Terça-feira, 01.11.11
O ponto G deles

 

Que o corpo do homem é cheio de zonas erógenas que adoram ser estimuladas, isso a gente já sabe. Mas você sabia que eles também têm um pontinho que funciona quase como o nosso ponto G, ao alcance das mãos? Fico pertinho da próstata, logo abaixo da bexiga, um pouco atrás dos testículos e, ao que tido indica, se bem provocado, aumenta ou facilita a excitação e o prazer.

 

O problema é que há certo preconceito com relação a esse ponto, porque seu estímulo remeteria a uma atividade homossexual. Imaginar que o homem que gosta da estimulação na próstata é gay assusta muitas mulheres, que deixam de explorar a região anal masculina. Mas é lá mesmo que o "ponto G" deles se localiza. "A próstata apenas pode ser alcançada através do ânus, introduzindo o dedo", explica o psicoterapeuta sexual Oswaldo M. Rodrigues Jr., diretor do Instituto Paulista de Sexualidade. "O estímulo, massageando a próstata, facilitará a ereção ser obtida e mantida através de um mecanismo neurológico simples, reflexivo", explica.

 

A estimulação não vai proporcionar a prolongação do orgasmo, mas facilita que a excitação seja mantida forte e por mais tempo. Isso porque a área é comprovadamente uma aglomeração de terminações nervosas ligadas ao prazer. A dica de Oswaldo é estimular no início do contato sexual, com a finalidade de favorecer a excitação e o desejo do homem.

 

Mas é fundamental que o casal tenha muita intimidade para que a relação não fique estremecida. "Um casal sintonizado e que não se preocupe com a homossexualidade, provavelmente fará bom uso do prazer e excitação que podem ser obtidos com este tipo de estimulação", completa Oswaldo. Como não há uma cartografia sexual para encontrar e tocar esse "ponto G" masculino, as formas de estimulá-lo são muitas. Haja sensibilidade feminina na procura do tesouro.

 

Via Vila dois



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Segunda-feira, 24.10.11
Dicas para aumentar a intimidade e recuperar a paixão

Recupere a paixão do seu relacionamento e seja mais feliz

 

"Não dá para se preocupar com a relação só quando pinta problema! Casais de sucesso trabalham nisso todos os dias", diz o psicólogo americano Sandor Gardos. Veja algumas atitudes simples que podem aumentar a intimidade da relação.

Recupere a paixão


Escreva um bilhete de amor - com papel e caneta mesmo. Estudos mostram que quem registra os sentimentos positivos sobre o parceiro é mais satisfeito em suas relações. Mais dicas: "Na sexta-feira, faça reserva num restaurante, compre ingressos para o cinema ou avise que está enchendo a banheira!", sugere Mendes Júnior.

Esquente a manhã


Se seu uniforme de cama inclui camiseta e short, tire-os durante a noite para que ele encontre uma surpresinha assim que o despertador tocar.

Vá para o abraço


Um abraço de 20 segundos diminui a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos e libera o hormônio oxitocina, que diminui o stress de uma briga, de acordo com pesquisa da Universidade da Virgínia, nos EUA.

Confie no seu taco


Em casa, faça atividades inusitadas sem roupa, como pagar contas pela internet ou pintar as unhas. "Passar um tempo sozinha e nua deixará você mais confortável quando estiver acompanhada porque não se sentirá examinada", diz a psicóloga Ava Cadell, autora do livro 12 Steps to Everlasting Love (inédito no Brasil).


Aumente a conexão


Para os homens, seu ritual de beleza é um portal para o misterioso mundo feminino - então, deixe que seu namorado veja você aplicando máscara nos cílios ou hidratante. "Ele vai se sentir mais próximo ao ter acesso a um lado seu que mais ninguém vê", afirma o psicólogo Scott Haltzman, coautor de Os Segredos das Mulheres Felizes no Casamento (Ed. Gente, 256 págs., R$ 49,90). Mas só faça isso de vez em quando e escolha algo que implique certa sedução - nada de tirar a sobrancelha ou passar uma máscara verde no rosto. A intimidade, você sabe, também pode ser inimiga da sedução.

Elogie mais


O sexo masculino se sente mais confortável demonstrando amor do que falando sobre isso. Então, para conseguir um elogio, estimule. Dizer "Coloquei este vestido para você"  vai fazer bem ao ego dele e incentivá-lo a dizer como você ficou sexy. E a reciprocidade os mantém juntos: parceiros que se admiram enfrentam melhor as fases difíceis.

 

Via M de mulher



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Quarta-feira, 19.10.11
Elas também são mais sexualmente satisfeitas do que os homens. Foto: Getty Images

Elas também são mais sexualmente satisfeitas do que os homens
Foto: Getty Images

Uma nova pesquisa mostra que as mulheres são mais aventureiras e experimentais quando o assunto é sexo. No estudo feito pelo site K-Y's Good in Bed sex, elas apareceram não só como mais inclinadas a experimentar, mas também donas de fantasias mais sujas do que as presentes nos homens. As informações são do Daily Mail .


Enquanto os entrevistados - todos que estavam em relacionamento - disseram que gostavam de sexo com a luz acesa, lingerie e de fazer sexo em diferentes áreas da casa, mais mulheres do que homens se mostraram mais dispostas a ir mais longe do quarto. O resultado muda o conceito puritano representado pela mulher, segundo o diretor da pesquisa, Kristen Mark MS.

 

Ser sexualmente aventureira está, talvez, ligado à satisfação sexual de ambos os parceiros. Em uma pesquisa anterior, o site revelou que as mulheres são mais entediadas nos relacionamentos do que os homens, apesar de serem sexualmente mais satisfeitas.

 

Via Terra



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Segunda-feira, 17.10.11

 

sexo, os perigos de Vénus

 

A actividade sexual pode ser tão divertida e satisfatória quanto pode acarretar os seus riscos. As infecções sexualmente transmissíveis são um deles.

 

Todos nós já ouvimos histórias sobre homens que tiveram ataques cardíacos enquanto estavam a ter relações sexuais. É o tipo de histórias que são contadas entre risos de incredulidade e marotice. Se são reais ou apenas mitos urbanos, é difícil determinar. Certo é, porém, que há poucos anos um artigo publicado numa revista da especialidade identificava três factores de risco para que tal situação pudesse ocorrer: o facto de o homem ter problemas cardíacos, o estar com uma mulher que não a sua legítima esposa e uma copiosa refeição, devidamente regada de álcool, prévia ao acto. Conhecendo estes resultados, certamente que possíveis prevaricadores pensarão duas vezes antes da transgressão. 

Tendemos a pensar no sexo como algo de positivo e divertido, muitas vezes esquecendo-nos que os prazeres de Vénus também têm os seus perigos: uma gravidez quando menos se espera, ser-se usado pelo parceiro, não ter prazer no acto, ser-se apanhado em flagrante pelos pais (quando se é adolescente), pelos filhos (quando se é pai ou mãe) ou por um polícia (quando num local público), só para citar alguns. Alguns riscos vale a pena correr por não acarretarem perigos de maior, mas outros podem e devem ser evitados. Tal é o caso de todas as infecções possíveis de contrair através da actividade sexual e que não se limitam ao infelizmente famoso HIV. 

Tal é o caso da sífilis, do cancro mole, do HPV, da herpes, da gonorreia, do cancróide, entre outras. 

Com o aparecimento do HIV e de todas as campanhas mediáticas que se lhe seguiram muitas destas doenças foram aparentemente esquecidas, ainda que talvez nunca tenham mesmo sido alvo de grandes atenções. Porém, as estatísticas indicam que elas têm aumentado, querendo isso dizer que muitas pessoas vão sendo infectadas, por vezes não sabendo muito bem como nem por quem. Esquecem-se de que estas infecções não se podem ver na cara de quem é portador e que em relação a muitas delas nem o preservativo pode evitar o contágio. Porquê? Porque a entrada dos agentes que provocam estas infecções pode ocorrer em zonas do aparelho genital não cobertas pelo preservativo. Assim, elas podem ocorrer nos grandes ou pequenos lábios, na zona púbica, no escroto, na área entre a vagina ou o escroto e o ânus (períneo) ou no ânus. 

Para algumas delas basta que haja contacto de pele com pele para que possa ocorrer uma infecção. 

Muitas vezes as infecções passam despercebidas ou manifestam-se através de pequenas feridas ou borbulhas, que são desvalorizadas por quem as tem e que eventualmente acabam por desaparecer, ainda que a infecção se mantenha e vá evoluindo para fases mais avançadas e potencialmente graves, podendo provocar infertilidade, problemas cardíacos, etc. Muitas delas têm cura se forem atacadas precocemente, pelo que deixar andar é a pior opção de todas. 

Sem dúvida que os prazeres de Vénus são uma parte importante da nossa vida e do nosso relacionamento com parceiros, amores, paixões e outros que tais. Porém, esses prazeres podem acarretar perigos que poderão ser evitados ou pelo menos remediados. Então, porque não fazê-lo?


Via Activa



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Domingo, 09.10.11
Elas também são mais sexualmente satisfeitas do que os homens. Foto: Getty Images

Elas também são mais sexualmente satisfeitas do que os homens

 

Uma nova pesquisa mostra que as mulheres são mais aventureiras e experimentais quando o assunto é sexo. No estudo feito pelo site K-Y's Good in Bed sex, elas apareceram não só como mais inclinadas a experimentar, mas também donas de fantasias mais sujas do que as presentes nos homens. As informações são do Daily Mail .


Enquanto os entrevistados - todos que estavam em relacionamento - disseram que gostavam de sexo com a luz acesa, lingerie e de fazer sexo em diferentes áreas da casa, mais mulheres do que homens se mostraram mais dispostas a ir mais longe do quarto. O resultado muda o conceito puritano representado pela mulher, segundo o diretor da pesquisa, Kristen Mark MS.

 

Ser sexualmente aventureira está, talvez, ligado à satisfação sexual de ambos os parceiros. Em uma pesquisa anterior, o site revelou que as mulheres são mais entediadas nos relacionamentos do que os homens, apesar de serem sexualmente mais satisfeitas.

 

 

Via Terra



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Quinta-feira, 29.09.11
Casal na cozinha

Dicas para você ter muito prazer com a rapidinha

 

 

Quem foi que disse que só os homens terminam uma rapidinha satisfeitos?  "A história de que as mulheres não conseguem se excitar rapidamente é mito", afirma a sexóloga e psicóloga Jussânia Oliveira. O grande segredo para terminar a transa nas nuvens é mergulhar de cabeça no clima do momento. Se você ainda não conseguiu aproveitar o sexo a jato como se deve, confira dicas poderosas para a hora H. Se sabe como ele pode ser quente, use nossos toques para incendiar ainda mais a noite!

Aquecimento
Acha que a noite vai ser propícia para uma rapidinha? Um pouco antes de encontrar seu amado, comece a pensar no que vocês dois podem experimentar. Assim você já estará excitada e precisará de bem pouco para atingir o orgasmo. "Troque torpedos de celular com seu parceiro, faça insinuações por telefone, enfim, crie a expectativa", sugere a psicóloga e terapeuta sexual Arlete Maria Girello.

Entre de vez no clima
"A rapidinha quase nunca é confortável", lembra Arlete. Transforme isso em vantagem: pense que é justamente esse improviso que torna as coisas mais excitantes. Significa que seu namorado quer você naquele segundo e não consegue esperar nem mais um pouquinho para vocês chegarem ao quarto. Mostre-lhe que você quer que ele a toque com intensidade, pois em uma rapidinha a pegada é fundamental. "O que vale é o amasso do momento, pois não haverá preliminar ou sexo oral", lembra Arlete.

O lugar ideal
Não é à toa que quando falamos em rapidinha logo vêm à cabeça lugares como o carro, o banheiro de uma festa, a varanda do apartamento, uma praia deserta, o elevador do prédio (sem câmeras, é claro)... Escolher situações e locais inesperados e com jeito de proibidos aumenta a carga de prazer do sexo. Só não vale se arriscar. Afinal, ser flagrado pelo porteiro do prédio pela câmera ou então pela polícia por atentado ao pudor só vai trazer problemas.

Comece a falar
Chegue bem perto do ouvido dele e fale sobre sexo. Sussurre o que você está sentindo no exato momento. Com certeza, ele vai topar entrar na conversa. Some o clima quente da situação ao papo picante e você definitivamente vai conseguir acelerar seu orgasmo e aproveitar o sexo vapt-vupt.

