Segunda-feira, 30.04.12

Cuidado com os books fotográficos

Muitos jovens, atraídos pela promessa de ofertas de emprego, querem ter um "book" fotográfico. Cuidado, alertam os profissionais. “É tudo uma política enganadora"

 

Os "books" fotográficos estão na moda pelas promessas de ofertas de emprego, mas, segundo profissionais de diferentes áreas, criou-se um mundo de ilusão que atrai adolescentes cada vez mais jovens. Um "book" permite a qualquer pessoa ter um álbum de fotografias criadas e trabalhadas de forma original por profissionais. É a partir dos 15 anos que os interessados, sobretudo raparigas, apostam nesta rampa de lançamento, dentro e fora do universo da moda.

 

“As pessoas procuram cada vez estes serviços para fins profissionais, para expor na Internet ou noutro sítio qualquer. É um pouco aquela ilusão do ‘caça talentos’”, diz à Lusa Albertino Gonçalves, sociólogo de estilos de vida. Segundo o especialista, a sociedade é cada vez mais exigente no que respeita à imagem e acredita que, “ao mostrarem-se belas, [as pessoas] têm vantagens para conseguir um bom ‘feedback’”. “A imagem deixou de ser espontânea para passar a ser mecânica, como se vê nas redes sociais”, refere.

 

Ângela Alves tem 20 anos e já fez um "book". A jovem lamenta que o trabalho não lhe tenha aberto portas a nível profissional, mas não exclui a hipótese de “repetir a experiência”, pois admite que gosta muito de ser fotografada. Daniela Moreira, 19 anos, diz que o "book" também não lhe tem trazido vantagens: “Bem gostava que me desse oportunidades no futuro.”

 

Para o director da agência de modelos Central Models, António Romano, criou-se “um mundo imaginário” através da Internet e da televisão, fazendo com que os adolescentes “sonhem com o mediatismo”. Já Carlos Moreira, gerente da empresa de fotografia e vídeo Carfoto, não tem dúvidas: “É tudo uma política enganadora para mobilizar os jovens. Iludem as pessoas e isso vê-se nos anúncios dos jornais. Todos querem cinco minutos de fama.”

 

Na rede social Facebook são inúmeras as páginas que oferecem oportunidades para entrar no mundo da moda, como é o caso da página Jovens Modelos, que soma mais de três mil seguidores e propõe aos seus "fãs" colocar fotografias naquele espaço para irem a concurso. A Lusa contactou uma das vencedoras e a jovem, de 14 anos, confessou que a iniciativa não lhe trouxe qualquer vantagem, apesar de querer ser modelo profissional.

 

Quanto custa um "book"?


Os interessados podem obter um trabalho fotográfico editado por apenas 25 euros. A qualidade e a produção dependem do que o cliente pretende e inflacionam o preço — uma grande produção pode chegar aos 800 euros. No entanto, com o aumento do mercado e da procura, cada vez mais as empresas/profissionais estão a adaptar-se a esta realidade, criando "packs" promocionais, como foi o caso de Fernando Tavares. “Actualmente peço 180 euros por um 'book' profissional, mas também faço promoções. Quando tenho pedidos de clientes que apenas querem ter uma experiência, cobro entre 40 a 60 euros. Também faço 'books' a 25/30 euros para nos adaptarmos à situação financeira dos clientes e conseguir trabalho”, revela.

 

Vários profissionais afirmam que realizam entre dois a cinco "books" por mês, mas os que oferecem um preço mais baixo dizem conseguir ainda mais produções: entre quatro a oito sessões por semana. O fotógrafo "freelancer" Hélio Andrade defende que as ofertas baratas “estragam o mercado, porque quando os clientes que fizeram trabalhos por preços baixos vão ao encontro de empresas [de maior dimensão] sentem-se enganados quando estas lhes apresentam o valor real de um 'book'”.

