Sexta-feira, 11.05.12

Semana académica de SetúbalA Semana Académica de Setúbal 2012 está a chegar. De dia 17 de Maio a 27 de Maio para mais uma semana inesquecível em Setúbal no Campus do IPS.

A Semana Académica de Setúbal assume-se como o maior evento académico das cidades de Setúbal e Barreiro. Realiza-se habitualmente em finais de Maio, de modo a fazer coincidir a imponente Queima das Fitas e Bênção das Pastas com o último domingo deste mês.

 

O esforço dos organizadores traduz-se numa semana de tradição académica, música, cultura e muito divertimento, na qual os estudantes do Instituto Politécnico de Setúbal se unem às cidades que os acolhem e com elas constroem o maior evento Setubalense.

Também destacada pelo simbolismo da Bênção das Pastas e Queima das Fitas, é com as Serenatas que a cidade é embalada no primeiro dia, nas vozes de que canta, a esperança de quem chega… e a saudade de quem vai embora. Esta décima quarta edição da Semana Académica de Setúbal possui o objectivo de ultrapassar a meta dos trinta mil participantes desenvolvendo para isso um programa audaz.

 

Cartaz / Programa

Dia 17 Maio
Serenatas

Dia 18 Maio
Orxestra Pitagorica
Rouxinol Faduncho
DJ Vibe
DJ Nuno da Silva

Dia 19 Maio
UHF
Blasted Mechanism
Expressive
Tim Royko

Dia 20 Maio
Mercado Negro
Aurea
Gregor Salto
Expressive

Dia 21 Maio
The Balls Band
Jorge Nice
Emanuel
Expressive
Funkyou2

Dia 22 Maio
Wind Koala
Morangotango
Boss AC
DJ Monchike
Mastiksoul

Dia 23 Maio
Arraial em Setúbal

Dia 24 Maio
Noite Académica

Dia 25 Maio
Garraiada

Dia 27 Maio
Benção dos Finalistas
Queima das Fitas

Localização

Dia 17 de Maio de 2012
Junto á Igreja de Santa Maria da Graça (Quebedo), Setúbal.
Serenatas

Dias 18, 19, 20, 21 e 22 de Maio de 2012 - Campus do IPS (Instituto Politécnico de Setúbal), Setúbal.

Dia 23 de Maio de 2012 - Largo José Afonso, Setúbal.
Arraial Académico

Dia 24 de Maio de 2012 - Avenida Luísa Todi, Setúbal.
Animação e convívio nos bares de Setúbal

Dia 25 de Maio de 2012 - Escola Superior de Tecnologia do Barreiro, Barreiro.

Dia 27 de Maio de 2012 - Largo de Jesus, em Setúbal.
Queima das Fitas

Bilhetes

Sócio AAIPS 18euros (Semanal) - Pré-venda na AAIPS
Estudante 13euros (Diário) - Disponivel para todas as escolas, mediante apresentação do Cartão de Estudante
Não Estudante 15euros (Diário) - 30euros (Semanal)

 

Retirado de Destinos Lusos



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Sábado, 05.05.12

Morreu Yekini, o homem dos golos


O avançado Rashidi Yekini, antigo jogador do Vitória de Setúbal, morreu nesta sexta-feira aos 48 anos, informou a agência AFP, de acordo com a família e os responsáveis da Federação Nigeriana de Futebol.


Segundo a família, o jogador, vencedor da Taça das Nações Africanas em 1994 pela Nigéria, morreu de uma doença rara, em Iraa, no norte do país.

Yekini passou pelo Vitória de Setúbal, entre 1990/91 e 1993/94, sagrando-se melhor marcador da Liga portuguesa na última temporada ao serviço dos sadinos, com 34 golos.

Antes de passar por Portugal, Yekini jogou nos Shooting Stars da Nigéria, seguindo-se o Africa Sports, da Costa do Marfim.