Posicione -se!
Escolher posições que permitam fricção na região clitoriana facilita para você. "Afinal, apenas 15% das mulheres chegam ao orgasmo apenas com a penetração", afirma Jussânia. Peça a ele que fique em pé e sente você sobre uma mesa, uma pia ou uma cômoda. Outra ideia é sentar no colo do parceiro, numa cadeira ou no banco da frente do carro, de frente para ele. Se a posição escolhida não favorecer o contato com a região, peça, ao pé do ouvido, que ele dê uma mãozinha. Ou, para esquentar mais as coisas, toque você mesma o seu corpo. Os dois vão adorar.

 

Via Abril



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Sábado, 17.09.11

 

Baseado na filosofia tantra, sexo pode ser prolongado por oito horas (Foto: Stock.xchng)


Esqueça a famosa rapidinha. Criado há mais de mil anos pelos filósofos indianos, quando estes descobriram o tantra – filosofia de vida que tem como objetivo o desenvolvimento nos aspectos físico, mental e espiritual – o sexo tântrico é conhecido pelo altos índices de prazer - e mais - prolongado por horas.


Não é exagero, a prática pode levar até oito horas e o objetivo principal é o casal se aproximar e um estimular o outro através do toque, olhar e carícias. “Quando se fala de sexo tântrico é totalmente diferente do que estamos habituados, já que a ejaculação e o orgasmo não são os principais”, explica Carla Cecarello, psicóloga e sexóloga, coordenadora do projeto Amsex (Ambulatório de Sexualidade).


Rosana Simões, ginecologista, professora doutora e coordenadora do setor de sexualidade feminina da Unifesp, explica que pode existir sim o orgasmo. “O orgasmo nada mais é do que o resultado do processo. O casal está tão próximo que o orgasmo ocorre de maneira simultânea”, afirma Rosana.


Ainda de acordo com a ginecologista, a prática é encarada como algo sagrado, a ser respeitado e referenciado. “O sexo tântrico não tem como objetivo o prazer físico, usar outra pessoa ou para uma satisfação emocional”, relata Rosana.


Estimular os cinco sentidos


Segundo a teoria do tantra existem seis mil pontos sensíveis no corpo e durante o sexo tântrico é fundamental estimular os cinco sentidos do corpo através de perfumes, música mais sensual, massagem utilizando óleos e também com alimentos que remetam a órgãos genitais.


“O casal pode usar o morango, que quando cortado lembra uma vagina ou a cereja, por exemplo, que é sensual”, pontua Carla, autora do livro Sexualmente, Nós Queremos Discutir a Relação.


Rosana afirma que o segredo está na respiração. “A respiração fornece o oxigênio, que é a fonte de energia e responsável por alimentar todos os órgãos”, conta.


Dicas


Quanto às dicas, as especialistas são unanimes: é preciso conhecer a filosofia tântrica para saber se realmente é aquilo que o casal procura. Ainda segundo Rosana é necessário preparar o corpo por meio da Yoga, por exemplo. Após isso, o segredo é treinar com o parceiro. (Colaborou Larissa Marçal)

 

Via RD Online



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Quarta-feira, 31.08.11
Sexo na menopausa o encontro entre a paixão e a maturidade

 

Existe época apropriada para uma mulher se apaixonar? A maturidade vivida pelas mulheres no período da menopausa, traduzida por alterações de ciclos hormonais e modificações do corpo, são realmente fatores limitantes para o prazer, a vida sexual, o amor? Pois acredite, a resposta é não!

 

Foi-se o tempo em que a mulher pós 50 anos deveria simplesmente conformar-se com seu novo ciclo de vida a deixar de lado os prazeres sexuais. Muito pelo contrário.

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Esta é a fase em que o sexo pode se transformar em uma atividade ainda mais satisfatória, uma vez que não existem mais transtornos como, por exemplo, uma gravidez indesejada. Normalmente bem-resolvidas em relação aos seus parceiros e com os deveres de mãe, esposa e profissional já cumpridos, elas podem, e devem, aproveitar os tratamentos médicos, como reposições hormonais, para viverem tórridas paixões na cama.

 

E mais: levando-se em consideração que a expectativa de vida das mulheres brasileiras gira em torno de 76 anos de idade (IBGE, 2008), e que a menopausa ocorre por volta dos 50 anos, conclui-se que o período pós-menopausa representa cerca de 30% da vida de uma mulher! Anos que podem, sim, representar verdadeira felicidade entre quatro paredes.


Médicos especialistas em sexualidade feminina são unânimes em afirmar que a busca pelo prazer não é uma característica definida por faixa etária. Criar ambientes românticos, eliminar preconceitos relacionados às fantasias sexuais e admirar a beleza ainda existente no corpo maduro são capazes, de fato, de reascender o desejo e restabelecer a satisfação plena sexual das mulheres. Que, diga-se de passagem, em muitos casos, não foi alcançada nem mesmo durante a juventude.

Por Adriana Cocco

 



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Sábado, 27.08.11

 

Descubra os melhores dias do mês para ter sexo  Ler mais: http://aeiou.activa.pt//sexo/sexualidade/2011/08/05/descubra-os-melhores-dias-do-mes-para-ter-sexo#ixzz1WGSU5jrQ

 

Por que é que em alguns dias do mês passa o tempo inteiro a pensar em momentos íntimos com o seu parceiro e noutros só quer é dormir? A culpa é das hormonas! Pegue na agenda e passe a usar o ciclo sexual a seu favor..


 

Dias mais propensos ao sexo? Não é absurdo, é hormonal. Obviamente que o desejo não é determinado unicamente por factores neuroquímicos mas estes influenciam o organismo e quanto melhor os conhecer, mais facilmente pode usar o ciclo sexual a seu favor.

 

O ciclo hormonal das mulheres influencia o seu estado de espírito ao longo do mês, nomeadamente o desejo sexual. Este facto parece estar relacionado com as necessidades de procriação da espécie já que o desejo aumenta por volta do 14.º dia, após o início do período menstrual (o meio do ciclo para as mulheres que têm um ciclo de 28 dias), que é exactamente quando ocorre a ovulação.

 

A explicação científica é que este fenómeno parece ocorrer para facilitar a gravidez, pois coincide com a altura em que a mulher está mais fértil. É nesse momento que a testosterona e o estrogénio aumentam contribuindo para intensificar o interesse sexual.

 

Mas não é só nesta altura que as hormonas têm o efeito de estimular o interesse pelo sexo oposto. Algumas mulheres podem ter um pico de desejo sexual no período pré-menstrual (imediatamente antes da menstruação) e outras durante a menstruação. Mesmo na menopausa, quando a actividade hormonal cessa, é possível sentir o desejo sexual aumentar, o que pode ser devido a factores psicológicos, por a mulher já não sentir receio de engravidar, por exemplo. Estas variantes tornam o tema complexo e nem sempre é fácil distinguir os factores biológicos dos psicológicos.

De manhã é que começa o dia

Se já acordou estremunhada com o seu parceiro cheio de vontade de ter sexo saiba que há razões biológicas para o fenómeno. Os níveis de testosterona (a hormona sexual masculina) são mais altos de manhã o que faz com que esta seja altura propícia para o sexo. Se homens e mulheres tivessem de coordenar horários biológicos, o ideal seria fazer amor pela manhã durante os dias da ovulação. Claro que isto iria limitar muito as respectivas agendas (além de ser restritivo e pouco espontâneo), e obviamente o desejo pode ser actualizado em alturas que não correspondam a picos hormonais. Afinal, o amor, como o Natal, é quando um homem e uma mulher quiserem. De qualquer modo, não custa apontar na agenda...

A (má) influência da pílula

É verdade que este anticoncepcional permite-nos desfrutar de uma vida sexual sem a preocupação de ficarmos grávidas, mas há um lado negativo (e perverso): podem afectar o desejo sexual.

 

Os efeitos da pílula na libido feminina são controversos e variam de pessoa para pessoa, mas é inegável que a acção das hormonas presentes nos anticoncepcionais tem, pelo menos teoricamente, o efeito de diminuir o impulso sexual nas mulheres devido à acção do estrogénio. Apesar desta hormona aumentar a lubrificação vaginal, é responsável pela produção de uma proteína denominada SHBG que reduz a quantidade de testosterona livre no sangue. E como esta é a hormona responsável pelo impulso sexual, a sua diminuição na corrente sanguínea significa que o desejo é menor.

 

E como se não bastasse, as pílulas costumam ainda ter a progesterona, uma hormona importante na gravidez mas que causa sonolência e perda de libido.

 

Mas nem tudo está perdido, algumas pílulas, no entanto, têm uma fórmula de progesterona que se assemelha à testosterona pelo que podem melhorar a libido.

ABC das hormonas

Eis algumas das hormonas que podem interferir na libido:

 

Estrogénio: é a hormona sexual feminina responsável pelas formas femininas, a pele brilhante e a lubrificação vaginal.

 

Endorfinas: são as chamadas hormonas do prazer que dão uma sensação de bem-estar e protegem da dor.


Testosterona: a hormona sexual predominante nos homens (mas também existente nas mulheres) aumenta o desejo sexual, influencia a agressividade e competitividade. 

Dopamina: aumenta o impulso sexual em ambos os sexos e pode facilitar o orgasmo, embora nos homens também possa provocar ejaculação precoce

 

Fenietilamina: estimula o nosso lado apaixonado e romântico

 

Progesterona: reduz a testosterona e portanto reduz o impulso sexual, a mulher tende a ficar mais maternal, menos sensual e mais companheira

 

Prolactina: hormona estimulada na gravidez e na amamentação, reduz o impulso sexual das mulheres. Homens que tenham níveis muito altos dessa hormona também podem perder o desejo e ter quadros de impotência


Via Activa



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Sábado, 13.08.11
Vestir ou não vestir eis a questão!

Na hora de escolher o modelo que nos fica melhor existem sempre uma série de factores físicos que devemos ter em atenção, de forma a disfarçar aquilo de que não gostamos tanto no nosso corpo e por outro lado, realçar o que temos de mais bonito!


Fique com as nossas dicas!


Para parecer mais alta


Prefira as saias que deixam seus joelhos de fora.

As mini-saias podem ser perigosas, especialmente se usadas com saltos muito altos.

É importante estar sempre com um pouco de salto, mas evite os muito altos, pois eles evidenciam as pernas curtas.

Para ganhar mais pernas, use o calçado na mesma cor das meias e das calças.

Os sapatos de bico fino são os que mais alongam as pernas.

Utilize sandálias que expõem o peito do pé. Com umas calças compridas e uma barriga de top, este truque simples dá uma leveza ao visual, alongando a silhueta.

Sandália preta de salto fino e altíssimo faz uma parceria perfeita com o vestido da mesma cor. A escolha da sandália delicada deixa o tornozelo livre e alonga as pernas.

A sandália em tom da pele de salto fino equilibra a proporção com um vestido liso, de tecido fluido e comprimento pouco abaixo dos joelhos.

Com vestidos pela altura dos joelhos escolha uma sandália alta, de salto fino, cor discreta e bem aberta. Assim, naturalmente, as pernas parecem longas.

O decote em "V" é óptimo, pois aumenta o colo, deixa o pescoço mais comprido e, por consequência, vai parecer mais alta.

Para parecer mais alta é importante que a sua roupa crie uma linha na vertical do seu corpo. Dá para conseguir esse efeito usando blusas abotoadas na frente, fechadas por fecho-eclair, blazer aberto, etc.

As calças com vinco a direito são uma óptima escolha.

Evite calças com bordados ou detalhes na barra. Isso fará com que pareça mais pequena.

Não escolha roupas com estampas na horizontal.

Bolsas muito grandes diminuem ainda mais a sua estatura.

Evite colares muito curtos: achatam o pescoço e diminuem a altura. Prefira os longos.

Cintos que contrastam com a cor da roupa, provocando um corte no meio do corpo que achata a silhueta; tal como os cintos muito largos com fivelas pesadas.

Evite cachecóis e lenços com as pontas muito compridas.

Prefira saias rectas, de tom próximo ao da blusa.

As roupas de uma só cor são ideais, mudando somente as tonalidades.

Use tecidos mais leves, como seda, crepe, algodão e jérsei.

Os bodies são óptimos para alongar a silhueta, porém os vestidos são uma das melhores opções.

Evite jardineiras, calças-pijama e blusas compridas por fora da calças pois achatam o visual.

Calças com bainha virada, pregas volumosas ou franzidos, vestidos com comprimento abaixo da batata da perna e vestidos com cintura marcada fá-la-ão parecer mais baixinha.

Para quem tem perna curta esqueça as calças acima do tornozelo. Mesmo que estejam na moda não as inclua no seu guarda-roupa... vai parecer bem baixinha.

