Terça-feira, 21.06.11
Como mudar um pneu de saltos altos? (vídeo)

Já alguma vez teve a necessidade de mudar um pneu sozinha? Se não teve, só pode ser porque telefonou para o seu marido, para um amigo ou aceitou ajuda de algum desconhecido. Seja como for, provavelmente nunca pediu ajuda a uma amiga numa situação destas, certo?

 

Será que as mulheres não servem para estas coisas, ou é mesmo por acreditarem que mudar um pneu pode partir uma unha arranjada ou sujar uns belos sapatos de salto alto?

 

Apesar de haver muitas mulheres que mudariam o pneu sozinhas e descontraidamente, todas nós, independentemente de gostarmos ou não da ideia, devíamos saber mudar um pneu do carro sem ajuda. Atrevo-me mesmo a dizer que quem não sabe o devia experimentar o quanto antes.

 

Eu já o fiz por ter necessidade e porque estava por minha conta e risco. Posso garantir: o grau de dificuldade é quase nulo, acreditem.

 

Imaginem que um dia têm um furo no meio do nada, e que ainda por cima estão sem rede no telemóvel. O que fariam para afastar o fantasma do medo de mudar um pneu? Chamariam os "Ghost Busters"?

 

Aprenda a mudar o pneu - seja independente

 

Que material é necessário?

- Chave inglesa

- Macaco

- Binário de aperto

O Tempo necessário: aproximadamente 40 minutos

10 passos para mudar o pneu

 O carro deve estar bem travado, com o travão de mão;

2º Deve ir buscar todo o material necessário que se encontra na bagageira ou noutro local acomodado no interior do automóvel;

 Retirar a tampa de proteção e desapertar os parafusos com a ajuda da chave inglesa, mas apenas até folgar as respectivas porcas, sem as desenroscar muito ainda;

4º Com a ajuda do macaco, deve fazer subir o automóvel até a roda ficar bem suspensa;

5º Retirar totalmente os parafusos e as respetivas porcas até conseguir libertar o pneu e retirá-lo do automóvel;

6º Colocar o novo pneu na mesma posição em que se encontrava o outro;

7º  Colocar as porcas nos respetivos parafusos e apertá-los com a ajuda do binário de aperto. Colocar a tampa de proteção;

 Baixar o carro até se encontrar totalmente no chão. Retirar o macaco.

9º Guardar o material novamente no sítio onde se encontrava inicialmente;

10º O pneu está mudado, mas é o de substituição, provisório, que normalmente é mais pequeno que os restantes. Mal tenha oportunidade compre um novo ou mande arranjar o furado, para voltar a colocá-lo e mandar calibrar as rodas, pois só assim garante a segurança em viagem.

 

Se seguir os dez passos que acabou de ler verá que é muito mais fácil do que parece. No entanto, se ainda tiver dúvidas, clique na imagem em baixo para aceder ao vídeo onde pode aprender a mudar um pneu de Saltos Altos (em inglês).

 

 

 

 

Via A Vida de Saltos Altos



publicado por olhar para o mundo às 17:58 | link do post | comentar

Segunda-feira, 11.04.11

Carro Eléctrico não passa de brinquedo para ricos

 

O carro elétrico é um brinquedo para ricos, que nunca será viável e que ilude cidadãos e governos, levando-os a acreditar que podem continuar sem reduzir o número total de carros, disse à Lusa Chandra Nair, autor do livro "Consumptionomics".

Depois de mais de 25 anos como consultor em diversas multinacionais, Chandra Nair, agora consultor ambiental e fundador do instituto de investigação Global Institute for Tomorrow, com sede em Hong Kong, decidiu escrever um livro que rejeita o modelo de crescimento mundial baseado no consumo que, afirma, causou a atual crise e levará a uma crise ainda maior no futuro.

Neste sentido, Nair considera que o carro elétrico nunca resolverá os problemas de recursos naturais, nem de mobilidade das sociedades atuais.