Depois de brilhar em Setúbal e no Mundial94, nos Estados Unidos, transferiu-se para o Olympiacos (Grécia) e jogou ainda no Sporting Gijon (Espanha) e no Zurique (Suíça), antes de regressar à Nigéria para acabar a carreira em 2005, no Gateway FC.

Ao serviço da selecção nigeriana, Yekini foi 58 vezes internacional e marcou 37 golos, ajudando as “super águias” a chegar ao seu primeiro mundial, em 1994, ano em que foi eleito o melhor jogador africano.

 

Noticia do Público



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Domingo, 04.03.12

Um mau Sporting e muita polémica na primeira derrota da era Sá Pinto


Um golo sofrido que deixou algumas dúvidas, uma exibição horrível durante meia parte, um penálti falhado, pouco futebol jogado e mais alguma polémica à mistura. Estes foram alguns dos ingredientes da primeira derrota do Sporting sob comando de Ricardo Sá Pinto (1-0 em Setúbal), que deixa os “leões” a 11 pontos do Braga.


É certo que o Sporting se pode queixar de algumas decisões da equipa de arbitragem, mas também não se pode esquecer que falhou um penálti e que deu meia parte de avanço a um rival que apareceu transfigurado em relação ao que fez há duas semanas frente ao FC Porto.

Rejuvenescida pela ausência de alguns habituais titulares (Ney, Neca, Meyong), a equipa de José Mota foi muito aguerrida. Já a equipa de Sá Pinto surgiu em campo sem garra, com pouca iniciativa e sem capacidade de criar perigo.

A diferença de atitude foi de tal ordem que o facto de o Vitória ter chegado ao intervalo a vencer por 1-0 só espantou quem não viu o que aconteceu no Bonfim. A equipa da casa criou quatro boas oportunidades de golo durante os primeiros 45 minutos, contra nenhuma do Sporting.

E como se não bastasse aos “leões” que Capel fosse o único capaz de criar alguns desequilíbrios, a defesa estava ainda pior. Polga e Xandão cometeram falhas graves. Na primeira delas, Targino isolou-se e acertou no poste (12’). À segunda (20’), Bruno Amaro isolou-se, permitiu a defesa a Patrício e na recarga fez o 1-0, num lance que deixou dúvidas sobre se foi um golo verdadeiro ou um golo-fantasma.

Xandão cortou a bola, mas, segundo o árbitro assistente, o esférico já tinha ultrapassado completamente a linha de baliza. No estádio ficaram dúvidas, embora numa das repetições televisivas dê a sensação (sem certeza absoluta) de que a bola terá mesmo ultrapassado a linha. Certo é que fica outra vez demonstrado quão útil será a tecnologia de baliza, se o International Board aprovar a 2 de Julho um dos sistemas que seleccionou para testes finais.

E se a tecnologia teria sido algo útil para confirmar a total legitimidade do golo sadino, pelo contrário não era necessária nenhuma máquina para perceber que o Vitória de Setúbal era a melhor equipa em campo e que dificilmente o Sporting conseguiria jogar pior do que na primeira parte.

Conhecido pelo discurso forte para os jogadores, Sá Pinto deve ter tentado abanar a equipa ao intervalo, altura em que avançou com duas substituições: Carrillo e Matías entraram para os lugares de Carriço e Schaars. Os dois sul-americanos deram outra dinâmica ao Sporting, que conseguiu finalmente criar um lance de perigo, com Izmailov a obrigar Diego a uma boa defesa (52’).

A pressão leonina acabou por resultar num penálti, por suposta falta de Hugo Leal sobre Rubio (84’) – antes, Matías caíra na área num outro lance, bem mais merecedor de falta (69’). Só que a noite não era mesmo do Sporting e Diego defendeu o penálti de Matías para o poste. Com a quinta derrota na prova, os “leões” deixam agora o quarto lugar à mercê do Marítimo 
e ir à Champions é cada vez mais uma miragem.