Utilize de preferência calças que venham até aos pés para alongar as pernas.

A bainha não deve arrastar no chão mas também não devem deixar que se veja o sapato todo.

Calças com cintura subida chamam a atenção para o rabo e realça o contraste das pernas curtas.

As calças skinny podem ajudar se tiverem um rabo de tamanho não muito grande, caso contrário as pessoas só vão ver como as calças ficam justas no vosso rabo e não vêem mais nada.
O ideal são calças compridas na largura certa.

Evitem saias com várias camadas ou padrões. Em vez de criar altura vai diminui-la.

Os casacos compridos de ¾ ou pela anca, além de exaltar elegância dá mais altura. Mas cuidado, casacos compridos demais terão o efeito contrário.


Ancas largas

Peças rectas e em cores mais escuras e mais claras em cima.

As bolsas devem ter alças curtas, afastadas do quadril.

Nunca use bolsa de qualquer modelo a tiracolo.

Listas horizontais e vincos frontais estreitam os quadris.

As saias curtas devem ser evitadas.


Pernas grossas

Calçados em tons claros com bico e salto finos e sandálias decotadas sem detalhes nos tornozelos e sem tiras no peito dos pés são essenciais.

Opte por calças e saias com riscas verticais, vestidos em A e vincos marcados na frente.

Não são recomendados os trajes muito curtos.

Pernas finas

Escolha sapatos com bico redondo e salto mais grosso, modelos do tipo sapato boneca e sandálias amarradas nos tornozelos.

As calças rectas, mini-saias e saias-lápis dão a ilusão de pernas um pouco mais grossas.

Para esconder aquelas gordurinhas indesejáveis nada mais elegante do que um modelo preto básico.



Pescoço longo

Decotes mais rasos dão a ilusão de um pescoço menor.

Brincos longos e colares curtos são perfeitos.


Pescoço curto

Peças bem decotadas aumentam o pescoço.

Para os acessórios, prefira os colares longos e os brincos curtos


Seios grandes

Decotes mais profundos, sem detalhes ou estampas em cima do busto.

As bolsas de mão ou com alças que terminam na altura da cintura são ideais.

Não use nada que termine na linha do busto.

Os casacos devem ser abotoados abaixo dos seios.



Seios pequenos

Estampas e detalhes (drapeados, rendas, entre outros) dão a ilusão de seios maiores.



Para as gordinhas

Evite roupas com estampas grandes ou muito coloridas.

As listas verticais dão a impressão de uma silhueta alongada e, portanto, contribuem para dar uma impressão de que a pessoa está mais magra.

Fuja das listas e decotes horizontais.

Cuidado com peças e acessórios que marquem a cintura.

Cuidado com os cintos: além de marcarem demais aqueles quilos a mais, podem chamar a atenção das pessoas para a sua barriga, principalmente se for muito ornado e aclamativo.

Evite as roupas com pregas e acessórios grandes.

As saias rectas são óptimas opções.

Escolha calças rectas e escuras.

Quanto à numeração, não se deve usar roupas muito justas, nem, muito largas.

Os tecidos das roupas devem ser tecidos mais moles, que tenham um bom caimento como seda e microfibra.

Nas zonas mais gordinhas do corpo abuse das cores mais escuras.


Dicas Gerais

Não utilize camisolas curtas muito menos uma camisola que mostre a barriga. Já passaram de moda. Escolha as que ficam pela anca, ou então joguem com sobreposições.

Os boleros estão proibidos para as baixinhas e para quem tenha peito grande. Fazem com que parece mais gorda e cria mais uma divisão no corpo que tira altura.

Vestidos sempre e a qualquer hora. É só preciso saber escolher tendo em conta o evento.

Não misture padrões.

O padrão deve condizer com o tamanho da mulher. Uma mulher pequena com um padrão enorme perde-se no meio daquilo tudo, e o mesmo com uma mulher grande num padrão minúsculo, fica estranho.

Seja muito criativa! A moda é isso mesmo. Mas não se ponham com ideias extravagantes que depois não assentam bem.

Cuidado com a cor amarela. São raras as cores de pele que ficam bem com essa cor.

Nunca utilize lantejoulas numa peça de roupa durante o dia. As lantejoulas são para ser utilizadas à noite e... com moderação.

 

Via Ser Mulher



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Sexta-feira, 12.08.11

O amigo do peito

 

O soutien não tem que combinar apenas com o seu corpo, mas também com o seu gosto.

Para isso, escolha o modelo que valoriza as suas formas e cuidam da sua saúde também. 

Mais do que uma questão estética, é pela saúde que se deve escolher o soutien certo.

E pasme-se: muitas mulheres ainda erram ao escolher esta peça. Existe uma para cada biótipo e, acredite, ela pode mudar muito o seu corpo! 


Escolha o seu!

 

Para as mais discretas: quem não gosta de soutien a marcar a roupa deve procurar os que funcionam como uma "segunda pele", que não têm costuras nem fechos. Indicado para quem não tem muito busto. 

 

 

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Para quem tem muito seio: procure por modelos com suporte, tecido duplo e com arame, para dar mais sustentação. 

 

 

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Para dar um "up": o ideal para quem não tem muito seio é usar soutiens que tenham bojos, que dão suporte sem deixar de lado o conforto. 

 

 

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Para as menos privilegiadas: o truque é usar um soutien com "push-up", que são umas almofadinhas que levantam e dão volume aos seios. 

 

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Para as mais ousadas: quem quer realçar o decote deve usar soutiens com fechos à frente. Os modelos mais interessantes permitem regular o fecho de acordo com a roupa ou decote. 

 

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Para as tímidas: quem é mais tímida ou quer disfarçar o volume dos seios pode usar tops. Como o tecido deles é a lycra, dão bastante sustentação aos seios e são uns dos tipos mais confortáveis.

 

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Para as mais descontraídas: soutiens com desenhos divertidos e estampas coloridas são uma óptima opção para quem gosta de fazer charme. Vale tudo! 

 

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Para as mais jovens: existem soutiens específicos para a faixa etária de 9, 10 e 11 anos, mais voltados para as meninas que ainda se sentem um pouco envergonhadas com os seios em desenvolvimento. Eles são super confortáveis e com cores discretas e mais joviais. 

 

 

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Via Ser Mulher



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Quinta-feira, 11.08.11

Spray que aumenta o volume dos seios

 

Surpreendida? Mas, segundo o jornal Daily Mail, chegou ao mercado um produto que promete revolucionar o mercado da estética feminina... um spray que aumenta o volume dos seios.


O Boob Job é apresentado como um spray inovador, que promete revolucionar o mercado da estética feminina. De acordo com o fabricante, as mulheres já não têm de se expor a cirurgias dolorosas e, por vezes, ineficazes para aumentarem os seios. A marca garante que, com o seu mais recente produto, as mulheres podem aumentar os seios até 118 milímetros.  


No entanto, a notícia está envolta numa enorme polémica. Segundo um cirurgião consultado pelo Daily Mail , é altamente improvável que o produto funcione. "Os fabricantes não dizem os ingredientes exatos do produto nem os testes que fizeram. É preciso uma análise completa, pois pode acabar por prejudicar a pele e os seios". 


Já um representante do fabricante disse: "Nós queríamos oferecer uma alternativa mais barata e menos dolorosa para substituir a cirurgia plástica". Segundo o jornal britânico, o produto contém substâncias naturais que aumentam o número de células de gordura nos seios, pelo que não é prejudicial à saúde das mulheres.  


Prejudicial ou não, o Boob Job já terá conquistado várias mulheres britânicas, entre elas as celebridades Scarlett Johansson, Victoria Beckham e Kelly Brook.

 

Via Ser Mulher



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Quarta-feira, 10.08.11

Chocoterapia - Uma nova forma de prazer... chocolate

 

Cremes, banhos, tratamentos e massagens que transformaram o chocolate numa nova forma de prazer.

Quando os Maias descobriram o cacau como alimento, há mais de dois mil anos, provavelmente não imaginaram que no século XXI seriam descobertas tantas qualidades e aplicações para esse doce fruto nativo das Américas. A verdade é que hoje a chocoterapia transformou-se num método moderno que utiliza as propriedades benéficas do cacau para fins estéticos e terapêuticos, graças às substâncias benéficas que são extraídas das sementes do cacau.

Já existem muitas clínicas de estética no mundo que oferecem tratamentos baseados em chocoterapia. Se optar por uma massagem, deve saber que podem durar entre 45 e 70 minutos, e são realizadas com uma mistura de cacau, óleo de amêndoa e sais, que é aplicada sobre o corpo do pescoço para baixo, deixando a pele macia e suave. Inicia-se com uma exfoliação da pele para eliminar as células mortas. Depois, procede-se ao envolvimento emchocolate fluido. O efeito esfoliante é reforçado quando se combina o cacau com lama mineral. A sessão termina com um duche energizante e com a aplicação de um creme com extractos de manteiga de karité ou um creme com extracto de cacau que deixa a pele perfeitamente hidratada.

A chocoterapia também desenvolveu tratamentos faciais indicados para pele desidratadas, com acne e flacidez. Além de terapias para o corpo, que combatem celulite e gordura localizada. Graças à adição de extracto de cafeína, esta técnica proporciona também a queima de gorduras localizadas, com um efeito anticelulítico e modelador dos contornos corporais.

Outra técnica muito utilizada é o invólucro de chocoterapia, que consiste em aplicar no corpo todo uma espuma especial feita com derivados de cacau. Para favorecer a absorção de seus componentes nutritivos e estimulantes, os especialistas aconselham envolver o corpo num cobertor elétrico, que irradia calor durante vários minutos. O efeito relaxante, segundo dizem, é total.

Em forma de creme ou gel, os produtos aplicados no rosto e no corpo produzem efeitos comprovados, que proporcionam relaxamento e outros benefícios à pele.

Dado o ligeiro aroma que emana do delicioso alimento durante a aplicação da massagem, pode dizer-se que, da chocoterapia também se retiram os benefícios característicos da aromaterapia.

Além dos benefícios para o corpo, esta apreciada iguaria induz a produção de endorfinas, que aumentam a actividade de serotonina, um neurotransmissor que favorece o bom humor. Rica em enzimas, fitoestrogénios, vitaminas E, B, C, cafeína e minerais como o selénio, magnésio, potássio, ferro, etc., faz com que o chocolate resulte num tratamento de grande eficácia com deliciosas opções de bem-estar que mimam o corpo e a mente. O cacau possui seis aminoácidos essenciais para a saúde.

Já existem à sua disposição vários produtos à base de cacau que podem ser aplicados em casa. Entre eles, destaca-se um gel suavizante para a celulite, composto por um concentrado activo de cacau, combinado com agentes redutores, para combater o acúmulo de gordura. Também estão disponíveis no mercado máscaras corporais, faciais e labiais, que contêm minerais, antioxidantes e elementos que estimulam a renovação celular.



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Terça-feira, 09.08.11

Spa em casa!

 

Passar o dia em um spa, para cuidar da pele, do corpo e da mente, é um dos programas mais desejados por muitas mulheres. Ainda mais agora, no inicio do ano, quando nós queremos dar uma renovada no visual e nas energias. Num spa, são inúmeros os tratamentos de beleza, massagens relaxantes e banhos que são capazes de a deixar novinha em folha e muito mais bonita. Mas o melhor é que não é preciso sair de casa para ter tudo isso. Monte o seu spa em casa!

Cuidados com o corpo

Para podermos abusar dos hidratantes sem preocupação, deixando a pele macia, é importante ter atenção na hora de escolher os produtos que vamos aplicar na nossa pele. Para isso, a dermatologista Daniela Alvarenga, da clínica Espaço Laser, no Rio de Janeiro, dá um conselho: "Quem tem pele oleosa e com acne deve optar por loções oil-free, livres de óleo. Já mulheres com pele seca podem utilizar hidratantes em creme".

A fisioterapeuta Célia Brasil, do Saison Spa, indica uma massagem que ajuda na sensação de hidratação e de relaxamento: "Utilizando óleos, emulsões ou cremes, inicie a massagem pela planta dos pés e vá deslizando as mãos pelo corpo com movimentos suaves, até chegar à nuca".


Livre-se da celulite!

Outro tratamento que não pode faltar em qualquer spa que se preze é o anticelulite. Os cremes para disfarçar os furinhos podem ser bastante úteis se a celulite não estiver num estágio avançado. Mas, como nenhum creme faz milagres, é importante, também, manter uma rotina de boa alimentação e actividades físicas para que o tratamento dê resultado.


