Segunda-feira, 25.06.12

Maioria das mulheres alemãs prefere televisão ao sexo

Entre televisão e sexo, as alemãs preferem a segunda hipóteseFotografia © Jean-Paul Pelissier / Reuters

57% das mulheres alemãs preferia ficar um ano sem sexo do que sem televisão. Já nos homens, o caso muda de figura.

 

A maioria das mulheres alemãs preferem uma noite no sofá, a ver televisão, do que uma noite de amor com os seus companheiros, revelou um estudo efetuado pelo jornalThe Local.

 

Assim, cerca de 57% das inquiridas preferia ficar um ano inteiro sem ter qualquer relação sexual do que passar o mesmo período de tempo sem ver televisão. Pelo contrário, mostra o mesmo estudo, 62% dos homens alemães preferiu o sexo ao pequeno ecrã.

 

Retirado do DN



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O cancro derrotou Miki Roqué aos 23 anos


Miki Roqué, futebolista do Bétis de Sevilha, morreu neste domingo. O jogador catalão, de 23 anos, sofria de um cancro na zona pélvica.

Miki Roqué formou-se no Lleida, tendo sido posteriormente recrutado pelo Liverpool, em cuja equipa principal debutou com apenas 17 anos num jogo da Liga dos Campeões.

Posteriormente jogou no Oldham Athletic, no Xerez e no Cartagena, tendo em 2009 assinado pelo Bétis de Sevilha. Em Outubro de 2010, o treinador Pepe Mel colocou-o ao serviço da equipa principal.

Poucos meses depois, a 11 de Março de 2011, foi anunciada a sua retirada do mundo do futebol devido a um tumor maligno na pélvis, doença que acabou por não conseguir superar apesar da intervenção cirúrgica a que foi sujeito, em Maio do ano passado.

Miki Roqué acabou por morrer este domingo, por volta das 19h, na Clínica Dexeus de Barcelona.

Mal foi anunciada a sua morte, as redes sociais encheram-se de mensagens de condolência. “Um abraço muito grande à família de Miki Roqué. Conheci-o quando ele jogava no Liverpool e eu no United. Descansa em paz, amigo”, escreveu o jogador Piqué.

Roqué tornou-se bastante próximo de Piqué e também de Puyol. Ambos os jogadores ajudaram-no a encontrar um médico em Barcelona que o ajudasse a lutar contra o tumor, conta o El País.

Também a partir da Polónia, a selecção espanhola - que na quarta-feira joga contra Portugal a contar para o apuramento para a final do Euro 2012 - enviou as suas condolências à família de Roqué.

 

Noticia do Público



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Sábado, 23.06.12

Mundo gay de Lisboa

 

 Há várias décadas que o Príncipe Real é a principal zona gay de Lisboa, por causa dos muitos bares, discotecas e engates. Mas, se ganha na quantidade, perde na qualidade. Não é aí que ficam os melhores ambientes nocturnos gay. É no Bairro Alto - que sempre atraiu certa franja das profissões criativas e liberais, cheias de homens e mulheres homossexuais.

 

Foi a assíduos do Bairro Alto que o i perguntou pelos dois melhores bares gay de Lisboa. E o prémio, sem grande hesitação, foi quase sempre para? Maria Caxuxa e Purex. Dois sítios colados um ao outro, embora em ruas diferentes, de ambiente bem definido, livre e sofisticado, onde as pessoas se divertem a sério.

 

O Caxuxa, como é conhecido, puxa mais os homens gay; o Purex, as lésbicas. Tanto um como outro recusam o rótulo de bar gay e, bem vistas as coisas, até têm razão. Há neles de tudo um pouco. Mas não poderia ser de outra maneira, numa cidade onde consta que o apartheid da orientação sexual não existe. Agora dizer que a sexualidade de quem lá vai não importa nada também soa a falso. São os clientes, com as suas características todas, e não só metade delas, que fazem as casas. Se nunca lá foi, experimente.

 

Para eles: Maria Caxuxa Três salas, um bar, aspecto rústico propositado, um não-sei-quê de seguro e libertino. Um cantor aqui, um bailarino ali, um actor acolá. Sempre muitos gays.

 

Os actuais donos do Maria Caxuxa trabalharam em tempos noutro bar do Bairro Alto, o Clube da Esquina - assumidamente gay. Há quatro anos, quando abriram o Caxuxa, trouxeram com eles muitos clientes. Além disso, esta antiga tasca e fábrica de bolos (o forno mantém-se, ao centro do bar) foi uma lufada de ar fresco na cidade. Pela atitude - discreta, mas sabida - e pelo ambiente - familiar e moderno. Tudo aquilo que muitos homens gay apreciam.

 

Situa-se na Rua da Barroca, a principal rua gay do Bairro. Nos concorridos fins-de-semana fica facilmente sobrelotado. Por dentro e por fora. Os lugares sentados são disputados ao centímetro. E à porta junta-se uma multidão compacta de copo na mão. A atracção é tal que há quem prefira comprar bebidas mais baratas nos bares ao lado e ir despachá-las à porta do Caxuxa.

 

Por não ser um gueto, longe disso, nem vestir a camisola de nenhuma causa, permite que toda a gente se sinta bem lá dentro. O som electrónico modernaço, as excelentes tostas servidas até à uma da manhã e a rapidez do serviço fazem o resto.

 

Para elas: Purex Em pouco anos tornou-se um dos melhores bares de Lisboa e, por via da clientela que lá vai, um dos melhores bares lésbicos. Há quem lhe chame "fufex". Costuma associar-se às iniciativas LGBT lisboetas, como o Arraial Pride (a maior festa gay anual) e o festival de cinema Queer Lisboa.

As suas responsáveis preferem falar em bar gay friendly, porque dizem receber bem toda a gente. É um facto que sim. Cruzar as grandes portas cor-de-laranja do Purex não é a mesma coisa que meter o pé noutros bares do Bairro. A maior parte deles, verdade seja dita, não são bares - são balcões de venda de bebidas, sem personalidade ou ambiente. Muitas vezes sem nome. No Purex isso não acontece. Há espírito e carácter, ambiente e boa música.

 

A casa demorou a fazer-se. Tinha uma clientela lésbica pouco dada ao consumo de bebidas, que fazia do espaço uma sala de estar para amigas e conhecidas. As responsáveis conseguiram dar a volta ao caso com uma selecção musical rígida, pouco comercial e atenta às novidades. O suficiente para afastar um público menos exigente e atrair as (e os) vanguardistas.

 

Via ionline

 



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Quinta-feira, 21.06.12

Juntos chegaremos lá  orgasmo simultâneo

 

Apesar de parecer uma lenda, o orgasmo simultâneo com o do seu amor, existe sim. Requer prática e algumas habilidades, mas é de verdade, ele é real.

 

E tudo começa pelo pensamento, pensar em sexo, e, em orgasmos, podem nos levar mais facilmente ao objetivo.

 

Segundo especialistas, deve-se pensar em sexo e em se conectar ao parceiro, mas, calma lá, muita ansiedade pode ter o efeito contrário. Pode gerar nervosismo e colocar tudo a perder. O grande lance é pensar nas coisas pequenas que te deixam acesa, uma música, um perfume...

 

sincronia é outro item muito importante. Os homens são muito mais rápidos e, em questão de minutos, estão em ponto de bala e super excitados, já as mulheres possuem mecanismos e caminhos mais complexos, precisam de mais tempo para se excitarem e estarem prontas para chegar ao orgasmo. O que importa é chegar ao um ritmo que seja satisfatório e prazeroso para os dois.

 

A próxima artimanha é aproveitar as posições que deixam ambos mais à vontade para curtirem o que dá mais prazer aos dois, no caso da mulher deve ser uma em que ela possa ter o clitóris estimulado adequadamente, e tudo fique mais gostoso. O homem merece atenção, mas como a natureza equipou os rapazes com órgãos sexuais externos, a mulher merece um pouco mais de atenção e trabalho.

 

É sempre bom lembrar, esqueça-se de se preocupar com o corpo, com celulite e etc. Tenha algo em mente, se aquele homem está ali é porque ele te deseja, e se você o escolheu, ele merece receber todo o seu carinho e ver o seu prazer.

 

E quando você menos esperarem estarão vendo os fogos de artifício juntinhos.

 

Retirado de Vila Dois



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Quarta-feira, 20.06.12
Procura-se um amante

 

Muitas pessoas têm um amante, e outras gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam. Geralmente são estas últimas que vêem ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insónia, apatia, pessimismo, crises de choro, ou as mais diversas dores. 


Elas contam-me que as suas vidas correm de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar o tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente a perder a esperança. Antes de me contarem tudo isto, já tinham estado noutros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: "Depressão"... além da inevitável receita do anti-depressivo do momento. Assim, depois de as ouvir atentamente, eu digo-lhes que elas não precisam de nenhum anti-depressivo. Digo-lhes que o que elas precisam é de um Amante!

É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem o meu conselho. Há as que pensam: "Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa destas ?!". 


Há também as que, chocadas e escandalizadas, despedem-se e não voltam nunca mais. Às que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico-lhes o seguinte:


Amante é "aquilo que nos apaixona". É o que toma conta do nosso pensamento antes de adormecermos, e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir. O nosso Amante é o que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta. É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida. 

Às vezes encontramos o nosso amante no nosso parceiro, outras vezes, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis. Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no desporto, no trabalho, na necessidade de nos transcendermos espiritualmente, numa boa refeição, no estudo, ou no prazer obsessivo do nosso passatempo preferido... 

Enfim, Amante é "alguém" ou "algo" que nos faz "namorar" a vida e nos afasta do triste destino de "ir vivendo". E o que é "ir vivendo"? 
"Ir vivendo" é ter medo de viver. 

É vigiar a forma como os outros vivem, é o deixarmo-nos dominar pela pressão, andar por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastarmo-nos do que é gratificante, observar decepcionados cada ruga nova que o espelho nos mostra, é aborrecermo-nos com o calor ou com o frio, com a humidade, com o sol ou com a chuva.

"Ir vivendo" é adiar a possibilidade de viver o hoje, fingindo contentarmo-nos com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã. 
Por favor, não se contentem com "ir vivendo". Procurem um amante, sejam também um amante e um protagonista da vossa vida...

Acreditem que o trágico não é morrer, porque afinal a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém. O trágico é desistir de viver, por isso, e sem mais delongas, procurem um amante.

A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental: 
"Para se estar satisfeito, activo, e sentirem-se jovens e felizes, é preciso namorar a vida". 

Texto: Dr. Jorge Bucay 

Livro: "Hay que buscarse un Amante" 

 

Via Trabalhos de Larose



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Terça-feira, 19.06.12

Coisas que você odeia mas ele adora

 

Quando você sabe que o gato está para passar na sua casa, logo providencia uma produção. Tira o pijama de moleton, os óculos e logo trata de dar um trato no visual mesmo que simples. Coloca um jeans legal, um blusa, um make natural, dá uma escovada no cabelo, e por aí vai.

