Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011
Dicas para aumentar a intimidade e recuperar a paixão

Recupere a paixão do seu relacionamento e seja mais feliz

 

"Não dá para se preocupar com a relação só quando pinta problema! Casais de sucesso trabalham nisso todos os dias", diz o psicólogo americano Sandor Gardos. Veja algumas atitudes simples que podem aumentar a intimidade da relação.

Recupere a paixão


Escreva um bilhete de amor - com papel e caneta mesmo. Estudos mostram que quem registra os sentimentos positivos sobre o parceiro é mais satisfeito em suas relações. Mais dicas: "Na sexta-feira, faça reserva num restaurante, compre ingressos para o cinema ou avise que está enchendo a banheira!", sugere Mendes Júnior.

Esquente a manhã


Se seu uniforme de cama inclui camiseta e short, tire-os durante a noite para que ele encontre uma surpresinha assim que o despertador tocar.

Vá para o abraço


Um abraço de 20 segundos diminui a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos e libera o hormônio oxitocina, que diminui o stress de uma briga, de acordo com pesquisa da Universidade da Virgínia, nos EUA.

Confie no seu taco


Em casa, faça atividades inusitadas sem roupa, como pagar contas pela internet ou pintar as unhas. "Passar um tempo sozinha e nua deixará você mais confortável quando estiver acompanhada porque não se sentirá examinada", diz a psicóloga Ava Cadell, autora do livro 12 Steps to Everlasting Love (inédito no Brasil).


Aumente a conexão


Para os homens, seu ritual de beleza é um portal para o misterioso mundo feminino - então, deixe que seu namorado veja você aplicando máscara nos cílios ou hidratante. "Ele vai se sentir mais próximo ao ter acesso a um lado seu que mais ninguém vê", afirma o psicólogo Scott Haltzman, coautor de Os Segredos das Mulheres Felizes no Casamento (Ed. Gente, 256 págs., R$ 49,90). Mas só faça isso de vez em quando e escolha algo que implique certa sedução - nada de tirar a sobrancelha ou passar uma máscara verde no rosto. A intimidade, você sabe, também pode ser inimiga da sedução.

Elogie mais


O sexo masculino se sente mais confortável demonstrando amor do que falando sobre isso. Então, para conseguir um elogio, estimule. Dizer "Coloquei este vestido para você"  vai fazer bem ao ego dele e incentivá-lo a dizer como você ficou sexy. E a reciprocidade os mantém juntos: parceiros que se admiram enfrentam melhor as fases difíceis.

 

Via M de mulher



publicado por olhar para o mundo às 21:55 | link do post | comentar

Vídeo publicado por engano mostra novo Gmail

A nova versão do Gmail poderá estar prestes a ser lançada pela Google. As primeiras imagens surgem num vídeo, publicado por engano, mas que já está a circular no YouTube. Veja o vídeo


As primeiras imagens daquele que será o novo visual do serviço de e-mail da Google surgem num vídeo oficial, que foi divulgado antes de tempo pela empresa.

 

Apesar de a Google ter apagado de imediato o vídeo, um utilizador do YouTube conseguiu guardá-lo e este pode agora ser visto no site.

 

Uma das principais novidades apresentadas é uma nova imagem do Gmail, que é desvendada por um designer da Google no vídeo, onde explica que «redesenhámos completamente o aspecto do Gmail para o tornar o mais limpo, simples e intuitivo possível».


Outras características referidas no vídeo incluem a adaptação automática do Gmail ao tamanho da janela, a possibilidade de se ajustar o tamanho das áreas de etiquetas e chat existentes na área lateral, novos temas com imagens em alta definição para a imagem de fundo e melhorias a nível da pesquisa, com a introdução de uma nova caixa de pesquisa.

 

Ainda não se sabe quando é que chegarão as novidades ao Gmail, mas tudo indica que pelo menos o vídeo será mesmo verdadeiro, pois um representante da Google citado pelo blogue Mashable já admitiu que «não era suposto verem isso», referindo-se ao vídeo.

 

Andrea Freund disse ao blogue para «estarem atentos, vamos partilhar mais informação sobre o novo design do Gmail em breve».

 

 

Via Sol


publicado por olhar para o mundo às 17:10 | link do post | comentar

Maratona, um mundo bizarro em que qualquer um pode ser herói

Empenhado em mostrar ao filho Kyle, decidido a abandonar o basquetebol, que os homens não desistem, um Jim completamente fora de forma inscreve-se na maratona. Ciente das suas limitações físicas (leia-se excesso de peso), entra num cabeleireiro, com o intuito de sair pela porta traseira, colocada estrategicamente perto da linha de meta, faz horas enquanto faz as unhas e sai para a rua mesmo a tempo de ser coroado vencedor.


Aquilo que, para os mais cépticos, nunca sairia do guião que Tracy Newman e Jonathan Stark criaram e James Belushi interpretou em According to Jim é apenas uma caricatura de um episódio da vida real criado, produzido e realizado por Rob Sloan. Não se sabe se o inglês se inspirou no episódio número 111 da série cómica norte-americana, mas as semelhanças são mais do que muitas: como Jim, também Sloan usou um "atalho" - neste caso, a boleia de um autocarro - para subir ao pódio como dono da medalha de bronze da maratona de Kielder. Tal como a personagem da ficção, também o atleta real ficou com os louros, queixando-se da dureza da prova. 

A "batotice" do antigo mecânico, de 31 anos, só foi descoberta, porque testemunhas viram-no apanhar o autocarro, viajar dentro dele, descer junto a um bosque e apanhar a frente da corrida para cortar a meta em duas horas e 51 minutos, um tempo 21 minutos melhor do que o seu anterior registo em Kielder. 

Sloan, que, depois de qualificar como "ridículas" as acusações, admitiu o erro e se desculpou junto da organização, juntou-se assim a Rosie Ruiz que, em 1980, na maratona de Boston ganhou a prova depois de se juntar aos outros atletas apenas no último quilómetro.

Um parto à chegada

Mas os curiosos casos da maratona nas últimas duas semanas não acabam por aqui. Antes de Sloan, foi notícia Amber Miller, a mulher que decidiu participar na prova de Chicago grávida de 39 semanas. Ela correu, andou durante seis horas, 25 minutos e 50 segundos. Com as contrações a aparecerem na recta final dos 42,195 quilómetros, Miller teve tempo para repor energias antes de ser transportada para o hospital, onde deu à luz June. 

"Tive uma conversa com os meus pais e perguntei-me: "Por que não participar? Não tenho intenções de acabar"", começou por contar aos jornalistas, enquanto aguardava para saber se as contrações eram mesmo sinal inequívoco de trabalho de parto. O plano era correr metade do percurso, dirigir-se para o final e atravessar a linha. Mas Miller continuou. "Não foi assim tão mau, sabem?", disse. Complicado para a mulher de 27 anos foi mesmo o trabalho de parto: "Foi mais difícil que correr a maratona."

Uns dias depois, mais acima no hemisfério Norte, mais concretamente em Toronto, Fauja Singh tornava a especialidade novamente motivo de notícia. Afinal, foi a primeira vez que um centenário terminou uma maratona. 

O "Tornado de Turbante", movido a chá, caril e boas energias - "O segredo é não ter stress. Se há algo que não conseguimos mudar, então por que ficar incomodado? Sê agradecido por aquilo que tens, afasta-te das pessoas que são negativas, sorri e continua a correr" -, precisou de oito horas, 26 minutos e 16 segundos, para correr a distância. E, rumo ao livro do Guinness, o britânico nascido na Índia, em 1911, ainda se pode orgulhar de, não só ter batido o seu objectivo pessoal (as nove horas), como também de não ter terminado em último lugar (foi 3850.º , à frente de cinco participantes).

Antes dele, já outros "veteranos" tinham tentado a sua sorte: o britânico Wilf Cooper, de 90 anos, escapuliu-se de casa (e da mulher) para participar em maratonas e a norte-americana Gladys Burrill, de 92 anos, demorou nove horas, 53 minutos para completar a maratona de Honolulu, no Havai, em Abril, tornando-se na mais velha mulher de sempre a fazê-lo. 

No entanto, há mais curiosidades genéticas além da idade. Exemplo disso é Kelly Gneiting, o campeão norte-americano de sumo, que, com 182 quilos, quebrou a marca de homem mais pesado de sempre a completar a maratona, na de Los Angeles, e entrou no Guinness.

 

Via Público




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a crise é para os ingénuos

 

Via Henricartoon



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Domingo, 23 de Outubro de 2011
Preservativos em queda: os jovens já não têm medo da sida?

Gustavo já fez sexo desprotegido. D. Santos também, "mas só com a namorada". Para Rita, os jovens rendem-se ao risco. E ao álcool. E a sida?

 

"É uma doença dos outros"

 

"Têm comportamentos de risco e a seguir vão fazer os testes. E as desculpas são sempre as mesmas: vergonha de perguntar ao parceiro, era alguém que julgavam conhecer, estavam bêbados e desleixaram-se..." Em síntese, "perdeu-se o respeito pela doença".

 

Deixam-se toldar pelo álcool, não colocam a questão ao parceiro - por vergonha ou porque acreditam que este lhes é fiel - gostam de arriscar, saborear o momento, não pensam, sentem que a sida é algo que só acontece aos outros: eis algumas da razões que levam a que 42% dos jovens continuem a não usar preservativo quando têm relações sexuais com um novo parceiro.

 

A percentagem - extraída de um estudo divulgado esta semana e que envolveu inquéritos realizados em 29 países, entre Abril e Maio de 2011, a mais de 6000 jovens entre os 14 e os 24 anos - deixou os especialistas portugueses entre o espanto e a preocupação: é o medo da sida a desaparecer?

 

"A percepção de que a sida deixou de ser uma coisa que mata para passar a ser uma doença crónica levou a uma diminuição da pressão pública", interpreta o sociólogo Pedro Moura Ferreira, do Instituto de Ciências Sociais (ICS). Logo, "a atitude preventiva perdeu velocidade".

