Quarta-feira, 20.07.11
Ana Beatriz Barros é o rosto da coleção
Ana Beatriz Barros é o rosto da coleção

Sucesso deve-se também à venda de três peças por apenas €11. O resultado salta à vista: mais de 460 mil cuecas brasileiras vendidas.

 

 

Em época de crise, as cuecas brasileiras foram a solução encontrada pela Marks & Spencer para superar as quebras de clientes. Graças à coleção "brazilian knickers", a marca britânica subiu  as suas vendas gerais em 3,2% no último trimestre, avança o jornal "The Guardian".

 

Parte do sucesso de vendas deve-se também à promoção lançada pela Marks & Spencer, com a venda de três peças por apenas €11. O resultado salta à vista: mais de 460 mil cuecas brasileiras vendidas.

 

Inspirada "nos biquínis cariocas", a "brasileira tem tudo para ser a cuequinha desta década", disse à BBC Brasil a estilista Soozie Jenkinson, responsável pela coleção.

Segredo está no corte

 

O segredo do modelo baseia-se no corte mais baixo na frente e mais largo nos lados, tornando-a "mais generosa com as mulheres e mais sexy do que as cuecas tradicionais, por ser mais volumoso no rabo e desenhado para ser incrivelmente suave sobre a pele e para eliminar marcas de costuras".

 

A modelo brasileira Ana Beatriz Barros, que também desfila para a Victoria's Secret, foi a cara - e o traseiro - escolhida para divulgar a coleção que prima pelas transparências e rendas.


Via Expresso



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Domingo, 17.07.11
Casal chinês investe 6 milhões para reabrir hotel em Bragança

 

Um casal de chineses está a investir seis milhões de euros na reabilitação da mais emblemática unidade hoteleira de Bragança, com uma oferta complementar que reforçará o conceito multifunções com que foi projectado há mais de 40 anos.

Hotel quatro estrelas, buffet, restaurante e piscina panorâmicos, SPA, discoteca, bar, sala de conferências e um casino fazem parte do projecto que vai reabrir o equipamento encerrado há vários anos por dificuldades financeiras.

 

Localizado no centro da cidade, ficou conhecido como “Hotel Torralta”, por ter sido construído pelo grupo com o mesmo nome, mudou de proprietários e passou a “Hotel Bragança” e a ultimamente a “Hotel São José do Nordeste”.

 

O nome que marca a história deste empreendimento é o do arquitecto Viana de Lima que o projectou no final da década de 1960, junto com outros edifícios como o do Hospital de Bragança.

 

A herança vai ser respeitada pelo técnico director da obra, Ricardo Versus, que explicou à Lusa que “o edifício feito há 40 anos está capacitado para funcionar actualmente, necessitando sobretudo de adaptações à legislação actual”.

 

Além da reabilitação, as obras visam também alargar a oferta, reforçando o conceito multifunções com que foi projectado o edifício onde funcionou a principal sala de espectáculos e cinema da cidade, agora também encerrada.

 

Segundo o director da obra, em Setembro abrirá ao público o restaurante/buffet e em Dezembro o hotel com 60 camas distribuídas por 40 quartos, restaurante e piscina panorâmicos com vista para o castelo de Bragança e um SPA.

 

Os trabalhos vão prolongar-se durante mais um ano para transformar a outra parte do edifício, que a cidade conhece do antigo cinema e sala de espetáculos, mas que contempla cinco pisos que vão dar lugar a uma discoteca, bar, sala de conferências para 400 pessoas e um casino.

Com a excepção do hotel, o público em geral terá acesso a todos os equipamentos, com parque de estacionamento no exterior.

 

O casal de empresários chineses promotor do investimento tem negócios nas áreas da restauração e comércio em Bragança, Macedo de Cavaleiros e Chaves e, segundo o director da obra que os representa adquiriam o hotel por “três milhões de euros e estão a investir outro tanto” na reabilitação.

 

De acordo com Ricardo Versus, actualmente estão a trabalhar no projecto dez empresas de diferentes especialidades, todas de Bragança, “uma exigência dos promotores que fazem questão de adquirir equipamento e mão-de-obra locais”.

 

Para o presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, “trata-se de um investimento importante pela actividade económica, criação de postos de trabalho e porque recupera a função anterior do edifício como unidade hoteleira à qual acrescenta algumas valências”.

