Sexta-feira, 09.03.12

Capela foi construída no interior do seminário

Capela foi construída no interior do seminário (Foto Nélson Garrido)


Depois de no ano passado, o site ArchDailyter premiado três projectos portugueses como edifícios do ano 2010, este ano Portugal volta a conquistar o mesmo número de prémios. Se na edição passada as distinções foram todas para o Porto, este ano o norte volta a estar em destaque. A Capela Árvore da Vida em Braga, a MIMA House em Viana do Castelo e a sede da Associação Fraunhofer no Porto foram as escolhidas pelos leitores do conceituado site.

 

Os três projectos portugueses estavam entre os 70 candidatos a Edifício do Ano, tendo-se destacado nas categorias de “Arquitectura Religiosa”, “Habitação” e “Interiores”.

Capela Árvore da Vida, em Braga, foi distinguida na categoria de “Arquitectura Religiosa”. Construída com 20 toneladas de madeira dentro do Seminário Conciliar de Braga, o projecto do ateliê Cerejeira Fontes Arquitectos distinguiu-se pela “simplicidade da sua complexidade”, escreve o site, acrescentando que esta obra prova que os novos estilos arquitectónicos conseguem coexistir com a tradição cristã. A Igreja da Boa Nova, no Estorila, e a Capela de Santa Ana, em Santa Maria da Feira, também estavam nos finalistas. 

Na categoria “Habitação”, o prémio foi para o ateliê MIMA Architects, dos arquitectos Mário Sousa e Marta Brandão com a MIMA House, inspirada na tradição japonesa, com grelhas que permitem a instalação de paredes quando necessário. Existem dois modelos de pré-fabricados: o MIMA studio, de 18 metros quadrados, e o MIMA loft, de 36 metros quadrados (o mais comum). Em qualquer uma das opções, é possível personalizar a casa, escolhendo os materiais, acabamentos ou louças. Nesta categoria, estavam ainda nomeados a Casa do Voo dos Pássaros, nos Açores e a Casa em Leiria (Aires Mateus).

A sede da Associação Fraunhofer no Porto, pelo ateliê Pedra Silva Architects, venceu na categoria “Interiores”, sendo o único projecto português finalista aqui. Localizada no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC), a sede da Fraunhofer é um espaço de investigação com uma área de 1660m² divididos em dois pisos. Neste projecto, o ateliê de arquitectura foi responsável pelo desenho e decoração do espaço, que como se pode ler na sua explicação, “ são espaços, de dimensão e função variada”. “São gerados a partir de um gesto forte que determina todo o funcionamento e imagem do conjunto: um plano que ondula no grande espaço vazio, gerando espaços habitáveis maiores ou menores e mais ou menos privados de trabalho.”

No total, nas 14 categorias premiadas, Portugal somou 14 nomeações, tendo-se distinguido maioritariamente em “Habitação”, “Museus e Bibliotecas” e “Arquitectura religiosa”.

Na categoria de “Museus e Bibliotecas”, eram candidatos A Casa das Histórias da Paula Rego (Cascais), o Museu do Design e da Moda (Lisboa) e o Museu da Vila Velha (Vila Real).

Portugal teve ainda finalistas na categoria de “Arquitectura Desportiva” com a Piscina Municipal de Povoação, nos Açores, e na categoria “Cultural”, com o Centro das Artes de Sines. Os “Espaços Públicos” tiveram um representante (a ponte pedestre da Covilhã) e a “Arquitectura Industrial” contou com uma nomeação (a Herdade do Marmelo). 

Na edição do ano passado os três edifícios portugueses premiados foram o edifício da Vodafone no Porto, o bar temporário que representou a Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto na Queima das Fitas e a Closet House, de Matosinhos.

O site especializado em arquitectura tem actualmente 200 mil visitas diárias que geraram 350 milhões de pageviews durante o ano passado. O ArchDaily conta com 467 mil amigos no Facebook e 60 mil seguidores no Twitter.

O ArchDaily, criado em 2008, apresenta-se como "o site para arquitectos mais visitado do mundo".

Notícia substituídano dia 8/03 às 10h30: Notícia da Lusa substituída por notícia própria; acrescentadas informações sobre projectos vencedores e finalistas.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 08:38 | link do post | comentar

Terça-feira, 28.02.12

Veja os "trapinhos" que vestiram as estrelas na noite dos Óscares

 

Depois dos prémios o destaque vai para a roupa das estrelas. Veja o que vestiram os protagonistas da noite dos Óscares e escolha os melhores e os piores.




Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 10:19 | link do post | comentar

Sexta-feira, 24.02.12
São os membros, através de voto secreto, que decidem os vencedores
São os membros, através de voto secreto, que decidem os vencedores (AFP)

 Já se sabe que os prémios mais cobiçados de Hollywood são atribuídos pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, mas pouco mais se sabe sobre quem realmente decide e vota nos nomeados. Actualmente, a Academia conta com 5765 membros votantes, são eles que escolhem os filmes nomeados e os vencedores. Mas quem é que está realmente por trás dos boletins de voto?

Uma investigação do Los Angeles Times, que descobriu a identidade de mais de 5100 membros (cerca de 89% das pessoas que votam para os Óscares), revela que o grupo votante não representa uma igualdade justa e representativa do mundo do cinema e que muitos nomes reconhecidos do meio nem sequer integram esta lista, o que influencia obviamente os vencedores aos Óscares. 

A justificar estão os números gerais: 94% são brancos, 77% são homens e 54% têm mais de 60 anos. Estes são os números que saltam à primeira vista e que dão azo a uma especulação que não é nova. Poucas raças representadas, poucas mulheres e poucos jovens. Quase o oposto daquilo que se passa no mundo cinematográfico.

Ainda recentemente, o realizador da saga “A Guerra das Estrelas”, George Lucas, que não é membro da Academia, se queixou, numa entrevista a Jon Stewart, do racismo existente em Hollywood, destacando que são raras as vezes em que os filmes são protagonizados por actores negros, ou que estes são reconhecidos. 

Até hoje, em 83 anos de história dos Óscares, apenas cerca de 4% dos prémios de representação foram para actores afro-americanos. Nos confrontos entre homens e mulheres, os resultados ainda são mais díspares. Kathryn Bigelow foi a única mulher a receber o Óscar de Melhor Realizador por “Estado de Guerra” e isto aconteceu apenas em 2010.

No ano a seguir, em 2011, Samuel L. Jackson queixou-se de não ter existido em toda a cerimónia de entrega dos Óscares um apresentador masculino negro. “É obvio que não existe NENHUM actor preto em Hollywood que saiba ler um teleponto, ou que não seja fixe o suficiente”, disse o actor ao Los Angeles Times

E depois há a questão da idade. Também no ano passado, os responsáveis da Sony Pictures, produtora do filme nomeado “A Rede Social”, disseram na altura que consideraram que o filme sobre a criação da maior rede social, o Facebook, não conquistou o Óscar de Melhor Filme, que foi entregue a “O Discurso do Rei”, porque os membros da Academia mais velhos, que representam mais do que a maioria, não se identificariam com a história da Internet. 

Para a actriz afro-americana Alfre Woodard, que é membro da Academia desde 1985, se a idade média dos votantes fosse entre os 45 e os 50 anos, por exemplo, o filme “Shame”, no qual Michael Fassbender dá vida a um homem viciado em sexo, seria um forte candidato aos Óscares. Para a actriz, “Shame”, que se destacou entre a crítica, não é o tipo de filme que um público mais velho “vá a correr ver”.

Apesar de todas as polémicas e críticas, o presidente da Academia Tom Sherak já garantiu que não foram dadas ordens aos produtores da cerimónia, Brian Grazer e Don Mischer, para que incluíssem mais minorias na gala. “Os produtores produzem o espectáculo, fim da história”, disse Sherak ao jornal norte-americano, lembrando que Academia nunca se deixou influenciar por essas questões.

Mas quem são afinal estes membros?

Originalmente, os membros da Academia estavam divididos em cinco categorias, cada uma representando uma área diferente do cinema, nomeadamente os produtores, argumentistas, os realizadores, os actores e os técnicos. No entanto, com o aumento da indústria, estas categorias foram aumentadas para 14 grupos, de forma a se incluírem as áreas administrativas (executivos e relações públicas) e subdivisões na categoria das técnicas (directores criativos, fotografia, edição, som). Desde o seu início que um membro só pode integrar a Academia por convite, sendo que até 2004 os convites não eram públicos. Desde então, todos os anos os novos membros são notícia. Em 2011, por exemplo, a Academia anunciou a entrada de mais 178 novos membros, entre os quais se destacavam nomes como o actor Russell Brand, a actriz Mila Kunis, o realizador Tom Hooper ou a artista Beyoncé Knowles. 

