutivo) que mesmo se observando todos os passos na direção do orgasmo ele acaba não acontecendo. O ideal é que a estimulação dos sentidos aconteça naturalmente pelo desejo de um em relação ao outro. 

Um estudo feito pelo Projeto Sexualidade da Universidade de São Paulo (ProSex - USP) identificou que 50% das mulheres brasileiras não estão satisfeitas com sua vida sexual. A psicoterapeuta e sexóloga Magda Gazzi tem orientado muitas mulheres em seus anos de trabalho a mudar este quadro. Segundo ela, não chegar ao orgasmo pode significar alguns problemas e é sempre bom investigar. 

"Uma relação sexual mal sucedida pode representar problemas como depressão, ansiedade, estresse, hipertensão, diabetes, doenças cardíacas, neurológicas ou endócrinas", afirma a sexóloga. 

Para Magda Gazzi, em primeiro lugar vale tentar a boa e velha 'discussão da relação'. "É importante também que os homens entendam que a resposta sexual das mulheres é mais lenta que a deles, que a pressa não é aconselhada e as preliminares são indispensáveis", ressalta. 

Buscar a satisfação sexual é investir na qualidade do seu relacionamento. Conheça atitudes que você pode incorporar no seu dia a dia: 

 Conheça o seu corpo como ninguém: saiba quais são as partes que você gosta de ser tocada, permita que seu corpo seja um instrumento de prazer para você mesma; 

 Pratique exercícios físicos: sinta-se bem fisicamente, faça a energia fluir, sinta-se atraente e aproveite para cultivar os músculos responsáveis pelo orgasmo; 

 Comunique-se durante a relação: diga o que você quer, como você gosta, pergunte como ele se sente quando lhe toca; 

 Invista nas preliminares: seja criativa, reinvente a si mesma enquanto provoca o seu parceiro com uma brincadeira nova. 

"O principal remédio para os problemas sexuais ainda é a discussão franca, aberta e sem preconceitos", destaca Magda. Assim, todos os jogos de sedução, a preocupação em criar um ambiente com velas, luzes, aromas, roupas e trilhas sonoras, tudo continua valendo como potencializadores de uma vontade que já deve estar lá - não dá para forçar - e é por ela que você deve procurar. 

Quando a sua performance na cama passa a ser um reflexo do que você e o seu parceiro estão sentindo, naturalmente o prazer vai te conduzir até o orgasmo. 
Via Bonde


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Sexta-feira, 15.04.11

Orgasmo, quem já fingiu?

 

Atire a primeira pedra aquela que nunca fingiu um louco prazer, só para deixar o amorzão feliz.

 

Muitas vezes nem a própria mulher sabe por que não consegue chegar lá com a mesma facilidade que o outro. Então, para não perder o seu amor ou por não se sentir à vontade de falar sobre sexo com o companheiro, sem parecer que está reclamando do desempenho dele, ela deixa passar, como se não fizesse mal nenhum. Mas faz. É extremamente frustrante.

 

Não sentir orgasmo é uma disfunção sexual freqüente nas mulheres. E não é culpa dos homens!

 

Embora haja causas orgânicas – alguma doença neurológica, endocrinológica ou ginecológica, o que é raro – a maioria dos casos acontece por razões psicológicas. Tabus e preconceitos (às vezes inconscientes), sentimentos de culpa em relação ao sexo, ansiedade demais e falta de conhecimento do próprio corpo são algumas causas que podem impedir a mulher de relaxar e participar ativamente do ato sexual.

 

Sexo é aprendizado. E a dois fica bem melhor.

 

Para ajudá-la a chegar ao orgasmo ele precisa que você se conheça melhor e que não tenha vergonha de falar sobre a sua caminhada em busca do prazer. Só assim poderá acompanhá-la para que ambos cheguem lá ao mesmo tempo. Então, comece a tomar suas providências.

