Sexta-feira, 27.01.12

Preços dos bilhetes e passes aumentam em média 5% no sector público
Preços dos bilhetes e passes aumentam em média 5% no sector público (Rui Gaudêncio)
Os aumentos foram publicados nesta sexta-feira em Diário da República. A partir de quarta-feira, 1 de Fevereiro, o transporte público encarece em média 5% nos passes e bilhetes. Nos privados o aumento ronda os 4%. Mas há outras alterações. Confira as principais mudanças nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto:

Em Lisboa:

É criado o novo título Navegante, que associa os actuais passes combinados “Carris e Metro de Lisboa urbano” ao da CP, nos circuitos urbanos de Lisboa, por 35 euros. A modalidade que permite associar os passes “Carris e Metro de Lisboa rede” à CP Lisboa custa 40 euros.

O Navegante permite viajar na CP nos percursos Belém-Cais do Sodré, Benfica-Rossio, Benfica-Oriente, Oriente-Santa Apolónia e Alcântara Terra-Oriente. 

Vão também ser criados passes Navegante combinados com a Transtejo/Soflusa: até Cacilhas vai custar 45 euros; para o Barreiro 56,1 euros; e o que inclui o Seixal e Montijo vai custar 49,5 euros.

O passe normal Carris urbano a 30 dias sobe para 29 euros e o passe Carris rede 30 dias passa a custar 35 euros. O preço dos bilhetes a bordo mantém-se: 1,75 euros nos autocarros e 2,85 euros nos eléctricos.

O passe mensal do Metro aumenta de 23,90 euros para 29 euros. Já o passe para toda a rede do Metro sobe de 32 para 35 euros.

Deixa de ser possível fazer novas adesões aos passes monomodais da Carris e do Metro. Em Janeiro de 2013, deixam de existir os passes e outros títulos que permitem utilizar apenas um meio de transporte, à excepção dos bilhetes comprados a bordo da Carris.

Quem trocar as assinaturas actuais pelo Navegante beneficiará de um desconto mensal de três euros, até 31 de Dezembro deste ano.

Em 2013, o preço do Navegante urbano vai aumentar para igualar o preço do Andante Z3 (no Porto), que deverá também subir de acordo com a taxa de inflação.

Cada viagem no Metropolitano de Lisboa vai custar 1,25 euros. Quem carrega o cartão Viva Viagem com a modalidade zapping passa a pagar um valor único de 1,15 euros por uma viagem.

Na rede urbana da CP Lisboa, os aumentos vão dos dois aos 5,9%. Por exemplo, o passe mensal da zona 1 vai custar 29,5 euros. O da zona 2 vai aumentar para 39,6 euros e o da zona 3 vai passar a custar 45,1 euros.

Os novos valores das assinaturas e dos bilhetes estão disponíveis no site (www.cp.pt) da transportadora na Internet.


No Porto:

Não serão aceites novas adesões às assinaturas monomodais da STCP. Estas deixarão de existir a partir de 1 de Janeiro de 2013.

Para quem já tem assinatura da STCP, o preço sobe para os 29 euros na STCP Porto (A) normal. 

O valor do Andante Z3 normal diminui 0,50 euros, para os 36 euros. 

Até ao final do ano, os actuais assinantes de títulos mensais da STCP que migrem para o Andante nas modalidades de 6 ou mais zonas, e 10 ou mais zonas, beneficia de uma bonificação correspondente ao preço diferencial de uma e duas zonas, respectivamente.

Deixará de haver passes e assinaturas de dias úteis, que vão dar lugar aos passes a 30 dias, tanto em Lisboa como no Porto.


A nível nacional, nos passes escolares 4_18 (para estudantes entre os 4 e os 18 anos) e sub-23 (para estudantes do ensino superior até 23 anos), diminui o desconto de 50% para 25%, mas só até Junho. Depois o desconto dependerá dos rendimentos da família. Os estudantes que beneficiem do escalão A do apoio social escolar continuam a ter um desconto de 50% sobre o preço total.

Além disso, o Governo vai criar um passe com desconto de 25% exclusivo para reformados, pensionistas e crianças que viajem nos transportes públicos fora das horas de ponta. Esta bonificação não depende dos rendimentos e pode ser acumulada com outros benefícios. Os reformados que recebam o rendimento social de inserção e o complemento solidário para idosos mantêm um desconto de 50%.

O Passe Social+ é alargado a famílias com rendimentos até 1258 euros, que tenham dois sujeitos passivos e dois dependentes (idosos ou jovens), com descontos progressivos consoante o rendimento. 