 

O autarca disse à Lusa que teve “outras solicitações” para uso do edifício, mas entendeu, que, “pela sua qualidade, pela localização estratégica no centro histórico, manter a função de unidade hoteleira era uma mais-valia estratégica para a cidade”.

 

A inclusão de um casino é o único ponto que desagrada ao autarca.

 

“Não me parece fazer grande sentido para Bragança”, afirmou, considerando que “um casino viria empobrecer a região”.

 

Via Sol



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Sexta-feira, 08.07.11

Gucci e Fiat lançam um carro em conjunto destinado exclusivamente ao público feminino. É o Fiat 500 reinventado. Veja para crer.


 

Via Expresso 



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Sexta-feira, 01.07.11

 

Tal como na gestão de uma casa ou de um orçamento familiar, (a criação e) a acumulação de riqueza só é possível quanto os gastos não superam as receitas; e sabe a inglória se a mesma tiver que ser sistematicamente reorientada para a amortização de dívida e serviço de dívida, quando seja esforçadamente conseguida. Portugal não se encontra em nenhuma destas situações, mas é pelas piores razões: porque não cresce nem acumula, e porque o que quer que consiga (conseguisse) esforçadamente acumular está comprometido para o pagamento de juros e dívida. É desencorajante. Em bom português, para além de estar de sobremaneira endividado, Portugal não está capaz de criar riqueza que garanta o pagamento dos seus compromissos, nem sequer de garantir a mesma qualidade de vida à sua população, quanto mais a sua melhoria.

 

Sabemos, contudo, que não há crescimento sustentado sem finanças públicas saudáveis (não necessariamente défice zero), e este é um (ou melhor, o) pressuposto em que assentam os programas de estabilização financeira que têm vindo a ser praticados, também em Portugal.

 

Qual é então o plano de recuperação económica?


Como objetivo transversal desse plano, temos a continuação do cumprimento dos compromissos financeiros internacionais, desta feita com o apoio financeiro do FMI e EU (ajustamento financeiro e re-credibilização internacional como prioridade máxima, de forma a garantir o regresso do país ao financiamento em condições normais de mercado). Em simultâneo, programaticamente, o Governo propõe-se garantir que os gastos públicos não excedem as receitas públicas (corte de gastos e aumento de receitas), aumentar os níveis de produtividade nacional e, por essa via, garantir a competitividade na nossa oferta no exterior e o crescimento da economia.

 

Assim, por aí virá, por exemplo e por memória, a criação de um imposto extraordinário, a subida e reestruturação do IVA, alteração dos escalões no IRS e redução de deduções, agravamento de preços de bens não transacionáveis internacionalmente, flexibilização da lei laboral e das regras de proteção social, promoção e garantia de concorrência, redução do peso do Estado e qualificação dos portugueses (da força de trabalho), entre tantos outros. Em última instância, assim se relança uma economia com medidas de austeridade. Em tempos que se sobreporão, teremos: pagamento da dívida, redução dos défices, reforma estrutural, e por fim, crescimento. Será a austeridade interna a garantir a nossa competitividade no mercado internacional, e esta, a médio prazo, a conduzir ao crescimento.

 

Em termos práticos (o que será o mesmo que dizer, cinicamente), se a política for desequilibradamente doseada, as empresas portuguesas que se provem competitivas, não terão que se preocupar particularmente com o rendimento disponível das famílias portuguesas, ou com a dimensão do mercado português ou com a evolução da procura interna. Porque não é desse o modelo que se trata. Trata-se sim, de um modelo extrovertido, de enfoque e substituição de exportações, compatível, no curto e médio prazo, com níveis de desemprego elevados e rendimento disponível reduzido. Neste modelo, os portugueses não são o mercado. É-o antes o exterior, recetor de bens transacionáveis internacionalmente, e nele assentará um futuro crescimento da economia. Por outro lado, se a política for equilibradamente doseada, com repartição igual de sacrifícios pelos diferentes agentes económicos (famílias, empresas, Estado), não é garantido que se cumpram os desígnios deste modelo económico para Portugal, nos tempos que nos são exigidos.

 

Nestes termos, não é de estranhar que o programa de Governo tenha já sido simultaneamente designado, como "choque liberal para o crescimento" e "assalto social aos portugueses". Ainda assim, e apesar dos tempos helénicos que correm, a Europa ainda não parou para equacionar alternativas. Tarda.



