Terça-feira, 24.04.12
O ZX Spectrum faz 30 anos. Preto, teclas de borracha, muitas letras e pequenas palavras num inglês que mal conhecia. E as cassetes, que barulheira

Ficamos velhos de cada vez que fazemos anos. A menos que o aniversário não seja o nosso, mas de algo que nos atira para trás, tipo máquina do tempo. Um ZX Spectrum, hoje, é isso mesmo. Uma máquina a atirar-nos para um tempo em que os computadores eram ainda (quase) uma miragem.

 

Para mim, muito mais num lugar como as minhas Caxinas, onde, excluindo os donos da única farmácia da terra – desconfio, com a autoridade de um puto então com menos de dez anos numa comunidade de pescadores – ninguém saberia o que era isso. Foi a sorte de ser o melhor amigo do filho mais novo daquela gente que viera de fora que me pôs na rota desses objectos raros.

 

Nunca tive um, mas lembro-me dele como se ainda estivesse no “meu” sótão. Preto, teclas de borracha, muitas letras e pequenas palavras num inglês que mal conhecia. E as cassetes, que barulheira. Quando hoje, na "dock" que tenho ao lado desta folha do "word" em que escrevo, ponho um jogo a “correr” com um simples toque, uso um verbo que, naqueles dias, se me tornou familiar em informática. Pôr o jogo a correr implicava pôr uma cassete a correr – largos minutos às vezes – numa velocidade que não nos tirava a paciência, mas que hoje era capaz de deixar qualquer miúdo habituado às PSP com os nervos em franja.

 

O ruído nunca me desapareceu da memória, e as aplicações para "smartphones" ou a Internet, num dos vários emuladores disponíveis "online", estão ai para o perpetuar. Fui à procura deles quando o Amílcar Correia, director do P3, me desinquietou a folga para vir a esta festa. E na era em que o retro é "fashion", somos bem capazes de perdoar aqueles gráficos manhosos, de um Chuckie Egg – perdi três vezes enquanto não me lembrei de que teclas usar – ou de um Daley Thompson’s Decatlhon, só para celebrar uma infância longínqua.

 

Ao meu lado, a Raquel David, que, ainda nem chegada aos quatro anos, julgará que sempre existiram o iMac, o iPad ou o iPhone e os seus jogos de uma qualidade gráfica incomparável, atura-me uns minutos a tentar apanhar ovos, até se aborrecer e pedir para ver mais um episódio da sua série favorita do momento: "Conan, o Rapaz do Futuro". Um excelente trabalho de desenho animado do japonêsHayao Miyazaki, que a RTP passou nesses inícios de 80 e que remete para um tempo após uma guerra mundial que se passaria em 2008, o ano em que ela nasceu. Há passado que me deixa mesmo mais novo. E assim partilhado, apetece mesmo festejar. Vai um joguinho?

 

retirado do P3



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Quarta-feira, 25.01.12

Back in Time Esta app portuguesa foi a mais vendida em 38 países

 

Aqui não há dúvidas. O ovo veio antes da galinha. Landka, chama-se ela, uma empresa com sede em Matosinhos, que nasceu para chocar uma ideia: pegar no famoso relógio criado pelo professor Bob Lambert, que nos permite entender a sucessão dos grandes eventos do universo e da terra como se o Big Bang tivesse acontecido há 24 horas, e desenvolver a partir dele uma aplicação para iPad.

 

O resultado caiu no goto dos utilizadores do "tablet" da Apple que, em 38 países, incluindo os Estados Unidos e a China, puseram a app Back In Time, no primeiro lugar da lista de aplicações mais descarregadas. A Back In Time está catalogada como "e-book", mas é muito mais do que um livro digital, com os seus vídeos, a música de Rodrigo Leão e um grafismo intuitivo, capaz de nos fazer recuar milhões de anos com um simples deslizar dos dedos.

 

Os elogios (e os "downloads") chegaram de todo o lado e, nos Estados Unidos, bastou uma chamada de atenção recente do "New York Times" para a catapultar, durante uma semana, para o "top of the tops" da iTunes Store americana. Mas recuemos no tempo. O sucesso actual estava longe de ser imaginado por Susana Landolt, directora-geral da Landka, e pelos restantes quatro elementos que, em Outubro de 2010, se juntaram, em Matosinhos, para dar corpo à ideia surgida no Verão.

 

Trabalhar escalas de tempo

E que ideia foi essa? “Poucas pessoas têm sensibilidade para escalas de tempo de milhões, ou milhares de milhões de anos. Daí a ideia de usar uma analogia: um relógio imaginário em que o Universo começou há exactamente 24 horas. Desta forma, aumenta-se a percepção do leitor sobre as diferentes escalas de tempo”, explica Susana.

 

A percepção da grandeza, e da diferença entre estas escalas é algo de difícil apreensão para muitas pessoas. Mas “neste relógio imaginário", acrescenta, “a Terra foi criada há cerca de 8 horas, os Dinossauros foram extintos só há 7 minutos e nós, Homo Sapiens, existimos há pouco mais que um segundo...", explica por e-mail ao P3, assinalando que a ideia do relógio foi originalmente proposta por Robert Lambert, do McCarthy Observatory, nos EUA.

 

Dez meses de trabalho

Afinada a ideia e reunida a equipa – inicialmente cinco colaboradores, designers, programadores e engenheiros com um interesse transversal pela área da educação e divulgação científica – foram necessários dez meses para se chegar ao produto final. “Foi colocado um extremo cuidado em todas as vertentes: nos textos, na fiabilidade da arquitectura de 'software', na escolha dos eventos e, sobretudo, no design da interface gráfica”. E na música, acrescentamos nós.

 

“Tudo isto tem que ser integrado, de raiz, no desenvolvimento do código que suporta a aplicação, e tem um custo bastante elevado dado que o tempo de desenvolvimento torna-se muito maior”, adianta Susana Landolt. A demora valeu a pena. Ainda que o investimento (que a Landka não divulgou) não tenha sido ainda coberto pelas vendas. Logo após o lançamento, a Apple destacou a aplicação, garantindo-lhe um lugar na página principal da iTunes App Store em mais de 100 dos 126 países em que está presente.

 

E até meados de Janeiro, o e-book Back In Time já esteve no top de vendas de livros para iPad em 38 países, entre eles os Estados Unidos, Reino Unido, China, Espanha, Portugal, Suíça, França, Canadá, Austrália e Brasil. Na China, a aplicação foi considerada "App of the week" pela Apple, quer na versão para iPad quer na versão para iPhone, revela Susana.

 

Novos produtos este ano

Neste momento, a Landka não vive apenas do sucesso do seu ovo de ouro. “Estamos a trabalhar em novos projectos e em áreas diferentes do 'Back in Time'. Queremos continuar a desenvolver aplicações educacionais, mas também queremos ganhar experiência no desenvolvimento e comercialização de produtos diferentes."

 

"Iremos lançar novos produtos ainda este ano”, garante Susana, que dá uma má notícia aos utilizadores de "tablets" e "smartphones" com outros sistemas operativos. “Estamos muito atentos ao mercado do Android e do Windows Mobile, mas achamos que ainda não é a altura certa para desenvolvermos para essas plataformas”.

 

Via P3



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Sábado, 31.12.11

 

O fim do sinal analógico e a transição para a Televisão Digital Terrestre, que começa a 12 de Janeiro e acaba a 26 de Abril, não podia calhar em pior altura. Muitos dos portugueses que não têm televisão por cabo e compraram o seu aparelho antes de 2009 - geralmente os que têm menor folga financeira, onde se incluem muitos idosos - terão de pagar um aparelho descodificador. São 77 euros mais IVA, com reembolso de 22 euros pela PT para os pensionistas com menores rendimentos e algumas pessoas mais desfavorecidas. Uma coisa chocante para os senhores da ANACOM: 55 euros é muito dinheiro para quem tenha reformas abaixo dos 300 euros ou para quem esteja desempregado. Pior: quem tenha um televisor sem tomada de interface SCART ou HDMI terá mesmo de comprar uma televisão nova ou um modulador de sinal RF, não comparticipado. E não podemos esquecer todos os que vivem nas zonas não cobertas pela TDT (cerca de 13% da população) que terão de de usar o satélite.

 

Não ponho em causa as vantagens da TDT para a modernização do sector. Mas elas não se farão sentir, de forma evidente, para a maioria dos consumidores. O sinal poderá ser melhor mas continuarão, apesar da despesa, a ter direito aos mesmíssimos quatro canais do costume.

 

Se a transição tecnológica não traz serviços novos e relevantes porque têm de ser os cidadãos a pagá-la? Parece, a quem tenha alguma noção das situações dramáticas que se vivem, no meio desta crise, por este país fora, que esta é uma despesa prioritária para as famílias? Se obrigam as pessoas a isto não seria normal darem-lhes qualquer coisa em troca? Um exemplo: se já pagamos a RTP nos nossos impostos não seria uma boa solução aproveitar as potencialidades da TDT e oferecer no pacote gratuito os restantes canais da televisão pública? Porque temos de pagar duas vezes (nos impostos e na subscrição por cabo) a mesma coisa?

Via Expresso


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Quarta-feira, 28.12.11
No dia da greve geral, manifestantes em frente ao Parlamento usam uma máscara associada ao grupo de hackers AnonymousNo dia da greve geral, manifestantes em frente ao Parlamento usam uma máscara associada ao grupo de hackers Anonymous (Miguel Manso)
Este foi um ano agitado no mundo da tecnologia: várias marcas trouxeram novos aparelhos para o mercado dos tablets, os telemóveis deram passos largos para um mundo de smartphones e a cibersegurança foi tema quente. E foi também um ano de alguns grandes falhanços. Dos problemas de segurança do Estado português, até produtos dados como mortos logo após serem postos à venda, passando por empresas que se deixaram afundar – eis o lado negativo de 2011.

Cibersegurança do Estado


Na sequência da greve geral, a 24 de Novembro, vários sites (de partidos políticos a estruturas do Estado) sofreram uma série de ataques informáticos. Em quase todos, os ataques deixavam apenas os sites inacessíveis por um período curto de tempo. Mas houve um caso em que os atacantes conseguiram retirar de computadores do Estado um ficheiro com dados pessoais de 107 polícias.