POSITIVO

Bruno Amaro e Diego
Foram dois dos principais rostos de um Vitória renascido. O médio marcou o golo e correu quilómetros. O guarda-redes voltou a ser especialista nos penáltis e garantiu três pontos.

NEGATIVO

Ribas
Tinha a responsabilidade de liderar o ataque na ausência de Wolfswinkel (doente). Foi uma nulidade, tal como quase toda a equipa. Salvaram-se Capel e Matías.

Incidentes no final
Assim que o árbitro terminou o jogo, Carrillo agrediu um adversário. Foi expulso. E sucederam-se as cenas lamentáveis.

Árbitro
O jogo foi difícil de dirigir, com vários casos, mas André Gralha só lançou mais combustível para a fogueira. Poupou várias vezes a expulsão a Suswam, deixou por marcar um penálti e marcou outro que não era. E mais erros houve.


Ficha de jogo
V. Setúbal, 1
Sporting, 0

Jogo no Estádio do Bonfim, em Setúbal.

V. Setúbal Diego, Peter Suswam (Tengarrinha, 64’), Ricardo Silva, Amoreirinha, Miguelito, Hugo Leal, Bruno Amaro, Bruno Gallo, Rafael Lopes (Bruno Severino, 75’), Targino (Djikiné, 90+5’), Igor.
Treinador José Mota.


Sporting Rui Patrício, Arias, Xandão, Polga (Diego Rubio, 76’), Insúa, Carriço (Matías Fernández, 46’), Schaars (Carrillo, 46’), Elias, Izmailov, Capel, Ribas.
Treinador Sá Pinto.

Árbitro André Gralha (Santarém).
Amarelos Peter Suswam (14’), Ricardo Silva (27’), Capel (39’), Ribas (58’), Igor (65’), Elias (66’), Insúa (90’), Bruno Severino (90+2’), Bruno Amaro (90+3’).
Vermelho André Carrillo (após o final do jogo).
Golos 1-0, por Bruno Amaro, aos 19’.

 

Via Público



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Terça-feira, 07.02.12
A localização do Mercado do Livramento, na avenida Luísa Todi
A localização do Mercado do Livramento, na avenida Luísa Todi (Google Earth)
Cinco pessoas morreram hoje soterradas devido ao desabamento de uma parede no Mercado do Livramento em Setúbal, que ocorreu pouco depois das 17h.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Setúbal disse ao PÚBLICO que "em princípio, as vítimas são trabalhadores da obra" de ampliação do mercado, que estava em curso.

Um dos funcionários da ABB, empresa responsável pelas obras, confirmou ao PÚBLICO que já foram retirados cinco corpos dos escombros. 

A parede, que tem aproximadamente 80 metros de largura, terá ruído "do nada", sem que qualquer barulho o fizesse prever, refere o funcionário.

A parede que desabou tinha uma "grande importância simbólica e histórica" por incluir um "painel de azulejos enorme", que ficou "completamente destruído" no desabamento, disse o director do jornal regional Setúbal na Rede, Pedro Brinca, em declarações à Sic Notícias.

Inicialmente, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Setúbal tinha dito à Lusa que estariam seis pessoas soterradas.

 