Se a massagem com o creme anticelulite for feita da forma correcta, é possível evitar até mesmo a retenção de líquidos, o que ajuda a prevenir os temidos buraquinhos. Vá massajando lentamente, deslizando as mãos de forma superficial e circular na direcção da virilha para as axilas.


Pele impecável

A esteticista Silmara Beltran, do Club Capelli (Rio de Janeiro), dá um passo a passo que deve ser seguido não só no seu dia de spa, mas diariamente:

1- Primeiramente, lave bem o rosto com um sabonete neutro, sem se esquecer das regiões mais escondidas, como a lateral do ouvido, o canto da boca e a lateral do nariz.

2- Utilize um sabonete com acção microesfoliante para retirar os resíduos que ficam na pele.

3- Depois vem a tonificação. Mas atenção para o alerta que a esteticista faz na hora da escolha do produto:

"Ele deve ser escolhido de acordo com o seu tipo de pele". Para isso, consulte sempre o seu dermatologista.

Depois de toda essa rotina de cuidados, que tal fazer uma máscara? Silmara dá a receita de uma que pode fazer em casa e explica como aplicá-la: "Junte duas colheres de aveia em flocos com um pouco de sabonete líquido facial e uma colher de água de côco. Após lavar o rosto, aplique a mistura e faça uma esfoliação com movimentos circulares, do nariz para as orelhas, de baixo para cima. Massageie por três minutos. Após a esfoliação, enxague bem e seque".


Para terminar, faça compressas frias de chá de camomila (de preferência da própria erva) e aplique em todo o rosto. Deixe actuar por 10 minutos. Silmara garante que, depois disso, a sua pele será outra: "A camomila tem acção descongestionante, calmante, hidratante e clareadora. Depois desse procedimento, a pele estará renovada".
Mais um cuidado importantíssimo com a pele: se for se expor ao sol, não se esqueça do protector solar!

 

Cuidados com pés e mãos

Para finalizar, que tal dar uma atenção especial para pés e mãos? Segundo Jonas Campos, podólogo da rede Spé, O Spa do Pé, no Rio de Janeiro, essas regiões precisam de um tratamento diferenciado do resto do corpo. "Como a pele dos pés geralmente é mais espessa do que a das outras partes do corpo, é necessário utilizar cremes especiais para a região, de preferência os encontrados em clínicas de podologia", aconselha. Com as mãos, não é diferente. "Elas precisam de protecção especial, com protectores solares e luvas hidratantes", destaca.


Além da hidratação, pode terminar o seu dia com a sensação de que está a andar nas nuvens. Para isso, o podólogo recomenda, primeiramente, lavar os pés com sabão líquido antiséptico e enxaguar em água corrente. "Depois, é só lixar as áreas mais grossas da pele, fazer uma esfoliação utilizando produtos recomendados pelo seu dermatologista e, finalmente, fibalizar com uma massagem especial, utilizando cremes adequados para os pés", explica o podólogo.

Banhos


"Os banhos terapêuticos podem proporcionar inúmeros benefícios, como relaxamento, desintoxicação do organismo, vitalidade para o corpo e para a mente, remoção de células mortas da pele, estimulação da circulação sanguínea e linfática e alívio de dores em geral", garante a naturóloga Mariana Viana, do Saison Spa, em Itaipava, no Rio de Janeiro.

O segredo está nos ingredientes: "Óleos essenciais de lavanda, camomila, funcho e gerânio acalmam e provocam uma sensação de relaxamento e os de grapefruit, cravo e cipreste ajudam na desintoxicação do organismo. O uso de algas como a fucus e a wakame também é óptimo para relaxar, desintoxicar, além de aumentar a actividade metabólica e a circulação e hidratar a pele", explica Mariana.

Outra dica que faz toda a diferença na hora de preparar o seu banho é diluir os óleos essenciais no mel. "Além de facilitar a mistura dos óleos na água, o mel é um poderoso hidratante", destaca a naturóloga. Os banhos podem servir até mesmo para apimentar a relação. "Óleos essenciais de ylang ylang, patchouli, jasmim, pau-rosa, rosa e sândalo possuem propriedades afrodisíacas", garante Mariana.

Para deixar o momento ainda mais gostoso, acompanhe o banho com uma boa massagem. Segundo a terapeuta e proprietária do Uluwatu Day Spa, no Rio de Janeiro, Flávia Novaes, os terapeutas costumam recomendar uma hora de massagem após o banho. Imagine, então, receber uma massagem do seu companheiro. É começar 2011 com o pé direito!

Agora que já sabe o bem que esses banhos são capazes de fazer por si, que tal usufruir de todos esses benefícios? Mas, antes, prepare o ambiente. Um cenário relaxante contribuirá, e muito, para que saia do banho com um astral completamente diferente. Flávia Novaes explica como preparar o ambiente ideal: "Escolha um local onde possa ficar em silêncio. Desligue o seu telemóvel para que nada lhe desconcentre. Apague as luzes, acenda muitas velas e coloque uma música ambiente bem relaxante".

Nós enumeramos alguns banhos especiais e reunimos algumas dicas de como poderá desfrutar do prazer que eles lhe proporcionam na sua própria casa.

Banho relaxante

Neste inicio de ano, nada como um banho que renove as suas energias. Se tem banheira em casa, aprenda, com a esteticista Núbia Tedesco, do Saison Spa (Itaipava - RJ) a preparar um banho delicioso. Os ingredientes obrigatórios são as ervas calmantes, como a camomila e a lavanda. A temperatura da água deve ficar em torno de 37ºC. Acrescente sais de banho de sua preferência e pétalas de rosas. "Ao enalarem o seu perfume, as pétalas auxiliam na sensação de relaxamento. Não se esqueça, também, de iluminar o ambiente com velas", aconselha Núbia.

Outra opção: dilua 15 gotas de óleo essencial de lavanda e 15 gotas de óleo essencial de laranja doce em 100 ml de mel. Despeje a mistura na banheira com água quente. Essa combinação é excelente para relaxar, restaurar a energia do corpo e equilibrar as emoções e a mente. Para um banho de chuveiro, pode-se preparar um saquinho de algodão com 20 g de camomila, 20 g de erva-doce e 20 g de alfazema. Amarre-o no chuveiro e desfrute de todas as propriedades desses ingredientes.

Mas atenção: o banho quente é indicado para aliviar dores, relaxar e acalmar o corpo, além de induzir à transpiração, mas não é recomendado para crianças, idosos e pessoas com problemas cardíacos e circulatórios.

Banho energizante


Coloque em um saquinho de algodão 20 g de alecrim, 20 g de hortelã e 20 g de canela (todas as ervas secas). Amarre-o no chuveiro ou coloque na banheira em água quente. As ervas proporcionarão uma poderosa sensação de bem-estar e fornecerão energia.

Banho afrodisíaco


Escolha entre os óleos essenciais de ylang ylang, patchouli, jasmim, pau-rosa, rosa e sândalo o aroma de sua preferência e dilua 30 gotas em 100 ml de mel, álcool de cereais ou em leite. Coloque a mistura na água quente da banheira e permaneça 20 minutos em imersão. Não tome banho de duche após o procedimento, pois os princípios activos dos óleos essenciais ainda estão a penetrar na pele. Utilize uma toalha para se secar. Outra dica é colocar flores e pétalas de rosa na banheira. "Isso deixará o ambiente ainda mais bonito e o banho muito mais agradável", recomenda.

Agora, é só desfrutar da sensação de relaxamento e beleza que o day spa em casa lhe proporcionou - e, é claro, repetir a dose quantas vezes quiser!

 

Via Ser Mulher



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Segunda-feira, 08.08.11

Depois de um dia cansativo, é óptimo relaxar, principalmente se você estiver acompanhada. Portanto, pegue no óleo e no hidratante, pois o poder das mãos é mágico!

No século 5 a.C., o grego Hipócrates, considerado o pai da Medicina, escreveu que “para se gozar de boa saúde é preciso tomar um banho perfumado e fazer uma massagem todos os dia”. Melhor ainda, se isso for a dois e incrementar a intimidade do casal, que cria um momento reservado.

Com o estilo de vida cada vez mais acelerado e as demandas relativas a casa, aos filhos e ao trabalho sempre maiores, é comum esquecer-mo-nos do romance – fundamental nas relações bem-sucedidas. “Nos dias atuais, os casais correm pra lá e pra cá e têm pouco tempo para a intimidade”, observa a terapeuta familiar Marina Vasconcellos, psicóloga pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e terapeuta de casais. “A massagem a dois é óptima para se desfrutar, sem cerimónia, de um contacto profundo e integral”, diz a terapeuta.

Dicas para relaxar de verdade

Solte a criatividade
Se o companheiro é do tipo que adora uma novidade, saia do comum! Crie um ambiente com pétalas, velas, tecidos e outros, elementos que estimulem os sentidos.

Não force
Na hora de se entregar às delícias benéficas da massagem a dois, vale tudo – exceto forçar a barra. Se o seu parceiro é uma pessoa chegada à rotina, não adianta fazer uma superprodução. Isso pode deixá-lo desconfortável e constrangido.

É essencial

Os óleos são essenciais numa boa massagem. A dica do massoterapeuta Jean Massumi é usar um tipo neutro – que pode ser de semente de uva, girassol ou germen de trigo, entre outros – misturado a uma essência. Para a massagem nos homens, as essências recomendadas são lavanda, sândalo ou ylang ylang. Para as mulheres, lavanda, laranja ou jasmim.

Não se esqueça
Confiar na intuição continua a ser uma dica preciosa para não invadir os limites do outro e garantir que o tempo passado a dois seja de muito prazer.

É importante que o casal passe um momento de qualidade. Como o toque é o princípio de todo relacionamento amoroso – e também o seu diferencial –, a prática a dois é uma técnica que cai como uma luva. "Muitos casais acabam por se tornar amigos – e só”, alerta Marina. “Quando feita com amor e interesse, pode contribuir para afinar a intimidade”, diz a professora da PUC e terapeuta familiar Magdalena Ramos.
 
Para que o casal aproveite de facto os benefícios da prática, é preciso haver respeito e confiança mútuas. Assim, nada de travar na hora H! Se você não se sentir completamente à vontade para experimentar os movimentos, possivelmente, é porque está desconfortável com você mesma. Nesse caso, Marina Vasconcellos recomenda um exercício simples: ficar cinco minutos em frente a um espelho, nua, passando um creme no próprio corpo. “Primeiro, é preciso ter intimidade consigo mesma”, explica ela.

“Toda a massagem deve ser feita com respeito e bom senso, principalmente no começo, pois é um trabalho de descoberta mútua”, afirma o massoterapeuta Jean Massumi. Ao lado, confira as técnicas ensinadas por Jean para vocês se descobrirem juntos.

Movimentos

Para ela fazer nele
Nos pés:: usando o polegar, faça uma pressão firme na altura do calcanhar e dois dedos acima dele. Dica: tem que ser forte, ou dá cócegas.
Ainda nos pés::  depois, com os dedos da sua mão em pinça, pegue os dedinhos dos pés dele e gire-os no sentido horário. Faça isso com todos, começando do mindinho do pé esquerdo até o mindinho do direito.
No ventre:: visualize um ponto três dedos abaixo do umbigo. Passe o óleo de ylang ylang nas palmas abertas e faça movimentos circulares horários sobre este ponto.
Na nuca:: deite-o de bruços, com a cabeça apoiada nos braços cruzados sob a testa, e fique de frente para ele. Com o óleo de essência de lavanda, use os três dedos do meio para fazer movimentos circulares na nuca, como se quisesse “puxar” a cabeça dele em sua direção.

Massagem a dois estimula a intimidade

 Para ele fazer nela
Nos pés:: o seu companheiro pode repetir o movimento número 1 feito por você.
Na coluna:: com você deitada de bruços, o seu parceiro vai massajar, com a palma da mão, desde a última vértebra lombar até o cóccix – o último ossinho da coluna. Depois, ele pode dar suaves batidinhas, com a mão semicerrada (atenção: não pode fechar o punho!), na região.
Atrás do joelho:: com o polegar, em movimentos circulares no sentido horário, ele deve massajá-la na linha da dobra dos joelhos
e dois dedos abaixo.
4. No peito: com óleo de lavanda, faça movimentos circulares com a mão espalmada sobre um ponto no cruzamento da linha dos mamilos com o centro longitudinal do corpo.

Massagem a dois estimula a intimidade
Via Ser Mulher


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Domingo, 07.08.11

Psicanálise ao casamento!