 

Não há tratamento para tudo


"A mensagem de que a sida é uma doença crónica visava tirar o estigma à doença, mas a verdade é que fez com que as pessoas lhe perdessem o respeito. Nos anos 1990 era o terror, morriam imensos homossexuais e as pessoas tinham medo e preveniam-se. Agora, e à medida que a medicação se tornou mais eficaz, as pessoas comportam-se como se vivessem numa sociedade em que há tratamento para tudo. E não há", contextualiza Josefina Mendéz, médica no Joaquim Urbano, no Porto, o único hospital de doenças infecto-contagiosas do país.

 

Ao seu gabinete Josefina já viu chegar muita gente. "Cada vez mais novinhos - 18, 20, 21 anos. E é gente que leva anos fazendo testes, ou seja, têm comportamentos de risco e a seguir vão fazer os testes de rastreio. E as desculpas são sempre as mesmas: vergonha de perguntar ao parceiro, era alguém que julgavam conhecer bem, estavam bêbados e desleixaram-se..." Em síntese, "perdeu-se o respeito pela doença".

 

Não é preciso colocarmo-nos à entrada do hospital para confirmar que é assim. "Normalmente uso preservativo, mas já aconteceu não ter comigo e avançar mesmo assim", admite Gustavo Mendes, 20 anos, estudante na Academia Contemporânea do Espectáculo do Porto. Não é o que o medo de infecção por VIH não estivesse presente. "Já conhecia a pessoa. Perguntei-lhe se tinha alguma doença, ela disse que não e eu confiei." Foi um risco calculado. "Se não conhecesse a pessoa, teria tido mais cuidado."

 

Via P3



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Simoncelli tinha 24 anos

O piloto italiano Marco Simoncelli foi atropelado na sequência uma violenta queda no Grande Prémio da Malásia e acabou por morrer.

 

O italiano Marco Simoncelli (Honda) foi hoje declarado morto pela organização do Mundial de motociclismo, na sequência das sequelas de uma violenta queda na segunda volta do Grande Prémio da Malásia, em Sepang.

 

Marco Simoncelli sofreu uma aparatosa queda na curva 11 do Grande Prémio da Malásia, acabando por ser abalroado pelo norte-americano Colin Edwards (Yahama), depois também tocado pela mota do transalpino Valentino Rossi (Ducati).

 

Na sequência do embate, Simoncelli, de 24 anos, perdeu o capacete e foi arrastado para o meio da pista, sendo a corrida interrompida de imediato e, depois, cancelada.


Veja o vídeo (NOTA: as imagens podem ser consideradas chocantes):


Veja o vídeo SIC: 

 



Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 16:46 | link do post | comentar

O estudo pode ter uma grande influência na forma como se olha para a inteligência
O estudo pode ter uma grande influência na forma como se olha para a inteligência (DR)
Um estudo em adolescentes ingleses mostrou que as contas não estão feitas quanto ao famoso Quociente de Inteligência (QI) durante esta etapa da vida. O valor que carimba a inteligência de cada pessoa, normalmente através de testes verbais e não verbais, e que se pensava ficar determinado para o resto da vida durante a infância, afinal continua a oscilar durante a adolescência, mostra um estudo publicado nesta semana na Nature.

A equipa da investigadora Cathy Price, do Instituto Wellcome Trust, da University College de Londres, testou a inteligência de 19 rapazes e 14 raparigas, primeiro em 2004 e depois em 2007 e 2008. Os jovens tinham no primeiro rol de testes idades entre os 12 e os 16 anos e no segundo, idades entre os 15 e os 20.

Os testes dividiram-se em verbais, onde os jovens punham à prova as suas capacidades na linguagem, aritmética, cultura geral e memória e testes não verbais, como identificar elementos que faltam numa figura ou resolver puzzles visuais. Ao mesmo tempo, os cientistas investigaram o que se passava no cérebro dos rapazes e das raparigas através de imagens cerebrais por ressonância magnética.

“Verificamos uma mudança considerável nos resultados de QI obtidos em 2008, comparado com quatro anos antes”, disse em comunicado Sue Ramsden, primeira autora do artigo. Trinta e nove por cento dos adolescentes tiveram uma variação nos testes verbais e 21% obtiveram melhor ou pior resultado nos testes não verbais. Algumas das variações chegaram aos 20 pontos do QI, uma diferença grande quando a média do QI na população é de 100 e mais ou menos 20 pontos pode colocar alguém mediano na categoria de genial ou vice-versa.

A grande mais-valia da investigação é que os resultados das imagens por ressonância encontravam mudanças nas regiões associadas a estas capacidades. “Encontrámos uma correlação clara entre as mudanças nas performances e as mudanças nas estruturas dos cérebros e por isso podemos dizer que estas mudanças no QI são reais.”

No caso dos testes verbais, os cientistas encontraram mudanças de densidade do cérebro no córtex motor esquerdo, uma região associada à linguagem. Já quando havia um aumento do QI não verbal havia um aumento na densidade do cerebelo anterior, uma área associada aos movimentos das mãos.

Os cientistas não encontraram nenhuma regra em relação às mudanças no QI dos adolescentes. “Não foi um caso das piores performances melhorarem, e os jovens com resultados altos tornarem-se mais mediano. Alguns bons conseguiram resultados ainda melhores, e alguns com resultados fracos pioraram”, explicou Cathy Price.

Marcas para o futuro
O estudo pode ter uma grande influência na forma como se olha para a inteligência. Muitas vezes, os jovens ficam carimbados numa altura muito precoce da sua vida como sendo muito ou pouco inteligentes e isso tem impacto na vida adulta. “Temos tendência em avaliar as crianças e determinar o curso da sua educação cedo na vida delas, mas aqui mostramos que a sua inteligência provavelmente está a desenvolver-se”, disse a cientista em comunicado, acrescentando que tal como a condição física pode deteriorar-se ou melhorar durante a adolescência.

E será que a inteligência é estática depois, ao longo da vida adulta? A equipa não sabe, mas aposta que não. “Há muitas provas que sugerem que o nosso cérebro pode-se adaptar e que a sua estrutura muda, mesmo durante a idade adulta”, disse a cientista. Perceber se isso afecta a inteligência será o próximo passo na investigação da equipa.

 

Via Público



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Sábado, 22 de Outubro de 2011
Descobri que sou a amante

 

''Os homens infiéis costumam dizer que não sentem mais desejo pela mulher fixa. Assim, tentam convencer a amante que ela é a única'' - Mirian Goldenberg, antropóloga
Foto: Getty Images

A questão é difícil: vale a pena ser amante ou é melhor acabar o relacionamento? Revelamos os prós e contras de cada caso, para ajudar em sua decisão

O homem com quem estou saindo é casado ou namora

O primeiro passo 


Após descobrir a verdade, você deve refletir sobre o que espera da relação. Avalie os pontos positivos e negativos - tendo a racionalidade de não acreditar que o cara vá se separar. Ou seja: pense objetivamente sobre como se sentirá no papel da outra. 

Então... 


Chame o cidadão para uma conversa. Sem rodeios, pergunte quais são suas reais intenções. Não caia em conversinhas. ''Fuja da ilusão de que o homem não é solteiro, mas será logo'', afirma Mirian Goldenberg, autora do livro Por que Homens e Mulheres Traem (Ed. BestBolso). Se ele disser que pensa largar a mulher para assumir você, combinem de só se relacionarem depois que isso acontecer. ''Senão, manterá algo que não poderá ser vivido de forma completa'', diz Jair Segal, da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul.

Se você decidir terminar a relação

O primeiro passo 


Tomar a decisão de sair desse relacionamento indica maturidade. ''Curtir experiências é bom. Mas todos devemos ter em mente aquilo que queremos para nossas vidas'', afirma o psiquiatra Jair Segal. E você deve fazer de tudo para alcançar tais objetivos. Como, por exemplo, ser forte para saber lidar com a dor da separação - e também para conseguir resistir às investidas dele, que provavelmente continuará atrás de você por não acreditar no fim. 

Então... 


Ocupe sua cabeça com atividades, programas, amizades e relacionamentos novos! ''Retomar o contato com amigos que se afastaram ajuda nesse processo'', afirma Luiz Cuschnir, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. E frequente lugares diferentes. Afinal, ''ir aos mesmos ambientes pode fazer com que você se lembre de situações vividas com o ex'', diz o médico. Por fim, rompa o contato com ele o quanto antes! ''Evite atender as ligações, mesmo acreditando que resistirá aos encantos'', ensina a psicóloga Sandra Samaritano.

 

Elas passaram por esta situação  


''Tive alguns encontros com um gato e, claro, imaginei que fosse solteiro. Ele, então, contou que ‘namorava’, mas estava apaixonado por mim. Não queria confusão e não o procurei mais. Sei que tomei a decisão certa.'' - J.H., 22 

''Estava numa relação normal e não desconfiava de nada. Certo dia, recebi uma mensagem perguntando quem eu era. Desconfiei e logo confirmei que meu parceiro era casado. Rompi o contato e passei a sair mais para conhecer outras pessoas.'' - L.S., 33 


Se você decidir manter o caso

O primeiro passo 


Ao se dispor a encarar a situação, é importantíssimo ter consciência de que, ao dividir o amado com a esposa, você estará sozinha boa parte do tempo. ''Isso significa sofrer não só o preconceito social, mas, também, a falta de um parceiro nos momentos em que mais precisar'', alerta a antropóloga Mirian Goldenberg. Portanto, antes de voltar aos braços do rapaz, pare um momento para analisar suas próprias atitudes - e, assim, entender por que está na pele da amante. ''Às vezes, manter esse tipo de relacionamento mostra um medo inconsciente de investir numa relação séria'', afirma a psicóloga Sandra Samaritano. 

Então... 


Quer investir mesmo assim? Pois lide bem com a saudade. Não poderá, por exemplo, telefonar quando souber que ele está com a companheira. O jeito é tentar não levar tão a sério e se divertir nos bons momentos. ''Não se feche totalmente a outras possibilidades, pois podem surgir novos pretendentes ou programas que a tirem disso'', sugere o psiquiatra Luiz Cuschnir. 

