Sábado, 25.06.11
A TAP não quis falar sobre o assunto


 

Os membros do Governo não pagam bilhete na TAP quando viajam em serviço e o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, não poupou dinheiro ao Estado com a sua opção de viajar esta semana para Bruxelas em classe económica.

 

A informação de que os membros do Governo não pagam bilhetes na transportadora aérea nacional (uma empresa pública) foi avançada pelo Jornal de Negócios e confirmada pelo PÚBLICO junto de um membro de um anterior Governo.

Esta prática já vem de longa data, mas a TAP não quis explicá-la ao PÚBLICO. “A TAP não fala sobre viagens dos seus clientes nem sobre as condições que têm ou não têm”, disse o director de comunicação da empresa, António Monteiro.

Todos os membros do Governo, do primeiro-ministro aos secretários de Estado, estão isentos de pagamento das viagens em serviço na TAP (tal como acontece também na CP). No entanto, isso já não acontece com os membros dos seus gabinetes, cujos bilhetes são pagos, mas que normalmente já viajavam em económica. Se houver necessidade de membros do Governo viajarem noutras companhias aéreas, a nova política de Passos Coelho já levará a poupança de verbas.

Na quinta-feira, Passos Coelhos confirmou que ele próprio e todos os restantes membros do Governo viajarão para a Europa sempre em classe económica, para “dar o exemplo”, conforme disse na altura à agência Lusa, cumprindo assim uma promessa que tinha feito antes das eleições.

Jornal de Negócios contactou o gabinete do primeiro-ministro, onde um assessor não quis comentar o assunto, tendo adiantado que a fuga de informação não partiu do Governo. 

Ao pôr os membros do Governo a viajar em económica para os destinos na Europa (não se sabe como será no longo curso), Passos Coelho não poupa directamente dinheiro mas liberta lugares na TAP em classe executiva, onde os preços dos bilhetes é muito superior, podendo por esta via permitir que nalguns casos a empresa venda bilhetes nesta classe que de outro modo estariam indisponíveis.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 12:25 | link do post | comentar

Segunda-feira, 09.05.11

Como disse Lili Caneças há algum tempo atrás, com a simplicidade e genialidade de um esquilo: "estar vivo é o contrário de estar morto". Aparentemente, e à distancia de alguns anos e 176 plásticas, Osama Bin Laden vem dar razão à socialite (alguém me sabe dizer como é que esta profissão, das mais rentáveis em Portugal, é inscrita no preenchimento do IRS?).

 

Fica o vídeo de Obama, o assassino americano dos 40 minutos de ansiedade, perdão, de Osama - o assassino e terrorista internacional mais conhecido do planeta, a desmentir a notícia da sua morte. Priceless.

 

PS: chegou-me via mail, parabéns ao autor (desconhecido)

 

 

 

Via 100 Reféns

 



publicado por olhar para o mundo às 21:08 | link do post | comentar

Quinta-feira, 24.02.11

 

Lie to me

Parece que sim. Pelo menos é o que Paul Ekman diz. Quem é Ekman? O maior especialista nesta área, psicólogo americano que estuda as expressões faciais e linguagem não verbal há mais de 50 anos. É nas suas descobertas que se baseia a série da Fox "Lie to Me", com Tim Roth na pele de Dr. Cal Lightman, um Paul Ekman mais novo e com sotaque britânico. 

O argumento da série gira em torno do Lightman Group, cujos serviços são contratados pelas forças policiais e sociedades de advogados que querem apanhar mentirosos. Lightman e a sua equipa, especialista na leitura das expressões faciais e linguagem não verbal, nunca se enganam e, através de uma quase invisível contracção facial ou de um piscar de olho involuntário que filmam e observam em repeat, descobrem quem mente e quem diz a verdade.

Apesar de ser consultor da série, o especialista americano avisa no seu site oficial: "A forma como o Lightman Group descobre as mentiras é baseada nas minhas investigações. No entanto, e uma vez que se trata de uma série de ficção e não de um documentário, Lightman não se preocupa tanto em interpretar comportamentos, como eu. Na série, as mentiras são descobertas de forma mais certeira e rápida do que na vida real." Mas antes que pense que é tudo uma grande mentira, Ekman garante: "A maioria das coisas que vê na série é baseada em estudos científicos." 

Apanhar um mentiroso

 

Se pertence ao grupo de espectadores que se tornou muito mais apto a detectar mentiras graças a "Lie to Me", é melhor repensar esse dom recentemente adquirido. 

Timothy Levine, professor no Departamento de Comunicação da Universidade de Michigan State, EUA, e doutorado em psicologia, é o autor do estudo "The Impact of ''Lie to Me'' on Viewer''s Actual Ability to Detect Deception" ("O Impacto de ''Lie to Me'' na Capacidade dos Espectadores em Detectarem a Mentira") publicado da revista "Communication Research" a 17 de Junho de 2010. 

 

 

 

 

 

Via Ionline



publicado por olhar para o mundo às 08:00 | link do post | comentar

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