Os ataques (feitos por grupos que até marcavam aulas online para aspirantes a hackers) foram muito pouco sofisticados – mas chegaram para mostrar que as infra-estruturas informáticas portuguesas são muito vulneráveis e que ataques mais sérios podem comprometer a segurança do Estado.

Hackers divulgam dados pessoais de 107 polícias de Lisboa e ameaçam toda a PSP
Hackers: atrás do ecrã para "elevar a voz do povo"

O tablet da HP
Tal como muitas outras empresas, a gigante HP entrou em 2011 na guerra dos tablets. Mas, contrariamente ao que muitos fizeram, não adoptou o sistema operativo Android (o principal rival do sistema do iPad) e preferiu avançar com uma plataforma própria, chamada WebOS.

Se os tablet com Android continuaram este ano a ter dificuldades em combater a Apple, o HP Touchpad (praticamente sem aplicações e com um sistema de que a maioria dos consumidores nunca ouvira falar) mal teve tempo de tentar. Começou a ser vendido a 1 de Julho e foi descontinuado a 18 de Agosto, depois de vendas fracas e com a HP a escoar o stock a preço de saldo. A empresa anunciou mesmo ter desistido do segmento e, este mês, transformou o Web OS num sistema de código aberto, colocando-o à disposição de qualquer pessoa.

HP quer separar divisão de PC e abandona tablets

Tablet Motorola Xoom
O aparelho, uma parceria entre a Motorola e o Google, foi o primeiro tablet equipado com a versão 3.0 do sistema operativo Android, a primeira versão concebida especificamente para tablets. A Motorola gerou expectativa e lançou um anúncio inspirado no famoso “1984”, da Apple. As vendas, porém, foram uma desilusão, num ano em que os tablets com Android ganharam terreno, mas continuaram longe do iPad.

Motorola ataca Apple com anúncio inspirado em George Orwell
Guardian: From Xoom to bust: how Motorola's tablet failed to conquer Honeycomb

Research In Motion
Em tempos um ícone dos smartphones, a canadiana Research In Motion (RIM), que fabrica os telemóveis BlackBerry, teve um ano catastrófico: perdeu quota de mercado nos EUA (o mais importante para a empresa), está longe dos líderes no mercado europeu, as acções caíram a pique, os dois CEO têm sido fortemente criticados, uma série de executivos decidiram sair e a estreia no mercado dos tablet (com um aparelho chamado PlayBook) teve fracos resultados.

Conhecida pelos telemóveis com teclado físico (embora também comercialize modelos apenas com ecrã sensível ao toque), a RIM parece ter dificuldades em acompanhar o mercado, que está voltado para o iPhone e para os múltiplos Android.

Para além disto, os servidores da empresa – responsáveis pelo sistema de mensagens que é um dos trunfos da marca – tiveram em Outubro uma falha que afectou, durante dias, milhares de utilizadores em todo o mundo. E (aqui sem responsabilidade da RIM) o uso destes telemóveis acabou associado à organização dos motins em Londres. 

Fabricante dos BlackBerry já foi uma estrela, mas hoje luta pela sobrevivência

YDreams
A tecnológica portuguesa é frequentemente dada como um exemplo de inovação e um caso de sucesso que ultrapassa as fronteiras portuguesas. Mas este ano acabou nas notícias por más razões: em Setembro, soube-se que a empresa tinha salários e subsídios de férias em atraso.Também este ano, a YDreams lançou uma spin-off – a YNvisible – na bolsa de Frankfurt. No segundo dia no mercado, as acções chegaram aos 3,10 euros. Desde então, têm vindo sempre a cair e esta semana fecharam nos 24 cêntimos.

Funcionários da YDreams queixam-se de salários e subsídios de férias em atraso
Ynvisible entra em bolsa com o objectivo de criar interactividade de baixo custo

Sony
Este foi o ano em que atacar sites e sistemas informáticos foi moda. E a Sony foi talvez a maior vítima. Em Abril, ataques à PlayStation Network (um sistema de jogos online) e ainda a plataformas de venda de conteúdos online expuseram informação pessoal de mais de 100 milhões de clientes da Sony, o que, em muitos casos, incluía dados de cartões bancários. 

A falha levou a que autoridades de alguns países (entre os quais EUA e Reino Unido) pedissem explicações à Sony e foi um enorme golpe na imagem da multinacional nipónica. Não ajudou que a Sony tenha esperado uma semana entre o momento em que detectou o ataque e o dia em que avisou as autoridades e os utilizadores de que os dados podiam ter sido roubados.

Sony reabre o serviço de jogos que foi atacado por “hackers” 

Eleições presidenciais
Nas eleições presidenciais de 23 de Janeiro, os sistemas disponibilizados pelo Estado para que os cidadãos pudessem receber o seu número de eleitor (necessário para votar) deixaram de funcionar devido ao elevado número de acessos.

Nem o Portal do Eleitor, nem o serviço de SMS, nem a informação telefónica conseguiam dar resposta. O problema afectou eleitores já com Cartão do Cidadão, cujo número de eleitor tinha mudado e resultou em longas filas de espera nas juntas de freguesia e em eleitores que não conseguiram votar. 

Mais de 42 mil pessoas tiveram problemas para votar no dia 23

TIM w.e.
Teve mais a ver com a instabilidade dos mercados do que com o desempenho da empresa, mas a tecnológica TIM w.e., que vende conteúdos e serviços para telemóveis e que seria a primeira empresa portuguesa a entrar no Nasdaq, o índice tecnológico dos EUA, viu os planos gorados e decidiu adiar a oferta pública de venda. A empresa contava encaixar entre 93,8 milhões de euros e 125,8 milhões de euros. 

TIMWE faz estreia de empresa portuguesa no Nasdaq 

 

Via Público



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Quarta-feira, 21.12.11

Dar ordens a aparelhos electrónicos com o pensamento pode ser uma realidade nos próximos anos
Dar ordens a aparelhos electrónicos com o pensamento pode ser uma realidade nos próximos anos (Foto: Megan Lewis/Reuters)
Imagine um mundo em que basta pensar num número de telefone para que o nosso telemóvel faça a chamada e que não seja necessário perder tempo a criar uma password de que ninguém se lembra quando é preciso. Para os especialistas da IBM, a tecnologia que nos tornará ainda mais ligados às máquinas e, por outros motivos, mais ligados uns aos outros, vai registar grandes avanços nos próximos cinco anos.

As cinco previsões da empresa tecnológica norte-americana para os próximos cinco anos – o IBM Five in Five, que já vai na sexta edição – põem-nos a gerar energia enquanto andamos de bicicleta, a dar ordens aos computadores com o poder da nossa mente, a usar as nossas características físicas para levantar dinheiro nas caixas Multibanco, encurtam as diferenças de acesso à tecnologia entre os mais ricos e os mais pobres e transformam o spam em informação prioritária.

Mas vamos por partes.

É um dado adquirido que tudo o que se move ou produz calor pode gerar energia. O que a IBM acredita é que, até 2016, os avanços na área das energias renováveis vão tornar comum, por exemplo, o uso de pequenos aparelhos nas rodas das bicicletas para recarregar pilhas ou baterias, que depois podem ser usadas em casa. Não é que ainda não seja possível, mas neste caso a mudança será mais a nível cultural – a IBM acredita que, nos próximos cinco anos, a ideia de que nós podemos gerar a nossa própria energia vai enraizar-se. Por outras palavras, será comum sair de casa para comprar pão e regressar com energia suficiente para usar a máquina de barbear.

Outra das previsões da IBM aponta baterias contra as passwords. Não só as que criamos para ler o correio electrónico mas também as várias combinações de letras e números de que precisamos para levantar dinheiro, por exemplo. A resposta está nos dados biométricos – as nossas características faciais, a nossa voz ou os nossos olhos –, que serão cada vez mais usados para comunicarmos com as máquinas. A ideia é que todos esses dados biométricos, que são diferentes de pessoa para pessoa, serão integrados através desoftware numa espécie de password genética online, que mais ninguém conseguirá identificar. Por razões de segurança, esta password genética só incluirá os dados que o utilizador quiser.

Pensar é agir

Uma das áreas mais fascinantes das previsões da IBM para os próximos cinco anos é a leitura da mente. Os investigadores da empresa não acreditam que até 2016 será possível rejeitar uma chamada do patrão só com o pensamento, mas apostam que vamos começar a ver aplicações práticas dos conhecimentos actuais na indústria do entretenimento, mais especificamente nos jogos de vídeo.

Os investigadores na área da bioinformática já fazem experiências há algum tempo com capacetes e sensores que conseguem ler a actividade cerebral e reconhecer expressões faciais, níveis de concentração e até pensamentos sem que as pessoas tenham de mexer um dedo. Segundo o comunicado da IBM, os seus próprios investigadores estão a estudar formas de ligar os nossos cérebros a aparelhos electrónicos, para que um dia seja possível fazer uma chamada telefónica ou mover o cursor de um rato apenas com o poder da mente.

Para quem acha que não vale a pena tanto trabalho só para podermos falar mais comodamente ao telemóvel, a IBM salienta que esta tecnologia terá também implicações na medicina – no estudo e compreensão de várias doenças que afectam o cérebro, como o autismo.

Encurtar o fosso tecnológico entre ricos e pobres

Apesar do ar de ficção científica de algumas das previsões da IBM para os próximos cinco anos, a mais arriscada de todas não envolve mudanças tecnológicas. É que, segundo os investigadores da empresa norte-americana, 80 por cento da população mundial – ou 5600 milhões de pessoas – terá um telemóvel até 2016, o que irá eliminar o fosso tecnológico entre ricos e pobres.

"É mais barato ter um telemóvel do que abrir uma conta num banco ou comprar um computador portátil", ouve-se num vídeo produzido pela IBM e publicado no YouTube. Fica por explicar como é que muitas das quase três mil milhões de pessoas que vivem em todo o mundo com menos de dois dólares por dia, segundo dados das Nações Unidas, vão poder comprar um telemóvel até 2016, mesmo que seja mais barato do que abrir uma conta ou comprar um computador portátil.A última previsão da IBM é uma espécie de "se não podes vencê-lo, junta-te a ele". Ao contrário da famosa previsão de Bill Gates, que em 2004 decretou o fim do spam em dois anos – com o sucesso que todos nós constatamos ainda hoje sempre que consultamos o email –, a IBM diz-nos que o correio electrónico indesejado não só não desaparecerá, como será transformado numa prioridade. Como? Nos próximos cinco anos, os sistemas serão capazes de filtrar toda a informação disponível e de nos mostrar apenas aquela que nos interessa, mesmo sem a termos solicitado.