Via Público



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Terça-feira, 20.12.11

36 horas de animação Non-Stop, ao acesso e todos

das 9h das manhã de sábado (31 de Dezembro) às 21h de Domingo (1 de Janeiro)
Logo de manhã - 9 horas - e até à meia-noite... em todo o lado
  • O ardina do troiaresort com pregões de outrora;
  • Quer tirar uma fotografia, com um fotógrafo excêntrico?
    Poderá fazer a moldura (ou peça às crianças…), da sua fotografia, com a Equipa do Posto de Turismo;
  • Escreva a quem mais gosta. Procure o nosso carteiro. Nós assumimos o correio (azul, claro!);
  • Um carrinho e um vendedor de castanhas;
  • Nesta quadra natalícia não poderia faltar a lenha … Um vendedor andará por aí;
  • De vez em quando, vai ver o Patas a passear e a pousar para fotografias!
10h às 13h e das 15h às 18h, o Pai Natal azul na troiamarina
  • No troiaresort o nosso Pai Natal é azul (da cor do mar!) e tem um trono marinho puxado por golfinhos (a rena Rodolfo deu lugar ao Golfinho Delfim!).
11h às 18h, Atelier Story Tailors, townhouse
  • Visite o atelier dos Story Tailors
12h, aula de ginástica, sala do troiario no Aqualuz Suite Hotel Apartamentos
  • Aula de ginástica – uma hora - com a equipa do Solinca, na Sala do troiario do Hotel Aqualuz
15h, Ruínas Romanas de Tróia:
  • Visita guiada
    Integradas no complexo turístico troiaresort, as Ruínas Romanas de Tróia, com dois mil anos de história, são o maior complexo de produção de salgas de peixe conhecido no mundo romano.
    Estão abertas da parte da tarde com visitas guiadas, às 15h.
    • Bilhete normal = 7,50€
    • Clientes troiaresort = 5€
    • Visitantes até aos 14 anos = gratuito
16h, Exposição (inauguração aberta) de fotografia de Tiago Garcia foyer troiario no Aqualuz Suite Hotel Apartamentos
    • Inauguração da exposição de fotografia de Tiago Garcia, no foyer do Aqualuz:
      As 20 fotografias expostas, de uma forma muito curiosa são iluminadas pela luz da torre troiario.
      A venda de 2 dessas imagens reverterão para o Centro Comunitário du Bocage e para o Centro Comunitário do Lousal Será servido um porto de honra a todos os presentes
17h, Cânticos de Natal, na troiamarina
  • Muitos cânticos de Natal, na troiamarina
Logo de manhã - 9 horas - e até 21 horas... em todo o lado
  • As animações de sábado repetem-se todas no mesmo horário e locais
10h às 13h e das 15h às 18h.
Pai Natal na troiamarina
Exposição de fotografia
  • No troiaresort o nosso Pai Natal é azul (da cor do mar!)
  • Exposição de fotografia de Tiago Garcia, no foyer do Aqualuz troiario
11h às 18h, Atelier Story Tailors, townhouse
  • Visite o atelier dos Story Tailors
15h, Aula de ginástica , sala do troiario no Aqualuz Suite Hotel Apartamentos
  • Aula de ginástica – uma hora - com a equipa do Solinca, na Sala do troiario do Hotel Aqualuz

Vamos cantar as Janeiras, na troiamarina
16h, Peddy Paper
  • Peddy paper de Ano Novo "em busca do Pernilongo Patas"
    Local de encontro – Posto de Turismo
17h, Nuno Markl e Patrícia Furtado, no troiagolf
  • Nuno Markl e Patrícia Furtado em uma hora do conto no troiagolf vão ler Sebastião Regressa a Casa e assinar a 
    Caderneta de Cromos Contra-Ataca.
18h no troiagolf
  • Peça de teatro - O Guardião do Mundo Encantado de Os Trupilariante Companhia de Teatro Circo
20h
  • Os Duendes de 2012, na troiamarina


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Quarta-feira, 07.12.11

Loud Festival não vai acontecer

 

A Câmara Municipal de Setúbal desmentiu, em comunicado, a realização do Music Loud Festival, que dava conta das atuações de Phoenix e The Vaccines em Setúbal, no Parque da Algodeia, entre os dias 7 e 9 de junho.

 

“…a Câmara Municipal desmente a realização de qualquer festival no local indicado e desconhecemos quem são os organizadores do evento publicitado”, pode ler-se no facebook do município.

 

Recorde-se que, num comunicado destinado a esclarecer a veracidade do festival, publicado no facebook do Music Loud Festival, a organização do suposto evento havia assegurado que o mesmo tinha sido aprovado pela Câmara Municipal de Setúbal e demais entidades competentes: “O Festival foi aprovado pela CMS  e entidades competentes (MAI, SPA, PSP de Setúbal). Todos os requisitos/licenças foram emitidos, apresentados e aprovados na IGAC – Inspeção-Geral das Atividades Culturais”.

