Quarta-feira, 16.05.12
Proximidade das férias leva os portugueses a querer ficar em boa forma rapidamente
Proximidade das férias leva os portugueses a querer ficar em boa forma rapidamente (Foto: Daniel Rocha)
Não há milagres nem super poderes dentro das embalagens à venda nos hipermercados e lojas de dietética, avisa a Deco Proteste que analisou 20 produtos que prometem o emagrecimento. Ordem dos Nutricionistas subscreve alerta.

Para eliminar os quilos a mais, a solução é mesmo uma dieta equilibrada e exercício físico. Quanto a tentar perder peso com os produtos para emagrecer arrisca-se a constatar que “só a carteira perde peso”. Esta é a conclusão do estudo divulgado pela Deco Proteste que foi buscar 20 produtos “para emagrecer” às prateleiras dos super e hipermercados e lojas de dietética, disponíveis nas secções “saudável” e “emagrecimento”. Os resultados da análise da composição e alegações anunciadas nos rótulos das embalagens servem de aviso aos consumidores: Alguns destes produtos não têm efeito, outros contêm substâncias diuréticas ou laxantes, incompatíveis com um emagrecimento real.

As “fórmulas” para emagrecer à venda nos supermercados “combinam plantas, frutos ou legumes, são enriquecidos com vitaminas ou sais minerais e reclamam super poderes contra os quilos em excesso”, explica o estudo da Deco Proteste que denuncia ainda que “para convencerem, recorrem a um discurso pretensamente científico, mas, com frequência, repleto de erros”. De acordo com a análise, alguns destes produtos contêm mesmo substâncias que, em elevadas concentrações, podem ser perigosas como é o caso dos estimulantes, que elevam o ritmo cardíaco. Além disso, nota, o preço é elevado variando entre 6 e 40 euros por embalagem.

“Alguns produtos analisados propõem o emagrecimento com o recurso a diuréticos e laxantes, que fazem perder água e fezes em vez de gordura. Outros contêm cafeína, substância estimulante, presente, por exemplo, no chá verde e no guaraná. Mas seriam necessárias quantidades elevadas para permitirem a perda de peso. E, em tais quantidades, existe o risco de alterações ao nível do batimento cardíaco”, alerta o resumo de estudo que desmascara estes produtos. 

Mas há mais avisos: Cuidado, por exemplo, com a típica “estratégia de sedução” usada nos rótulos das embalagens e que se apoia em “linguagem com aparência científica”. Exemplo? “Variam as diferenças morfológicas (metabólicas) individuais: obstipação, retenção de líquidos, excesso de apetite (...)”, cita a Deco Proteste para, em seguida, desmontar esta mensagem: “Uma coisa é a morfologia de um indivíduo (alto, baixo, etc.), outra as suas características metabólicas, ou seja, a forma como transforma e elimina, por exemplo, as gorduras e os hidratos de carbono”.

Além da ciência recorre-se também à estratégia do recurso a “substâncias ditas naturais” para convencer os consumidores. “A lista é vasta e varre desde o incontornável aloe vera até frutos exóticos brasileiros, como o açaí, passando pelo ginseng, típico da medicina oriental. Mas a eficácia real destas substâncias, nas doses propostas, está por demonstrar”, nota o estudo que adianta ainda que algumas destas plantas não estão isentas de riscos e que é preciso ter cuidado com interacções com outros medicamentos. 

Por fim, ficam ainda algumas dicas sobre sinais que devem servir de alerta: “Desconfie dos produtos ou dietas que prometam uma perda de peso fácil e sem esforço. Tenha o mesmo cuidado face a alegações de conhecimento científico, cura milagrosa, ingrediente com segredo e remédio tradicional. Termos como “sensação de saciedade” ou “termogénese” também devem fazer soar as campainhas. Produtos que afirmem ser seguros, sobretudo por conterem substâncias ditas naturais, ou incluam histórias não documentadas, com testemunhos de consumidores ou médicos, reclamando resultados fantásticos, são ainda de rejeitar”.

Depois de tudo isto resta uma conclusão: “Para perder peso e manter a saúde, a dieta deve ser variada, eliminar os alimentos hipercalóricos, contemplar 1200 a 1500 quilocalorias diárias e incluir exercício”, refere a Deco Proteste que aconselha os consumidores que querem eliminar os quilos a mais a calcular o índice de massa corporal (que relaciona peso e altura) e a consultar um especialista. Alerta dos Nutricionistas

A Bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento, subscreve o alerta da Deco Proteste. “Qualquer destes produtos implica riscos e deixa reservas se não for prescrito por um profissional”, refere sublinhando que “o excesso de peso é, em primeiro plano, uma doença e, por isso, necessita de uma avaliação por um profissional que pode ser um nutricionista ou dietista”. 