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 20:04 | link do post | comentar

Quarta-feira, 18.01.12
12 bons vinhos a menos de 10 euros

 

Eis uma dúzia de vinhos que ajudam a superar os lamentos de crise de um "annus horribilis", 
sem que com isso se criem desequilíbrios orçamentais. Há produtores exímios em oferecer bons vinhos com preço abaixo da barreira psicológica dos 10€. E até vinhos de belíssima qualidade a 5€ ou menos.

Com maior ou menor exultação, com festejos mais expansivos ou comemorações mais contidas, a verdade é que já entrámos em 2012, o ano consagrado como maldito, que todos se empenham em acautelar como annus horribilis, o ano que concentrará todas as desgraças e desventuras nacionais. Os avisos sucedem-se, dentro e fora de fronteiras, reduzindo a confiança e as expectativas, limitando-nos a fé à simples esperança de que o ano que agora começou... seja realmente o pior ano de sempre.

 

Sentimos uma espécie de medo colectivo, um torpor grupal que nos inibe no momento das grandes decisões, adiando muitas das resoluções a que nos tínhamos proposto no passado, obrigando ao adiar de despesas estreitando os orçamentos familiares. Uma apreensão que se estende aos vários sectores da economia, das empresas às famílias, dos serviços à indústria, dos funcionários públicos aos profissionais liberais, minorando a disponibilidade emocional para todos os gastos considerados como não essenciais... entre os quais se inclui o vinho.

 

Por isso, o ano ameaçador de 2012 será também um ano de gastos mais comedidos no vinho, impelindo as famílias a procurar vinhos mais equilibrados no preço, vinhos com boas a excelentes relações qualidade/preço que ajudem a superar os lamentos da crise, sem que com isso se criem desequilíbrios ou deficits orçamentais. Uma condição que é cada vez mais respeitada pelos produtores nacionais, exímios em oferecer bons vinhos a preços mais do que justos, abaixo da barreira psicológica dos 10€, conseguindo mesmo alguns deles propor vinhos de belíssima qualidade a preços inferiores a 5€.

 

Entre eles conta-se João Portugal Ramos, uma das figuras de proa da enologia nacional, com a edição 2010 do alentejano Loios, um tinto de cor vermelha viva e brilhante, repleto de fruta acessível, num estilo fácil e claro que oferece uma frescura notável, de corpo directo mas tremendamente sedutor. Ainda na categoria dos vinhos com preço de venda inferior a 5€, vale a pena deixar-se seduzir pelo atraente Vinhas Boas 2009, um tinto do Dão da autoria de Nuno Cancela de Abreu que se mostra bem-parecido, alegre, perfumado pela fruta delicada, atestado de groselha, morango e mirtilos, um tinto franco e muito agradável.

 

No mesmo patamar de preço anuncia-se o Casa Santos Lima Sauvignon Blanc 2010, um branco de Lisboa que revela cor amarela palha muito clara. O nariz expõe os sinais peculiares da casta francesa, irradiando apontamentos aromáticos de relva acabada de cortar, groselhas verdes, espargos brancos e um pouco de melão, perfil que a boca confirma por inteiro. Fresco, exótico, perfumado, primaveril, é muito fácil gostar deste Sauvignon Blanc. Também branco, também da colheita 2010 e também proposto a menos de 5€, o Casal da Coelheira branco 2010, da região do Tejo, mostra-se um branco supinamente fresco e mineral, floral e silvestre, muito discretamente vegetal, denunciando um tipo de frescor pouco comum nos vinhos brancos nacionais. Seco e quase mastigável, termina teso e severo embora harmonioso.

 

Mas é seguramente no disputado segmento entre os 5€ e os 10€ que abundam as melhores relações qualidade/preço do mercado. Entre as muitas dezenas de escolhas possíveis destaca-se o Quinta dos Roques 2008, muito provavelmente o melhor Quinta dos Roques clássico de sempre, sério e amplo, vivo e seguro, tenso e poderoso, um tinto que nesta colheita alcançou um patamar qualitativo que raramente os vinhos deste segmento de preço conseguem aspirar. Muito interessante está o singular e tentador Terras d'Alter Alfrocheiro 2009, um tinto estreme de uma casta que raramente se vê sozinha no Alentejo. Aprimorado nas notas de ginja, morango e groselha, fino e delicado, é muito fácil gostar deste Alfrocheiro alentejano de perfil tão harmonioso e sensível.

 

O que não deve perder sob nenhuma perspectiva são o Julia Kemper e oQuinta do Cerrado Encruzado, dois belíssimos brancos do Dão, ambos da colheita 2010 onde a casta Encruzado é rainha.