 

Alguns profissionais acreditam que os fotógrafos que pedem menos de 50 euros não conseguem cobrir os custos da produção. No entender do fotógrafo Paulo Costa “deveriam receber entre 150 a 200 euros por cada serviço, devido a todo o trabalho que exige". "Normalmente uma fotografia demora uma hora a ser editada, o que exige muito do profissional”, refere. A modelo Diana Pereira defende que, para quem quer seguir o mundo da moda, fazer um "book" por baixo custo “não é uma opção”. Por isso, aconselha às adolescentes interessadas a fazerem um 'casting' nas agências de modelo, já que, se houver interesse, a “própria agência pagará o 'book'”.

 

retirado do P3



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Terça-feira, 14.02.12

O ridículo na sua máxima expressão

Adele foi a grande vencedora da 54º edição dos Grammy Awards, que decorreu ontem em Los Angeles. Mas não foi apenas a música que esteve em destaque. Muitos dos olhares centraram-se no desfile de estrelas na passadeira vermelha que dividiram os looks entre a elegância dos “Óscares” e a irreverência dos MTV Awards.

 

Desde o muito clássico ao totalmente louco viu-se de tudo um pouco na passadeira vermelha dos Grammys – a cantora de origem russa Sasha Gradiva surgiu com um braço carregado de metralhadoras a invocar os Transformers. Ainda assim, o look mais provocatório foi o de Nicki Minaj. Depois de no ano passado Lady gaga ter feito furor ao chegar dentro de um ovo, este ano a faixa de Mais Irreverente vai para a rapper norte-americana que escolheu um longo vestido/capa vermelho-sangue com o logótipo da Versace incrustado em pedras semi-preciosas. Para reforçar a alusão religiosa Nicki Minaj fez-se acompanhar por um figurante vestido de Papa.

 

Do excêntrico para o clássico, Giorgio Armani foi um dos criadores a vestir várias estrelas. Com um simples vestido preto com o corte irrepreensível que tão bem caracteriza o criador de moda italiano, a cantora britânica Adele começou por arrasar na passadeira vermelha, antes de arrebatar os seis prémios para os quais estava nomeada. Também Rhianna escolheu um vestido preto Armani, mas, a pedido da cantora, o criador optou por um corte muito sensual. 

 

Numa das primeiras aparições públicas após o divórcio com o comediante britânico Russel Brand, Katy Perry vestiu um Elie Saab azul-celeste que condizia com a sua mais recente cor de cabelo. Já Fergie, a vocalista dos The Black Eyed Peas, manteve o estilo sexy ao escolher um vestido de renda laranja de Jean Paul Gaultier que evidenciava a lingerie.

 

Em destaque pela elegância com que se apresentaram nos prémios maiores da música estiveram Paris Hilton e Taylor Swift. A herdeira da fortuna Hilton vestiu um Basil Soda branco com apontamentos dourados, enquanto a doce Taylor Swift optou por um modelo do criador de moda libanês Zuhair Muhad, todo ele composto por lantejoulas em tons dourados.

 

Fora deste universo hollywoodesco, os pais de Amy Winehouse subiram ao palco com Tony Bennet em representação da filha para receber o galardão na categoria de melhor dueto pela música Body And Soul.

 

Ridiculo Rídiculo Ríduculo 
     

 

 Retirado do Público



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Sábado, 28.01.12

Comprar roupa usada já não choca ninguém

Comprar roupa usada já não choca ninguém. O P3 foi conhecer três lojas do Porto onde o preconceito se tornou um conceito

A moda pegou e ter peças “retro” no armário é um “must have”. Três proprietários de lojas em segunda mão desmistificaram algumas ideias associadas a este comércio. Primeiro, o preconceito em adquirir peças que já foram vestidas por outras pessoas é praticamente inexistente. Segundo, não são maioritariamente as mulheres a procurar roupa usada. E, por último, que se esqueça a ideia de que estas lojas são procuradas só pelos preços baixos.

 

A Zack, na Rua Oliveira Monteiro, no Porto, foi uma das primeiras lojas no Porto a misturar roupa em primeira e segunda mão. Fátima Leite, a sua proprietária, revela que a experiência com esta loja a fez perceber que a roupa em segunda mão podia ter futuro. Assim, juntando o útil ao agradável, abriu aRosa Chock, uma loja apenas com artigos usados num espaço onde até a renda fica mais em conta.

