Terça-feira, 27.09.11
As marcas brancas podem permitir poupanças na ordem dos 30%
As marcas brancas podem permitir poupanças na ordem dos 30%
O site da DECO disponibiliza uma nova ferramenta para descobrir qual é o supermercado mais barato ao pé da sua casa.

A Deco Proteste disponibiliza agora um simulador , uma ferramenta interativa, que pela primeira vez é disponibilizada no seu site e onde os consumidores podem escolher o seu próprio cabaz e obter informação.

 

Os consumidores poderão, desta forma, personalizar o seu cabaz de compras escolhendo o supermercado mais barato.

 

Os clientes que escolherem os supermercados certos em termos de preços podem poupar 500 euros por ano, revela a revista DECO Proteste de outubro, que acrescenta que Os Mosqueteiros e o Continente são os que praticam preços mais baixos.


Os técnicos da Proteste visitaram 578 lojas em todo o país para ajudar a poupar nas compras, tendo analisado 64.950 preços para 3 cabazes: um com 100 produtos de características definidas, destinado a quem privilegia as marcas do fabricante, outro com 81 produtos, a pensar em quem escolhe o mais barato, e por fim um com 59 produtos apenas de marca própria das superfícies (marca do distribuidor), refere em comunicado a DECO Proteste.

Para encher o carrinho do cabaz 1, a Proteste encontrou cinco vencedores com o título de campeão dos preços mais baixos: quatro do grupo Os Mosqueteiros (Ecomarché, de Vila Pouca de Aguiar, e Intermarché de Ferreiras, Portalegre e Torres Novas) e um Continente Modelo, de Esposende", explica.


A segunda posição é ocupada por cinco lojas dos Mosqueteiros, acompanhadas por um Continente e outro Continente Modelo.

Mais três lojas do Intermarché arrebatam a terceira posição, acompanhadas pelo Jumbo, de Rio Tinto.

Norte e centro com preços mais baixos

Na guerra dos preços baixos, a Proteste diz que os preços mais baratos se encontram no norte e centro de país, enquanto que no sul os preços são mais elevados.

"Dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 moram no sul", destaca.


A Deco Proteste adverte para o facto de os consumidores, ao comparem na loja certa, poderem poupar centenas de euros no seu orçamento, dando como exemplo, para uma despesa mensal de 150 euros na cidade de Lisboa, "quem comprar no Japão, na rua Morais Sarmento, gasta mais 404 euros por ano do que se escolhesse o Continente Bom Dia, na rua Agostinho Neto.



No confronto por cadeias, as diversas insígnias do Continente e Ecomarché "arrasam a concorrência no cabaz 1", sublinha o comunicado.
A cadeia Ecomarché lidera isoladamente no cabaz 2, sendo a melhor opção.

Marcas brancas permitem poupança de 30%

Por sua vez, para o cabaz 3, as marcas próprias das diferentes cadeias não apresentam "uma grande diferença de preços", mas, mesmo assim, o Pingo Doce e o Continente são os líderes.
Os produtos com marca do distribuidor permitem, em média, uma poupança de 30% em relação às marcas do fabricante", segundo o comunicado.
A poupança ascende a 38% na cadeia Minipreço, mas fica-se pelos 26% nas lojas Supercor, esclarece.

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 17:15 | link do post | comentar

Domingo, 04.09.11
Pinto da Costa ao telefone

 

Estavam criadas fortes expectativas sobre o poderia acontecer ao plantel do FC Porto até 31 de Agosto. Depois de fechada a 'janela de transferências' iria ficar mais forte ou mais fraco? O balanço é claramente positivo.
O FC Porto é conhecido por comprar barato e vender caro. O FC Porto assenta a sua política em rentabilizar desportiva e financeiramente os seus ‘activos’. Face à vitória na Liga Europa e conquistas nacionais, e também porque André Villas-Boas, como treinador do Chelsea, passou a ter óptima vista para o Dragão, o FC Porto corria o risco de ser sacudido por um ‘sismo de Agosto’. A ‘caixa-forte’ resistiu. O abalo foi pequeno. E o campeão continua a reunir condições para manter a sua dinâmica ganhadora. Ameaçado, agora, e somente, pelo Benfica...

