Quantas vezes diz "sim" quando quer dizer "não"? Talvez já lhe tenha perdido a conta. E as consequências são nefastas para si e para os outros, verdade? Arrepende-se, sente-se mal, culpa os outros, provoca conflitos... Então, porque insiste em manter esse comportamento?
Recusa-se a negar porque receia decepcionar os outros, ferir os seus sentimentos ou criar situações desagradáveis. Aprendeu a dizer "sim" por educação e depois fica a sofrer, faz o que não gosta e até compactua com situações que considera injustas.
Tem de libertar-se do peso negativo do "não" e perceber que ele também tem uma parte positiva. Um não pode revelar honestidade, objectividade, segurança, auto-estima e até fazer aumentar o respeito que os outros têm por si. Além disso, pode ser um dos maiores economizadores de tempo da sua vida. De certeza que consegue identificar situações concretas em que o "não" teria facilitado a sua vida.
Obviamente, dizer um "não" a quem espera ouvir um "sim" é sempre delicado. Por isso, deve preocupar-se menos com o "não" que tem que dizer (porque tem mesmo que ser) e mais com a forma como o vai dizer e o momento em que vai dizê-lo.
Ficam aqui algumas dicas para dizer um "não" com elegância e assertividade:
É mais fácil aceitar um "não" dito com suavidade e educação do que aos gritos e com maus modos. Muitas vezes as pessoas perdem a razão não pelo que afirmam mas pela forma como o fazem.
Depois de estabelecer os limites próprios e alheios apenas há que garantir o seu cumprimento. Se o outro não respeitar esses limites pode demonstrar que não está na disposição de aceitá-lo de todo.
Não vacile, não dê mil e uma desculpas quando quer dizer "não" e evite dizer "talvez", dessa forma o outro fica com a esperança do "sim" e dá-lhe espaço para voltar a insistir. Diga o que quer ou pensa e explique porquê.
Escolha o lugar e a hora certa. Para falar de coisas importantes deve sentar-se, olhar o outro, olhos nos olhos, e falar sem interrupções.
Experimente. Vai ver que não custa nada.
Via Expresso

Numa carta publicada na sua página oficial, Phil Collins pôs termo às recentes incertezas que rodeavam o seu futuro.
«Retiro-me para poder ser diariamente um pai a tempo inteiro para os meus dois filhos», pode ler-se na carta.
O músico inglês pôs termo à controvérsia que vinha sendo veiculada nas últimas semanas. «Muitos dos artigos publicados nos últimos meses formaram uma imagem minha muito distorcida», afirma.
Phill Collins revelou também que não se vai retirar devido «às críticas da imprensa» ou por «não se sentir amado».
O artista inglês iniciou a sua carreira musical em 1969 com a bandaFlaming Youth, com a qual apenas obteve um sucesso moderado.
Em 1970 responde a um anúncio de jornal para uma banda que necessitava de um baterista, e esta decisão fez com que integrasse os Genesis, uma das bandas de referência na década de 70 e 80.
Em 1976 Collins torna-se vocalista da banda - após a saída de Peter Gabriel -, e o primeiro álbum editado nesta condição representa o início do sucesso dos Genesis em solo norte-americano.
Na década de 80 começa a apostar na sua carreira a solo. Obtém o primeiro sucesso à escala mundial com o tema Against all odds(Take a look at me now), editado em 1984.
Em 1996 deixa os Genesis para se focar unicamente na sua carreira a solo.
A sua prestação musical a solo valeu-lhe um Grammy, um Globo de Ouro e um Óscar pela canção You ll be in my heart que compôs para o filme da Disney Tarzan .
Phil Collins lançou o seu último projecto em Setembro de 2010 com o álbum Going Back , que atingiu o primeiro lugar no ranking de vendas britânico uma semana após o seu lançamento.
Entre os Genesis e a sua carreira a solo, Phil Collins vendeu mais de 200 milhões de álbuns em todo o mundo.
Via Sol