Segundo a especialista estas fórmulas são também muitas vezes inócuas alcançando apenas um efeito placebo. “Quando muito funcionam como factor motivador para operar uma mudança em hábitos alimentares e, aí, a única perda seria económica”, considera, lamentando as falsas expectativas e a pressa de quem quer perder peso. “O que as pessoas querem são milagres. Querem perder peso e já. Muitas vezes, estes produtos vendem isso com imagens perfeitas e até definem um horizonte temporal como o ‘perca x quilos em xtempo’”. 

Alexandra Bento insiste na importância da consulta de um nutricionista ou dietista e nota que no site da Ordem dos Nutricionistas está publicada a lista dos profissionais acreditados porque também na oferta destes serviços há pessoas sem formação que podem “vender gato por lebre”.

 

Noticia do Público



publicado por olhar para o mundo às 22:54 | link do post | comentar

Quinta-feira, 09.02.12

Deco teceu ontem duras críticas à proposta de lei da cópia privada, que tem estado em discussão no Parlamento. O projeto tem gerado grande polémica e levou também à apresentação, por parte da ANSOL, de uma petição com cerca de 6 mil assinaturas contra a aprovação do documento.

De acordo com a associação de defesa do consumidor, o documento em causa não respeita a equidade e vai penalizar o consumidor com um aumento de preços e promove o "enriquecimento ilegítimo dos autores", relata a Exame Informática.

A associação foi ouvida na Comissão Parlamentar da Educação, Ciência e Cultura, onde fez saber que é a favor de que os autores sejam "justa e equitativamente compensados", mas apontou falhas ao projeto lei 118/XII, apresentado pelo PS.

A lei em causa promove "a confusão entre pirataria e cópias privadas que os utilizadores fazem legitimamente" e propõe a aplicação de taxas que "variam consoante a capacidade de armazenamento dos vários dispositivos, independentemente de serem ou não usados para fazer cópias de obras protegidas pelos direitos de autor", afirmou a coordenadora do Departamento Jurídico da Deco, Ana Cristina Tapadinhas, citada pela revista.

A jurista realçou ainda que a proposta permite aplicar taxas a equipamentos usados para reproduzir obras que já foram antes pagas pelos utilizadores, o que pode resultar num enriquecimento ilegítimo dos autores. O projeto também não prevê forma de compensar os autores desconhecidos e pode obrigar ao pagamento de taxas por parte daqueles que querem distribuir os seus trabalhos gratuitamente.

Não é feita distinção entre obras escritas e protegidas, pelo que um consumidor que esteja a tirar uma cópia de um texto que ele próprio escreveu vai pagar a mesma taxa que um que copia uma obra protegida pelos direitos de autor, acrescenta a associação.

Semelhante postura é assumida pela ANSOL na petição que dinamizou contra a aprovação da nova lei. A Associação Nacional para o Software Livre afirma que o projeto do PS "tem como premissa que todos os equipamentos de armazenamento digital são ferramenta de usufruto de cópia privada", quando "na esmagadora maioria das vezes, os produtos de armazenamento destinam-se a conteúdos próprios e não a cópias privadas, autorizadas pelas leis vigentes".

"Não há qualquer estudo que identifique perdas económicas para os autores" derivadas da cópia privada. Isto não tem nada a ver como a prática da pirataria", realçou ainda o presidente da associação, Rui Seabra, em declarações ao Público.

Na sua intervenção, a Deco acrescentou ainda que as taxas propostas são "demasiado onerosas e, caso sejam aprovadas, vão aumentar os preços pagos pelos consumidores".

Recorde-se que atualmente é aplicada aos equipamentos e suportes que permitem a reprodução de obras protegidas uma taxa fixa de 3% sobre o preço de venda. A proposta em discussão pretende que o valor passe a depender da capacidade de armazenamento do dispositivo, em prol de uma "compensação equitativa".

Mesmo entre os que defendem a necessidade de uma nova lei para regular esta matéria há quem esteja apreensivo e encontre falhas no documento. A Associação para a Gestão da Cópia Privada (Agecop), responsável por distribuir pelos detentores de direitos as receitas das taxas sobre os suportes que permitem a cópia de obras, é um destes casos.

Miguel Carretas, da direção da Agecop, disse ao Público que não concorda, por exemplo, com a taxação dos cartões de memória que sejam vendidos em conjunto com máquinas fotográficas, pois estes não se destinam a cópias de obras - quando na lei se prevê uma taxa de seis cêntimos por GB para "cartões de memória integrados noutros dispositivos".

Criticou ainda o uso do termo "taxa", ao invés de "tarifa", e uma "falha de português" que leva a entender que os discos rígidos com mais de um terabyte (1024 GB) teriam uma taxa extra por cada GB a partir desse patamar, quando a ideia é que a taxa regrida e se torne menor para lá da fasquia do terabyte, relata a mesma fonte. 

 

Via Tek sapo



publicado por olhar para o mundo às 17:47 | link do post | comentar

Terça-feira, 27.09.11
As marcas brancas podem permitir poupanças na ordem dos 30%
As marcas brancas podem permitir poupanças na ordem dos 30%
O site da DECO disponibiliza uma nova ferramenta para descobrir qual é o supermercado mais barato ao pé da sua casa.