Elas passaram por isto 


''No começo da relação, descobri que o rapaz namorava outra. Como estava apaixonada, investi por um ano. Sempre tive uma atitude tranquila: não brigava nem tinha cíume. Mas acabei cansando de ser a amante - e de saber que ele ficava com outras.'' - M.R., 25 

''Aos 19 anos, comecei um namoro e, logo depois, soube que ele era casado. Por não querer compromisso, continuei. O começo foi ótimo, mas, após dez anos, não segurei o ciúme. Agora, quero alguém só para mim.'' - A.D., 30

 

Via M de Mulher



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M de Mel

É difícil não estabelecer uma empatia com o mel. Pela sua cor, pela sua origem e pelo seu misticismo intercalado entre o potencial terapêutico e a ligação à infância, este “néctar” goza de elevada popularidade. Desde a Grécia antiga que o mel era apenas reservado para “aqueles que o mereciam”, rezando a lenda que foi o único alimento consumido por Pitágoras em toda a vida…

 

Numa primeira análise podemos dizer que, na sua essência, o mel é apenas água e açúcar possuindo inclusive valores de vitaminas e minerais não muito díspares dos do seu homólogo proveniente da cana sacarina. Mas é precisamente no tipo de açúcar que o mel se começa a tornar especial. O seu alto teor em frutose diferencia o mel do açúcar devido a um menor índice glicémico e, consequentemente, subidas menos acentuadas dos níveis de glicemia e insulina, fazendo dele um alimento mais apelativo para diabéticos numa perspectiva de substituição do açúcar.

 

A já ancestral receita de leite quente com mel para diminuir a tosse possui alguma sustentação científica. Apesar da composição nutricional do mel não diferir substancialmente do açúcar do ponto de vista “major”, a quantidade de polifenóis deste néctar confere-lhe alguns efeitos interessantes na saúde. Estes fitoquímicos possuem desde logo um efeito antioxidante e por norma encontram-se em maior quantidade nas versões de mel mais escuras, diminuindo com o seu tempo de armazenamento.

 

Existem mesmo estudos que demonstraram um efeito positivo do mel na aceleração do metabolismo do álcool e com propriedades minimizadoras dos efeitos de uma noite anterior bem regada! O mel possui ainda propriedades antibacterianas (menor potencial causador de cáries em comparação com o açúcar), anti-inflamatórias e anti-mutagénicas. A sua forte conotação na resolução de problemas do foro gastrointestinal é igualmente consubstanciada no seu poder inibidor da bactéria Helicobater pylori, agente causador de úlceras gástricas.

 

A maioria destes benefícios para a saúde decorrentes do consumo de mel está presente apenas com ingestões na ordem dos 50g/dia, algo que pela quantidade calórica associada não será razoável. Em todo o caso não existem dúvidas que este néctar é preferível ao açúcar.

Assim sendo: Mel sim... mas em substituição do açúcar!

 

*Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto 


pedrocarvalho@fcna.up.pt



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Os Buraka Som Sistema explicam o significado e o motivo por que batizaram o disco que lançam segunda-feira de "Komba", um trabalho que em novembro vão apresentar ao vivo nos coliseus 

 

Os Buraka Som Sistema atuam pela primeira vez nos Coliseus do Porto e de Lisboa em novembro, algo "muito especial", mesmo para uma banda que já teve uma plateia de mais de cem mil pessoas na Colômbia.

 

"Claro que tem [um sabor especial atuar nos Coliseus]. Obviamente que tocar no Rock al Parque [em julho deste ano em Bogotá, Colômbia] para 110 mil pessoas foi espetacular, mas é um 'feeling' completamente diferente de tocar no Coliseu, no país onde vivemos. Os Coliseus continuam a ser uma coisa muito especial em Portugal", afirmou um dos membros da banda, Riot (Rui Pité), em entrevista à agência Lusa.

 

Nos concertos será apresentado o mais recente trabalho da banda, "Komba", a editar na segunda-feira.

 

"Por norma as bandas fecham a tour [digressão] no Coliseu, nós, como somos do contra, preferimos começar", disse Riot.

 

Em Lisboa e no Porto, a ideia dos Buraka Som Sistema é, nas palavras de outro dos membros, Kalaf Ângelo, "fazer as canções brilharem em todo o seu esplendor".

"Vamos preocupar-nos em dar um bom concerto"

"Não vamos estar com grandes subterfúgios, não vamos estar a exagerar, que é isso que se espera de uma banda que chega ao Coliseu: pirotecnia, balões. Se bem que balões são uma boa ideia, mas vamos tentar fazer com que as canções tenham o seu espaço. Vamos preocupar-nos em dar um bom concerto", garantiu.

 

Os Buraka Som Sistema, uma das mais sólidas bandas portuguesas no circuito internacional, estarão no dia 10 de novembro no Coliseu de Lisboa e no dia 19 desse mês no Coliseu do Porto.

 

Nos últimos meses, o grupo tem estado entre cá e lá, em festivais portugueses e estrangeiros. Em julho atuaram, além de Portugal, na Colômbia e na Hungria, em setembro estiveram na Alemanha e em Itália e este mês já passaram pelo Brasil e pelos Estados Unidos da América.

No currículo, a banda conta ainda com atuações em países tão díspares como Espanha, Japão ou Cabo Verde.

 

Os Buraka Som Sistema são J-Wow (João Barbosa, DJ), Conductor (Andro Carvalho, MC), Riot (Rui Pité, DJ) e Kalaf (Kalaf Ângelo, MC).


 


Via Expresso



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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011

Como conversar sobre sexo com meu filho?

 

Os pais, assim como muitos professores, devem estar preparados para responder tranqüilamente a questões de sexualidade

 

Se uma criança pergunta como ela nasceu aos seus pais, eles podem responder: ‘‘Você saiu da barriga da mamãe, lá no hospital’’. Se esta resposta for suficiente para a curiosidade da criança, ela vai parar por aí. Se não for, certamente virá outra pergunta, e mais outra, até que ela obtenha uma resposta que a satisfaça e tire todas as suas dúvidas. 

Os pais, assim como muitos professores, devem estar preparados para responder tranqüilamente a essas questões. Entretanto, se ficarem absolutamente sem ação, é melhor dizer à criança que não sabem a resposta, que vão pesquisar e depois dizer a ela, do que inventar uma resposta equivocada. Se a criança não ficar satisfeita com a resposta, certamente irá buscá-la em outra fonte. Porém, o que não deve acontecer é querer dar uma aula de reprodução e anatomia quando a pergunta é mais simples. 

É importante tentar perceber quando a criança está demonstrando uma curiosidade de acordo com sua idade ou vontade de conhecer a sua própria sexualidade. Essa descoberta faz parte do desenvolvimento saudável da criança desde que sem exageros. E não só no assunto sexualidade, mas em todos os outros momentos em que somos questionados, é sempre importante dar respostas verdadeiras e diretas. 

Hoje estamos presenciando uma participação muito pequena da família em relação à formação dos seus filhos, passando toda ou parte dessa responsabilidade para a escola. Embora saibamos que a família e a escola são primordiais na formação do indivíduo, os valores familiares são essenciais na formação da criança e esses valores são passados em atitudes mais do que em discursos. 

Na formação da sexualidade não é diferente, pois a ligação afetiva da criança com seus pais começa no nascimento e evolui através da demonstração dessa afetividade com abraços, palavras doces, carinho na hora do banho, entre inúmeros outros momentos de relacionamento familiar. 

Mitos e Verdades 

- Quando a criança começa a perguntar sobre sexualidade, os pais devem responder francamente. 

- Caso seja constrangedor, diga que não sabe e que vai pesquisar, mas nunca deixe uma pergunta sem resposta. 

 

Via Bonde



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A vida de saltos altos - Põe um <i>like</i> ou não digas que não avisei! (vídeo)

 

Diz um ditado que "em briga de marido e mulher ninguém mete a colher". Mas talvez esta máxima perca o sentido quando são os protagonistas da história que abrem a porta da sua vida e quando o resultado é -  no mínimo - surreal. Ora hoje as velhas discussões de casal saltam para as redes sociais, sendo as consequências muitas vezes infelizes.

É o caso da mais recente discussão no Facebook que foi noticiada esta semana no estado do Texas, nos EUA. Benito Apolinar, 36 anos, escreveu no seu mural uma mensagem evocando o aniversário da morte da sua mãe e enquanto vários amigos colocaram um "like" na publicação, a mulher ignorou a mensagem. Tal atitude levou a uma discussão com a sua esposa de quem estava recentemente separado, tendo-a mesmo agredido quando foi levar os filhos a sua casa.

"É impressionante como toda a gente gosta do meu status, menos tu, que és minha mulher. Devias ser a primeira colocar um like", alegou Benito.

O indivíduo foi preso acusado por agressão física e será presente a julgamento no dia 22 de dezembro. Digam-me se esta história não é inacreditável? E porquê? Porque este homem não sabe o valor do não, nem do conceito do Facebook.

 

Redes sociais: aproximam ou afastam?

Não há dúvida de que as redes sociais mudaram as nossas vidas. Pode dizer-se que o Facebook é a nova novela da vida real, e por vezes a feira das vaidades, mas há limites e devo dizer que muitas vezes fico espantada com a falta de bom senso e de realidade das pessoas. Afinal, as redes sociais aproximam as pessoas, mas também afastam a cada dia, como consequência do seu uso irresponsável.

As relações interpessoais mudaram em alguns casos para pior. E a culpa é das pessoas que não as sabem usar. São namorados que se zangam pelo status do seu parceiro/a, colegas de trabalho que ficam irritados por não serem aceites como amigos no Facebook, familiares ou ex-namorados que controlam a vida dos outros pelas redes sociais. Há que perceber que todos temos uma bolha e que a nossa liberdade acaba quando começa a do outro. Mas, na verdade, há muitos que deixam de viver a sua vida para viver a dos outros.  

