Domingo, 11.12.11


 

Pela primeira vez, foi revertida a doença de Alzheimer em pacientes com a doença, há mais de um ano. Os cientistas usaram a técnica de estimulação cerebral profunda, que usa elétrodos para aplicar pulsos de eletricidade diretamente no cérebro.

 

Investigadores canadianos, da Universidade de Toronto, liderados por Andres Lozano, aplicaram estimulação cerebral profunda em seis pacientes.

 

Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer.

Nos outros quatro, foi parado o processo de deterioração.

 

Nos portadores de Alzheimer, a região do cérebro conhecida como hipocampo é uma das primeiras a encolher.

 

O centro de memória funciona no hipocampo, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo.

 

Desta feita, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.

 

Durante a investigação, a equipa de cientistas canadianos instalou os dispositivos no cérebro de seis pessoas que tinham sido diagnosticadas com Alzheimer, há, pelo menos, um ano.

 

Assim, colocaram elétrodos perto do fórnix, conjunto de neurónios que carregam sinais para o hipocampo, aplicando, depois, pequenos impulsos elétricos, 130 vezes por segundo.

 

Após 12 meses de estimulação, um dos pacientes teve um aumento do hipótalamo de 5 por cento e, outro, 8 por cento.

 

Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida a doença.

Os cientistas têm, contudo, ainda de conhecer mais sobre o modo como a estimulação funciona no cérebro.

 

Via Luis Nassif



publicado por olhar para o mundo às 13:07 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 18.11.11
As indianas também devem sonhar, basta acreditar
As indianas também devem sonhar, basta acreditar

 

A robustez do corpo contrasta com a fragilidade de carácter. Sempre altiva parece caminhar com toda a tranquilidade. E teria a primeira das razões para ser assim. É bonita apesar dos quarenta anos de idade. Mas a insegurança é-lhe constante. Medo de errar, medo de desapontar, medo de perder.

A sua figura séria afasta muitos outros, que decerto ignoram a sua verdadeira personalidade. Lamenta-se por isso. Enquanto todo o universo aspira a beleza, ela não. Preferia antes ter uma aparência vulgar e não ser o palco das atenções. Mas raramente se queixa aos outros. Pelo contrário. Ri muito. Sempre. Tem consciência do efémero da vida e quer aproveitar todos os momentos intensamente. E assim o faz.

A ervanária é a sua arte, mas a par disso concilia uma série de outras atividades. Da cozinha às danças indianas, das aulas da filha à religião - em todas dá o máximo do seu empenho. Por trás de tudo isto há uma organização forte e sem tréguas, segundo a filha. É segura disso. Apenas. Mas tem, sobretudo, uma alegria e experiência de vida pouco comum para uma

mulher ainda jovem, que não sabe nem uma letra do alfabeto.

Escola da vida


Conhecia-a este ano quando tive uma tendinite e andei desesperada no Martim Moniz à procura de pomadas e óleos que aliviassem a dor. Como sou uma gralha sei que não é difícil trocar uns bons dedos de conversa comigo, mas depressa houve uma empatia que já me fez voltar lá para comprar outros frascos.

Ontem lembrei-me dela quando estava a ler um artigo sobre um interessante projeto na Índia. Trata-se de um programa de saúde que visa formar mulheres analfabetas para serem médicas.

Num país onde as castas são uma rígida estratificação da sociedade e onde elas são educadas para ser submissas à família - este projeto torna-se ainda mais importante. A ideia nasceu na década de 70 por um casal de médicos que visitou a aldeia de Jamkehd, no interior da Índia, constatando que havia falta de médicos nos meios rurais e que para contornar o problema bastava ensinar as mulheres sobre os cuidados básicos de saúde.

Aldeia mais saudável


Só as mulheres, porque são elas que são os pilares da família - embora a sociedade indiana não reconheça - e porque são elas que tratam de todos, sobretudo, das crianças. E os resultados saltam à vista. Em 40 anos são poucas as mulheres que morrem no parto, a taxa de mortalidade infantil foi reduzida em 30% e há menor incidência de casos de tuberculose, tétano e de outras doenças. Um projeto notável que mostra que todos são úteis e importantes e que, sobretudo, devolveu às mulheres o orgulho perdido. Porque as indianas também devem sonhar, basta acreditar!

