Domingo, 25.09.11
Satélite caiu no Pacífico

O satélite não comandado UARS da Agência Espacial Norte Americana afundou-se neste sábado algures no oceano Pacífico, entre as 4h23 e as 6h09 (hora de Lisboa), disse a NASA.

 

“O Joint Space Operations Center na base da Força Aérea de Vandenberg, na Califórnia, disse que o satélite penetrou a atmosfera por cima do oceano Pacífico”, escreve a NASA, no 15º comunicado sobre o destino do Atmosphere Research Sattelite (Satélite de Investigação da Atmosfera Superior).

Desde dia 12 de Setembro que a NASA envia descrições da situação do UARS. A data da queda estava apontada para sexta-feira, mas os efeitos da actividade solar fizeram atrasá-lo.

A nave pesava cerca de seis toneladas, e esperava-se que 26 das suas peças não se desintegrassem durante a reentrada e atingissem a superfície. Algumas delas pesam mais do que cem quilos e segundo os cálculos iriam espalhar-se ao longo de 800 quilómetros, com um risco de um em 3200 de acertarem e matarem uma pessoa. Uma hipótese que a agência considera remota.

Espera-se agora conhecer o local e a altura exacta em que o satélite se afundou no oceano. Esta manhã, a BBC News avançava que no Twitter apareceu que algumas das peças tinham caído no Canadá, mas a informação não tinha sido confirmada. “A localização e altura precisa da reentrada ainda não são conhecidas com certeza”, declarou a NASA.

O UARS foi lançado em 1991 para uma altitude de cerca de 575 quilómetros, onde esteve a medir a química da parte superior da atmosfera, e manteve as suas funções científicas até 2005. Leituras que foram aplicadas em estudos sobre o buraco do ozono ou as alterações climáticas. 

No final desse ano foi enviado para uma órbita mais próxima da Terra, a 360 quilómetros, de modo a acelerar a sua reentrada na Terra e evitar que se mantivesse muito tempo no espaço. Este método, cada vez mais utilizado pelas agências espaciais, previne que os objectos enviados para o espaço se mantenham muito tempo, arriscando-se a entrar em colisões com outros satélites, o que faz multiplicar o lixo espacial.

Caso algum dos objectos do UARS fosse encontrado em terra, a NASA avisava num comunicado para “não mexer, se encontrar algo que possa pensar ser uma peça”, e para entrar em contacto com as autoridades locais e pedir ajuda.

Legalmente, a agência norte-americana é dona de qualquer pedaço de um satélite seu que caia em qualquer local.

 

Via Público



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Terça-feira, 20.09.11
O satélite pesa cerca de seis toneladas
O satélite pesa cerca de seis toneladas (NASA)
Um satélite da NASA vai cair na Terra entre quinta-feira e sábado. O aviso vem da Agência Espacial Norte Americana que está a monitorizar diariamente a aproximação da máquina não comandada de nome UARS, e ainda não sabe em que região do mundo vai cair. A probabilidade de alguém ser atingido e morrer devido à queda do UARS é de um em 3200, menor que 0,05 por cento.

O UARS, acrónimo para Upper Atmosphere Research Sattelite (Satélite de Investigação da Atmosfera Superior), pesa 5668 quilos e a NASA estima que há 26 peças que vão sobreviver à entrada na atmosfera que ao todo pesam 532 quilos. A peça mais pesada terá 158,3 quilos.

Os cientistas sabem que, devido à orbita onde o satélite se encontra, irá atingir uma região da Terra entre a latitude 57º Norte e 57º Sul, ou seja, todas as regiões habitadas do globo excepto o território a norte da latitude da Dinamarca. As 26 peças não vão cair todas na mesma região, a desintegração do satélite vai fazer com que elas se espalhem ao longo de 800 quilómetros.

Todos os dias a NASA vai actualizando a informação sobre a descida do satélite, a velocidade e o dia em que ele vai cair. Para já está previsto que seja a 23 de Setembro, na próxima sexta-feira, com um intervalo de mais ou menos um dia.

A NASA refere que desde o início da era espacial que máquinas maiores não comandadas já caíram na Terra e até agora não há registo de ninguém ferido ou morto por elas. Hoje, várias agências espaciais do mundo procuram construir satélites que reduzam o risco de vida humana durante a queda na Terra para um em 10.000.

O UARS foi lançado em 1991 para uma altitude de cerca de 575 quilómetros, onde esteve a medir a química da parte superior da atmosfera, e manteve as suas funções científicas até 2005. No final desse ano foi enviado para uma órbita mais inferior de cerca de 360 quilómetros de modo a acelerar a sua reentrada na Terra e evitar que se mantivesse muito tempo no espaço onde poderia colidir com outros satélites e multiplicar os pedaços de lixo espacial.

A NASA avisa ainda num comunicado para “não mexer, se encontrar algo que possa pensar ser uma peça do UARS” e para entrar em contacto com as autoridades locais e pedir ajuda.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 21:34 | link do post | comentar

Sábado, 10.09.11
Satélite que vai cair na terra
Sem combustível, a Nasa não conseguirá encaminhar o UARS para o mar

 

A agência espacial norte-america, Nasa, reconheceu estar "preocupada" com a queda prevista para final de setembro e outubro, de um satélite com mais de 20 anos.

 

Os restos mortais do Upper Atmosphere Research Satellite (UARS) podem cair em qualquer lugar mas, segundo os cientistas, a possibilidade de atingirem alguém é de um para 3.200. Com efeito, parte do equipamento de 5.9 toneladas deverá desintegra-se ao entrar na atmosfera terrestre, onde não deverá chegar, pelas contas da Nasa, cerca de 544 quilos de metal.

 

Bem menos do que estação espacial russa Mir de 123 toneladas, que caiu na Terra em 2001 ou do Skylab (91 toneladas), atingindo a superfície terrestre em 1979. Em ambos os casos ninguém foi atingido.

Um para 10.000

"Desde o fim da corrida do espaço que re-entram regularmente na atmosfera objetos, sem que ninguém tenha sido atingido até à data", lembrou Gene Stansbery, da Nasa. "Isso não significa que não estejamos preocupados", acrescentou.

 

Atualmente, a Nasa tem uma regra, segundo a qual, a possibilidade de um satélite atingir alguém não poderá ser maior do que um para 10.000. Só que o UARS foi lançado em 1991, bem antes dessa regra ter sido adotada.

 

Este satélite, sem combustível desde 2005, foi lançado com o intuito de estudar as alterações climáticas, medindo a concentração de determinadas substâncias químicas na atmosfera.

 

"É muito cedo para dizer com rigor quando é que o UARS deverá re-entrar na atmosfera, e em que região deverá cair, mas a Nasa segue a situação de muito perto", rematou Gene Stansbery.

 


Via Expresso



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