"Somos aquilo que partilhamos"

Como defende Charles Leadbeater, especialista em inovação e criatividade, "deixámos de ser aquilo que possuímos e passámos a ser o que partilhamos com os outros", como as mensagens, as fotografias ou a presença em eventos agendados no Facebook .

Em plena era digital, se uma empresa não estiver na Web e nas redes sociais é quase como se não existisse. Já para as pessoas, as redes sociais podem servir para fins profissionais ou pessoais - como reencontrar velhos amigos, levantar o ego, arranjar affairs ou camuflar a solidão. No entanto, cabe a cada um impôr os seus limites e o grau de exposição e medir o seu impacto ao nível das relações interpessoais. Se isto acontece com os cidadãos adultos, assusta-me às vezes pensar nas consequências nos nativos digitais, crianças que já nasceram neste mundo virtual. Por isso, defendo que os programas escolares deviam ter uma disciplina de ética para a Internet, com destaque para as redes sociais. Afinal,a educação cívica começa em casa e continua na escola ou não?

Veja um vídeo que satiriza o uso das redes sociais:

 



Via Expresso



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"Crazy Horse" abre hoje o DocLisboa
"Crazy Horse" abre hoje o DocLisboa (DR)
O mote deste ano é "o mundo todo está em Lisboa" - mas talvez fosse mais apropriado falar de "os fins do mundo todos estão em Lisboa". Viagem por dez dias de programação.

"Um festival acordado para o mundo", disse-se na conferência de imprensa em que se apresentou, no princípio de Outubro, a edição 2011 do DocLisboa. Um mundo em crise, feito de mudança, colapso, metamorfose - "não são tempos fáceis e estamos de olhos abertos para eles".

Dito e feito: o que aí vem, ao longo de dez dias de festival que vão obrigar os interessados a desmultiplicarem-se por uma programação riquíssima e desafiadora, é um olhar lúcido, resoluto, não sobre "o mundo", mas sobre "os mundos" (tantos quantos podem caber dentro do planeta em que vivemos) e sobre os desafios à sua sobrevivência. O Doc abre hoje (Culturgest, 21h) com um olhar sobre um microcosmos - "Crazy Horse", de Frederick Wiseman, sobre os bastidores do célebre cabaré parisiense (em sala a 27 de Outubro) - e fecha a 29 (Culturgest, 21h), com um olhar sobre o tempo que passou na vida de um cineasta - "Photographic Memory", de Ross McElwee. 

Entre ambos, o Doc 2011 promete ser um festival de apocalipses - palavra que significa, no seu sentido mais restrito, "revelação". O que descobrimos, no Doc 2011, são mundos que acabam, que começam, que acabam para que outros comecem.

O melhor exemplo desse fim que é também um princípio é o filme mais abertamente desafiador de gavetas da competição internacional - e que, ainda por cima, é português: "É na Terra, Não é na Lua", de Gonçalo Tocha (Culturgest, dias 25, 21h, e 29, 14h45), "diário de bordo" de quatro anos de longas estadas na ilha açoriana do Corvo compactadas em três horas. Na encruzilhada do diário pessoal, do documentário de autor e do registo etnográfico, é um filme sobre a liberdade que se pode encontrar numa comunidade de 300 pessoas no meio do Atlântico; e também sobre um local em constante equilíbrio entre as tradições que se perdem e os recém-chegados atraídos pelos seus mistérios.

A ilha do Corvo de Gonçalo Tocha, entre passado que se dissolve e futuro difuso, tem muitos pontos de contacto com a aldeia belga de Doel ou a comunidade indígena argentina de Kolla Tinkamaku. Mas tem conseguido escapar ao destino da primeira, tal como mostrado no tocante filme do holandês Tom Fassaert, "An Angel in Doel": o camartelo em nome da expansão do porto de Antuérpia, a trasladação do cemitério, o lento desocupar de casas à qual só Emilienne Driesen, uma velhota casmurra, resiste (Culturgest, amanhã, 17h, e dia 24, 18h30). 

E não está ainda em riscos de desaparecimento como o modo de vida do grupo indígena da província argentina de Salta registado pelo alemão Thomas Heise no magistral ensaio "Solar System": rodado em quatro aldeias, o filme celebra um ritmo ancestral e orgânico de vida, ameaçado por uma "civilização" urbana cada vez mais próxima (Culturgest, dias 22, 16h, e 23, 21h45). 

Nem todos os fins de mundo são maus - como o provam a celebração da Primavera Árabe em Tahrir - "Liberation Square", do italiano Stefano Savona (São Jorge, dia 24, 22h), e "Plus Jamais Peur", do tunisino Mourad Ben Cheikh (Culturgest, dia 28, 21h30, e Londres, dia 30, 18h45). A nostalgia irá inevitavelmente colorir as memórias dos mundos antigos - como o olhar de Martin Scorsese sobre o "Beatle sossegado" George Harrison em "Living in the Material World" (São Jorge, dias 22 e 23 às 22h, em DVD em Novembro) ou o comunismo irredutível de Armando Cunha em "A Nossa Forma de Vida", de Pedro Filipe Marques (Culturgest, dias 22, 17h, e 25, 18h30), espantoso olhar para um Portugal íntimo e caseiro quase parado no tempo que é o ponto alto da competição nacional de longas. 

Mas alguns fins de mundo são dolorosos e espelham os momentos que vivemos actualmente. É o caso do desequilibrado "Wadan"s World", onde o alemão Dieter Schumann acompanha, ao longo de dois anos, um estaleiro da região de Hamburgo apanhado no turbilhão da crise económica (Culturgest, dias 22, 21h30, e 26, 16h). É o caso do perturbante e controverso "Vol Spécial", do suíço Fernand Melgar (Culturgest, dias 22, 19h30, e 27, 21h), que se concentra nos custos humanos das políticas europeias para com os imigrantes clandestinos, ou de "Les Éclats", de Sylvain George, "distilação" do olhar sobre a expulsão pelas autoridades francesas dos imigrantes romenos que o realizador tem acompanhado(Londres, dias 21, 18h45, e 23, 21h45). As perguntas que estes filmes levantam: como testemunhar aquilo que não pode ser registado? Como filmar aquilo que não pode ser filmado?É isso que "Barzakh" do lituano Mantas Kvedaravicius (Culturgest, dias 23, 16h00, e 24, 17h00), sobre os "desaparecidos" durante a guerrra civil na Tchetchénia, ou os outros todos que vão preencher as salas da Culturgest e dos cinemas Londres e São Jorge até dia 30, perguntam. Como podemos falar do mundo para que o mundo ouça?

 

Via Público



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Carminho, uma voz que vem crescendo e se vem afirmando de trabalho em trabalho, gravou”Perdóname”, com Pablo Alborán, o primeiro single novo álbum do artista, que tem edição prevista para meados de Novembro em Espanha.

 

Pablo Alborán é hoje uma das grandes revelações da música em Espanha, como o demonstra o seu ultimo trabalho, “Pablo Alborán”, que permanece desde a sua edição a 01 de Fevereiro de 2011 no TOP 10 de Espanha e dessas 35 semanas 15 foram passadas em Nº1.

 

Pablo Alborán, que nasceu em Málaga, em 1989,  é o artista de 2011 em Espanha; está nomeado para três Grammy Latinos, Best New Artist, Best Male Pop Vocal Album (Pablo Alborán) e Song of the Year (Solamente Tú), e os fans contam-se aos milhares.

 

Pablo Alborán vai lançar em Novembro próximo um novo álbum com temas gravados Ao Vivo onde figura a versão Ao Vivo e em estúdio de “Perdóname”, o tema gravado com Carminho a convite do próprio Pablo que ficou encantado, como muitos outros, com a voz da cantora portuguesa. 


Carminho participará ainda em espectáculos em Espanha  e Portugal com Pablo Alborán.

 

A música de Pablo Alborán começa agora também a ser conhecida em Portugal. O tema que o levou ao  Nº 1 em Espanha, “Solamente Tu”, faz parte da banda sonora da novela de sucesso da TVI “Remédio Santo” e o tema “Perdóname” com Carminho será apresentado já esta semana, incluindo o seu vídeo gravado em parte na cidade de Lisboa, também com a participação de Carminho.

 

Via HardMúsica



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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

Nunca fui uma pessoa muito religiosa, mas até eu sei que Jesus Cristo quando, supostamente, veio à Terra espalhou mensagens de igualdade entre homens e mulheres. Assim sendo, há uma questão que paira na minha cabeça há anos: afinal, por que raio não podem as mulheres vestir a sotaina e subir ao altar?

 

Pelos vistos, esta pergunta - pertinente, diria eu - não me ocorre só a mim. Esta segunda-feira, um grupo de quinze mulheres vestidas de padre desfilou pelas ruas de Roma, num protesto pela ordenação de mulheres a sacerdotes. De cartazes em punho e acompanhadas pelo padre católico norte-americano Roy Burgesois, o grupo de ativistas católicas tentou entrar na Praça de São Pedro para entregar 15 mil assinaturas de apoio à causa. Conclusão: os guardas do Vaticano barraram-lhes o acesso à praça, sob ameaça de detenção. Uma atitude digna da tolerância pregada na Bíblia, não tenho dúvidas.

 

A líder do grupo e o padre que as acompanhava chegaram mesmo a ser presos. Pergunto eu: seria isto necessário num protesto totalmente pacífico? Que eu saiba, a entrada na Praça de São Pedro ainda não está interdita aos "filhos de Deus" (aliás, pelos magotes de gente que se junta lá diariamente eu diria que são todos bem-vindos... ou estou enganada?).

Alguém avisa estes senhores que o tempo da inquisição já passou à história?

