Terça-feira, 19.06.12

Cristiano Ronaldo é o nono desportista mais bem pago do mundo

O capitão da selecção portuguesa é o nono atleta mais bem pago do mundo, segundo a Forbes, uma conceituada revista norte-americana. Apesar de ter o recorde da transferência mais cara de sempre no futebol (o Real Madrid pagou 94 milhões de euros ao Manchester United para o contratar), Cristiano Ronaldo é “apenas” o nono atleta mais bem pago do mundo.


A lista é liderada por Floyd Mayweather Jr., um pugilista norte-americano, que fez dois combates nos últimos 12 meses. Desde que é profissional, nunca conheceu o sabor da derrota.

Em segundo lugar, aparece outro pugilista: Manny Pacquiao. A sua vida não se resume apenas ao boxe e até tem uma história bem curiosa: Pacquiao é congressista nas Filipinas, o seu país-natal, e também um activista contra o tráfico humano. Muitos filipinos consideram que um dia poderá ser o líder daquele país. Numa entrevista à CNN, Pacquiao garantiu que não está nos seus planos mas “seja o que Deus quiser”.

No terceiro lugar do pódio aparece o golfista Tiger Woods. Até costumava ser ele o líder da lista, mas os escândalos em que se viu envolvido retiraram-lhe muitos patrocínios, deixando mais “pobre” a sua conta bancária.

Forbes: a lista dos dez atletas mais bem pagos (valores em milhões de euros)
1 – Floyd Mayweather Jr. (boxe) – 67,4
2 – Manny Pacquiao (boxe) – 49,1
3 – Tiger Woods (golfe) – 47
4 – LeBron James (basquetebol) – 42
5 – Roger Federer (ténis) – 41,7
6 – Kobe Bryant (basquetebol) – 41,4
7 – Phil Mickelson (golfe) – 37,9
8 – David Beckham (futebol) – 36,5
9 – Cristiano Ronaldo (futebol) – 33,7
10 – Peyton Manning (futebol americano) – 33,6

 

Noticia do Público

 



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Quarta-feira, 02.05.12

É no futebol que estão os milhões,os clubes que mais pagam


O Barcelona é conhecido pela aposta na formação de jogadores, mas nesta altura também é o clube do mundo que mais gasta em salários, segundo o ranking elaborado pela ESPN Magazine em conjunto com o SportingIntelligence.com.


O clube catalão gasta numa época 217 milhões de dólares (163,8 milhões de euros), o que significa uma média anual de 8,6 milhões de dólares (6,4 milhões de euros) por cada jogador. 

O Real Madrid surge no segundo lugar, com uma média de 7,7 milhões de dólares (5,8 milhões de euros) anuais por cada jogador, embora no montante global seja o terceiro, atrás da equipa norte-americana de basebol New York Yankees. Os Yankees gastam por ano 197 milhões de dólares (contra 194 do Real Madrid), mas como têm um plantel mais extenso a média por jogador é mais baixa (6,186 milhões de dólares).

O ranking da ESPN analisou 278 equipas, 14 ligas, dez países, sete modalidades e 7925 atletas, concluindo-se que o futebol domina os gastos em salários.

Entre os dez clubes que mais custos com pessoal assumem, estão sete clubes de futebol: além de Barcelona e Real Madrid, Manchester City, Chelsea, Milan, Bayern Munique e Inter de Milão também surgem no “top ten”.

Os três intrusos são duas equipas de basebol (Yankees e Philadelphia Phillies) e uma dos Los Angeles Lakers.

Alargamento aos 20 primeiros, o futebol continua em maioria, com dez clubes.

“A subida de salários no futebol europeu é persistente. Há muito mais estabilidade e limite nos desportos americanos”, analisa Nick Harris, editor do SportingIntelligence.com.

Os dados mostram também que equipas de basquetebol, como os Lakers, ou de basebol, como os Yankees, estão a pagar menos agora do que há ano, ao contrário do que acontece no futebol europeu.

“O Barcelona e o Real Madrid são os dois clubes de futebol com mais glamour. Não é uma surpresa estarem na frente”, acrescentou Harris, nada surpreendido com a liderança dos dois colossos espanhóis, seguidos de perto pelo Manchester City.

Neste ranking, não há clubes portugueses, que obviamente estão longe destes padrões.

Desta época ainda só existem dados parciais sobre os clubes portugueses, mas na época passada o FC Porto gastou 50 milhões em salários, contra 42,3 milhões do Benfica e 29,6 do Sporting. 

 

Noticia do Público



publicado por olhar para o mundo às 20:00 | link do post | comentar

Domingo, 29.04.12

Leiria joga com 8 e resiste ao fim anunciado


Afinal houve jogo, mas a União de Leiria só se apresentou em campo com oito jogadores no encontro com o Feirense. Sem surpresa, a equipa visitante venceu por 4-0, saindo da zona de despromoção.


Os oito jogadores da União de Leiria resistiram 45 minutos ao adversário, que alinhava com mais três elementos – no período de compensação da primeira parte Miguel Pedro quebrou a resistência leiriense.

Com o desgaste físico a notar-se cada vez mais na União, o Feirense conseguiu ampliar o resultado na segunda parte, com Pedro Queirós a fazer o 2-0 (51’), Miguel Pedro a bisar (58’) e Buval a fechar a contagem (89’). 

O resultado só não foi mais volumoso, graças à boa exibição do guarda-redes Oblak.

