Quarta-feira, 17.08.11
Sexo com amigo

 

 


O assunto voltou em pauta depois da estreia do filme "Sexo sem Compromisso". Adam (Ashton Kutcher), um cara cheio de problemas com as mulheres, é amigão de Emma (Natalie Portman). Até que um dia os dois resolvem ter uma transa, sem envolvimento. E o que para ser uma "válvula de escape" acaba dando margem para um sentimento mais forte.

 

Afinal, será que dá certo ir para a cama com um amigo? "O grande risco é quando somente uma das partes se envolve afetivamente. Aí a amizade pode sofrer as consequências de uma rejeição e vir a acabar", comenta a psicoterapeuta sexual Vânia Macedo. "Se orelacionamento sexual foi bom, ou não trouxe consequências negativas, a história pode sim se reverter. É o que geralmente acontece se um dos parceiros inicia um namoro ou compromisso com outra pessoa que exija fidelidade".

 

Vânia ressalta que este tipo de atitude é mais aceita pelos homens, que conseguem com mais facilidade manter relações sexuais sem envolvimento afetivo. "Ao contrário das mulheres, que são mais sonhadoras, fazem outros planos como compartilhar outros prazeres, não somente o sexual". E aconselha: "Se aparecer os primeiros sinais desse envolvimento afetivo, o melhor é conversar a respeito, antes que a amizade seja comprometida".

 

Mas não pense que o sexo com amigo possui mais pontos negativos do que positivos. Vânia ressalta que a afinidade da amizade pode trazer maior segurança na intimidade sexual do que com um desconhecido. "Além disso, no sexo sem compromisso não há ciúmes ou cobranças, sentimentos comuns em um namoro. Para quem não quer que o compromisso interfira no prazer, acaba sendo uma boa escolha".

 

"Nós dois combinávamos na cama"


A publicitária Camile já viveu uma história assim. Ela e o amigo hoje têm a mesma idade: 38 anos. Eles se relacionaram durante uns 10 anos. "No começo era algo esporádico, aquela coisa entre o rompimento de uma namorada e outra que ele tinha. Mas nos últimos cinco anos ficávamos muito juntos. Já não fico com ele há uns dois anos, porque se casou", conta.

 

As relações começaram apenas para suprir uma carência emocional, uma vez que Camile estava sozinha. "Mas depois era porque nós dois combinávamos na cama, tínhamos uma ótima sintonia. Ele era muito criativo e ao mesmo tempo carinhoso como num namoro comum. Então a atração física foi cada vez se tornando mais forte".

 

Os dois haviam sofrido decepções amorosas muito grandes e a forte amizade deu a eles a segurança necessária para iniciarem a relação sexual sem medo de envolvimento. "Depois do sexo a gente sempre conversava muito sobre relacionamentos ou qualquer outro assunto - trabalho, família ou até mesmo pessoas que estávamos paquerando, como dois bons amigos fazem", lembra a publicitária.

 

 

Para Camilla, a vantagem dessa relação é a possibilidade de ter um relacionamento aberto, sem cobranças, e também de poder contar com um fiel amigo por causa da intimidade. "Não me apaixonei por ele, por isso foi muito bom. E não é difícil manter a amizade depois do sexo neste caso. É como dividir um delicioso jantar ou ver uma paisagem maravilhosa ao lado dele. Você vive aquele momento, o guarda com emoção, mas é só. O seu amigo continua lá para ser o seu amigo de sempre", diz.

 

E ressalta: "Hoje ele está casado e ficou apenas a amizade como sempre foi. Retiramos a parte do sexo. Eu sentiria mais falta da amizade dele, como senti quando ele se mudou para outro estado. O sexo é substituível, a amizade não".

 

A publicitária acredita que sexo entre amigos não pode ser considerado um sexo casual. "A relação entre dois amigos é mais íntima, mais cúmplice. E quando você o encontra com outros amigos em lugares públicos ele é apenas seu amigo. E isso não impede você de procurar o amor da sua vida, aquele que vai te completar e preencher todas as suas lacunas no sexo, no afeto e tudo mais", defende. "Se você transar com um amigo só por causa do sexo, isso acaba se tornando um sexo casual, aquele que você pode fazer com um desconhecido e não tem vantagem nenhuma, vira apenas um exercício para descarregar a tensão".