 

Não podem ser boas as relações entre o FC Porto e André Villas-Boas, pela forma como o ex-técnico dos portistas abandonou a sua ‘cadeira de sonho’.

Os negócios, quando são bons, ultrapassam estas questões de memóriaOs líderes não gostam de provar do mesmo veneno que lançam sobre as suas vítimas. O jovem Villas-Boas fez ao veterano Pinto da Costa o que este, com maior ou menor subtileza, costuma fazer àqueles que comanda ou estão na sua mira. Não anunciou a saída, porque se manifestasse, por um instante, a vontade de rumar ao Chelsea já sabia que iria despertar a capacidade de resposta do velho líder e provocar episódios contraproducentes ao objectivo primacial.

Quando um treinador orienta uma equipa vencedora e ruma a outras paragens é natural que queira continuar a trabalhar com alguns dos seus eleitos. Porque já lhes conhece as virtudes, os defeitos e as manhas e não precisa de tempo para aprofundar o conhecimento sobre os futebolistas. Nas questões técnicas e nas questões de perfil pessoal. É natural, portanto, que Villas-Boas gostasse de contar no seu plantel (de estrelas) com alguns dos jogadores com quem foi muito feliz no FC Porto, nomeadamente com Moutinho, Álvaro Pereira e Falcao. 

Acredito que estes três estariam no topo de preferências de Villas-Boas e acredito, até, que abaixo das cláusulas de transferência o FC Porto quisesse evitar negociar com o Chelsea, por causa do ‘efeito AVB’.

Não querendo ‘cortar as asas’ a Falcao, o negócio fez-se com o Atlético de Madrid. Digamos que, entre as principais partes interessadas, atingiu-se a satisfação plena: o FC Porto conseguiu um importante encaixe (incluindo o ‘brinde’ Micael); o avançado melhorou as suas condições contratuais e foi jogar para uma Liga importante como é a espanhola e para um clube que perdera Agüero (M. City) e preparava-se para ficar sem Forlán, que entretanto rumou a Milão para alinhar no Inter. Quer dizer: Falcao abdicava de jogar na principal montra do futebol europeu (Liga inglesa) e não tinha de superar a concorrência movida por Anelka (32 anos), Drogba (33) e Fernando Torres (27).

Em suma, o Chelsea seria desportivamente melhor para Falcao (o factor idade concorreria a seu favor...), mas para a operação se realizar sem grandes sobressaltos, e admitindo que para os bluesa contratação de um ponta-de-lança não era um objectivo prioritário, a porta do Atlético de Madrid acabou por ser a ‘porta possível’, embora seja muito difícil entender, no plano profissional, a troca do FC Porto pelo clube colchonero, a não ser por razões de natureza exclusivamente financeira.

Notícias recentes davam conta de que o Chelsea estava disposto a pagar 55M€ por Moutinho e Álvaro Pereira, menos 15M€ relativamente ao produto da soma das duas cláusulas de rescisão (40+30).

O facto de o FC Porto ter adquirido, já em Agosto, 22,5% dos direitos económicos de Moutinho por 4M€ significa que havia ‘mouro na costa’. Isto porque, em Outubro do ano passado, os campeões nacionais tinham alienado 37,5% do passe do internacional português por 4,1M€. O FC Porto não pode deixar de revelar alguns cuidados com a operação de venda de Moutinho, uma vez que, na hora da venda, terá de fazer contas com um Fundo e ainda com o Sporting.

Não foi por acaso certamente que o Chelsea se decidiu, à última hora, por outro... jogador português. Também para o meio-campo: Raul Meireles, ex-Liverpool.