 

1º Reconhecer o terreno: O primeiro passo no caminho para o orgasmo é saber como funciona seu corpo. Olhar a sua vagina no espelho, por mais absurdo que possa parecer. Tocar-se com calma e privacidade. Reconhecer o clitóris, perceber a sensibilidade dele. Sentir cada parte do seu sexo até ganhar intimidade com a própria geografia.

 

 Descobrir o que lhe dá prazer: Terminada a exploração, é hora de decifrar o que, afinal, a deixa excitada. O único jeito para isso é a masturbação. Nela, você percebe onde precisa ser tocada para sentir prazer. Só assim vai poder dizer a ele onde quer ser acariciada, onde ele deve por a mão, onde deve beijar…

 

 Abrir o jogo: Às vezes parece mais fácil dizer que foi ótimo, e rezar para chegar lá da próxima vez que for para cama com seu gato, do que falar a verdade. O problema é que quanto mais você fingir que está tudo bem, mais vai estar perdendo. Em vez de gemer e arfar para acabar logo, conte a verdade. Diga que não sentiu nada e que precisa da ajuda dele. Se ele se importa com você, certamente vai entendê-la – afinal, que homem não quer deixar sua mulher estirada de prazer?

 

 Saber pedir o que você precisa: A masturbação foi o seu dever de casa. Agora é hora de mostrar para o seu par o que descobriu nessas incursões solitárias e o que ele pode fazer para que você chegue lá. Não se intimide. É comum os homens serem mais rápidos do que as mulheres. Deixe claro se você ainda precisa de mais tempo de preliminares antes da penetração. Peça que ele estimule seu clitóris enquanto a penetra (ou mostre a ele como gosta que faça). Há posições que favorecem esse estímulo, como a da mulher por cima. Você vai controlando o ritmo dos movimentos e pode usar as mãos dele em seu auxílio. O importante é colocá-lo no jogo, mas sem dar voz de comando. Rapazes detestam quando acham que você está mandando neles. Passe para a relação a dois tudo o que você descobriu sozinha, mas com muita doçura.

 

 Experimentar, experimentar…: Não existe só uma maneira de chegar ao orgasmo. Vocês dois terão de variar, testar, experimentar tudo o que tiverem vontade para saber qual é a melhor maneira. Um carinho diferente, uma posição nova, sexo oral… vale tudo para encontrar os caminhos. Não sinta-se intimidada se apesar dos esforços dele você ainda não conseguiu chegar lá. Tentem novamente. E lembre-se: é você quem sabe o caminho. Leve-o pela mão.

 

 Se for preciso, procure um terapeuta: Todos esses passos podem não ser simples para todo mundo. Algumas mulheres, por diversas razões, podem sentir aversão à idéia de se tocar, por exemplo. Nesse caso, só um especialista vai poder fazê-la superar esses sentimentos. Mesmo para quem se sente mais liberada, a conversa com o terapeuta pode esclarecer muita coisa. Não sentir prazer é algo que mexe muito com o emocional e nem sempre se consegue resolver isso sozinha. Para completar, os terapeutas podem ainda ensinar técnicas, exercícios e dicas para que o desempenho seja cada vez melhor.

 

Via Sexualidade



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Segunda-feira, 11.04.11

Sexo: 5 posições fabulosas!

Variar é essencial quando se fala de sexo. Inspirem-se nestas cinco posições sexuais que ajudam a ludibriar a monotonia.

1. Deitem-se ambos de lado, de frente um para o outro. As pernas da mulher e do homem assumem a posição de "tesoura": uma das pernas dela está por baixo de dele e a outra por cima. Desta forma, a proximidade é total no momento da penetração.

2. O homem senta-se no sofá. A mulher senta-se em cima dele, de cócoras, os pés assente no sofá. Depois, reclina-se para trás, até que as suas mãos tocam no chão.