 

Via Publico



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Quinta-feira, 08.12.11

Nalguns locais, o relevo está escondido por 2500 metros de gelo
Nalguns locais, o relevo está escondido por 2500 metros de gelo (BEDMAP)
O mapa mais pormenorizado da Antárctida por baixo do gelo, com as suas montanhas e vales, acaba de ser divulgado por um consórcio internacional. Chama-se BEDMAP2 e resulta de levantamentos da paisagem escondida por tanto gelo, realizados ao longo de décadas, em aviões, satélites, navios e até pessoas em trenós puxados por cães.

Divulgado por Hamish Pritchard, do British Antarctic Survey, na reunião anual da União Americana de Geofísica, que decorre em São Francisco (Califórnia), o novo mapa da paisagem do grande continente branco incorporou mais de 27 milhões de medições. A primeira versão do mapa, divulgada em 2001, incorporava 1,9 milhões de medições.

“É como se tivéssemos tornado tudo muito mais focado”, disse Hamish Pritchard à BBC online, que noticiou a conclusão do novo mapa digital da Antárctida. “Em muitas áreas, pudemos agora ver depressões, vales e montanhas como se estivéssemos a olhar para a Terra a que estamos habituados exposta ao ar.”

Menos de um por cento do relevo rochoso da Antárctida sobressai acima do gelo. Ao contrário da rocha, o gelo é transparente às ondas do radar, pelo que através da emissão de microondas para o gelo e consequente recepção dos seus ecos é possível ter informação sobre o relevo e a profundidade da camada de gelo. 

Ter um mapa deste género é importante para perceber como é que a Antárctida está a responder ao aquecimento global e ajuda os cientistas a perceber o que poderá vir a acontecer. Nas margens da Antárctida estão a verificar-se grandes alterações, com a queda de gelo que vem do interior do continente para o mar, o que aumenta o nível global dos oceanos. “A cobertura de gelo está constantemente a ser alimentada pela queda de neve, e o gelo desce até à costa, onde se libertam grandes blocos no mar ou se derretem. É um grande e lento ciclo hidrológico”, explicou Hamish Pritchard à BBC online. “Modelar este processo requer conhecimentos da complexa física do gelo, mas também da topografia onde está a mover-se – e isso é o BEDMAP.” 

Mas há mais trabalho pela frente, pois duas grandes áreas da topografia do continente gelado continuam pouco nítidas. Uma é nos Montes Subglaciares de Gamburtsev, a outra é a Cordilheira de Shackleton. 

 

Via Público



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Quarta-feira, 07.12.11
Esta tecnologia terá, muito provavelmente, um forte impacto no futuro, não só no sector doméstico mas também nos sectores da restauração e hotelaria
Esta tecnologia terá, muito provavelmente, um forte impacto no futuro, não só no sector doméstico mas também nos sectores da restauração e hotelaria (Mick Tsikas/Reuters)
 Uma tecnologia desenvolvida por investigadores da Universidade de Coimbra consegue arrefecer alimentos e bebidas a uma velocidade dez vezes superior aos equipamentos tradicionais, como frigoríficos. A tecnologia dá pelo nome de SuperCooling e não interfere com a qualidade do produto.

A investigação - levada a cabo na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) - começou há dois anos e baseia-se na técnica da refrigeração por vácuo.

A título de exemplo das capacidades desta tecnologia - refere a FCTUC em comunicado - “uma garrafa de água de 33cl é arrefecida em 3 minutos”.

É expectável pensar-se que esta tecnologia terá um forte impacto no futuro, não só no sector doméstico mas também nos sectores da restauração e hotelaria, por exemplo, porque se trata de uma tecnologia muito rápida e economicamente vantajosa.

“Nos hotéis, para que as bebidas se mantenham frescas é necessário que o minibar esteja continuamente em funcionamento, representando elevados consumos energéticos. Com esta nova tecnologia, o refrigerador só consome a energia necessária para o arrefecimento dos produtos, o que é um processo muito rápido, ou seja, significa uma poupança muito significativa de energia”, explica a investigadora Cátia Augusto no mesmo comunicado.

 

Via Público



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Quarta-feira, 16.11.11
Autonomia dos telemóveis pode chegar a uma semana com as novas baterias
Autonomia dos telemóveis pode chegar a uma semana com as novas baterias (Kena Betancur/Reuters)
Uma equipa de cientistas da Northwestern University, nos EUA, descobriu uma forma de aumentar em dez vezes a velocidade a que as baterias de lítio usadas em telemóveis e computadores portáteis são recarregadas. A autonomia dessas baterias também será dez vezes superior às das baterias que actualmente se encontram nas lojas.

Harold Kung e a sua equipa descobriram que, se substituíssem as folhas de silício por pequenos aglomerados da mesma substância, aumentariam a quantidade de iões de lítio que uma bateria consegue comportar. É uma alteração de materiais que permite que uma bateria, depois de carregada, só precise de voltar a ser alimentada passado uma semana.

Por outro lado, a velocidade de carregamento destas novas baterias é acelerada, graças a um processo de oxidação química que abre pequenos orifícios nas folhas de grafeno com a espessura de um átomo. São pequeníssimos buracos, com larguras variáveis entre 20 e 40 nanómetros (subunidade que representa o milionésimo de milímetro), que ajudam os iões de lítio a encontrar lugar para ficarem armazenados mais rapidamente.

Em termos práticos, isto significa que uma bateria de telemóvel ou de computador portátil pode ser completamente recarregada (isto é, a partir do zero) em cerca de 15 minutos. E podem durar uma semana. A equipa que desenvolveu esta tecnologia, do departamento de engenharia química e biológica da Universidade de Northwestern, estima que as baterias possam estar no mercado dentro de cinco anos.

Mas as novas baterias não são perfeitas: após 150 recarregamentos, perdem bruscamente as propriedades que fazem delas excepcionais, a capacidade de recolher e armazenar energia. Ainda assim, sublinha Harold Kung, “mesmo depois de 150 recarregamentos, o que demoraria um ano ou mais, a bateria continuaria a ser cinco vezes mais eficaz do que as baterias de lítio hoje disponíveis”, cita a BBC.

Os cientistas têm estado a trabalhar no melhoramento dos ânodos (ou seja, no que permite às baterias receberem energia). De acordo com a estação de televisão britânica, que refere um artigo publicado pela equipa de investigadores na revista Advanced Energy Materials, o próximo passo é estudar os cátodos, por onde sai a corrente das baterias.

 

Via Público



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Terça-feira, 15.11.11
O Facebook está a ser inundado por conteúdo ofensivo
O Facebook está a ser inundado por conteúdo ofensivo (Nelson Garrido)
Utilizadores do Facebook queixaram-se de que estão a ser colocadas nos seus murais imagens de conteúdo pornográfico e violento. A empresa está a investigar a falha.

As queixas espalharam-se pela Internet, com utilizadores a referirem-se uma torrente de pornografia, imagens de abuso de animais, de auto-mutilação e montagens de celebridades em actos sexuais a inundar os respectivos murais. Em vários casos, este conteúdo pode ser visto pelo utilizador e pelos respectivos contactos.

A técnica de explorar falhas no Facebook – ou enganar o utilizador com aplicações maliciosas – não é nova e tem sido usada em muitas acções de spam.

Este episódio, de acordo com os relatos colocados na Web, destaca-se pela dimensão e pela natureza das imagens.

O Facebook limitou-se a reconhecer o problema e a dar declarações genéricas sobre as políticas de combate a pornografia e conteúdo malicioso dentro da rede social.

O site é aberto a qualquer pessoa a partir dos 13 anos, mas há casos de utilizadores que não cumprem a regra e se registam sem terem a idade requerida.

 

Via Público



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Sexta-feira, 04.11.11

O motor de busca mais avançado do que a pesquisa avançada?

Investigadores portugueses estão a desenvolver um motor de busca que quer dar respostas mais específicas do que os "softwares" convencionais, como o Google

 

Imagine um motor de busca de viagens que lhe dá exactamente o que procura quando preenche um formulário. Agora imagine-se a preencher um formulário semelhante e a obter resultados parecidos, mas para qualquer tipo de assunto. É esta a ideia do World Search, um programa que está a ser desenvolvido por um grupo de investigadores portugueses em parceria com a Microsoft.

 

O objectivo é desenvolver um motor de busca mais eficaz do que aqueles que usamos hoje em dia, capaz de responder aos pedidos, relacionando a informação dada com um raciocínio lógico. “Queremos fazer o que os sites de viagens fazem, mas não para um nicho, queremos fazê-lo para quase tudo”, explica Nuno Silva, investigador responsável pelo projecto no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP).

 

A ideia resulta do “esforço científico de uma década”, explica: o aparecimento da web semântica, em contraponto com a web sintáctica - que é aquela que usamos habitualmente e a que temos acesso com motores de busca como o Google - abriu novas possibilidades. Ao aceder ao World Search, o utilizador terá disponível um formulário “muito mais complexo e específico” do que a página de um motor de busca convencional. Uma espécie de pesquisa avançada? “É isso, mas mais avançado do que a pesquisa avançada”, garante Nuno Silva.

 

Resultados em seis meses


Os formulários gerados por este novo motor de busca serão “construídos à imagem da informação requerida, e diferentes, consoante o tema pesquisado”. Nuno Silva explica: “O motor gera automaticamente o formulário no momento em que se pede a informação, tendo em conta o tema pesquisado”.

 

O projecto – que arrancou em 2007, a partir de um esforço conjunto do ISEP e da Maisis, uma empresa de tecnologia de Aveiro – deve apresentar os primeiros resultados públicos “nos próximos seis meses, seja em forma de artigo científico, seja em protótipos parciais da tecnologia”.

 

É uma investigação – da qual são também parceiros a Universidade de Aveiro, a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, a Ponto C e a iZone, duas empresas de tecnologia de Aveiro, e a PT – que não tem como objectivo imediato a criação de uma "start-up". “As empresas envolvidas vão fazer uso da tecnologia desenvolvida e da investigação que está a ser feita já, não antevejo a criação de uma 'start-up' nos próximos dois anos”, afirma Nuno Silva.