Via Expresso



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Segunda-feira, 20.06.11

Piódão, Linhares da Beira, Trancoso, Marialva, Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida, Castelo Mendo, Sortelha, Belmonte, Castelo Novo, Monsanto e Idanha-a-Velha são as 12 povoações da Beira Interior classificadas como "aldeias históricas". Leia a reportagem completa no Expresso Economia de 18 de junho.

 

 

 

Via Expresso



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Quarta-feira, 15.06.11
A Korean Air acaba de receber o primeiro Airbus A-380. Veja aqui o vídeo promocional que acompanhia realizou para assinalar o evento.


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Sexta-feira, 20.05.11
BE quer proibir banca de rever contratos sem acordo do cliente
O Bloco de Esquerda propôs hoje que a lei proíba, explicitamente, cláusulas que confiram aos bancos a capacidade de rever contratos de empréstimo sem o acordo do cliente, considerando que a decisão do Banco de Portugal é inaceitável.

«Hoje vamos apresentar uma proposta que tem a ver com os empréstimos para a compra de habitação e a alteração que foi recentemente deliberada pelo Banco de Portugal, no sentido de permitir cláusulas contratuais nos empréstimos para compra de habitação que dão aos bancos o poder de alterar os encargos e as taxas de juro desses empréstimos por razões relacionadas com a conjuntura económica», explicou o deputado do BE José Gusmão em conferência de imprensa. 

Segundo o bloquista, «esta decisão do Banco de Portugal tem como objectivo clarificar a legislação existente», criando «uma via verde para o abuso dos bancos sobre os seus clientes, nomeadamente ao nível da revisão das condições contratuais».

«Do nosso ponto de vista, esta decisão do Banco de Portugal é inaceitável e representa uma demissão do Banco de Portugal, e do próprio Governo que já veio apoiar esta medida, da função de regulação do sistema financeiro», criticou. 

Considerando que estas cláusulas não devem ser permitidas por lei, José Gusmão explica assim que «o Bloco de Esquerda propõe que a lei proíba, explicitamente, cláusulas que dêem aos bancos a capacidade de rever contratos de empréstimo sem o acordo do cliente».

«Propomos também que, quando este princípio for violado, seja em que circunstância for, haja lugar a indemnização do cliente por parte do banco», acrescentou, afirmando que «o banco terá que devolver qualquer importância que tenha sido cobrada em excesso ao cliente mas para além disso terá que haver um quadro sancionatório que estará em linha da legislação já existente do ponto de vista de abuso de poder por parte das instituições financeiras e que é um quadro já regulamentado». 

Segundo o deputado, a proposta de hoje do partido - o BE está a apresentar uma proposta por dia durante este período de campanha eleitoral – «inclui ainda alterações à legislação sobre o sector financeiro, nomeadamente no sentido de impedir a cobrança de comissões por despesas de manutenção».

«São despesas muito nebulosas e que os bancos cobram sobretudo aos seus clientes com rendimentos mais baixos. Por isso, o bloco defende que essa cobrança não deve ser possível para clientes que tenham um saldo médio na sua conta bancária inferior à remuneração mínima garantida», sustentou. 

O partido liderado por Francisco Louçã quer ainda «uma revisão da lei de serviços mínimos bancários, no sentido de garantir a gratuitidade desses serviços e a obrigatoriedade da adesão de todos os bancos à prestação desses serviços».

 

Via Sol



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Segunda-feira, 16.05.11

É o carro elétrico mais barato do mercado. Deverá estar disponível para entrega no final deste ano. Preço: €6.900. A Renault acaba de anunciar que já aceita encomendas on-line.

 

Provavelmente este modelo de carro eléctrico - o Renault Twizy - vai ser o mais barato do mercado. Segundo a própria marca, deverá chegar aos consumidores europeus por um preço a rondar os €6.900 (podendo variar em função da fiscalidade de cada país).

Só para se ter uma ideia da diferença de preços, basta referir que o Nissan Leaf (4 lugares) e o Mitsubishi MIEV (4 lugares) estão disponíveis por cerca de €35 mil €36 mil.

O Twizy, um micro-urbano de dois lugares, pesa 450 quilos, dos quais 100 dizem respeito à bateria, a qual terá uma autonomia para cerca de 100 quilómetros. A recarga poderá demorar três horas e meia.

Este elétrico da Renault mede 2,32 metros de comprimento, tem 1,19 metros de largura e 1,46 m de altura.

 

 

 
Via Expresso


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Sábado, 07.05.11

 

Café em cápsulas mais baratas e compatíveis com as máquinas Nespresso chegou a Espanha. Vincent Termote, diretor-geral da Nespresso, não revela as medidas a tomar.

