Domingo, 20.05.12
"Porque é que eu sou obrigado a oferecer a água que pago?", pergunta o proprietário do snack-bar “O Pirata”, (Paulo Ricca)
Um café na praia de Faro está a cobrar 50 cêntimos por um copo de água da rede mas, apesar das reclamações de alguns clientes, a lei está do lado do proprietário, disse à Lusa fonte da ASAE.

Luís Marmelete, proprietário do snack-bar “O Pirata”, situado à entrada da Ilha de Faro, cobra 50 cêntimos por cada copo de água da torneira há mais de um ano. “O Estado não oferece nada a ninguém, tudo se paga, o terreno, as licenças, os alvarás, e porque é que eu sou obrigado a oferecer a água que pago? Estou aqui a tentar ganhar a vida, a prestar serviços, não sou uma entidade pública”, justifica o proprietário do café. 

No balcão, um papel escrito à mão informa os incautos de que, ali, a água não é grátis, mas custa 50 cêntimos, condição prévia para que a prática esteja de acordo com a lei, disse à Lusa fonte da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). 

A lei prevê que, mediante informação adequada ao consumidor, os estabelecimentos que prestam serviços de restauração e bebidas gozem de liberdade de fixação do preço dos produtos e bens neles servidos, uma vez que a sua actividade não se encontra submetida a qualquer regime limitador desses preços, explicou a mesma fonte. Continuando a justificar-se, Luís Marmelete garante que este mês só por pouco não passou para o segundo escalão da tarifa da água, o que implicaria pagar quase o dobro da factura. 

Vários clientes já fizeram saber o seu descontentamento e outros tantos deram uso ao livro de reclamações do estabelecimento mas, conhecedor de que a lei está do seu lado, o proprietário assegura que não volta atrás. 

“Sei de uns quantos sítios que já começaram a adoptar esta medida, porque estas coisas têm custos e a crise obriga-nos a poupar. Se eu continuasse a oferecer copos de água, já estava a caminho do terceiro escalão e teria de pagar o triplo, ou seja, ia andar a pagar para as pessoas beberem”, conclui. 

Apesar do copo de água gratuito ser uma prática socialmente instituída, esse facto não tem força legal suficiente para impedir que a cobrança por parte dos proprietários seja feita, uma vez que existe liberdade de determinação dos preços pelos serviços que prestam ao consumidor, confirmou à Lusa Susana Correia, jurista da DECO - Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores. 

De acordo com a especialista, resta ao consumidor fazer valer o seu direito de informação, exigindo aos proprietários que facultem e afixem o preço cobrado pelos copos de água. 

 

Retirado do Público



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Quarta-feira, 14.12.11

¿Por qué el café sabe siempre bien en Portugal? (y aquí no)

Por: Paco Nadal

Café portugal 1
Lo voy a decir, aunque me crucifiquen:

 

Solo conozco dos países en el mundo donde puedes pedir un café espresso, sea donde sea, y tienes un 99% de probabilidades de que esté bueno: en Italia y en Portugal. El resto, tierra quemada. O torrefactada.

Si habéis viajado por el país vecino y sois adicto al buen café (como un servidor) os habréis fijado que no falla: pidas donde pidas un espresso, ya sea en una cafetería de postín del Chiado lisboeta o en un tugurio rural en medio del Alentejo, te lo sirven como debe ser: en una taza estrecha y alta, con su crema, con su dosis justa de acidez, con su amargor contenido, con aroma a café y no a torrefacto quemado.

Pasa igual en Italia: no hay café malo.

Aún reconociendo que ya hay muchos locales en España donde se mima y se cuida el café, ¿por qué en el típico bar español, que son legión, te cobran 1,50 por una cosa que ni tiene color a café, ni sabe a café ni recuerda al café?