 

Pois saiba, que, para ele esse seu pijama com óculos pode ser sexy.

 

É curioso, mas muitos homens curtem coisas naturais, dessas que a gente não dá a mínima importância. As mulheres tendem a achar que seus homens preferem que elas estejam sexy o tempo todo, e isso nem sempre é o que eles pensam.

 

Se você só vai encontrar esse homem especial na balada, ou em um evento, ele vai te ver montada, linda, toda produzida, mas e no dia-a-dia? Fatalmente, ele vai te encontrar sem maquiagem, primer, escova e decotes, ele vai te ver de camiseta larga, de óculos, e quer saber? Ele vai adorar.

 

Mas como? Em nossas pesquisas e bate papo com namorados, amigos, ficantes etc, eles comentam que aquele batonzão da moda, é legal, mas ver sua querida sem ele, e sem nada, também pode ser uma ótima visão.

 

E aquele pijama de flanela que é tão delicioso de usar, mas nada fashion? Pergunte como quem não quer nada o que ele acha, e a resposta pode ser surpreendente.

 

Portanto, repense seus atrativos. Explore também as coisas mais simples, elas valem ouro.

 

Via Vila Dois



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Quarta-feira, 13.06.12

José Mourinho

 

Sou português há 47 anos e treinador de futebol há dez. Sendo assim, sou mais português do que treinador. Posto isto, para que não restassem dúvidas, vamos ao que importa...

 

As Selecções Nacionais não são espaços de afirmação pessoal, mas sim de afirmação de um País e, por isso, devem ser um espaço de profunda emoção colectiva, de empatia, de união. Aqui, nas selecções, os jogadores não são apenas profissionais de futebol, os jogadores são além disso portugueses comuns que, por jogarem melhor que os portugueses empregados bancários, taxistas, políticos, professores, pescadores ou agricultores, foram escolhidos para lutarem por Portugal. E quando estes eleitos a quem Deus deu um talento se juntam para jogar por Portugal, devem faze-lo a pensar naquilo que são - não simplesmente profissionais de futebol (esses são os que jogam nos clubes), mas, além disso, portugueses comuns que vão fazer aquilo que outros não podem fazer, isto é, defender Portugal, a sua auto estima, a sua alegria.

 

Obviamente há coisas na sociedade portuguesa incomparavelmente muito mais importantes que o futebol, que uma vitória ou uma derrota, que uma qualificação ou não para um Europeu ou um Mundial. Mas os portugueses que vão jogar por Portugal - repito, não gosto de lhes chamar jogadores - têm de saber para onde vão, ao que vão, porque vão e o que se espera deles.

 

Por isso, quando a Federação Portuguesa de Futebol me contactou para ser treinador nacional, aquilo que senti em minha casa foi orgulho; do que me lembrei foi das centenas e centenas de pessoas que, no período de férias, me abordam para me dizerem quanto desejam que eu assuma este cargo. Isto levou-me, pela primeira vez na minha vida profissional, a decidir de uma forma emocional e não racional, abandonando, ainda que temporariamente, um projecto de carreira que me levou até onde me levou.

 

Desculpem a linguagem, mas a verdade é que pensei: Que se lixem as consequências negativas e as críticas se não ganhar; que se lixe o facto de não ter tempo para treinar e implementar o futebol que me tem levado ao sucesso; por Portugal, eu vou!

 

E é isto que eu quero dizer aos eleitos para jogar por Portugal: aí, não se passeia prestigio; aí, não se vai para levar ou retirar dividendos; aí, quem vai, vai para dar; aí, há que ir de alma e coração; aí, não há individualidades nem individualismos; aí, há portugueses que ou vencem ou perdem, mas de pé; aí, não há azias por jogar ou por ir para o banco; aí, só há espaço para se sentir orgulho e se ter atitude positiva.

 

Por um par de dias senti-me e pensei como treinador de Portugal. E gostei. Mas tenho que reconhecer que o Real Madrid é uma instituição gigante, que me «comprou» ao Inter, que me paga, e que não pode correr riscos perante os seus sócios e adeptos. Permitir que o seu treinador, ainda que por uns dias, saísse do seu habitat de trabalho e dividisse a sua concentração e as suas capacidades era impensável.

 

Creio, por conseguinte, que o feedback que saiu de Madrid e chegou à Federação levou a que se anulasse a reunião e não se formalizasse o pedido da minha colaboração.

 

Para tristeza minha e frustração do presidente Gilberto Madail.

 

Mas, sublinho, agora já a frio: foi e é uma decisão fácil de entender. Estou ao leme de uma nau gigantesca, que não se pode nem se deve abandonar por um minuto. O Real decidiu bem.

 

Fiquei com o travo amargo de não ter podido ajudar a Selecção, mas fico com a tranquilidade óbvia de quem percebe que tem nas suas mãos um dos trabalhos mais prestigiados no mundo do futebol.

 

Agora, Portugal tem um treinador e ele deve ser olhado por todos como «o nosso treinador» e «o melhor» até ao dia em que deixar de ser «o nosso treinador». Esta parece-me uma máxima exemplar: o meu é o melhor! Pois bem, se o nosso é Paulo Bento, Paulo Bento é o melhor.

 

Como português, do Paulo espero independência, capacidade de decisão, organização, modelagem das estruturas de apoio, mobilização forte, fonte de motivação e, naturalmente, coerência na construção de um modelo de equipa adaptada as características dos portugueses que estão à sua disposição. Sinceramente, acho que o Paulo tem condições para desenvolver tudo isso e para tal terá sempre o meu apoio. Se ele ganhar, eu, português, ganho; se ele perder, eu, português, perderei. Mas eu também quero ganhar.

 

No ultimo encontro de treinadores que disputam a Champions League, quando questionado sobre o poder dos treinadores nos clubes, ou a perda de poder dos treinadores face ao novo mundo do futebol, sir Alex Fergusson disse (e não havia ninguém com mais autoridade do que ele para o dizer!) que o poder e a liderança dos treinadores depende da personalidade dos mesmos, mas que depende muitíssimo das estruturas que os rodeiam. Clubes e dirigentes fragilizam ou solidificam treinadores.

 

Eu transponho estas sábias palavras para a selecção nacional: todos, mas todos, neste país devem fazer do treinador da selecção um homem forte e protegido. E quando digo todos, refiro-me a dirigentes associativos, federativos e de clubes, passando pelos jogadores convocados e pelos não convocados, continuando pelos que trabalham na comunicação social e terminando nos taxistas, políticos, pescadores, policias, metalúrgicos, etc. Todos temos de estar unidos e ganhar. E se perdermos, que seja de pé.

 

Mas, repito, há coisas incomparavelmente mais importantes neste país que o futebol. Incomparavelmente mais importantes¿ Infelizmente!

 

Aproveito esta oportunidade para desejar a todos os treinadores portugueses, aos que estão em Portugal e aos muitos que já trabalham em tantos países de diferentes continentes, uma época com poucas tristezas e muitas alegrias.

 

 

Ao Xico Silveira Ramos, manifesto-lhe a minha confiança no seu cargo de Presidente da ANTF.

 

Um abraço a todos.

 

José Mourinho



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Slow sex  desfrute dos benefícios

A vida anda rápida, quase tudo pode ser feito on line. Temos horários, prazos e também pouco tempo para nós mesmos.

 

Até mesmo o sexo parece ter se transformado numa atividade com horário marcado para acontecer. E, às vezes, até isso precisa rolar nos momentos que sobram.

 

Isso não é o ideal, sabemos disso, e a solução é agendar. Isso mesmo. Reservar um final semana para fazer sexo sem pressa, e sexo quer dizer muito mais do que o ato sexual em si. Quer dizer, se tocar, se olhar e fazer tudo mais devagar, é praticar o slow sex. Se faz bem para a saúde comer devagar, porque não fazer amor devagar?

 

Sexólogos e pesquisadores comentam sobre os benefícios do slow sex, e um deles é melhorar o humor e vida de quem pratica. Se o sexo sempre feito com tanta pressa, como explorar o corpo do outro? Há coisas que nos pedem tempo, nada contra as rapidinhas, mas sexo merece tempo.

 

Uma dica bem interessante é prolongar as preliminares, experimente trocar carinhos com seu amado, mas sem tocar nos genitais, eles representam o último estágio do prazer. E nada de ir arrancando a roupa, faça tudo com calma. Você não está numa competição, e ninguém tem nada com isso. É o seu momento de relaxar a aproveitar a delícia da companhia de alguém que você quer.

 

Prepare o ambiente propício. Do que vocês mais gostam na iluminação? Meia luz? Ou tudo às claras? Uma dica de ouro é pingar algumas gotas do seu perfume num lenço ou echarpe e colocar sobre um abajur que seja fechado, para evitar acidentes. Acenda algumas velas e deixe a imaginação correr solta.

 

Abra uma garrafa de vinho, faça um prato de frutas e petiscos leves e deixe-os à mão. Afinal, você pretende passar muitas horas nesse ambiente.

Quando a hora do sexo, propriamente dita, começar, escolha uma posição que permita ficar de olho nos olhos do seu parceiro. E quando terminar fique por alguns momentos, na mesma posição, sinta o momento, e não deixe de provocar caso esteja disposta a mais uma rodada.

 

A proposta não é fazer algo tão diferente do que você já gosta de fazer. É incrementar esses momentos, com calma, com tempo, e colocar mais temperos nesse prato delicioso que é o sexo.

 

Retirado de Vila Dois



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O que acontece depois dos 30?

São épocas da vida em que nos encontramos a avaliar a estrutura da nossa vida social, financeira...


O primeiro retorno de Saturno acontece entre os 28-30 anos, idade caracterizada por tomadas de decisão e o assumir de responsabilidades, em áreas cruciais como a da carreira, a do casamento e/ou filhos. Tratando-se de Saturno, este ciclo será pontuado por responsabilidade, maturidade, disciplina e ambição. Nem todos temos Saturno no mesmo local do horóscopo nem a reger a mesma área de vida, onde ele está é sabido que será onde nos teremos que empenhar já que a sua posição sugere sempre onde teremos mais trabalho. Em comum todos iremos sentir estas como fases de ajustes de vida. 

São épocas da vida em que nos encontramos a avaliar a estrutura da nossa vida social, financeira, o que já fizemos e o que ainda ambicionamos, aquilo que já nos faz sentir seguros e a autoridade que detemos versus a que confrontamos. A grande questão é sempre se queremos manter o “statu quo” ou se ao contrário nos deveríamos “arriscar” a encetar outro caminho mais de acordo com o que sentimos ser o nosso verdadeiramente, o “chamado” ou vocação. Não sem se pesar as responsabilidade e riscos. Nestas alturas deveríamos ter em mente uma questão; se este é o caminho que acreditamos e sentimos ser por aquele que estamos dispostos a trabalhar arduamente. 