 

Depois de França e Holanda, as cápsulas de café Marcilla , comercializadas pelo grupo Sara Lee, chegaram anteontem a Espanha e prometem mexer com o negócio da Nespresso. É que as cápsulas Marcilla são compatíveis com as máquinas Nespresso e são comercializadas a um preço inferior.


Em Espanha, uma embalagem com dez cápsulas Nespresso custa entre 3,30 euros e 3,90 euros, enquanto a versão da Sara Lee é vendida a 2,99 euros.

 

Vincent Termote, diretor-geral da Nespresso para Portugal e Espanha, recusa-se a falar sobre o assunto. "Não vou especular sobre este tema, nem farei comentários sobre a nossa estratégia legal", refere Vincent Termote, citado pelo "El País". Em França, a Nespresso já tem a correr um processo contra a Marcilla.

 

De acordo com o jornal espanhol, apesar de funcionarem na mesma máquina as cápsulas têm um aspeto bastante diferente. Enquanto a original é revestida a alumínio e tem cor, o sucedâneo é feito de plástico transparente.

 

Até ao momento de publicação desta notícia, o Expresso não conseguiu obter um comentário do diretor-geral da Nespresso, nem obter uma resposta por parte do responsável da Marcilla em Portugal, sobre a possível comercialização destas cápsulas no mercado nacional.

 

Via Expresso



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Quarta-feira, 04.05.11
Conheça as novas medidas de austeridade
Via Sol


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Sexta-feira, 08.04.11

indústria dos jogos vídeo vale milhões e está a atingir dimensões que já a colocam em paralelo com a indústria cinematográfica. Veja a lista dos mais caros.

 

 

 

No início dos anos 90 do século passado o orçamento para um novo jogo poderia rondar os 100 mil dólares. Quando o "Doom" doi lançado em 1993, custou 200 mil dólares, e foi considerado o mais caro de sempre até então.

Atualmente, tudo se conta aos milhões. O "Grand Theft Auto 4" demorou três anos e meio a ser produzido, envolveu mais de 1000 pessoas na sua produção e custou qualquer coisa como 100 milhões de dólares (€70 milhões). É o videojogo mais caro de sempre.

 

Via Expresso



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Quinta-feira, 07.04.11
Campanha acabou com mito de que férias nos Açores são caras
 
A campanha turística VisitAzores com voo incluído , que gerou 3.470 dormidas na época baixa, atingiu o objectivo de desmistificar o custo das férias nos Açores, afirmou hoje Sandro Paim, presidente da Câmara de Comércio e Indústria dos Açores.
 

«A campanha permitiu desmistificar no mercado nacional a questão do elevado custo das férias nos Açores, tendo também permitido aumentar o fluxo de reservas através da Internet», frisou Sandro Paim, num balanço desta campanha, que decorreu entre 15 de Outubro e 31 de Março.

 

Os dados hoje divulgados indicam que, entre as 3.470 dormidas que gerou no arquipélago, «99 por cento foram compradas através da Internet», o que representa um enorme aumento num mercado onde as reservas online representam apenas cinco por cento do total.

Para Sandro Paim, esta campanha também permitiu «acabar com a mistificação» de que as férias nos Açores na época baixa só podiam durar um fim de semana, tendo a sua realização levado alguns operadores turísticos a disponibilizar pacotes de cinco e sete noites.

 

«Foi muito positivo», considerou o presidente da Câmara de Comércio e Indústria dos Açores (CCIA), apesar de admitiu que o número de dormidas obtido nesta campanha «ficou aquém» do que se pretendia, que era atingir cinco mil dormidas.

 

Entre os turistas que vieram aos Açores no quadro desta campanha, 79 por cento eram oriundos de Lisboa, 17 por cento do Porto e quatro por cento de Faro.

 

Relativamente aos destinos destes turistas, 81 por cento ficaram em S. Miguel, 12 por cento na Terceira, cinco por cento no Faial, um por cento em S. Jorge e um por cento no Pico.

 

Por outro lado, em S. Miguel e na Terceira, cerca de 90 por cento ficaram alojados em hotéis de cidade, enquanto apenas 10 por cento ficaram em alojamento rural.

 

Pelo contrário, em S. Jorge e no Pico, a quase totalidade dos turistas optou pelos hotéis rurais.

 

Sandro Paim salientou que todos estes dados vão ser analisados por um grupo de trabalho para perceber onde pode esta campanha ser melhorada em próximas edições.