 

Quem desce a Rua do Almada facilmente a distingue: nas janelas, um amontoado colorido e confuso e brinquedos e acessórios, não passa despercebido aos transeuntes. Com uma campanha permanente “Duas peças por cinco euros”, Fátima garante ter um negócio de sucesso: “Os meus clientes podem comprar marcas caras e em primeira mão, mas preferem vir aqui”.

 

Quando o “lixo” é "vintage"

No universo da roupa em segunda mão, as lojas "vintage" são a coqueluche. A Trash Vintage - que há quase um ano ocupa alguns dos muitos metros quadrados do Centro Comercial Bombarda (CCB) - é procurada tanto por mulheres como por homens mas, curiosamente, são estes últimos os clientes mais frequentes. Compram camisas ou blazers de corte "retro" e, de preferência, com padrões axadrezados ou floridos, refere Cidália Fernandes, colaboradora na loja. Para além disso, os kilts têm-se vendido muito, coisa que tem surpreendido Artur Mendanha, o dono.

 

Artur admite que há peças de valor mais elevado, mas o conceito não deve ser esse. As lojas em segunda mão devem vender “pechinchas”, principalmente em Portugal: “Vivemos num país pobre, onde os ordenados são baixos. Se eu vou a Paris e compro vestidos a dez euros, por que é que hei-de comprar vestidos cá a 40 euros em segunda mão?”

 

O proprietário não esquece a satisfação que sentiu no dia em que comprou uma colecção inteira de Luís Buchinho por quase nada. A roupa, usada num desfile, “estava numa loja dentro um caixote e ali ficou”, à mercê de quem a quisesse arrematar.

 

Chanel, Hermés e... Harry Potter

Há cinco anos, também no CCB, Rosário Távora abriu a Zareca’s Story. Numa primeira fase, Rosário foi preenchendo a loja com coisas que “encontrava no sotão”. Nessa altura, conseguia artigos "vintage". Hoje em dia, tem à venda artigos de várias épocas, a maior parte à consignação.

 

Os preços, diz, variam muito. Dos três aos 300 euros é possível encontrar anéis, óculos de sol, lenços Hermés, carteiras Chanel, casacos de pele ou mantas com o famoso feitiçeiro de Hogwarts. Um lenço Hermés pode custar 150 euros, mas Rosário não tem dúvidas: “As coisas boas vendem-se sempre”, conclui.

 

Em Lisboa, a moda "vintage" também dispõe de vários espaços. É o caso da loja El Dorado, da A Outra Face da Lua, na Baixa, ou da Be Vintage, no Campo de Ourique (vê moradas à esquerda). 

 

Via P3



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Sexta-feira, 23.12.11
As 10 mais bem vestidas de 2011
Rosie Huntington-Whiteley em Antonio Berardi (esquerda) e Gucci (direita). Reuters

 

De entre modelos, actrizes ou cantoras, escolhemos as dez mulheres mais bem vestidas deste ano. Figuras que marcaram quer pelo seu estilo único quer pelas boas escolhas que fizeram. Acima de tudo, premiámos o bom gosto.

 

Rosie Huntington-Whiteley já foi um dos anjos da Victoria's Secret, marca conhecida por trazer para as passerelles as mulheres mais bonitas do mundo, e dá agora a cara pela marca Burberry. Não só Rosie é incrivelmente bonita e tem um corpo de fazer inveja, como tem um gosto irrepreensível. De Gucci a Antonio Berardi, a modelo e agora actriz - estreou-se este ano no filmeTransformers 3-, usa vestidos justos e não passa despercebida nas passadeiras vermelhas.

 

Catherine, duquesa de Cambridge, não podia deixar de estar presente no nosso top 10. Como futura rainha de Inglaterra, Catherine é uma firme embaixadora da moda britânica. Desde a casa de moda de Alexander McQueen - que escolheu para criar o seu vestido de noiva - a Jenny Packham ou Temperley London, a duquesa veste sempre inglês e tem um estilo invejável. Não lhe conseguimos apontar um único erro no guarda-roupa este ano, apenas elogios.

