Segunda-feira, 04.06.12
Festival de cinema dedicado ao surf de 14 a 17 de Junho
O primeiro festival português de cinema dedicado ao surf, hoje apresentado e destinado a dinamizar a actividade e produção cinematográfica daquela actividade desportiva, decorre de 14 a 17 de Junho no cinema São Jorge, em Lisboa.

O Surf at Lisbon Film Fest (S.A.L.) «tem como objectivo, dinamizar a actividade e produção cinematográfica da modalidade, promovendo intercâmbios a nível internacional nas áreas da cultura, turismo e desporto, além de suprir uma lacuna para os cerca de 70.000 adeptos deste desporto», refere o texto de apresentação do festival, integrado na programação das Festas de Lisboa.

 

A iniciativa será aproveitada para «sensibilizar os participantes para as questões ecológicas, de preservação do meio ambiente e para uma utilização responsável dos recursos naturais, firmando o surf como modalidade desportiva responsável e embaixador da preservação do nosso planeta».

 

Durante os quatro dias de S.A.L., serão apresentados 38 filmes, seleccionados de um total de 45 que se candidataram a esta primeira edição, provenientes, além de Portugal, de países como os Estados Unidos da América, o Reino Unido e o Brasil.

 

A Deeper Shade of Blue, de Jack McCoy, precedido da curta-metragem Blue Sway, do mesmo realizador, abre o festival, no dia 14, às 21h00.

 

A exibição dos filmes em competição termina no dia 16, às 21:00, com a estreia de 'Idiosyncrasies', com a presença do realizador Patrick Trefz.

 

O dia 17, o último do certame, está reservado para a exibição de filmes fora de competição, como Summer One, de Tito da Costa, «o primeiro filme de surf português».

 

A programação do festival é complementada com exposições, palestras e concertos.

 

O 'foyer' do São Jorge irá acolher um 'work in progress' do artista plástico Pedro Zamith. Nas vitrines existentes naquele espaço estarão expostas pranchas trabalhadas pelo artista plástico Gonçalo Mar e o designer Armando Gomes. Durante o festival, o São Jorge acolhe também uma exposição de fotografia de Ricardo Bravo, acompanhada de textos do cronista de viagens Gonçalo Cadilhe.

 

A música estará representada com espectáculos dos Capitães da Areia, no dia 14, dos Voodoo Marmalade, a 15, e dos Capitão Fausto, a 16, e actuações de DJ.

 

O S.A.L. foi desenvolvido pela Surf at Lisbon Associação Cultural (SALAC) em co-produção com o cinema São Jorge e em parceria com a empresa municipal EGEAC e a Câmara Municipal de Lisboa.

 

Noticia do Sol



publicado por olhar para o mundo às 17:54 | link do post | comentar

Sexta-feira, 11.11.11

McNamara. Quando uma onda de 30 metros é uma “experiência zen”

 

Garrett McNamara ganha a vida a surfar ondas gigantes. Se isto lhe parece frescura, olhe para imagem acima, meça vários Garretts até ao cimo da onda ou fique atento ao que lhe vamos explicar a seguir. Nascido em Berkeley, na Califórnia, o surfista mudou-se para o Havai quando tinha 11 anos e desde então nunca mais largou as pranchas. Passados vários anos a entrar em campeonatos, McNamara, de 44 anos, canalizou a “rush” de que tanto fala para uma actividade lucrativa, que a maioria definirá como suicídio. A última vez que enfrentou a morte – e faz disto uma prática bastante regular – foi na terça-feira, na praia do Norte (Nazaré), quando desceu uma onda de 30 metros.


“Foi espectacular! Provavelmente a maior onda que alguma vez surfei. Muito poderosa. Nenhuma das ondas que apanhei foi tão grande e tão forte”, contou ao i. Confrontado com a hipótese de ter desaparecido para sempre naquele momento, Garrett, casado e com três filhos, assume o risco que corre conscientemente. “Se tivesse caído naquela onda, muito provavelmente teria morrido. A onda era tão poderosa que me podia ter morto com facilidade”, explicou. Porém, desta vez não sentiu “medo”. “Tudo se encaixou da melhor forma. Senti-me muito bem”, descreve.


E porque as ondas em que se mete podem facilmente ser vistas como uma queda livre do alto de um prédio de dez andares, perguntámos-lhe o que lhe passa pela cabeça durante naqueles segundos no cume da enorme massa de água. “Penso sempre de uma forma positiva. Ou que vou ficar bem ou que vou conseguir surfá-la.”


A estratégia parece funcionar. No entanto, se não tem muita experiência, não tente lançar-se e descer qualquer coisa além dos três metros de altura – mesmo feita de água. “Depois de ter surfado aquela onda não me senti cheio de adrenalina. Estava calmo e relaxado. Foi uma experiência zen muito boa. Foi tudo perfeito”, afirmou. Pensamos que a linguagem esotérica não será a mais adequada para descrever algo próximo do suicídio, mas não insistimos porque este senhor está noutro patamar do convívio com a mãe natureza.