 

Complemento, não concorrente


Tal cenário só poderia ser possível a partir da “investigação, que ainda não está tão próxima do mercado, mas que está já a ser desenvolvida nas universidades”, admite o docente do ISEP. Na prática, o World Search terá dois alvos: o público em geral e o mundo empresarial. “Dentro das empresas, este tipo de aplicação permite rentabilizar o conhecimento, torná-lo mais acessível”, diz Nuno Silva. 

 

Em comum com o Google, o Yahoo! ou o Bing, o World Search tem apenas a designação “motor de busca”: “Não há qualquer lógica de concorrência, eles são muito bons no que fazem”. A relação, afirma Nuno Silva, "será mais de complementaridade".

 

Via P3



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Quinta-feira, 03.11.11
Robots criam contas e fazem amigos nas redes sociais
Nem sempre o que parece é. E se já havia quem se fizesse passar por quem não é nas redes sociais, agora há quem tenha amigos virtuais, que são, não pessoas, mas robots

O projecto, que levou à criação de robots para a abertura de falsas contas nas redes sociais, principalmente no Facebook foi desenvolvido por uma equipa de investigadores da Universidade da Columbia britânica, em Vancouver, no Canadá, e teve como objectivo alertar, mais uma vez, para a facilidade com que se aceitam amigos nas redes sociais.

 

A experiência durou oito semanas, e os robots criaram perfis com nomes falsos, enviaram pedidos de amizade de forma aleatória e tiveram uma elevada percentagem e de respostas positivas.

 

Os pedidos de amizade seguiram para 5.053 utilizadores do Facebook, sendo que eram enviados 25 pedidos por dia a partir de cada conta para que estas mensagens não fossem detectadas como spam. Na primeira fase da experiência foram aceites 976 pedidos de amizade. Numa segunda fase foram enviados pedidos de amizade a 3.517 amigos dos amigos que se fizeram na primeira fase. E aqui a aceitação dos pedidos foi de 59 por cento.

 

Para os investigadores tal facto mostra que quem recebe um pedido de amizade nas redes sociais de alguém que já é amigo de um amigo, mesmo que virtual, tem menos cuidado e responde mais vezes positivamente à solicitação.

 

De acordo com os investigadores os mecanismos de segurança existentes nas redes sociais não são os mais eficazes a detectar perfis falso. Segundo a experiência apenas 20 por cento dos perfis falsos foram bloqueados, depois de algum membro da rede social ter percebido que se tratava de mensagens de spam.

 

Via Sol



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Quarta-feira, 02.11.11

Iphone4S disponível em Portugal a 11 de Novembro

 

A Apple confirmou hoje que o iPhone4S vai ser vendido em Portugal a partir de dia 11 de Novembro. Até agora, o novo smartphone da marca era vendido em apenas 29 países.

 

A Apple vai alargar o número de países onde comercializa o iPhone 4S. No dia 11 de Novembro, a marca vai vender o smartphone em mais 15 países, entre eles Portugal. Albania, Arménia, Bulgária, El Salvador, Grécia, Guatemala, Hong Kong, Malta, Montenegro, Nova Zelândia, Panamá, Polónia, Roménia e Coreia do Sul, são os outros países em que o iPhone4S vai estar disponível.

 

A empresa norte-americana prometeu que até ao final do ano o novo smartphone deverá estar disponível em 70 países.

 

Via Ionline



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Sábado, 29.10.11
Hackers tentaram controlar satélites norte-americanos
Um relatório que está prestes a ser divulgado nos EUA revela que foram registadas tentativas de controlar satélites de organismos governamentais por hackers em pelo menos em quatro ocasiões diferentes

A informação surge num relatório, que deverá ser apresentado em Novembro no Congresso dos EUA, citado pela agência Bloomberg.

 

De acordo com o estudo as interferências ocorreram em quatro ocasiões em 2007 e 2008 e afectaram satélites utilizados para monitorizar o planeta Terra.

 

Nos quatro casos os hackers terão conseguido «efectuar todos os passos necessários para comandar os satélites» pertencentes à NASA e à US Geological Survey, durante períodos que duraram entre dois e 12 minutos, mas não o fizeram, refere o documento.

 

Segundo os autores do estudo «este tipo de interferências apresenta inúmeras ameaças potenciais, particularmente se forem lançadas contra satélites com funções mais sensíveis»,realçando que «aceder aos controlos de um satélite pode permitir a um atacante avariar ou destruir o satélite», assim como alterar ou manipular a informação enviada para a Terra, alertam.

 

Apesar de não referir quem poderá ter estado por detrás destes ataques, o relatório indica que este tipo de tácticas é semelhante ao que tem ocorrido recentemente e cujas provas apontam para a China.

 

Via Sol



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Segunda-feira, 24.10.11
Vídeo publicado por engano mostra novo Gmail

A nova versão do Gmail poderá estar prestes a ser lançada pela Google. As primeiras imagens surgem num vídeo, publicado por engano, mas que já está a circular no YouTube. Veja o vídeo


As primeiras imagens daquele que será o novo visual do serviço de e-mail da Google surgem num vídeo oficial, que foi divulgado antes de tempo pela empresa.

 

Apesar de a Google ter apagado de imediato o vídeo, um utilizador do YouTube conseguiu guardá-lo e este pode agora ser visto no site.

 

Uma das principais novidades apresentadas é uma nova imagem do Gmail, que é desvendada por um designer da Google no vídeo, onde explica que «redesenhámos completamente o aspecto do Gmail para o tornar o mais limpo, simples e intuitivo possível».


Outras características referidas no vídeo incluem a adaptação automática do Gmail ao tamanho da janela, a possibilidade de se ajustar o tamanho das áreas de etiquetas e chat existentes na área lateral, novos temas com imagens em alta definição para a imagem de fundo e melhorias a nível da pesquisa, com a introdução de uma nova caixa de pesquisa.

 

Ainda não se sabe quando é que chegarão as novidades ao Gmail, mas tudo indica que pelo menos o vídeo será mesmo verdadeiro, pois um representante da Google citado pelo blogue Mashable já admitiu que «não era suposto verem isso», referindo-se ao vídeo.

 

Andrea Freund disse ao blogue para «estarem atentos, vamos partilhar mais informação sobre o novo design do Gmail em breve».

 

 

Via Sol


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Quinta-feira, 20.10.11
O foguetão na base de lançamento
O foguetão na base de lançamento (ESA/Reuters)
Os dois primeiros satélites do sistema Galileu vão ser lançados quinta-feira, a partir da Guiana Francesa, na América do Sul, às 11h34 (hora de Lisboa). Os aparelhos integram o sistema de posicionamento geográfico, uma espécie de GPS europeu e serão transportados por um Soiuz – uma estreia na parceria entre russos e europeus que fez com que pela primeira vez um foguetão russo eja lançado fora dos dois cosmódromos utilizados por Moscovo.

É o primeiro grande teste do maior projecto espacial liderado pela Agência Espacial Europeia (ESA, em inglês) e pela Comissão Europeia, que terá um custo de 5,4 mil milhões de euros, dinheiro pago pelos contribuintes europeus. O sistema Galileu começou a ser pensado em 1999 como um projecto civil para terminar com a dependência europeia do GPS, o equivalente norte-americano, mas sob controlo militar, que permite a posicionar objectos na superfície terrestre. 

Segundo os especialistas, o Galileu vai ter um detalhe maior, permitindo por exemplo observar melhor o movimento na crosta terrestre ou o aumento do nível médio do mar. Os satélites conseguem medir a distância através do envio de micro-ondas para a Terra. O sistema vai ficar disponível gratuitamente.

O projecto viveu várias convulsões e atrasou-se dois anos. Em 2007 chegou a estar em risco: a Comissão Europeia teve de dar o passo em frente, assegurando o financiamento. Mas estima-se agora que a partir de 2014 o sistema esteja a funcionar e que no final da década atinja a capacidade plena, com os 27 satélites a girar em torno da Terra, em três órbitas circulares diferentes numa altitude de cerca de 23.000 quilómetros.

Para isso, os lançamentos têm de correr bem. Na comunicação social fala-se da segurança das máquinas russas, que desde a década de 1950 andam a lançar para o espaço satélites e cápsulas com humanos e têm a maior taxa de sucesso do mundo. Mas o foguetão Soiuz passou por um processo inédito. 

As peças foram transportadas da Europa para América do Sul e o lançador russo foi montado na Base Espacial da Guiana, numa réplica de 120 hectares do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, construída nos trópicos. O clima obrigou a ter cuidados suplementares, como a construção de um edifício para proteger o foguetão da temperatura, chuvas e humidade. O próprio veículo teve de ser maior para albergar os dois satélites.

Tanto a Europa como a Rússia viram vantagens nesta parceria. Os dois modelos de foguetões que a Europa costuma utilizar para colocar satélites em órbita e que são construídos pela empresa Arianespace, que detém a base na Guiana Francesa, não levam cargas de peso médio. 

Jean-Yves Le Gall, director executivo da Arianespace, disse à BBC News que para construir um novo modelo médio, a empresa iria gastar entre “três e cinco mil milhões de euros”. A despesa do Soiuz foi de cerca de “400 milhões de euros” e abre ainda a possibilidade, no futuro, de a ESA poder enviar astronautas para o espaço. Ao mesmo tempo, a parceria faz com que a indústria russa produza mais foguetões.

A missão acabou por acontecer na Guiana, permitindo que o veículo carregue ao todo três toneladas de equipamento - mais 1,3 toneladas do que se fosse lançado a partir do Cazaquistão. No equador a velocidade da rotação da Terra é superior às latitudes mais próximas dos pólos, o que torna o lançamento mais leve.

É esperado uma multidão a testemunhar o início de vida do sistema Galileu. Segundo um artigo na revista alemã Der Spiegel o primeiro-ministro russo Vladimir Putin estará presente, acompanhado por políticos, diplomatas, directores executivos de empresas, jornalistas e outras testemunhas.

 

Via Público



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Sexta-feira, 07.10.11
Microsoft traz televisão para Xbox 360
Antes do final do ano a consola Xbox 360, da Microsoft, vai permitir a visualização de conteúdos televisivos

O anúncio foi feito pela empresa, que referiu estar a preparar o lançamento do Xbox Live, um sistema online para a área do entretenimento que irá permitir aceder a conteúdos de mais de 40 produtores de televisão através da Xbox 360.