 

Hailee Steinfeld, de apenas 15 anos, estreou-se no grande ecrã no ano passado, em True Grit, que lhe valeu uma nomeação para o Óscar de Melhor Actriz Secundária. Não o ganhou, mas ficou debaixo do olho do mundo da moda. Este ano foi ainda escolhida como cara da marca Miu Miu e, apesar da sua juventude, nunca deixou de nos surpreender nos eventos que frequentou.

 

Mila Kunis, de 28 anos, participou em filmes de grande sucesso como Black Swan - que lhe valeu um Óscar - ou Friends With Benefits, já este ano. A actriz ucraniana tem estado nas bocas do mundo devido à forma como se apresenta em público. E não só. Consideramos que está a meio caminho para se tornar o próximo sex symbol, seguindo actrizes como Angelina Jolie ou Blake Lively.

 

Elle Fannig tem apenas 13 anos e já nos deixa de queixo caído quando aparece nas passadeiras vermelhas. A jovem actriz, irmã de Dakota Fanning, tem conseguido manter a sua jovialidade, mesmo que a tendência no círculo do cinema seja de parecer mais velha. Chamou a atenção de várias casas de moda e já foi a imagem de uma campanha para a Marc by Marc Jacobs.

 

Emma Watson, que fez de Hermione em Harry Potter, anunciou este ano que vai voltar a estudar. Foi ainda escolhida como a cara da Lancôme para o perfume Trésor e seleccionada por nós como uma das mais bem vestidas do ano. Com o bom gosto francês a correr-lhe nas veias, Watson está sempre irrepreensível seja qual for o evento.

 

Emma Stone é um nome relativamente novo no cinema. Mas só este ano estrearam três filmes nos quais participa: Friends with BenefitsCrazy, Stupid, Love e The Help. Stone faz parte do grupo de mulheres que destacámos pelo seu estilo particular. Talvez seja a sua graciosidade que convence, mas a actriz consegue sempre dar um toque mágico ao seu guarda-roupa.

 

Se a personagem que interpreta na série Gossip Girl, Serena Van der Woodsen, é da alta sociedade e só veste roupa de marcas de luxo, podemos então dizer que Blake Lively tem muitas parecenças com a sua personagem. Este ano foi a imagem de marca da colecção de carteiras ChanelMademoiselle e vestiu várias vezes peças da casa francesa. No entanto, não foi apenas Chanel, Lively vestiu ainda casas de moda como Marchesa ou Gucci, e fê-lo como ninguém.

 

Via Público



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Domingo, 13.11.11

Cor, sensualidade e glamour foram os ingredientes do desfile da marca de lingerie Victoria's Secret, que juntou em Nova Iorque as mais famosas modelos e os músicos Kanye West, Jay-Z e Maroon 5.

 

 