Soy adicto a él, pero no experto. Así que le he preguntado a una buena amiga, Ana Lorente, periodista especializada en temas culinarios, ex-directora de una revista sobre café ya desaparecida y en la actualidad copropietaria de la librería especialidad en gastronomía A Punto. Estas son sus razones:

 

Granos-cafe-2
1. A quien hace un café debería de gustarle el café, tomarlo y sentirlo. Si no le das importancia nunca podrás prepararlo con amor. Hacer un buen café es un arte, no algo mecánico.

 

2. En muchos bares tradicionales de España se escatima en la calidad del café: se va al más barato. Al torrefacto que llega ya con tonos quemados. Se tuesta mal y con mucha azúcar y resulta muy amargo en boca. No se les ocurre pensar en uno natural, recién tostado y recién molido, para que no pierda cualidades.

3. Lo normal es que le den un sobrecalentado de vapor, pensado que así extraen más. Y lo extraen, pero incluido todo lo malo. La temperatura del agua es fundamental para obtener un buen café.

Me maravilla cuando viajo por Italia y veo cafeterías (como una en la que estuve hace poco en Nápoles) donde tienen un empleado dedicada en exclusiva las 8 horas a manejar la máquina del café; solo él puede prepararlo. O cuando viajo por Portugal y hasta en la aldea más remota y en el bar más cutre te preparan un espresso cremoso y lleno de aromas, servido siempre en una buena taza.

 

Taza café española
Solo de pensar en las horrorosas tazas chatas y redondas de loza blanca que se usan en los bares españoles, llenas hasta el borde de un líquido oscuro carente de crema y de olor, me dan ganas de quitarme de este vicio.

 

Claro que si hiciéramos un Top Ten mundial de los peores cafés del mundoEspaña solo estaría en un honroso puesto intermedio. La lista del peor café del mundo la encabezarían los países anglosajones, EEUU a la cabeza, donde creen que un café puede estar recalentándose todo el día en una jarra de cristal y ser servido luego en vasos de papel de 250 cc.

En México tampoco saben beber ni preparar café, pese a que son productores. Lo normal es que pidas uno y te pongan un tarro de Nescafé, una taza de agua caliente y una cuchara.

Para ser justo, sí existe algún sitio más donde se mima la cultura cafetera: en Viena (que no en toda Austria), en Venezuela y por supuesto, enTurquía y Grecia, donde tomar café es un ritual, aunque sea muy distinto a nuestro espresso.

 

Y tú, ¿en que país te has tomado el peor café de tu vida?

 

Via Blog de Paco Nadal



publicado por olhar para o mundo às 08:38 | link do post | comentar

Sábado, 07.05.11

 

Café em cápsulas mais baratas e compatíveis com as máquinas Nespresso chegou a Espanha. Vincent Termote, diretor-geral da Nespresso, não revela as medidas a tomar.

 

Depois de França e Holanda, as cápsulas de café Marcilla , comercializadas pelo grupo Sara Lee, chegaram anteontem a Espanha e prometem mexer com o negócio da Nespresso. É que as cápsulas Marcilla são compatíveis com as máquinas Nespresso e são comercializadas a um preço inferior.


Em Espanha, uma embalagem com dez cápsulas Nespresso custa entre 3,30 euros e 3,90 euros, enquanto a versão da Sara Lee é vendida a 2,99 euros.

 

Vincent Termote, diretor-geral da Nespresso para Portugal e Espanha, recusa-se a falar sobre o assunto. "Não vou especular sobre este tema, nem farei comentários sobre a nossa estratégia legal", refere Vincent Termote, citado pelo "El País". Em França, a Nespresso já tem a correr um processo contra a Marcilla.

 

De acordo com o jornal espanhol, apesar de funcionarem na mesma máquina as cápsulas têm um aspeto bastante diferente. Enquanto a original é revestida a alumínio e tem cor, o sucedâneo é feito de plástico transparente.

 

Até ao momento de publicação desta notícia, o Expresso não conseguiu obter um comentário do diretor-geral da Nespresso, nem obter uma resposta por parte do responsável da Marcilla em Portugal, sobre a possível comercialização destas cápsulas no mercado nacional.

 

Via Expresso



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