Para os mais cépticos no que toca à existência de ondas gigantes no nosso país, aqui está a explicação científica. A praia do Norte está sob o efeito de um fenómeno conhecido como “canhão da Nazaré”, que faz com que se formem ondas deste tamanho. Trata-se de um acidente geomorfológico raro, o maior da Europa e um dos maiores do mundo, que consiste numa falha na placa continental com cerca de 170 quilómetros de comprimento e cinco quilómetros de profundidade, que canaliza a ondulação do oceano Atlântico para esta praia. Ou para Garrett McNamara.

Via Ionline


publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

Sexta-feira, 25.02.11

 

Ericeira é reserva de Surf

 

World Surfing Reserves anunciou hoje que duas zonas de surf nomeadas - Santa Cruz, no norte da Califórnia e a Ericeira, em Portugal - foram formalmente aprovadas e serão dedicadas como World Surfing Reservas (WSRs). As duas regiões icónicas juntam-se a Malibu, Califórnia, que foi consagrado como a primeira Reserva Mundial de Surf em Outubro de 2010, e Manly Beach, Austrália, que também foi aprovado em 2010 e está agora a aguardar a sua "dedicação" que vai acontecer algures em 2011, como sendo os primeiros locais a receber a prestigiosa designação de Reserva Mundial de Surf (World Surfing Reserve).

A Ericeira é uma meca para o surf português e para surfistas de todas as nacionalidades. A área aprovada consiste em 4 km (2,5 milhas) da costa, quilómetros estes que contêm um grupo altamente concentrado de spots de surf de grande qualidade, vários deles de classe mundial, incluindo Ribeira d'Ilhas e outros.

"A Ericeira é uma costa de surf tão diversa, tem zonas para todos", disse o surfista profissional do WCT Tiago Pires, que cresceu surfando naquele bocado de costa "Há ondas grandes, ondas pequenas, ondas para profissionais e ondas de iniciantes. Eu amo esta área e eu estou contente de vê-la a começar a ter o reconhecimento que merece, bem como uma ferramenta para ajudar a melhor protegê-la."

A zona de Santa Cruz, de cerca de 11 km (7 milhas) da costa estende-se desde Natural Bridges no extremo oeste até Opal Cliffs, a leste de Pleasure Point e é composta por um denso aglomerado de ondas de sonho e está imersa numa enorme tradição de surf. A zona é conhecida pelos pontos icónicos em Steamer Lane e Pleasure Point, ambos pointbreaks para a direita de qualidade mundial.

"Eu não posso pensar num lugar mais digno do que Santa Cruz", disse um dos ícones mais notáveis da cidade, Jack O'Neill, que inventou os fatos de surf para que ele e os seus amigos pudessem navegar nas águas geladas da localidade nos anos 50 e 60. "Tem tantos spots de surf incríveis, uma comunidade de surf maravilhosa e é uma parte lindíssima da costa. A denominação de Reserva Mundial de Surf será uma óptima maneira de ajudar a preservar a área."

A World Surfing Reserves visa designar e proteger as áreas de surf mais importantes e queridas em todo o Mundo em parceria com as comunidades de surf local. Os sítios WSR são nomeados e seleccionados com base em quatro critérios principais: qualidade e consistência das ondas, a importância para a cultura do surf e da história, características ambientais, e apoio da comunidade. Até agora mais de cem sítios de 34 países diferentes foram submetidos à consideração do estatuto WSR.

O dez vezes campeão mundial de surf, Kelly Slater, que no ano passado já tinha apoiado o movimento, também expressou o seu forte apoio a Santa Cruz e Ericeira. "Toda vez que temos uma hipótese de preservar oficialmente uma praia ou um spot de surf específico, eu torço para ele", disse Kelly. " A World Surfing Reserves está a pôr a fasquia muito alta e com um grande alcance, procurando no Mundo o próximo grupo de praias a serem protegidas. Estou ansioso pela designação e protecção futura daquelas praias - tal como muitas outras pessoas".

Para além de seu significado cultural e estético, cada Reserva Mundial de Surf é um encontro de terra e mar seleccionados pela sua natureza única, pelas suas ondas e pelo seu cenário natural. A designação de cada WSR visa a protecção desta zona costeira de ondas e de habitat motivado pelo desenvolvimento inadequado, através de parcerias locais e internacionais que juntam a comunidade em torno da conservação, para melhorar e ditar a administração da área.

Sobre a World Surfing Reserves

World Surfing Reserves (WSR) identifica proactivamente, designa e preserva as ondas, zonas de surf e os seus ambientes circundantes em todo o mundo. WSR é uma iniciativa lançada pela organização Save the Waves Coalition em 2009, em conjunto com o National Surfing Reserves - Australia, e através de parcerias adicionais com a International Surfing Association (ISA) e com a Universidade de Stanford Center for Responsible Travel (CREST).

Para mais informações, consultem www.worldsurfingreserves.org

 

Via Surf Portugal



publicado por olhar para o mundo às 19:49 | link do post | comentar

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