Após o 1º retorno de Saturno e durante os 30 anos que se seguem vamos tendo oportunidade de rever, cimentar ou realinhar as decisões tomadas. Enquanto caminhamos para segundo retorno quando, uma vez mais tudo será avaliado e pesado. 

A cada 7 anos vivemos uma nova "tensão" um período dinâmico, que poderá trazer velhas questões. Períodos estes a serem aproveitados como uma oportunidade para revisão do plano que iniciámos aos 30; entre os 35-37 anos, na 1ª quadratura. O reflexo desta tensão poderá surgir como uma fase meio irritante que nos leva a ponderar sobre aonde nos levaram as decisões de há 7 anos, esta será a 1ª oportunidade de emendar a mão, caso seja necessário ou a ser reconhecidos pelo trabalho desenvolvido e abarcar maiores responsabilidades. 

 

São épocas da vida em que nos encontramos a avaliar a estrutura da nossa vida social, financeira...


Seria bom ter presente que daí a mais 7 anos, entre os 42-44 anos, estaremos a viver a oposição; o auge do que poderá ser de um conflito ou da consagração. No 1º caso o do conflito; o que se adiou, continua a ser um foco de ansiedade e, volta ao presente ainda como maior persistência e peso. O mesmo peso com que temos vindo a resistir à mudança. 

Nesta idade estaremos no início da chamada crise da meia-idade já aqui falada em artigos anteriores, para muitos sentida como a derradeira oportunidade para se fazer o que se deixou de… e adiou até ali, de repente ficamos conscientes de que o tempo não pára e que metade já lá vai. 

Por isso aos 49-51 anos, a ansiedade daqueles que nesta altura ainda não se revirem no que fazem, será enorme e estarão mais pressionados do que nunca, agora que se caminha para a derradeira quadratura. Quando o confronto do indivíduo consigo é duro e exigente, socialmente as mudanças de vida não são apoiadas. Estas tensões por vezes acabam por degenerar em doenças fruto do sucessivo e continuo ignorar das necessidades próprias. Outros haverão que estarão a gozar o apogeu das suas carreiras com vidas estruturadas como planearam, usufruindo da estabilidade e respeitabilidade que entretanto angariaram, a sensação de dever cumprido. A prepare agora os seus 56-58 anos e a continuidade dos projectos que acalentam, com a sabedoria que entretanto detêm. Na rota para o terceiro retorno que cada vez mais se vem apresentando como uma idade em que se abraçam os planos mais ambiciosos, a maior ameaça nesta altura é o deixar o tempo passar e não pôr em prática o plano, seja ele qual for. 

Ana Cristina Corrêa Mendes

 

retirado de Sapo Mulher



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Terça-feira, 12.06.12
Sem beijo e sexo, jovens optam por nova maneira de namorar

Jovens evangélicos adeptos da 'corte' optam por abdicar do contato físico. Psicóloga argumenta que sociedade deturpou o sexo e a sensualidade.

 

Eles não beijam na boca durante o namoro e defendem o sexo somente após o casamento. O objetivo: conhecer o verdadeiro amor. Este é o estilo de relacionamento que muitos jovens evangélicos têm adotado como princípio para uma vida “emocionalmente saudável”. É o que o universitário Rafael Almeida, de 22 anos, e Heloísa Lugato, de 24 anos, formada em direito, garantem estar vivenciando há mais de um ano.

 

O casal conta que os dois são adeptos da pureza sexual até o casamento e durante este período de relacionamento não tiveram relação sexual. “Preferi me preservar. Nos abdicamos do contato físico, do toque, para focar nosso relacionamento na amizade e em conhecer um ao outro”, comenta Rafael. Ele destaca também que a escolha ajuda ainda em ter uma vida emocional equilibrada.

Dia dos Namorados tem opções de jantar com preços variados em CuiabáColégios de SP permitem o namoro entre alunos, mas beijo é 'proibido'Para Heloísa, a união do casal está respaldada na santidade e em princípios que estão descritos na bíblia. Ela argumenta que o contato físico pode contribuir para que o namoro saia do foco e, por conta disso, o máximo que fazem é pegar na mão e abraçar. “Sabemos que o beijo não é pecado, até porque a bíblia não se refere a isso. Porém, o sexo é, por isso evitamos. Mas não se trata de uma regra. Somos livres para optar e escolher”, pontua.

A jovem disse que já teve outros relacionamentos fora da igreja e que as experiências só reforçam o estilo adotado no namoro atual. “Somos guardados do prejuízo que é ter um coração machucado e ferido”.

Corte

O casal já marcou a data do casamento para o mês de março de 2013. E para chegar até lá, Rafael e Heloísa contam que o namoro dos moldes atuais foi trocado para a modalidade “corte”, no sentido de resgatar valores que se perderam.

 

Voltamos ao tempo em que nossos pais namoravam na sala com a presença da família toda"Heitor Laranjo 
PastorMas para Rafael, isso não é uma tarefa fácil. Ele ressalta que o preconceito da sociedade é grande e que a castidade ainda é um assunto polêmico. Cursando engenharia civil, o universitário disse que já foi até chamado de louco por colegas. “A postura vai contra as regras ditadas pela sociedade. É difícil para muitos aceitarem que alguém em pleno século 21 pense assim. No entanto, quando se tem convicção, seguimos em frente”, avalia.

Veredas antigas

 

O pastor Heitor Henrique Laranjo, de 27 anos, explica que a área sentimental é a que mais aflige o solteiro. Responsável por trabalhos desenvolvidos com jovens e adolescentes na Igreja Videira, em Cuiabá, o pastor avalia que muitos jovens estão tendo diversos relacionamentos e que chegam a um ponto de frustração emocional muito cedo.

 

Ou então, segundo Heitor, chegam ao casamento e não conseguem sustentá-lo por falta de amadurecimento. Além disso, percebem que se casaram com a pessoa errada. “Por isso a corte é diferente do namoro, pois preserva o conhecimento entre o casal. Não é respaldado em beijo ou sexo. Voltamos ao tempo em que nossos pais e avós namoravam na sala com a presença da família toda”, reforça.

 

O molde de relacionamento tem ganhado cada vez mais adeptos nas igrejas evangélicas do país. O movimento “Eu Escolhi Esperar”, por exemplo, que prega a virgindade até o matrimônio tem sido disseminado cada vez mais nas redes sociais e já ganhou millhares de seguidores no Facebook e Twitter.

 

A adesão à corte, conforme o pastor Heitor Henrique, é feito por casais, preferencialmente a partir de18 anos e que têm o objetivo de casamento. “É muito maior que um movimento de pró-sexualidade. É o resgate das veredas antigas”, observa.

 

 

 

Precoce 
A doutora em psicologia comunitária Maria Auxiliadora de Oliveira avalia que a sociedade contemporânea deturpou o sexo ao explorar a sensualidade. Segundo ela, está cada vez intenso o desenvolvimento precoce da sexualidade, o que tem aumentado os casos de gravidez na adolescência.

 

“A questão afetiva e familiar hoje está banalizada. São muitos jovens e adolescentes começando uma vida sentimental sem estrutura. Sabemos que cada coisa tem o seu tempo e priorizar isso ajuda a minimizar os problemas que afetam a juventude”, frisou Maria Auxiliadora.

 

Frutos

 

Os frutos de um relacionamento preservado na pureza sexual, são o que o casal Sandro Cruz, de 28 anos, e Maria Aparecida de Assis da Cruz, de 29, garantem estar colhendo. Com apenas três de meses de namoro, eles se casaram e optaram pela castidade até subir ao altar.

 

Para Sandro foi a melhor opção que fez, após ter namoros fora dos padrões da igreja que geraram problemas sentimentais. “Começamos a nos conhecer e o sentimento foi aumentando. Percebi que já poderia me casar e fiz tudo dentro que acreditei estar correto. Hoje percebo que valeu à pena porque tenho um casamento recheado de respeito, confiança e carinho”, revela.

 

Maria Aparecida, que tem uma filha de sete anos, disse que não teve dúvidas em se preservar. Ela disse que foi difícil a caminhada, mas a vontade de encontrar o verdadeiro amor falou mais alto. “A questão é dar valor às coisas que se perdem no decorrer da relação. Nossa prioridade foi a amizade e a base do evangelho. Hoje vejo o quanto essa escolha fez a diferença em minha vida”.

 

Retirado de aqui



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Terça-feira, 05.06.12

Como descobrir se ele ou ela é homossexual?

Especialista e gays dão dicas para identificar se o parceiro/a gosta de uma pessoa do mesmo sexo

O namoro não anda lá essas coisas e o parceiro (a) parece não demonstrar mais o mesmo interesse no sexo... Isso pode ser um sinal de que ele (a) esteja em dúvida sobre a própria opção sexual – seja por uma aventura bissexual ou até mesmo de repetir uma experiência homossexual do passado.

Mas será que existe alguma forma de perceber se ele ou ela é gay? De acordo com a psicóloga e especialista em sexualidade humana Carla Cecarello, os sinais nem sempre são claros. "Às vezes são meses de relacionamento para que se perceba ou para que a pessoa conte que ela é homossexual", explica.

Carla afirma que o beijo de um homossexual que se relaciona com um heterossexual não tem o mesmo calor e a mesma “ardência”'. A especialista diz que os beijos costumam ser "chochos" apenas para constar que ainda “gosta da pessoa”, que faz parte do "padrão da sociedade".

A psicóloga ainda conta que o casal – um heterossexual e outro que está “indeciso” ou é homossexual – passa muito mais a se comportar como bons amigos ou irmãos. "Normalmente, eles se dão muito bem fora da cama, são ótimos companheiros, porém, sem aquela história de pegar na mão, andar abraçadinhos, entre outros quesitos de um casal apaixonado e com a mesma química." Carla ainda ressalta que nessa situação, geralmente, o sexo é ruim e precário, por isso a relação fora da cama acaba sendo mais aprimorada.

Você desconfia...

Para uma pessoa heterossexual, existe uma demora grande em acreditar que o parceiro seja gay. "Ela fica pensando na probabilidade de uma pessoa homossexual estar dividindo a cama com ela e como explicar para a família e amigos”, afirma a psicóloga. Além disso, segundo Carla, o “hétero” pensa em como enfrentar a decepção de não ter percebido antes e ter feito a escolha errada. Por conta disso, muitos casais demoram anos para se separar definitivamente.

Será que ele é?

Carla conta que o homossexual dificilmente está disponível para o sexo. A especialista diz ainda que há sempre uma desculpa, um desinteresse excessivo e constante.

Ainda de acordo com Carla, no caso dos homens, eles acabam com dificuldade até de ficar excitado. "As ereções geralmente ocorrem nesse caso quando eles acabam fantasiando sexualmente durante a transa com outro homem", revela.