Sem querer ofender ninguém, eu percebo que os cartazes com frases simpáticas e devotas que todos os domingos são mostrados à sua santidade o Papa naquela praça agradam muito à Igreja e ficam bonitos na televisão. Mas não vejo muito bem o que de tão ofensivo tinha uma simples faixa a dizer: "Deus está a chamar as mulheres a serem padres". Ofensivo ao ponto de levar à detenção de duas pessoas que, julgo eu, além de nem sequer terem provocado distúrbios, têm direito a uma coisa tão essencial como a liberdade de expressão. Alguém avisa estes senhores que o tempo da Inquisição já passou à história?

 

"O escândalo de exigir silêncio sobre a questão da ordenação de mulheres reflete a arrogância absoluta da hierarquia (da Igreja Católica Romana) e o seu trágico fracasso em aceitar as mulheres como iguais em dignidade aos olhos de Deus". Palavras (com muita pena minha por não ter sido eu a dizê-las primeiro) de Erin Hanna, a líder do grupo que acabou detida, seguidas da apreciação do padre solidário com a causa: "Se o chamamento para ser padre é um dom e vem de Deus, como podemos, como homens, dizer que nosso chamamento de Deus é autêntico, mas o chamamento de Deus às mulheres não é?".

 

Talvez o senhor Bento XVI tenha uma resposta para isto. Ou não. Mas é por estas (hipocrisias) e por outras que a mim não me apanham na missa ao domingo.

 

 



Via A vida de saltos altos



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O foguetão na base de lançamento
O foguetão na base de lançamento (ESA/Reuters)
Os dois primeiros satélites do sistema Galileu vão ser lançados quinta-feira, a partir da Guiana Francesa, na América do Sul, às 11h34 (hora de Lisboa). Os aparelhos integram o sistema de posicionamento geográfico, uma espécie de GPS europeu e serão transportados por um Soiuz – uma estreia na parceria entre russos e europeus que fez com que pela primeira vez um foguetão russo eja lançado fora dos dois cosmódromos utilizados por Moscovo.

É o primeiro grande teste do maior projecto espacial liderado pela Agência Espacial Europeia (ESA, em inglês) e pela Comissão Europeia, que terá um custo de 5,4 mil milhões de euros, dinheiro pago pelos contribuintes europeus. O sistema Galileu começou a ser pensado em 1999 como um projecto civil para terminar com a dependência europeia do GPS, o equivalente norte-americano, mas sob controlo militar, que permite a posicionar objectos na superfície terrestre. 

Segundo os especialistas, o Galileu vai ter um detalhe maior, permitindo por exemplo observar melhor o movimento na crosta terrestre ou o aumento do nível médio do mar. Os satélites conseguem medir a distância através do envio de micro-ondas para a Terra. O sistema vai ficar disponível gratuitamente.

O projecto viveu várias convulsões e atrasou-se dois anos. Em 2007 chegou a estar em risco: a Comissão Europeia teve de dar o passo em frente, assegurando o financiamento. Mas estima-se agora que a partir de 2014 o sistema esteja a funcionar e que no final da década atinja a capacidade plena, com os 27 satélites a girar em torno da Terra, em três órbitas circulares diferentes numa altitude de cerca de 23.000 quilómetros.

Para isso, os lançamentos têm de correr bem. Na comunicação social fala-se da segurança das máquinas russas, que desde a década de 1950 andam a lançar para o espaço satélites e cápsulas com humanos e têm a maior taxa de sucesso do mundo. Mas o foguetão Soiuz passou por um processo inédito. 

As peças foram transportadas da Europa para América do Sul e o lançador russo foi montado na Base Espacial da Guiana, numa réplica de 120 hectares do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, construída nos trópicos. O clima obrigou a ter cuidados suplementares, como a construção de um edifício para proteger o foguetão da temperatura, chuvas e humidade. O próprio veículo teve de ser maior para albergar os dois satélites.

Tanto a Europa como a Rússia viram vantagens nesta parceria. Os dois modelos de foguetões que a Europa costuma utilizar para colocar satélites em órbita e que são construídos pela empresa Arianespace, que detém a base na Guiana Francesa, não levam cargas de peso médio. 

Jean-Yves Le Gall, director executivo da Arianespace, disse à BBC News que para construir um novo modelo médio, a empresa iria gastar entre “três e cinco mil milhões de euros”. A despesa do Soiuz foi de cerca de “400 milhões de euros” e abre ainda a possibilidade, no futuro, de a ESA poder enviar astronautas para o espaço. Ao mesmo tempo, a parceria faz com que a indústria russa produza mais foguetões.

A missão acabou por acontecer na Guiana, permitindo que o veículo carregue ao todo três toneladas de equipamento - mais 1,3 toneladas do que se fosse lançado a partir do Cazaquistão. No equador a velocidade da rotação da Terra é superior às latitudes mais próximas dos pólos, o que torna o lançamento mais leve.

É esperado uma multidão a testemunhar o início de vida do sistema Galileu. Segundo um artigo na revista alemã Der Spiegel o primeiro-ministro russo Vladimir Putin estará presente, acompanhado por políticos, diplomatas, directores executivos de empresas, jornalistas e outras testemunhas.

 

Via Público



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Johan Cruyff : “O que Mourinho diz não interessa a ninguém”

O ex-treinador do Barcelona respondeu desta forma às críticas de Mourinho relativamente à pouca qualidade de algumas das equipas da Liga dos Campeões, numa clara alusão aos adversários dos catalães na prova.


Ainda assim, o actual seleccionador da Catalunha teceu elogios à qualidade de jogo da equipa comandada pelo treinador português. 

“O Real Madrid está a jogar muito bem. Há um ano e meio bateu o recorde de pontos na sua história”, recordou, acrescentando que os “merengues” têm “uma grande equipa”. 

No entanto, Cruyff fez questão de frisar que é o Barcelona que “tem vindo a conquistar títulos".

Na sequência do último jogo do Real para a Champions (os madrilenos golearam nesta terça-feira o Lyon por 4-0), Mourinho voltou a lançar indirectas à equipa liderada por Pepe Guardiola. 

O português salientou que o grupo dos “merengues” é forte e destacou que noutros grupos “as grandes equipas tiveram mais sorte”, uma vez que a fraca qualidade dos adversários lhes permite inclusivamente “limpar cartões amarelos”. 

“Até tive de procurar na Internet o país de origem de alguns deles”, referiu. 

 

Via Público



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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2011
Elas também são mais sexualmente satisfeitas do que os homens. Foto: Getty Images

Elas também são mais sexualmente satisfeitas do que os homens
Foto: Getty Images

Uma nova pesquisa mostra que as mulheres são mais aventureiras e experimentais quando o assunto é sexo. No estudo feito pelo site K-Y's Good in Bed sex, elas apareceram não só como mais inclinadas a experimentar, mas também donas de fantasias mais sujas do que as presentes nos homens. As informações são do Daily Mail .


Enquanto os entrevistados - todos que estavam em relacionamento - disseram que gostavam de sexo com a luz acesa, lingerie e de fazer sexo em diferentes áreas da casa, mais mulheres do que homens se mostraram mais dispostas a ir mais longe do quarto. O resultado muda o conceito puritano representado pela mulher, segundo o diretor da pesquisa, Kristen Mark MS.

 

Ser sexualmente aventureira está, talvez, ligado à satisfação sexual de ambos os parceiros. Em uma pesquisa anterior, o site revelou que as mulheres são mais entediadas nos relacionamentos do que os homens, apesar de serem sexualmente mais satisfeitas.

 

Via Terra



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A canção que é mais relaxante que uma massagem
A música pode ser mais relaxante que uma massagem? De acordo com estudos científicos, pode. E uma canção leva o troféu, pertencente à banda inglesa Marconi Union, que assim compôs a canção mais relaxante de sempre.

Se é inegável o efeito relaxante da música, muitos podiam considerar exagerado dizer que o seu efeito seria maior do que uma massagem.

 

Mas tal hipótese ficou agora comprovada. Um estudo britânico comprovou que uma canção é mais relaxante que uma massagem, e não é da autoria de nenhuma nome sonante do panorama musical internacional.

 

O efeito relaxante da música foi provado pelos cientistas da Mindlad Internacional, um laboratório situado em Inglaterra que estudou as reacções e respostas subconscientes de várias pessoas enquanto escutavam Weightless, canção dos Marconi Union.

 

A banda inglesa, natural de Manchester, compôs a canção no âmbito de um acordo com a Academia Britânica de Terapia do Som e com uma clínica spa do país.

 

A canção, que dura cerca de oito minutos, utiliza ritmos e tons específicos para relaxar quem a ouve. O ritmo da canção situa-se a uns constantes 60 batimentos por minutos, situando-se assim dentro da margem normal para os batimentos cardíacos humanos (60-90).

 

De acordo com o estudo, ouvir a canção tem um efeito mais relaxante do que receber uma massagem. Tudo porque a canção tem efeitos na respiração e no ritmo cardíaco.

 

Assim, a canção dos Marconi Union destrona outros artistas com temas tidos como relaxantes ou de música ambiente, como os igualmente britânicos Adele e Coldplay.

Comprovados os seus efeitos, a canção poderá permitir aos milhares de pessoas que frequentam clínicas de spa e massagens uma poupança nas suas despesas. Tudo porque a canção se encontra disponível para download gratuito na página da clínica de spa que a patrocina, a Radox.

 

Via SOL



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Portuguesa poderá representar Europa nos prémios da MTV

 

Aurea venceu o Best Portuguese Act, dos Prémios MTV EMA (European Music Awards). A cantora, escolhida pelos fãs, que podiam votar no site da MTV, é agora candidata ao prémio Worldwide Act, em competição com artistas escolhidos de outros 22 países onde a MTV tem canais regionais.

 

Um ano após o lançamento do seu álbum de estreia, homónimo, Aurea, 23 anos, destacou-se num registo soul e blues, tendo alcançado em apenas 4 meses o primeiro lugar do top de vendas nacional com o single "Busy (For Me)". A cantora já é dupla platina em Portugal.

 

Em comunicado, Aurea agradeceu à MTV a oportunidade e distinção. "Obrigada a todos vocês que me acompanham pela vossa força, dedicação e carinho incondicionais, à minha família e a toda a minha equipa, Rui, João, Ricardo, músicos e técnicos por me aturarem por essa estrada fora e me fazerem sentir sempre em casa onde quer que esteja."

