Terça-feira, 14.02.12
Quem estiver interessado só tem de aparecer às 17h num dos três quiosques
Quem estiver interessado só tem de aparecer às 17h num dos três quiosques (Foto: Nuno Ferreira Santos)
Arranjar um par a quem está só ou mal acompanhado neste Dia dos Namorados é o objectivo de uma iniciativa conjunta da Câmara de Lisboa com os quiosques de refrescos de Catarina Portas.

Quem estiver interessado neste blind date só tem de aparecer às 17h num dos três quiosques - Príncipe Real, Praça de Luís de Camões ou Praça das Flores - e tentar a sua sorte. "Nós contribuímos com um kir de groselha para ajudar a soltar a língua e a timidez", explica uma porta-voz de Catarina Portas, Manuela Costa. "Esperamos que as pessoas tenham uma boa conversa e se divirtam". Afinal, quem disse que o amor não pode ser descoberto à mesa de um quiosque? Tempo não há-de faltar, porque tanto o quiosque do Príncipe Real como o da Praça das Flores fecham à meia-noite e o do Camões só encerra à uma. Ontem, a meio da tarde, a iniciativa, que se intitula justamente O amor é cego, contava com 13 inscrições, mais mulheres do que homens. 

E, se as coisas correrem de feição, ainda há tempo para, nos próximos dias, participar com a nova cara metade nas múltiplas iniciativas da Câmara de Lisboa para assinalar que estamos em época de namoro. No jardim de S. Pedro de Alcântara, termina hoje, pelas 19h, um campeonato de slows, enquanto no quiosque do jardim das Amoreiras decorre uma semana gastronómica inspirada nas receitas afrodisíacas de Isabel Allende. E como muitas vezes o caminho para o coração passa pelo estômago, a culinária é também o ponto forte das celebrações desta semana dos namorados no mercado de Santa Clara, local onde também se cantará o fado. 

Até que a morte nos separe é um passeio com partida no cemitério dos Prazeres para dar a conhecer histórias de amor que atestam, e nalguns casos até ultrapassam, o romantismo do juramento nupcial. Para os amantes da natureza, a autarquia organizou visitas a Monsanto, nas quais promete desvendar os segredos da biodiversidade, do acasalamento e da reprodução. 

Já os adeptos dos ritmos tropicais podem rumar à Rua Nova do Carvalho, no Cais do Sodré, para onde estão prometidas aulas de morna na sexta-feira. O programa das festividades românticas promovidas pelo município está todo disponibilizado num site criado para o efeito.

Já quem preferir aprender a cortejar ao estilo vitoriano só tem que se dirigir ao centro comercial das Amoreiras. Na sua clínica de cortejo refinado, a marca de gin Hendrick"s oferece dicas de etiqueta tanto a solteiros que procuram atrair potenciais pretendentes como a casais que pretendam "desenvolver as suas relações com um grande nível de compostura". Num ambiente vitoriano, várias personagens ajudarão os visitantes a encontrar a sua cara metade e a desenvolver as suas capacidades amorosas. Entre os ensinamentos figuram temas como a etiqueta do primeiro encontro, o que vestir em cada ocasião, como convidar alguém para dançar ou como participar num speed-dating.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 13:24 | link do post | comentar

Sexta-feira, 19.08.11
Amizades coloridas

 

Se o amor fosse uma equação lógica, certamente o resultado de uma longa amizade seria um casamento feliz.

 

Isso porque é mais fácil se interessar por aquele com quem se mantém interesses comuns e se partilha uma intimidade desmedida, certo? Conviver por muito tempo com alguém que se gosta de verdade pode dar a deixa para um romance que, até então estava travestido de amizade. E pintar a vida com diversas cores.

 

Nem precisa ser especialista no assunto para dizer que grandes amizades são uma espécie de amor camuflado, em intensidade diferenciada. Os dois sentimentos são acompanhados de intimidade, revelada por conta do conhecimento e da sensibilidade recíproca. 
Mas há uma linhazinha que divide uma coisa da outra: as respostas corporais. "Em ambas as relações, quando sinceras, existe amor, interesse e intimidade. Porém, a necessidade corporal indica que o amor está começando a se manifestar. É um imenso desejo de estar junto, próximo, tocando e se encontrando com o objeto de amor", explica a psicóloga e psicoterapeuta Marie Bize.

 

Segundo ela, outros sinais são que a amizade suporta a distância e o amor padece quando longe. "Amor precisa de contato físico, de carinho e toques, de palavras doces e olhares atentos. Amor necessita de um estado de presença constante. Todas estas necessidades são corporais, são vivencias e costumam ser prazerosas", completa.

Marie acredita que não é o tempo que determina a intimidade de uma relação. "O ato de conhecer profundamente alguém é determinado pelo interesse sincero na outra pessoa", afirma. Isso significa que amizades se transformam em amor não por conta da duração, mas pelo interesse em conhecer e participar mais da vida e das histórias da pessoa amada. "Amizade não é um amor disfarçado - é um amor declarado, por vezes até de maneira incondicional. Diferentemente da amizade, no amor existe a cobrança e o desejo de exclusividade".

 

Mas para nós, mulheres, há sempre aquela dúvida se entre homens e mulheres pode existir uma amizade sincera. Marie explica sempre haverá uma tensão sexual envolvida, sejam eles amigos ou não. "Não há como negar o fato de existir uma química entre os dois sexos. É natural e saudável, indica até mesmo um nível de saúde e vitalidade energética", opina. E na amizade, isso não é diferente. "Essa tensão sexual é um dos ingredientes que tempera a amizade entre homens e mulheres. Dependerá de ambos saberem lidar com esta tensão e diferenciar as relações".