 

Ainda de acordo com o facebook do evento, o Music Loud Festival contaria com três palcos. O Palco Music (o palco principal) iria receber, ao longo dos três dias, 18 bandas (seis por dia, quatro internacional e duas nacionais), cujas atuações iriam decorrer entre as 18h00 e as 2h00. O Palco Loud iria contar com um total de 30 bandas nacionais, cujas performances iriam decorrer entre as 16h00 e a 1h00. PelaTenda Eletrónica All Night, entre a 1h00 e as 6h00, iriam passar 15 DJs nacionais e internacionais – cinco por dia.

 

Via Palco Principal



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Quinta-feira, 13.10.11

Um corte de eletricidade com uso de força policial no bairro clandestino da "Quinta da Parvoíce" exacerbou a falta de esperança de quem vive sem condições. 

Quando a esperança no futuro esmorece, como manter a ligação a um local onde se vive? As perto de 50 famílias que habitam em espaço reduzido na "Quinta da Parvoíce", um bairro de casas clandestinas em Setúbal, estão a começar a sentir-se sem opções.

 

Sem possibilidade de contar com eletricidade legal da EDP, os moradores não têm outra saída que não seja fazer ligações ilegais ao poste mais próximo. "Puxadas" que periodicamente são desligadas pela EDP e, com a mesma periodicidade, voltam a ser implementadas pelos habitantes. 

Contudo, o último corte contou com o uso de força policial e provocou indignação junto da população, que defende não lhe oferecerem outra solução para contarem com eletricidade vital para, por exemplo, armazenar alimentos.

Sem luz ao fundo das negociações

Padre Constantino Alves é um dos principais apoiantes da população da Quinta da Parvoíce. Exatamente por isso, patrocinou uma reunião na Igreja de Nossa Senhora da Conceição com as partes envolvidas: EDP e habitantes.

 

Os representantes dos moradores sublinharam estar dispostos a pagar pela eletricidade que utilizarem. Porém, o problema legal continua sem resolução, a curto ou a longo prazo, se bem que o padre Constantino considere que da reunião saiu um maior entendimento do problema que aflige quem mora no bairro.

Eletricidade é apenas um dos problemas

Num local que já não tem canalizações ou espaços bem construídos, a eletricidade que tão banal é para a a maioria das pessoas, ganha um papel quase de vida ou morte. E se, as condições moldam o carácter das pessoas, não deixam de tirar esperança numa vida melhor. Por isso, a equipa de reportagem do Expresso procurou falar com um dos representantes da EDP presentes na reunião. Contudo, o membro da companhia afirmou não estar autorizado a prestar declarações.

 

No entanto, o problema da Quinta da Parvoíce não começa nem acaba nos cortes de energia e nas "puxadas" ilegais da rede elétrica pública. O maior problema da Quinta da Parvoíce reside na falta de resposta que dê solução a pessoas que - quer se queira quer não queira - não têm alternativas próprias para sair da situação de miséria em que se encontram, muito menos quando a maioria está no desemprego devido à crise que o país atravessa.

Veja a reportagem vídeo do Expresso na Quinta da Parvoíce:

 

 


Via Expresso



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Terça-feira, 27.09.11
Com a geografia baralhada: sardinha assada

 

Em Setúbal, gostam dela mais pequena, por isso mandam a que pescam para Lisboa e vão comprá-la à Nazaré. Confusos? Os portugueses adoram sardinha assada, mas esta parece ter a geografia trocada. E se este ano ainda não engordou, a culpa será do clima... e dos espanhóis.