 

«O dispositivo permitirá aos utilizadores ver a suas séries de televisão e ouvir as suas músicas favoritas, e aceder, de forma fácil, a conteúdos de vários fornecedores, bem como interagir com esses conteúdos», referiu Frank X. Shaw,vice-presidente da área de comunicação da Microsoft.

 

Entre os conteúdos a ser disponibilizados estão programas de canais como Bravo, Comcast, HBO GO, Verizon, BBC, Telefónica, Televisa, ZDF e Mediaset.

 

O lançamento que está previsto para o Natal ocorrerá em vinte países.

 

Via Sol



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Quarta-feira, 05.10.11
Novo iPhone quer ser um assistente pessoal e não rompe com o modelo anterior

A Apple mostrou hoje o quinto modelo de iPhone, chamado iPhone 4S. Após meses de especulações sobre as características técnicas do aparelho, a grande novidade acabou por ser um novo software de inteligência artificial, que funciona como um assistente pessoal do utilizador.

 

A nova aplicação, chamada Siri, permitirá aos utilizadores realizar uma série de tarefas com comandos de voz – por exemplo, fazer uma pesquisa na Internet (algo que os concorrentes Android permitem há muito), acertar despertadores, pedir informações sobre o tempo ou direcções num mapa.

software também dá sugestões ( “Preciso de um casaco para a chuva?”, perguntou um executivo da Apple, durante uma demonstração da tecnologia) e vai-se adaptando às preferências do utilizador à medida que este interage com a máquina.

Por agora, Siri reconhece apenas instruções em inglês, francês e alemão, embora a Apple tenha dito que pretende integrar outras línguas.

O iPhone 4S surge em vários modelos, com capacidades de armazenamento entre os 16GB e os 64GB. O aparelho tem um novo processador, igual ao que equipa o iPad 2 e que a Apple diz ser duas vezes mais rápido do que o antecessor. A câmara passa a ter oito megapixels. O aspecto do aparelho mantém-se inalterado.

Como o nome indica, a Apple repetiu o que fez em 2010, lançando uma melhoria do modelo anterior (o iPhone 4) e não um aparelho completamente redesenhado. Será posto à venda primeiro em sete mercados estratégicos e estará disponível a partir de dia 28 deste mês num total de 29 países, entre os quais não está Portugal, onde deverá chegar até ao final do ano.

A acompanhar o novo modelo, vem também uma nova versão do sistema operativo iOS, que poderá ser instalada a partir da próxima semana. Uma das novidades é a melhoria do sistema de notificações, que (como já acontece nas plataformas concorrentes) passam a ser mostradas quando o telemóvel está bloqueado e encaminham o utilizador directamente para a aplicação (e-mail ou telefone, por exemplo) a que dizem respeito.

As novidades parecem não ter impressionado os investidores e as accções da Apple caíam 2,6% no final da apresentação.

Sem Steve Jobs
Desta vez, não houve um grande protagonista em palco. O novo director executivo da Apple, Tim Cook, abriu a apresentação, na sede da empresa, em Cupertino, na Califórnia. Outros executivos subiram ao palco para o anúncio de funcionalidades menores e durante cerca de 50 minutos a Apple beneficiou de cobertura mediática mundial para todas as pequenas novidades apresentadas. Phil Schiller, um veterano vice-presidente da empresa, apresentou o novo iPhone e Cook fez os comentários finais.

Steve Jobs, que habitualmente conduzia os momentos de apresentação dos grandes produtos, não esteve presente. Jobs esteve de baixa médica desde o início do ano até Agosto, quando se demitiu, tendo agora o cargo de presidente não executivo

O iPhone é o smartphone mais vendido no mundo e representa 40 por cento das receitas da Apple (além de que ajuda outros negócios, dando visibilidade aos restantes produtos e impulsionando a loja de aplicações móveis). Mas a Apple está numa situação de todos contra um: vários fabricantes de peso têm lançado vários smartphones, muitos equipados com sistema Android e outros com a plataforma Windows Phone 7, da Microsoft.

Segundo dados da analista de mercado Gartner, relativos ao segundo semestre deste ano, o Android é o sistema mais vendido de smartphones, com 43% do mercado. O iOS do iPhone tem 18% e o Symbian, da Nokia e que está praticamente abandonado, ainda retém uma quota de 22% (a quota do iOS é maior quando se consideram os tablets e ainda os iPod Touch, que também integram este sistema – ao todo, 250 milhões de utilizadores).

Já tendo em conta todo o mercado de telemóveis, o iPhone tem, segundo números hoje revelados por Tim Cook, uma quota de apenas 5%. Em linha com o que outros executivos têm dito (incluindo o presidente do Google, Eric Schmidt), Cook espera que o mercado abandone os telemóveis simples: “Acreditamos que todos os telemóveis vão ser smartphones”, afirmou o executivo. Pelo menos nos EUA, o iPhone 3GS (lançado em 2009) vai ser gratuito em certos contratos com operadores.Outros produtos
Cook divulgou ainda números sobre a adopção do Lion, o mais recente sistema operativo para computadores Mac: seis milhões de licenças vendidas, o que equivale a 80 por cento dos utilizadores com o sistema anterior. O Lion, que incorpora uma interface de gestos inspirada no iPad, é o primeiro sistema que a Apple vende apenas por download, sem disponibilizar cópias em CD.

O director executivo frisou ainda que a venda de Mac cresceu 23% em relação ao ano passado, muito acima da média para os restantes computadores pessoais, que se ficou pelos quatro por cento. Nos EUA, segundo os números mostrados por Cook, os Mac têm já uma quota de mercado de 23% - mas os dados de analistas de mercado mostram que, a nível global, a fatia de mercado fica entre os 3% e os 4%.

 

Via Público



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Terça-feira, 04.10.11
Identificada falha que afecta vários smartphones HTC
Vários smartphones da HTC contém uma falha de segurança que poderá deixar a descoberto os dados dos utilizadores

A vulnerabilidade foi identificada pelo blogue Android Police, especializado em segurança para a plataforma móvel da Google, que alerta para uma grande falha de segurança em vários dos smartphones da HTC.

 

Em causa está uma falha que permitirá aceder, de forma relativamente fácil, à informação gravada num determinado ficheiro dos dispositivos, relativa à localização recente através de GPS, dados dos contactos do utilizador ou mensagens de SMS.

 

A fabricante de Taiwan já reagiu às alegações do blogue, emitindo um comunicado onde afirma estar a investigar o problema.

 

Nessa nota a HTC refere que «vamos disponibilizar uma actualização assim que podermos determinar a veracidade da alegação e que medidas, se for preciso, devem ser tomadas»

 

Via Sol



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Quinta-feira, 29.09.11
Jeff Bezos na apresentação da nova linha de Kindles
Jeff Bezos na apresentação da nova linha de Kindles (Shannon Stapleton/Reuters)
Foram mais novidades do que toda a gente esperava – e a preços mais reduzidos. A Amazon parece querer toda a gente a lerebooks e apresentou esta tarde três novos Kindle com ecrã de tinta electrónica (dois a custarem menos de 100 dólares) e ainda um tablet Android, por 199 dólares.

Esta é a primeira vez que a Amazon apresenta Kindles abaixo dos 100 dólares, numa estratégia para fazer crescer ainda mais o negócio de livros electrónicos em que tem apostado com sucesso.

O modelo mais barato custa agora 79 dólares e não tem um ecrã sensível ao toque (o que a empresa descreveu como uma vantagem para quem não quer dedadas no ecrã). “Vamos vender milhões destes”, antecipou o presidente e fundador da empresa, Jeff Bezos, numa conferência de imprensa em Nova Iorque.

Com um peso de 170 gramas e desenhado para poder ser guardado num bolso, o novo Kindle vai apelar sobretudo aos utilizadores que queiram um aparelho simples de leitura. 

A Amazon mostrou ainda um modelo que custa 99 dólares e que tem um ecrã sensível ao toque e um Kindle de 149 dólares, que integra ligação 3G gratuita em vários países.

Todos os preços são para aparelhos com publicidade incluída, um sistema que a Amazon já tinha integrado este ano num dos modelos anteriormente à venda: quando não está a ser usado, o ecrã do aparelho mostra anúncios publicitários. Para modelos sem publicidade, os preços sobem.

Para Portugal, porém, só está por agora disponível o modelo mais barato, na versão sem publicidade. Custa 122 euros.

A Amazon nunca divulgou os números de venda dos sucessivos modelos de Kindle (o primeiro foi lançado em 2007). A empresa avança apenas que é o produto da Amazon mais vendido e em Maio deste ano as vendas a livros electrónicos ultrapassaram pela primeira vez as de livros impressos. Hoje, Bezos anunciou já ter vendido mais de um milhão de livros para o Kindle.

Concorrer com a Apple


Como já era antecipado há muito, a livreira decidiu entrar no mercado dos tablets – que são também usados para a leitura de livros.

tablet mostrado hoje chama-se Kindle Fire e tem um ecrã de sete polegadas a cores e que emite luz (contrariamente aos ecrãs de tinta electrónica dos outros Kindle). Está equipado com o sistema Android, que é a principal plataforma a concorrer com a Apple. Tal como muitos outros fabricantes fizeram, a Amazon desenhou uma interface própria para o seu aparelho. Para já, não pode ser encomendado a partir de Portugal.

O Fire é o último elo da estratégia que a empresa tornou clara este ano. Em Março, a empresa já tinha lançado uma loja de aplicações para Android independente do Android Market (que é do Google) e um sistema de armazenamento de música vocacionado para aparelhos com este sistema. Para além disto, tem um serviço para guardar qualquer tipo de ficheiros online e torná-los acessíveis em telemóveis, tablets e computadores. 

O aparelho não tem especificações técnicas comparáveis às do iPad, que é o mais vendido dispositivo deste género e a referência no sector. Mas, nos 199 dólares, custa menos de metade do preço do iPad mais barato e a integração com os vários serviços da Amazon pode aliciar consumidores.