3. Esta posição não pode ser feita na cama, pois precisa de um ponto de apoio mais sólido do que um colchão. Experimentem no quarto ou na sala em cima de um tapete. O homem fica de joelhos. A mulher deita-se em frente dele e coloca os pés nos ombros do parceiro, elevando o tronco até ser possível a penetração.

4.O homem está sentado, com os pés apoiados no chão. A companheira senta-se em cima dele, mas de costas viradas para o rosto do homem. Os pés devem estar apoiados.

5. O homem deita-se em cima da cama. A mulher senta-se em cima dele, mas com as pés na direcção dos ombros do parceiro e as mãos para trás, apoiadas no colchão.

 

Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 21:15 | link do post | comentar

Domingo, 10.04.11

Caricias na cama

 

O Oriente está na moda até no sexo. A última novidade é aplicar a filosofia Tao para melhorar sua vida sexual, buscando um equilíbrio por meio da dieta, da meditação, da respiração, com certos exercícios e, sobretudo, com uma forma especial de praticar sexo.


A filosofia taoísta vem da China, onde há mais de dois mil anos se tem a consciência de que a sexualidade é uma parte integral do ser humano. Para o taoísmo não existe a repressão ou a culpa. O sexo não é somente satisfação, mas algo saudável tanto física como psiquicamente e está relacionado com a beleza e a longevidade. Os orientais têm praticado a “arte sexual” durante milênios partindo dos princípios básicos do Tao. Os pontos mais importantes nos quais o Tao do sexo e do amor diferem da sexualidade ocidental são o controle de ejaculação, a satisfação plena da mulher e a diferença entre orgasmo masculino e a ejaculação.

Saúde física e mental

Os sexólogos do Ocidente estão descobrindo essas particularidades do Oriente. Tanto o Tao, quanto as teorias sexuais modernas, propõem que o objetivo da relação sexual não deve ser simplesmente o orgasmo e a ejaculação. O Tao vai além, indicando que o objetivo do sexo é a saúde mental e física tanto do homem como da mulher. Aplicando os príncipios do Tao você pode transformar sua sexualidade em uma experiência nunca antes imaginada.


Para o Tao, a harmonia existente entre o yin e o yang também se aplica no ato sexual, de maneira que, sem se importar com o cansaço, a energia e o tempo que se tenha, as pessoas possam levar a cabo uma união sexual satisfatória que envolva um alto nível de amor entre o casal, fortalecendo o vínculo entre as duas partes. O Tao convida os amantes a desfrutar do outro sem pressa.


Colocando em prática as técnicas e posições dessa filosofia oriental, os casais poderão desfrutar de níveis de sensualidade, afeto e erotismo nunca antes alcançados. As técnicas do Tao mostram um conhecimento profundo do funcionamento do corpo e das emoções humanas de cada sexo. Seu objetivo é cultivar o prazer, aumentando-o tanto na qualidade quanto na quantidade. Mas para isso não basta apenas carícias mútuas sem a satisfação dos sentido: tocar, ouvir, olhar e saborear o companheiro. O Tao te ajuda a ter idéias para preparar esta “arte de amar”.

 

Via Dicas de Mulher



publicado por olhar para o mundo às 21:57 | link do post | comentar

Sábado, 09.04.11

Sexo tântrico

 

O sexo tântrico identifica-se com a tradição esotérica indiana, que se dedica às práticas destinadas a desenvolver a mente. A palavra tantra pode ser traduzida como “instrumento de expansão”, ou seja, um instrumento de ligação entre a sua energia e a energia do universo.

 
O tantra visa celebrar o amor, não se atendo apenas a relação sexual, à penetração. Praticar o tantra significa celebrar o amor, mantendo-o vivo e vibrante.

 

Um dos princípios do tantra é curtir todos os passos de uma relação a dois. Se optarem pelo sexo tântrico, é preciso saber que haverá uma grande modificação na vida sexual, em que a atenção e concentração recaem sobre o parceiro, tudo sem pressa. O objetivo é dar prazer sem se preocupar se essa intimidade terminará em uma relação sexual completa ou se atingirão o orgasmo.