Além do guarda-redes esloveno, o treinador José Dominguez contou com mais dois jogadores emprestados pelo Benfica (Shaffer e Nicklas), com Djaniny (que tem contrato com o Benfica para a próxima época), com dois juniores (Filipe Oliveira e Pedro Almeida) e ainda com John Ogu e Alhafith, que tinham enviado o pedido de rescisão, mas apareceram ao jogo.

Ainda durante o jogo, João Bartolomeu, presidente demissionário da SAD da União de Leiria, reiterou que as rescisões dos jogadores foram ilegais e prometeu accionar os tribunais.

“É um dia complicado. Revelaram-se aqui muitos maus profissionais. Este oito briosos deram uma lição aos fugitivos. Os tribunais vão funcionar. Não recebemos rescisões. Ninguém podia faltar. Vão sofrer consequências criminais e cíveis. Há dois jogadores a quem vamos fazer arrestos”, disse João Bartolomeu aos microfones da Antena 1.

Mário Figueiredo, presidente da Liga, também esteve na Marinha Grande e disse que “até sexta-feira às 19h não tinha entrado na Liga qualquer rescisão contratual”.

Numa altura em que se levantam dúvidas sobre a legalidade das rescisões de 16 jogadores da União de Leiria, Mário Figueiredo não se quis pronunciar sobre o caso em concreto, mas disse que “as rescisões de contrato de trabalho só são válidas se tiverem reconhecimento notarial ou de advogado”.

O presidente da Liga lamentou que a União de Leiria só tenha alinhado com oito jogadores e argumentou na hora das dificuldades não se pode virar as costas aos desafios. “Posso fazer coisas válidas para melhorar o futebol português”, disse Mário Figueiredo, que não está arrependido de ter concorrido à presidência da Liga.

 

Retirado do Público



publicado por olhar para o mundo às 19:43 | link do post | comentar

Terça-feira, 24.04.12

Salários em atraso... é a realidade do futebol que temos

 

Mário Figueiredo e os salários em atraso: “É uma realidade conjuntural”

 

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Mário Figueiredo, comentou nesta segunda-feira a situação de salários em atraso no futebol português, dizendo que está a trabalhar numa “solução no silêncio dos gabinetes”.


“Estamos a trabalhar para resolver os problemas não só do Leiria, mas de todos os clubes. Não queremos particularizar”, disse Mário Figueiredo, após uma reunião com Emanuel Medeiros, representante da Associação das Ligas Europeias de Futebol (EPFL) e da Associação de Ligas Mundiais (WLA).

Confrontado com o pré-aviso de greve hoje apresentado pelos jogadores da União de Leiria, Mário Figueiredo afirmou que os “problemas de salários em atraso não são um exclusivo de Portugal” e resultam de dificuldades “conjunturais”.

“Num cenário de crise profunda, de recessão, de aumento de impostos, incluindo o IVA nos bilhetes, com dificuldades de financiamento das autarquias que acabam muitas vezes por não cumprir os compromissos assumidos com os clubes e com as dificuldades de empresas em cumprir os compromissos publicitários com os clubes, parece-me que a realidade a que estamos a assistir é conjuntural, num país que está sob assistência financeira”, disse o líder da Liga.

Mário Figueiredo recusou, por outro lado, admitir que as situações de salários em atraso que se verificam em vários clubes sejam uma prova de que o sistema de licenciamento da Liga seja um fracasso.

“Podemos sempre melhorar o que existe, mas não podemos dizer que o sistema de licenciamento não tenha um nível, pelo menos, razoável”, respondeu Mário Figueiredo, para quem os “standards exigidos” aos clubes são “bastante elevados”.

O presidente da Liga admitiu, porém, que está a trabalhar em “formas de evoluir os mecanismos de licenciamento, de forma a que as regras de fair-play e de leal concorrência se verifiquem”.

Na mesma conferência de imprensa, em que anunciou a designação de António Laranjo (seu adversário nas últimas eleições) como alto representante da Liga junto da EPFL e da WLA, Mário Figueiredo revelou que o processo de alargamento da II Liga para 22 clubes (incluindo seis equipas B) está a decorrer normalmente e que um alargamento da I Liga voltará a ser discutido numa assembleia geral da Liga, provavelmente na próxima semana.

Desta vez, estará em cima da mesa uma proposta de alargar a I Liga para 18 clubes, subindo os dois primeiros da II Liga e disputando-se uma “liguilha” entre os dois últimos do campeonato principal e o 3.º e 4.º classificados da II Liga, para apurar as restantes duas equipas.

Mário Figueiredo salientou, no entanto, que mesmo que esta alteração seja aprovada pelos clubes terá depois de ser ratificada pela Federação Portuguesa de Futebol.

 

Via Público



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Quinta-feira, 09.02.12
É "inoportuno" discutir nesta altura os salários dos políticos
É "inoportuno" discutir nesta altura os salários dos políticos (Daniel Rocha)

Na opinião do primeiro-ministro, os políticos portugueses não são bem pagos, mas Passos Coelho também considera “inoportuno” discutir o assunto quando “todo o país está a fazer sacrifícios grandes”.

 

Na segunda parte da grande entrevista que deu ao semanário Sol que será divulgada amanhã, o chefe do Governo é questionado sobre a temática dos salários dos políticos. 

“Não creio que em Portugal os políticos que desempenham funções sejam bem pagos, não considero”, começou por responder Pedro Passos Coelho, para acrescentar: “Mas consideraria absolutamente inoportuno que se abrisse essa discussão numa altura em que todo o país está a fazer sacrifícios grandes e vive de facto restrições muito grandes”. 

 

Via Público



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