Via Expresso



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Terça-feira, 04.10.11

O português que calça princesas e primeiras damas


A criatividade de Luís Onofre, que já passou por fazer sapatos com pele de rã, caiu aos pés de Letizia Ortiz, Michelle Obama e Paris Hilton.
A carta de agradecimento assinada por Michelle Obama e com carimbo da Casa Branca está guardada e deverá constar de uma moldura com lugar de destaque na fábrica de Luís Onofre, em Oliveira de Azeméis. Foi assim que a primeira dama manifestou o total agradecimento pelos mocassins número 41 desenhados pelo estilista e levados na bagagem do próprio Barack Obama, após a visita a Portugal."Quando vi o carteiro chegar com a carta registada a dizer 'White House', não queria acreditar", conta ao DN Luís Onofre, o homem (português) que tem como fãs a princesa Letizia Ortiz, a milionária Paris Hilton e, até, a actriz Naomi Watts. Nada que lhe roube a humildade de quem começou com muito trabalho e deve a todos os clientes, a cada ano, uma colecção original e de sucesso. "Penso sempre que podia fazer melhor e tento sempre melhorar. Uma má colecção é arrasadora a nível internacional e lembrada durante muito tempo." A lição aprendeu-a com a experiência começada há precisamente 12 anos, quando entrou na empresa de calçado do pai, que foi fundada pela sua avó Conceição Rosa Pereira (cujo nome permanece o da empresa).
Os sucessos e dificuldades da indústria do calçado ainda balançaram Luís Onofre, que esteve quase a optar pelo curso de Design de Interiores. Mas à última hora, os genes foram mais fortes e a escolha recaiu no Design de Calçado. Seguiu-se uma especialização em Itália - fundamental na sua forma de trabalhar - e a integração na empresa do pai. Na altura, a fábrica produzia calçado "mais clássico e para um público de idade superior". Paralelamente, faziam as colecções da Kenzo e da Cacharel. "Não foi fácil começar a introduzir o meu produto. Tive de me ir adaptando ao público, mas sabia que queria um sapato que abrangesse pessoas de várias idades.
"A primeira colecção que fez reunia 40 modelos diferentes, agora tem 400 para apresentação - o que dá uma produção de cerca de 80 pares diversos. "Tive de me adaptar ao mercado. Percebi, por exemplo, que não podia fazer apenas sapatos altos." E neste momento oferece uma gama muito variada: "Entre sapatos, mocassins, sandálias, bailarinas, mesmo no Inverno, porque há países com climas diferentes."A participação em várias feiras internacionais foi fundamental para se tornar reconhecido e encontrar agentes comerciais para o seu produto. Hoje exporta 93% do que produz, o que lhe traz uma consciência internacional dos gostos de cada um.
"Na Rússia procuram-se saltos altíssimos, com muitos pormenores, os países nórdicos e o Norte de Itália procuram produtos mais básicos, sem grandes pormenores, mas bom sapatos. O mercado latino, Portugal, Espanha, Sul de Itália, Grécia, querem saltos mais baixos, ligam mais ao conforto."

Como criativo da empresa que hoje só comercializa o que foi pensado por si, Luís Onofre teme que um dia não consiga ser capaz de continuar a produzir e de ter de recorrer a outra pessoa para pensar por ele. "Não é ser egoísta, mas é uma tarefa que, neste momento, não consigo delegar em ninguém. Se falha, põe em risco mais de 60 postos de trabalho." A inspiração busca-a em coisas tão simples como o adorno que uma vez viu na mão de um hippie, quando se passeava pelo Brasil: uma pulseira que ligava o dedo. O resultado foi transposto para a colecção de 2003. Noutra usou apenas materiais naturais para um calçado 100% ecológico. Mas neste campo tenta variar.

 

Conta que o material mais estranho que usou foi pele de rã - rã de cativeiro vinda precisamente do Brasil depois de passados vários degraus burocráticos. Importa os mais variados materiais, como pele de pitão (verdadeira ou não, porque há quem não queira pagar pela verdadeira), pele de crocodilo, camurça e muito pêlo. Materiais presentes nesta estação de Inverno com um conceito que pretende dar a volta à crise. "Este ano, a colecção é pensada nas mulheres que compram por impulso. É graças a elas que este sector ainda sobrevive."

 

Via DN


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Sábado, 13.08.11
Vestir ou não vestir eis a questão!

Na hora de escolher o modelo que nos fica melhor existem sempre uma série de factores físicos que devemos ter em atenção, de forma a disfarçar aquilo de que não gostamos tanto no nosso corpo e por outro lado, realçar o que temos de mais bonito!


Fique com as nossas dicas!


Para parecer mais alta


Prefira as saias que deixam seus joelhos de fora.

As mini-saias podem ser perigosas, especialmente se usadas com saltos muito altos.

É importante estar sempre com um pouco de salto, mas evite os muito altos, pois eles evidenciam as pernas curtas.

Para ganhar mais pernas, use o calçado na mesma cor das meias e das calças.

Os sapatos de bico fino são os que mais alongam as pernas.

Utilize sandálias que expõem o peito do pé. Com umas calças compridas e uma barriga de top, este truque simples dá uma leveza ao visual, alongando a silhueta.

Sandália preta de salto fino e altíssimo faz uma parceria perfeita com o vestido da mesma cor. A escolha da sandália delicada deixa o tornozelo livre e alonga as pernas.