Este tablet vem completar o conceito de que os utilizadores podem guardar praticamente tudo na “nuvem” de servidores da Amazon e aceder a partir de um tablet com ligação à Internet. “Esse modelo em que somos responsáveis por guardar todo o nosso conteúdo é um modelo falhado”, argumentou Bezos, numa referência ao sistema da Apple, em que os utilizadores têm de transferir os ficheiros do iPad, iPhone ou iPods para o computador e vice-versa.

A entrada da Amazon no mercado dos tablet é um desafio diferente para a Apple do que o actualmente colocado pela torrente de fabricantes que se lançaram no segmento, como a Samsung, HTC e Asus, e que estão longe do ritmo de vendas do iPad.

Enquanto a actual concorrência da Apple tem um modelo de negócio assente na venda de aparelhos, a Amazon vende também conteúdos, o que inclui, para além de livros, assinaturas de jornais e revistas, bem como, nos EUA, filmes e música.

Por outro lado, a Amazon tem uma política de vendas exclusivamente online, o que tende a ser prejudicial em aparelhos de electrónica, onde potenciais compradores gostam de experimentar antes de comprar (a Google acabou por fechar a loja online onde vendia em exclusivo o seu primeiro telemóvel Android e desistir desse modelo).O mercado dos tablets, porém, tem sido duro para alguns fabricantes que tentaram seguir no caminho aberto pela Apple. A HP anunciou em Agosto que ia desistir do sector, menos de dois meses depois de ter colocado à venda o seu primeiro tablet. Já a Research In Motion, que produz os telemóveis BlackBerry, decepcionou investidores ao apresentar vendas de apenas 200 mil unidades do seu PlayBook nos primeiros três meses.

 

Via Público



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Sábado, 24.09.11
Mark Zuckerberg apresentou em São Francisco as novidades muito antecipadas do Facebook
Mark Zuckerberg apresentou em São Francisco as novidades muito antecipadas do Facebook (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
As páginas de perfil do Facebook foram completamente redesenhadas e passarão a ser navegáveis cronologicamente, para facilitar o acesso a informação antiga. É o “regresso ao futuro” que Mark Zuckerberg apresentou esta quinta-feira, em São Francisco: uma viagem ao passado para avançar no presente. A ambição é que cada utilizador use o seu perfil para fazer um resumo de vida. Não desde a entrada na rede: desde que nasceu.

São estas as mudanças estruturais nas páginas de perfil, agora chamadas “Timeline”, que muito têm sido antecipadas ao longo dos últimos dias. A primeira, que vai mudar a forma como navegamos no nosso próprio perfil, e nos dos nossos amigos, é a disposição cronológica que a informação partilhada passará a ter. Fotografias, vídeos, mapas, apontamentos – tudo estará arrumado em gavetas anuais.

O ano mais recente é o que terá mais conteúdo visível na “Timeline”. O que apresentará menos é o mais antigo. A diminuição de informação é feita de forma gradual. Pelo menos a que está imediatamente visível, porque os utilizadores podem optar, na navegação, por ler tudo o que foi partilhado em cada ano, explicou Mark Zuckerberg, presidente executivo do Facebook, na conferência f8.

Uma “história de vida com destaques”. Zuckerberg disse “história de vida” e não queria dizer menos: o Facebook vai permitir aos utilizadores voltarem atrás e acrescentar novas informações (a segunda grande mudança). Podem ir tão longe quanto a data do seu nascimento. O futuro da mais popular rede social no mundo remete-nos assim para os velhos álbuns de recortes, mas online e numa única página.

O objectivo desta nova funcionalidade, aclarou Zuckerberg, é que se consiga ter um “bom sentimento visceral” de quem é a pessoa com aquele perfil. Por outro lado, é dar aos utilizadores “controlo total” da sua “Timeline”. Será possível acrescentar qualquer conteúdo em qualquer zona do perfil, ou mesmo mudar as definições de determinada partilha, passando-a por exemplo de leitura privada para pública.

O lançamento da “Timeline” ainda não está agendado. Os responsáveis pelo Facebook – que este mês passou pela primeira vez a barreira dos 500 milhões de utilizadores activos num único dia, avançou Zuckerberg – esperam fazê-lo “dentro de algumas semanas”.

 

Via Público



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Segunda-feira, 05.09.11
O iPhone 4 foi lançado em Junho de 2010 e espera-se que, após mais de um ano sem novidades, o novo aparelho traga melhorias significativas
O iPhone 4 foi lançado em Junho de 2010 e espera-se que, após mais de um ano sem novidades, o novo aparelho traga melhorias significativas (Eric Thayer/Reuters)
Já em Abril do ano passado tinha acontecido o mesmo. Um funcionário da Apple entrou num bar californiano e esqueceu-se de um protótipo ultra-secreto do novo iPhone (na altura o iPhone 4) no local. Este ano acontece a mesma coisa: a CNet está a noticiar que um protótipo do esperado iPhone 5, que será lançado dentro de semanas, foi esquecido num bar mexicano de São Francisco.

De acordo com o site CNet, um funcionário da Apple entrou num bar mexicano do distrito de Mission chamado Cava22, na cidade californiana de São Francisco, e esqueceu-se do protótipo do novo smartphone no local. Apesar de todo o secretismo que sempre gira em torno dos produtos da Apple antes do lançamento, alguns funcionários são autorizados a andar com protótipos dos novos smartphones antes do lançamento para testarem eventuais falhas nos aparelhos.

O CNet avança ainda que, uma vez detectada a perda, a Apple contactou imediatamente a polícia, explicando tratar-se de um protótipo valiosíssimo.

Por essa altura já o aparelho teria sido vendido através do site Craigslist por 200 dólares.

Através de um sistema de geolocalização, a Apple e a polícia conseguiram identificar a casa (num bairro de São Francisco) onde estaria o aparelho mas, ao chegarem ao local, depararam-se com um indivíduo que afirmava nada saber sobre o caso. Após buscas à casa, aceites pelo próprio habitante, não foi descoberto o protótipo desaparecido.

Bem-humorado, o dono do bar mexicano disse apenas à CNet: “Tenho de passar a fazer as minhas bebidas menos fortes”. 

O iPhone 4 foi lançado em Junho de 2010 e espera-se que, após mais de um ano sem novidades, este novo aparelho traga melhorias significativas ao icónico smartphone da empresa da maçã.

No ano passado, um protótipo do iPhone 4 foi deixado na esplanada de uma cervejaria por Robert Powell, um engenheiro da Apple. O aparelho acabou na posse de um editor do blogue sobre gadgets e tecnologia Gizmodo, que publicou fotografias e vídeos do aparelho antes do seu lançamento oficial. A Apple contactou a polícia, que conseguiu um mandado de busca à casa de Jason Chen, editor do blogue. 

No início deste mês, procuradores da localidade de San Mateo apresentaram queixas criminais contra dois homens por alegadamente terem vendido o iPhone 4 aos responsáveis do Gizmodo. É ilegal, segundo as leis californianas, ficar com propriedade perdida quando se sabe quem são os donos. Os dois homens poderão ser punidos com uma pena até um ano de prisão.

 

Via Público



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Quarta-feira, 24.08.11
Apple poderá lançar iPhone 4 de 8 GB e mais barato dentro de semanas

 

A Apple poderá estar prestes a lançar no mercado uma nova versão do iPhone 4, mais barata e com 8 GB de memória

A informação está a ser avançada pela agência Reuters, que cita duas fontes ligadas ao assunto, que indicam que a Apple encomendou memórias flash de 8 GB a uma fabricante asiática.

 

O objectivo desta encomenda é lançar uma versão do iPhone 4 com 8 GB e mais barata do que a actual versão do smartphone, lançado em Junho de 2010 incialmente em modelos de 16 e 32 GB.

 

As mesmas fontes da agência noticiosa acrescentam que o lançamento desta nova versão do iPhone 4 deverá ocorrer dentro de semanas.

 

Entretanto uma outra fonte da Reuters revelou que além desta versão do smartphone, a Apple poderá estar a preparar o lançamento do iPhone 5 até ao final do mês de Setembro.

 

A nova geração do smartphone da Apple deverá ter como principais características um ecrã maior, uma antena com melhor qualidade e uma câmara de 8 megapixéis.

 

Via Sol



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Terça-feira, 23.08.11
Apple começa a produzir iPad 3
A Apple prevê realizar os primeiros ensaios de produção da nova versão do iPad em outubro e espera comercializar o novo aparelho «no início de 2012», noticiou o Wall Street Journal.

O iPad 3 deverá apresentar um ecrã de 9,7 polegadas e com resolução de 2048 por 1536 pixels, contra os 1024 por 768 pixels do antecessor.

 

De acordo com um dos fornecedores da Apple, citado pelo jornal, o grupo norte-americano encomendou peças para “cerca de 1,5 milhões de iPad 3 no quarto trimestre”.

 

A empresa, que também criou o iPod, o iPhone e os computadores Macintosh, converteu-se há poucas semanas na firma mais valiosa do mundo em capitalização bolsista, pela primeira vez na sua história, superando brevemente a petrolífera Exxon Mobil.

 

A Apple teve lucros recorde de 7.308 milhões de dólares no terceiro trimestre do exercício fiscal (abril e junho), um aumento de 124,6 por cento face ao mesmo período de 2010, que se deve sobretudo às vendas do iPhone e do iPad.

 

Via Sol



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Segunda-feira, 22.08.11

Minho cria embalagem comestível para alimentos

 

Nanotecnologia permite aumentar tempo de conservação dos alimentos. Lacticínios serão os primeiros a adoptar tecnologia.

 

Não se vê, não tem cheiro, mas come-se. A Universidade do Minho está a propor uma revolução na indústria alimentar: uma película que permite embalar alimentos, aumentando o seu tempo de conservação, mas que é de tal forma fina que é invisível. E pode comer-se, porque na sua base está um material 100 por cento seguro para o consumo humano.

Os alimentos são cobertos com uma solução líquida que contém uma nanopartícula que, depois de seca, vai criar uma película protectora. Este material impede que os microrganismos contaminem o fruto ou legume, resolvendo problemas de segurança alimentar. "Na prática, isto é uma barreira", explica José Teixeira, investigador da Universidade do Minho (UM) que coordena a equipa de cinco pessoas que desenvolveu esta inovação.