Via A vida de Saltos Altos



publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Segunda-feira, 07.11.11
Dezassete por cento dos americanos fariam o tratamento
Dezassete por cento dos americanos fariam o tratamento (Eva Carasol (arquivo))
Conte até 20 e espere três semanas. Quando voltar a olhar para o espelho, os seus olhos castanhos tornaram-se azuis. Esta é a promessa de um médico norte-americano que já teve estes resultados num ensaio que está a realizar no México, com recurso ao laser.

O próximo passo é expandir os ensaios clínicos a mais pessoas. Por isso Gregg Homer está a tentar reunir perto de 544.000 euros para a sua empresa Stroma Medical, sediada em Laguna Beach, na Califórnia.

O princípio da técnica de laser já é utilizado na pele, para remover sinais e sardas, mas agora é aplicado ao olho. Faz-se um exame com uma espécie de scanner aos olhos da pessoa que escolheu submeter-se ao tratamento, que identifica cada pontinho do olho que tem de ser tratado.

Depois, um laser com um padrão específico acerta em cada ponto do olho, um a um. O processo é repetido várias vezes, mas ao todo, o tratamento de laser demora apenas 20 segundos. 

O que o laser faz é acertar nos pigmentos de melanina, que dá a cor ao olho castanho. Isso gera um processo fisiológico de degradação da melanina, que desaparece, e deixa à mostra os pigmentos azuis que segundo Gregg Homer sempre lá estiveram. Este processo demora entre duas e três semanas. 

O olho primeiro escurece e só depois é que surge o azul. Como a melanina não volta a ser produzida, a cor mantém-se, garante o médico. Olhos castanhos, nunca mais.

Oftalmologistas com reservas

À BBC News Larry Benjamin, um cirurgião oftalmologista do Hospital de Stoke Mandeville, no Reino Unido, mostrou reservas: “O pigmento está lá por uma razão. Se o pigmento se perde pode-se ter problemas como sentir demasiada claridade ou ter visão dupla.”

“Não ter pigmentos no olho seria como ter uma abertura de câmara com um diafragma transparente. Não seria possível controlar a luz que entra [no olho]”, explicou o médico.

Mas Homer explicou que o processo só retira o pigmento da superfície do olho. “Isto é só um terço a metade da espessura do pigmento na parte de trás da íris e não tem significado a nível médico”, disse, argumentando que os pacientes seriam menos sensíveis à luz do que as pessoas que nascem naturalmente com olhos azuis. 

“Para examinar a segurança, fizemos testes para 15 procedimentos diferentes. Testámos antes e depois dos tratamentos, e no dia seguinte, passado semanas e nos três meses depois. Até agora não encontramos provas de qualquer lesão”, disse à BBC News.

Por outro lado, Elmer Tu, oftalmologista da Universidade de Illinois, em Chicago, teme que a libertação de melanina cause cegueira. O pigmento libertado “tem que ir para algum local”, disse à CBS News, explicando que existe uma doença chamada glaucoma pigmentar em que a melanina se deposita em certos locais do olho, impossibilitando a visão.

No caso do tratamento da Stroma Medical, depois do laser, o organismo “recruta uma proteína que é uma espécie de pacman, que digere o tecido ao nível molecular”, explicou Gregg Homer. Até agora só foram tratadas 17 pessoas, no México, que tinham um grau elevado de miopia, e que em troca receberam um transplante de lentes, avança a BBC News.

O dinheiro que o médico procura agora servirá para fazer testes a mais três pessoas. Se tudo correr bem, Homer quer reunir mais 10,9 milhões de euros para produzir centenas de lasers e dentro de 18 meses começar a fazer o tratamento do lado de cá do Atlântico. Espera em três anos vender o produto nos Estados Unidos, a 3625 euros por pessoa. 

