Domingo, 04.03.12

Villas-Boas, da cadeira de sonho a apeado da cadeira!

O Chelsea anunciou neste domingo a saída de André Villas-Boas, devido aos maus resultados do treinador português, e defende que a "única opção" era efectuar esta mudança agora.


O italiano Roberto di Matteo, que era adjunto de Villas-Boas, assume o cargo de treinador do Chelsea até ao final da época.

"O Chelsea e André Villas-Boas separaram-se hoje. A administração gostaria de registar a gratidão pelo seu trabalho e expressar a desilusão por esta relação ter terminado tão cedo”, lê-se num comunicado do Chelsea.

O comunicado do clube londrino não explica claramente de quem partiu a iniciativa da rescisão de contrato, mas Villas-Boas sempre disse que não se demitiria.

“Infelizmente, os resultados e as exibições da equipa não estavam a ser suficientemente boas e não mostravam sinais de melhoria numa fase crucial da época”, acrescenta o mesmo comunicado, sublinhando que o clube tem ambições na Liga dos Campeões e na Taça de Inglaterra.

"Sentimos que a nossa única opção era fazer esta mudança agora", dizem os responsáveis do clube inglês.

Villas-Boas sai depois da derrota frente ao Wigan (1-0), que deixou o Chelsea a três pontos do quarto lugar na Liga inglesa.

A equipa londrina está ainda envolvida na Taça de Inglaterra, jogando na terça-feira um jogo de desempate com o Birmigham nos oitavos-de-final, e também na Liga dos Campeões, defrontando o Nápoles no dia 14 deste mês, na segunda mão dos oitavos-de-final, depois de ter perdido por 3-1 em Itália.

Villas-Boas deixa o Chelsea oito meses e meio depois de Roman Abramovich ter pago 15 milhões de euros ao FC Porto, tornando-o o treinador mais caro da história do futebol.

O português é o sexto treinador despedido por Abramovich desde que comprou o Chelsea, em Junho de 2003, juntando-se a Claudio Ranieri, José Mourinho, Avram Grant, Luiz Felipe Scolari e Carlo Ancelotti. 

 

Via Público



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Sexta-feira, 06.01.12

Villas Boas entre os 10 melhores do mundo

 

Treinadores portugueses continuam em destaque, com José Mourinho, André Villas-Boas e Domingos Paciência na lista da IFFHS dos melhores do mundo.

 

José Mourinho é o segundo melhor treinador do Mundo para a Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS), atrás de Pep Guardiola, numa lista que coloca também Villas-Boas e Domingos Paciência no "top 10".  

O treinador português do Real Madrid alcançou 112 pontos, numa votação de especialistas de 81 países de todos os continentes, a uma margem ainda distante do técnico do FC Barcelona, com Guardiola a somar 201 pontos. 

Em terceiro lugar ficou o escocês Alex Ferguson (107 pontos), que comanda o Manchester United há 26 épocas, desde 1986/87.

Subida meteórica

Em relação ao último ano verificaram-se algumas estreias entre os dez melhores, nomeadamente os portugueses André Villas-Boas, quarto na classificação (78 pontos), e Domingos Paciência, nono (10 pontos). 

Villas-Boas teve uma época categórica ao serviço do FC Porto, equipa com a qual conquistou a Liga Europa, a Liga Portuguesa e a Taça de Portugal, granjeando um estatuto que o levou a assinar pelos ingleses do Chelsea.

No "ranking" surgem também o brasileiro Muricy Ramalho, agora no Santos e que ainda na primeira metade de 2011 levou o Fluminense ao título brasileiro, e o alemão Jupp Heynckes (Bayern Munique), um técnico que passou pelo Benfica em 1999/2001.


Via Expresso



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Domingo, 26.06.11

Não sou ingrato. E por isso tenho de agradecer a este senhor que treinou o FC. PORTO, ou melhor, a quem o FC Porto deu a oportunidade de ouro de ser treinador principal de uma equipa de futebol profissional de topo. Uma das melhores do mundo. E por isso aqui fica o meu obrigado ao André pelos serviços prestados ao FC Porto. Mas agora tenho uma coisa a dizer-lhe: o meu caro amigo é de uma ingratidão a roçar a traição. E digo isto não porque saiu do cargo que ocupava, pois acho que foi um excelente negócio tanto a nível pessoal como para o FC Porto, mas porque o fez de uma forma escusada, imatura e quase provocadora. Se o fez por ingratidão, medo ou cobardia só o André saberá.

