Sábado, 09.06.12

Redes sociais denunciam as traições


Hoje em dia, grande parte das nossas atividades diárias é contada nas redes sociais. A partir de comunidades e grupos deixamos expostas nossas preferências e afinidades. Aplicativos são capazes de apontar onde estamos e por quanto tempo permanecemos no local.

 

Quem nunca foi marcado em uma foto sem consentimento?

 

Tanta exposição prejudica um grupo muito delicado da sociedade, o dos traidores. Basta um descuido e pronto! Aquela foto que você tirou no bar, quando deveria estar em uma reunião de negócios, está online para qualquer um ver. Ou pior... Um depoimento, uma declaração no mural pode gerar uma intriga sem procedentes. Pois é, saiba que há pessoas de olho em toda a sua movimentação nas redes sociais!

Para o Dr. Rogério Fonseca, advogado da área cível do escritório Peixoto e Cury Advogados, todas as mídias sociais, assim como outros meios eletrônicos da vida moderna, podem estimular e denunciar adultérios. Para o aumento no número de traições, a justificativa seria a maior facilidade de se relacionar com outras pessoas sem a necessidade de contato físico, permitindo encontros, em tese, sem a desconfiança do parceiro.

 

Sirley Santos Bittu, psicóloga, especialista clínica e membro da Federação Brasileira de Psicodrama, acredita que as redes sociais não estimulam o adultério. "O que acontece é que nós ainda estamos aprendendo a lidar com todas estas novidades. Agimos como se estivéssemos pensando alto. É um paradoxo, elas escrevem querendo ser ouvidas e notadas, mas se esquecem que estão sendo observadas", afirma.

 

Os traidores das redes sociais já possuem um perfil de comportamento. De acordo com a Dra. Gislaine Lisboa Santos, também do escritório Peixoto e Cury Advogados, há uma série de atitudes que geram suspeitas. "O aumento do tempo do parceiro no computador, em mídias sociais e sites de relacionamento, mudança de comportamento, em geral isolamento, são características de parceiros que estão se envolvendo com terceiros no meio virtual", revela.

 

Quem é compromissado e costuma flertar online, deve saber que estas mensagens e fotos podem ser usadas como provas em processos. "Embora ainda não exista lei específica, a jurisprudência brasileira já aceita a apresentação destes documentos como prova em processo judicial", esclarece Dr. Rogério Fonseca.


"Nas redes sociais a relação fica mais no imaginário do que no real. As relações online são superficiais. Pessoas passam uma imagem que gostaria de ser, mas não é", afirma a psicóloga Sirley Santos Bittu.

 

Quem está desconfiado não deve sair rastreando o computador alheio. Salvo algumas exceções, isto é crime no Brasil.

 

Retirado de Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 08:40 | link do post | comentar

Quinta-feira, 07.06.12

Mulheres e traição

 

É comum ouvirmos dizer que os homens são mais infiéis às parceiras do que elas a eles. Será que isso é verdade? E se a infidelidade é cometida com outra mulher, será que é matematicamente possível essa superioridade masculina na traição amorosa?

À primeira vista, as estatísticas não são muito favoráveis a eles. Em uma pesquisa feita nos Estados Unidos em 2006, a American General Social Survey, quase duas vezes mais homens do que mulheres admitiram ter tido relações sexuais com pessoas que não eram suas esposas ou maridos.

O último estudo de grande porte sobre comportamento sexual realizado na Grã-Bretanha, a National Survey of Sexual Attitudes and Lifestyles (Natsal), feita em 2000, concluiu que 15% dos homens tinham tido relacionamentos "sobrepostos" no ano anterior - em comparação com apenas 9% das mulheres.

A pesquisadora Catherine Mercer, chefe de análises do estudo Natsal, disse que a discrepância pode ser explicada, em parte, porque as mulheres estão menos inclinadas a admitir ainfidelidade do que os homens.

"Não podemos observar diretamente a infidelidade, então temos de nos basear no que as pessoas nos dizem, mas sabemos que existem diferenças entre os gêneros na forma como as pessoas relatam comportamentos sexuais", disse Mercer.