 

O presidente da CCIA admitiu que, na próxima época baixa, poderá ser lançada uma nova campanha deste género, voltando a lançar o desafio aos operadores turísticos para aderirem à iniciativa.

 

A campanha turística VisitAzores com voo incluído incluía viagem aérea e alojamento, disponibilizando pacotes de viagens a partir de 260 euros por pessoa para cinco noites nos Açores.

 

Esta iniciativa da CCIA contou com a participação das transportadoras aéreas TAP e a SATA e pretendeu aumentar o fluxo turístico nos Açores durante a época baixa, altura em que as unidades hoteleiras registam habitualmente taxas de ocupação muito baixas.

 

«Conseguimos atingir os objectivos de aumentar o notoriedade do destino turístico Açores e o fluxo de turistas na época baixa», frisou Sandro Paim.

 

Via Sol



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Segunda-feira, 28.03.11
'A luta' é uma nova marca, pá!
 
A crise aumentou a notoriedade e mediatismo dos Homens da Luta, que já têm convites para darem a cara por campanhas. Serão só mais uma marca da moda ou vão vencer a luta no mundo do marketing?

E o povo pá? Esta foi a frase, ou slogan, que lançou os Homens da Luta para as ruas portuguesas. Hoje são considerados por alguns especialistas de marketing uma das melhores marcas nacionais. Mas Jel, um dos mentores do projecto, faz questão de salientar que «os Homens da Luta já existem há quase seis anos e os especialistas nunca nos ligaram nenhuma. Depois de os resultados acontecerem é fácil virem com as receitas!».

Apesar de este ser um tema controverso no que diz respeito à definição de marca, principalmente no mundo académico, para Paulo Morais, especialista em marketing digital, eles são um produto que «simboliza a revolução e a crise em que vivemos. É uma marca que consegue transmitir ao mesmo tempo emoções contraditórias as sociadas à alegria e à revolta, o que a torna tão especial e diferenciadora».

Inconscientemente ou não, através da sua luta , Jel e o irmão Falâncio seguiram as regras básicas do marketing e «acabaram por dar uma lição a muitas marcas empresariais», acrescenta Paulo Morais.

Desde a definição da missão (luta), selecção do seu público-alvo (povo em geral), cumprimento de valores ou estratégia de comunicação (digital), «podemos estar perante um exemplo interessante de sucesso. Além disso, os Homens da Luta sabem ouvir os seus seguidores e, como se viu na manifestação da Geração à Rasca, respondem aos apelos de luta!», detalha.

«Se há valor no nosso trabalho é porque somos persistentes e nunca desistimos. Tentámos sempre inovar e crescer. Este é nosso segredo de marketing», revela Jel, ao SOL.

Outra das características importantes, principalmente nos tempos actuais, é que os Homens da Luta criam valor sem custo para o seu público-alvo. «Não preciso de gastar um cêntimo para me divertir com eles e aceder ao seu conteúdo (música e vídeos). Este é um modelo de negócio que começa a ganhar terreno no mundo dos negócios. Temos o exemplo da Google», comenta Paulo Morais.

Mas, para permitir que os adeptos da revolução não gastem um tostão, são os líderes da luta que ficam desfalcados . «O investimento saiu todo do nosso bolso. Nós não temos qualquer tipo de patrocínios, pá! E em muitas situações perdemos dinheiro, como por exemplo quando fomos gravar o programa da SIC Radical para os EUA, merchandising ou a gravação do nosso álbum» revela Jel. «Aliás ainda estamos a pagar o empréstimo ao banco!», acrescenta.

Quanto ao futuro da marca Homens da Luta, para Joaquim Caetano, especialista em marketing político, uma vez que eles são «um produto do momento político que vivemos e um factor de moda, caso continuem com a mesma postura vão cair em desuso muito rápido. Ou optam por implementar mesmo um posicionamento, ou então serão apenas mais um produto de ocasião».

Mas Jel e Falâncio não partilham a mesma opinião e vão continuar na luta . Além do livro Viva a Crise! Manual da Alegria - que vai ser lançado no dia 8 de Abril -, os camaradas também já estão a a negociar com a SIC Radical um novo programa que irá para o ar até ao final do ano.