Além disso, a especialista afirma que propostas para práticas diferentes no sexo não existem.

Dicas dos gays

Segundo a relações públicas Daniela Sanches (nome fictício), de 31 anos, a tática infalível para descobrir se uma mulher é gay é jogar o charme. Se ela entra no clima, pronto. "Se você jogar um olhar fulminante, um bom papo e a pessoa retribuir, começou o jogo", conta.

De acordo com Daniela, uma 'hétero', por mais educada que seja, irá arranjar uma forma de cortar “o clima” ali mesmo. "Se ela for curiosa ou lésbica 'enrustida', certamente vai prolongar o papo. Ela vai te dar a entrada, vai se sentir lisonjeada (mesmo que não haja química com você).”

Daniela ainda conta que no meio gay um reconhece o outro. "Quase sempre o ‘radar’ funciona. Eu bato o olho e sei o que a pessoa é. Também pelo modo de olhar, se expressar e algumas vezes pelo estilo. Você percebe na reação dela. Se ela sorrir então, bingo!".

Questionada se a pessoa já nasce gay, Daniela afirma que apenas com o passar do tempo foi formando sua identidade, vivendo experiências e constituindo a personalidade.

"Alguns se 'descobrem' cedo porque se permitem viver experiências, se conhecer melhor e tem uma estrutura familiar adequada”, conta Daniela. “Outros demoram muito mais porque estão mais fechados e não se conhecem o suficiente. Tem medo de enfrentar os olhares de reprovação, por isso o apoio da família nestas horas é importante e determinante", finaliza.

A fotógrafa Thamy Teixeira (nome fictício), de 22 anos, diz que as chances das mulheres sentirem vontade de ficarem umas com as outras é enorme, pois, segundo ela, o público feminino é parecido e as mulheres estão geralmente envolvidas emocionalmente. "Esses fatores aumentam a oportunidade de termos intimidade, traição e sentimentos românticos."

Thamy diz que todos nascem bissexuais. "A sociedade direciona uma opção sexual para o lado heterossexual e retrai a pessoa quase a vida dela inteira, alienando ser heterossexual, pois homossexualidade não esta escrito da bíblia de uma maneira positiva. Muitas pessoas não aguentam essa pressão."

Truques para descobrir se ela é homossexual*:

1 – Mulher que se diz cabeça aberta e que não tem preconceito algum

2 – Mulher que usa com frequência anel no dedão

3 – Mulher que gosta de andar frequentemente com as mãos do bolso, principalmente usando calça jeans

4 –
 Pergunte para uma mulher que se diz hétero se ela não teria problema em beijar algumas mulheres famosas. Se ela responder, é porque tem desejos


5 – Mulheres que sempre falam ter nojo de outras mulheres abertamente –elas podem ter um desejo oculto dentro

Truques para descobrir se ele é homossexual*:


1 – Homem que tem amigo e frequenta balada GLS

2 – Homem que entende de signo

3 – Homem que tem mania de gostar muito do próprio corpo e dizer que é gostoso, sarado, entre outros elogios

4 – Quando o homem é muito homofóbico, também é um sinal

5 – Se usa cueca Calvin Klein é um indício. Gays adoram marcas

6 – Gosto musical um pouco diferente

7 – O modo que ele trata homens e mulheres na frente dos outros

8 –
 Homem que mexe muito no cabelo
 

* informações sugeridas por mulheres homossexuais

 

Retirado de Band

 



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Segunda-feira, 04.06.12

Alemã quer sexo a três na noite de núpcias e faz leilão na internet

 

Uma noiva alemã colocou sua noite de núpcias à venda na internet. Segundo o jornal “Mirror”, a mulher disse que fazer sexo a três na noite de núpcias sempre foi sua fantasia e que ficou encantada quando seu futuro marido concordou com a empreitada.

 

Só serão autorizados a dar lances os candidatos que enviarem uma foto para a noiva. Os interessados devem ser “bem preparados”, atenciosos e ter respeito pelas mulheres. Além disso, o vencedor deverá pagar a conta do hotel onde a noite de núpcias deve acontecer. Os lances já chegam a 355 Euros.

 

Esse não é o primeiro leilão sexual que acontece na internet. Em 2004, a estudante britânica Rosie Reid leiloou sua virgindade no site eBay para pagar a faculdade. Na ocasião, Rosie disse preferir dormir com um estranho a dormir com o rosto colado em enormes dívidas. Em 2009, a estudante americana Natalie Dylan também leiloou sua virgindade no eBay atraindo lances de mais de US $ 3,7 milhões.

 

Retirado de Paraiba



publicado por olhar para o mundo às 21:10 | link do post | comentar

Festival de cinema dedicado ao surf de 14 a 17 de Junho
O primeiro festival português de cinema dedicado ao surf, hoje apresentado e destinado a dinamizar a actividade e produção cinematográfica daquela actividade desportiva, decorre de 14 a 17 de Junho no cinema São Jorge, em Lisboa.

O Surf at Lisbon Film Fest (S.A.L.) «tem como objectivo, dinamizar a actividade e produção cinematográfica da modalidade, promovendo intercâmbios a nível internacional nas áreas da cultura, turismo e desporto, além de suprir uma lacuna para os cerca de 70.000 adeptos deste desporto», refere o texto de apresentação do festival, integrado na programação das Festas de Lisboa.

 

A iniciativa será aproveitada para «sensibilizar os participantes para as questões ecológicas, de preservação do meio ambiente e para uma utilização responsável dos recursos naturais, firmando o surf como modalidade desportiva responsável e embaixador da preservação do nosso planeta».

 

Durante os quatro dias de S.A.L., serão apresentados 38 filmes, seleccionados de um total de 45 que se candidataram a esta primeira edição, provenientes, além de Portugal, de países como os Estados Unidos da América, o Reino Unido e o Brasil.

 

A Deeper Shade of Blue, de Jack McCoy, precedido da curta-metragem Blue Sway, do mesmo realizador, abre o festival, no dia 14, às 21h00.

 

A exibição dos filmes em competição termina no dia 16, às 21:00, com a estreia de 'Idiosyncrasies', com a presença do realizador Patrick Trefz.

 

O dia 17, o último do certame, está reservado para a exibição de filmes fora de competição, como Summer One, de Tito da Costa, «o primeiro filme de surf português».

 

A programação do festival é complementada com exposições, palestras e concertos.

 

O 'foyer' do São Jorge irá acolher um 'work in progress' do artista plástico Pedro Zamith. Nas vitrines existentes naquele espaço estarão expostas pranchas trabalhadas pelo artista plástico Gonçalo Mar e o designer Armando Gomes. Durante o festival, o São Jorge acolhe também uma exposição de fotografia de Ricardo Bravo, acompanhada de textos do cronista de viagens Gonçalo Cadilhe.

 

A música estará representada com espectáculos dos Capitães da Areia, no dia 14, dos Voodoo Marmalade, a 15, e dos Capitão Fausto, a 16, e actuações de DJ.

 

O S.A.L. foi desenvolvido pela Surf at Lisbon Associação Cultural (SALAC) em co-produção com o cinema São Jorge e em parceria com a empresa municipal EGEAC e a Câmara Municipal de Lisboa.

 

Noticia do Sol



publicado por olhar para o mundo às 17:54 | link do post | comentar

Domingo, 03.06.12

Pico sexual feminino ocorre sábado, às 23h / Shutterstock

O estudo foi feito com cerca de mil mulheres do Reino Unido

Quer saber qual é o melhor momento para namorar entre quatro paredes? De acordo com um estudo encomendado pela revista "Women's Health", do Reino Unido, o pico do apetite sexual feminino ocorre às 23h dos sábados. 

Segundo informações do jornal "Daily Mail", para chegar a essa conclusão, o levantamento contou com a opinião de mil mulheres do Reino Unido. Apesar de mais de três quartos das entrevistadas estarem satisfeitas com a vida sexual, grande parte culpou muito trabalho e falta de tempo livre por diminuir a disposição.

Vale acrescentar que, no ano passado, a Escola de Economia e Ciência Política de Londres, na Inglaterra, informou que a quinta-feira pela manhã é o melhor período para os casais terem relações. A explicação é que os níveis de cortisol chegam ao máximo, estimulando os hormônios sexuais. Também já constataram que as taxas de testosterona nos homens e de estrogênio nas mulheres ficam até cinco vezes mais elevadas no início do dia. Tente todas as alternativas e tire suas próprias conclusões. 

 

 

Retirado de Band



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Segunda-feira, 28.05.12

Cynthia Nixon and Girlfriend Tie the Knot!

Cynthia Nixon, que interpreta Miranda Hobbes na popular série televisiva, casou ontem em Nova Iorque, três anos depois de ter anunciado o noivado. Nixon e Christine Marinoni, casaram finalmente.

Em 2009, as duas participaram numa manifestação de apoio ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e revelaram estar noivas. Segundo o representante de Nixon, as duas casaram legalmente no estado de Nova Iorque, isto porque, aquando do anúncio do noivado o casamento homossexual ainda não era permitido naquele estado.

 

Em 2010, Cynthia afirmou que estava «a adorar estar noiva. Não me importo de ficar assim durante muito tempo, o que vai acontecer». Só no verão passado é que o casamento homossexual se tornou legal em Nova Iorque. O casal, que está junto desde 2004, já teve um filho. Max Ellington Nixon-Marinoni nasceu em Fevereiro do ano passado.

 

Retirado de Destak



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“In vivo”: cinco alertas sem alarme sobre cinco cancros   

(Foto: Carlos Lopes/Arquivo)

 

O PÚBLICO associa-se à Semana Europeia do Cancro com a divulgação de uma série de cinco documentários elaborados pelo Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, um dos principais centros de investigação na área do cancro.

 

A colecção “In vivo” focada na prevenção dos cancros mais frequentes em Portugal – Mama, Pele, Colo do útero, Colo-rectal e Estômago – tem sido apresentada em várias escolas do país e foi adaptada para o PÚBLICO. 

“O que se procura aqui é uma tomada de consciência entrando pela porta do alerta e não do alarme”, resume o coordenador desta iniciativa do Ipatimup e Professor Afiliado da Faculdade de Medicina da UP, Luís Filipe Silva.

Mais do que os excepcionais avanços feitos na área das terapias que atacam os mais diversos cancros, Sobrinho Simões, director do Ipatimup, remata que “o problema do cancro, de todos os cancros, só será atenuado com prevenção e diagnóstico precoce”. 

Assim, a escolha dos cinco cancros desta série foi feita a pensar na importância que têm em Portugal mas também na possibilidade que todos temos de os prevenir com medidas simples. São doenças que têm factores de risco evitáveis.