 

O tantra incentiva a veneração do relacionamento como se este fosse um espelho do relacionamento divino de Shakti e Shiva, deuses hindus. Shakti é a energia feminina, essencial no tantra porque simboliza a criação, e Shiva representa o masculino. O tantra faz você ver o seu parceiro como um deus, você o respeita como uma divindade e vice-versa. Por isso o ato do amor deve ser feito com consciência. Em uma relação com fortes laços afetivos, a sexualidade pode ser transformada em um modo mais integrado de ser, em que a energia sexual não é apenas sexo, mas representa também estar vivo.

 

No tantra, tanto o homem como a mulher têm os dois pólos, o masculino e o feminino. Quando a pessoa se une ao parceiro, se une com a outra metade de si mesmo - é o complemento, a formação de um todo. A prática dos rituais sexuais é do equilíbrio e da polaridade homem-mulher, unificando as energias do feminino e do masculino no corpo e alinhando-as com o cosmos.

 

As práticas sexuais envolvem a consciência de quem faz e por que razão faz. A união sexual tântrica é um meio de alcançar um êxtase divino. Os prazeres do orgasmo podem ser expandidos, unindo o sexo ao coração e ao espírito. No sexo tântrico, você focaliza a conexão das sensações genitais com o coração e o espírito, usando técnicas de respiração e meditação, que ligam centros de energia no corpo, os chakras. A chave para a compreensão do tantra é entender que temos um corpo físico e um corpo energético e o sexo é o encontro de energias, uma reunião de corpos físicos e energéticos.

 

No tantra existem vários exercícios: de meditação, respiração, energização e outros. Praticar o tantra exige concentração, disposição, intimidade e companheirismo.

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 23:01 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 16.03.11

Dicas sexo na água

 

Quando se pensa em sexo, as palavras “molhado”, “escorregadio” e “quente” vêm à cabeça, especialmente se o assunto é sexo na água. Contudo, fazer sexo na água não é simplesmente pular na piscina e mandar ver. Na verdade, fazer sexo na água é bastante perigoso por uma série de razões. Sexo submerso (embaixo da água) nem sempre é uma boa idéia – especialmente para mulheres. Aqui vão algumas dicas de como praticar sexo submerso e seguro.

Fazer sexo seguro (ou seja, com camisinha) debaixo d’água é uma mistura que não dá certo. Não há muitas pesquisas sobre o assunto, mas é de conhecimento geral que os elementos químicos da água aquecida (especialmente aquela de piscina, com cloro) diminuem a durabilidade da camisinha, fazendo com que ela fure com mais facilidade. Além disso, a probabilidade de a camisinha insistir em sair do pênis do homem é bem alta, o que pode causar, especialmente nos casais com menos intimidade, certo desconforto. Se você quer fazer sexo na água e quer fazê-lo com camisinha, é bom ter várias a postos, você pode precisar.

É de se pensar que com tanta água envolvida a penetração se torne mais fácil, pois, teoricamente, está tudo mais “molhado”. Não é bem assim que funciona, a água, na verdade, lava a vagina e leva embora a lubrificação natural da mulher, o que pode tornar a relação dolorosa para ela. O ideal é usar lubrificantes em gel, pois estes são insolúveis em água e garante que a penetração será prazerosa para ambos os parceiros.