Eu, adepto confesso do clube, não precisava de o ver durante meses a vender o peixe de que ocupava a sua "cadeira de sonho", a pedir a jogadores para não saírem do clube, a fazer juras de amor eterno e de fidelidade, e depois fazer esta triste figura, evitando quem acreditou em si e enviando para o clube um fax a comunicar a rescisão contratual, porque um russo qualquer com mais dinheiro no bolso do que valores no cérebro o corrompeu (provavelmente através daquele senhor que anda sempre vestido de agente funerário) ao ponto de o André não perceber que existem várias formas de se crescer, mesmo a nível profissional. Vendeu o respeito a um clube e aos seus adeptos. Vendeu-se a si próprio. É a sua escolha. 

 

O clube, os adeptos e a sua cidade natal mereciam muito mais de si. O próprio André deveria ter feito a mesma escolha mas de outra forma pois é um jovem, iria receber os mesmos 5 milhões de euros por ano, ninguém o impediria. Esqueceu-se que se não lhe tivessem sido dadas as condições que teve, uma aposta em si como poucos fariam do Presidente do clube pessoalmente sem medo de pôr a cabeça no cepo, o André e seus adjuntos continuariam ainda hoje a tomar café na pastelaria junto ao estádio Cidade de Coimbra.

 

E ressalvo que acho muito bem que queira subir na vida, mas não se esqueça que a vida dá muitas voltas e o oligarca que agora o levou foi o mesmo que pôs José Mourinho a andar do clube quando se fartou dele. Para ele "o André é o gajo que o Inter queria, mas eu tenho dinheiro e eles não". E o André não é Mourinho e jamais irá ser por mais que o pintem de ouro. O Mourinho é Mourinho, o André era um adepto e treinador do FC Porto até há uns dias. E até Mourinho, depois de ganhar a taça UEFA, não sendo adepto do clube teve a inteligência e coragem de, mesmo assediado por todos os clubes europeus, ficar no Porto. Resultado: ganhou a CHAMPIONS LEAGUE.

 

Lembre-se disto: o meu Porto vai ser sempre muito maior do que o seu Chelsea. Nem há comparação possível. E tenho pena que não tenha percebido isto quando virou as costas à equipa que o fez valer 15 milhões de euros. O André até pode gritar ao mundo que é o special 2 (two), porque não é. Resta-me desejar-lhe toda a sorte do mundo. E não será preciso dizer-lhe que mesmo que não precise da equipa que o lançou para nada pois ficará rico num ano, para si o fax da SAD do FC Porto dará sempre o mesmo sinal: ocupado. 

 

Via 100 reféns



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Terça-feira, 21.06.11
Vítor Pereira é o novo treinador do FC Porto

 

 

Vítor Pereira, até agora adjunto de André Villas-Boas, é o novo treinador do FC Porto, anunciou o clube, em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

O novo técnico assinou contrato por duas temporadas e ascende assim ao cargo de treinador principal, beneficiando do facto de conhecer bem a equipa.

Vítor Pereira, de 42 anos (completa 43 em Julho), nasceu em Espinho e é formado na Faculdade de Ciências do Desporto e Educação da Universidade do Porto.

Como técnico, passou pelas camadas jovens do FC Porto e foi treinador principal na Sanjoanense, Espinho e Santa Clara.

Após dois anos no clube açoriano, Vítor Pereira foi contratado pelos portistas para ser o número dois de André Villas-Boas.

No comunicado à CMVM, o FC Porto confirma ainda já ter recebido os 15 milhões de euros, relativos à cláusula de rescisão de André Villas-Boas, que será o novo treinador do Chelsea.

Comunicado do FC Porto à CMVM

A Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD, nos termos do artigo 248º nº1 do Código dos Valores Mobiliários, vem informar o mercado que recebeu do Senhor André Villas-Boas o montante previsto na cláusula de rescisão do seu Contrato de Trabalho Desportivo, pelo que a consumação da rescisão do seu vínculo laboral e desportivo com a Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD apenas depende da formalização do respectivo instrumento de rescisão contratual.

Mais informa a Futebol Clube do Porto – Futebol, SAD que celebrou, na presente data, com o novo treinador da sua equipa principal, o Professor Vitor Manuel de Oliveira Lopes Pereira, um contrato de trabalho desportivo, válido por duas épocas e com início de funções imediato.

 

Via Público



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A cadeira de sonho

 

Via Henricartoon



publicado por olhar para o mundo às 16:59 | link do post | comentar

Terça-feira, 17.05.11

André Vilas Boas, treinador do Futebol Clube do Porto

 

“Não me interessa minimamente quem é o favorito. O favoritismo não serve para nada”, vincou André Villas-Boas nesta terça-feira, durante a conferência de imprensa de antevisão da final da Liga Europa contra o Sporting de Braga, amanhã (19h45, SIC) em Dublin. “O Sporting de Braga eliminou todos os favoritos que lhe foram caindo pela frente e chega à final com mérito total”, lembrou o técnico.

