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  <title>A ver o mundo</title>
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  <description>A ver o mundo - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Sun, 04 Mar 2012 12:23:19 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Sun, 04 Mar 2012 12:22:21 GMT</pubDate>
  <title>Um mau Sporting e muita polémica na primeira derrota da era Sá Pinto</title>
  <author>olhar para o mundo</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;artigoHeader&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_containerTitle&quot; class=&quot;artigoHeaderTituloSemDestaques&quot;&gt;
&lt;h1 id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_titulo&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://desporto.publico.pt/imagens.aspx/373930?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=428&amp;amp;ts=1330863611,61728&quot; alt=&quot;Um mau Sporting e muita polémica na primeira derrota da era Sá Pinto&quot; width=&quot;428&quot; height=&quot;308&quot; /&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;containerColunaLarga&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_fotoBox&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;textoPrincipal&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;textoMain&quot;&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lead&quot;&gt;Um golo sofrido que deixou algumas dúvidas, uma exibição horrível durante meia parte, um penálti falhado, pouco futebol jogado e mais alguma polémica à mistura. Estes foram alguns dos ingredientes da primeira derrota do Sporting sob comando de Ricardo Sá Pinto (1-0 em Setúbal), que deixa os “leões” a 11 pontos do Braga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_texto&quot;&gt;É certo que o Sporting se pode queixar de algumas decisões da equipa de arbitragem, mas também não se pode esquecer que falhou um penálti e que deu meia parte de avanço a um rival que apareceu transfigurado em relação ao que fez há duas semanas frente ao FC Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejuvenescida pela ausência de alguns habituais titulares (Ney, Neca, Meyong), a equipa de José Mota foi muito aguerrida. Já a equipa de Sá Pinto surgiu em campo sem garra, com pouca iniciativa e sem capacidade de criar perigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença de atitude foi de tal ordem que o facto de o Vitória ter chegado ao intervalo a vencer por 1-0 só espantou quem não viu o que aconteceu no Bonfim. A equipa da casa criou quatro boas oportunidades de golo durante os primeiros 45 minutos, contra nenhuma do Sporting.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como se não bastasse aos “leões” que Capel fosse o único capaz de criar alguns desequilíbrios, a defesa estava ainda pior. Polga e Xandão cometeram falhas graves. Na primeira delas, Targino isolou-se e acertou no poste (12’). À segunda (20’), Bruno Amaro isolou-se, permitiu a defesa a Patrício e na recarga fez o 1-0, num lance que deixou dúvidas sobre se foi um golo verdadeiro ou um golo-fantasma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Xandão cortou a bola, mas, segundo o árbitro assistente, o esférico já tinha ultrapassado completamente a linha de baliza. No estádio ficaram dúvidas, embora numa das repetições televisivas dê a sensação (sem certeza absoluta) de que a bola terá mesmo ultrapassado a linha. Certo é que fica outra vez demonstrado quão útil será a tecnologia de baliza, se o International Board aprovar a 2 de Julho um dos sistemas que seleccionou para testes finais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se a tecnologia teria sido algo útil para confirmar a total legitimidade do golo sadino, pelo contrário não era necessária nenhuma máquina para perceber que o Vitória de Setúbal era a melhor equipa em campo e que dificilmente o Sporting conseguiria jogar pior do que na primeira parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecido pelo discurso forte para os jogadores, Sá Pinto deve ter tentado abanar a equipa ao intervalo, altura em que avançou com duas substituições: Carrillo e Matías entraram para os lugares de Carriço e Schaars. Os dois sul-americanos deram outra dinâmica ao Sporting, que conseguiu finalmente criar um lance de perigo, com Izmailov a obrigar Diego a uma boa defesa (52’).