O material que está na base desta solução é usado há vários anos na indústria alimentar. Trata-se de polissacáridos, que estão na base dos caldos de cozinha, por exemplo. A novidade está na forma como é posto ao serviço da segurança dos alimentos. A tecnologia desenvolvida no Minho apresenta um conjunto de vantagens que leva os seus responsáveis a acreditar que podem revolucionar o mercado alimentar. 

Deterioração diminui

Os produtos envolvidos com esta nano-película ficam menos expostos à deterioração natural, aumentando o período durante o qual é possível consumi-los. No caso dos morangos - um dos frutos em que a aplicação desta tecnologia está mais desenvolvida - foram conseguidas reduções das perdas de 30 por cento.

"O consumidor não vê, não sente e pode comer o alimento sem problemas", garante José Teixeira. A solução permite aumentar o tempo de prateleira dos alimentos e reforçar a segurança alimentar. Além disso, a membrana pode tornar-se um veículo de acrescento de valor acrescentando, permitindo a incorporação de compostos bioactivos nos alimentos, como antioxidantes ou antibióticos A nanopelícula pode ser aplicada de três formas. A mais fácil é a imersão dos alimentos num líquido viscoso com as características necessárias à sua protecção, mas é uma solução mais cara, porque gasta maior volume de material. Os investigadores têm agora trabalhado num modelo de aspersão, que pode ser adaptado às soluções já existentes na indústria alimentar para a lavagem dos alimentos. A UM está ainda a desenvolver uma aplicação em filme, muito semelhante às películas aderentes que são normalmente usadas nas cozinhas domésticas.

O queijo Quinta das Marinhas fará, em breve, o primeiro grande teste a este invento. Os produtos embalados com a nanopelícula desenvolvida no Minho chegarão em breve ao mercado, dando resposta a um problema que a empresa - que há vários anos trabalha com a UM - enfrentava e que é comum a várias empresas de lacticínios. O queijo é um alimento facilmente perecível, o que obriga a rotações constantes dos stocks nos supermercados, implicando muitas vezes grandes perdas para os produtores.

A invenção da equipa coordenada por José Teixeira reduz em 20 por cento as perdas de massa do queijo, que assim poderá passar mais tempo nas prateleiras das lojas. Este tipo de soluções já está a ser testado com outras duas empresas de lacticínios e há também empresas do Brasil interessadas em aplicar a tecnologia.

A nova solução parte da investigação em nanotecnologia aplicada a embalagens na indústria alimentar em que este grupo da UM se tem especializado. A área está em forte expansão e o mercado que representava, em 2002, 150 milhões de dólares anuais, deverá valer, no próximo ano, qualquer coisa como 20 mil milhões de dólares, apontam as últimas estimativas.

Brasileiros querem melhorar qualidade

A embalagem comestível desenvolvida pelo Instituto para a Biotecnologia e Bioengenharia (IBB) da Universidade do Minho é um dos projectos de um consórcio internacional a que a instituição está associada, juntamente com outros cinco centros de investigação e universidades de Portugal e Espanha.As universidades de Aveiro, Vigo, País Basco e Complutense de Madrid, bem como o Centro de Investigação Valenciano IATA-CSIC são os restantes parceiros, que estão a desenvolver outras aplicações da nanotecnología aplicada à industria alimentar. O próprio desenvolvimento da nanopelícula contou com a participação de investigadores de universidades cubanas e brasileiras. Essa abertura levou a que algumas empresas do Brasil estejam a estudar a hipótese de aplicar a invenção aos frutos tropicais que exportam para a Europa, para melhorar a sua qualidade.

 

Via Público



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Quinta-feira, 21.07.11

Como mudar a cor do Facebook

 

 

Para quem não sabe ou quem não me segue no Facebook ou no Twitter, eu criei um site que se chama Cor do Facebook. Com este site, podes Mudar a cor do Facebook em apenas três simples passos. Aqui fica o behind the scenes.
O que pretendo? Ser um pouco viral. Até porque a publicidade não é muita, e não estou a enganar ninguém; antes pelo contrário… isto funciona mesmo e eu próprio uso-o!

O behind the scenes deste site é nada mais, nada menos do que:

  •  WP Súper Popup PRO – ao contrário da versão fere, este plugin permite costumizar como aparece o popup em termos do ecrã, quantas vezes, vários tipos de popup (físico, ajax, com load de um canto do ecrã, etc.) e tem 6 themes disponíveis.
  • Botão share feito à parte – O problema de todos os plugins de Facebook Share é que, efetivamente, não fazem um botão como deve ser. Tive que criar um botão como deve ser (ou seja, grande) e linkar a http://www.facebook.com/sharer.php?u=NOME-DO-SITE. Se não sabiam como fazer um botão Share manual, aqui fica a dica.
  • Usar anúncios Flash – como alguns de vós sabem o flash fica “saído” da Lightbox, ou seja, se tiver um popup de Lightbox o flash fica clicável ao contrário do resto do texto.
  • E por fim, share share share! – Espero que isto seja viral, pelo menos ao longo do tempo vou fazer por isso. É para isso que a parte final deste post é dedicada ao alerta… SHARE IS THE REASON! ;)

Bons sites, e bons ganhos para vocês!

Rui

 

Retirado de Rui Cruz



publicado por olhar para o mundo às 08:34 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.07.11
A nova galáxia de Björk vive no iPad
O disco tradicional, em formato físico, só chega em Setembro, mas Biophilia já está a causar entusiasmo um pouco por todo o lado. Porquê?

A herança musical, rica e complexa, da cantora islandesa é a resposta mais imediata, mas Biophilia surge com muitos outros extras, nomeadamente o facto de ser o projecto mais ambicioso de Björk até ao momento.

 

O que a artista propõe neste trabalho – inspirado na teoria do biólogo Edward O. Wilson de que existe uma profunda afinidade entre os seres humanos e a natureza – é uma experiência auditiva e sensorial. Para isso desenvolveu, com a parceria de programadores, dez aplicações para iPad (correspondentes a cada um dos temas do disco), que permitem criar múltiplas dimensões para cada canção, através de jogos interactivos e animações.

 

Demasiado abstracto para compreender? Possivelmente.Mas Björk, em declarações à revista Pitchfork, dá uma ajuda: «Fiz todas as canções em ecrãs tácteis e, por isso, quis que cada um dos temas tivesse o seu formato visual. É por isso que quando se toca ‘Thunderbolt’ no iPad cada nota corresponde a um relâmpago e em ‘Crystalline’ a peças de cristal».

 

Mas a ideia disto tudo começou bem antes do gadget da Apple aparecer. «No início achei que o projecto ia ser numa casa na Islândia, com dez quartos. Depois de tantos anos em digressão, as pessoas é que iam ter comigo. Nessa altura, a National Geographic ligou-me a dizer que me queria na sua editora. Isso não se concretizou, mas apareceu a ideia de fazer um filme em 3D, que se arrastou durante meses. Até que surgiu o iPad e pensei: ‘Isto é o que ando a idealizar há dois anos. É a casa perfeita para Biophilia’», conta à mesma publicação.

 

A primeira aplicação, a do single ‘Crystalline’, já foi lançada (em Portugal ainda não está disponível), mas as restantes serão divulgadas gradualmente. Oque já arrancou, na semana passada em Manchester, noReino Unido, foram os concertos multimédia, inseridos numa digressão que vai durar três anos, repartidos em residências artísticas de seis semanas, em oito cidades diferentes. A próxima apresentação de Biophilia é em Reiquejavique, capital da Islândia, entre os dias 12 e 28 de Outubro.

 

Além disso, será ainda exibido um documentário sobre o processo criativo de Björk. Com tanta novidade tecnológica, a música fica, para já, para segundo plano, ou para quando for ouvida na íntegra, em Setembro, e sentida no iPad, como Björk a idealizou.

 

Via Sol



publicado por olhar para o mundo às 17:00 | link do post | comentar

Sexta-feira, 15.07.11
O norte-americano Barry Ardolf foi condenado a dezoito aos de prisão por ter pirateado a rede Wi-Fi dos vizinhos

A acção deste homem foi efectuada num impulso de vingança, que lhe saiu caro. Depois de ter sido denunciado à polícia pelos vizinhos, que o apanharam a beijar na boca o filho deles, de quatro anos, o homem entrou na rede Wi-Fi destes e tentou incriminá-los por vários crimes.

 

Entre os crimes estava a posse de pornografia infantil, assédio sexual e o envio de emails ameaçadores a vários políticos, mas o esquema foi descoberto e Barry Ardolf condenado.

 

Depois desta investigação, as autoridades descobriram que o mesmo individuo já tinha usado indevidamente as redes sem fios de outros vizinhos.

 

Via Sol



publicado por olhar para o mundo às 17:43 | link do post | comentar

Selecionamos algumas coisas que a rede de Zuckerberg pode fazer para manter seu domínio, apesar do sucesso do novo site da Google.

À medida que a invasão do Google+ continua, o Facebook está sentindo o calor causado por seu novo rival. Apesar da rede social da Mark Zuckerberg possuir mais de 700 milhões de usuários, algumas pessoas estimam que o novo site da Google pode atingir a casa dos 20 milhões já neste final de semana. Isso significaria um crescimento de mais 1 milhão de novos usuários por dia desde o lançamento do serviço, quando Zuckerberg pareceu ir para o ataque, alertando o mundo que sua empresa iria, em troca, anunciar “algo impressionante”.

Na conferência de imprensa realizada na semana seguinte, o CEO do Facebook protestou (talvez um pouco demais)  dizendo que o seu site não estava preocupado com o incrível sucesso da rede social da Google. Mas os recursos anunciados naquele dia, incluindo a videochamada em parceria com o Skype e o chat em grupo, parecem claramente direcionados ao Google+. No entanto, essas novidades parecem não ter colocado fogo no mundo, como esperava Zuckerberg. O que o Facebook pode fazer para ganhar a multidão de volta?

O CEO do Facebook chamou a conferência de imprensa de “o início da temporada de anúncios", por isso o site com certeza ainda tem mais truques na manga para competir com o Google+. Mas que tipo de serviços o Facebook irá oferecer? E será que essas novas ferramentas realmente vão ajudar a manter o site no topo do mercado das redes sociais?

Segue abaixo uma lista de 5 coisas que o Facebook poderia fazer para competir com a força e possibilidades do Google+.