E, como a revolução não se faz só na rua, os Homens da Luta também querem entrar no grande écran e realizar um filme.«Mesmo que nenhuma produtora esteja interessada, pagamos do nosso bolso! Não estamos nisto para ficar ricos, pá! Estamos nisto para continuar a criar riqueza e trabalho», adianta Jel. Aliás, «Eu e o meu irmão criámos e lançámos o projecto, mas hoje já somos 20. Somos uma marca cooperativa, onde o ganho é dividido por todos e é reinvestido».

A liberdade criativa, continuar a dar a cara em manifestações e comícios políticos são «a nossa imagem de marca e vamos mantê-la». Desde que ganharam o Festival da Canção já receberam propostas para dar a cara numa publicidade de um banco, bem como de outros sectores de actividade como bebidas e retalho, «mas recusámos sempre. Além de ir contra os nossos princípios, achamos que não devemos misturar os Homens da Luta, nesta altura, com nenhuma marca», detalha.

 

Via Sol



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 “O vosso roubo custou 13 milhões de salários mínimos”.

 

 

A mensagem foi colada, às cinco da manhã, no vidro da sede do BPN no Porto: “O vosso roubo custou 13 milhões de salários mínimos”.

 

A cena repetiu-se em várias cidades por volta da mesma hora – um pouco mais cedo em Braga. Assinado: “E o povo, pá? eopovopa.wordpress.com”. Um comunicado explica a opção deste grupo de dezenas de jovens pela clandestinidade: “Não importa quem somos, mas aquilo que nos junta. Somos gente farta da falta de oportunidades e cansada do discurso mentiroso que afirma que ‘não há outro caminho’. Somos gente cujo investimento e sacrifício dos pais na nossa educação resultou em desemprego e precariedade.” 

O que querem? “Vimos dizer que não nos tomem por parvos.” Porquê este banco? “Quando falamos do buraco nas contas públicas deixado pelo BPN referimo-nos a 6500 milhões de euros, ou seja, mais de 13 milhões de salários mínimos.” O PÚBLICO acompanhou toda a acção no Porto. 

 

Via Público



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Domingo, 20.03.11

É o grande concorrente do Airbus A380. Vai voar no domingo pela primeira vez nos céus deSeatle. As encomendas sucedem-se. Conheça melhor o novo gigante da aviação.


 

Via Expresso
 

 



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Sábado, 19.03.11
Primeiro vírus informático criado há 40 anos

"Eu sou o Creeper, apanha-me se és capaz!". Era com esta frase provocatória que o primeiro vírus informático aparecia em 1971 nos ecrãs dos primitivos computadores da Arpanet, a rede informática norte-americana que está na origem da Internet.

 

Mas, o Creeper não passava de uma inocente brincadeira de um programador que apenas quis provar que era possível introduzir programas numa rede informática sem autorização.

Ao longo de quatro décadas o cibercrime disparou exponencialmente: em 1990 foram detetados 1300 vírus, em 2000 existiam 50 mil e 2010 foram identificados 200 milhões.

Nos últimos cinco anos, estes programas informáticos maliciosos passaram a ter como objetivo o lucro, através de modelos de negócio mais ou menos sofisticados e passaram a fazer parte da guerra industrial entre Estados.

Em 2010, Stuxnet danificou seriamente o sistema industrial da Siemens que equipava uma central nuclear no Irão. Já este ano, o Governo francês sofreu um ataque sem precedentes, por ter sido o organizador da cimeira do G20.

Quais são agora os principais alvos do cibercrime? Os especialistas defendem que deverão ser os smartphones. Não só porque são um tipo de equipamento móvel cuja utilização  está a crescer exponencialmente, como também porque no futuro deverão ter funções de micro-pagamento. E também porque incorporam um sistema de localização (GPS) e têm câmara fotográfica, o que os torna potencialmente intrusivos para os seus proprietários.

No passado mês de Fevereiro, a Kaspersky, especialista em segurança, informou ter detetado em simultâneo vários novos programas maliciosos para a plataforma móvel Android (Google).

Veja quais são os principais vírus da história da informática:

1971: Creeper

Foi criado em laboratório por um programador que trabalhava no desenvolvimento da Arpanet (rede precursora da Internet).

1982: Elk Cloner

Foi escrito por um adolescente de 15 anos. Propagava-se através de disquetes do Apple II e era uma forma de ter acesso a acesso a informação dos computadores dos amigos, sem que estes dessem por isso.

1987: Jerusalém

Foi o primeiro vírus destruidor a ter um impacto global. Em cada 6ª feira, dia 13, este vírus apagava os programas que estivessem em funcionamento no computador. O nome deve-se aio facto de ter sido detetado pela primeira vez na Universidade Hebraica de Jerusalém.  