Segundo um questionário da clínica feito a 2500 pessoas, 17% dos americanos fariam o tratamento se soubessem que era completamente seguro e 35% pensariam seriamente em recorrer ao laser. Seria um admirável mundo novo de olhos azuis.

 

Via Público



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Segunda-feira, 16.05.11
A técnica do parasita impede que a infecção seja mais grave nas crianças
A técnica do parasita impede que a infecção seja mais grave nas crianças (Katrina Manson/Reuters (aqruivo))

O parasita da malária quando está no sangue boicota a possibilidade de novas infecções no fígado. Faz isto retirando o ferro da circulação. A descoberta feita por uma equipa do Instituto de Medicina Molecular (IMM), em Lisboa, foi publicada este domingo na revista Nature Medicine.

 

Quem vive em regiões endémicas de malária está susceptível a ser picado por mosquitos infectados pelo Plasmodium cerca de 700 vezes por ano. “Portanto, é-se picado mais de uma vez por dia”, disse ao PÚBLICO Maria Mota, última autora do artigo feito por onze pessoas e líder do grupo do IMM. O mosquito introduz o parasita no corpo, este instala-se nas células do fígado onde ao fim de alguns dias multiplica-se de uma só vez em milhares. Os novos parasitas voltam para o sangue onde se multiplicam novamente nos glóbulos vermelhos, ciclicamente.

Quando se dá o rebentamento das células sanguíneas, os sintomas da malária aparecem: febres altas, dores por todo o corpo. A infecção pode durar meses. O mais certo é que a pessoa continue a ser picada inúmeras vezes e mais parasitas entrem no corpo. Mas ninguém sabia ao certo o que acontecia a estas novas infecções.

Maria Mota fez esta questão à sua aluna de doutoramento, Sílvia Portugal, primeira autora do artigo. A resposta foi uma surpresa: nos ratinhos, utilizando parasitas mutados que dão luz, percebeu-se que quando os mamíferos já tinham uma infecção no sangue, os novos parasitas paravam o desenvolvimento depois de chegarem às células do fígado. “Foi o oposto da minha hipótese”, confessou Maria Mota, que pensava que os parasitas se ajudassem.

Tentaram perceber como é que a reprodução no fígado era impedida. Verificaram quais os genes é que estavam a ser expressos nas células do fígado, testaram se o fenómeno era causado por elementos do sistema imunitário e nada. Até que ao conversar com um especialista de malária e de ferro, Hal Drakesmith, da Universidade de Oxford, que acabou por fazer parte do estudo, surgiu a ideia de testar uma proteína chamada hepcidina.

A hepcidina é um controlador do ferro. “O ferro é tão importante em tanta coisa que está sempre a andar de um lado para o outro”, disse a Maria Mota. Mas quando há a mais, o fígado produz hepcidina que impede o ferro de ser absorvido nos intestinos e obriga os macrófagos, células do sistema imunitário, a acumular o ferro em circulação. De repente, o corpo fica sem este elemento. 

A equipa foi testar o que se passava com a proteína quando o parasita da malária está no sangue. “Os resultados foram perfeitos, a hepcidina foi aumentada.” Os parasitas provocavam a produção de hepcidina no fígado, o que retirava o ferro do organismo dos ratinhos e boicotava novas infecções.

Isto pode ter influência na sobrevivência humana. A maior parte das mortes de malária, 880 mil em 2009, ocorrem até aos cinco anos. Quando as crianças ainda não desenvolveram uma imunidade à malária, que controla bastante a força da infecção. 

A equipa construiu um modelo que mostra que só depois dos cinco anos é que aparecem várias infecções diferentes de malária no sangue. Quando já há imunidade e o número de parasitas que sobrevivem no sangue é muito mais baixo, permitindo haver novas infecções. 

As crianças mais pequenas, só terão uma infecção de cada vez no sangue, muito mais violenta. “Faz todo o sentido, se até aos cinco anos as crianças ficassem sempre infectadas sempre que fossem picadas, nenhuma sobrevivia”, explica a investigadora. “O parasita não se interessa por isso.” 