Mas os números poderiam ser explicados de outra forma. Por exemplo, a diferença entre as estatísticas para a infidelidade de homens e mulheres poderia resultar de uma situação onde um número menor de mulheres cometem adultério, porém, aquelas que são infiéis o fazem com mais frequência.

Todas as evidências do estudo Natsal, no entanto, indicam que mulheres, de maneira geral, têm menos parceiros sexuais do que os homens - e não o contrário.

Outra possível explicação para a diferença nos índices teria a ver com idade.
"Nós sabemos que, em média, os homens tendem a ser ligeiramente mais velhos do que suas parceiras mulheres", disse Mercer.

"Se você imagina um cenário onde um homem casado tem um caso com uma mulher mais jovem, que pela probabilidade tende a ser solteira, porque é mais jovem, ele teria sido infiel, mas ela não".

Se uma pessoa considera ou não que uma mulher que tem relações sexuais com um homem casado está sendo cúmplice em adultério, isso vai depender dos seus conceitos morais.

Também é importante notar que alguns relacionamentos são abertos e, em relacionamentos desse tipo, sexo com outros parceiros não seria considerado infidelidade. Mas não há flexibilidade nas estatísticas para acomodar essas nuances.

Sobreposição e não traição

Mercer, inclusive, nem usa a palavra 'infidelidade' em sua pesquisa. Ela prefere usar termos mais neutros, como "sobreposição" ou "simultaneidade" de relacionamentos.

"Infidelidade é uma palavra tendenciosa, ao passo que pensar em sobreposição de parceiros é mais apropriado quando estamos pensando sobre o contexto epidemiológico desses dados", diz Mercer. "Estamos pensando, por exemplo, sobre a transmissão de infecções transmitíveis sexualmente e HIV", explica.

Homens que pagam por sexo podem também explicar seus índices mais altos de "relacionamentos sobrepostos". O último estudo Natsal revelou que cerca de 4% dos homens tinham pago por sexo nos cinco anos anteriores.

Se partimos do pressuposto de que há um número menor de mulheres vendendo sexo do que o número de homens pagando por ele, a prostituição pode também explicar algumas das discrepâncias.

Isso também pressupõe, é claro, que muito menos mulheres pagam por sexo do que homens. Estudos anteriores não perguntaram às mulheres se elas pagam por sexo, então não há dados concretos. Mas isso será perguntado no próximo estudo Natsal.

Há uma outra falha na metodologia. Estudos anteriores não perguntaram explicitamente se os entrevistados tinham relacionamentos sobrepostos. Em vez disso, os estudos pediram as datas das primeiras e últimas relações sexuais dos entrevistados com seus parceiros mais recentes.

Com bases nas respostas, os pesquisadores analisaram as datas em busca de sobreposições. Mercer explicou que esse método pode dar a impressão de que houve infidelidade quando na verdade ela não ocorreu. "Imagine uma situação onde um casal começa a namorar na escola, se separa e depois volta a namorar alguns anos mais tarde", questiona a pesquisadora.

"Nesse ínterim, cada um teve outros parceiros. A data de sua primeira relação sexual ainda vai ser quando estavam na escola. A data da relação sexual mais recente bem pode ser na semana anterior. Mas as datas (de suas relações sexuais) com os outros parceiros vão indicar que foram infiéis quando na verdade não foram", prossegue Mercer. 

Homem jovem e sem religião

Será que algum desses estudos seria capaz de nos dizer que tipo de homem está mais propenso a ser infiel? O coordenador da pesquisa American General Social Survey, Tom Smith, identificou vários fatores.

"Entre os grupos que estão mais propensos a ser infiéis estão os menos religiosos e as pessoas que ficam separadas (da parceira ou parceiro) por longos períodos - viajando ou trabalhando longe de casa", disse Smith.Mercer, por sua vez, disse que jovens tendem a relatar mais relacionamentos sobrepostos do que outros grupos etários.

O que nos dá o perfil da pessoa mais propensa ao crime da traição: homem jovem sem religião que passa grandes períodos longe de casa.