 

Para que um casal não se separe tem de aceitar que as crises fazem parte do amor. O psicanalista francês Éric Smadja passou por Lisboa, a convite do ISPA, para falar sobre a evolução do casal do ponto de vista histórico e cultural, a partir das histórias escutadas no seu consultório. "O Casal e a Sua História" é o tema e o mote para uma conversa sobre a crise conjugal.

A noção de casal como entidade é muito recente. É um conceito do século XX?
Precisamente. Tem a ver com a evolução do próprio conceito de indivíduo na sociedade contemporânea. Durante séculos, a noção de casal não existia, porque na sociedade tradicional o matrimónio era o pilar fundador do casal. Representava o encontro entre duas pessoas que se casavam para ter filhos e produzir uma família dentro da sociedade.

O casamento era uma espécie de empresa?
Assentava numa equipa de cooperação económica e social. O casamento era um projecto de família.

Já não é?
Hoje é mais difícil haver um projecto de família.

Mas a maioria das pessoas ainda casa para constituir família, ou não? Sim, mas, com a autonomia do conceito de casal, o próprio casamento tornou-se uma instituição em risco.

Porquê?
No decorrer do século XX, depois da II Guerra Mundial, a noção de indivíduo ganhou muita força na sociedade ocidental. As pessoas passaram a querer o romance e o amor, e isso veio centrar a ideia de casamento no casal, que passou a ser um mecanismo autónomo. Hoje, a novidade é que o casal separou-se do casamento.

Parece um contra-senso.
Mas é assim.

O que se tornou fundador do casal deixou de ser a família e passou a ser o amor?
Sim. Mas é uma falsa questão.

Não é o mais importante?
Não. O amor é importante, mas também é o problema, precisamente porque existe a falsa ideia de que o casal é unicamente fundado no amor, e não é. Antigamente, quando o casal era sustentado no casamento e não na ideia da relação, tudo isso era secundário.

O que é um casal?
Do ponto de vista psicanalítico - e a minha área de trabalho é a psicanálise -, o casal é um corpo ancorado em dispositivos afectivos e psíquicos que consistem em que o "outro" participe nos nossos mecanismos de protecção como indivíduos. Em termos simbólicos, isto quer dizer que eu escolho determinada pessoa porque tenho uma percepção inconsciente que existem entre nós elementos inconscientes comuns que nos vão permitir protegermo-nos dos nossos perigos interiores.

Do ponto de vista psicanalítico, a ideia de protecção é a razão pela qual procuramos o "outro" para formarmos um par?
Procuramos no outro uma sustentação narcísica de segurança e valorização do par. É uma valorização muito importante. Em termos de psicanálise, chamamos a isto benefícios narcísicos. Claro que também existe uma procura do amor e de satisfação erótica e libidinal. O casal tem uma dupla pluralidade. Por um lado, há um pólo da satisfação e valorização pessoal e, por outro, há um pólo defensivo em relação ao par. Somos seres muito frágeis.

Há cada vez mais divórcios, mais pessoas sozinhas e famílias monoparentais. Porque é que o casal é um núcleo tão frágil?
Na minha experiência como psicanalista, mas também a partir da minha observação enquanto sociólogo, há conflitos de diferentes ordens. O primeiro é que, com esta promoção e sacralização do indivíduo, há no seio do casal um conflito entre as reivindicações individuais e os interesses comuns. Quando dois seres coabitam, são confrontados com a necessidade de afirmar a sua identidade individual. Nessa reivindicação, temos grande dificuldade em aceitar o outro na sua diferença. Isto é um ponto essencial.

Diferente de nós ou diferente daquilo que queremos?
Ambas as coisas. É um conflito entre identidade e alteridade. Uma das razões por que os casais são tão frágeis e se separam tão rapidamente é devido ao facto de o casal se ter tornado num lugar de refúgio, de satisfação de muitos desejos e onde nos temos de realizar plenamente. As pessoas não estão dispostas a aceitar que seja um lugar de sofrimento. Qualquer crise, qualquer conflito mata o casal.

Está a falar de casais com quanto tempo de casamento?
Depende. Mas cada vez são mais jovens os casais que me procuram. Alguns com dois ou três anos de casamento.

E o que lhe diz isso?
Muitas coisas. Uma delas é que a ideia de amor romântico, eterno, ainda persiste como ideal, embora toda a gente saiba que o casamento para sempre acabou. Isto causa uma angústia enorme e uma grande contradição sobre a perspectiva que têm do amor.

Querem simultaneamente o amor eterno e o tempo da paixão e do romance?
Isso mesmo. As crises estão geralmente ligadas à perda de intensidade do sentimento amoroso. Há uma grande expectativa que o sentimento permaneça durante muito tempo na vida do casal. Quando a crise se instala, não aceitam a diferença do outro e não permitem a invasão. Uma das coisas que observo mais é o sentimento de desilusão. As pessoas não aceitam que o sofrimento possa fazer parte da evolução do amor.

E, entre os casais de maior duração, quais são as queixas mais frequentes?
Falta de comunicação. Começam a falar e entram em conflito. Há uma comunicação verbal e outra não-verbal. A mulher é mais exigente em matéria de comunicação íntima. Fala de sentimentos e tem uma comunicação em profundidade. Os homens têm tendência para uma comunicação mais factual do quotidiano. São menos no verbo e mais nos actos. Mas também são mais superficiais. Também me procuram por problemas de ordem sexual, como a perda de desejo e as aventuras extraconjugais. E depois há crises que têm a ver com problemas de ordem pessoal, como uma depressão,

Ainda são as mulheres quem mais procura ajuda?
Sim. São as guardiãs do casal.

Como é que se faz psicanálise a um casal? O que se passa dentro do consultório?
É um processo semelhante ao da psicanálise individual do ponto de vista do método, mas aqui é com duas pessoas. Atendo-os sempre juntos e começo por fazer três sessões de plano exploratório. Nesta fase, o meu papel é de mediador. Escuto um, depois escuto o outro. É muito importante observar como cada um deles ouve o outro. Depois, averiguo quais as diferenças e proximidades entre os dois e o que os faz oporem-se tanto. Tento perceber o que os aproximou no início do romance, o que os atraía. São questões muito importantes. Há uma exploração, igualmente muito importante, sobre a história particular de cada um na sua ligação à família de origem. Quando um fala, o outro ouve. Isto é fundamental, porque permite-lhes escutar em condições que não conseguem fazer quando estão sozinhos.

Ouvir a história contada pelo próprio permite ao outro sentir o tal factor de valorização de que falava?
Exactamente. E quando escutam coisas que nunca souberam sobre o parceiro sofrem muito. Também sofrem ao verificarem como estão feridos e já não se conseguem valorizar. Perderam essa capacidade fundamental. Porque a vida é duríssima. Somos atacados por todos os lados. O casal deve ser o sítio da segurança e do refúgio. Não o da agressão.

Qual é o lugar do casal em relação à família?
É uma pergunta muito importante, porque esse é outro tipo de conflito que existe dentro dos casais. Em primeiro lugar, há uma conflitualidade potencial entre o casal amoroso e o casal parental. Sigo muitos casais que me procuram depois de terem filhos. O nascimento de uma criança transforma completamente o elo conjugal.

Como?
O que se passa é que hoje é muito difícil para uma mulher que acaba de ser mãe conseguir articular o facto de o ser e, ao mesmo tempo, continuar aos olhos do marido como uma mulher sedutora. Na vida psíquica da mulher, existe uma dificuldade em resolver o feminino erótico e o feminino maternal. É um conflito inconsciente e muito duro de gerir.

E nos homens? Neles, o conflito surge por sentirem que perderam a mulher em detrimento das crianças. Este sentimento, inconsciente, pode despertar angústias antigas, como por exemplo rivalidades fraternais. É muito frequente jovens casais divorciarem-se depois do nascimento de filhos.

Está a falar do que se passa ao nível do inconsciente. Há um lado muito interpretativo e simbólico no discurso psicanalítico. Como é que tudo isto se revela e se pode validar?
Só posso falar da minha prática. É um processo de compreensão sobre o que leio, o que foi experimentado por outros analistas e o que observo no meu consultório. É um dado adquirido que o aparecimento das crianças altera completamente o funcionamento do casal. Muitas vezes, os casais aprendem a viver num equilíbrio e quando os filhos aparecem vão transtornar o funcionamento do casal. Surgem como um elemento perturbador.

Mais um elemento de conflito?
Muitas vezes são o pretexto para o distanciamento entre o homem e a mulher. Há casais muito simbióticos, demasiado próximos e que não aguentam essa proximidade. A chegada de uma criança permite-lhes conseguir uma distância e, por vezes, até conseguem funcionar melhor. Também há casais com uma agressividade latente entre eles e que fazem a deslocação da sua agressividade para os filhos. Muitas vezes, recebo casais no meu consultório que me chegam por via dos terapeutas dos filhos. O problema era o casal, a criança era apenas o sintoma da disfunção.

Quais são os factores para a durabilidade de um casamento? Precisamente, um dos factores é aceitar esse sofrimento, que é inevitável. Como tudo o que acontece na vida, o sentimento amoroso evolui. É preciso aceitar que o amor se transforme e tome formas diferentes. A paixão não é duradoura. O que é duradouro é a ternura, a cumplicidade. Isso mantém o caminho. O que também é durável é a capacidade de se valorizarem um ao outro através das palavras, dos actos e das atitudes. Quando se perde o sentido do valor do outro é muito grave.

É casado?
(risos) Não é suposto responder a isso. Mas sim, sou. Há mais de vinte anos.

 

Éric Smadja é membro da Sociedade de Psicanálise de Paris e psicoterapeuta de casais e da família. Tem vários estudos publicados sobre a relação entre a psicanálise e a antropologia social e alguns livros dedicados ao tema. Em breve editará o livro "Le Couple et Son Histoire", um tema a que se tem dedicado nos últimos anos na investigação e no seu consultório e que o trouxe a Lisboa.



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Sábado, 06.08.11

Sexualidade da mulher após a menopausa

 

Estudo identifica factores que prejudicam a sexualidade feminina após a idade reprodutiva.

Depois da menopausa, quando acabam as ovulações mensais e os níveis de hormonas femininas descem, a qualidade da vida sexual de mais de um terço das mulheres piora. Elas passam a evitar as relações sexuais, em grande parte por sentir desconforto e dor que tornam o sexo quase um suplício doloroso. Essas constatações vêm de um levantamento coordenado pelo ginecologista Aarão Mendes Pinto-Neto, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e detalhado em três artigos publicados em 2008 na revista Menopause.

Um dos resultados que chamou a atenção foi a grande frequência dedor durante a penetração – distúrbio chamado pelos médicos de dispareunia –, mencionada por quase 40% das entrevistadas. “Entre dois e três anos depois da menopausa, quase todas as mulheres sentem algum nível de desconforto devido à secura vaginal”, conta Aarão. Em muitos casos, nada que ainformação e um pouco de gel lubrificante não resolvam.

A companhia de um parceiro carinhoso e saudável também se mostrou indispensável para uma boa sexualidade. Verificou-se que as mulheres cujos parceiros tinham problemas comodisfunção erétil ou ejaculação precoce apresentavam maior tendência a sentir dor durante o sexo. Uma explicação provável, segundo os investigadores, é que essas mulheres, para atingir um nível de lubrificação confortável, precisavam receber mais carícias, o que nem sempre um parceiro mais apressado consegue dar.

dispareunia foi mais comum entre as mulheres com depressões e as que se sentem nervosas em relação ao sexo. Como o questionário estabelece a correlação, mas não permite saber se a dor causa o problema emocional ou se é consequência dele, os investigadores apoiam-se na experiência clínica para entender melhor os resultados. Com base nos casos que viu em mais de 20 anos de estudo, o ginecologista da Unicamp acredita que o desconforto físico surge antes do problema emocional. E, quando a mulher antecipa a dor que sentirá, começa a evitar a actividade sexual.

Alguns dos sinais desagradáveis da menopausa prejudicam o sexo, o que torna a disfunção sexual mais comum entre as mulheres que têm esses sintomas. Não surpreende. Quem transpira e sente falta de ar durante ondas súbitas de calor, não produz lubrificação vaginal, sofre de insónias, tem depressão e passa por um período em que as oscilações de humor parecem uma montanha-russa a ponto de dar saudades das tensões pré-menstruais da juventude e dificilmente encara o sexo com bons olhos. Além disso, os medicamentos contra a depressão e a hipertensão, problemas comuns nessa fase da vida, podem diminuir o desejo sexual. 