Tem de se dizer a verdade, defende Pedro Piedade. E a verdade é que "a sardinha que se come em Setúbal não é de Setúbal". Pedro sabe melhor do que ninguém o que está a dizer. Por volta da meia-noite, já está a telefonar para a Nazaré para saber como correu a pesca. Se lhe disserem que há peixe, sardinhas e carapaus, é o que lhe interessa, ele encomenda e põe-se a caminho para o ir buscar. Se lhe dizem que "ninguém está a fazer nada" no mar, então liga para o Algarve e lá vai, para ir buscar a meio caminho a sardinha do tamanho que os setubalenses gostam.

Às sete, já está no mercado de Setúbal para as vender se conseguir, dorme à tarde um bocado. E se estamos aqui a meio da manhã a discutir isto é porque a sardinha assada é um dos 21 pratos finalistas do concurso das sete maravilhas da gastronomia portuguesa e é identificada com a região de Setúbal.

O que Pedro está a dizer não significa que não haja sardinha no mar de Setúbal, nada disso. Há sardinha e os pescadores apanham-na. O que acontece é que são sardinhas maiores e essas vão para Lisboa. No fundo, há um problema de geografia e de sardinhas em Portugal. "Do Tejo para cima, querem a sardinha grande; do Tejo para baixo, querem-na pequena." E os vendedores de peixe, como Pedro Piedade, percorrem o país para norte ou para sul para tentar que a sardinha acerte com a geografia do gosto dos portugueses.

Pedro debruça-se na banca e apanha uma sardinha pequenita, e com a outra mão um carapau médio. "Está a ver? É mais ou menos esta a diferença", explica. De Lisboa para cima, as pessoas gostam de sardinhas com o tamanho de pequenos carapaus. A que Pedro está a vender hoje é de Portimão, porque o vento não deixou os pescadores da Nazaré saírem para o mar.

Mas que fique clara uma coisa: toda a sardinha, seja grande ou pequena, tem que ser gorda para ser boa. Já no outro dia tinhamos ouvido dizer aqui que "a sardinha deve ser como a mulher setubalense, pequenina e gordinha".

Estamos a aprender que há uma ciência para as sardinhas como para tudo, aliás. E ainda nem sequer falámos com Laura. Quando, perto do meio-dia, chegamos ao restaurante dela, o Ribeirinha do Sado, o lume já está pronto e o assador no seu posto, à espera dos primeiros pedidos. Laura é pequenina como as sardinhas de Setúbal, mas é uma força da natureza, com o cabelo sempre bem puxado para trás, preso numa trança, os gestos rápidos e nervosos de quem sabe que gerir um restaurante não permite distracções, mas sabe também que há sempre um tempo para dois dedos de conversa com os clientes que querem saber o que é que ela aconselha nesse dia.

O ouro dos pescadores

Laura pode ensinar-nos muito sobre sardinhas. Sentamo-nos numa mesa lá fora, e ela, que já tinha avisado que teria algumas coisas duras a dizer, dá uma notícia que desanima: "Sardinha boa já era. A sardinha nunca mais vai ser o que foi." Porquê? "Por causa do clima e da falta de preservação da espécie, aquilo a que se chamava o defeso, e que agora não se faz desde que as nossas águas foram entregues aos espanhóis, que apanham sardinha o ano inteiro."

O defeso começava no final do São Martinho, a altura da desova, em Novembro, e ia até ao final de Março era o período em que não se apanhava sardinha e ela tinha tempo de voltar a crescer. "A sardinha engordava e tomava gosto com as enxurradas da Primavera, as chuvas de Abril, que levavam a água das montanhas para o mar." Hoje "não há chuvas de Abril nem grandes tempestades" e não se respeita o defeso. Por isso, diz Laura, não se admirem por as sardinhas não engordarem.

Na praça de Setúbal, todos sabem disso: este ano, as sardinhas estão a demorar mais tempo a engordar. Passaram-se as festas dos santos populares e nada, as sardinhas ainda não estavam como deveriam. Laura diz que só começou a servi-las no restaurante a partir de Abril. Mas houve quem começasse antes, quando a sardinha era ainda muito magrita. E os clientes, que querem é comer sardinhas, vão aceitando mesmo quando a qualidade não é a que era no passado.