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pressão leonina acabou por resultar num penálti, por suposta falta de Hugo Leal sobre Rubio (84’) – antes, Matías caíra na área num outro lance, bem mais merecedor de falta (69’). Só que a noite não era mesmo do Sporting e Diego defendeu o penálti de Matías para o poste. Com a quinta derrota na prova, os “leões” deixam agora o quarto lugar à mercê do Marítimo  e ir à Champions é cada vez mais uma miragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;POSITIVO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bruno Amaro e Diego&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foram dois dos principais rostos de um Vitória renascido. O médio marcou o golo e correu quilómetros. O guarda-redes voltou a ser especialista nos penáltis e garantiu três pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NEGATIVO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ribas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tinha a responsabilidade de liderar o ataque na ausência de Wolfswinkel (doente). Foi uma nulidade, tal como quase toda a equipa. Salvaram-se Capel e Matías.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Incidentes no final&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assim que o árbitro terminou o jogo, Carrillo agrediu um adversário. Foi expulso. E sucederam-se as cenas lamentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Árbitro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O jogo foi difícil de dirigir, com vários casos, mas André Gralha só lançou mais combustível para a fogueira. Poupou várias vezes a expulsão a Suswam, deixou por marcar um penálti e marcou outro que não era. E mais erros houve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ficha de jogo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;V. Setúbal, &lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sporting, &lt;strong&gt;0&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogo no Estádio do Bonfim, em Setúbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V. Setúbal&lt;/strong&gt; Diego, Peter Suswam (Tengarrinha, 64’), Ricardo Silva, Amoreirinha, Miguelito, Hugo Leal, Bruno Amaro, Bruno Gallo, Rafael Lopes (Bruno Severino, 75’), Targino (Djikiné, 90+5’), Igor.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Treinador&lt;/strong&gt; José Mota. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sporting&lt;/strong&gt; Rui Patrício, Arias, Xandão, Polga (Diego Rubio, 76’), Insúa, Carriço (Matías Fernández, 46’), Schaars (Carrillo, 46’), Elias, Izmailov, Capel, Ribas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Treinador&lt;/strong&gt; Sá Pinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Árbitro&lt;/strong&gt; André Gralha (Santarém).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amarelos&lt;/strong&gt; Peter Suswam (14’), Ricardo Silva (27’), Capel (39’), Ribas (58’), Igor (65’), Elias (66’), Insúa (90’), Bruno Severino (90+2’), Bruno Amaro (90+3’).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vermelho&lt;/strong&gt; André Carrillo (após o final do jogo).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Golos&lt;/strong&gt; 1-0, por Bruno Amaro, aos 19’.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Via &lt;a href=&quot;http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1536259&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 29 Jan 2012 21:14:11 GMT</pubDate>
  <title>FC do Porto sem vitória, sem recorde e mais longe da frente</title>
  <author>olhar para o mundo</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://desporto.publico.pt/imagens.aspx/369864?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=428&amp;amp;ts=1327871499,31848&quot; alt=&quot;FC Porto sem vitória, sem recorde e mais longe da frente&quot; width=&quot;428&quot; height=&quot;314&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lead&quot;&gt;Acabou a série invencível do FC Porto que já durava desde os tempos de Jesualdo Ferreira. Os &quot;dragões&quot; sofreram neste domingo em Barcelos a sua primeira derrota desde 2010, ao perderem com o Gil Vicente por 3-1 em jogo da jornada 17 da liga portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_texto&quot;&gt;Mas pior do que não igualar o recorde de 56 jogos sem perder do Benfica estabelecido em 1976 e 1978 foi deixar fugir a equipa &quot;encarnada&quot; no topo da liderança. Depois do triunfo &quot;encarnado&quot; em Santa Maria da Feira e da derrota em Barcelos, a diferença entre os dois primeiros é agora de cinco pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O triunfo dos comandados de Paulo Alves começou a ser construido aos 15&apos;, com um golo de Cláudio, após livre cobrado por Richard. O mesmo Cláudio fez o 2-0 de penálti aos 45&apos;, após mão na bola dentro da área de Otamendi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco depois do início da segunda parte, aos 52, o Gil Vicente elevou para 3-0, por André Cunha, com o actuais campeões nacionais a marcarem o seu único golo do encontro aos 77&apos;, por Varela, após passe de Belluschi.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Via &lt;a href=&quot;http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1531287&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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