 

A competir com Aurea estavam os Amor Electro, o DJ Diego Miranda, os Expensive Soul e os The Gift.

 

Até ao dia 24 de outubro, Aurea vai disputar com os restantes finalistas dos 22 países da Europa onde a MTV está presente, a oportunidade de representar a Europa na categoria Worlwide Act. A votação está a decorrer em www.mtvema.com, online e mobile.

 

O Worldwide Act pretende celebrar a diversidade e abrangência da música que a MTV tem para oferecer, elevando os MTV EMA a uma dimensão global. No dia 24 serão revelados os finalistas de cada região (Europa, Ásia/ Pacífico, América do Norte, América Latina, Médio Oriente/ Índia/ África).

 

O grande vencedor será revelado em directo na cerimónia dos MTV EMAs, dia 6 de Novembro, em Belfast.

 

Segundo o comunicado da MTV, Portugal foi o segundo país europeu a mobilizar mais pessoas para a votação, que somou os 36 milhões de votos.

 

Nos European Music Awards, atribuídos anualmente desde 1994 e considerados um dos mais importantes prémios europeus da música, Lady Gaga lidera a corrida com seis nomeações, seguida dos norte-americanos Katy Perry e Bruno Mars, com quatro cada um.

 

 

Via Público



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Terça-feira, 18 de Outubro de 2011


Popout

O certame conta já com a 6ª edição e tem abertura marcada para as 11h30. A marcar presença estará o maior assador de castanhas do mundo (Recorde do Guiness) que durante os três dias da feira não vai parar de assar castanhas. O visitante terá a oportunidade de as provar até onde a vontade mandar e acompanhá-las com a famosa jeropiga da região ou com o vinho tinto, também permanentemente disponíveis no recinto da festa da Castanha. A título de curiosidade, este assador mede 9,5 metros de comprimento, cinco metros de diâmetro e pesa 600 quilos, tendo capacidade para assar 1000 quilos de castanhas de uma só vez.
Quem visitar a feira encontrará um ambiente com animação musical em permanência, produtores com mostra e venda de produtos caseiros e tradicionais, a começar pela castanha, vinhos, licores, azeites, compotas, queijos, produtos secos (como a noz ou amêndoa), entre tantas outras relíquias tradicionais. Também vão marcar presença expositores artesanais, assim como vão decorrer vários concursos para premiar os melhores produtores de castanha do Concelho e as mais deliciosas doçarias de castanha. Será ainda lançado um livro com as receitas de doçaria de castanha premiadas nos certames anteriores. E quando a fome apertar, pode optar pelos restaurantes da região ou as tasquinhas existentes no recinto da feira.
Os amantes de máquinas agrícolas vão poder apreciar, durante os três dias, as mais modernas maquinarias agrícolas, em exposição durante os três dias, completando-se o certame com diversas actividades, nomeadamente o 8º passeio de BTT “Tour da Castanha”. 


http://www.parquebiologicodevinhais.com/

http://www.cm-vinhais.pt/galeria/261-rural-castanea-vinhais-feira-da-castanha-22-a-24-outubro-2010.html

 

Via About Portugal


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A vida sexual d euma mulher madura

 

Ao contrário do estereótipo, um novo estudo mostra que as pessoas não se tornam insatisfeitas com sua vida sexual à medida que envelhecem.

A pesquisa afirma que cerca de dois terços das mulheres com 60 anos ou mais estão moderadamente a muito satisfeitas com sua atividade sexual, embora o nível dessa atividade tenha de fato diminuído com a idade.

 

Segundo o pesquisador e psiquiatra Wesley Thompson, sentir-se satisfeito com a vida sexual na velhice está intimamente relacionado à qualidade de vida global. “O que este estudo nos diz é que muitos adultos mais velhos mantêm a sua capacidade de desfrutar do sexo em idade avançada”, disse.

 

Pesquisas anteriores já haviam mostrado que os idosos têm uma vida sexual gratificante, embora os homens permaneçam sexualmente ativos por períodos mais longos do que as mulheres, o que, em grande parte, é devido às mulheres viverem mais do que os homens, e não terem um parceiro para serem sexualmente ativas.

 

O novo estudo pesquisou 1.235 mulheres. Como esperado, as taxas de atividade sexual caíram com a idade, assim como o funcionamento sexual. À medida que ficavam mais velhas, mais mulheres relatavam problemas em atingir o clímax e dificuldades com excitação e desejo.

 

Das mulheres com parceiros ou casadas, 70% entre 60 e 69 anos relataram atividade sexual nos últimos seis meses. Entre 70 a 79 anos e 80 a 89 anos, esse número foi de 57% e 31%, respectivamente.

 

No entanto, as mulheres geralmente não reclamaram da baixa na atividade. Cerca de 67% das mulheres entre 60 e 69 anos estavam moderadamente ou muito satisfeitas com suas vidas sexuais; do grupo entre 70 e 79 anos, 60% estavam satisfeitas, e entre 80 a 89 anos, 61% estavam satisfeitas.

 

Segundo os pesquisadores, as diferenças entre os grupos foram tão pequenas que não são estatisticamente significativas, e poderiam facilmente ter surgido devido ao acaso, em vez de idade. “Embora os níveis de atividade sexual e funcionamento variaram significativamente em função da idade da mulher, sua percepção de qualidade de vida, envelhecimento bem sucedido e satisfação sexual mantiveram-se positivos”, disse Thompson.

 

Via Hypesciense



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O livro escolhido pelo júri é o primeiro de João Ricardo Pedro
O livro escolhido pelo júri é o primeiro de João Ricardo Pedro (DR)
O escritor João Ricardo Pedro é o vencedor do prémio LeYa 2011, com o romance "O teu rosto será o último", anunciou hoje o júri, presidido por Manuel Alegre, em Alfragide no edifício sede da editora.

Depois de no ano passado, o júri ter decidido não atribuir o prémio, invocando falta de qualidade dos textos apresentados a concurso, João Ricardo Pedro torna-se no terceiro escritor distinguido com o prémio, ao qual concorreram este ano 162 romances. "O teu rosto será o último" é o livro de estreia do autor, que não tinha até agora nenhuma obra editada, tendo sido escolhido por maioria. "É a minha primeira obra, a minha primeira tentativa de fazer qualquer coisa", diz ao PÚBLICO João Ricardo Pedro, revelando que estava confiante numa vitória. "Se não estivesse à espera, não tinha concorrido."

Para o júri, o livro "é uma composição delicada de histórias autónomas, que se traçam em fios secretos, o romance apoiado em imagens fortes, constrói um perturbador painel do presente português". 

"É um livro arriscado e que facilmente toca as pessoas que o lêem e acho que o júri foi tocado", continua o escritor, que achava que podia ganhar, notando no entanto que não leu nenhuma das outras obras a concurso. 

O júri foi constituído pelos escritores José Castello, Nuno Júdice e Pepetela; o professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, José Carlos Seabra Pereira; Lourenço do Rosário, reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário de Maputo; e Rita Chaves, crítica literária e professora da Universidade de São Paulo.

O Prémio Leya foi criado em 2008 no sentido de distinguir um romance inédito escrito em português. 

O prémio, de 100 mil euros – e que é o maior em valor pecuniário no domínio da literatura de expressão portuguesa –, foi criado em 2008 com o objectivo de distinguir um romance inédito escrito em português. Nas duas primeiras edições foi conquistado pelo brasileiro Murilo Carvalho, com a obra “O Rastro do Jaguar” (2008), e pelo moçambicano João Paulo Borges Coelho, com “O Olho de Hertzog” (2009).

Via Público



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O controlo da SGK1 pode vir a ajudar as mulheres a conseguir engravidar
O controlo da SGK1 pode vir a ajudar as mulheres a conseguir engravidar (João Guilherme (arquivo))

São os nove meses mais bem imaginados do corpo humano. Um minúsculo parasita de algumas células instala-se no útero e durante as 39 semanas seguintes há um equilíbrio fisiológico que o deixa crescer. O útero é a interface que permite que tudo isto ocorra, mas primeiro tem que estar preparado para receber o futuro bebé. Os cientistas descobriram que a regulação da enzima SGK1 é fulcral para esta preparação e para a manutenção da gravidez. Quando não acontece, há problemas de reprodução ou de rejeição do embrião, explica um artigo publicado neste domingo na Nature Medicine.


Há muitas razões para um casal não conseguir ter filhos, desde espermatozóides com má mobilidade, até problemas genéticos. No caso das mulheres, uma em cada seis tem problemas em conseguir ficar grávida e uma em cada cem sofre de abortos espontâneos. A equipa de investigadores do Imperial College of London, liderada pelo professor Jan Brosens, analisou amostras do útero em 106 mulheres que ou não conseguiam engravidar ou abortavam com regularidade e andavam neste processo há dois anos, sem se descobrir causas.

Os cientistas descobriram o que havia em comum nas mulheres que não engravidavam, e nas mulheres que depois de engravidar abortavam. As primeiras tinham uma quantidade alta da enzima SGK1 na parede do útero durante os dias do ciclo menstrual em que este órgão se prepara para receber o futuro embrião e as segundas tinham uma quantidade pequena desta molécula quando o embrião já está implantado no útero.

Para perceber o significado destas características, os cientistas utilizaram ratinhos. Ao monitorizar a concentração de SGK1, verificaram uma diminuição da concentração desta enzima sempre que os ratinhos fêmea entravam na janela fértil, durante o ciclo menstrual. Quando aumentavam a expressão do gene desta enzima, para haver uma produção anormalmente grande de SGK1, os ratinhos deixavam de conseguir engravidar.