Nas prioridades de Villas-Boas há outros assuntos: “É muito mais importante as equipas serem capazes de fazer um bom jogo”, apontou. “A identidade de cada uma destas equipas levou-as à final. Nem o FC Porto nem o Sporting de Braga mudaram muito. Nenhuma equipa vai desvirtuar o que tem vindo a fazer”, prosseguiu o treinador dos “dragões”. “Não sei que tipo de mensagens o Domingos passará aos seus jogadores, mas nós estamos contentes com a nossa organização. A competência de todos juntos e o talento destes jogadores levou-nos a uma série inacreditável no campeonato e deu-nos esta final”, acrescentou.

“O Sporting de Braga vem de série de resultados alucinantes, fora do normal. É um clube em crescendo. Mostra a qualidade do Domingos e do plantel, do que têm vindo a fazer. É um trabalho de qualidade enorme”, afirmou André Villas-Boas sobre o adversário de amanhã. “Vão estar frente-a-frente duas equipas com identidade muito forte, esperemos que seja a nossa a triunfar”, disse.

Confrontado com a afirmação feita há nove meses, em Genk, quando disse que o FC Porto “ia ganhar a Liga Europa”, Villas-Boas considerou que se tratou de “algo natural”: “Foi algo que me saiu naturalmente, tendo em conta o palmarés do clube. Seria sempre uma obrigação nossa, apesar de jogarmos pré-eliminatória tão importante. Tínhamos a obrigação de chegar o mais longe possível”.

“Amanhã estamos esperançosos de conseguir obter o troféu. Acreditamos no que temos vindo a fazer. O Sporting de Braga coloca um desafio aliciante e difícil. Deixou para trás equipas de grande reputação internacional. Vai ser um desafio super difícil. Vamos abordá-lo com a máxima ambição e tentar mostrar-nos ao máximo nível para conseguir um bom resultado”, prosseguiu o treinador do FC Porto.

Questionado sobre a eventual preparação da equipa para reagir a um golo sofrido, Villas-Boas disse que não prepara a equipa “para sofrer”. “Se acontecer, teremos de reagir, adaptar-nos. Mas nem sequer posso abordar o jogo dessa forma. É evidente que pode acontecer. Sofrer um, sofrer dois, ou não sofrer, ou o jogo chegar às grandes penalidades. Esperemos que nos mostremos suficientemente competentes para evitar esse golo”, resumiu.

Desvalorizando o facto de poder ser o técnico mais jovem de sempre a conquistar uma prova europeia, Villas-Boas lembrou o feito de José Mourinho em 2003-04, quando levou o FC Porto à conquista da Taça UEFA. “São anos diferentes, equipas diferentes e treinadores diferentes. 2003 foi o culminar de um longo caminho que começou em 1987. Esse foi o primeiro passo para conduzir o FC Porto ao que é hoje em dia. Estou orgulhoso de fazer parte de um clube que construiu uma história”, confessou Villas-Boas.

Sobre o facto de esta ser uma final entre duas equipas portuguesas, o técnico considerou que isso demonstra o “talento e criatividade que existe no futebol português”. “É um campeonato pelo qual as pessoas normalmente não se interessam, tem pouco impacto mediático”, lamentou Villas-Boas.

 

Via Público



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Terça-feira, 05.04.11

Não vejo o porquê de tanta polémica em relação ao facto dos "irresponsáveis" benfiquistas após o final da partida terem dado de imediato ordem para serem desligadas as luzes do estádio e acionado o sistema de rega. Isto porque a luz tinha sido apagada há muito. Quanto à água a única justificação que encontro passa pela necessidade de diluir a exibição do árbitro, que esteve ao nível que se esperava - miserável.


A luz foi apagada por várias pessoas que nada têm a ver com o Benfica ou a sua estrutura. Apagou-a o Hulk, o Varela e o Falcão, o Guarin o Moutinho e o treinador André Villas-Boas. Apagou-a o Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa e todo o staff do FC Porto com um planeamento brilhante de toda a época desportiva. Uma vitória histórica. O FC Porto dizimou qualquer réstia de esperança que desde a época passada andava em permanência, de uma forma quase doentia, a ser alimentada pela imprensa (sabemos qual, falei aqui sobre ela com exemplos claros). A ideia da fénix vermelha renascida. O mito sebastianista da "bola" do antigamente. O gigante adormecido que entreabriu o olho. Enfim, as tretas do costume que alguns pasquins adoram promover para vender papel e o povinho andar feliz e esperançado. Vendado.

