Quarta-feira, 02.05.12

Abano, Avencas, Azarujinha, Bafureira, Carcavelos, Conceição, Crismina, Duquesa, Guincho, Moitas, Parede, Poça, Rainha, São Pedro do Estoril e Tamariz iniciam hoje a época balnear

 

época balnear começa hoje em Cascais, o primeiro concelho do país a antecipar a vigilância nas praias.

 

As praias de Abano, Avencas, Azarujinha, Bafureira, Carcavelos, Conceição, Crismina, Duquesa, Guincho, Moitas, Parede, Poça, Rainha, São Pedro do Estoril e Tamariz, em Cascais, iniciam hoje a época balnear, de acordo com a portaria de 27 de abril publicada pelo Governo em Diário da República.

Neste concelho da Grande Lisboa, a época balnear encerra a 30 de setembro. Ainda em Lisboa e Vale do Tejo, seguem-se a 12 de maio as praias de Caxias, Paço d'Arcos, Santo Amaro e Torre, no concelho de Oeiras, onde a época balnear termina a 16 de setembro. Já na região algarvia, Albufeira inicia este período a 19 de maio e termina a 21 de outubro nas suas 25 praias.

Algarve abre a 12 de maio

 

A primeira praia fluvial a sul a iniciar época é Pego Fundo, no concelho algarvio de Alcoutim, a 12 de maio.

 

A época balnear começa a 1 de junho nas praias de Alcobaça, Almada, Nazaré, Peniche e Sintra (Lisboa e Vale do Tejo), Grândola, Sesimbra, Setúbal e Sines (aqui enquadradas no grupo Alentejo), Aljezur, Castro Marim, Lagoa, Loulé, Olhão, Portimão, Silves, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António (Algarve).

 

Na mesma data, abre também em Angra do Heroísmo, Calheta, Horta, Lagoa, Lajes das Flores, Lajes do Pico, Madalena, Ponta Delgada, Povoação, Praia da Vitória, Ribeira Grande, Santa Cruz da Graciosa, São Roque do Pico, Velas, Vila do Porto e Vila Franca do Campo (Açores) e na Calheta, Funchal, Porto Moniz, Porto Santo, Santa Cruz e Santana (Madeira).

 

Entre as praias fluviais, a época balnear inicia-se também a 1 de junho em Devesa (Sabugal), Alqueidão (Terras do Bouro), Rabaçal (Valpaços), Ponte Frades, Ponte Rança e Ponte Soeira (Vinhais).

Até 2 de julho todas as praias estarão abertas

Na lista estão ainda Olhos de Fervença (Cantanhede), Vale do Rossim (Gouveia), Aldeia Viçosa (Guarda, Senhora da Ribeira (Santa Comba Dão), São João do Monte (Tondela) Cabril e Mosteiro (Pedrógão Grande), Albufeira da Meimoa (Penamacor), Corga (Castanheira de Pêra), Sesmo e Taberna Seca (Castelo Branco), Unhais da Serra (Covilhã), Relva da Reboleira (Manteigas), Pessegueiro e Santa Luzia (Pampilhosa da Serra) e Albufeira da Tapada Grande (Mértola).

 

As restantes praias marítimas e fluviais do país abrem a época balnear entre 15 de junho e 2 de julho.

 

Retirado do Expresso



publicado por olhar para o mundo às 08:52 | link do post | comentar

Segunda-feira, 27.06.11
Educação ambiental é objectivo do Musa
Educação ambiental é objectivo do Musa
"Preocupas-te?" Essa é a pergunta que se impõe e quem a faz é a organização do Festival Musa, que pretende levar para o palco, nos dias 2 e 3 de Julho, a importância dos problemas ambientais. Para o fazer opta por dar música, junto à praia de Carcavelos, ao mesmo tempo que passa a mensagem. Tudo em boa onda. 

O objectivo não é apenas musical: passa por alertar e fazer pensar sobre o ambiente, principalmente sobre a importância do mar na vida humana: "Temos como parceiro social o SOS - Salvem o Surf, que dá enfoque à preservação das ondas. A nossa perspectiva acaba por recair nos oceanos", conta Pedro Guilherme, presidente da Associação Criativa, grupo juvenil de voluntários que organiza o evento.

"A maioria das pessoas não sabe, mas mais de metade do oxigénio que respiramos vem dos oceanos", explica Pedro Guilherme. É por isso que a organização convida o público a participar em provas de surf, longboard e bodyboard, com largada às 15h de 2 de Julho na praia da Baía, em Cascais. Por volta das 17h prevê-se que todos os participantes já tenham regressado. Nessa altura, os atletas vão formar "um cordão humano no mar com uma mensagem ambiental", diz.

Sustentabilidade O Musa sabe que um festival implica emissão de carbono, mas está preparado para isso: "Tentamos fazer com que o evento seja sustentável ao máximo", esclarece o presidente. Como o evento não tem fins lucrativos, os recursos financeiros são uma barreira: "Ainda não conseguimos usar biodiesel e temos geradores." Para contornar a poluição, a organização tenta compensar o ambiente plantando árvores em Carcavelos. Pedro Guilherme afirma que a maior parte das emissões de carbono produzidas no Musa vêm do público: "Muita gente traz carro." A associação criou então o carpool, opção que permite aos espectadores inscreverem-se para dividir transporte. Basta aceder a festivalmusa.org, onde também se encontra o programa do evento.

"Há uma comunidade musa muito forte. Juntamos música e cidadania por um planeta saudável". Há praia, surf, e concertos de reggae unidos pelo ambiente: "É uma forma ligeira para alertar, com diversão, pelo preço simbólico de 10 euros", conclui Pedro Guilherme.


publicado por olhar para o mundo às 17:25 | link do post | comentar

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