“A nossa experiência em ratinhos sugere que é essencial para a gravidez haver uma perda temporária de SGK1 durante a janela fértil, as amostras de tecidos humanos mostram que em algumas mulheres com dificuldades em conseguir engravidar esta concentração mantém-se alta”, disse em comunicado Jan Brosens. No artigo, os cientistas explicam que esta diminuição da SGK1 é importante para o funcionamento dos genes responsáveis pela implantação do futuro embrião no útero, caso a concentração mantenha-se alta estes genes não funcionam.

Mas a investigação da equipa mostra ainda que a enzima tem que voltar às concentrações normais depois deste interregno na sua actividade. Quando bloquearam o gene da SGK1 em ratinhos fêmeas que tinham engravidado e em células do útero humano que estavam em cultura verificaram que havia um stress oxidativo nas células, ou seja, vários químicos que são produzidos pela maquinaria das células e que as danificam não eram “digeridos” normalmente. “Isto pode explicar porque é que uma quantidade baixa de SGK1 é mais comum nas mulheres que tiveram abortos recorrentemente”, explicou. 

Jan Brosens sugere que no futuro o controlo desta enzima pode ajudar as mulheres a conseguir engravidar ou pode ainda servir como um novo método de contracepção.

 

Via Público



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Hugo Chávez confessou ter um cancro em junho deste ano

 

Presidente venezuelano "tem um tumor muito agressivo na zona pélvica e a sua expectativa de vida é de até dois anos", diz o seu ex-médico.

Hugo Chávez confessou ter um cancro em junho deste ano
Miraflores Palace/Reuters

 

Hugo Chávez, que ontem embarcou para Cuba para ali ser examinado e submetido a novos tratamentos cancerígenos, poderá já não ter muitos anos de vida. Quem o assegura é um dos três médicos que cuidou da saúde do Presidente venezuelano no Palácio de Miraflores antes lhe ter sido diagnosticado um cancro. 

"Quando digo que a previsão não é boa, significa que a expectativa de vida pode ser de até dois anos. Isto explica a decisão de (Hugo Chávez) antecipar as eleições", afirmou Salvador Navarrete. 

Em entrevista à revista mexicana "Milenio", Navarrrete disse ter sido informado pela família de Hugo Chávez de que "ele tem um sarcoma, um tumor de prognóstico muito ruim, e estou quase certo de que é verdade".

Confiança cega nos médicos cubanos

O médico explicou a razão que levou o Presidente da Venezuela a optar pelos tratamentos médicos em Cuba: "Na Venezuela, o Presidente Chávez não confia em ninguém. Só confia nos cubanos. Passou a ser assim desde a tentativa de golpe de Estado".

Depois de ter sido submetido a quatro sessões de quimioterapia, Hugo Chávez fará esta semana novos exames médicos em Cuba.

O Presidente da Venezuela tenta passar outra imagem, a de que está a vencer a doença e pronto para voltar em força ao trabalho. "Quero dirigir-me à nação para informar a respeito de nossa viagem, agora mesmo, a Havana, para continuar o processo (de tratamento ) iniciado há quatro meses", disse Chávez ontem à noit,e no aerporto de Maiquetía, antes de embarcar para Cuba, acompanhado por uma das suas filhas e na presença de vários ministros.

Em busca da reeleição

Apesar de ter sido obrigado, por questões de saúde, a reduzir as suas aparições públicas, o Presidente venezuelano assegura que dentro em breve retomará o seu ritmo habitual de trabalho com o início da campanha para uma nova reeleição em outubro de 2012.   

De acordo com o seu porta-voz, os últimos exames de sangue e tomografias "indicam que não há presença de células malignas, e que o tumor, que estava isolado, foi totalmente eliminado.

Desde junho, quando assumiu publicamente que tem um cancro, a popularidade do Presidente venezuelano deu um salto de dez pontos, subindo para os 60%, de acordo com a maioria dos institutos de pesquisa.


Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 10:05 | link do post | comentar

O meu filho adora a sua chucha, mas ele tem quase três anos e a minha mulher diz que está na altura de a pôr de parte. No entanto, Quando lha tiro, ele não dorme e chora desesperado. Afinal, o que há de mal com ainda usar a chucha.

A rotina diária de uma criança pequena pode ser mais stressante do que aquilo que pensamos. Há constantemente novas actividades, deslocações e tarefas, novos amigos, a transição para a pré-escola e no meio disto tudo alguém chega e tenta tirar a única coisa com que ele sempre pôde contar: a chupeta. Parece-me que a chucha do seu filho se tornou num “objecto de transição”- algo que não sendo uma pessoa, ele usa para se acalmar e aliviar o stress. Se assim é, pode ser sensato deixá-lo continuar a usar a chucha até que desenvolva outros mecanismos a que possa recorrer em momentos de dificuldade.

Para além de atenuar o stress a uma criança e dar-lhe a sensação de conforto e segurança, existem outros benefícios associados ao uso de chucha. Um dos maiores é o facto de reduzir o risco do Síndrome de Morte Infantil Súbita. A ligação é tão grande que a Academia Americana de Pediatria (AAP), na realidade, tem incentivado o uso da chucha.

De acordo com AAP, muitas crianças perdem por si o hábito de usar chucha entre os dois e os quatro anos de idade. Para além do mais, alguns pais (e cientistas) acreditam que tirar a chucha muito cedo poderá forçar a criança a encontrar uma outra forma de se reconfortar como chupar o dedo ou a manga da camisa, puxar o seu próprio cabelo ou ainda andar com uma mantinha.

Dito isto, há muitas pessoas que acreditam que se deve retirar a chucha depois do primeiro aniversário do bebé. O tema gera muita discórdia, mas, em boa justiça, aqui estão alguns dos seus argumentos:

- Com uma chucha na boca, o seu filho poderá falar menos e ter problemas na pronunciação de palavras. Levando a questão a um nível extremo, o uso de chucha pode danificar a língua e os músculos do lábio, o que por sua vez conduz a um atraso no desenvolvimento da fala da criança e pode ainda causar outros problemas;

- Para os bebés mais pequenos, a dependência de uma chucha para adormecer significa que se esta lhes cair da boca durante o sono, se acordarem necessitarão da sua ajuda para a recuperar; 

- Os recém-nascidos poderão ter problemas em aprender a mamar correctamente se tiverem utilizado uma chucha antes de a amamentação estar bem estabelecida;

- Apesar de ninguém saber dizer exactamente o porquê alguns estudos ligam o uso de chucha a um maior risco de infecções nas orelhas;

- O uso prolongado de chucha poderá ainda fazer com que os dentes fiquem tortos. Isto não é um problema no caso de dentes de bebés – depois de alguns meses sem chucha, eles voltam ao normal - mas pode ser um problema com a dentição adulta, que surge normalmente entre os quatro e os seis anos. Várias organizações relacionadas com a dentição infantil desaconselham a chucha depois dos quatro anos.

A melhor forma de resolver esta questão é falar com o pediatra e o dentista do seu filho (se ele não tem um, deveria ter). Se decidir desistir da chucha, aqui ficam algumas estratégias a tentar:

- Retire-lhe a chucha (diga ao seu filho que ele está a dá-la a bebés que precisam de chuchas, ou tente ele que a deixe debaixo da almofada para a “fada da chucha”);

- Troque-as por um brinquedo;

- Tire-lha do nada (por exemplo, depois do terceiro aniversário do seu filho, quando ele é oficialmente um “menino crescido”);

- Facilite o abandono gradual da chucha, oferecendo uma compensação por completar um determinado número de dias em sem usá-la ou por a abandonar definitivamente;

- Aposte na pressão de grupo. Rodeie o seu filho com outras crianças que já não usem chucha e pode ser que ele decida que não quer ser o único “bebé” que ainda utiliza uma chucha.

 

Via Público



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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011

 

sexo, os perigos de Vénus

 

A actividade sexual pode ser tão divertida e satisfatória quanto pode acarretar os seus riscos. As infecções sexualmente transmissíveis são um deles.

 

Todos nós já ouvimos histórias sobre homens que tiveram ataques cardíacos enquanto estavam a ter relações sexuais. É o tipo de histórias que são contadas entre risos de incredulidade e marotice. Se são reais ou apenas mitos urbanos, é difícil determinar. Certo é, porém, que há poucos anos um artigo publicado numa revista da especialidade identificava três factores de risco para que tal situação pudesse ocorrer: o facto de o homem ter problemas cardíacos, o estar com uma mulher que não a sua legítima esposa e uma copiosa refeição, devidamente regada de álcool, prévia ao acto. Conhecendo estes resultados, certamente que possíveis prevaricadores pensarão duas vezes antes da transgressão. 

Tendemos a pensar no sexo como algo de positivo e divertido, muitas vezes esquecendo-nos que os prazeres de Vénus também têm os seus perigos: uma gravidez quando menos se espera, ser-se usado pelo parceiro, não ter prazer no acto, ser-se apanhado em flagrante pelos pais (quando se é adolescente), pelos filhos (quando se é pai ou mãe) ou por um polícia (quando num local público), só para citar alguns. Alguns riscos vale a pena correr por não acarretarem perigos de maior, mas outros podem e devem ser evitados. Tal é o caso de todas as infecções possíveis de contrair através da actividade sexual e que não se limitam ao infelizmente famoso HIV. 

Tal é o caso da sífilis, do cancro mole, do HPV, da herpes, da gonorreia, do cancróide, entre outras. 

Com o aparecimento do HIV e de todas as campanhas mediáticas que se lhe seguiram muitas destas doenças foram aparentemente esquecidas, ainda que talvez nunca tenham mesmo sido alvo de grandes atenções. Porém, as estatísticas indicam que elas têm aumentado, querendo isso dizer que muitas pessoas vão sendo infectadas, por vezes não sabendo muito bem como nem por quem. Esquecem-se de que estas infecções não se podem ver na cara de quem é portador e que em relação a muitas delas nem o preservativo pode evitar o contágio. Porquê? Porque a entrada dos agentes que provocam estas infecções pode ocorrer em zonas do aparelho genital não cobertas pelo preservativo. Assim, elas podem ocorrer nos grandes ou pequenos lábios, na zona púbica, no escroto, na área entre a vagina ou o escroto e o ânus (períneo) ou no ânus. 