Antigamente, conta Laura, havia os tempos "dos créditos e das penhoras". Durante os meses em que se podia pescar, os pescadores apanhavam muito peixe e investiam em ouro o dinheiro que ganhavam. "Era por isso que as mulheres andavam sempre com os colares e os brincos de ouro, porque depois, no Inverno, quando vinha a fome, viviam da penhora do ouro e do peixe que tinham salgado."

No tempo em que havia quatro estações, e as chuvas vinham quando tinham que vir e o calor também, tudo tinha a ver com o calendário, continua Laura, enquanto os primeiros clientes começam já a chegar e o primeiro peixe começa a ser posto no lume. "Tem tudo a ver com o calendário. A Páscoa é em Abril e era tradição portuguesa nos dias de Páscoa fazer piqueniques com a esquilha [a sardinha muito pequena, ou petinga] frita com arroz de tomate, ou açorda, para se aproveitar o pão, que nessa altura ninguém deitava pão fora." E era a partir daí que a sardinha começava a engordar, até Novembro.

Agora, o que é que acontece? "A primeira sardinha que cá aparece, lá para meio de Março, é do Mediterrâneo", diz Pedro Piedade. Vem da zona de Barcelona, Tarragona, onde as águas são mais quentes e onde, por isso, as sardinhas aparecem mais cedo, iniciando o ciclo da engorda. "O primeiro peixe é apanhado pelos espanhóis."

Mal apanhado, na opinião de Laura, que se queixa de que, em vez de gelo, para manter o peixe, os espanhóis usam "um pó, um químico, que torna a sardinha moída, ardida, a escama perde-se toda, a espinha vem preta". Ela garante que para o Ribeirinha do Sado prefere gastar mais para ter sardinha melhor "chego a comprar um quilo ao mesmo preço de uma caixa que vem de Espanha e que traz quinze quilos."

Depois, a pouco e pouco, o peixe deixa o Mediterrâneo, chega ao Atlântico e inicia a subida da costa portuguesa. E começa a dança dos setubalenses a irem comprar sardinha à Nazaré e a mandarem a deles para norte.

"Um bom lume é básico"

Comprada a sardinha com o tamanho que cada um mais gostar, é assá-la, o que também implica saber. À volta da banca de Pedro Piedade, há quem fale da sardinha escorchada, que os setubalenses gostam de comer no São Martinho, aberta, escamada, sem cabeça e sem vísceras, e salgada para reduzir a gordura.

Mas é Laura quem nos vai explicar como se faz. "Criar um bom lume é básico. Começa-se a assar quando o carvão já está todo em brasa e não existe labareda, para não chamuscar o peixe. Um bom lume assa um bom peixe." É por isso que ela tem o carvão pronto, sem labaredas, ao meio-dia. Outra dica: o peixe deve ser virado poucas vezes. "Tem que ser grelhado como um bom bife". Quando está pronto de um lado (isso vê-se quando o olho se solta, criando uma geleia por baixo), vira-se, e quando o outro olho salta, pode seguir para a mesa.

E, mesmo já não sendo o que era, a sardinha continua a ser a rainha da festa. No mercado, vende-se mais do que todos os outros peixes; nos restaurantes, é o que os clientes mais pedem. Portugueses, mas também estrangeiros Laura já teve franceses que lhe pediram sardinhas cruas, que abrem para retirar os lombinhos e comê-los só com sal e limão.

Gorda, este ano, por enquanto, ainda não. "A gordura ela vai ter sempre, no período fértil", garante Laura. "Agora, o cheiro forte que tinha, isso não existe já..."

 

Via Público



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Segunda-feira, 26.09.11

Não foram os versos que lhe garantiram o lugar na História. Foi uma receita de amêijoas, que nem sequer é dele. Na Trafaria, nunca faltam as amêijoas à Bulhão Pato.