A sandália em tom da pele de salto fino equilibra a proporção com um vestido liso, de tecido fluido e comprimento pouco abaixo dos joelhos.

Com vestidos pela altura dos joelhos escolha uma sandália alta, de salto fino, cor discreta e bem aberta. Assim, naturalmente, as pernas parecem longas.

O decote em "V" é óptimo, pois aumenta o colo, deixa o pescoço mais comprido e, por consequência, vai parecer mais alta.

Para parecer mais alta é importante que a sua roupa crie uma linha na vertical do seu corpo. Dá para conseguir esse efeito usando blusas abotoadas na frente, fechadas por fecho-eclair, blazer aberto, etc.

As calças com vinco a direito são uma óptima escolha.

Evite calças com bordados ou detalhes na barra. Isso fará com que pareça mais pequena.

Não escolha roupas com estampas na horizontal.

Bolsas muito grandes diminuem ainda mais a sua estatura.

Evite colares muito curtos: achatam o pescoço e diminuem a altura. Prefira os longos.

Cintos que contrastam com a cor da roupa, provocando um corte no meio do corpo que achata a silhueta; tal como os cintos muito largos com fivelas pesadas.

Evite cachecóis e lenços com as pontas muito compridas.

Prefira saias rectas, de tom próximo ao da blusa.

As roupas de uma só cor são ideais, mudando somente as tonalidades.

Use tecidos mais leves, como seda, crepe, algodão e jérsei.

Os bodies são óptimos para alongar a silhueta, porém os vestidos são uma das melhores opções.

Evite jardineiras, calças-pijama e blusas compridas por fora da calças pois achatam o visual.

Calças com bainha virada, pregas volumosas ou franzidos, vestidos com comprimento abaixo da batata da perna e vestidos com cintura marcada fá-la-ão parecer mais baixinha.

Para quem tem perna curta esqueça as calças acima do tornozelo. Mesmo que estejam na moda não as inclua no seu guarda-roupa... vai parecer bem baixinha.

Utilize de preferência calças que venham até aos pés para alongar as pernas.

A bainha não deve arrastar no chão mas também não devem deixar que se veja o sapato todo.

Calças com cintura subida chamam a atenção para o rabo e realça o contraste das pernas curtas.

As calças skinny podem ajudar se tiverem um rabo de tamanho não muito grande, caso contrário as pessoas só vão ver como as calças ficam justas no vosso rabo e não vêem mais nada.
O ideal são calças compridas na largura certa.

Evitem saias com várias camadas ou padrões. Em vez de criar altura vai diminui-la.

Os casacos compridos de ¾ ou pela anca, além de exaltar elegância dá mais altura. Mas cuidado, casacos compridos demais terão o efeito contrário.


Ancas largas

Peças rectas e em cores mais escuras e mais claras em cima.

As bolsas devem ter alças curtas, afastadas do quadril.

Nunca use bolsa de qualquer modelo a tiracolo.

Listas horizontais e vincos frontais estreitam os quadris.

As saias curtas devem ser evitadas.


Pernas grossas

Calçados em tons claros com bico e salto finos e sandálias decotadas sem detalhes nos tornozelos e sem tiras no peito dos pés são essenciais.

Opte por calças e saias com riscas verticais, vestidos em A e vincos marcados na frente.

Não são recomendados os trajes muito curtos.

Pernas finas

Escolha sapatos com bico redondo e salto mais grosso, modelos do tipo sapato boneca e sandálias amarradas nos tornozelos.

As calças rectas, mini-saias e saias-lápis dão a ilusão de pernas um pouco mais grossas.

Para esconder aquelas gordurinhas indesejáveis nada mais elegante do que um modelo preto básico.



Pescoço longo

Decotes mais rasos dão a ilusão de um pescoço menor.

Brincos longos e colares curtos são perfeitos.


Pescoço curto

Peças bem decotadas aumentam o pescoço.

Para os acessórios, prefira os colares longos e os brincos curtos


Seios grandes

Decotes mais profundos, sem detalhes ou estampas em cima do busto.

As bolsas de mão ou com alças que terminam na altura da cintura são ideais.

Não use nada que termine na linha do busto.

