Quinta-feira, 17.05.12
Confira sete regras para o sexo casual mais seguro
Ir para a cama com alguém que você não conhece, não sabe o que pensa ou como se comporta envolve coragem e discernimento
Mesmo com toda a liberdade sexual conquistada pela mulher moderna, a ala feminina ainda treme quando o assunto é o sexo casual, daqueles sem compromisso. Ir para a cama com alguém que você não conhece, não sabe o que pensa ou como se comporta envolve coragem e discernimento. Coragem, sobretudo, para se colocar em uma situação até mesmo de risco. "Analise bem se vale a pena e busque discernimento para tentar, naquele pouco tempo do encontro, estudar sua paquera atentamente buscando elementos que possam deixá-la mais à vontade com o que deseja fazer", explica a sexóloga Regina Racco. 

"Para sentir-se mais segura, tenha uma amiga ou amigos por perto e apresente-o para eles. Dessa forma, o cara saberá que outras pessoas estão em sua companhia e isso garante certa proteção", recomenda a sexóloga. Segundo Regina Racco, a mulher tem tanto direito quanto o homem de desejar um encontro leve, gostoso e sem compromisso algum, mas deve tomar cuidado para extrair desse encontro apenas prazer. 

Se você pretende apostar no sexo sem compromisso, confira algumas regras básicas elaboradas pela sexóloga Regina Racco para tornar mais segura a prática desse tipo de relação. 

Abordagem 

Partindo do ponto de que vocês já foram apresentados e estão conversando, a abordagem vai ocorrer naturalmente Basta perceber como ele se comporta em relação a você. Se há interesse por parte dele. Dê alguns empurrãozinhos no papo (demonstrando interesse) e certamente ele fará o convite. 

Casa ou motel? 

Sem dúvida o motel é a opção mais segura. Lembre-se que você não o conhece o suficiente para colocá-lo dentro de sua casa. Esse local deve ficar reservado para o caso de rolarem novos encontros, para quando vocês tiverem mais intimidade e confiança. 

Dormir juntinho ou dar o fora? 

Essa é sua opção. Gostou? Está confortável na situação? Fique! Não foi legal? Pegue seu saltinho e saia discretamente. Se preferir, e para não ficar indelicado, pode deixar um bilhete do tipo 'precisei sair, falamos depois', e deixe o telefone. Se ele ligar pedindo explicações, seja sincera. Se não ligar, caso encerrado. 

Não revele detalhes da sua vida 

Se a conversa for rolando depois da transa, não revele detalhes íntimos de sua vida. Fale apenas de fatos superficiais para alimentar o papo e tente fazê-lo falar escutando com atenção. Quem sabe esse primeiro momento pode se tornar algo mais sério? Mas não coloque expectativa: apenas deixe acontecer naturalmente, preservando-se, claro. Não se esqueça disso: o sexo pode ter sido bom, mas vocês dois continuam estranhos. 

Vale tudo ou há limites? 

No sexo casual valem os seus limites. Afinal, você desejou essa experiência, portanto, mantenha as rédeas e somente permita o que lhe traga prazer e não tenha medo de dizer não ou encerrar o encontro na hora que desejar. 

O dia seguinte 

A eterna dúvida depois de uma noite de sexo casual é: ligo para ele ou não? Se gostou e foi agradável para os dois, não tem nada demais ligar, afinal, ambos sabem que quiseram o encontro. E, embora fazendo todo o charminho que toda mulher faz, você sabe que conduziu a situação, portanto, pode ligar, se é isso que deseja. 

Riscos de uma paixão 

Você pode estar encantada e os riscos são inevitáveis. Você ligará para ele e ele poderá não ligar de volta. Paciência! Não esqueça que aquele momento, para ambos, não passou de sexo casual e casual não é compromisso. Mas, quem sabe ele também não se encante e vocês possam continuar seguindo para algo mais sério? Viver envolve riscos e com o sexo acontece a mesma coisa.
Retirado de Bonde


publicado por olhar para o mundo às 21:06 | link do post | comentar

Sábado, 18.02.12

Como garantir sexo seguro durante o Carnaval?

Os médicos afirmam que a quantidade de pacientes com DST cresce muito logo depois do Carnaval

Você está solteira, pronta para pegar a estrada e cheia de amor para dar nestes dias deCarnaval? Antes de fechar a mala, veja aqui como não trazer na bagagem uma péssima e perigosa lembrança: uma doença sexualmente transmissível.

 

Antes de viajar

· Vacine-se contra a hepatite B, doença com mais chances de transmissão sexual que a aids, segundo os médicos. E, se você tem até 26 anos e nunca foi infectada pelo HPV, pode tomar a vacina, recém-aprovada no Brasil, contra a doença. Apesar de ser mais indicada para quem ainda não iniciou a vida sexual, acredita-se que ela também ajuda quem nunca teve contato com o vírus.

 

· Abasteça sua mala com preservativos. "Ele é a melhor proteção contra as DSTs", afirma a ginecologista Eliana Amaral. "Entretanto, há alguns vírus que podem estar em uma região que a camisinha não cobre, como o saco escrotal. É o caso do HPV, que atinge de 20 a 30% da população jovem", alerta. Por isso a importância de fazer exames periódicos.

 

Quando estiver lá

· Camisinha nele! Está prestes a ir para a cama com aquele moreno in-crí-vel que acabou de conhecer? Saque da bolsa um preservativo. Se ele não demonstrar intenção de usá-lo, melhor parar antes de as coisas esquentarem. Pense bem: se o bonitão não se importa com a sua saúde, é bom saber agora em vez de perder seu tempo (e sabe-se lá mais o quê) com um homem desses. E mais: Também é importante usar preservativo ao praticar sexo anal, oral e até mesmo quando for masturbar o outro. Se o homem tiver gonorréia, por exemplo, a mulher pode se contaminar simplesmente ao coçar os olhos depois do contato com o esperma.

 

Ao voltar para casa

· Observe o seu corpo diariamente para verificar o surgimento de sinais estranhos. "Qualquer cheiro ou corrimento diferente, lesão na pele ou na vagina (verruga, ferida, vermelhidão) podem ser sinais de doença", explica a dra. Eliana. "Se esperar para ver se essa alteração passa com o tempo - e isso realmente acontece -, o diagnóstico fica mais difícil." Um exemplo disso é a sífilis: no primeiro estágio ela provoca uma ferida, que seca em alguns dias. Se a pessoa não for ao médico, apesar de o sintoma ter sumido, a doença continua lá e pode avançar para estágios mais graves, provocando danos ao coração.

 

· Agende uma consulta com seu ginecologista assim que voltar de viagem - mesmo que aparentemente esteja tudo ok nos países baixos. Algumas DSTs, com o HPV e a clamídia, costumam não dar sinais. Porém, quando não tratadas, podem causar infertilidade e outras infecções graves. Peça ao seu médico que solicite exames para investigar se não foi infectada com nenhum vírus ou bactéria. "Há casos de mulheres que têm clamídia e só descobrem quando tentam engravidar e não conseguem", explica a dra. Eliana. Você não precisa ser uma dessas.

 

Via M de mulher
 



publicado por olhar para o mundo às 22:02 | link do post | comentar

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