Uma boa vida sexual
frisa Aarão, é a que satisfaz a própria pessoa. Há quem fique feliz com sexo uma vez ao mês e quem ache três vezes por semana pouco. O desejo sexual naturalmente diminui com a idade – não com a menopausa. “Um homem de 50 anos tem menos desejo do que tinha aos 20 anos; o mesmo acontece com as mulheres.” Por essa razão, o investigador não fala em sexualidade boa ou normal, mas sim adequada para cada mulher. 

A satisfação, porém, não depende apenas da saúde física. Para uma vida sexual plena, a saúde emocional do relacionamento deve estar em dia. Para ter uma sexualidade adequada, a mulher precisa de se sentir atraída pelo parceiro. O questionário incluiu perguntas sobre quão satisfeita a participante estava com seu parceiro como amante, se estava apaixonada e, regra geral, como se sentia em relação a ele – ou ela, no caso de relações homossexuais. Uma proporção maior (de 71% a 86%) de mulheres que atribuíram nota máxima numa escala de 0 a 6 para cada um desses três itens – ou seja, estavam apaixonadas, os parceiros as satisfaziam e elas os viam como bons companheiros – afirmou ter uma boa vida sexual. Entre as menos satisfeitas com os seus parceiros, mais da metade (entre 53% e 56%) tinha a sexualidade prejudicada. 

Segundo o ginecologista, alguns sexólogos defendem que a cura para a disfunção sexual feminina é um parceiro jovem e atraente. 

A partir desse levantamento, os ginecologistas podem ajudar as mulheres a resgatarem a sua sexualidade depois da idade reprodutiva. Para isso é necessário avaliar o caso de cada paciente e procurar soluções mais adequadas para elas. A terapia de reposição hormonal, por exemplo, pode reduzir a falta de lubrificação e os calores, e determinadas posições sexuais podem ser mais confortáveis e prazerosas para a mulher. “A nossa função”, resume Aarão, “é oferecer bem-estar geral às mulheres e preservar a sua saúde para a velhice”. 

 

Via Ser Mulher



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Sexta-feira, 05.08.11

A importância da higiene íntima

 

Use apenas produtos que assegurem o ph vaginal.


Muitas mulheres sofrem de desequilíbrios no pH vaginal, que podem estar por detrás do mau odor, irritação ou ardor e, inclusive, de infecções como vaginose bacteriana. 

Esta alteração pode ser provocada pela menstruação, relações sexuais sem preservativo, duches vaginais, produtos femininos ou de limpeza como sabonete, gel de banho ou óleos de banho perfumados, e também pelas mudanças hormonais próprias da gravidez ou da menopausa. 

Por isso, torna-se importante usar apenas produtos de higiene íntima que assegurem a estabilidade do pH da zona vaginal.

Informe-se junto do seu ginecologista.

 

Via Ser Mulher



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Quinta-feira, 04.08.11

Aprenda a avaliar os seus problemas no relacionamento sexual

 

É bastante comum a existência de problemas na vida do casal provocados por desajustes na atividade sexual.


Muitos são devidos ao modo de ser das pessoas, outros a diferentes maneiras de ver as coisas (quantidade e tipo de relações, determinadas “exigências”, etc), outros ainda em função de desajustes na parte afetiva, com relação ao carinho, à atenção, além de interferência de terceiros (parentes, amigos) e, cada vez mais importantes, os problemas financeiros.


Claro que cada pessoa é uma pessoa e cada casal é um casal específico, com os seus próprios problemas. O diálogo, a abertura à mudança, um estreitamento do afeto com aproximação do casal e, em muitos casos, conselhos ou terapia podem ser muito úteis na solução dos conflitos e recuperação das relações. O que queremos ressaltar, aqui, é a possibilidade dos desajustes sexuais serem devidos a problemas derivados de doenças.


Isto se deve à existência de problemas que refletem na parte sexual, no desempenho sexual das pessoas, sejam homens ou mulheres, que podem ser específicos da área dos órgãos sexuais. No caso da mulherdoenças ovarianas, uterinas, vaginais, carências hormonais e outras, podem provocar redução do desejo, incómodos ou dores quando da relação sexual, gerando insatisfação, repulsa ou medo do sexo.


No caso do homemproblemas nas artérias do pénis, no próprio pénis, carências hormonais, problemas com a inervação dos genitais e outros podem tornar difícil a ereção ou a realização do ato sexual. Além destes, doenças gerais também podem interferir no desempenho sexual, quer por si mesmas, como a depressão, várias doenças mentais, a diabetes, a tensão alta, os distúrbios glandulares, em especial da tiróide, doenças neurológicas e outras, quer por efeitos colaterais dos medicamentos usados para o seu tratamento, como anti-depressivos, anti-hipertensivos e outros.


De qualquer forma, existem dois pontos importantes:


Problemas de relacionamento entre as pessoas são importantes, são muito comuns e precisam ser “atacados” através do diálogo, da abertura e de ajuda profissional.


Problemas derivados de doenças podem interferir e, neste caso, uma consulta ao seu médico de confiança, ginecologista, urologista, clínico geral, psiquiatra ou outro especialista deve ser feita e poderá identificar e corrigir permitindo ao casal buscar o retorno à satisfação.

 

Via Ser Mulher



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Quarta-feira, 03.08.11

Sexo depois do parto

 

O nascimento dos filhos é um momento importante e muito aguardado por qualquer casal. É quando uma nova vida, literalmente, começa para todos na casa. Estas novidades, entretanto, podem mudar de forma definitiva a rotina sexual dos parceiros. E apenas com paciência e muito diálogo este contratempo pode ser resolvido.

 

Se o casal possui uma vida sexual satisfatória antes do nascimento do bebé, a vida sexual sofrerá menos com a chegada do novo integrante da família. Ela ressalta, porém, que o excesso de trabalho da mulher neste período e a dedicação ao filho acabam sendo naturalmente prioritários. Além disso, o efeito da prolactina, hormona responsável pela produção de leite materno, influencia diretamente a produção de testosterona na mulher, este último responsável pelo desejo sexual.

Normalmente, os médicos liberam clinicamente as novas mães para o sexo após 40 ou 60 dias do parto. Entretanto a preparação física para o sexo não corresponde diretamente à preparação psicológica para voltar à ativa. Apesar da possibilidade do casal estar distanciado e intolerante, há perigo da mulher apresentar uma leve depressão devido à sua sensibilidade aflorada e ainda baixa auto-estima, por causa das mudanças no corpo. Nestes casos a sensibilidade do homem nunca é demais.

Diante de pequenos problemas ou atritos nestes casos, como contornar a situação? Para o homem, muito cuidado e muito carinho, lembrando que sexo não necessariamente envolve penetração. Nesta fase, a mulher fica mesmo mais sensível fisicamente. Elogios e carícias podem ser muito bem-vindos e se transformarem num estimulante para a relação do casal. É preciso adaptar-se ao corpo em transformação, tirar aquele pijama de amamentação e colocar algo mais sexy. Pode parecer inimaginável, mas faz muito bem ao casal e acredite, a você também. Reserve um tempo para vocês e namorem. É necessário habituarem-se ao sexo com interrupções, choros, amamentações e trocas de fraldas noturnas. Parece que eles adivinham!!

 

Via Ser Mulher



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Terça-feira, 02.08.11

O que acontece com o corpo na hora do sexo?

 

O sexo faz um rebuliço com a imensa cadeia de processos físicos e químicos do nosso organismo. Depois da excitação, há um aumento da liberação de hormonas sexuais (estrógeno, na mulher, e testosterona, no homem) e de adrenalina, que preparam o indivíduo para o acto sexual.


O efeito dessa elevação química é imediato: a circulação sanguínea aumenta, o coração dispara, os pêlos eriçam, a pele enrubesce e a região genital, com uma grande concentração de sangue, dilata-se.

 

Na mulher ocorre o inchaço vaginal e, no homem, a erecção. A respiração fica ofegante. Ao mesmo tempo em que a excitação cresce, outra substância entra em acção. É a endorfina, responsável pela sensação de prazer e satisfação. Nesse momento, a adrenalina está mais baixa e o organismo fica completamente inebriado pela endorfina.

 

O nível máximo de liberação dessa última substância corresponde ao orgasmo. É o momento no qual todas as células nervosas do cérebro descarregam o seu conteúdo eléctrico, promovendo o relaxamento físico total. Na mulher, durante esse clímax também é liberado outra hormona, chamada ocitocina, responsável pela contracção do útero. 

 

Via Ser Mulher



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Sábado, 30.07.11

Sexo, aprenda a controlar a situação

 

Até mesmo as mulheres mais bonitas e com “tudo no sítio” ficam um pouco tensas quando chega a hora de tirar a roupa e entregar-se ao homem que amam. Esse é um momento que pode incomodar até mesmo a mais tranquila das mulheres. Para pôr fim a esse sofrimento desnecessário, a tvmais criou um pequeno guia para ajudar a libertá-la, a abrir as suas asas e soltar as suas garras, na cama... com ele.

 

1 - Planear também é bom


Um ato de paixão, para ser bom, tem sempre de ser espontâneo. Mas um pouco de planeamento pode ajudar a aumentar o desejo. Os homens acham sexy quando as mulheres lhes dizem o que devem fazer para excitá-las. Outra dica quente é ter à mão brinquedos sexuais, que proporcionarão muito prazer.

 

2 - Conversa picante


Não caia no velho cliché de que as mulheres decentes não dizem coisas picantes na cama. A mulher moderna fala para se excitar e levar o amado às nuvens. Eles adoram uma conversa excitante ao ouvido, ainda mais se for sussurrada… Se você é uma mulher mais calada, ele ficará encantado por ver um lado seu diferente. Comece devagar, dizendo-lhe o que a está a agradar e quão excitada está.

 

3 - Tome a iniciativa


É um facto: eles ficam superexcitados quando é a mulher a iniciar o sexo. Apesar dos homens serem naturalmente mais ligados à parte sexual, isso não significa que eles não apreciem o facto de serem elas a chamá-los. Na verdade, eles ficam frustrados se a mulher nunca toma a iniciativa, sentindo-se pouco desejados. Mostre-lhe o quanto o quer.

 

4 - Ame as suas curvas e a sua lingerie


Basta de lamentos e de perder tempo a tentar esconder as suas curvas. Os homens adoram ter uma “carninha” para agarrar na altura de fazer amor. Compre uma lingerie nova e faça uma pose bem sexy para o seu amor. Ele vai ficar animadíssimo. Os homens adoram mulheres que confiam no seu próprio poder de atração.

 

5 - Separe a realidade da ficção


As mulheres levam as fotografias das revistas muito a sério. O que excita um homem é um conjunto de fatores, como a química que existe entre vocês, a personalidade, o seu cheiro, o seu toque. A imagem pode funcionar muito bem no papel ou na televisão, mas na vida real… não há igual!

 

6 - Tente coisas novas


Divida com ele a sua vontade de tentar fazer algo que nunca experimentaram e esteja também aberta às suas sugestões. Não fique a pensar que se for você a sugerir algo muito ousado a opinião dele sobre si vai ficar alterada. 

Os homens são muito abertos a experimentar coisas novas, principalmente se souberem são sinónimo de prazer. Se não lhe quiser contar que a ideia saiu da sua cabeça, diga-lhe que leu numa revista e que ficou curiosa. Pode ter certeza de que ele se vai prontificar a esclarecer todas as suas dúvidas…

 

7 - Não deite “água fria”


Uma pesquisa mostrou quais são as três maiores reclamações dos homens na cama. A principal  é perceber que a mulher não está a gostar do sexo: não há nada pior do que achar que não estão a agradar. A segunda é o toque: os homens dizem que um toque muito leve não funciona com eles. As mulheres precisam de usar mais força na hora dos carinhos. A terceira queixa é a recusa de muitas mulheres em fazer algum tipo de sexo.

 

8 - Aceite-se como é


De uma vez por todas, pare de se comparar com as atrizes e aceite que pode não ter o rabo perfeito, mas sabe como fazer o seu homem feliz. Os especialistas garantem que muitas vezes os pequenos defeitos, que todas as mulheres têm e que passam despercebidos aos homens, são aumentados e trazidos à atenção por elas próprias. Os homens percebem quando uma mulher não se sente bem consigo mesma e acabam por perder a estimulação ao tentar fazê-la acreditar que a desejam de verdade.

 

Via Tv Mais



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Quarta-feira, 27.07.11

sexo, aprenda a tomar o controlo

 

Até mesmo as mulheres mais bonitas e com “tudo no sítio” ficam um pouco tensas quando chega a hora de tirar a roupa e entregar-se ao homem que amam. Esse é um momento que pode incomodar até mesmo a mais tranquila das mulheres. Para pôr fim a esse sofrimento desnecessário, a tvmais criou um pequeno guia para ajudar a libertá-la, a abrir as suas asas e soltar as suas garras, na cama... com ele.