Dificuldades de medir a infidelidade

Petra Boynton, psicóloga especializada em sexo e relacionamentos afirma que é difícil medir a infidelidade de uma maneira geral e não só pelo sexo de quem trai. De acordo com ela, o primeiro problema acontece na maneira como é feita pergunta. Algumas pesquisas fazem isso de maneira acusatória, analisa a especialista. 

"Em segundo lugar, quando você está falando sobre a infidelidade, o que você realmente quer dizer? As pessoas têm conceitos diferentes. Beijar é infidelidade? Algumas pessoas dizem que ver pornografia ou falar no Facebook é infidelidade", questiona Petra.

"Quando falamos sobre relacionamentos e sexo, temos obssessão por gênero. Estabelecemos esses parâmetros fixos. Poderíamos pensar em termos de idade, ou tipo de relacionamento, ou cor do cabelo", continua a especialista. 

Petra continua seu questionamento, dizendo: "Por que estamos tão interessados em dizer que homens são mais infiéis do que mulheres? Por que tem de ser um ou o outro? E por que falar sobre isso? Essas questões nos remetem ao estereótipo negativo de que os homens são mais sexuais, mais promíscuos e menos confiáveis. E de que as mulheres são mais virtuosas".

"É bem possível que homens exagerem e que mulheres minimizem (sua infidelidade). Historicamente, tem sido perigoso, às vezes, para as mulheres, admitir infidelidade. E em algumas partes do mundo esse ainda é o caso - para homens e mulheres", finaliza Petra. 

 

retirado de CenárioMT



publicado por olhar para o mundo às 21:21 | link do post | comentar

Segunda-feira, 28.05.12


Diz o ditado que “homem que trai o pipi cai” (e até é verdade, dá uma olhada aqui). Mas o problema pode ser mais sério ainda. Ter uma amante pode custar a vida dos homens que traem.


O aviso vem de uma pesquisa da Universidade de Florença, na Itália. Os pesquisadores revisaram estudos anteriores sobre as causas e efeitos da infidelidade e perceberam uma tendência mortal: homens que traem correm mais risco de sofrer infarto fatal.


Um dos estudos revisados veio de uma universidade da Alemanha. Os pesquisadores de lá avaliaram casos de infarto durante o sexo. E a maioria dos homens que morreram nessas situações estava traindo suas mulheres.


Em janeiro deste ano, o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos, fez estudo semelhante. Após analisarem as autópsias de mais de 5 mil homens, eles descobriram que, entre aqueles que morreram durante o sexo, 75% estavam com as amantes.


Os pesquisadores não sabem exatamente por que, mas desconfiam de vários motivos. Primeiro, os homens casados costumam se envolver com menininhas mais novas. E eles trabalham duro para dar conta do sexo com elas. Sem contar a alimentação nada saudável: pizzas, hambúrgueres e aquela porcariada toda, que só vão gerar preocupação nelas anos mais tarde.


Dentro dessa conta de problemas, o homem ainda soma um sentimento de culpa (poxa). Quando eles ainda gostam da mulher, a chance de trair e ter um infarto é maior ainda. “Ele pode punir a si mesmo por trair esta parceira”, diz a pesquisadora Alessandra Fisher (aspas do Daily Mail). E eles ainda tendem a ficar mais estressados.


Se for republicar, informe autores, tradutores, editora, links de retorno e fontes. Não é autorizado o uso comercial deste conteúdo. Não edite nem modifique o conteúdo. 


Retirado de Folha


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Segunda-feira, 16.04.12

Nem sempre revelar o segredo é a melhor opção / Zurijeta/Shutterstock

Segundo especialista, antes de revelar o segredo para o parceiro é melhor pensar duas vezes

 

Contar a verdade sobre uma traição nem sempre é o melhor caminho para ser seguido. De acordo com a especialista Shoshana Bennet, em um artigo publicado no site "Your Tango", antes de revelar o segredo para o parceiro é melhor pensar antes.

Segundo Bennet, as pessoas acabam contando sobre o affair muitas vezes por motivos egoístas. É uma forma de tentar aliviar a própria culpa e o arrependimento por ter falado não é necessariamente por questões emocionais, e sim porque a infidelidade ocasionou coisas ainda piores.