A colecção [In Vivo] foi concebida e produzida por investigadores da Unidade de Divulgação do IPATIMUP, com a colaboração de especialistas clínicos e investigadores externos e um conjunto de entidades públicas e privadas que se empenharam activamente na concretização deste projecto, com especial relevo para as escolas que o acolheram e o fortaleceram.


Cancro da Mama mata uma mulher a cada minuto. Veja como prevenir

 

Noticia do Público



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Sábado, 26.05.12

Miley Cyrus fala sobre sexo:

Cantora que começou a dar que falar com a personagem Hannah Montana, da Disney, tem hoje 19 anos.

Miley Cyrus disse numa entrevista televisiva que considera o sexo "uma coisa linda" e acrescentou também que é "mágico". A Amanda de Cadenet, mulher de Nick Valensi dos Strokes e apresentadora do programa The Conversation, a artista de 19 anos defendeu que os pais devem falar sobre sexo com os filhos.

 

"Os miúdos têm televisão portanto sabem o que é sexo", disse a cantora, que se tornou conhecida como protagonista da série infantil Hannah Montana, da Disney. "Eduquem-nos e digam-lhes que eles não estariam cá sem sexo, e que é uma coisa linda e é mágico e é quando tu te ligas a alguém. E não tem tanto a ver com quanto vales. O teu valor não depende disso, depende de como te vês a ti próprio".

 

Cyrus explica que há muitas raparigas que medem o seu valor pelos "favores sexuais que fazem a alguém": "Isso deixa-me muito triste. O sexo é a única forma que temos de criar e é a única forma de o mundo continuar. Portanto, é pura ignorância não falar com os filhos sobre o assunto nem fazê-lo parecer tão mágico ou fixe quanto é na realidade".

 

A artista fala também da forma como as cantoras hoje exploram a sua sexualidade: "Antes, se eras mulher não cantavas sobre sexo, hoje se não é sobre isso que cantas, se não moldas toda a tua imagem em torno disso, a tua música não passa em lado nenhum".

 

Recorde abaixo as melhores fotos da atuação de Cyrus no Rock in Rio Lisboa 2010. 




Retirado do Blitz



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Quarta-feira, 23.05.12

Dicas para aumentar a sua libido / Shutterstock

Depois de um longo dia de trabalho, algumas mulheres se sentem desestimuladas para o sexo ao chegar em casa. Há noites em que tudo o que você quer é apenas deitar e dormir, mas quando isso vira hábito o relacionamento pode esfriar. 

Por isso, para driblar o cansaço e aumentar o desejo sexual, o site Health.com listou sete dicas importantes. Confira a seguir e aproveite sua noite a dois:

Dê abraços longos
Sabe aqueles abraços de até três segundos? Prolongue-os. De acordo com um estudo, um abraço com mais de 20 segundos aumenta os níveis de hormônios ligados à sensualidade.  “Abraçar proporciona sentimentos de profundo apego, o que muitas vezes leva ao desejo sexual”, explica a pesquisadora Helen Fisher.

Mantenha seu coração acelerado
Seja com corrida ou musculação, fazer exercícios aumenta sua confiança com a silhueta e, consequentemente, o desejo sexual. Se tiver preguiça, faça uma caminhada para intensificar o fluxo de sangue no corpo. "Mulheres que se exercitam têm maior autoestima sexual", afirma a pesquisadora Tina M. Penhollow.

Aguce seus sentidos
Concentre-se em tudo o que vê, sente e ouve. Mulheres sensitivas têm mais satisfação sexual, segundo um estudo do jornal Sexual Medicine. Para adquirir este hábito, escolha uma refeição do dia e observe a textura, o aroma e o sabor com atenção. Dessa forma, você será capaz de captar melhor as sensações.

Mude o tom da conversa
Tudo bem que vocês precisam dividir algumas angústias, mas conversar apenas sobre trabalho e problemas familiares afasta os desejos sexuais. Por isso, divida seus pensamentos picantes e relembre noites marcantes. De acordo com a especialista em relacionamento Yvonne K. Fulbright, ele ficará mais apaixonado ao ouvir frases como: “lembra quando fizemos isso na cozinha?".

Olhe uma foto dele
Segundo um estudo da Universidade de Rutgers, exames de ressonância magnética mostraram que quando uma pessoa olha para foto de outra por 30 segundos, há uma atividade do cérebro que aumenta o desejo sexual. Por isso, olhe uma foto dele no caminho do trabalho. Os sentimentos gerados nos 30 segundos irão se prolongar até você chegar em casa.

Redescubra seu lado sexy
Você já tentou acender velas e colocar uma música sexy, mas mesmo assim, depois de um longo dia de trabalho, é difícil entrar no clima. "As mulheres fazem malabarismos, tanto que podem colocar sua sexualidade em segundo plano e perder a conexão com o lado sensual", diz Marianne Brandon, autora do livro Recuperação do Desejo. A dica é não desistir e sempre tentar novas táticas para descobrir a mulher sexy que há em você.

Não aposte em lingeries sexy
Claro, se você se sentir atraente dessa forma, siga em frente. Mas algumas mulheres usam peças sensuais apenas para agradar o parceiro. O segredo é usar roupas que aumentem sua autoestima e libido. “Use o que faz você se sentir sensual, não o que seu parceiro pensa que é quente. A sensualidade faz parte de quem você é”, explica Marianne Brandon.

 

Retirado de Band



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O presidente da Câmara de Oeiras foi sentenciado a dois anos de prisão

O presidente da Câmara de Oeiras foi sentenciado a dois anos de prisão (Nuno Ferreira Santos)
O Ministério Público de Oeiras considerou prescrito o procedimento criminal contra o presidente da Câmara Municipal local, Isaltino Morais, pelo crime de corrupção passiva para acto ilícito, pelo que arquivou o inquérito.

Em nota da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL) esclarece contudo que este arquivamento por prescrição (do crime de corrupção) “não tem qualquer relação, relevância ou consequência” na pena de prisão de dois anos aplicada a Isaltino Morais, pelo Tribunal da Relação de Lisboa de 13 de Julho de 2010, a qual ainda não foi executada.

A decisão do MP de Oeiras foi tomada na segunda-feira, tendo, em síntese, considerado que “consumado o crime (de corrupção) em 1 Fevereiro 1996, mesmo aproveitando a constituição de Isaltino Morais como arguido de 9 Junho de 2005 no processo primitivo, o procedimento criminal estaria extinto por prescrição em 1 de Fevereiro de 2011”. Assim, o MP de Oeiras ordenou o arquivamento do inquérito. 

Em Julho de 2010, o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a condenação em primeira instância de Isaltino Morais, mas anulou a parte respeitante ao crime de corrupção, devido a uma irregularidade processual, e mandou o Tribunal de Oeiras repetir o julgamento relativamente a esses factos que envolviam uma troca de favores com um empreiteiro algarvio.

Segundo a PGDL, na audiência de julgamento no Tribunal de Oeiras, já em Maio deste ano, foi comunicada a alteração substancial dos factos, não tendo Isaltino Morais “dado o seu acordo para a continuação do julgamento”, ficando o MP de apreciar a questão da prescrição, ou não, do crime de corrupção.

Isaltino Morais foi condenado em 2009, num tribunal de primeira instância, a sete anos de prisão e à perda de mandato autárquico por fraude fiscal, abuso de poder, corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais. Posteriormente, quanto ao branqueamento de capitais, a Relação de Lisboa baixou a pena para um ano e cinco meses de prisão.

Em cúmulo jurídico, pelos três crimes de fraude fiscal e um de branqueamento de capitais, a Relação decidiu condenar o autarca a dois anos de prisão efectiva. Isaltino Morais chegou a ser detido a 29 de Setembro de 2011, mas acabou por ser libertado menos de 24 horas depois por decisão do tribunal de Oeiras.

 

Retirado do Público



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Recebemos no nosso mail um testemunho de uma pessoa enganada por uma empresa fraudulenta que se aproveita da fragilidade do desemprego para conseguir arranjar trabalho grátis. Segue o testemunho na íntegra:



Car@s Precári@s,


Contacto-vos porque, no início deste ano, ao procurar um emprego em part-time para conciliar com a faculdade, acabei por ser vítima de uma suposta empresa de marketing que chegara a Portugal em Agosto de 2010 e se encontrava (e encontra) a recrutar colaboradores.


Ficam, ainda, muitos pormenores escabrosos por relatar, pois a lista é quase infinita. Gostaria apenas, por enquanto, de alertar tod@s @s jovens que se encontram à procura de emprego para que não caiam nesse esquema. Eles têm anúncios em sites de emprego legítimos, e ao que parece, mudam o nome e a localização dos escritórios com alguma frequência, portanto é possível que se venham a deparar com a mesma empresa sob outro nome. De momento, o nome AXES MARKET continua a constar nos anúncios.


O que aconteceu, resumidamente, foi o seguinte:


Enviei o meu currículo através do site "Empregos Online" e fui contactada no dia seguinte para marcação de entrevista. Perguntei a quem me deveria dirigir quando chegasse ao local e informaram-me de que só teria que dizer que vinha para entrevista, pois esta seria realizada pelo director. Solicitaram-me, ainda, que levasse uma cópia do meu currículo.


No dia seguinte, dirigi-me ao 6ºesquerdo da Rua Rodrigues Sampaio nº 30, onde fui entrevistada, em inglês, por um norte-americano (o director) que falou muito rapidamente acerca da função a desempenhar e me disse que, entre os cerca de trinta entrevistados naquele dia, menos de dez seriam contactados para a segunda fase de selecção.


No final do dia, a empresa entrou em contacto comigo para informar que tinha sido uma das escolhidas, e que deveria comparecer no dia seguinte às 12h30, vestida profissionalmente mas com sapatos confortáveis, pois iria acompanhar um colaborador ao longo do dia de trabalho. Pediram-me, ainda, que confirmasse a minha disponibilidade entre as 12h30 e as 20h, visto ser este o tempo que deveria permanecer com o colaborador em questão.


No dia seginte, fui então para o "terreno" com aquele que viria a ser o meu "leader" e mais dois colegas. O primeiro começou por fazer-me perguntas básicas: a minha experiência profissional, os meus objectivos, etc. Quando lhe disse que já tinha tido alguns empregos de Verão em lojas e que gostava do contacto com o público, ele respondeu: "Pois, mas vendedor qualquer idiota pode ser. Nós estamos a recrutar líderes, e a fase das vendas directas não é determinante, é apenas parte do processo.". Eu não me recordava de me ter candidatado a chefe de equipa uma vez que, como já referi, sou estudante e estava apenas à procura de um part-time - mas enfim, se encontrasse algo melhor que um call center não me faria rogada. Posteriormente, fui bombardeada por uma série de questões e informações acerca da área das vendas directas (porta-a-porta), enquanto, literalmente, corria atrás do tal líder. Tive ainda que responder a um questionário sobre os meus pontos fortes e fracos (10 de cada), bem como mencionar 15 características de um bom líder. Para além disso, foi-me pedido que respondesse a 3 adivinhas e que dissesse como imaginava a minha vida em 1, 5 e 10 anos. Tudo isto enquanto subia e descia escadas.


