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  <title>A ver o mundo</title>
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  <pubDate>Sun, 12 Feb 2012 08:53:26 GMT</pubDate>
  <title>Benfica goleia Nacional e segue imparável no topo</title>
  <author>olhar para o mundo</author>
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&lt;h1 id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_titulo&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://desporto.publico.pt/imagens.aspx/371435?tp=UH&amp;amp;db=IMAGENS&amp;amp;w=428&amp;amp;ts=1329000631,50017&quot; alt=&quot;A noite estava fria mas Rodrigo e Cardozo aqueceram-na&quot; width=&quot;428&quot; height=&quot;303&quot; /&gt;&lt;/h1&gt;
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&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lead&quot;&gt;O Nacional, quando entrou na Luz, parecia um condenado a caminho do cadafalso, lado a lado com o seu verdugo. Desgastado física e emocionalmente pela eliminação, na quarta-feira, nas meias-finais da Taça de Portugal frente ao Sporting, chegou a Lisboa sem seis titulares, entre castigados e lesionados. Não era só isso a desmoralizar os madeirenses, mas a tarefa que tinham pela frente: enfrentar o Benfica, líder da Liga, senhor de um ataque demolidor e detentor de dez vitórias seguidas. E o palco era o pior, um estádio com mais de 50 mil benfiquistas sem clemência para com o adversário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_texto&quot;&gt;O alçapão abriu-se mesmo e o Nacional desapareceu ao primeiro golo. Foi Garay. A primeira vez que a equipa de Jesus se acercou da baliza de Marcelo facturou e a formação insular ruiu. O Benfica, sem Maxi e Javi García (jogou Witsel o que pôde como defesa direito e Matic no meio-campo), fazia o jogo chegar à frente pelos pés de Aimar. O resto, e não é pouco, ficava a cargo dos quatro avançados: Gaitán, Nolito, Rodrigo e Cardozo. Demasiado para Marçal, o desgraçado recém-promovido a defesa esquerdo que há duas semanas descansava no Torreense. Foi ele a não perceber o que Gaitán lhe fez antes de oferecer o golo a Cardozo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O argentino, numa finta digna de Houdini, apareceu isolado na área e serviu o ponta-de-lança. O paraguaio tinha que marcar, há sete jogos que o faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cardozo conta agora com um parceiro perfeito para o “crime” — Rodrigo. Foi o espanhol a descansar a Luz, quando esta se revoltou com o golo de Claudemir, depois de Jorge Sousa ter marcado penálti. A falta de Emerson sobre Diego Barcelos é discutível, mas o árbitro não hesitou. Artur não deteve o remate colocado e a margem mínima voltou ao marcador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sobressalto que não estava nas contas dos benfiquistas. Mas Rodrigo, 11 minutos depois, repôs a normalidade, com uma jogada rápida a deitar o guarda-redes no chão. Ele e Cardozo somam, no final desta ronda, 13 golos nas últimas sete partidas. Um terror para Feirense, Gil Vicente, V. Setúbal, U. Leiria, Rio Ave e Marítimo, uma lista de vítimas a que se juntou o Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dupla merece respeito, muito, mas é a Aimar que se presta culto. Cada vez que o argentino caminhava para a marcação de um canto, o estádio prestava-lhe homenagem. Um caso de amor, que ganhou fogo com a renovação do contrato, esta semana. Os heróis estavam no palco, o público estava à espera de golos e de mais uma vitória. E Rodrigo fez a vontade, mais uma vez. Numa jogada relâmpago e de ângulo apertado, fez o 4-1. O espanhol leva oito golos na prova, menos cinco que Cardozo, sentado no trono dos melhores marcadores com 14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este triunfo, o Benfica estica para 8 pontos a vantagem sobre o FC Porto, que entra mais pressionado no jogo de hoje com a União de Leiria. Com o clássico marcado para o início de Março, qualquer deslize pode ser fatal. E a pensar na gestão do plantel, com jogo na quarta-feira para a Champions com o Zenit, Jesus tirou Aimar, fez descansar o seu melhor pensador de jogo e defendeu com Miguel Vítor, tirando a Witsel o pesadelo da defesa. Estava feita a noite.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_texto&quot;&gt;Via &lt;a href=&quot;http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1533333&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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