A Deco Proteste disponibiliza agora um simulador , uma ferramenta interativa, que pela primeira vez é disponibilizada no seu site e onde os consumidores podem escolher o seu próprio cabaz e obter informação.

 

Os consumidores poderão, desta forma, personalizar o seu cabaz de compras escolhendo o supermercado mais barato.

 

Os clientes que escolherem os supermercados certos em termos de preços podem poupar 500 euros por ano, revela a revista DECO Proteste de outubro, que acrescenta que Os Mosqueteiros e o Continente são os que praticam preços mais baixos.


Os técnicos da Proteste visitaram 578 lojas em todo o país para ajudar a poupar nas compras, tendo analisado 64.950 preços para 3 cabazes: um com 100 produtos de características definidas, destinado a quem privilegia as marcas do fabricante, outro com 81 produtos, a pensar em quem escolhe o mais barato, e por fim um com 59 produtos apenas de marca própria das superfícies (marca do distribuidor), refere em comunicado a DECO Proteste.

Para encher o carrinho do cabaz 1, a Proteste encontrou cinco vencedores com o título de campeão dos preços mais baixos: quatro do grupo Os Mosqueteiros (Ecomarché, de Vila Pouca de Aguiar, e Intermarché de Ferreiras, Portalegre e Torres Novas) e um Continente Modelo, de Esposende", explica.


A segunda posição é ocupada por cinco lojas dos Mosqueteiros, acompanhadas por um Continente e outro Continente Modelo.

Mais três lojas do Intermarché arrebatam a terceira posição, acompanhadas pelo Jumbo, de Rio Tinto.

Norte e centro com preços mais baixos

Na guerra dos preços baixos, a Proteste diz que os preços mais baratos se encontram no norte e centro de país, enquanto que no sul os preços são mais elevados.

"Dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 moram no sul", destaca.


A Deco Proteste adverte para o facto de os consumidores, ao comparem na loja certa, poderem poupar centenas de euros no seu orçamento, dando como exemplo, para uma despesa mensal de 150 euros na cidade de Lisboa, "quem comprar no Japão, na rua Morais Sarmento, gasta mais 404 euros por ano do que se escolhesse o Continente Bom Dia, na rua Agostinho Neto.



No confronto por cadeias, as diversas insígnias do Continente e Ecomarché "arrasam a concorrência no cabaz 1", sublinha o comunicado.
A cadeia Ecomarché lidera isoladamente no cabaz 2, sendo a melhor opção.

Marcas brancas permitem poupança de 30%

Por sua vez, para o cabaz 3, as marcas próprias das diferentes cadeias não apresentam "uma grande diferença de preços", mas, mesmo assim, o Pingo Doce e o Continente são os líderes.
Os produtos com marca do distribuidor permitem, em média, uma poupança de 30% em relação às marcas do fabricante", segundo o comunicado.
A poupança ascende a 38% na cadeia Minipreço, mas fica-se pelos 26% nas lojas Supercor, esclarece.

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 17:15 | link do post | comentar

Quarta-feira, 04.05.11
DECO alerta para depósitos bancários com taxa crescente
Os depósitos com taxa crescente que prometem rendimentos de seis por cento são um «engodo», assegura a Deco na revista Proteste Poupança deste mês.

Segundo a associação de defesa de consumidor, a análise feita a 38 depósitos a taxa crescente permitiu concluir que «vários atingem os seis por cento, mas apenas no último período».

 

A Deco acrescenta que, no primeiro ano, todos os depósitos rendem menos do que a inflação prevista para 2011 (3,6 por cento de acordo com o Banco de Portugal) e mesmo menos do que o melhor depósito encontrado a 12 meses (3,7 por cento líquidos).

 

Assim, «o rendimento efectivo líquido, ou seja, o rendimento anual para a totalidade da aplicação é bastante mais baixo do que o sugerido nos anúncios publicitários», assegura a associação de defesa do consumidor, atingindo «na melhor das hipóteses» os 3,8 por cento líquidos.

 

A Deco propõe que os cidadãos que não necessitam do capital a médio e longo prazo optem por «alternativas mais rentáveis», caso dos certificados ou obrigações do tesouro.

 

A legislação que o Banco de Portugal introduziu há cerca de um ano e que levou à proibição de publicidade a depósitos com «rentabilidades que induziam em erro e escondiam a taxa efectiva» permitiu maior transparência, mas são «vários anúncios continuam a contornar a legislação, usando expressões como até seis por cento ».

 

Apesar de legais, estas são técnicas «enganadoras», garante a Deco.

 

Os bancos têm estado a aumentar a captação de depósitos devido às dificuldades de financiamentos nos mercados internacionais

 

Via SOL



publicado por olhar para o mundo às 17:21 | link do post | comentar

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