Á hora de almoço, o "líder" fez numa folha do meu caderno um esquema da progressão dentro da empresa e das remunerações, sendo que, na fase inicial, um colaborador receberia entre 250 a 300€ por semana, passando depois a 500 e assim sucessivamente. O horário de trabalho seria de segunda a sexta, entre as 11 e as 21h, sendo, no entanto, totalmente flexível para trabalhadores-estudantes.


Às 22 horas desse mesmo dia, completamente encharcada e cheia de feridas nos pés, caminhei com o líder até à estação do metro, onde este me disse que eu parecia ser uma pessoa empenhada e com muita força de vontade, mas não era extraordinária em nada e, assim sendo, ele não sabia se devia ou não recomendar-me ao director. Pediu-me que lhe dissesse o que tinha, então, de especial para ser escolhida entre os 5 que tinham passado à esta fase, pois só iriam ficar com uma pessoa - ou nenhuma, se não houvesse um candidato realmente à altura. Pressionou-me até eu responder que não sabia mais o que me distinguia dos outros e que, embora gostasse de ficar com o emprego, não teria qualquer problema se não fosse seleccionada, uma vez que respondera a diversas ofertas.


No final, fui novamente ao gabinete do director onde, surpreendentemente, este me deu os parabéns por ter sido seleccionada e que deveria começar no dia seguinte.


No dia seguinte, houve um "Opportunity Meeting" com o director, onde nos foi feita uma lavagem cerebral, cujo objectivo era fazer-nos crer que ganharíamos um bom ordenado ao mesmo tempo que progredíamos na carreira, e tudo isso dependeria apenas da nossa dedicação. Essa dedicação, como vim a verificar nas 3 semanas em que estive na empresa, consistia em trabalhar DOZE HORAS POR DIA, 6 DIAS POR SEMANA, recebendo apenas uma comissão de 20 ou 30€ por venda - e, como é óbvio, nem sempre se vendia, principalmente porque nos enviavam para a mesma zona de dois em dois dias. As despesas de deslocação e alimentação eram por nossa conta pois, teoricamente, éramos trabalhadores independentes.


Dada a dificuldade de encontrar na internet qualquer informação relevante acerca da empresa (que tem, pelo menos, três nomes) optei por pesquisar o nome do director e as minhas suspeitas confirmaram-se: a empresa não passa de um esquema para encher os bolsos de quem está no topo, não tanto através das vendas, mas sobretudo do recrutamento de "distribuidores" (nas três semanas em que lá trabalhei, entraram pelo menos vinte novas pessoas), que serão, também eles iludidos pela promessa de crescimento profissional e sugados por charlatães que tentam a todo o custo afastar-nos da realidade e que nos querem fazer crer que somos uns preguiçosos se o dia de trabalho não nos corre bem – mesmo depois de termos passado o dia inteiro à chuva, a bater a portas e a ouvir reclamações.


Eu saí da empresa a um mês depois e até hoje não recebi um cêntimo pelas vendas que fiz. Recusei diversas entrevistas de emprego por achar que estava a trabalhar numa empresa a sério, e agora continuo sem trabalho – e com receio de voltar a deparar-me com uma situação semelhante.


Ficam, ainda, muitos pormenores escabrosos por relatar, pois a lista é quase infinita. Gostaria apenas, por enquanto, de alertar tod@s @s jovens que se encontram à procura de emprego para que não caiam nesse esquema. Eles têm anúncios em sites de emprego legítimos, e ao que parece, mudam o nome e a localização dos escritórios com alguma frequência, portanto é possível que se venham a deparar com a mesma empresa sob outro nome. De momento, o nome AXES MARKET continua a constar nos anúncios.


Grata pela atenção.



Retirado de Precários inflexiveis


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Terça-feira, 22.05.12

HOMOSSEXUALIDADE, Saber ao certo e dizer aos outros

 

A homossexualidade não é uma escolha. A escolha é entre ficar escondido e sozinho ou assumir e seguir em frente. Ninguém disse que era fácil, mas possível.

 

Dúvida, silêncio, medo, revelação. Etapas por que passou o jovem Filipe, que na descoberta da sua homossexualidade “queria saber ao certo o que é ser gay”. Personagem de um livro de Margarida Fonseca Santos que sintetiza os relatos que escutou de rapazes e raparigas que querem evitar que outros sofram, como eles, “a violência dos silêncios”. Por isso é contado na primeira pessoa.

 

“Tinha de ser na primeira pessoa. É a melhor maneira de se sentir as várias dificuldades por que passa alguém que assume a sua homossexualidade ou qualquer outra coisa”, disse a autora no lançamento de Saber ao Certo, na semana passada em Lisboa, a assinalar o Dia Internacional das Famílias (15 de Maio) e o Dia Mundial Contra a Homofobia (17). E sublinhou querer “honrar todas as pessoas que aceitaram partilhar os seus percursos”.

 

A avaliar pelas famílias que encheram o Centro de Estudos Sociais-Lisboa e pelos agradecimentos públicos recebidos, terá conseguido.

 

A violência dos silêncios

 

Margarida Fonseca Santos aproveitou a expressão “violência dos silêncios”, usada por Paulo Corte-Real (da ILGA-Portugal) instantes antes da sua intervenção, para dizer: “É essa violência dos silêncios que mais me custa aceitar. Antes de o adolescente se assumir, contar, há muito silêncio sofrido.”

 

Esse terá sido “o motor mais forte” para escrever o livro, assim como “as dúvidas, o não se conseguir reconhecer, o ter receio de uma determinada atitude”. E lembrou: “A escolha é só essa, se ficamos escondidos ou se assumimos. A homossexualidade não é uma escolha.”

 

Também ela, ao escrever, teve medos: “Tive receio de fazer um livro que no fundo significasse que ser homossexual era ter entrada num determinado grupo. Precisamos de viver agrupados e, neste momento, nas escolas é algo muito complicado. Temos de passar e repetir a mensagem de que a homossexualidade não é uma escolha.”

 

Mãe de Filipe“– O céu desabou sobre mim… – ouvi-a dizer em sussurros, numa conversa que não era comigo, nem devia ser ouvida por mim – mas foi um instante, um instante muito pequeno. É o meu filho, não muda nada. É o meu filho e eu gosto tanto dele que só me custa pensar nos dias todos que sofreu sem dizer nada!”


Mais mães que pais assistiram à apresentação de Saber ao Certo, uma edição bilingue (português e espanhol), da Editorial Estampa, ilustrada por Francisca Torres, criada em resposta ao desafio de Margarida Faria, da Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual e Igualdade de Género (AMPLOS). Falámos com uma destas mães: Maria Alice Vale de Almeida.

 

“Sou a mãe do Miguel Vale de Almeida. Sabe quem é?”, pergunta com olhar orgulhoso e sorriso feliz. Sabemos. É antropólogo, professor universitário e o primeiro deputado português assumidamente gay. Participou na XI Legislatura como independente pelo PS e deixou o cargo após ter sido legalizado o casamento entre pessoas do mesmo sexo. “Missão cumprida”, disse ele na altura (Dezembro de 2010).

 

Retirado do Público



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Segunda-feira, 21.05.12
Vibradores são acessórios de famosas

Gwyneth Paltrow ajuda a melhorar vendas de produtos eróticos. Foto reprodução site Celebrity Beauty Buzz

 

Elas são mulheres famosas, bem sucedidas, ao que tudo indica bem casadas, mas também usam seus amigos, os vibradores. Eva Longoria e Gwyneth Paltrow fizeram alguns comentários que podem ter alavancado as vendas de vibradores. Vai ver a mulherada que estava acanhada resolveu soltar a franga e não perder mais tempo.

 

Segundo declarações publicadas, Eva Longoria, estrela do seriado "Desperate Housewives", disse abertamente, "as melhores transas da minha vida foram com vibradores".

 

E tem mais, a atriz Gwyneth Paltrow, que apareceu pela última vez na telona em "Vingadores", é esposa do vocalista do Coldplay Chris Martin, e ao ser perguntada sobre sua posição sexual favorita, ela disse, "qualquer uma".

 

A atriz Teri Hatcher, amiga de Longoria no elenco do seriado, disse algo ainda mais conclusivo, "para ser honesta, não sei para que serve um homem. Eu tenho alguns aparelhos fabulosos".

 

Mas será mesmo que brinquedinhos podem substituir o calor de um corpo?

 

Vibradores e aparelhos supersônicos não abraçam, beijam ou mudam de posição sem que a mulher mande. Usar brinquedos para complementar sem problemas, mas jamais para substituir o bom e velho, homem de carne e osso, certo meninas?

 

Retirado de Vila Dois



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Sexta-feira, 18.05.12

Por ocasião do Dia Internacional contra a Homofobia, as organizações defensoras dos direitos das minorias sexuais alertam esta quinta-feira sobre a persistência da discriminação e da violência contra homossexuais pelo mundo, opção sexual ilegal em 78 países e punida com pena de morte em cinco.


A Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais (ILGA) divulgou esta semana em Genebra um relatório sobre a situação da homossexualidade que revela que dez países permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo e 12 admitem a adopção de filhos por parte de casais.

 

Irão, Arábia Saudita, Iémen, Mauritânia e Sudão penalizam a homossexualidade com pena de morte, o que ocorre também em algumas regiões do norte da Nigéria e do sul da Somália.

 

A Europa é a região onde os direitos dos homossexuais são mais atendidos, na América Latina o maior problema é a violência - pois a maioria de países não conta com legislação que proíba a homofobia -, enquanto metade dos países da Ásia ainda criminaliza a homossexualidade.

 

Nos Estados Unidos, onde os activistas consideraram um grande avanço o recente pronunciamento do presidente Barack Obama em favor de casamento homossexual, foram convocados actos de protesto. O apoio de Obama ao casamento gay levou o debate ao centro da campanha eleitoral no país, já que o seu provável rival republicano, Mitt Romney, opõe-se à união entre pessoas do mesmo sexo.

 

Em Cuba, o Dia contra a Homofobia é lembrado com actos que começaram no último dia 8 com actividades académicas, educativas, artísticas e eventos públicos e a já tradicional «conga» contra a homofobia realizada nas ruas de Havana no sábado passado.

 

A iniciativa é promovida desde 2007 pelo Centro Nacional de Educação Sexual (Cenesex), dirigido por Mariela Castro, filha do presidente cubano Raúl Castro, como parte da sua campanha para sensibilizar sobre o respeito à diversidade sexual.