 

O primeiro resulta de um lote equitativo entre as castas Encruzado e Malvasia Fina, assomando grandioso e rigoroso, desafogado e fino nos aromas, amplo e gigante na estrutura. Um branco de corpo imponente e alma cheia, subtil embora possante, suave mas poderoso, imponente no final de boca.

 

O segundo, um vinho estreme da casta Encruzado, emerge encorpado e aromaticamente austero, como de resto é a praxis da casta, amplo e poderoso, cheio e volumoso na boca, com um final de boca destemido. Um belíssimo branco que seria interessante poder ver na companhia retemperadora da casta Malvasia Fina!

 

E sempre que se fala em boas relações qualidade/preço é impossível não terminar com a região de Setúbal, uma das regiões que melhor exprime o conceito e que o leva mais a peito. A abundância de candidatos é lendária, alternando entre os vinhos da Adega Cooperativa de Pegões, Ermelinda Freitas, Bacalhôa e José Maria da Fonseca, entre muitos outros pretendentes ao trono. Por vezes a escolha não é fácil face à abundância de propostas. Como escolher, por exemplo, entre a potência desmedida do Ermelinda Freitas Touriga Nacional 2009 e a suavidade do Adega de Pegões Touriga Nacional do mesmo ano? Se o primeiro prima pelo vigor e pujança, pelos taninos sólidos e pela garra da acidez, num tinto brutal, frutado, encorpado, que fará as delícias dos amantes de vinhos poderosos, o segundo prima pelos aromas florais de violetas e pelas notas citrinas, bem como no jasmim do fundo do copo e na cereja preta. Suave e delicado, termina ligeiramente doce e reconfortante.

 

Tempo ainda para um surpreendente Bacalhôa JP branco 2010, proposto a menos de 3€, um vinho a quem o perfume inebriante da casta Moscatel brinda uma formosura inesperada que a boca logo confirma com o viço da acidez, sem deixar que os aromas terpénicos do Moscatel o tornem enjoativo.

 

Para terminar, o DSF Colecção Privada Moscatel Roxo rosé 2010, um rosado de cor salmonada muito clara, um vinho rosado da casta Moscatel Roxa com aromas intensos à casta, floral e perfumado, exuberante e espampanante, muito diferente dos restantes vinhos rosados do mundo. Termina seco, o que o torna apetitoso para a mesa.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 17:34 | link do post | comentar

Sexta-feira, 20.05.11
Vinhos bons a preços sensatos
Apesar do aperto da crise e dos momentos difíceis a que estamos condenados, nunca como hoje foi tão fácil encontrar vinhos bons e baratos, vendidos a preços mais que sensatos

Apesar de ainda estarmos bem longe de chegar ao ponto mais baixo dos sérios apuros financeiros em que estamos metidos, a depressão já se instalou de vez no espírito colectivo nacional. Ainda nem sabemos com acuidade o que nos vai atingir, e com que magnitude, e já nos defrontamos com a azia de ouvir falar na palavra crise, esse termo que mal chega para definir a aflição em que nos encontramos. Qualquer que seja o lado para onde nos reviramos, qualquer que seja a perspectiva, mais optimista ou mais derrotista, já não é possível deixar de sentir uma angústia profunda a assenhorar-se dos nossos corações.

Os tempos não são de bonança e as desventuras aproximam-se a passos largos, sem qualquer promessa de subtileza ou brandura. Adivinham-se convulsões dolorosas que, dentro do restrito universo do vinho, deverão ser ainda mais drásticas e aflitivas por se tratar de um bem que dificilmente poderá ser encarado com um produto de primeira necessidade. Não se antevêem facilidades e os próximos anos não serão tempos de vacas gordas ou de dinheiro fácil. Porém, e tal como em todas as crises do passado, e do futuro, os próximos anos poderão ser a quadra certa para ocupar espaços ainda mal preenchidos, tempo de grandes oportunidades... para quem souber antecipar os anseios e necessidades do mercado.

E a verdade é que nunca foi tão fácil beber bom vinho, vendido a bons preços, a preços mais que justos, como hoje! Depois dos muitos excessos grotescos do passado, onde se prometeram vinhos a preços demenciais, de que alguns ainda não se conseguiram libertar, arribamos agora à idade da racionalidade e sensatez, sobrando os exemplos de vinhos com uma excelente relação qualidade/preço. Vinhos que num passado muito recente seriam propostos quase ao dobro do preço a que hoje os poderemos encontrar nas prateleiras de garrafeiras e supermercados. Para que a felicidade pudesse ser verdadeiramente absoluta bastaria apenas que a restauração mostrasse maior respeito e consideração para com o vinho e com os seus clientes, aceitando de vez que o vinho não pode continuar a ser a galinha dos ovos de ouro que garanta a fatia principal do retorno de operação, devorado por margens irracionais que espantam os clientes do seu consumo.