Para algumas delas basta que haja contacto de pele com pele para que possa ocorrer uma infecção. 

Muitas vezes as infecções passam despercebidas ou manifestam-se através de pequenas feridas ou borbulhas, que são desvalorizadas por quem as tem e que eventualmente acabam por desaparecer, ainda que a infecção se mantenha e vá evoluindo para fases mais avançadas e potencialmente graves, podendo provocar infertilidade, problemas cardíacos, etc. Muitas delas têm cura se forem atacadas precocemente, pelo que deixar andar é a pior opção de todas. 

Sem dúvida que os prazeres de Vénus são uma parte importante da nossa vida e do nosso relacionamento com parceiros, amores, paixões e outros que tais. Porém, esses prazeres podem acarretar perigos que poderão ser evitados ou pelo menos remediados. Então, porque não fazê-lo?


Via Activa



publicado por olhar para o mundo às 21:52 | link do post | comentar

O caso tem despertado uma sucessão viral de comentários no Facebook. Uma utilizadora desta rede social, Joana Couve Vieira, difundiu um printscreen em que a EDP anuncia ver-se obrigada a apagar umpost da sua autoria. A EDP sublinha que não houve censura mas antes o cumprimento do código de conduta.

 

A história resume-se assim: Joana Couve Vieira declarou-se contra o plano nacional de barragens na página da EDP remetendo para a seguinte página: Eu não pedi um Plano Nacional de Barragens.

Em resposta, a EDP escreveu, na caixa de comentários ao post: “Olá Joana. De acordo com o Código de Conduta da nossa página, que estabelece as normas de utilização da mesma e que deve ser respeitado por todos, somos obrigados a eliminar o seu post. Agradecemos a sua compreensão e convidamo-lo [sic] a participar na nossa comunidade com as suas críticas construtivas. Sugerimos que consulte o nosso Código de Conduta aqui: http://www.facebook.com/grupo.edp?sk=app_228506590493791”.

Em declarações ao PÚBLICO, a EDP afirmou: “O código de conduta da EDP é igual ao código de conduta do Facebook, que é obrigatório para qualquer pessoa que utilize esta rede social. Não houve aqui nenhuma prática de censura. Basta verificar todo o histórico da página da EDP para se perceber que há um conjunto de críticas que nós mantemos na página e que nunca foram apagadas”.

O PÚBLICO confirmou isso mesmo. Estão hoje disponíveis muitos comentários negativos para a EDP sobre este printscreen divulgado por Joana Couve Vieira e outros comentários não relacionados com este episódio, mas que criticam a actuação da empresa, como por exemplo este, com data de hoje: “Para que é que uma empresa que tem um monopólio precisa de estar consecutivamente a gastar milhões a mudar de imagem?”

Entretanto, por volta das 12h30 de hoje, a EDP também colocou online na sua página do Facebook um comunicado em que lamenta a “situação gerada” e apela à “compreensão de todos para o cumprimento dos princípios de utilização presentes no Código de Conduta” da empresa. 

Igualmente contactada pelo PÚBLICO, Joana Couve Vieira enviou-nos por e-mail a sua posição sobre este assunto: "Nunca pensei que esta simples publicação no Facebook tivesse esta repercussão, mas fico contente que tenha acordado outros para o problema. Não me incomoda muito ter sido banida, incomoda-me sim o que a EDP anda a fazer a este país, às pessoas e à Natureza, marketizando mentiras, sem que nada seja feito para o impedir".

O Caso Ensitel

No final do ano passado, uma cliente da Ensitel, Maria João Nogueira, foi intimada judicialmente por esta cadeia de lojas portuguesa que vende aparelhos de electrónica a apagar textos do seu blogue pessoal que criticavam a actuação da empresa.

Em causa estavam alguns textos relativos à empresa escritos ao longo de 2009. Nesses textos, Maria João Nogueira, autora do blogue jonasnuts.com, descreveu a forma como a Ensitel se recusou a trocar um telemóvel defeituoso. Após uma série de tentativas de troca e de devolução do dinheiro, o caso acabou em tribunal, onde o juiz deu razão à Ensitel.

Durante este tempo, Maria João Nogueira - responsável pela gestão da comunidade de blogues do portal Sapo e uma presença frequente nos círculos da blogosfera nacional - foi descrevendo a sua saga online. E foi precisamente para obrigar a autora a apagar a descrição dos acontecimentos que a Ensitel intimou a sua ex-cliente no final de 2010. 

Contactada pelo PÚBLICO, Maria João Nogueira recorda que todo o caso ficou encerrado ainda em finais de 2010. Remetendo-nos para um post publicado no seu blogue pessoal, a autora escreveu, no dia 31 de Dezembro de 2010: “De acordo com o mail que recebi da Ensitel, está concluído todo este processo. Os senhores reconheceram um erro, pediram desculpas (que eu aceitei), aprenderam com o erro e, de acordo com o que referem no comunicado, vão estar mais atentos. Vão também retirar de imediato a acção judicial. Era tudo o que eu queria. Por mim, este episódio Ensitel fica encerrado”.Apesar de encerrado, este caso veio demonstrar a capacidade de reacção da comunidade online. Fenómenos como este são conhecidos como o “efeito Streisand”. Isto acontece quando alguém tenta retirar ou minimizar a publicação de algo na Internet, obtendo com essa acção o efeito contrário. O nome vem da tentativa levada a cabo pela artista Barbra Streisand de retirar uma fotografia da sua mansão de uma colecção de fotos públicas da costa da Califórnia.

Fernando Batista, head office da agência de comunicação especializada em relações públicas digitais LEWIS PR, comenta este episódio da EDP afirmando que as empresas “têm de assimilar de uma vez por todas que (...) haverá sempre quem discorde” nas redes sociais. “Na lista dos públicos-alvo também existe um grupo (grande ou pequeno) que é o das pessoas que não gostam da marca”, indica Fernando Batista neste post .

“Só porque se indica um comentário contrário ao que é a política da empresa, não quer dizer que se esteja a ser ofensivo. Pelo contrário, demonstra que se está a ser pluralista e a reconhecer que existem outros pontos de vista. É necessário dialogar com quem quer que seja. Dialogar é falar e ouvir também. Marca que não ouve o que os outros têm para dizer é uma marca surda!”, escreve ainda este consultor.

Fernando Batista acrescenta ainda: “Agir de forma imediata e apagar todo e qualquer comentário, bloqueando o acesso aos utilizadores também não é boa política (...) Nas redes sociais a máxima de Ford ‘digam bem ou mal, o que me interessa é que falem!’ não funciona”.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 20:56 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Após 14 anos de obras, Barragem do Alqueva abastece quase 200 mil pessoas
Após 14 anos de obras e um investimento superior a 1,8 mil milhões de euros, Alqueva rega quase 30 mil hectares, produz energia e pode abastecer 200 mil habitantes, mas há dúvidas sobre a data de conclusão do projecto.

O projecto Alqueva, que arrancou no terreno em 1997 com a construção da barragem, prevê um investimento total de 2.563 milhões de euros, dos quais 1.845 milhões de euros já foram investidos nas valências agrícola, hidroeléctrica e de abastecimento público de água.

 

A albufeira de Alqueva, localizada no «coração» do Alentejo, no rio Guadiana, começou a encher a 8 de Fevereiro de 2002 e atingiu a capacidade máxima (cota de 152 metros) e iniciou descargas controladas a 12 de Janeiro de 2010.

 

O anterior Governo PS e a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA) anteciparam a conclusão do projecto para 2013, depois de prevista para 2025 e revista para 2015.

 

Entretanto, a ministra da Agricultura do novo Governo PSD/CDS-PP, Assunção Cristas, já disse que «não é possível» concluir o projecto em 2013, mas prometeu «grande empenho» para o terminar «tão cedo quanto possível», «desejavelmente até final de 2015», mas «depende das condições de financiamento do Estado».

 

Dos 110 mil hectares de regadio previstos no projecto global, estão instalados cerca de 52 mil, dos quais 21 mil estão a ser regados por agricultores e aos quais somam-se 8.041 hectares de regadios por captação directa autorizados pela EDIA no âmbito da concessão do domínio público hídrico.

 

Os hectares instalados dividem-se pela Infra-estrutura 12 (Ferreira do Alentejo), pelo bloco de rega da Aldeia da Luz (Mourão) e por nove aproveitamentos hidroagrícolas, oito no distrito de Beja e um no de Évora.

 

No âmbito da rede secundária, estão em construção três aproveitamentos hidroagrícolas (Loureiro/Alvito, Alvito e Aljustrel) e quatro blocos de rega, dois do aproveitamento hidroagrícola de Pedrógão e outros dois do de Selmes, num total de 14 mil hectares.

 

Segundo a EDIA, para concluir o projecto falta construir 44 mil hectares de regadio e outras infra-estruturas da rede primária e são necessários 200 milhões de euros da parte da comparticipação nacional, que é assegurada pelo Estado.

 

Em 2010, a EDIA terminou as ligações entre a albufeira «mãe» e as albufeiras de abastecimento público de água abrangidas pelo projecto, que já pode «reforçar» o abastecimento a cerca de 200 mil habitantes nos distritos de Beja e Évora, sempre que as albufeiras apresentem necessidade de água.

 

Na valência de energia, além das centrais de Alqueva e do Pedrógão, concessionadas à EDP, a EDIA terminou este ano a instalação das cinco centrais mini-hídricas, localizadas junto às barragens de Alvito, Odivelas, Pisão, Roxo e Serpa, no distrito de Beja, e que juntas irão produzir 30 gigawatts de energia em ano médio.

 

O projecto obrigou à construção de uma nova povoação para alojar os habitantes da antiga aldeia da Luz, submersa pelas águas da albufeira, e Alqueva já é o maior lago artificial da Europa, com uma área de 250 quilómetros quadrados e cerca de 1 160 quilómetros de margens.

 

Via SOL



publicado por olhar para o mundo às 17:34 | link do post | comentar

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