A outra pessoa pode até agradecer pela honestidade e dizer que está tudo bem, mas dificilmente será capaz de seguir em frente e perdoar.

Se você quer correr o risco, abre o jogo e compartilhe tudo. Como qualquer outra situação na vida, é impossível saber de antemão o que vai acontecer após a revelação.

A traição até pode ser boa para o casal, desde que a outra parte não saiba o que aconteceu. Se você quer mesmo investir 100% em seu relacionamento, esqueça o ocorrido e se dedique de verdade no casamento ou namoro. 

A ideia é usar o que você aprendeu sobre suas necessidades e desejos e trazê-los de volta para o seu relacionamento. Mas se prefere não se desgastar, o melhor mesmo é a separação.

 

Via Band



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Domingo, 08.04.12
Quem trai uma vez trai sempre

 

 

Uma questão intrínseca do ser humano que já foi traído seja homem ou mulher. Se a pergunta do título do texto de hoje for feita para as mulheres elas dirão que sim, apesar de quererem acreditar que não.

Já os homens provavelmente dirão que não, mas é claro, que depende de que lado a gente está, se traiu ou se foi traído. Mas ao que parece, essa pergunta parece ficar sem umaresposta exata.

 

As pessoas em geral se enrolam para esclarecer qualquer coisa sobre a traição, ou como ela acontece, os motivos, mas nosso ponto de reflexão de hoje é a reincidência dodelito. Vamos considerar que aconteceu, e já que aconteceu por acaso por que precisa voltar a acontecer?

 

As Vilamigas e o resto das mulheres, diga-se de passagem, querem saber o que os homens pensam, então conversamos com alguns homens e as opiniões divergem. O ficou bem claro, é que, só repete a traição quem quiser, nada é por acaso.

 

O esforço que é empregado para trair e não ser pego pode ser o mesmo usado para apimentar a relação. E alguns homens pensam assim mesmo. Veja algumas opiniões dos homens, Ricardo*, produtor, 37 anos, declara: "Quem traiu uma vez e se estrepou por causa disso, tentará não mais repetir esse erro. A dor de uma separação causada por uma traição é terrível. Não queira provar desse veneno. Traição não é legal em nenhum tipo de relação."

 

Maurício*, diretor comercial, 46 anos, diz: "Acho que não se repete, mas, isso depende muito da situação em que o casal se encontra, pois, tudo nessa vida pode mudar". E tem aqueles que não conseguem se conter frente ao instinto, como é o caso de Cláudio*, programador, 40 anos, "o instinto do homem que trai, não muda".

 

Concluímos que não vale muito a pena racionalizar esse tipo de coisa, é melhor viver o amor, a química, e dar o melhor de si. Porque no fundo quem trai está mentindo, e isso nunca é bom. É nisso que cada um precisa pensar. Mentir para quem está do seu lado, compensa?

 

*os nomes reais foram trocados para manter a confidencialidade

 

Via Vila Dois



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Quarta-feira, 21.03.12
Sexo:

Perguntámos a algumas mulheres qual era o seu maior medo numa relação, e a resposta foi a mesma de há séculos: ser traída. Mas, afinal, nada mudou no casamento? Fomos saber junto de alguns homens ‘traidores’ por que é que traem e como lidam com o assunto.

 

"Estava casado há sete anos quando aconteceu", conta Miguel O., 34 anos, professor universitário. "Envolvi-me com uma colega. Nem sequer estava apaixonado, mas também não estava apaixonado pela Lúcia, a minha mulher. Estava farto da monotonia em que o meu casamento se tornara."

Como era um principiante nas lides da traição, foi apanhado ao final de escassos dois meses. "A Lúcia reparou em algumas 'confusões' nas minhas desculpas e, sim, fez a cena típica de ir ver as mensagens do meu telemóvel, os emails no computador e procurar facturas nos bolsos." O casamento acabou logo a seguir. "Ela confrontou-me, e eu assumi. Não tive outra hipótese."