 

Parabéns aos jogadores do Benfica que honraram a camisola e souberam perder em campo. Foram dignos da enorme camisola que ostentam. Infelizmente não são apenas eles o clube Benfica. E quem não sabe perder raramente merece ganhar. A azia dos dirigentes benfiquistas foi ontem para além de tudo o que eu já tinha visto em campeonatos ditos de primeira linha.

 

Não têm moral. Uma vergonha. Comportaram-se como dirigentes de uma agremiação de aldeia do interior perdido de um qualquer país da América Latina. E se calhar por estas e por outras é que o Benfica de há 30 anos para cá não passa de um clube que vive de migalhas de vitórias que o FC Porto nas suas épocas de quebra lhe vai deixando. O Benfica só existe quanto o FC Porto não está ao seu nível. E este ano esteve. O FC Porto é o melhor clube português da atualidade e internamente é imbatível há muitas décadas, por muito que alguns teimem em querer apagar a luz deste facto.

 

Via 100 Reféns



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Terça-feira, 15.03.11

 

 

Aparentemente o jornal A Bola está mesmo decidido em deixar de ser um jornal dedicado à informação desportiva, mesmo a informação relativa ao clube que lhe alimenta a tiragem diária, e passar a ser uma mistura exótica-avermelhada do falecido 24 horas com o jornal O Crime. E digo isto porque aparentemente para o jornal A Bola a notícia de maior relevo no que toca ao desporto acontecida na passada sexta-feira foi o Vice-Presidente do Benfica, Rui Gomes da Silva, ter levado uns sopapos à saída do restaurante Shis no Porto. De facto é de assinalar tal feito desportivo. Mas será motivo para capa de jornal?

 

Mas atenção, os agressores afirmaram: "isto é para não dizeres mal do FC Porto". Durante todo o dia de sexta, e com um sítio online actualizado ao minuto, nada se soube, tudo guardado para o dia seguinte. Mais grave, em subtítulo a A Bola acrescenta: "almoçou com o Presidente da Câmara de Paredes no mesmo restaurante da Foz onde se encontrava a almoçar Villas Boas, e à saída foi atacado por três indivíduos". Para bom entendedor...enfim, é triste ver um jornal nacional e que devia ser racional na informação que transmite fazer este tipo de alusões. Ficamos ainda a saber que se um é Vice-Presidente de um clube, o outro é o "Villas Boas". Deve ser um arrumador de carros na zona da Foz, só pode.

 

São escolhas editoriais? São. Mas não quer dizer que não sejam objecto de crítica pela sua péssima qualidade, perigosidade e claro facciosismo. Um apelo gratuito à violência entre adeptos. A Bola adora semear ventos, e assitir às tempestades. João Gabriel, ministro da propaganda benfiquista, veio logo a terreiro: "Há pessoas que sofrem de miopia dentro do campo e também fora dele. Há certos locais do País onde ninguém vê nem sabe nada. Foi um acto cobarde, levado a cabo por gente cobarde." Concordo com ele em tudo, menos no "certos l ocais do país". E digo mais, quando este senhor era assessor do Presidente Jorge Sampaio duvido que usasse deste tipo de discurso sectário, ou ia parar ao olho da rua. Mas infelizmente neste país de treta sente-se mais protegido quem trabalha na Luz do que em Belém. Coisas de poderes presidenciais.

 

João Gabriel levantou ainda suspeitas sobre quem terá avisado os agressores da presença de Rui Gomes da Silva naquele restaurante. Questionado sobre André Villas Boas, uma vez que este esteve no local, a resposta ficou no ar:"Vamos ficar por aqui..." Eu acho mesmo que João Gabriel fez bem em ficar por ali, porque até para dizer disparates há um limite. E João Gabriel ultrapassa o limite cada vez que abre a boca. As insinuações são muito piores do que alguns sopapos.

 

André Villas Boas, pessoa com educação muito acima da média, claramente acima ao que o futebol nos habituou, quando confrontado com os factos, condenou-os como qualquer pessoa de bem faria. Aliás como fez Jorge Jesus, como faço eu e fará qualquer pessoa normal, não atirando mais lenha para a fogueira. A Bola é um jornal ultrapassado e cego por opção.


PS: Depois disto gerou-se uma guerra verbal entre instituições, uma perfeita estupidez. Pinto da Costa desceu ainda mais o nível, com pena minha. silêncio por vezes é o melhor caminho, nunca o insulto.

 

Via 100 Reféns



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