Quarta-feira, 15.02.12

mulher chama-se Fatima. O jovem Zayed. São os protagonistas da imagem vencedora do World Press Photo de 2012. Mãe e filho iemnistas pensavam tratar-se de uma brincadeira.


Os protagonistas da imagem vencedora da edição deste ano do World Press Photo já têm nome. Fatima Al-Qaws é a mulher velada que abraça o filho, Zayed Al-Qawas, de 18 anos, ferido durante uma manifestação contra o regime iemenita.

 

O "Yemen Times" chegou à fala com Fatima, que recorda esse dia, 15 de outubro de 2011. "Tudo aconteceu após um ataque contra os manifestantes, na Rua Al-Zubairy", uma espécie de "linha da frente" no confronto entre os manifestantes antirregime e as forças de segurança do (então) Presidente Ali Abdullah Saleh.

 

"Fui para o hospital de campanha e não encontrei o meu filho entre os mortos ou feridos. Continuei a procurar no local e vi meu filho deitado no chão, sufocado com gás lacrimogéneo. Então, abracei-o. E ele [o jornalista Samuel Aranda] deve ter tirado a foto naquele momento."

Um apoio à revolução

Fatima, que vive na capital, Sana, explica que apenas teve conhecimento da foto após uma sobrinha, que vive nos Emirados Árabes Unidos, lhe ter telefonado. Mas não compreendeu de imediato do que se tratava.

 

"Pensei que a foto de que as pessoas falavam tinha a ver com a minha entrevista à Suhail TV e à Aljazeera, alguns meses antes", disse. "Por isso, não prestei muita atenção". Mas só até a sobrinha continuar a insistir para que visse a fotografia.

 

Fatima viu a imagem, pela primeira vez, no telemóvel do filho. Inicialmente, o próprio Zayed pensou tratar-se de uma brincadeira. "Nunca esperaria que esta foto vencesse, entre milhares de outras. É um grande apoio à revolução. Revela que os iemenitas não são extremistas", disse o jovem Zayed.

 

No Twitter, Samuel Aranda, o fotógrafo espanhol que captou a imagem entretanto já apelidada de nova 'Pietà', regozijou-se pelo trabalho de investigação do "Yemen Times": "Muito obrigado por tudo, povo do Iémen! Vemo-nos em breve."

 

Samuel Aranda vive em Sidi Bou Saïd, na Tunísia. O seu trabalho pode ser apreciado em http://www.samuelaranda.net

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 17:26 | link do post | comentar

Sábado, 14.01.12

Um jogo para aprender as regras da contracepção

Sociedade de Obstetras e Ginecologistas do Canadá lançou um jogo para que as jovens aprendam especificidades de cada método contraceptivo. Objectivo é evitar gravidezes indesejadas

Se os espermatozoides não chegarem ao fim do labirinto, ou seja, ao óvulo, o objectivo está cumprido: evitou-se uma gravidez indesejada. Os métodos à disposição - pílula, preservativo, adesivo, anel vaginal, injecção ou dispositivo intra-uterino (DIU) – devem ser escolhidos de acordo com a situação e têm efeitos (e preços) diferentes. Isto é um jogo, mas podia ser a vida real.

 

A ideia, lançada pela Sociedade de Obstetras e Ginecologistas do Canadá (SOGC), tem como objectivo informar as jovens sobre as opções de métodos contraceptivos, todas elas com “pontos fortes e riscos”. “A nossa esperança é que, com a adopção de um formato lúdico, consigamos passar mensagens sobre as várias opções anticoncepcionais e a importância de uma sexualidade responsável e saudável”, explica, em comunicado, a SOGC.

 

O jogo "Brigada Contraceptiva" está disponível online – no facebook e na página oficial -, e consiste em dez níveis labirínticos onde o jogador é convidado a escolher o método mais eficaz para cada momento, evitando o avanço dos espermatozóides. Aliás, os métodos, no plural: no jogo, pode ser preciso combinar vários para conseguir passar de nível. E para cada um dos seis métodos há sempre uma breve explicação das vantagens e desvantagens.

 

Em Portugal, não há jogos semelhantes, mas vai ser lançada no dia 21 de Novembro a campanha "Jogo de Cintura para uma Contracepção Segura". A Associação para o Planeamento Familiar e o Instituto Português da Juventude estão também a desenvolver um jogo em que a sexualidade é um tema abordado. Enquanto não está disponível, podem treinar com o jogo canadiano, em inglês.

 

Via P3



publicado por olhar para o mundo às 21:16 | link do post | comentar

Sexta-feira, 25.03.11

A virgindade está na moda

 

Os Jonas Brothers começaram uma campanha pela castidade usando aqueles anéis que sinalizavam sua opção de manter a virgindade. Várias meninas e meninos seguiram. Justin Bieber anunciou que só fará sexo com amor. As meninas foram à loucura. Um estudo lançado pelo Centers for Disease Control and Prevention’s National Center for Health Statistics, dos EUA, feito com homens e mulheres entre 15 e 44 anos mostrou que os jovens estão preferindo deixar o sexo para mais tarde. Os pesquisadores entrevistaram 13,5 mil pessoas entre 2006 e 2008.

 

Mais pessoas estão preferindo a abstinência. Dos meninos de idades entre 15 e 24 anos, 27% nunca tiveram nenhum tipo de contato sexual (lei-se sexo ral, ou com penetração vaginal ou anl) com garotas. Em 2002, esta porcentagem era de 22%. Das meninas nesta faixa etária, 29% não fizeram nenhum tipo de sexo. O número de 2002 também era 22%. O maior aumento da taxa de virgindade esta entre pessoas de 15 a 19 anos.

 

A partir dos 25 anos, a coisa muda. A pesquisa verificou que praticamente todos os entrevistados com idade entre 25 e 44 anos não eram mais virgens. Entre as mulheres, 98% já tinham feito sexo vaginal e entre os homens 97%. Já o sexo ral com uma pessoa do sexo oposto já tinha sido feito por 89% das mulheres e 90% dos homens. Quando o assunto é sexo anl, a porcentagem cai um pouco. Do total de mulheres, 36% confessaram ter feito e 44% dos homens também (com alguém do sexo oposto).

 

A pesquisa perguntou sobre a orientação sexual dos entrevistados e a porcentagem de homens e mulheres que se identificaram como hetero ou homossexual foram similares. No entanto, a quantidade de mulheres que se disse bissexual foi três vezes maior que a dos homens.

Quando perguntados se fariam sexo com alguém do mesmo gênero, o dobro de mulheres, entre 15 e 44 anos, responderam que sim em relação aos homens da mesma faixa etária. Pelo menos 12,5% das mulheres disseram ter mantido uma experiência com alguém do mesmo sexo comparado a 5,2% dos homens.

 

A autora da pesquisa, Anjani Chandra, estas experiências não seriam apenas incidentes ou vontade de experimentar entre as garotas universitárias, como o imaginário masculino acredita. “Não vimos nenhuma evidência para isso. Vimos o contrário. Quando anlisamos as mulheres cursando o nível superior, elas reportaram menos experiências com o mesmo sexo em relação a outros níveis educacionais. Entre os homens, existe uma tendência maior de experiências homossexuais quando eles têm um nível educacional mais alto. Entre as mulheres, foi o contrário”, disse Anjani.


Parece que a virgindade está na moda entre os adolescentes americanos

 

Via Hypesciense



publicado por olhar para o mundo às 21:53 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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