Depois de resolvidos os problemas da camisinha e da lubrificação, é hora de se divertir! Onde isso é possível?
Na piscina: piscinas públicas estão completamente fora de questão por motivos óbvios, então pense na piscina da sua casa. O complicado das piscinas é o cloro, pois toda aquela água cheia de elementos químicos que entra e sai da mulher diversas vezes pode causar infecções. Mas se vocês estão dispostos a correr o risco, uma das opções é usar a escadinha. O homem senta-se nela e a mulher senta em cima dele, usando a base da escada que se prende à parede da piscina como base para apoiar os pés e se movimentar. Outra alternativa é fazer com que a mulher enrole as pernas em torno do homem, que, em pé, ajudará sua parceira, mexendo-a para cima e para baixo. Há, ainda, a opção de o homem se encostar na parede da piscina e a mulher “boiar” de frente para ele. O homem segura sua cintura e a mulher apóia as pernas nas paredes da piscina, impulsionando para se movimentar. Por fim, em piscinas mais rasas, a mulher pode apoiar os cotovelos na borda da piscina enquanto o homem a penetra por trás.

Na banheira e no chuveiro: se a banheira for grande, dá pra tentar o clássico “papai-mamãe” e todas as suas variáveis. Se não for, o ideal é que a mulher fique por cima, com o homem sentado na banheira. Quanto ao chuveiro, não há lugar melhor para se fazer sexo em pé. Só é importante tomar o cuidado de pôr tapetes antiderrapantes no chão, pois ninguém vai querer levar um tombo numa hora dessas!

Mar, rios e lagos: o ideal para todos esses locais é que a mulher enrole suas pernas em torno do homem que, em pé, a ajudará a movimentar-se, pois não há lugares onde se apoiar e pode haver movimento de água corrente. Dentre essas opções, o mar é o menos recomendado por causa do sal e da areia. A maioria das precauções se dá porque tanto elementos químicos quando sal e areia podem se alojar na vagina, criando problemas de saúde sérios depois da farra. Se puder, evite chegar aos “finalmentes” no mar.

Para evitar quaisquer tipos de aborrecimentos por infecções e outros problemas de saúde, o ideal é iniciar as preliminares na água e terminar o ato em outro lugar. Afinal, às vezes é melhor se precaver de problemas maiores do que arriscar por alguns minutos de prazer.

 

Via 180 Graus



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Sexta-feira, 11.03.11
Massagem Tântrica  dicas para esquentar a relação

 

Além das carícias e das preliminares, uma boa massagem pode aguçar ainda mais intimidade de um casal. E que tal recorrer ao Tantra para melhorar a vida sexual e aumentar o vínculo entre você e o seu parceiro?

Conforme explica Isabelle Moura, terapeuta da Cia Espaço do Ser, o toque lento da massagem tântrica, a sintonia na respiração e a atenção com o corpo, aliados às reações e sentimentos do outro, levam a uma relação mais profunda e intensa.

 

"O Tantra entende o sexo não só como um relacionamento em geral, mas também como uma forma de se nutrir junto ao outro. Diante disso, a massagem tântrica é capaz de trazer essa profundidade e o encanto entre o casal", afirma.

 

Além de relaxar, a massagem tântrica pode ajudar o casal a descobrir novas formas de experimentar o prazer. "Podemos desenvolver trabalhos para que as mulheres aprendam a ter orgasmos mais intensos e com mais frequência. No caso dos homens, é possível perceber uma melhora na capacidade de ereção e controle ejaculatório", conta a terapeuta. "A prática do dia a dia leva ao aumento da consciência corporal e previne disfunções sexuais. Dessa forma, o casal passa a ter uma vida amorosa e sexualmente ativa por mais tempo e com muito mais intensidade".

A terapeuta da Cia do Ser explica que um ambiente com velas, meia luz, música ambiente em som baixo, futton e aromas proporcionam o clima ideal. Para fazer em casa, Isabelle dá as dicas: "Apesar de a cama ser normalmente o lugar preferido para as massagens, se o colchão for muito mole pode causar dores nas costas. Portanto, sugiro colocar um ou mais edredons no tapete da sala ou do quarto, com um lençol cobrindo tudo".

Não se esqueça de preparar uma seleção agradável de músicas (de acordo com o clima que você quer criar), algumas velas, um incenso ou aromatizador de ambientes. "Tudo isso deixa o momento mais especial e demonstra um cuidado com o outro e com este momento reservado para a relação", afirma Isabelle. "Evitem também interrupções: desliguem campainhas e celulares por uma ou duas horas. São pequenos cuidados, mas que fazem toda a diferença!", completa.