Os casacos devem ser abotoados abaixo dos seios.



Seios pequenos

Estampas e detalhes (drapeados, rendas, entre outros) dão a ilusão de seios maiores.



Para as gordinhas

Evite roupas com estampas grandes ou muito coloridas.

As listas verticais dão a impressão de uma silhueta alongada e, portanto, contribuem para dar uma impressão de que a pessoa está mais magra.

Fuja das listas e decotes horizontais.

Cuidado com peças e acessórios que marquem a cintura.

Cuidado com os cintos: além de marcarem demais aqueles quilos a mais, podem chamar a atenção das pessoas para a sua barriga, principalmente se for muito ornado e aclamativo.

Evite as roupas com pregas e acessórios grandes.

As saias rectas são óptimas opções.

Escolha calças rectas e escuras.

Quanto à numeração, não se deve usar roupas muito justas, nem, muito largas.

Os tecidos das roupas devem ser tecidos mais moles, que tenham um bom caimento como seda e microfibra.

Nas zonas mais gordinhas do corpo abuse das cores mais escuras.


Dicas Gerais

Não utilize camisolas curtas muito menos uma camisola que mostre a barriga. Já passaram de moda. Escolha as que ficam pela anca, ou então joguem com sobreposições.

Os boleros estão proibidos para as baixinhas e para quem tenha peito grande. Fazem com que parece mais gorda e cria mais uma divisão no corpo que tira altura.

Vestidos sempre e a qualquer hora. É só preciso saber escolher tendo em conta o evento.

Não misture padrões.

O padrão deve condizer com o tamanho da mulher. Uma mulher pequena com um padrão enorme perde-se no meio daquilo tudo, e o mesmo com uma mulher grande num padrão minúsculo, fica estranho.

Seja muito criativa! A moda é isso mesmo. Mas não se ponham com ideias extravagantes que depois não assentam bem.

Cuidado com a cor amarela. São raras as cores de pele que ficam bem com essa cor.

Nunca utilize lantejoulas numa peça de roupa durante o dia. As lantejoulas são para ser utilizadas à noite e... com moderação.

 

Via Ser Mulher



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Segunda-feira, 25.07.11

Veja a moda de verão exibida numa passagem de modelos na Florida, EUA, onde a sensualidade e cores garridas são notas dominantes. 

 



Via Expresso



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Quarta-feira, 20.07.11
Ana Beatriz Barros é o rosto da coleção
Ana Beatriz Barros é o rosto da coleção

Sucesso deve-se também à venda de três peças por apenas €11. O resultado salta à vista: mais de 460 mil cuecas brasileiras vendidas.

 

 

Em época de crise, as cuecas brasileiras foram a solução encontrada pela Marks & Spencer para superar as quebras de clientes. Graças à coleção "brazilian knickers", a marca britânica subiu  as suas vendas gerais em 3,2% no último trimestre, avança o jornal "The Guardian".

 

Parte do sucesso de vendas deve-se também à promoção lançada pela Marks & Spencer, com a venda de três peças por apenas €11. O resultado salta à vista: mais de 460 mil cuecas brasileiras vendidas.

 

Inspirada "nos biquínis cariocas", a "brasileira tem tudo para ser a cuequinha desta década", disse à BBC Brasil a estilista Soozie Jenkinson, responsável pela coleção.

Segredo está no corte

 

O segredo do modelo baseia-se no corte mais baixo na frente e mais largo nos lados, tornando-a "mais generosa com as mulheres e mais sexy do que as cuecas tradicionais, por ser mais volumoso no rabo e desenhado para ser incrivelmente suave sobre a pele e para eliminar marcas de costuras".

 

A modelo brasileira Ana Beatriz Barros, que também desfila para a Victoria's Secret, foi a cara - e o traseiro - escolhida para divulgar a coleção que prima pelas transparências e rendas.


Via Expresso



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Sábado, 16.07.11

Confesso que estou bastante afastada do mundo das noivas. Casar não faz parte dos meus planos e usar um vestido branco cheio de folhos e rendinhas muito menos. Talvez por isso, quando uma amiga me disse quanto ia pagar pelo seu vestido, a minha reação tenha sido qualquer coisa como: "F....-.., €1500 por um vestido que vais usar uma única vez na vida?!". Como podem calcular, há momentos de choque que nos fazem esquecer o decoro, por maior que seja o salto alto.