 

A Sociedade de Integração Gay Lésbica Argentina (Sigla) manifestar-se-á em frente ao Ministério da Educação, em Buenos Aires, enquanto outros grupos como a Comunidade Homossexual Argentina (CHA) apoiará guias escolares - a Argentina foi o primeiro país da América a autorizar o casamento homossexual em 2010.

 

Na Europa, e especificamente no Reino Unido, foram convocados para hoje 150 actos para celebrar a data, nos quais se incluem protestos contra a situação dos homossexuais noutros países como o Irão e a Nigéria.

 

Em Paris, a associação Osez Le Féminisme pretendia organizar um «flash-mob Kiss-in» de mulheres contra a discriminação de lésbicas, numa praça próxima ao centro Pompidou. Com o beijo público entre mulheres, a associação pretende chamar a atenção sobre «a violência especificamente dirigida contra as mulheres por ocasião de sua homossexualidade».

 

Entre os eventos previstos na capital alemã, está uma maratona de beijos «Kiss.In» sob o lema «Homofobia, um perigo para a nossa juventude. Contra a banalização da violência contra homossexuais e transexuais».

 

Na Rússia, os índices de homofobia são alarmantes. Cerca de 45% dos russos dizem ter emoções negativas ao lidar com homossexuais, segundo uma pesquisa publicada esta quinta-feira por ocasião da data. A Câmara de Moscovo equaciona negar autorização para a realização de duas manifestações de orgulho gay no centro da capital russa nos próximos dias 26 e 27.

 

A África do Sul é a excepção africana no reconhecimento dos direitos da comunidade gay, num continente onde a homossexualidade é proibida em cerca de 30 países e punida com a prisão em muitos deles. A Constituição sul-africana de 1996 é uma das mais avançadas da África e reconhece o direito de união civil de casais do mesmo sexo.

 

Retirado de Diario Digital



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Quinta-feira, 17.05.12
Confira sete regras para o sexo casual mais seguro
Ir para a cama com alguém que você não conhece, não sabe o que pensa ou como se comporta envolve coragem e discernimento
Mesmo com toda a liberdade sexual conquistada pela mulher moderna, a ala feminina ainda treme quando o assunto é o sexo casual, daqueles sem compromisso. Ir para a cama com alguém que você não conhece, não sabe o que pensa ou como se comporta envolve coragem e discernimento. Coragem, sobretudo, para se colocar em uma situação até mesmo de risco. "Analise bem se vale a pena e busque discernimento para tentar, naquele pouco tempo do encontro, estudar sua paquera atentamente buscando elementos que possam deixá-la mais à vontade com o que deseja fazer", explica a sexóloga Regina Racco. 

"Para sentir-se mais segura, tenha uma amiga ou amigos por perto e apresente-o para eles. Dessa forma, o cara saberá que outras pessoas estão em sua companhia e isso garante certa proteção", recomenda a sexóloga. Segundo Regina Racco, a mulher tem tanto direito quanto o homem de desejar um encontro leve, gostoso e sem compromisso algum, mas deve tomar cuidado para extrair desse encontro apenas prazer. 

Se você pretende apostar no sexo sem compromisso, confira algumas regras básicas elaboradas pela sexóloga Regina Racco para tornar mais segura a prática desse tipo de relação. 

Abordagem 

Partindo do ponto de que vocês já foram apresentados e estão conversando, a abordagem vai ocorrer naturalmente Basta perceber como ele se comporta em relação a você. Se há interesse por parte dele. Dê alguns empurrãozinhos no papo (demonstrando interesse) e certamente ele fará o convite. 

Casa ou motel? 

Sem dúvida o motel é a opção mais segura. Lembre-se que você não o conhece o suficiente para colocá-lo dentro de sua casa. Esse local deve ficar reservado para o caso de rolarem novos encontros, para quando vocês tiverem mais intimidade e confiança. 

Dormir juntinho ou dar o fora? 

Essa é sua opção. Gostou? Está confortável na situação? Fique! Não foi legal? Pegue seu saltinho e saia discretamente. Se preferir, e para não ficar indelicado, pode deixar um bilhete do tipo 'precisei sair, falamos depois', e deixe o telefone. Se ele ligar pedindo explicações, seja sincera. Se não ligar, caso encerrado. 

Não revele detalhes da sua vida 

Se a conversa for rolando depois da transa, não revele detalhes íntimos de sua vida. Fale apenas de fatos superficiais para alimentar o papo e tente fazê-lo falar escutando com atenção. Quem sabe esse primeiro momento pode se tornar algo mais sério? Mas não coloque expectativa: apenas deixe acontecer naturalmente, preservando-se, claro. Não se esqueça disso: o sexo pode ter sido bom, mas vocês dois continuam estranhos. 

Vale tudo ou há limites? 

No sexo casual valem os seus limites. Afinal, você desejou essa experiência, portanto, mantenha as rédeas e somente permita o que lhe traga prazer e não tenha medo de dizer não ou encerrar o encontro na hora que desejar. 

O dia seguinte 

A eterna dúvida depois de uma noite de sexo casual é: ligo para ele ou não? Se gostou e foi agradável para os dois, não tem nada demais ligar, afinal, ambos sabem que quiseram o encontro. E, embora fazendo todo o charminho que toda mulher faz, você sabe que conduziu a situação, portanto, pode ligar, se é isso que deseja. 

Riscos de uma paixão 

Você pode estar encantada e os riscos são inevitáveis. Você ligará para ele e ele poderá não ligar de volta. Paciência! Não esqueça que aquele momento, para ambos, não passou de sexo casual e casual não é compromisso. Mas, quem sabe ele também não se encante e vocês possam continuar seguindo para algo mais sério? Viver envolve riscos e com o sexo acontece a mesma coisa.
Retirado de Bonde


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Donna Summer a cantar na cerimónia do Nobel da Paz de 2009

Donna Summer a cantar na cerimónia do Nobel da Paz de 2009 (Bjorn Sigurdson/AFP)


A cantora norte-americana Donna Summer morreu esta quinta-feira de manhã na Florida, nos Estados Unidos, depois de uma longa luta contra um cancro. Donna Summer tinha 63 anos. A notícia foi avançada pelo TMZ e já foi entretanto confirmada pela família.

"Esta manhã perdemos Donna Summer Sudano, uma mulher com muitos dons. Estamos em paz e a celebrar a sua extraordinária vida e o seu legado", lê-se no comunicado assinado por Bruce Sodano, vocalista da banda Brooklyn Dreams e actual marido da cantora e pai das suas duas filhas, Brooklyn e Amanda. Donna Summer deixa ainda outra filha, de um casamento anterior. 

Segundo a imprensa norte-americana, Donna Summer terá tentado manter a sua doença em segredo e longe das atenções mediáticas. 

Com mais de 30 anos de carreira e mais de 130 milhões de discos vendidos, Donna Summer ganhou cinco Grammys, o último dos quais em 1998 com "Carry On". A “rainha da disco”, como ficou conhecida, foi uma das artistas mais bem-sucedidas dos anos 1970 e 1980. 

Músicas como “I Feel Love” ou “Love to Love You Baby”, “Last Dance”, “Bad Girls” e “Hot Stuff” , alguns dos seus maiores sucessos, chegaram aos tops e ainda hoje passam não só nas rádios como em discotecas.

Aos 18 anos, saiu de casa para tentar um papel no musical da Broadway "Hair" e acabou conseguindo viajar com a companhia de teatro para a Alemanha. Foi então que conheceu o produtor Giorgio Moroder, que acabou por ter um papel importante no lançamento da sua carreira. Ao lado de Moroder, Donna Summer lançou “Bad Girls”, “Last Dance” e “She Works Hard for the Money”. 

Donna Summer iniciou-se na música como Donna Gaines – o seu nome de nascimento é LaDonna Gaines –, tendo lançado o primeiro single “Sally Go 'Round the Roses” em 1971. Mas o nome artístico escolhido, tão próximo do seu nome, não a agradou e foi então que mudou para Donna Summer, quando em 1975 lançou o hit “Love to Love You Baby”.

Rapidamente, a norte-americana tornou-se num ícone das pistas de dança e do glamour, onde influenciou artistas também conhecidos pela extravagância como Madonna, Kylie Minogue e David Bowie.

No entanto, nos últimos anos à medida que o disco sound se tornou menos popular, Donna Summer procurou actualizar-se e adaptar-se à indústria ao aproximar-se também da pop-rock, sem nunca perder o título de "rainha da disco". Uma categorização que nunca terá apreciado muito. "Não gosto de ser categorizada porque eu penso em mim como um instrumento e, se tu me tocares, eu farei o som que é suposto fazer por muito especial que seja", disse a cantora numa entrevista à CNN em 2008. "Só estou a tentar ser fiel a mim mesma e ao que sinto que é a minha missão."

O seu último trabalho, "Crayons", chegou às lojas em 2008 e Donna Summer estaria já a trabalhar num novo álbum. 

Nas redes sociais as homenagens à cantora têm-se multiplicado. A cantora norte-americana Dionne Warwick, prima de Whitney Houston, escreveu que hoje o mundo perdou uma grande artista. “Vamos sentir terrivelmente a sua falta. Ela foi a verdadeira rainha da disco”, escreveu La Toya Jackson no Twitter. 

Também a apresentadora norte-americana Ellen DeGeneres deixou no Twitter uma mensagem: "Estou tão triste com a notícia, era uma grande fã. Até usei uma música dela no programa de hoje". E Kylie Minogue: "Uma das minhas primeiras inspirações musicais. Descansa em paz, Donna Summer".

Para a cantora Gloria Estefan, "poucos cantores tiveram um impacto na música e no mundo como Donna Summer". "É o fim de uma, terei saudades."



 

 

Retirado do Público



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Hoje, 50% das pessoas vive em zonas urbanas
Hoje, 50% das pessoas vive em zonas urbanas (Antony Dickson/AFP)

“Vivemos como se tivéssemos um planeta extra à nossa disposição”, diz a organização WWF num relatório que toma o pulso ao estado do Ambiente mundial, hoje pior do que há 30 anos. Dentro de um mês, a Cimeira Rio+20, no Brasil, vai tentar encontrar soluções.

 

Nos últimos 30 anos perdemos em média 28% da biodiversidade mundial, segundo o “Planeta Vivo 2012” (“Living Planet 2012”), relatório que a WWF (Fundo Mundial da Natureza) elabora de dois em dois anos para avaliar o estado das espécies no mundo e a pressão humana sobre os recursos naturais. 

As espécies mais ameaçadas estão nas regiões tropicais e nos rios e lagos. Segundo o relatório, entre 1970 e 2008, as zonas tropicais do planeta registaram declínios de 60% e as espécies de água doce, 70%, “o maior decréscimo de sempre face a outra qualquer espécie terrestre ou marinha”. Estas percentagens basearam-se no estudo de 9014 populações de 2688 espécies de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes. “Algumas populações aumentaram de tamanho durante o período em que foram monitorizadas, mas outras diminuíram [como o atum-rabilho e o albatroz-viajeiro]. Em média, a magnitude das reduções populacionais excedeu a dos aumentos”, segundo o relatório.

