Sexta-feira, 29 de Julho de 2011

Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul contesta a reintrodução das portagens em agosto, "exige a abolição das mesmas na ponte 25 de abril durante todo o ano e também a defesa do transporte público".   

A Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul anunciou hoje um "grande buzinão" na próxima segunda-feira, em protesto contra o fim da isenção de pagamento na ponte 25 de abril em agosto e pela "abolição" das portagens. 

 

Em conferência de imprensa, a porta-voz da comissão (CUTMS), Luísa Ramos, explicou que "a ação de protesto contesta a reintrodução das portagens na ponte 25 de abril (em agosto), exige a abolição das portagens na ponte durante todo o ano e exige também a defesa do transporte público".   

 

"O protesto vai durar todo o dia e culminar às 18h, hora em que apelamos às pessoas para que se juntem para denunciar as opções antisociais deste Governo", afirmou. 

'Folga' no orçamento de agosto

 

Na perspetiva da CUTMS, "a isenção de portagens em agosto era vista por muitos utentes - os que estão a trabalhar e também os que só têm dinheiro para fazer férias perto de casa - como uma 'folga' no orçamento". Por isso, o pagamento "vem prejudicar quem já está muito sobrecarregado". 

 

Esta medida, considera, "vai prejudicar também o pequeno comércio e o comércio ligado à restauração", porque "haverá certamente menos gente a deslocar-se" a esta margem. 

 

A porta-voz lembrou ainda que "a juntar a isto é preciso sublinhar o escândalo e o roubo que é o aumento anunciado do preço dos transportes públicos, que pode, inclusive, não ficar por aqui". 

 

Esse aumento, argumentou, "sobrecarrega as famílias, veda a muitos o direito à mobilidade, favorece a utilização do transporte individual e pretende apenas aumentar a atratividade das empresas públicas de transportes aos privados". 

€48 milhões até 2019

O Governo estima que a reintrodução de portagens na ponte 25 de abril durante o mês de agosto, anunciada no início do mês de julho, permita ao Estado uma poupança de cerca de 48 milhões de euros até 2019. 

 

Em comunicado, o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, justificou a decisão no quadro "das dificuldades financeiras que o país atravessa e dos compromissos de redução de despesa pública assumidos pelo Estado português". 


Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 17:46 | link do post | comentar

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