 

Dicas de massagem:


Homem: dê atenção à pele da sua parceira por inteiro durante a massagem ou nas preliminares, tudo com muita calma, explorando todas as possibilidades. Assim, vocês verão que as sensações podem ser despertadas no corpo inteiro e que a possibilidade de descobrir mais sobre o corpo um do outro pode se tornar um exercício de prazer e intimidade.

 

Mulher: experimente, tanto durante a massagem como durante o sexo, indicar para o parceiro (através de sons, palavras ou gestos) o que mais lhe agrada. É muito importante que ele saiba o que você gosta ou não, só assim ele poderá ter idéia de como satisfazê-la. "As mulheres acham que os homens sabem intuitivamente como tocar e agir, sem que precisem falar nada. Mas tanto o corpo como o aprendizado da sexualidade é muito diferente para homens e mulheres. Então, se elas não ensinarem, eles nunca saberão se estão de fato deixando as parceiras satisfeitas!", alerta a terapeuta.

Exercício a dois: brinque de explorar, um da cada vez, o corpo do outro com toques novos, desde o dedinho do pé até a cabeça - evitando as carícias já conhecidas - para descobrir novos pontos de sensibilidade e prazer. A lentidão dos movimentos é essencial, e a respiração suave (que aos poucos ganha um ritmo em comum) também faz toda a diferença.

 

Via Vila dois



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Terça-feira, 01.03.11

O ponto G existe mesmo

A polêmica entre a existência e localização do tal “ponto G” corre desde a década de 50, quando o ginecologista alemão Ernst Gräfenberg divulgou essa misteriosa e poderosa área da anatomia feminina. O médico, que teve a descoberta batizada com a inicial de seu sobrenome, afirmava que este ponto, quando corretamente estimulado, proporcionava às mulheres orgasmos mais fortes que os obtidos com a estimulação do clitóris.

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Imaginem as dúvidas e o furor em torno da notícia?

 

Uma pesquisa realizada recentemente na Universidade de Áquila, na Itália, reafirmou a existência do Ponto G. Segundo o ginecologista responsável pelo estudo, publicado na revista New Scientists, ele está localizado em um tecido entre a uretra e a vagina.

Segundo o pesquisador Emmanuele Jannini, um dos autores do estudo, é possível determinar facilmente através de uma ultra-sonografia, se a mulher tem ou não um ponto G. Sim isso mesmo! Ele diz que algumas mulheres podem não ter o tal ponto, uma diferença anatônica normal que não impede que a mulher tenha orgasmos, que fique claro!

Participaram da pesquisa nove mulheres que já atingiram o orgasmo e 11 que não sabem o que é essa sensação. As pacientes que já atingiram o clímax apresentaram espessamento do tecido uretrovaginal, que seria o responsável pelo orgasmo. Para o ginecologista, ficou comprovado que as mulheres que não têm esse espessamento são incapazes de alcançar o orgasmo por meio da penetração.

Alguns especialistas se posicionaram questionando os resultados da pesquisa. Uns exigem exames mais sofisticados, outros um estudo com um número maior de mulheres. O fato é que o assunto ainda está longe de deixar de ser tema polêmico entre homens e mulheres e foco de questionamentos na comunidade científica

 

Via Vila Dois



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Domingo, 20.02.11

As neuras e o medo no sexo

 

Medo de não satisfazer o parceiro, ou então, não ser desejada por ele. Apesar de as mulheres estarem quebrando certas barreiras em relação à própria sexualidade, em busca do prazer, muitas ainda convivem com alguns receios na "hora H", pensam mais no outro do que nelas mesmas.