Segundo a constituição da Academia, qualquer pessoa se pode ser convidada formalmente para membro, basta apenas que tenha feito de alguma forma uma contribuição valiosa no mundo do cinema, ou que tenha sido distinguido com o seu trabalho no ramo ou, noutros casos, que um membro proponha o seu nome, que terá obviamente de ser justificado, não se distinguido aqui a nacionalidade, existindo actualmente membros de mais de 20 países. Entre os nomes não americanos destacam-se por exemplo o compositor britânico Andrew Lloyd Webber, o designer de moda indiano Bhanu Athaiya, ou o cineasta italiano Vittorio StoraroDepois de convidados pela Academia, o cargo é vitalício, mesmo que entretanto se retirem do cinema ou se reformem. Ou como aconteceu em muitos casos, actores que em tempos áureas se destacaram em Hollywood e que entretanto foram esquecidos pela indústria. Quem não se lembra do actor Steve Guttenberg, que na década de 1980 foi a grande estrela da saga “Academia de Polícia”? 

 

Via Público



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Sexta-feira, 30.12.11

Uns são fraudes, outros são estudos que não deviam ter acontecido, pelo menos daquela forma. Quando a ciência não dá boa imagem de si.
A fraude do "senhor dos dados" holandês


Os temas de Diederik Stapel pareciam escolhidos a dedo para chamarem a atenção: a influência do poder no pensamento moral, como os ambientes desordenados promovem a discriminação... Mas os dez anos de investigação em Psicologia Social do holandês, traduzidos em mais de 150 artigos em revistas científicas, desmoronaram-se em Setembro, quando foram divulgados os primeiros resultados de uma investigação promovida pela Universidade de Tilburg, onde trabalhava. Stapel, afinal, não fazia inquéritos, nem experiências para observar situações sociais. Inventava pura e simplesmente os dados e dava-os aos seus estudantes ou colaboradores, que não sabiam que trabalhavam com falsidades.

"As pessoas estão chocadas", disse ao site Science Insider Gerben van Kleef, psicólogo social da Universidade de Amesterdão. O relatório ainda provisório das universidades holandesas onde Stapel trabalhou chamou-lhe "Senhor dos Dados" (Lord of the Data), porque não mostrava o material original a ninguém. Isso ter-lhe-á permitido ter uma carreira fraudulenta, publicando em revistas prestigiadas, como a Science.

Esta fraude de proporções épicas pôde acontecer porque é prática corrente na investigação em Psicologia não divulgar os dados originais, com a desculpa de defender a privacidade dos participantes. Mas "a cultura de segredo da Psicologia produz ciência de baixa qualidade", escreveu na Nature o psicólogo Jelte Wicherts, da Universidade de Amesterdão. "Quando se voltam a analisar artigos publicados, encontram-se frequentemente erros, e quanto mais relutantes se mostram os autores em divulgar os seus dados, mais provável é que o seu trabalho tenha erros."

Arsénio, bactérias e a ciência em águas de bacalhau

A descoberta divulgada no final de 2010 foi uma declaração e tanto. Havia na Terra bactérias tão diferentes que passava a ser possível procurar vida em locais no Universo que até então julgaríamos mortos. Felisa Wolfe-Simon, do Instituto de Astrobiologia da NASA, tinha encontrado uma espécie que se alimentava de arsénio. O estudo foi publicado na Science.

 

Via Público



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Segunda-feira, 21.11.11

Taylor Swift vencei o prémio mais cobiçado da noite, o de Artista do Ano
Taylor Swift vencei o prémio mais cobiçado da noite, o de Artista do Ano (Reuters)
A cantora norte-americana Taylor Swift foi a grande vencedora dos prémios American Music Awards, que se realizaram este domingo no Nokia Theatre em Los Angeles, ao arrecadar três estatuetas, incluindo a de artista do ano.

“Nunca pensei que isto fosse acontecer”, disse a cantora ao receber o prémio de artista do ano. “Obrigado a todos os fãs, nunca mudem por favor. Isto é uma loucura”, continuou Taylor Swift, que venceu também nas categorias de Melhor Álbum Country com “Speak Now” e Melhor Artista Country.