 

Via Fugas



publicado por olhar para o mundo às 10:20 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 16.03.11

"CARTA ABERTA

Prezado Dr. Carlos Barbosa
Presidente da Direcção do Automóvel Club de Portugal

Lisboa, 9 Março 2011

ASSUNTO: O DESCARADO AUMENTO DOS COMBUSTÍVEIS - TRÊS PERGUNTAS A FAZER ÀS GASOLINEIRAS

O elevado custo a que os combustíveis chegaram é um doloroso espinho na nossa economia.
Torna-se urgente removê-lo ou pelo menos evitar que se enterre mais, se a quisermos salvar de “morte certa”.
O preço dos combustíveis assenta em quatro custos básicos:
1 – A matéria prima (ramas de petróleo)
2 – O transporte marítimo (frete)
3 – A refinação (transformação do crude nos produtos de consumo)
4 – A distribuição (armazenagem e colocação nas bombas)

Mas as nossas gasolineiras (Galp/BP/Repsol/Shell,etc.) parece só conhecerem o primeiro ou escondem os restantes.

HÁ TRÊS PERGUNTAS URGENTES A FAZER

A primeira grande situação escandalosa do custo dos combustíveis, que abastecemos nas bombas, advêm do facto das gasolineiras, quando trocaram a compra da matéria prima proveniente dos portos do Golfo Pérsico, cerca der 15 dias de viagem, pela dos portos do Norte e do Oeste de África, cerca de 3 a 6 dias de viagem, nem um só cêntimo alguma vez baixaram seus preços! (Alguém soube de tal?) 
Por exemplo, se os fretes estiverem a 1 dólar/tonelada/dia de viagem (para usar nºs simples pois o valor é superior) teremos que, no caso dum petroleiro de 100 mil toneladas, com aquela troca de origem resultaria:
De 100.000x1x15 = 1.500.000 dólares
Para 100.000x1x3ou6 = 300.000 ou 600.000 dólares
Uma redução fabulosa!
A pergunta que o ACP deve fazer:
QUEM BENEFICIOU COM ESTA REDUÇÃO DE FRETES?

A segunda grande situação escandalosa advêm do facto (pelo menos no momento actual) da escalada do custo das matérias primas se ter iniciado há menos de um mês e as gasolineiras já fizeram três aumentos. O primeiro escândalo, nesta situação, é o facto de que todo o produto refinado, entregue na distribuição naquele período de tempo, foi primeiro adquirido nos mercados estrangeiros em “spot” a longo termo (talvez seis meses ou mais) com custos muito inferiores aos actuais), depois feito o afretamento dos navios petroleiros estrangeiros (que os não há portugueses) nos “brokers” internacionais, nem sempre de pronto disponíveis. Depois realizam-se as viagens das origens daquela matéria, para os terminais de Sines e Leixões. Seguiu-se o processo de tratamento e refinação, tancagem e distribuição. Tudo levando largas semanas senão meses até ao consumidor.

A pergunta a fazer é:
A QUE PREÇO PAGARAM AS GASOLINEIRAS AS RAMAS QUE SINES E LEIXÕES RECEBERAM NAS ÚLTIMAS SEMANAS?

A terceira situação escandalosa advêm do facto do petróleo bruto ali recebido, primeiro não ser todo proveniente do mesmo terminal de origem, fretes diferentes, depois não possuir as mesmas características (mais ou menos “light” ou mais ou menos betuminoso, etc.) de que resulta produtos refinados de diferente qualidade.

A pergunta a fazer é:
COMO É QUE TODAS AS GASOLINEIRAS CONSEGUEM, COM TAIS PARÂMETROS, FAZER O MESMO PREÇO DE VENDA E NO MESMO DIA?

A minha solicitação a meu prezado Presidente do ACP para que se coloquem estas questões às gasolineiras é porque a mim elas não me respondem. Faço parte daqueles que “elas” consideram de “tansos pagantes”, apesar de ter andado algumas dezenas de anos no transporte de hidrocarbonetos e viajado mais de um milhão de milhas em navios petroleiros por esse mundo fora do petróleo.
Como seria bom ler o que nos vão (se) responder…
E talvez com as respostas dadas o Sr Ministro responsável pelos transportes saísse da meditação em que se encontra e nos ajudasse a resolver o assunto. 
E com um muito saudar vos solicito minhas escusas.
Joaquim Ferreira da Silva – Sócio nº 3147
Capitão da Marinha Mercante (Reformado)
Membro da Secção de Transportes da Sociedade de Geografia de Lisboa"

 

Retirado de Persuacção



publicado por olhar para o mundo às 14:12 | link do post | comentar

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