Em 2006, a revista Lancet publicou o artigo da Universidade de Johns Hopkins, em Baltimore, Estados Unidos que lançou controvérsia. Os cientistas deram ferro e ácido fólico a crianças com idades entre um e 35 meses durante um estudo experimental em 2003, na ilha de Pemba, na Tanzânia,onde há situações graves de anemia. Apesar da doença poder ser combatida com estes suplementos, havia a preocupação de crianças com malária reagirem mal. O que se comprovou, houve uma mortalidade 15 por cento acima do normal nas 16.070 crianças testadas.

O que aconteceu na Tanzânia pode ser explicado por este estudo português. O ferro administrado talvez tenha permitido o desenvolvimento de novas infecções. “Eu nunca faria uma experiência para administrar ferro a todas [as crianças]”, disse Maria Mota. Mas a cientista explica que a anemia é um problema grave em África, que mata, e admite que “individualmente cada médico é que tem que decidir”.

 

Via Público



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Quarta-feira, 06.04.11
Caso de uma criança de 11 anos, antes e depois da reconstrução da mandíbula
 
Caso de uma criança de 11 anos, antes e depois da reconstrução da mandíbula (D.R.)
 
Quatro crianças portuguesas, a quem tinha sido removida parte da mandíbula na sequência de um tumor, viram esse osso reconstruído através de uma cirurgia inédita no mundo. A equipa de Horácio Costa, do Centro Hospitalar de Gaia/Espinho, retirou um pedaço ósseo da zona da bacia ou do perónio, que mantém a sua capacidade de crescimento, e aplicou-o no rosto das crianças, permitindo assim que o transplante continue a crescer com o resto dos ossos.

As crianças, de nove, 10, 11 e 14 anos, encontram-se bem, informou ontem Horácio Costa, director do Serviço de Cirurgia Plástica Reconstrutiva e Maxilo-Facial do Centro Hospitalar de Gaia/Espinho. Três foram operadas no ano passado e a última, a de dez anos, foi operada faz hoje uma semana. 

Se tivessem sido aplicadas as técnicas cirúrgicas habituais, como o retalho ósseo simples ou a aplicação de uma placa de titânio e parafusos, as crianças teriam uma grande perda óssea, o que implicaria uma deformação facial imediata. E, mais tarde, essa deformação iria ainda acentuar-se por falta de crescimento do transplante em relação ao resto dos ossos do rosto, explica-se numa nota de imprensa do Centro Hospitalar de Gaia/Espinho. 

Para evitar essa grande assimetria, teria de se esperar que os ossos da face atingissem o crescimento quase completo - que nas mulheres é entre os 16 e os 17 anos e nos homens entre os 17 e os 18 -, com todas as consequências dessa espera em quem não tem grande parte da mandíbula. 

Até agora, apenas tinham sido feitas dez cirurgias deste género em todo o mundo - desde há apenas seis anos, em Itália, México e Inglaterra -, mas para reconstrução óssea de membros superiores e inferiores, como o úmero, o rádio, o fémur e a tíbia. É a aplicação da técnica na mandíbula que é pioneira em todo o mundo. 

A equipa de Horácio Costa, de 55 anos, cortou um pedaço da crista ilíaca (osso da bacia) ou do perónio, como sucedeu no último caso operado, e implantou-o na zona da mandíbula das crianças. Estes ossos continuam com capacidade de crescimento na zona receptora, pelo que irão crescer em conjunto com os outros ossos da face e permitirão que as crianças fiquem sem deformação facial. 

"Nestes quatro miúdos, esta transferência óssea tem a vantagem de os retalhos ósseos terem os centros de crescimento. Por conseguinte, esses ossos vão crescer", sublinha Horácio Costa. 

Como as crianças mantêm a regeneração óssea noutros locais, o segmento de osso cortado na bacia ou no perónio acabará por se regenerar e não ficam aí com problemas.

Até que a mandíbula atinja todo o crescimento, as crianças terão uma prótese dentária; depois disso poderão fazer implantes dentários no próprio osso transplantado. 