 

O que se seguiu foi ainda pior de enfrentar: "Foi o escândalo total, porque ela não se limitou a confrontar-me, contou a toda a gente: à família dela, à minha família, aos amigos. Fui crucificado. A única pessoa que me ofereceu um sofá para dormir foi o meu irmão. Todos à volta faziam questão de lembrar como eu fora filho da p.... Foi a vingança da minha mulher."

 

Miguel sentia-se o último dos homens. "Todos olhavam para mim com desprezo: venho de uma família muito católica e fui educado a pensar que um homem adulto tem um bom casamento e é responsável por mantê-lo." A pressão familiar foi um inferno: "A minha mãe ia tendo um ataque quando percebeu que o filho mais velho, o mais responsável, tinha enganado a mulher. Mas a Lúcia - que sempre foi uma mulher doce e até um pouco apática - estava irredutível neste ponto."

 

Hoje, passado um ano, Miguel tem a certeza de que foi melhor assim: o casamento nunca teria dado certo. "Acho que os homens e as mulheres traem porque não estão bem na relação. Foi o que aconteceu comigo. A seguir, nem mantive aquela 'aventura' ou como lhe queiram chamar. Não era nada de especial. Acho que gostava da atenção."

 

Os 'traidores' são uma espécie pouco original: segundo um estudo recente da Universidade do Nevada, 40% dos homens já tiveram um caso fora do casamento. Os números não mudaram assim tanto desde o famoso Relatório Kinsey, em 1950, que apontava 50% de traidores entre os norte-americanos casados.

 

"Sentia-me um electrodoméstico..."

Miguel é o caso do 'traidor' clássico que trai mais ou menos porque sim, por desfastio, e que é apanhado pela mulher com a maior das facilidades. Mas há quem veja um 'caso' como um aviso de que é melhor mudar de vida.

 

Foi o caso de Luís S., gestor, 38 anos. "Fui casado durante quinze anos e nunca traí a minha mulher. Não me acho um traidor por natureza. Acho, sim, que preciso de atenção. E isso foi algo que perdi quando nasceram os meus filhos."

 

Estamos mesmo a ouvir a troça das mulheres: 'Ai coitadinho!' Mas a falta de atenção é uma queixa que se repete no mundo masculino: "Senti-me como um electrodoméstico na minha própria casa. Servia para ir às compras, mudar lâmpadas, pagar compras e pouco mais. O mundo da minha mulher passou a girar em redor daquelas crianças."

 

As consequências foram previsíveis. " O sexo foi-se tornando cada vez mais raro. Não é algo que nos apercebamos logo de início. Mas há um dia em que pensamos 'faz três semanas que não durmo com a minha mulher'. Sei que ela estava de facto cansada. Mas uma parte de mim não aceitava isso."

 

"Já não amava a minha mulher"

O que é que faz alguém que não tem atenção no casamento? As nossas avós não se cansaram de nos repetir: procura atenção lá fora! Luís pensou a mesma coisa. "Mas em momento algum considerei divorciar-me. A minha mulher e os meus dois filhos eram intocáveis. Os meus amigos juravam que umas 'aventuras' fora do casamento não faziam mal algum. Um deles disse-me: 'Como achas que sou casado há 30 anos?'" 

 


Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 22:43 | link do post | comentar

Sexta-feira, 20.01.12
Como se recupera um sexo morno Você decide

 

Quando se fala em recuperar o sexo dentro de um relacionamento, a maioria acredita que isso é sinal do fim de tudo. Nada disso, não vale a pena pensar dessa forma.

Todos os casais passam por crises, até os mais felizes.

 

Atualmente vivemos em um mundo cheio de estímulos, de todos os lados, visual, mental, e com tantas informações e exigências profissionais, que acaba faltando energia para inovar e fazer estripulias na cama.

 

Há quem culpe o sexo morno ou então sem graça no casamento como justificativa para trair, e há quem ache que a traição ajuda. E ainda os que preferem um casamento aberto, justamente para poder variar. Isso não importa, pois a rotina chegará para todos e o cansaço também. O jeito Vilamigas é se divertir até com isso, porque a vida é feita disso, é feita de ideias boas, e isso vale para tudo.