 

Na cabeça da jornalista Isabela Ferreira, 24 anos, algumas ‘neuras’ se fazem presentes logo antes da relação. "Eu fico criando uma expectativa do "será". Será que vai ele gostar? Será que vai ser bom? Será que eu vou gostar?", conta. Maraísa Gila, 23 anos, também compartilha a mesma opinião. Solteira há seis meses depois de um longo relacionamento de seis anos, ela buscava saber se ele estava sentindo tanto prazer quanto ela "se ele estava curtindo o momento e estava sendo legal transar comigo", conta.

Acostumada a ser sempre um ombro amigo para a mulherada, a consultora sexual Carolina Diniz aponta que muitas delas ficam preocupadas com a opinião do parceiro caso elas queriam assumir posições sexuais mais ousadas. "Elas deixam de sentir prazer e não experimentam coisas novas, como ficar "de quatro", por conta da estética, acreditam que o homem vai reparar se o peito dela estiver caído".

Isabela é bem resolvida como seu corpo e não tem medo de mostrá-lo, mas confessa que algumas posições a incomodam. "Eu fico um pouco insegura com relação ao que ele possa pedir, algumas posições que não são lá muito agradáveis para uma mulher. Mas, se não for algo muito complicado, eu faço com o maior prazer", diz.

Sucesso na rede com o seu site "Sexo na ponta da língua", Carolina chega a se comunicar com muita gente por e-mail, mas também faz atendimentos via telefone ou pessoalmente, em lugares públicos, ao preço de 50 reais a hora. Depois de tanto ouvi-las, ela acredita que as mulheres ainda têm muito que trilhar na busca da qualidade sexual. "Ainda chegam para mim e falam que curtiram a relação mesmo sem ter tido um orgasmo, que para elas tanto faz, o principal é deixar o parceiro feliz".

Mas não é o que acontece com a representante comercial Mia Tanaka, de 43 anos. Na verdade, o seu principal medo é de ser comparada com a ex. Casada, ela capricha no visual - está sempre com uma lingerie mais insinuante para agradar o marido. "Também abuso dos acessórios eróticos e creminhos, ele adora", conta.

Na opinião de Isabela, com o passar do tempo os homens começaram a se preocupar com o prazer delas. "Eu acho que eles estão mais exigentes com eles mesmos, com relação a satisfazer a mulher na cama. Fazer com que ela goste de todas as formas possíveis", opina Maraísa. Sobre isso, a terapeuta conta que um dos seus amigos chegou a namorar cinco anos com uma mulher que não falava sobre sexo "ela tinha vergonha", e não chegava a sentir orgasmo, só a partir do sexo orl. Preocupado, ele até usava uma espécie de piercing vibratório. "Conheci um cara que até chegou a me perguntar o que eu queria que ele melhorasse na cama", diz Isabela. No entanto, Carolina afirma que muitos dos homens ainda encarnam personagens na cama e ficam preocupados com o próprio desempenho, sem saber se elas estão curtindo ou não.

"Mas acredito que hoje em dia o principal medo é falhar na 'hora H", isso é o fim para eles! E claro, a questão da ejaculação precoce. Para se ter uma ideia, depois que eu fiz uma matéria sobre o assunto, recebi mais de 1200 e-mails, um deles chegou a dizer que goza rápido, mas não tinha ejaculação precoce (risos) e veio cheio de perguntas", comenta. Apesar de ter as mulheres como a maioria dos usuários e pacientes, cerca de 70%, muitos homens a procuram para falar sobre o famoso "fio terra".

 

"Eles tem medo de sentir prazer na região do períneo ou com sexo anl, isso quando a parceira introduz os dedos no ânus. A próstata é um ponto G! A partir do momento que ele sente prazer através dessa prática e com uma pessoa do sexo oposto, não é considerado um homossexual. É um tabu que eles precisam quebrar". Pelo visto não é só a mulherada que convive com um "diabinho" atormentando a cabeça na hora do sexo. O importante é ultrapassar essas barreiras e imaginar que o sexo é um encontro de sensações gostosas, de descobertas, fantasias e desejos.