A sensação que se colhe em relação a Moutinho é que, independentemente dos valores e não havendo uma proposta pela cláusula de rescisão (40M€), o jogador aceita, de bom grado, ficar no plantel portista pelo menos mais uma temporada, cujo princípio o FC Porto gosta de salvaguardar perante os seus atletas.

Esse princípio, segundo o representante de Álvaro Pereira, terá sido violado, mas sabe-se como são estas coisas: tudo o que não caia no âmbito das obrigatoriedades contratuais é atirado para o domínio das especulações e de uma certa subjectividade.

Agora é preciso ‘recuperar’ Álvaro Pereira ‘para o FC Porto’, porque é um jogador importante; porque dá profundidade à ala esquerda; e porque pode jogar mais atrás ou mais à frente (como... Coentrão), consoante as necessidades achadas pelo treinador.

Feitas as contas, cumpriu-se aquilo que já escrevera antes do jogo da Supertaça Nacional: não se cumpriu a anunciada ‘sangria’ no plantel do FC Porto (http://relvado.aeiou.pt/rui-santos/ai-esta-liga-2011-12-espera-31-agosto).

Mais: com a venda de Falcao e Micael, o FC Porto consegue pagar Danilo, Alex Sandro, Mangala, Defour, Iturbe, Kelvin e Kléber.

Significa que, desta forma, os novos jogadores encontrarão melhores condições para fazer a sua adaptação ao FC Porto, designadamente os jovens Danilo, Alex Sandro e Iturbe.

O FC Porto era a equipa que corria o risco de se ver mais afectado na sua estabilidade e coesão desportivas. Ficou sem Falcao, é verdade, mas pagou as aquisições e não arriscou ter de fazer, com a época em andamento, uma nova equipa.

Fechada a janela das transferências, pode dizer-se que o FC Porto deu um grande passo para abrir, de novo, a porta do título. Mas, ainda assim, tem de contar com o Benfica, que corre um grande risco ao não ter salvaguardado qualquer situação menos feliz que possa ocorrer com Luisão e Garay...

... E, ao optar por manter Cardozo, o técnico Jorge Jesus vai ter de saber fazer a gestão do balneário em relação ao ‘primeiro suplente’. Saviola... vai ‘aguentar-se’?

 

Rui Santos

 

Via Relvado



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Sexta-feira, 10.06.11
Mudar lei dos direitos de autor para criar mercado único digital

 

 

A responsável pela Agenda Digital Europeia e vice-presidente da Comissão, Neelie Kroes, anunciou que a sua equipa está a trabalhar numa lei de Direitos de Autor que seja comum a todos os países da União Europeia, tendo em vista a criação de um mercado único para conteúdos digitais

A comissária avançou esta notícia numa intervenção na World Copyright Summit, referindo que as indústrias criativas, como a da música, dos livros e do vídeo, não devem estar sujeitas às limitações existentes nos sistemas de protecção dos direitos de autor dos estados-membros da União.

 

Com esta iniciativa Neelie Kroes pretende revitalizar o sector da criação digital, criando um mercado único através da entrada em vigor de uma legislação que simplifique a gestão colectiva dos direitos de autor e a difusão das obras culturais.

 

Na sua intervenção a comissária referiu que tem um sonho, e que esse sonho é que «os artistas possam viver da sua arte; que possam aproveitar as oportunidades da era digital; que possam espalhar a sua arte em toda a Europa e no Mundo, se o desejarem, e que cidadãos europeus possam beneficiar de tudo isto».

 

Neelie Kroes fez apelo ao pragmatismo de todos nesta matéria, porque deve ser encontrada uma solução. «Se o fizermos bem, o Mercado Único Digital pode impulsionar a economia europeia, a diversidade da nossa produção artística e as recompensas dos artistas», referiu.

 

Via SOL



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