 

Se você é adepta de fazer sexo com a mesma pessoa sempre, ou está num relacionamento, e já percebeu a falta de aquecimento na cama, pense em mudar, ousar, e fazer o que der na telha para se divertir mais e ter prazer. O foco deve ser sempre você, se você acha que deve melhorar, comece por você, dê o primeiro passo.

 

Quem sabe usar algumas fantasias mais safadinhas, alguns brinquedinhos, ou então tentar uma posição diferente - você é que decide, como "encantar" seu homem.

 

Uma pesquisa encomendada pela revista feminina Marie Claire apontou o que os homens querem e não fazem com suas mulheres, e que acabam fazendo com as amantes. A pesquisa foi feita pelo site Ohhtel.com que tem a proposta de achar amantes para casos discretos. Os resultados dão uma diretriz do que eles procuram.

 

Os homens responderam o que mais gostariam de fazer e suas mulheres não topam em ordem de relevância: sexo anal, sexo oral, vestir-se com roupas sexy, atuar como outra pessoa e sexo a três (com outra mulher). É claro, que ninguém é obrigada a fazer algo que não goste só para satisfazer o outro, a melhor coisa, é alcançar um senso comum, um meio termo.

 

As mulheres também comentaram na pesquisa do que mais sentem falta: beijo, sexo oral, romance, fim de semana romântico e sexo mais longo para que ela possa ter orgasmos múltiplos. Como vemos, nenhuma grande novidade. Com alguma vontade de fazer dar certo, amor, tesão e paciência, dá para todo mundo viver com muito mais prazer.

 

Via Vila Dois



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Sábado, 31.12.11
O divórcio marcará um novo recorde para o divorciado mais velho do mundo
O divórcio marcará um novo recorde para o divorciado mais velho do mundo (Daniel Rocha (arquivo))
Nem 70 anos apagaram uma traição que levou um italiano de 99 anos a querer terminar o seu casamento e estar prestes a tornar-se o mais velho divorciado do mundo, noticia hoje o jornal britânicoTelegraph.

Antonio C. descobriu num móvel velho as provas de uma relação que a sua mulher, Rosa, teve em segredo com outro homem na década de 1940.

Com as cartas de amor na mão, confrontou a mulher, com quem está casado há 77 anos, e pediu o divórcio. Arrependida, Rosa terá confessado tudo mas não conseguiu demovê-lo. 

Segundo o jornal, o casamento já tinha tido problemas antes: há dez anos, Antonio C. saiu de casa e foi viver com um dos filhos do casal, regressando ao fim de algumas semanas. 

Agora foi a gota de água para uma relação de que resultaram cinco filhos, doze netos e um bisneto. 

A imprensa italiana explica o fim amargo de um casamento que parecia tão estável com o temperamento inflamado do Sul de Itália, indicando que Antonio é natural da Sardenha e Rosa de Nápoles.

Os dois conheceram-se nos anos 30 do século XX, quando António foi colocado em Nápoles como oficial da polícia. 

O divórcio em curso marcará um novo recorde para o divorciado mais velho do mundo – o recorde anterior pertencia aos britânicos Bertie e Jessie Wood, que se divorciaram aos 98 anos depois de 36 anos de união.

 

Via Público



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Quinta-feira, 06.10.11
Homens casados em busca de garotas de programa


Dizem que a prostituição é a profissão mais antiga do mundo. Verdade ou não, o fato é que a internet facilitou muito a vida dessas mulheres e, consequentemente, a dos homens que procuram esse serviço.

 

Mas como lidar quando esse homem é o seu marido ou namorado? Não é fácil entender o que leva os homens a procurarem sexo fora do casamento.

 

A Dra. Arlete Gavranic, psicóloga, terapeuta sexual e coordenadora da pós-graduação em terapia do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), ajuda a desvendar o que se passa na mente dos homens: "Eles, ainda hoje, são educados para viverem com umasexualidade menos afetiva. Isso ainda é reforçado na vida adulta. Com isso, os homens têm mais facilidade, se comparados às mulheres, de pagarem por esse tipo de serviço".