Camile bem que tentou encontrar outro amigo para dividir o lençol, mas desta vez não deu certo, pois seu sentimento era mais forte do que uma amizade. "Existia uma preocupação dele e minha sobre algo que não controlávamos. Com meu outro amigo era diferente. Ele não tinha medo de ser carinhoso antes, durante e depois do sexo".

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:14 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15.08.11
Beijo mostra a compatibilidade entre os parceiros

 

Hoje é Dia do Beijo, data que deixa todo mundo com vontade de comemorar muito, né? Mas você sabia que o beijo, além de ser uma delícia, permite qualificar a compatibilidade dos parceiroscientificamente?

 

Isso mesmo! Quando estamos próximos, face a face do parceiro, trocamos olhares e odores, e desta forma, transmitimos feromônios que são substâncias químicas que permitem o reconhecimento mútuo e sexual dos indivíduos. Ou seja, o beijo permite identificar a afinidade biológica entre os parceiros.

 

"É por este motivo que o ser humano beija porque é bom. No nível do inconsciente, beijo bom é aquele biologicamente compatível para gerar descendentes saudáveis e preservar a espécie", revela a psicóloga Eliete Matielo, especialista em relacionamentos afetivos.

 

Mas é claro que nem todas as pessoas que beijamos na vida temos a intenção de gerar descendentes, porém, através da percepção da afinidade biológica podemos observar a relação afetiva como uma rede de afinidades, a começar pela afinidade inicial de um casal que é o beijo.

 

Ou seja, se você tem vontade e gosta de beijar determinada pessoa é porque ela tem características e substâncias biológicas e orgânicas que sintonizam com as suas, ou seja, o beijo de vocês é compatível. A falta de compatibilidade explica porque, às vezes, não gostamos do beijo e/ou do cheiro de uma determinada pessoa que aparentemente é bonita.

 

Aproveite se você tem por perto alguém com o beijo compatível ao seu e Feliz Dia do Beijo!

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:04 | link do post | comentar

Sábado, 28.05.11
As mulheres gostam de bad boys

É comum dizer-se que o sorriso é o cartão de visita e um dos pontos mais sexy das pessoas. Mas segundo um estudo do jornal "Emotion" da Associação de Psicologia norte-americana, há uma diferença entre os dois  sexos: só as mulheres sorridentes é que são atraentes, já os homens com um belo sorisso são considerados irónicos ou ansiosos por sexo.

De acordo com o estudo, os homens tímidos e pensativos são os que os santos altos mais gostam.  Na verdade, as mulheres parecem preferir os "maus rapazes" - aqueles que são machistas, brutos, que dão desprezo, que se fazem de difíceis ou que já tiveram várias namoradas (e não os bonzinhos, fiéis e românticos, dá para acreditar?). Todos estes atributos são considerados sinais de masculinidade - sendo que o homem continua a ser encarado como o elemento forte.
"As mulheres sentem-se atraídas por homens como James Dean, aqueles com defeitos, mas que têm consciência deles", diz o estudo, citado pela Reuters.

A investigação foi feita com base na avaliação de 1000 indivíduos de fotografias com as expressões do sexo oposto - que diz respeito apenas às impressões iniciais. Por isso, os investigadores alertam que em relacionamentos sérios e duradouros estas dicas não não se aplicam. Nestes casos, convém mesmo que os homens sejam sorridentes e simpáticos a longo prazo! E já agora que sejam apaixonados e verdadeiros - a base da confiança numa relação.
Independentemente da validade deste estudo, é verdade que as mulheres se interessem muitas vezes pelos homens errados, o que não tem muita lógica, porque afinal estamos em maioria no planeta... o leque de escolha é maior, mas é preciso saber acertar. E como diz uma amiga minha a cara metade são como os sapatos - às vezes, há que experimentar mais números para chegar ao par certo!

 

Via A Vida de Saltos Altos



publicado por olhar para o mundo às 21:38 | link do post | comentar

Domingo, 27.03.11
Sexo com amigoFoto/Reprodução site oficial do filme No Srings Attached


O assunto voltou em pauta depois da estreia do filme "Sexo sem Compromisso". Adam (Ashton Kutcher), um cara cheio de problemas com as mulheres, é amigão de Emma (Natalie Portman). Até que um dia os dois resolvem ter uma transa, sem envolvimento. E o que para ser uma "válvula de escape" acaba dando margem para um sentimento mais forte.