Faça novos Amigos
O Facebook certamente tem a vantagem agora quando o assunto é base de usuários, mas a companhia não pode apenas fingir que o Google+ vai seguir os passos dos antecessores Wave ou Orkut e morrer em silêncio.

Se as duas empresas se afastarem, os usuários frustrados por terem que se repetir e subir as mesmas fotos várias vezes vão acabar escolhendo a rede social mais nova em vez da velha e cansada. Como referência, é possível lembrar da batalha Facebook x MySpace entre 2004 e 2010 – com a diferença que dessa vez o Facebook está arriscado a cometer os erros do MySpace.

Em vez disso, o Facebook deveria deixar as diferença de lado e permitir que os usuários do Google+ importem seus amigos do Facebook. O site de Zuckerberg deve lidar com o Google+ da mesma maneira que lidou com o Twitter: permitindo que os usuários do Google+ compartilhem suas atualizações no Facebook e, em troca, abrir seu conteúdo para a rede da Google.

Imagine exportar seus amigos do Facebook para o Google+, organizá-los em Círculos menores e em um Círculo maior do “Facebook”, e então atualizar seu status no Google+ com a hashtag #fb (como o Twitter permite que você faça) para fazer com que o update apareça no seu feed de notícias do Facebook.

No final das contas, o Facebook iria facilitar um maior compartilhamento em seu site, ao receber atualizações do Google+ e do Twitter integradas em seu feed de notícias, o que ajuda na vida dos anúncios mais direcionados. E talvez com uma aliança mais “light” entre Facebook, Google+ e Twitter, os usuários possam construir redes sociais mais intrincadas – e nenhuma delas precisa morrer.

Construa um Ecossistema
O Facebook possui cerca de 700 milhões de usuários por uma razão: é funcional. Por mais que todo mundo goste de reclamar, o site tem muitos ótimos recursos – como o chat e eventos – que parecem difíceis de ficarem melhores em outro lugar. Mesmo assim, se o Facebook quiser sobreviver, precisa combinar diferentes recursos juntos de uma maneira que mantenha as pessoas no site.

Apesar de o Facebook ser uma ótima plataforma para muitas coisas, não é a parada obrigatória para serviços na web que o Google está se tornando rapidamente.  Lembre que o Facebook e a Google estão competindo para ser destinos da rede “always on”. O problema com a abordagem modular do Facebook é que me dá muitas razões para sair. Muitas vezes me pego navegando fora do Facebook para alguns serviços essenciais que o site não fornece, ou fechando a janela quando já fiz minhas coisas na página.

E o Facebook não está de olhos fechados para o problema. Na conferência de imprensa da última semana, Zuckerberg falou de uma visão para o futuro em que o Facebook faria parcerias com outros sites para levar o compartilhamento pela rede. Mesmo que você esteja no Hulu, por exemplo, ainda estaria compartilhando no Facebook.

Mas eu gostaria de ter mais compartilhamento no próprio Facebook. O site precisa pensar em seus serviços não como apps modulares, individuais, mas como serviços conectados, da mesma forma que a Google. Os recursos grupos, chat e eventos estão começando a ganhar um pouco de integração, mas a gigante das redes sociais ainda tem um longo caminho antes que um usuário possa, por exemplo, organizar, criar e compartilhar um evento apenas no Facebook.

Livre-se dos Apps
Quando o Facebook lançou sua plataforma de Apps há alguns anos, parecia algo legal no início. Você podia adicionar vários dispositivos ao seu perfil, como um quiz de política, ou um app em que seus amigos podiam desenhar imagens suas. Para mim, a curiosidade passou rápido, e – com algumas poucas exceções – os Apps tornaram-se mais um incômodo do que um benefício.

A plataforma Apps permitiu algumas funcionalidades legais e úteis. Por exemplo, é possível fazer login em outros serviços, como StumbleUpon, usando sua conta no Facebook. E a plataforma permite que o usuário faça upload de fotos do seu computador para o Facebook, com o iPhoto (para Mac) – sem precisar entrar no site do Facebook.

Mas os incômodos superam os benefícios da plataforma atualmente (e como serviços como Flickr e Twitter mostram, você não precisa de algo tão grande quanto o Facebook Apps para fazer integração com outros apps e sites possíveis). Meu feed do Facebook está lotado de mensagens de amigos sobre o FarmVille. A qualquer hora do dia, sempre tenho vários pedidos e convites de apps esperando por mim.

Acima de tudo, os Apps tiram um pouco do que tornou o Facebook uma alternativa atraente ao MySpace em primeiro lugar. Em seus primeiros anos, o Facebook era um site limpo e bem desenvolvido que tornava fácil se conectar com as pessoas que você conhecia. A chegada dos Apps foi um golpe bem significativo. E apesar de o Google+ ainda precisar de alguns ajustes, ele já faz um bom trabalho em conseguir fazer algo pelo qual o Facebook era conhecido.

Concorra com o “Círculos”
Se a principal inovação do Google+ (até agora) são os chamados Círculos, e a ideia de que seu gráfico social não se resuma ao binário “amigo” ou “não amigo”, então o Facebook poderia competir de forma bastante rápida. O site de Zuckerberg já tem um recurso de Listas, apesar de poucas pessoas usarem. Na interface Amigos, você pode clicar em Gerenciar Lista de Amigos, e começar a dividir seu gráfico social. Você pode até colocar amigos em mais de uma lista, assim como pode colocá-los em vários Círculos no Google+. Atualmente, as Listas são controladas apenas para controlar quem pode ver determinadas partes do seu perfil. Você também pode enviar mensagens para uma lista, mas há um limite de 20 recipientes por mensagem.

Realmente, tudo que o Facebook precisa fazer é tornar o recurso de Listas mais proeminente e onipresente. Se o Facebook permitisse que posts na mural, compartilhamento de vídeo e fotos, convites de eventos e todos os outros níveis de compartilhamento fossem enviados para listas específicas, a companhia conseguiria essencialmente reproduzir a funcionalidade do Círculos. Obviamente, o Facebook gostaria de incitar os usuários a colocarem seus amigos em uma lista cada sempre que adicionarem um amigo, e toda a interface do Listas precisa de ajustes, mas esses são problemas que pode resolver a curto prazo. A tecnologia básica – a parte difícil – já é parte da plataforma.

Diminua as notificações
Facebook, eu e você tivemos algo bom por um tempo. Ao contrário do MySpace, você não tinha muitas crianças de 13 anos, não permitia texto com “brilho” ou papéis de parede bizarros nos perfis, e você facilitou o processo de entrar em contato com as pessoas que conheço há muitos anos.

Então de repente o meu feed de notícias ficou cheio de coisas com as quais não me importo.

Eu realmente não quero saber toda vez que meus amigos viram amigos de alguém que eu não conheço. Apesar de podermos esconder alguns amigos e apps para limpar a bagunça, as opções para isso ainda são limitadas. Ou eu posso esconder um único post ou apagar completamente para que a pessoa não apareça mais no meu feed de notícias. Por que não apenas dar a opção de esconder as notificações quando alguém muda sua foto de perfil, ou quando entram ou saem de um relacionamento?

Atualmente o Facebook tem muita bagunça, mas não ouso “silenciar” nenhum amigo porque não quero tirá-los de meu radar social. Dê-nos mais controle para filtrar o que vemos em nosso feed de notícias, e talvez, apenas talvez, eu volte para “cutucar” alguém. Até lá, o Facebook acabou para mim. Estou mudando para o Google+, a nova rede social atraente do pedaço.

 

Via IDG News



publicado por olhar para o mundo às 15:07 | link do post | comentar

Sábado, 09.07.11
(Google), diga adeua ao bloguer e ao Picasa

(Google)

 

Google vai mudar as marcas de vários dos seus serviços mais populares, como o Blogger e o Picasa, para facilitar a respetiva integração no Google+. O YouTube fica como está.

 

 

Segundo uma notícia avançada pelo site Mashable, a Google prepara-se para encerrar as marcas Blogger ePicasa, mas não os respetivos serviços. Esta iniciativa faz parte de um esforço para unificar as marcas e os serviços Google, de modo a potenciar a adesão à nova rede social da empresa, o Google+.

 

Segundo fontes citadas pelo Mashable, o Picasa vai passar a chamar-se “Google Photos” e o Blogger ficará conhecido por “Google Blogs”. Vários outros serviços da Google vão sofrer, igualmente, mudanças de nome, mas fontes do Mashable garantem que não é o caso do YouTube.

A Google já anteriormente tinha mudado o nome de alguns serviços como, por exemplo, quando comprou a plataforma VOIP GrandCentral, em 2007, lançando-a dois anos mais tarde como o Google Voice.

 

Tanto o Picasa como o Blogger são também aquisições da Google, mas devido à sua popularidade a empresa não tinha, até ao momento, alterado os respetivos nomes. Esta novidade não é uma surpresa total, já que, em Março a Google anunciou estar a preparar alterações profundas ao Blogger.

 

Segundo fontes do Mashable, a mudança de marca deverá ocorrer até 31 de Julho, uma vez que é nesse dia que os perfis tradicionais Google irão ser substituídos pelos novos perfis do Google+.

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 10:45 | link do post | comentar

Quarta-feira, 22.06.11
Fujitsu tem o computador mais rápido do mundo

 

 

Um supercomputador fabricado pela japonesa Fujitsu converteu-se no mais rápido computador do mundo, de acordo com a classificação TOP500, definida por universidades alemãs e americanas, noticia hoje o diário Nikkei.

A lista de computadores mais rápidos do planeta, divulgada duas vezes por ano, classificou o computador japonês denominado “K” e ainda em desenvolvimento como o mais rápido.

 

A máquina da Fujitsu, criada em colaboração com o instituto nipónico de investigação Riken, conseguiu efectuar 8.160 milhões de operações por segundo, mais do triplo do que o computador que liderou a última tabela, o chinês Tianhe-1A.

 

O projecto “K” obrigou a um investimento equivalente a 975 milhões de euros e será utilizado no cálculo das previsões de mudanças climáticas, refere um despacho da agência Kyodo.

 

Com o reconhecimento da TOP500, o Japão coloca-se pela primeira vez nos últimos sete anos na mais alta classificação do ranking que historicamente sempre dominou com os Estados Unidos, mas que nas últimas listagens tem visto maior competição da China e pela Índia.

 

Via Sol



publicado por olhar para o mundo às 17:15 | link do post | comentar

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