 

Eu não pretendo assinar o meu amor num papel, mas imagino perfeitamente uma festa de celebração de uma união feliz. Que não haja mal-entendidos: respeito quem opta por dar o nó, mas custa-me mesmo entender porque se há de ter de gastar qualquer coisa como €1500 num vestido e mais de €5 mil num copo de água. Já para não falar da hipocrisia da festa na igreja apenas "porque é bonita" ou "porque a família faz questão", quando nem sequer se é católico praticante. E acreditem que já tive a minha dose de discussão familiar sobre isto. Mas adiante...

Papel higiénico em vez de cetim

 

A minha preocupação com o custo exacerbado daquele que é supostamente o "dia mais feliz da vida daquelas duas pessoas" parece ser também partilhada pelo site "Cheap Chic Weddings ", qualquer coisa como "Casamentos Chiques e Baratos". Desde 2005, a página organiza um concurso, no mínimo, original: vestidos de noiva feitos em papel higiénico.

 

Sei que isto nos levaria a piadinhas duvidosas (mea culpa, eu própria já as fiz!), mas vamos tentar manter, desta vez, o decoro por estas bandas. Imaginação parece ser a palavra de ordem e com cola, laca, purpurina e papel higiénico - do de folha dupla, consta nas dicas das autoras - o resultado não deixa de ter a sua piada. Deixo-vos aqui uns quantos exemplos de vestidos levados a concurso e usados no dia d por mulheres que não estavam para gastar o dinheiro de, por exemplo, uma viagem a dois, numa peça de roupa. Até porque seja de branco, de verde ou de vermelho, o amor é o que realmente interessa. Ou não é?

 



Via Expresso



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Terça-feira, 12.07.11

O tão famoso Bikini está de parabéns pelos seus 65 anos!


Desde que este foi revelado ao mundo em Paris pela primeira vez, que o mundo dos homens e das mulheres tem sido mais feliz.

 

O Brasil segue na frente no que toca ao uso do bikini, mas este não é uma invenção Canarinha. O Bikini foi inventado pelo estilista francês Louis Réard que o batizou com o nome do pequeno atol de Bikini no Pacífico, onde os americanos haviam realizado uma série de testes atómicos.

 

Ao longo do tempo novas marcas, e principalmente novos modelos surgiram, fazendo com que as mulheres sejam cada vez mais belas e sensuais. Viva o Bikini!

 

Os 65 anos do Bikini



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Quinta-feira, 26.05.11
5ª edição do Princípe Real LIVE promete Noites Mágicas para o fim-de-semana
O Príncipe Real - um dos bairros mais elegantes da cidade de Lisboa - acolhe a partir de hoje a 5ªedição do Príncipe Real LIVE.

Durante três dias, este que é um bairro nobre da cidade, enche-se de mais vida e em cada esquina vai haver arte, luz, movimento e animação.

Este ano o mote da iniciativa é a «magia, a ilusão, o fantástico e o feitiço» reunidos em três 'Noites Mágicas' que se prolongam entre as 11 e as 24 horas.

 

Da Rua D. Pedro V à Rua da Escola Politécnica e ruas perpendiculares, estará à disposição dos participantes um grande e variado leque de acções e eventos organizados pelos lojistas.

 

À semelhança do que já se tem vivido nas passadas edições, para estas 'Noites Mágicas' estão guardados inúmeros segredos: exposições de arte, joalharia e design, degustações, performances de tango e muitos outras iniciativas.

 

A programação está disponível em:http://www.facebook.com/event.php?eid=207571642984

 

Via Sol



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Sábado, 14.05.11

Revista norte-americana "Forbes" acaba de divulgar o seu top-10 das manequins mais bem pagas do mundo. Nos últimos 12 meses, estas senhoras faturam mais de 110 milhões de dólares. Tão belas quanto ricas...

18:27 Quinta feira, 12 de maio de 2011
 
 


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