
O F-22 Raptor é o avião caça mais avançado e mais caro do mundo. É invisível aos radares, voa a 619 metros por segundo, cada unidade vale 150 milhões de dólares (119 milhões de euros), está equipado com a mais avançada tecnologia (conhecida) à face da Terra, que o torna a arma mais letal com asas. Mas, feitas as contas, até hoje tem sido mais um motivo de preocupação do que de segurança para os EUA. Tudo por causa dos problemas com o sistema que administra oxigénio aos pilotos.
Numa iniciativa inédita, alguns dos «ases pelos ares» da Força Aérea norte-americana chegaram a dar a cara no influente programa «60 Minutes» da estacão televisiva CBS, para denunciar o receio de voar a bordo da avançada máquina de guerra. Alguns deixaram mesmo de voar, por se queixaram de hipóxia, ou privação de oxigénio, de desorientação e até de problemas mas graves.
Suspeita-se que foi um problema relacionado com o fornecimento de oxigénio que causou um acidente fatal no ano passado, que levou a que a frota ficasse em terra durante cinco meses.
É o avião de combate mais caro e avançado do mundo, mas ninguém consegue perceber o problema que tem no sistema que fornece oxigénio aos pilotos e os coloca em riscoAgora são dois membros do Congresso dos EUA que revelam que este é o problema é mais grave do que se pensava.
Adam Kinzinger e Mark R. Warner divulgaram dados da Força Áerea que dão conta de cerca de 26 incidentes de privação de oxigénio por cada 100 mil horas de voo, uma taxa 10 vezes mais elevada do que com qualquer outro avião militar norte-americano.
«Esta informação confirma que o programa do F-22 não esta a correr a 100 por cento e os incidentes de privação de oxigénio são muito mãos graves do que se pensava», disse Kinzinger, antigo piloto da Guarda Nacional, segundo cita o jornal «Los Angeles Times».
Os congressistas revelaram ainda que num inquérito realizado no início de 2011 «a maioria dos pilotos do F-22 não se sentia confiante» a bordo do aparelho, devido a este problema.
O F-22, desenvolvido pela Lockheed Martin, é o caça mais caro do mundo. Mesmo assim, e apesar da frota ser manobrada por pilotos de elite, nunca foi usado em operações de combate, desde a sua entrada ao serviço, em 2005.
A Força Aérea tentou resolver o problema instalando um filtro de ar de alto desempenho. Mas os testes que foram realizados revelaram que os pilotos eram afectados negativamente por este sistema.
Os especialistas dizem não conseguir detectar o problema. Até lá a actividade do caça, considerado quase insuperável em combate, pelo menos em teoria, continuar asfixiada.
Num projecto com cada vez mais falta de ar, até o secretário de Defesa, Leon Panetta, já impôs restrições ao uso do F-22, no mês passado.
Retirado do Push
Companhia aérea dos EUA oferece pacote que permite sexo durante o voo
Uma companhia aérea de Ohio, nos Estados Unidos, decidiu criar um pacote e permitir que seus passageiros tenham relações sexuais durante os voos. Para descrever o serviço, a empresa costuma dizer que trata-se de um voo onde a turbulência é esperada.
Para isso, o casal deve comprar um pacote especial que sai por US$ 425, com direito ao jatinho especial - com lugar para o casal e o piloto apenas -, uma hora em uma cabine privada, chocolate e um "piloto muito discreto", de acordo com a descrição do serviço no site da empresa. Quem topa a ideia entra para o chamado Mile High Club.
Segundo o piloto e co-fundador da empresa, Dave MacDonald, disse em entrevista à emissora WCPO, afiliada da rede ABC, tudo começou como um desafio entre os pilotos, que duvidavam que algum casal topasse entrar no avião e "aproveitar o passeio".
"Já fui atingido por um salto alto e por uma rolha de champagne, e agradeço a Deus por usar fones de ouvido", diz MacDonald.
As demais empresas não veem a iniciativa com bons olhos, pois segundo o piloto, são muito conservadoras. Mas entre o público, o serviço é popular. A empresa já chegou a agendar oito voos em um único dia, e o melhor, o passageiro pode escolher o local que deseja sobrevoar.
Sharon McGee, socio-fundadora da companhia, disse que a as mulheres são as que mais procuram o serviço, "tentando apimentar a relação ou para salvar o casamento", diz ela.
Até agora, a Flamingo Air é a única a liberar tal comportamento durante as viagens. As informações são do "New York Daily News".
Via UOL
Um avião da companhia Frontier fez uma aterragem de emergência por suspeitas de um atentado. Apesar do aparato, os relatos dospassageiros deram conta de que se tratava apenas de uma cena desexo entre um casal.
A aeronave foi desviada para o aeroporto de Detroit pelo facto de os passageiros desconfiarem de um casal que esteve fechado na casa-de-banho do aparelho durante muito tempo.
O avião que tinha saído de San Diego e que se dirigia para Denver acabou por ser escoltado por caças e inspeccionado pelasautoridades. Os agentes retiraram as malas do avião que acabaram por ser farejadas pelos cães da polícia.
No avião seguiam 116 passageiros.
Via Ionline
É o grande concorrente do Airbus A380. Vai voar no domingo pela primeira vez nos céus deSeatle. As encomendas sucedem-se. Conheça melhor o novo gigante da aviação.