Até aos 18 anos, serão ainda seguidos de forma periódica, para verificar a taxa de crescimento do esqueleto facial, em particular do osso transplantado. Caso a simetria facial não seja a adequada, poderão fazer-se intervenções para fazer correcções.

 

Via Público



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Sexta-feira, 11.03.11
Picada de aranha poderá substituir Viagra até quatro horas
 
Veneno da Aranha-Armadeira, comum no Brasil, contém toxinas que provocam priapismo nos homens, ou seja, depois de picados podem ter erecções que duram até quatro horas.
 
A notícia foi publicada no Journal of Sexual Medicine e relata as descobertas de um grupo de investigadores do Medical College (Estados Unidos) sobre os efeitos da picada da Aranha-Armadeira, que vive na América do Sul. Um deles é uma erecção que dura até quatro horas e que poderá ser uma boa notícia para aqueles que, como os hipertensos, estejam impedidos de usar o Viagra, o famoso comprimido azul que agitou a humanidade. O teste foi feito com ratos e o resultado foi imediato, não prejudicando os pequenos animais que sofriam de hipertensão.
 


publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

Domingo, 06.02.11

Vinte e um (21) conselhos das Universidades de Medicina:
Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 Conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual :

01- Um copo de suco de laranja


diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.

02 – Salpicar canela no café
(mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue).

03- Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral

O pão integral tem 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.

04- Mastigar os vegetais por mais tempo
Isto aumenta a quantidade de químicos anti cancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.

05- Adoptar a regra dos 80%:
servir-se menos 20% da comida que costuma comer, evita transtornos gastrointestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.

06- LARANJA o futuro está na laranja,

que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.

07- Fazer refeições coloridas como o arco-íris

Comer DIARIAMENTE, uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.

08- Comer pizza, macarronada ou qualquer outra coisa com molho de tomate.

Mas escolha as pizzas de massa fininha.  O Licopeno, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e ademais é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza .

09- Limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente .  
As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças, quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.

10- Realizar actividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória
... 
Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova...  Leia um livro e memorize parágrafos; escreva, estude, aprenda. Sua mente agradece e seus amigos também, pois é interessante conversar com alguém que tem assunto.

11- Usar fio dental e não mastigar chicletes .    
Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração.  Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.

12- Rir.
Uma boa gargalhada é um 'mini-workout', um pequeno exercício físico:  100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida.   
Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.

13- Não descascar com antecipação
.
Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos.  Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. Sucos de fruta têm que ser tomados assim que são preparados.

14- Ligar para seus parentes/pais de vez em quando.
Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afectivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã .

15- Desfrutar de uma xícara de chá.
O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias.  Cientistas israelitas também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.

16- Ter um animal de estimação
.
As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University.  As mascotes fazem você sentir-se optimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue.  
Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado.

17- Colocar tomate ou verdura frescas na sanduíche

Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School; vantagens outras são conseguidas através de verduras frescas.

18- Reorganizar a geladeira
As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem.  Por isso, é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem em baixo ou guardar em um tape ware escuro e bem fechado.

19- Comer como um passarinho
A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes.  E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.

20- Uma banana por dia quase dispensa o médico, vejamos: " Pesquisa da Universidade de Bekeley".

A banana previne a anemia, a tensão arterial alta, melhora a capacidade mental, cura ressacas, alivia azia, acalma o sistema nervoso, alivia TPM, reduz risco de enfarto, e tantas outras coisas mais, então, é ou não é um remédio natural contra várias doenças?


21- E, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida:

-comer chocolate.  
Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio.

- Pensar positivamente
Pessoas optimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas,   que, além disso, pegam gripes e resfriados mais facilmente, são menos queridos e mais amargos.

- Ser sociável.  
Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contacto com a família.

- Conhecer a si mesmo
Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter'  têm 35% de probabilidade de viver mais tempo, e de ter qualidade de vida...


Não parece grande sacrifício, não é verdade? Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos...
É exactamente o que diz uma certa frase de Séneca:


escolha a melhor forma de viver e o costume a tornará agradável!
"Crie bons hábitos e torne-se escravo
deles, como costumamos ser dos maus hábitos".

 

Recebido por mail



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