 

Afinal, será que dá certo ir para a cama com um amigo? "O grande risco é quando somente uma das partes se envolve afetivamente. Aí a amizade pode sofrer as consequências de uma rejeição e vir a acabar", comenta a psicoterapeuta sexual Vânia Macedo. "Se o relacionamento sexual foi bom, ou não trouxe consequências negativas, a história pode sim se reverter. É o que geralmente acontece se um dos parceiros inicia um namoro ou compromisso com outra pessoa que exija fidelidade".

Vânia ressalta que este tipo de atitude é mais aceita pelos homens, que conseguem com mais facilidade manter relações sexuais sem envolvimento afetivo. "Ao contrário das mulheres, que são mais sonhadoras, fazem outros planos como compartilhar outros prazeres, não somente o sexual". E aconselha: "Se aparecer os primeiros sinais desse envolvimento afetivo, o melhor é conversar a respeito, antes que a amizade seja comprometida".

Mas não pense que o sexo com amigo possui mais pontos negativos do que positivos. Vânia ressalta que a afinidade da amizade pode trazer maior segurança na intimidade sexual do que com um desconhecido. "Além disso, no sexo sem compromisso não há ciúmes ou cobranças, sentimentos comuns em um namoro. Para quem não quer que o compromisso interfira no prazer, acaba sendo uma boa escolha".

"Nós dois combinávamos na cama"

A publicitária Camile já viveu uma história assim. Ela e o amigo hoje têm a mesma idade: 38 anos. Eles se relacionaram durante uns 10 anos. "No começo era algo esporádico, aquela coisa entre o rompimento de uma namorada e outra que ele tinha. Mas nos últimos cinco anos ficávamos muito juntos. Já não fico com ele há uns dois anos, porque se casou", conta.

As relações começaram apenas para suprir uma carência emocional, uma vez que Camile estava sozinha. "Mas depois era porque nós dois combinávamos na cama, tínhamos uma ótima sintonia. Ele era muito criativo e ao mesmo tempo carinhoso como num namoro comum. Então a atração física foi cada vez se tornando mais forte".

Os dois haviam sofrido decepções amorosas muito grandes e a forte amizade deu a eles a segurança necessária para iniciarem a relação sexual sem medo de envolvimento. "Depois do sexo a gente sempre conversava muito sobre relacionamentos ou qualquer outro assunto - trabalho, família ou até mesmo pessoas que estávamos paquerando, como dois bons amigos fazem", lembra a publicitária.

 

 

Para Camilla, a vantagem dessa relação é a possibilidade de ter um relacionamento aberto, sem cobranças, e também de poder contar com um fiel amigo por causa da intimidade. "Não me apaixonei por ele, por isso foi muito bom. E não é difícil manter a amizade depois do sexo neste caso. É como dividir um delicioso jantar ou ver uma paisagem maravilhosa ao lado dele. Você vive aquele momento, o guarda com emoção, mas é só. O seu amigo continua lá para ser o seu amigo de sempre", diz.

E ressalta: "Hoje ele está casado e ficou apenas a amizade como sempre foi. Retiramos a parte do sexo. Eu sentiria mais falta da amizade dele, como senti quando ele se mudou para outro estado. O sexo é substituível, a amizade não".

A publicitária acredita que sexo entre amigos não pode ser considerado um sexo casual. "A relação entre dois amigos é mais íntima, mais cúmplice. E quando você o encontra com outros amigos em lugares públicos ele é apenas seu amigo. E isso não impede você de procurar o amor da sua vida, aquele que vai te completar e preencher todas as suas lacunas no sexo, no afeto e tudo mais", defende. "Se você transar com um amigo só por causa do sexo, isso acaba se tornando um sexo casual, aquele que você pode fazer com um desconhecido e não tem vantagem nenhuma, vira apenas um exercício para descarregar a tensão".


Camile bem que tentou encontrar outro amigo para dividir o lençol, mas desta vez não deu certo, pois seu sentimento era mais forte do que uma amizade. "Existia uma preocupação dele e minha sobre algo que não controlávamos. Com meu outro amigo era diferente. Ele não tinha medo de ser carinhoso antes, durante e depois do sexo".

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

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