 

1 - Planear também é bom


Um ato de paixão, para ser bom, tem sempre de ser espontâneo. Mas um pouco de planeamento pode ajudar a aumentar o desejo. Os homens acham sexy quando as mulheres lhes dizem o que devem fazer para excitá-las. Outra dica quente é ter à mão brinquedos sexuais, que proporcionarão muito prazer.

 

2 - Conversa picante


Não caia no velho cliché de que as mulheres decentes não dizem coisas picantes na cama. A mulher moderna fala para se excitar e levar o amado às nuvens. Eles adoram uma conversa excitante ao ouvido, ainda mais se for sussurrada… Se você é uma mulher mais calada, ele ficará encantado por ver um lado seu diferente. Comece devagar, dizendo-lhe o que a está 

a agradar e quão excitada está.

 

3 - Tome a iniciativa


É um facto: eles ficam superexcitados quando é a mulher a iniciar o sexo. Apesar dos homens serem naturalmente mais ligados à parte sexual, isso não significa que eles não apreciem o facto de serem elas a chamá-los. Na verdade, eles ficam frustrados se a mulher nunca toma a iniciativa, sentindo-se pouco desejados. Mostre-lhe o quanto o quer.

 

4 - Ame as suas curvas e a sua lingerie


Basta de lamentos e de perder tempo a tentar esconder as suas curvas. Os homens adoram ter uma “carninha” para agarrar na altura de fazer amor. Compre uma lingerie nova e faça uma pose bem sexy para o seu amor. Ele vai ficar animadíssimo. Os homens adoram mulheres que confiam no seu próprio poder de atração.

 

5 - Separe a realidade da ficção


As mulheres levam as fotografias das revistas muito a sério. O que excita um homem é um conjunto de fatores, como a química que existe entre vocês, a personalidade, o seu cheiro, o seu toque. A imagem pode funcionar muito bem no papel ou na televisão, mas na vida real… não há igual!

 

6 - Tente coisas novas


Divida com ele a sua vontade de tentar fazer algo que nunca experimentaram e esteja também aberta às suas sugestões. Não fique a pensar que se for você a sugerir algo muito ousado a opinião dele sobre si vai ficar alterada. 

Os homens são muito abertos a experimentar coisas novas, principalmente se souberem são sinónimo de prazer. Se não lhe quiser contar que a ideia saiu da sua cabeça, diga-lhe que leu numa revista e que ficou curiosa. Pode ter certeza de que ele se vai prontificar a esclarecer todas as suas dúvidas…

 

7 - Não deite “água fria”


Uma pesquisa mostrou quais são as três maiores reclamações dos homens na cama. A principal  é perceber que a mulher não está a gostar do sexo: não há nada pior do que achar que não estão a agradar. A segunda é o toque: os homens dizem que um toque muito leve não funciona com eles. As mulheres precisam de usar mais força na hora dos carinhos. A terceira queixa é a recusa de muitas mulheres em fazer sexo oral. Para muitos homens, o orgasmo durante o sexo oral é o mais intenso de todos.

 

8 - Aceite-se como é


De uma vez por todas, pare de se comparar com as atrizes e aceite que pode não ter o rabo perfeito, mas sabe como fazer o seu homem feliz. Os especialistas garantem que muitas vezes os pequenos defeitos, que todas as mulheres têm e que passam despercebidos aos homens, são aumentados e trazidos à atenção por elas próprias. Os homens percebem quando uma mulher não se sente bem consigo mesma e acabam por perder a estimulação ao tentar fazê-la acreditar que a desejam de verdade.

 

Via Activa



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Quinta-feira, 14.07.11

Acordar para o Desejo

 

Quantas vezes já não reprimiu um desejo seu? Quantas vezes não lhe apetecia ter feito algo e não o fez por falta de coragem? Acorde de uma vez para o desejo e liberte-se dessa tensão!

 

Todos nós temos desejos! O boca deseja um café, o corpo deseja uma massagem, a cabeça deseja um pouco de paz, a alma deseja um pouco de conforto. Mas, nem sempre os nossos desejos dependem de nós mesmas. Todavia, existem uma quantidade de desejos que podem perfeitamente ser atribuídos por nós próprias, exactamente porque nós desejamos e temos condições para os satisfazer!

 

Desejar alguém ou qualquer coisa não tem mal nenhum. É sinal que está viva e que está apta a receber novas emoções e experiências. O desejo sexual é uma das situações que mais vezes o ser humano reprime. Porquê? Por timidez, vergonha, receio de não se ser suficientemente belo, medo da entrega. Mas, é imprescindível compreender que o desejo sexual é algo perfeitamente natural no ser humano. Além dele, o próprio toque, abraço, carinho, afecto são sentimentos que todos desejamos a qualquer instante. Então, para quê reprimi-los?

 

Já lá vai a época das vergonhas e dos preconceitos. Hoje em dia fala-se de sexo naturalmente, sem rodeios, códigos, ou complexos. O sexo faz parte da vida do ser humano, e é uma necessidade como outra qualquer. Se já amou e desejou várias vezes, porque não foi adiante com os seus desejos? E, se foi adiante e não ficou satisfeita, qual o problema conversar com o seu parceiro relativamente a isso? Reprimir-se não vai ajudar em nada, e piora ainda mais o seu estado de espírito. O problema de muitas mulheres é precisamente esse: falta de comunicação, de dizerem o que querem, o que gostam e o que não gostam, aquilo que desejam, mas que não têm coragem para admitir.

 

Falar é imperial, e expor o seu ponto de vista também! Deixe-se tocar, sentir novas sensações, rejuvenescer para a vida. O toque por si só estimula o corpo, o organismo, e produz uma sensação de calor e bem estar muito ampla. Por acaso, ainda se recorda dela? O facto de estar tanto tempo sozinha, com medo dos outros, vai fazer com que quando alguém se aproximar de você, e que você deseje realmente, se retraia ainda mais. Até porque é tão bom quando amamos e somos amados, quando desejamos e somos desejados em sintonia!

 

A realidade é que muitas mulheres não se acham suficientemente atraentes ou interessantes, limitando-se a viver utopicamente as aventuras das amigas. Isso não chega! O corpo precisa do calor do outro corpo, contacto, toque, afecto e entrega. Não pode ficar a sua vida inteira com medos e receios, que não têm cabimento nenhum. Todos conseguem encontrar a sua ‘pseudo’ alma gémea, por isso você não é excepção. No fundo, nem é necessário encontrar a sua alma gémea, pois basta sentir-se seduzida e atraída por alguém para deixar-se levar por novas experiências. Faz bem à pele, ao ego, ao corpo, e à sua saúde mental. Inconvenientes: só o de se apaixonar, mas quando é recíproco não trás problema algum.

 

E, agora? Já vê as coisas sob outro prisma? Esperemos que sim! Não tarda o Verão está a chegar, os corpos começam a despir-se de calor e a vestirem-se de sedução. Levante o seu ego ao máximo e cuide bastante da sua auto estima. E, se encontrar uma paixão no Verão melhor ainda. Assim, já tem desculpa para andar risonha, mesmo quando o mau tempo não lhe permite ir para a praia. Aproveite o que o Criador nos ofereceu!

 

Via Mulher Portuguesa



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Quarta-feira, 29.06.11
Dor durante a relação sexual tem solução


Para muitas mulheres sexo não é sinônimo de prazer e satisfação. Algumas patologias de fundo emocional ou fisiológico podem atrapalhar a relação ou, até mesmo, impedir que a penetração aconteça.

 

Dispareunia está entre as causas de fortes dores durante a penetração. Essa é caracterizada por infecções. Diversos órgãos podem ser atingidos, por exemplo, grandes lábios, tubas uterinas e ovários. Endometriose, presença de tecido que reveste o útero fora da cavidade uterina, também age como desencadeador das dores. "Essas são doenças de origem orgânica que atingem a região da pelve", esclarece Dr. Amaury Mendes Júnior, ginecologista, secretário geral da Sociedade Brasileira de Sexologia e professor do ambulatório de sexologia da UFRJ.

 

Segundo o especialista, mulheres afetadas por infecções desse tipo não suportam a penetração de uma relação sexual: "Quando a mulher fica excitada o sangue se concentra na região e preenche os vasos sanguíneos. Esse processo provoca muita dor, ela acaba não conseguindo prosseguir com o ato sexual".

 

Já o vaginismo é uma das causas mais comuns de dor durante a relação sexual. Trata-se da contratura involuntária do músculo da vagina. A excitação é o desencadeador da contratura. "O vaginismo é mais frequente em mulheres que sofreram abusos na infância, receberam educação muito severa ou são filhas de pais repressores. É uma doença de fundo psicológico", afirma Dr. Amaury .

 

O vaginismo tem tratamento e cura. Qualquer pessoa que sinta algum tipo de incômodo durante o sexo, deve procurar ajuda médica. "Os cuidados se dão por meio de terapias", afirma o especialista. O ideal é procurar um ginecologista que tenha especialização em terapia sexual para tratar do assunto. Mas, infelizmente, a falta de informação condena muita gente. "As mulheres que sofrem com a dor durante a penetração tendem a procurar caras bonzinhos, os filhinhos da mamãe. Esses irão acabar aceitando a situação sem queixas".

 

Dr, Amaury ressaltou que as mulheres necessitam de mais tempo para atingir o orgasmo, se comparada aos homens. Segundo ele, elas necessitam de, pelo menos, vinte minutos. Muitas não atingem o clímax, o que também pode provocar incômodo. "É recomendado que as mulheres passem por uma consulta de rotina todos os anos, embora eu acredite que esse período deva ser reduzido para seis meses", finaliza o especialista.

 

Via Vila Dois



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Segunda-feira, 27.06.11
Reprodução
Segundo especialista, o orgasmo depende da qualidade do estímulo e não do vínculo emocional
O orgasmo da mulher ainda é um daqueles tabus que perseguem a nossa sociedade. Mas, por trás da vergonha, muitas mulheres têm várias perguntas sobre o tema. Em uma reportagem recente, a Revista Época entrevistou o ginecologista e sexólogo Théo Lerner, membro do Programa de Atenção à Violência Sexual da Faculdade de Saúde Pública da Faculdade de Medicina da USP. A seguir, você confere os principais mitos sobre o prazer feminino comentados pelo especialista. 

"Não posso mostrar meu corpo se ele tiver algum ‘defeito’ como estrias ou celulite" 

A preocupação em esconder o corpo tira o foco das sensações obtidas e coloca a atenção naquilo que o parceiro pode ver ou não. 

"O orgasmo verdadeiro só ocorre quando existe amor" 

O orgasmo depende da qualidade do estímulo e não do vínculo emocional. A masturbação pode propiciar orgasmos satisfatórios sem qualquer tipo de envolvimento amoroso. A preocupação de muitas mulheres sobre os sentimentos do parceiro ou na avaliação se o relacionamento é "certo" impede que as sensações sejam devidamente registradas. 

"O orgasmo certo é quando os dois gozam ao mesmo tempo" 

O tempo para atingir o orgasmo varia de uma pessoa para outra e não há problema algum se um dos parceiros chegar lá primeiro. A boa educação recomenda que o parceiro que gozou primeiro mantenha a estimulação para que o outro também possa aproveitar os prazeres da situação no seu próprio ritmo. 

"O orgasmo só pode acontecer na penetração vaginal" 

O orgasmo é um fenomeno cerebral, e ele pode acontecer com qualquer estímulo. Algumas mulheres relatam atingir o orgasmo sem qualquer tipo de contato físico, usando apenas a fantasia como estímulo. Por outro lado, cerca de 10% das mulheres normais não são adequadamente estimuladas durante a penetração vaginal, necessitando de outras formas de estimulação para que possam atingir o orgasmo. 

"No orgasmo feminino a mulher solta um líquido igual ao do homem" 

A ejaculação feminina ocorre em um número relativamente pequeno de mulheres, geralmente associado a uma resposta orgástica de grande intensidade. 

"Toda mulher grita quando goza" 

As formas de expressão do orgasmo são tão particulares quanto os estímulos necessários para obtê-lo. Um orgasmo "mudo" pode ser tão ou mais satisfatório que um orgasmo escandaloso. A qualidade de um orgasmo não se mede em decibéis. 