Numa noite em que as mulheres dominaram, arrecadando um maior número de prémios, a britânica Adele, ausente da cerimónia por estar a recuperar de uma cirurgia às cordas vocais, foi outra das grandes vencedoras, levando para casa os prémios de Melhor Artista Pop/Rock, Melhor Álbum Pop/Rock, com “21”, e Melhor Artista Contemporânea. 

A excêntrica Nicki Minaj, que abriu a cerimónia numa actuação ao lado de David Guetta, ficou logo atrás e levou para casa dois galardões nas categorias de Melhor Artista Rap/Hip Hop e Melhor Álbum Rap/Hip Hop com “Pink Friday”. Beyoncé, que também não esteve em Lós Angeles, venceu o prémio de Melhor Artista Soul/R&B, enquanto Rihanna, em digressão na Europa e por isso ausente da gala, foi distinguida na categoria de Melhor Álbum Soul/R&B com “Loud”.

Outro dos grandes destaques da noite foi a actuação de Jennifer Lopez, que levou para casa o galardão de Melhor Artista Latina, categoria na qual concorria ao lado de Pit bull e Enrique Iglesias. “Estou a tremer”, mostrou-se surpreendida a artista ao receber o prémio, agradecendo à família e, em especial, “aos meus lindos bebés que me inspiram a ser melhor todos os dias”. 

Katy Perry, que esteve recentemente em destaque nos prémios da MTV, venceu um prémio especial por ter conseguido cinco números na lista da Billboard com músicas do mesmo disco (“Teenage Dream”), marca que apenas Michael Jackson tinha alcançado com o álbum “Bad”. Os Maroon 5 venceram o primeiro prémio da noite, na categoria de Melhor Banda Pop/Rock.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 13:29 | link do post | comentar

Quinta-feira, 01.09.11
<p>Lisboa foi reconhecida como o "melhor destino de curta duração" da Europa em 2009 e 2010</p>

Lisboa foi reconhecida como o "melhor destino de curta duração" da Europa em 2009 e 2010

 (Hélder Olino)

A Cidade de Lisboa a Transportadora Aérea Portuguesa (TAP), e vários hotéis de luxo nacionais estão nomeados para os World Travel Awards 2011, conhecidos também como os “Óscares do Turismo”. Amanhã serão conhecidos os vencedores europeus.

 

Os World Travel Awards realizam-se uma vez por ano e destinam-se a “reconhecer, premiar e celebrar a excelência em todos os sectores da indústria do turismo” à escala global, explica a organização no site do evento, onde divulgou a lista dos candidatos.

No ano da 18ª edição do evento, Portugal conta com 28 representantes, nomeados para 21 categorias europeias.

Lisboa está nomeada para a categoria de “melhor destino de curta duração" da Europa, prémio que arrecadou nas duas últimas edições. A capital portuguesa está ainda seleccionada para a categoria de “melhor destino de cruzeiro” do velho continente, que venceu em 2009. 

O aeroporto de Lisboa pode vir a sagrar-se o “melhor aeroporto da Europa” – categoria em que marca presença pelo terceiro ano consecutivo - caso consiga a façanha de obter mais votos do que a concorrência, onde desfilam candidatos de peso como o aeroporto londrino de Heathrow, ou os aeroportos de Hamburgo ou Munique.

A TAP está nomeada para a categoria de “companhia aérea líder da Europa”, disputando o lugar com 10 congéneres europeias, onde se incluem nomes como a British Airways ou a Turkish Airlines. A companhia lusitana está ainda seleccionada para o segmento de “melhor classe executiva de transporte”.

Portugal concorre ainda nos segmentos de turismo de luxo e destino balnear, com os seguintes representantes nacionais: Da Balaia Club Med (“melhor complexo turístico”); praia da Dona Ana, em Lagos (“melhor destino balnear”); Praia d’El Rey Marriott Golf & Beach Resort (“melhor complexo turístico de praia”). 

Cinco hotéis nacionais estão nomeados para o prémio de “melhor boutique hotel da Europa”: Aquapura Douro Valley, Areias do Seixo Charm Hotel & Residences, Choupana Hills Resort & Spa, Hotel Quinta da Bela Vista e Vila Joya. 

A gala de apuramento dos vencedores europeus decorrerá amanhã (2 de Setembro) em Antália, na Turquia. As votações são realizadas por profissionais do turismo e agentes de viagens localizados em mais de 200 países de todo mundo. 

 

Via Público



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