1992: Michelangelo

Pertence à categoria dos vírus adormecidos que acordava no dia 6 de março (dia de nascimento de do artista renascentista) e apagava informação essencial do computador e infetava discos rígidos. Não causou muitos estragos porque os computadores pessoais eram desligados nesse dia.  

1999: Melissa 

Foi criado em homenagem a uma streaper da Florida. O autor foi identificado e passou 20 meses na prisão e teve que pagar uma multa de 5 mil dólares. Infetava os ficheiros Microsoft Word  e enviava-se a si próprio através do Outlook. Era suficientemente poderoso para paralisar os sistemas de correio eletrónico da Internet. Foram criadas variantes e havia quem pedisse 100 dólares 8 partir de paraísos ficais) para anular o vírus.

 2000: I love you 

Era um vírus tipo worm  (que se auto replica) que afetou dezenas de milhões de computadores pessoais. Aparecia através de uma mensagem de correio eletrónico com o assunto "I love you" e infetava o computador quando o ficheiro em anexo era aberto. Depois o vírus auto propagava-se a todos os endereços do programa de mail. Terá provocado prejuízos superiores a 5 mil milhões de dólares em todo o mundo por levar muito tempo "limpar" as máquinas infetadas.

2001: Code Red 

Numa semana atacou 400 mil servidores com tecnologia Microsoft. Tal como o I Love You, atacava também os utilizadores finais. Substituía a página inicial dos sítios web com a mensagem "Hacked by chinese".

2004: Sasser  

Infetou mais de um milhão de computadores e provocou prejuízos de 18 mil milhões de dólares. Explorava uma vulnerabilidade do Microsoft Windows para se espalhar de uma forma muito rápida. Os computadores ficavam inoperacionais em poucos minutos. A Delta Airlines foi forçada a cancelar voos e a guarda costeira britânica teve que voltar a usar mapas em papel. Descobriu-se que o autor tinha sido um rapaz alemão de 18 anos que seria processado pela Microsoft em 250 mil dólares. O jovem alegou que tinha criado o vírus para ajudar a mãe a arranjar emprego numa empresa de segurança informática.

2005: My Tob 

Significou o início na era dos Botnets (agentes de software que funcionam autonomamente) e do cibercrime. Era um worm que combinava as características de zombie (programa controlado remotamente) e de mass-mailer (envio massivo de mensagens de correio eletrónico). Com My Tob, os vírus tornaram-se um negócio para desenvolver atividades de espionagem (spyware), difusão de correio indesejado (spam), hospedagem nos servidores de conteúdo indesejado, interceção de códigos bancários, chantagem, etc.. As receitas deste tipo de atividade atingem milhares de milhões de euros e continuam a crescer até hoje.

 2007: Storm botnet 

Já com modelos de negócio a funcionar, os cibercriminosos passar a ter estratégias de defesa (dos contra-ataques das empresas de segurança) através de centros de comando descentralizados. O Storm infetou muitos milhões de computadores. 

2008: Koobface

Numa analogia ao Facebook, este vírus usava as redes sociais para se espalhar. Ainda hoje deverá haver 500 mil Koobfaces on line ao mesmo tempo.  

2009: Conficker 

É um vírus muito sofisticado e resistente. É ao mesmo tempo worm e uma botnet súper robusto. Infetou mais de 7 milhões de sistemas informáticos no mundo inteiro, incluindo hospitais e bases militares (obrigou aviões de guerra franceses a ficarem em terra). Curiosamente, o Conficker não afetava os IP (Internet Protocol) ucranianos. Respeitava uma das regras de ouro do cribercrime. "Não ataques o teu próprio país e o braço da justioça não re atingirá". 

2010: Stuxnet

Significou o advento da ciberguerra. Ou seja, é a era dos vírus tão sofisticados que apenas os Estados parecem ter recursos para os criar. Tira partido de uma vulnerabilidade do Windows e atacou o sistema de gestão industrial da Siemens.  