"A responsabilidade pelo meu orgasmo é do meu parceiro" 

Somente você sabe qual é o local, a intensidade e a duração do estímulo que vai funcionar no seu corpo. Se o parceiro conseguir acertar esse estímulo sem que você diga nada, sorte sua. Se não, não espere que ele adivinhe. Ensine-o a dar prazer e aproveite! 

"O orgasmo tem que acontecer em todas as relações que eu tenho" 

O objetivo final de uma relação sexual não é a obtenção do orgasmo, e sim a busca de um momento de prazer compartilhado com outro ser humano. Se esse momento for divertido, agradável e produzir bem-estar, ele pode ser perfeitamente válido e significativo com ou sem orgasmo. 
Via Bonde


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Domingo, 26.06.11
sentir-se atraída por mulheres nem sempre significa ser lésbica

Sou casada há 14 anos com um homem, mas me sinto sexualmente atraída por mulheres. Isso significa que sou lésbica? - Ana Duarte, Recife (PE)

 

Todo mundo tem capacidade para fantasiar, e tudo pode e cabe em nossas fantasias. O fato de você sentir-se atraída por mulheres não necessariamente determina sua homossexualidade. O que de fato a caracteriza é o desejo real de querer se envolver sexual e afetivamente com alguém do mesmo sexo. Você busca o contato ou pensa em mulheres apenas como uma possibilidade?


Algumas mulheres reprimem sua capacidade de fantasiar sexualmente por razões individuais que envolvem muito da educação recebida ao longo da vida. No entanto, asfantasias são importantes pois nos colocam em contato com todas as possibilidades do nosso prazer sexual, seja ele concretizado ou não. 

Sobre ser ou não lésbica, creio que valha a pena reavaliar sua relação e o que você chama de sentir-se excitada sexualmente por outras mulheres. Se for muito complicado pensar sozinha, sugiro que busque ajuda de um profissional da psicologia que trabalhe diretamente com as questões da sexualidade. Outro ponto a avaliar é a relação com seu marido. Sente certo desgaste? Converse com ele e proponha mudanças. Nada de rótulos e nem de medos nesse momento. Mas vá com a certeza de ter entendido o que está vivendo.

 

Via Marie Claire



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Quando eles não querem utilizar preservativo o que fazer?


O medo de ter o prazer comprometido ou de perder a ereção faz com que alguns homens tremam na base quando o assunto é colocar o preservativo. Em certos casos, a resistência tem base fisiológica. Mas em boa parte deles, é puramente emocional.

 

A psicóloga e terapeuta sexual, Arlete Gavranic, conta que até os anos 70 e 80 os preservativos causavam perda parcial da sensibilidade, porque possuíam uma espessura maior. "Mas hoje já é possível encontrar no mercado preservativos mais modernos e que não comprometem o prazer", afirma.

 

A especialista, que também é coordenadora do curso de pós-graduação em Terapia Sexual do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar se Sexologia e Medicina Psicossomática), lembra que alguns homens sentem desconforto porque não usam o preservativo corretamente.

 

"Uma parcela deles possui pênis com calibre mais grosso e deveria comprar preservativos de tamanho maior para não ‘estrangular’ o órgão, afinal de contas, existem três tipos: teen, normal e large. Da mesma maneira que o homem com pênis pequeno precisa usar o preservativo teen, para que ele não fique escapando com facilidade", orienta.

 

Sobre este tema, a psicóloga dá outro alerta: a grande maioria dos homens se atrapalha na hora de colocar o preservativo. "E não são pessoas ignorantes não! São universitários, profissionais bem estabelecidos, de 25, 30 anos de idade. Isso é um absurdo", lamenta. "Há 18 anos se faz campanhas sobre a importância do preservativo por conta da AIDS, mas não há instrução, nem mesmo nas escolas, de como colocar o preservativo corretamente".

 

A ansiedade e a insegurança pessoal também atrapalham o homem na hora de colocar o preservativo. "Só o medo de perder a ereção faz com que eles deixem de lado a proteção. Pode-se dizer que 99% deles não têm problemas fisiológicos. A procura pelo médico deve acontecer quando há meia ou nenhuma ereção durante toda a relação, inclusive nas preliminares", orienta Dra. Arlete.

 

O correto, afirma a terapeuta, é colocar o preservativo logo no início da relação. É comum que a proteção seja colocada somente depois das brincadeiras, mas se o intuito é evitar gravidez ou doenças sexualmente transmissíveis, é preciso lembrar que apenas uma gotinha de lubrificaçãoque sai da glande é suficiente para causar grandes dores de cabeça.

 

"Para não perder o clima, uma opção é a mulher estimular o pênis e fazer da colocação do preservativo uma brincadeira, um jogo sensual", sugere. Dra. Arlete comenta que há homens que não sabem lidar com a situação e chegam a acusar a parceira pelo mau desempenho. Ao mesmo tempo, eles também encontram mulheres que não entendem a ansiedade masculina e ficam bravas quando os parceiros brocham. "Um casal equilibrado sabe que a proteção é para ambos resolvem a situação por meio de uma boa conversa".

 

Via Vila Mulher



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Sexta-feira, 24.06.11
Mulheres com medo de sexo


Quando a mulher apresenta dificuldades na hora da penetração, o problema pode ser mais sério do que se imagina. Por achar que o pênis vai machucá-la, a parceira trava a musculatura da vagina, impedindo a entrada do pênis.

 

Esse distúrbio emocional recebe o nome devaginismo.

 

Segundo a Dra. Maria Cláudia Lordello, psicóloga, sexóloga e coordenadora da Psicologia no CATVA (Centro de Apoio e Tratamento ao Vaginismo), as mulheres que sofrem desse problema apresentam, entre outras características, ansiedade e baixa resistência à dor.

 

"Elas também possuem grande dificuldade em realizar mudanças de vida e de pensamentos. São dominadoras na relação a dois e, comumente, possuem maridos pacientes, compreensivos e que cedem às exigências das parceiras", completa.

 

O vaginismo é uma condição emocional, porém, se manifesta por meio de uma reação física, que é a contração dos músculos da vagina. A psicóloga explica que os fatores que desencadeiam o distúrbio são educação moral e religiosa severas, desconhecimento do próprio corpo, por dificuldade de tratar da região genital com naturalidade, e traumas decorrentes da primeira relação sexual, como abuso ou estupro.

 

Por conta do grande número de mulheres diagnosticadas pelo Departamento de Ginecologia da Unifesp, em janeiro de 2011 foi criado o CATVA.

 

No local, as mulheres passam por três avaliações: médica, fisioterápica e psicológica. "Esta primeira triagem ocorre mensalmente e pode ser agendada pelo telefone (11 - 5549-6174). Ao confirmar o diagnóstico de vaginismo, a paciente realiza tratamentos de fisioterapia, psicoterapia em grupo e individual", conta Dra. Maria Cláudia.

 

Ao contrário do que se pensa, a mulher vagínica sente prazer normalmente durante o sexo, se relacionamento por meio de carícias e de masturbação, podendo chegar ao orgasmo. Entretanto, ela procura sempre manter uma boa distância do orifício da entrada da vagina, que é onde se localiza a sua maior dificuldade.

 

A alta resistência da parceira durante a relação sexual acaba afetando outros campos da vida dela. "Com frequência, o vaginismo traz um sentimento de inferioridade perante as outras mulheres consideradas ‘normais’, acarretando um grave problema de autoestima", comenta Dra. Maria Cláudia.

 

O parceiro muitas vezes sofre junto com a mulher, mas quando tem conhecimento do problema pode até mesmo incentivá-la a procurar tratamento. "Mais do que compreender, o homem não pode permitir que a vagínica se acomode, pois somente se ela enfrentar o problema poderá aprender a superá-lo", orienta Maria Cláudia.

 

Via Vila Dois



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Quarta-feira, 22.06.11
Sexo, sete coisas que precisa de fazer

 

Diversificar os tipos de transa elevarão sua vida íntima a um novo nível de prazer. Está esperando o que para escolher qual delas experimentar já esta noite com o gato?


1. Preliminares caprichadas


"Além de prazerosas, elas reforçam a intimidade entre o casal", garante a sex trainer Rita Rostirolla. Segundo a educadora sexual Laura Muller, tais carícias são essenciais para a mulher sentir prazer na penetração e para o homem ter um orgasmo mais intenso.

Como curtir: é preciso diminuir o ritmo e prestar atenção a cada toque e sensação. Beije o moço de forma prolongada e suave. Assim ele entenderá que não precisa ter pressa. Aproveite o momento para descobrir o que o corpo dele pode oferecer e explore cada cantinho com carinhos, beijos, mordidas, lambidas...


2. Prêmio imediato


A rapidinha merece ter seu espaço garantido na vida a dois. "O gostoso nesse tipo de sexo é o fato de ele demonstrar um desejo incontrolável, que não pode esperar", defende a sexóloga Carla Cecarello. Só não vale fazer disso um hábito, praticado mesmo quando se tem uma noite toda disponível.

Como curtir: vá para o ataque - e para a penetração, sem demora! Se o tempo for muito curto, não há necessidade nem de se despirem totalmente. Saias e vestidos são mais práticos, mas a única regra é se divertir em velocidade máxima.


3. Sela paz


A adrenalina liberada durante uma briga pode ser muito excitante. Daí não ser incomum que discussões acaloradas acabem na cama. "É válido, desde que não seja uma fuga dos problemas", alerta a sexóloga Carla Cecarello. O ideal é que o sexo seja uma comemoração da paz recém-estabelecida.

Como curtir: se durante a briga sua raiva virou tesão, arrisque tascar um beijão no moço. Isso tem tudo para acabar deliciosamente bem, mas se ele ainda estiver bravo, pode não topar partir para o abraço. Se depois de solucionado o problema você quiser uma transa para lá de intensa, experimente torturá-lo, "rondando" as partes íntimas dele com carícias, mas sem tocá-las de verdade...

4. Pecado original


Por mais gostosa que seja a rotina, ela cansa. Por isso, criatividade é tão na vida sexual. Para manter a chama acesa é preciso entregar-se aos seus impulsos e desejos e fazer um sexo mais selvagem de vez em quando. "Aqui vale tudo, desde que não fira nenhum dos dois", lembra Laura Muller. Então, esqueça as regras e trate apenas de seguir as vontades de seu corpo.

Como curtir: mande um torpedo para o bonitão, revelando suas intenções para mais tarde. Ele, na certa, ficará aceso rapidinho! "Abusar de um vocabulário erótico dá um tom mais selvagem à relação", garante a consultora de artes sensuais Fernanda Pauliv. A sex trainer Rita Rostirolla dá outra sugestão: usar lugares diferentes da casa para uma transa inusitada. Tapete da sala, balcão da cozinha, banheiro...

5. Desejo de aconchego


Às vezes, nada melhor do que sexo para nos dar sensação de acolhimento quando estamos tristes ou tensos. "Homens precisam gozar para relaxar; e mulheres precisam relaxar para gozar", defende Rita. Por isso, transas reconfortantes funcionam melhor para eles. Porém, carinho, sobretudo se estamos fragilizadas, não faz mal a ninguém.

Como curtir: caso seu parceiro esteja com problemas, seja carinhosa. Ofereça uma massagem ou um cafuné. Dê beijinhos e vá acariciando o corpo dele sem forçar a barra. Agora, se é você quem está precisando de um ombro, peça a ele ajuda para relaxar com algum carinho que goste.


6. Show de estímulos


Você pode até achar difícil se masturbar na frente de seu parceiro, mas saiba que isso pode ser bom para os dois! "Os homens são extremamente visuais", ressalta Carla. Por isso, adoram fazer sexo com a luz acesa e ver cada movimento seu. Tocar-se na frente dele é uma ótima forma de ensiná-lo a lhe dar mais prazer.

Como curtir: deixe a luz total ou parcialmente acesa. Capriche na lingerie e abuse do contato visual. Então, toque seu próprio corpo sem pudores, permitindo que o bonitão aprecie cada detalhe.  Deixe que ele se delicie assistindo suas habilidades!

7. Poder é querer


Há dias em que a gente acorda mais mandona e, em outros, mais submissa. Na cama, a mesma regra se aplica. Para Laura, brincar de mandar ou de obedecer às ordens e aos desejos do parceiro pode ser muito prazeroso e divertido, pois mexe com nossas fantasias.

Como curtir: quer que ele domine na cama hoje? "Sugira uma fantasia, como ficar imóvel e não tocá-lo enquanto ele usa e abusa de você vendada", sugere Rita. Mas se nesta noite é você quem manda, deixe bem claro que ele só pode tocá-la quando você permitir.

 

Via Paraiba.com



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

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