 

O segundo fator seria a predisposição dos homens para a conquista. Além disso, segundo a terapeuta sexual, eles desejam mostrar que são capazes de satisfazer uma "mulher gostosa". Dra. Arlete Gavranic garante que é como se eles dissessem: "Eu pago, eu escolho". Esse sentimento acaba sendo alimentado pela traição. A psicóloga diz que a segurança masculina acaba sendo reforçada por esse tipo de traição, que também é bem vista dentro do grupo de amigos.

 

Um terceiro fator tende a ser a possibilidade de provar à esposa que ela não tem poder sobre ele. "Muitas vezes essa traição é uma forma de vingança. É como se ele dissesse: ‘Eu posso ter outra, que não você, se eu quiser", garante Dra. Arlete. As consequências desse ato podem ser devastadoras para a esposa. A terapeuta afirma que a primeira grande perda é a da confiança.

 

"A mulher passa a questionar qual é a sua parcela de culpa, por seu marido ter ido procurar sexo fora de casa. ‘Será que eu não o estimulo mais? Será que eu não desperto mais o seu desejo?’", ressalta a psicóloga. Dra. Arlete lembra ainda que a mulher acaba tendo a sua autoestima rebaixada. Ela tende a ficar depressiva e amargurada. "Não podemos descartar a possibilidade de contração de doenças sexualmente transmissíveis", diz terapeuta.


Traições como essas também afetam a vida sexual da traída. "A esposa pode passar a ter dificuldade em atingir o orgasmo. Se ela tiver optado por continuar a relação, terá momentos, durante o sexo, em que ela irá pensar: ‘será que ele fazia dessa forma com a outra?’, comenta. "Enquanto ela não trabalhar essa questão, não vai conseguir levar a vida sexual adiante", alerta Dra. Arlete.

 

Por outro lado, essas mulheres podem passar a querer viver somente aventuras. "Elas não acreditam que seja possível viver uma relação estável com outra pessoa", esclarece a terapeuta. Ou então, a esposa traída pode desenvolver um comportamento obsessivo.

 

Via Vila dois



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Quarta-feira, 18.05.11

Versão portuguesa do site "SecondLove" bate todos os recordes de adesão. Só num mês, quase 8000 ppessoas inscreveram-se no portal de aventuras extra-conjugais.

 

O site "SecondLove.pt ", direcionado para pessoas casadas ou num relacionamento sério que queiram dar uma 'facadinha', chegou apenas há um mês a Portugal mas já conquistou 7.700 utilizadores portugueses.

 

Se em Espanha as 12 mil inscrições realizadas no espaço de dois meses tinham satisfeito os criadores do site, a "extraordinária adesão" dos portugueses está a deixar a equipa holandesa "bastante surpreendida", avança Anabela Santos, porta-voz do "Second Love" em Portugal.

 

Com uma média de 1900 inscrições por semana, o portal de relacionamentos online para gente comprometida está a registar um crescimento acima da média do obtido nos anteriores países onde o portal foi implementado (Holanda, Bélgica e Espanha).

A partir de 1 de junho começa o flirt no site

 

Lisboa é a cidade de origem de 46% dos registados, seguida do Porto com 21%. Ainda de acordo com os dados deixados pelos utilizadores nos seus perfis, 70% dos inscritos têm educação superior e a média de idades está entre os 35 e os 50 anos, Tal como nas versões belga, holandesa e espanhola do "Second Love", a predominância vai para o sexo masculino.

 

Ao longo do último mês, as mensagens têm chegado em catadupa à equipa portuguesa. "Mais do que dúvidas, chegam-nos felicitações pela ideia", conta Anabela Santos. Todos os "comentários menos simpáticos" foram banidos, mas a porta-voz garante que até agora não chegaram críticas ao conceito do portal. "As pessoas estão curiosas e têm bastantes expectativas. Querem saber o quanto antes quando é que vão poder navegar e ver os perfis dos outros utilizadores".

 

Por agora o site permanece no chamado "período janela", em que os membros apenas podem aperfeiçoar o seu perfil e tirar dúvidas. A partir do dia 1 de junho, o "Second Love" ficará finalmente ativo e os seus utilizadores poderão começar a procurar parceiros para as suas aventuras extra-conjugais online.

 

 
Reveja o vídeo Site de 'facadinhas' online chega a Portugal


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