 

Por Juliana Lopes

 

Via Vila dois



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Sexta-feira, 18.02.11

prazer, PORQUE É DIFÍCIL LÁ CHEGAR?

 

 

Atingir o orgasmo numa relação sexual não é privilégio de todas as mulheres.

 

De acordo com estudos da ProSex - Projeto de Sexualidade da USP, 50% das mulheres encontram dificuldades para atingir o clímax da relação sexual.

 

E para algumas mulheres sexualmente ativas, a penetração não costuma ser o melhor meio de se atingir o orgasmo, por isso muitas delas acabam recorrendo ao sexo ral e à masturbção. "O orgasmo por penetração é uma questão de aprendizado da mulher", garante a terapeuta sexual Sylvia Manzano.

A falta de conhecimento do próprio corpo também pode dificultar o processo. Por isso, a mulher não pode ter vergonha ou medo de se estimular, de tocar nas próprias genitais. "Muitas mulheres, por falta de conhecimento, acham que o orgasmo acontece sem o mínimo esforço - sem conhecer o seu corpo, sem explorar suas sensações - esperando que o parceiro lhe dê esse prazer", explica Sylvia.

A terapeuta não descarta a possibilidade de o parceiro ter sua parcela de culpa. "Ele pode contribuir para que não ocorra um orgasmo vaginal. Por exemplo, um homem com ejaculação precoce não dará tempo para que a mulher, que é mais lenta na excitação, consiga atingir o clímax".

Questões psicológicas
Sylvia conta que as queixas sobre a dificuldade para atingir o orgasmo começaram a aparecer depois que a mulher entendeu que ela tinha direito ao prazer e teve coragem de reivindicar seus direitos. "Por isso, sabemos que várias delas não sabem o que é ter um orgasmo", afirma.

Diferentes fatores levam a mulher a não "chegar lá", e podem ser tanto físicos como psicológicos. "Dos físicos destacamos o uso de medicamentos para outras doenças, além de cirurgias e dores pélvicas", diz a terapeuta. "Porém, a maior causa é psicológica: desconhecimento do corpo, educação repressora, abusos ocorridos desde a infância, inadequação do casal por brigas frequentes, ciúmes, cobranças, e assim vai", completa. Mas Sylvia garante: "É muito difícil existir uma mulher anorgásmica, ou seja, que não consegue ter orgasmo de forma alguma". Ufa!

Para mudar essa situação, o ideal é procurar um terapeuta sexual. Ele poderá trabalhar os lados intrapsíquico (cognições, crenças errôneas e limitantes) e inter-psiquico (como ela se relaciona com os outros). "Há um grande trabalho de psicoterapia sexual, primeiro individual, depois com a parceria, para que a mulher se permita sentir prazer", explica Sylvia.

A falta de prazer
Apesar dessa dificuldade, a terapeuta afirma que há mulheres que vivem muito bem desfrutando do prazer da relação sexual com o parceiro, sem se importar em saber o que é orgasmo. "Mas aquelas que o buscam e não o encontram, podem passar a se "encolher" no sexo, ou seja, fazer com que o ato não seja importante e até fugir dele, alegando dor de cabeça ou falta de tempo".

O fato de a parceira se preocupar apenas com o prazer do homem também pode não facilitar o orgasmo. "Existe um grande mito de que os parceiros tenham que ter orgasmo simultaneamente. Não é assim. Ao fazer com que o outro tenha prazer, se excite e atinja o ponto alto da relação, a mulher se perde no caminho, não conseguindo chegar lá também", explica.

 

A dica mesmo é nunca fingir um orgasmo, pois além de estar enganando o parcerio, você estará se enganando também. Isso pode causar ansiedade na performance e angústia que desequilibram o relacionamento, alerta Sylvia. "O que deveria ocorrer com os parceiros é um diálogo franco de tudo que sentem", completa.

 

Via Vila dois



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