 

Quando a linha entre uma coisa e outra se confunde, é sinal de que um sentimento provavelmente se sobrepôs ao outro. Aí, a melhor coisa é tentar clarear a ideias - e os anseios. "No momento que existe amor numa relação de amizade é melhor que este seja qualificado e expressado. O sacrifício e a falta de comunicação distanciarão os amigos. Então, corra o risco de se abrir, de se expor e encarar este sentimento. A amizade se fortalece na verdade".

 

Mas e o medo de perder o amigo, caso o sentimento não seja correspondido? Anita, 28, já levou um fora de um dos melhores amigos. "Quando nos conhecemos, a gente se dava super bem e acabei confundindo as coisas. Quando tive coragem de falar com ele, não fui correspondida. Foi super chato", lembra.

 

A sugestão, nesse caso, é enfrentar a situação com dignidade. "O amor não correspondido não é um amor falido, somente um amor mal direcionado. Direcione sua energia para outro foco ou outra pessoa", sugere Marie. No caso de Anita, ela precisou apenas de tempo. "Algumas semanas depois ele me procurou e voltamos a ser amigos, agora mais que nunca!"

 

Márcia namorou, noivou e até morou junto com o melhor amigo. A separação foi inevitável, eles chegaram a ficar outras vezes, mas hoje a amizade reina absoluta. "São sete anos dividindo as experiências. Falamos sobre tudo, inclusive sobre nossos relacionamentos atuais. Apesar de não ter dado certo, a amizade continuou. Desde que se tenha respeito, isso é possível", acredita. O que se sabe é que no amor não há regras ou certezas. Ele pode nascer tanto de uma conversa de bar quanto de uma amizade (colorida) sincera.

 

"A experiência mostra que ele pode estar onde você menos espera. Um colega de trabalho, um amigo de escola, o vizinho, alguém que já é conhecido ou um completo desconhecido. Não há como saber. O que se sabe é que o amor depende de uma possibilidade de entrega e disposição para se expor e abrir. À medida que o coração se abre e confia, o amor pode penetrar no coração a qualquer instante", finaliza Marie. Melhor estar preparada.

 

Via Vila Dois



publicado por olhar para o mundo às 21:31 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quarta-feira, 23.02.11

 

Mãe solteira o que fazer para namorar

Encontrar uma pessoa bacana para construir um relacionamento exige tempo e muita disposição. Talvez esse acabe sendo um dos motivos que levam mulheres que já são mães a deixarem um pouco de lado suas vidas amorosas.

 

Entretanto, a dedicação a um filho não pode ser empecilho para se viver um novo amor. Ainda mais porque há homens por aí que não se importam com o fato de terem que incluir uma criança no relacionamento.

 

Para a psicoterapeuta e psicanalista Lea Michaan, a mulher que já é mãe e está disposta a viver um novo amor não pode - e nem deve - ficar presa a um só papel. "Ela precisa transitar por todas as funções que cabem a ela: dona de casa, profissional, mãe, mulher. O filho vai crescer e viver sua própria vida. E se ela não cuidar de si própria certamente vai culpar este filho e impedir que ele siga seu caminho", esclarece.

Na hora de "ir à caça", Lea acha que a mulher não deve dizer logo de cara que tem um filho. Afinal de contas, ela tem o direito de se preservar. "O ideal é que ela comente da criança numa segunda oportunidade. Antes é importante saber o grau de envolvimento que ela e essa pessoa pretendem ter", sugere. "O filho já tem a carência de uma figura paterna, portanto, o certo é evitar qualquer tipo de frustração".

Lea recomenda também que a mulher crie um vínculo bacana com o parceiro antes de apresentá-lo ao filho. "Separadamente, converse com a criança. Diga a ela que você conheceu um homem legal e a importância que esta pessoa tem na sua vida. Peça para que seu filho o conheça e sempre ressalte que, apesar da chegada do rapaz, a sua relação com a criança não será abalada", recomenda.

A opinião da criança sobre o novo namorado da mãe não pode deixar de ser ouvida. "Procure saber o que ela achou. Caso a opinião seja negativa, tenha discernimento para identificar se a crítica é verdadeira ou apenas ciúmes. Se for necessário, tenha uma conversa franca com ela e com o parceiro juntos".

Um namoro pode acabar, mas o filho é para sempre. Por este motivo, a criança deve ser sempre prioridade na vida da mãe. "Nunca deixe seu filho de lado por conta do relacionamento. Encontre um momento do dia para se dedicar integralmente a ele. Seja quando ele chega da escola ou quando você chega do trabalho. Somente depois vá ao encontro do namorado", aconselha Lea.

Aos finais de semana, a mãe também precisa incluir a criança nos programas. "Caso o homem não tenha interesse em participar desses eventos, é um alerta de que ele não serve para namorar você", afirma a psicanalista. "Outro ponto importante é preservar a sua intimidade. Lembre-se de fechar a porta quando for se deitar com seu parceiro. É difícil para o filho conviver com a sexualidade da mãe".

Em situações como essa, é normal a família dar opiniões, uma vez que está preocupada com o bem-estar da criança. Para lidar com isso é preciso ter equilíbrio. "Eu penso que os familiares querem o bem da criança e, por isso, opinam. A mulher deve escutar sempre os conselhos, mas se realmente quiser levar o namoro adiante, deve defender sua posição, alegando que se ela tiver um companheiro será melhor para o filho e que o lado feminino dela também precisa de cuidados".

Portanto, tenha a certeza de que um filho não atrapalha sua vida amorosa. Esta pode ser a grande chance de conhecer alguém verdadeiramente responsável e que queira lutar para fazer você feliz e adotar seu filho de coração.

 

Via Vila dois



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

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