“Não são de todo uma solução global. São brinquedos para os ricos. Nunca será possível fazer o número suficiente destes carros para resolver o problema de emissões de dióxido de carbono e de segurança no acesso a recursos energéticos. Mesmo em países desenvolvidos, será muito difícil assegurar o acesso aos materiais”, afirmou Chandra Nair, em entrevista à agência Lusa.

 

“O carro elétrico exige, para a sua construção, metais exóticos para as baterias, sobretudo lantanídeos, cujo abastecimento é já hoje problemático, uma vez que só podem ser explorados em poucos locais do mundo”, acrescentou.

 

Chandra Nair, que defende políticas que reduzam o número de carros em circulação, coloca sobretudo em causa a crença de que a inovação tecnológica permite negar a existência de limites à actividade humana.

 

“Para os construtores de automóveis e os governos extrapolarem, e sugerirem que não é necessário reduzir a propriedade de automóveis e todas as ineficiências que a acompanham, é uma pura mentira. E depois sugerir que os problemas que temos com o número de carros podem ser resolvidos pelo carro elétrico, é uma fantasia”, afirmou.

 

Nair alerta ainda para a invasão das cidades pelos carros à custa dos direitos dos outros e criando, por isso, cidades muito mais extensas, onde as pessoas precisam de mais carros, num ciclo vicioso que parece irresolúvel.

 

Mais que o carro elétrico, Chandra Nair vê na propriedade automóvel, e o consumo de recursos que o acompanha, um dos símbolos do que há de pior na sociedade consumo.

 

“Ter carro não é um dos Direitos Humanos”, concluiu, antes de acrescentar que “o carro elétrico será apenas um brinquedo caro, demasiado caro para o proprietário automóvel médio, e nunca uma solução global”.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:04 | link do post | comentar

Sexta-feira, 04.03.11
Lamborghini Aventador
 

Os preços recorde do petróleo e uma recuperação lenta da economia está a conduzir os construtores de automóveis para os carros elétricos e híbridos, mas essa não é a preocupação do fabricante de carros desportivos Lamborghini.

A Lamborghini SpA está a utilizar o Salão de Genebra, que abriu hoje e encerra a 13 de março, para o lançamento de um supercarro 'sedento' de gasolina, o Aventador LP700-4. O presidente da Lamborghini, Stephan Winkelmann, citado pela AP, diz estar está confiante que as suas vendas não serão afetadas pelo aumento dos preços dos combustíveis.

"Os Lamborghini são carros de sonho e, normalmente, este tipo de automóvel nunca é o primeiro do cliente, porque pertence a uma frota entre outros que está na garagem dos nossos clientes", diz Stephan Winkelmann.

A construtora de Sant'Agata Bolognese, propriedade do grupo alemão Volkswagen AG, já preenchou os doze meses próximos em encomendas para o novo Aventador, apesar da lenta recuperação económica países desenvolvidos e da instabilidade no Médio Oriente.

Stephan Winkelmann refere que os compradores do Aventador e outros carros superdesportivas normalmente só andam cerca de 5000 quilómetros por ano. "Portanto, o preço do combustível não afeta as vendas deste tipo de carros", observa.

O Aventador, em que o preço rondará os 275 mil euros, "não será exatamente para a maioria da população, mas é a Ásia e outros mercados emergentes que estão a ajudar a manter as vendas mundiais de superdesportivos como o Aventador em torno de 30 a 35 mil automóveis por ano", indica Stephan Winkelmann.

"O mercado da Ásia-Pacífico é que puxa pelas vendas", refere, acrescentando que a China tornou-se recentemente o segundo mercado da Lamborghini depois dos Estados Unidos.

A Lamborghini diz que o Aventador pode fazer dos 0 aos 100 Km/hora em menos de 2,9 segundos, com uma velocidade máxima de 350 km/hora.

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:13 | link do post | comentar

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