A perda da biodiversidade é um dos indicadores do estado do planeta, que nos últimos anos tem sido marcado pelo aumento do consumo e exploração dos recursos naturais. “Vivemos como se tivéssemos um planeta extra à nossa disposição”, disse Jim Leape, director-geral da WWF Internacional. “Utilizamos 50% mais recursos do que aqueles que a Terra pode produzir de forma sustentável e, se nada mudar, até 2030 nem dois planetas serão suficientes”, acrescentou.

Desde 1961, tem aumentado a pegada ecológica per capita (esta medida estima qual a área terrestre biologicamente produtiva e a água necessária para fornecer recursos às pessoas), especialmente na União Europeia e na Ásia Central e Oriental.

Ainda assim, são enormes as diferenças entre as pegadas ecológicas, sendo a dos países ricos cinco vezes maior que a dos países pobres. Segundo o relatório, os países com maior pegada ecológica per capita são o Qatar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Dinamarca, Estados Unidos, Bélgica, Austrália, Canadá, Holanda e Irlanda. Portugal está na 39.ª posição, num total de 233 países.

O relatório salienta também o impacto da urbanização. Hoje, 50% das pessoas vive em zonas urbanas. “Globalmente, os habitantes das cidades são responsáveis por mais de 70% das emissões de dióxido de carbono relacionadas com os combustíveis fósseis”, escreve o estudo. Em 2050, quando a população mundial tiver chegado aos 9300 milhões de habitantes, duas em cada três pessoas viverão nas cidades.

“Este relatório é como um check-up do planeta e os resultados mostram que o nosso planeta está muito doente”, disse Jonathan Baillie, da Sociedade Zoológica de Londres e co-autor do relatório. “Ignorar este diagnóstico trará grandes consequências para a humanidade. Podemos restabelecer a saúde do planeta, mas apenas se atacarmos a raiz do problema: o consumo em excesso.”

O relatório, publicado a cinco semanas da Cimeira Rio+20 – que marca os 20 anos desde a primeira Cimeira da Terra, em 1992 –, sugere que a humanidade pode ser mais sustentável, com um uso mais eficiente da energia e uma redução dos consumos. Para os líderes mundiais que se vão reunir no Rio de Janeiro, a WWF propõe o aumento da rede de áreas protegidas, o restauro de habitats, das energias renováveis, da eficiência energética, além de dar valor à natureza.

“A Cimeira Rio+20 será uma oportunidade para os líderes políticos se prepararem para enfrentar os desafios ambientais destacados no Relatório Planeta Vivo de 2012”, segundo a WWF.

 

No ticia do Público



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Terça-feira, 15.05.12

sexo,estimulação e desejo

 

A mulher atarefada, que vive um corre-corre pra conseguir dar conta de todas as atividades que precisa realizar ao longo do dia, às vezes chega em casa tão cansada que não tem ânimo nenhum para uma bela noite de amor e sexo com o parceiro.

 

"Buscar as crianças no colégio, fazer o jantar, assistir à novela, deixar o maridão ver a partida de futebol e, só depois, como última atividade do dia, sentir-se disposta para transar não é fácil. Sexo dá prazer, mas dá trabalho no dia a dia", diz a sexóloga Cida Lopes.

 

É complicado quando o cansaço e o desânimo acabam passando por cima do desejo, mas a especialista aconselha que as mulheres façam um esforço diário para colocar o sexo em pauta novamente no casamento. Afinal, isso será bom para a relação como um todo. "Quantas vezes você pensa em sexo por dia? Normalmente, a mulher responde ‘nenhuma’. Então, já detectamos uma falha. Pense em sexo umas três vezes, por dia, até que seja natural lembrar-se do assunto", recomenda Lopes. "Alimente uma relação erotizada. Dê beijos longos e apimentados, não fique apenas nos estalinhos. Quanto mais estimular o desejo, mais desejo você irá sentir. Acaricie o parceiro, passe a mão em seu corpo. Mande uma mensagem sugestiva ou deixe um bilhetinho para ele. Tome banho juntinho demorado", completa.

 

A sexóloga explica que em relacionamentos que já duram há bastante tempo, mesmo quando a relação ainda não chegou ao casamento, é comum a perda de desejo. Então, a dica é não deixar que a relação caia na rotina.

 

Ao contrário do que muitas mulheres pensam, não é preciso esperar que o parceiro tome sempre a iniciativa. A autonomia sexual feminina foi conquistada e eles adoram quando a parceira demonstram desejo e tesão.

 

"O grande desafio é valorizar o que a relação estável tem de bom. Exige esforço e cuidado. É normal querer viver em estado de paixão, o que é uma imaturidade. Estimule o prazer, mesmo que você saiba que naquele momento não vai rolar mais nada além das preliminares", aconselha Lopes.

 

Retirado do SRZD



publicado por olhar para o mundo às 21:25 | link do post | comentar

Segunda-feira, 14.05.12
Parque Eduardo VII acolhe iniciativas de ativistas até terça-feira (foto ASF)
Sexo em público abordado em workshop de ativistas

 

Iniciam esta segunda-feira em Lisboa as primeiras ações dos manifestantes integrados no movimento Primavera Global, que decorre até terça-feira em 250 cidades do mundo.

Na noite desta segunda-feira decorrerá um debate sobre engates e como ter sexo em público sem ser visto, entre outros temas.

A ideia partiu de uma filósofa e uma sociólogo, que pretendem mostrar preservar os locais de engate sexo em público é uma forma de criar cidades democráticas.

De forma gratuita, a partir das 21 horas, os interessados em participar nesta iniciativa terão de se deslocar ao Parque Eduardo VII, em Lisboa. Os formadores prometem uma vertente prática na análise ao tema, nomeadamente levar os formandos aos locais por eles considerados adequados para as referidas práticas.

Mais ações como outros workshops e debates estão previstos nas iniciativas a decorrer até próxima terça-feira, no Parque Eduardo VII.

 

Retirado de A bola



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Domingo, 13.05.12

Ops Histórias de acidentes sexuais

 Um esfolado, um arranhão, uma queda, uma torção. Isso tudo parece que só acontece em uma partida de futebol.


Mas saiba que estas lesões também são comuns na hora do sexo

 

Uma pesquisa feita pela revista Cosmopolitan sul africana revelou os dez acidentes mais comuns durante o ato sexual. No topo dos mais citados está torcer o pescoço ou as costas, seguido por contusões e arranhões e queimaduras causadas por fricção no tapete.

 

A estudante Natália Santos Barbosa, 23 anos, conta que já passou por uma situação como esta. "Teve uma vez em que eu esfolei os dois joelhos. Aventurei-me em um tapete e acabei me dando mal", disse a estudante. "Na hora a gente não nota", comentou. Natália revelou também que, em outra ocasião, chegou a ter uma cãibra na região da garganta.

 

Machucar os mamilos, lesões musculares e entalar objetos na vagina ou ânus, aparcem em quarto, quinto e sexto acidentes mais comuns, respectivamente.Infelizmente, para a vendedora Patrícia Bueno, 32 anos, a experiência não foi tão simples e sem consequências.

 

"Há uns quatro anos, a cama quebrou durante o sexo. Eu acabei passando por cima do meu parceiro e caindo no chão. Para tentar me apoiar, usei a mão direita. O mal jeito fez com que todo o meu peso se concentrasse sobre o e meu punho. A consequência não poderia ter sido outra, uma fratura no local", lembra Patrícia. 


A vendedora acabou tendo que se afastar do trabalho por quinze dias. "Também tive que fazer fisioterapia e tomar medicamentos. O duro foi contar ao médico, um senhor de mais de 60 anos, como aquilo aconteceu", disse Patrícia, rindo.

 

Torção no pênis ocupa a sétima colocação da lista divulgada pela revista sul africana. Respectivamente, reações alérgicas a géis e lubrificantes, irritação nos olhos causada por ejaculação no local e picadas de insetos, ocupam os últimos lugares.E com você já aconteceu algo parecido?

Conte e compartilhe as gargalhadas com a gente!

 

Retirado de Vila Dois



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Quarta-feira, 09.05.12
Oregãos

 

Para muitas pessoas a existência dos orégãos começa e acaba numa fatia de pizza. Contudo, estas ervas são - felizmente - muito mais do que isso, sendo o toque essencial em muitas saladas, caldeiradas, caracóis e outras saborosas e saudáveis aplicações.

 

É incontornável sermos transportados para o universo da cozinha italiana quando sentimos o irresistível perfume dos orégãos, no entanto, esta erva aromática não se cinge à gastronomia transalpina, sendo um dos aromas mais característicos das dietas mediterrânicas. De resto, os orégãos são um dos muitos alimentos que, pelo seu simbolismo de felicidade (a origem do seu nome é mesmo “alegria das montanhas”), estão historicamente ligados ao corolário de casamentos em algumas culturas.

 

Muito há a dizer sobre os orégãos e a sua ligação à saúde. Como qualquer erva aromática que se preze, alega-se na medicina alternativa que os orégãos possuem um efeito positivo numa panóplia de maleitas, sendo as mais comuns as dores menstruais, flatulência e gripes. Já no campo das certezas (se é que em ciência podemos utilizar esta palavra), os orégãos são os vice-campeões dos antioxidantes no campeonato das ervas aromáticas e especiarias, sendo apenas ultrapassados pelo cravinho neste domínio.

 

É este tremendo potencial antioxidante conferido pelo timol e ácido coumárico e rosmarínico, entre outros compostos, que os tornam num autêntico “antibiótico alimentar” devido à sua comprovada actividade antimicrobiana e antifúngica. Mas, para além destas vantagens per se, os orégãos possuem igualmente um toque de Midas ao melhorar a composição dos alimentos no qual são incorporados. Neste contexto, um estudo recente demonstrou que a adição de uma mistura de especiarias a hambúrgueres, na qual os orégãos eram o componente dominante, diminuiu em mais de 70% a concentração de malonaldeído, composto implicado em processos cancerígenos e ateroscleróticos.

 

Para além de tudo isto, há ainda a acrescentar que mesmo quando ingeridos em pequenas quantidades, os orégãos são uma boa fonte de fibra, vitamina A, K, ferro e cálcio. Tem ainda para oferecer o benefício típico das ervas aromáticas que passa pela diminuição da adição de sal aos pratos que incorporam.

 

Assim, quer à italiana, em saudáveis pizzas caseiras, pastas e saladas de tomate e queijo fresco, quer à portuguesa, com caracóis, caldeiradas e marinadas, os orégãos são daqueles preciosismos dos quais nenhuma cozinha nem a sua saúde devem prescindir.

*Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto


pedrocarvalho@fcna.up.pt 

 

Retirado do Público



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