Sábado, 09.06.12

O poder do toque

 

A afeição física é uma poderosa ferramenta de alívio do estresse para os casais – e quanto melhor for a qualidade da relação, mais forte será o poder do toque. Num intrigante estudo da Universidade da Virgínia, 16 mulheres casadas concordaram em se submeter a choques elétricos muito suaves enquanto os pesquisadores estudavam sua atividade cerebral com ressonância magnética. Ao mesmo tempo, cada mulher segurou a mão do marido, a mão de um estranho do sexo masculino ou não segurou a mão de ninguém.

 

Os resultados? Ponto para o casamento. Quando os maridos conseguiam alcançar a mão de suas mulheres no aparelho de ressonância, a atividade na parte cerebral que registra a antecipação da dor acalmava consideravelmente nas mulheres. Elas diziam sentir menos aflição. E as imagens também revelavam menos agitação no hipotálamo, a área do cérebro que controla a liberação de hormônios do estresse. As mulheres que estavam mais satisfeitas com seus casamentos obtinham os maiores benefícios.

 

Em contraste, segurar a mão de um estranho reduzia apenas um pouco do estresse. “Não podemos ver o que nossos parceiros fazem por nosso cérebro e nossas emoções até surgir uma situação estressante, mas isso acontece o tempo todo”, observou o pesquisador-chefe James Coan logo após a publicação do estudo. “Quando uma mulher abraça ou afaga o marido, ela está realmente atingindo as partes mais profundas do cérebro dele, acalmando a resposta à ameaça neural.”

 

O toque é a segunda natureza de um casamento unido, mas, quando um companheiro está doente, isso pode mudar. Os especialistas sugerem que os casais tornem prioridade permanecer fisicamente próximos, e até retomem o relacionamento sexual. Entretanto, a dor, a fraqueza muscular, as cicatrizes cirúrgicas, os problemas respiratórios, os efeitos colaterais dos medicamentos e as preocupações com o vigor ou os efeitos de uma atividade física como o sexo poderão fazer com que ambos se sintam cautelosos. O parceiro doente pode não se sentir atraente; o parceiro sadio pode não querer exigir demais do outro. Seu instinto poderá ser esperar, mas por quanto tempo?

 

retirado de Yahoo



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Segunda-feira, 21.03.11

Cinco sentidos na hora do sexo

 

Os cinco sentidos têm funções essenciais durante uma relação sexual. São eles os responsáveis pelo elo entre as sensações e a mente. Sem eles nada chegaria ao cérebro, o responsável pela decodificação destes estímulos.

 

"Definimos os sentidos como uma porta de comunicação do mundo exterior e o interior", revela Celso Marzano, urologista, terapeuta sexual e diretor do CEDES - SP (Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade). Cada imagem, cheiro, toque, som e gosto têm um significado para o nosso cérebro. "O ato sexual é basicamente uma atividade sensorial que utiliza os cinco sentidos", explica o profissional.

Segundo Celso Marzano, a pele é maior órgão sexual do ser humano. Isso porque nela sentimos dor, frio, calor e prazer. "O tato (toque e carinho) que a mulher interpreta como intimidade e o homem como preparo para o sexo libera ocitocina que é um mediador cerebral do prazer", elucida o especialista. Já os estímulos auditivos seriam mais eficientes nas mulheres, os murmúrios atiçam os receptores periféricos dos ouvidos. A voz da pessoa amada é como um poderoso estimulante.

Quando as pessoas dizem: "Tem que ter química", podem estar se referindo ao cheiro, uma vez que ele aproxima os casais. Outro fator importante está relacionado à degustação. "O beijo durante o ato sexual mantém o vínculo de excitação e intimidade entre os parceiros como se fosse um estímulo contínuo de prazer", garante o terapeuta.

A visão é o sentido mais complexo e sua função começa muito antes do sexo. É ela que analisa os requisitos físicos, decidindo se haverá ou não uma maior interação entre os casais. "Os órgãos sexuais não são considerados belos sob o ponto de vista estético, mas tornam-se atraentes e desejáveis na medida em que o sujeito é influenciado pela emoção e pela fantasia", justifica Marzano.

De acordo com o terapeuta sexual, é a paixão e o amor que estimulam todos os sentidos. Além disso, as fantasias sexuais, a sedução e até a aproximação física ajudam. Há momentos em que vários sentidos são utilizados ao mesmo tempo, e do beijo, que empregam tato, paladar e olfato.

 

A relação sexual, segundo o terapeuta, "não começa no começo e nem termina no final": "O ‘antes do antes’ tem inicio com as posturas corporais ou expressões faciais que demonstram excitação, desejo e volúpia, onde as construções de fantasias eróticas aparecem e fazem com que homens e mulheres entrem com mais facilidade na relação sexual propriamente dita". "No ‘depois do depois’, ou seja, a manutenção do desejo, é demonstrada no aconchego, no ficar juntos, na intimidade e nas confidências", finaliza Marzano.

Por Bianca de Souza (MBPress)

 

Via Vila dois



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