 

Via Expresso



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Quarta-feira, 16.03.11

"CARTA ABERTA

Prezado Dr. Carlos Barbosa
Presidente da Direcção do Automóvel Club de Portugal

Lisboa, 9 Março 2011

ASSUNTO: O DESCARADO AUMENTO DOS COMBUSTÍVEIS - TRÊS PERGUNTAS A FAZER ÀS GASOLINEIRAS

O elevado custo a que os combustíveis chegaram é um doloroso espinho na nossa economia.
Torna-se urgente removê-lo ou pelo menos evitar que se enterre mais, se a quisermos salvar de “morte certa”.
O preço dos combustíveis assenta em quatro custos básicos:
1 – A matéria prima (ramas de petróleo)
2 – O transporte marítimo (frete)
3 – A refinação (transformação do crude nos produtos de consumo)
4 – A distribuição (armazenagem e colocação nas bombas)

Mas as nossas gasolineiras (Galp/BP/Repsol/Shell,etc.) parece só conhecerem o primeiro ou escondem os restantes.

HÁ TRÊS PERGUNTAS URGENTES A FAZER

A primeira grande situação escandalosa do custo dos combustíveis, que abastecemos nas bombas, advêm do facto das gasolineiras, quando trocaram a compra da matéria prima proveniente dos portos do Golfo Pérsico, cerca der 15 dias de viagem, pela dos portos do Norte e do Oeste de África, cerca de 3 a 6 dias de viagem, nem um só cêntimo alguma vez baixaram seus preços! (Alguém soube de tal?) 
Por exemplo, se os fretes estiverem a 1 dólar/tonelada/dia de viagem (para usar nºs simples pois o valor é superior) teremos que, no caso dum petroleiro de 100 mil toneladas, com aquela troca de origem resultaria:
De 100.000x1x15 = 1.500.000 dólares
Para 100.000x1x3ou6 = 300.000 ou 600.000 dólares
Uma redução fabulosa!
A pergunta que o ACP deve fazer:
QUEM BENEFICIOU COM ESTA REDUÇÃO DE FRETES?

A segunda grande situação escandalosa advêm do facto (pelo menos no momento actual) da escalada do custo das matérias primas se ter iniciado há menos de um mês e as gasolineiras já fizeram três aumentos. O primeiro escândalo, nesta situação, é o facto de que todo o produto refinado, entregue na distribuição naquele período de tempo, foi primeiro adquirido nos mercados estrangeiros em “spot” a longo termo (talvez seis meses ou mais) com custos muito inferiores aos actuais), depois feito o afretamento dos navios petroleiros estrangeiros (que os não há portugueses) nos “brokers” internacionais, nem sempre de pronto disponíveis. Depois realizam-se as viagens das origens daquela matéria, para os terminais de Sines e Leixões. Seguiu-se o processo de tratamento e refinação, tancagem e distribuição. Tudo levando largas semanas senão meses até ao consumidor.

A pergunta a fazer é:
A QUE PREÇO PAGARAM AS GASOLINEIRAS AS RAMAS QUE SINES E LEIXÕES RECEBERAM NAS ÚLTIMAS SEMANAS?

A terceira situação escandalosa advêm do facto do petróleo bruto ali recebido, primeiro não ser todo proveniente do mesmo terminal de origem, fretes diferentes, depois não possuir as mesmas características (mais ou menos “light” ou mais ou menos betuminoso, etc.) de que resulta produtos refinados de diferente qualidade.

A pergunta a fazer é:
COMO É QUE TODAS AS GASOLINEIRAS CONSEGUEM, COM TAIS PARÂMETROS, FAZER O MESMO PREÇO DE VENDA E NO MESMO DIA?

A minha solicitação a meu prezado Presidente do ACP para que se coloquem estas questões às gasolineiras é porque a mim elas não me respondem. Faço parte daqueles que “elas” consideram de “tansos pagantes”, apesar de ter andado algumas dezenas de anos no transporte de hidrocarbonetos e viajado mais de um milhão de milhas em navios petroleiros por esse mundo fora do petróleo.
Como seria bom ler o que nos vão (se) responder…
E talvez com as respostas dadas o Sr Ministro responsável pelos transportes saísse da meditação em que se encontra e nos ajudasse a resolver o assunto. 
E com um muito saudar vos solicito minhas escusas.
Joaquim Ferreira da Silva – Sócio nº 3147
Capitão da Marinha Mercante (Reformado)
Membro da Secção de Transportes da Sociedade de Geografia de Lisboa"

 

Retirado de Persuacção



publicado por olhar para o mundo às 14:12 | link do post | comentar

Segunda-feira, 14.03.11

São o sonho de qualquer empresa de construção. Prédios altos de arquitetura futurista e alguns exercícios de engenharia. Eis as propostas vencedoras do concurso "Skycraper Competition 2011" da revista Volo Magazine.

 


 
 

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

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