No livro de crónicas de Miguel Esteves Cardoso Em Portugal Não se Come Mal, há um capítulo chamado simplesmente Amêijoas à Bulhão Pato. Era irresistível começar por aí antes de partir para a Trafaria. Diz assim: "É certo que Portugal tem as melhores amêijoas e a melhor maneira de servi-las, mas também é verdade que 99 em cada 100 vezes são mal confeccionadas". E esta já é uma ideia preocupante para quem se propõe escrever um texto sobre as amêijoas à Bulhão Pato, que chegaram às 21 finalistas do concurso para escolher as sete maravilhas da gastronomia portuguesa (resultados no início de Setembro).

Uma pesquisa rápida pela Internet confirma os factos básicos: Raimundo António de Bulhão Pato (1828-1912) foi um escritor que ficou mais conhecido como amante da boa vida, caçador, gastrónomo e inventor de algumas receitas do que pelos seus poemas. No seu livro Escritores à Mesa (e outros artistas),o crítico gastronómico José Quitério reproduz algumas dessas receitas: perdizes à castelhana (que começa com uma indicação muito prática: "depenem-se quatro perdizes com todo o cuidado e o maior asseio"), arroz opulento e lebre à Bulhão Pato. Tudo pratos com um grau de elaboração superior ao das amêijoas que ganharam o nome do poeta.

Acontece, no entanto, que as amêijoas não foram uma dessas receitas inventadas por Bulhão Pato. José Quitério garante não existir qualquer escrito que demonstre a autoria do prato, admitindo-se que tenha sido uma homenagem de algum cozinheiro ao poeta. A ser o caso, escreve Quitério, só poderia ser João da Mata, chefe de cozinha do antigo Hotel Bragança e, contudo, a receita também não aparece no seu livro Arte de Cozinha, de 1876.

Nos tempos de Bulhão Pato, há muito que se comiam (e apanhavam) amêijoas na zona de Lisboa. Mas parece que ninguém tinha ainda pensado na forma mais simples possível de as cozinhar a forma que Bulhão Pato, poeta menor e com obra esquecida, inspirou. Partimos para a Trafaria, em busca da memória das amêijoas.

Na Antiga Casa Marítima, em frente ao rio, José Manuel Lousada está à espera que lhe tragam os bivalves, que recebe diariamente há quase 40 anos. Lá fora, um pescador arranja redes. Na cozinha do restaurante, prepara-se uma caldeirada que já está reservada para 14 pessoas que hão-de vir almoçar. "A gente, aqui, só gosta da amêijoa de mergulho", diz. A de arrasto, que vem nas redes, não é tão boa, vem mais partida, e essa segue para Espanha. Mas, a mergulhar, que José Manuel saiba, "só andam uns sete ou oito rapazes". E este ano não tem havido tanta talvez porque o defeso (o tempo em que não se apanha, para deixar a amêijoa crescer) não tenha sido devidamente respeitado.

A Antiga Casa Marítima é a mais antiga da Trafaria. Terá, acredita o dono, uns 120 anos. "Ao princípio, era uma tasca que servia petiscos." Ele e a mulher, ambos transmontanos, pegaram nela há 39 anos e o restaurante ganhou fama. As paredes e o tecto estão cobertos de objectos, muitos deles ofertas de clientes há quadros com notas de todo o mundo, há instrumentos agrícolas, uma colecção de ferros de engomar antigos e até um velho telefone de disco pendurado sobre o balcão. E coisa que nunca falta são as amêijoas à Bulhão Pato. "Os clientes pedem sempre um prato para começar".

A filosofia das amêijoas

Difícil mesmo (mas não impossível) será apresentá-las à altura da exigência de MEC. Voltemos à crónica: "É muito, muito difícil fazer amêijoas à Bulhão Pato, porque o principal é o molho e o principal do molho é a delicadíssima água das próprias amêijoas. É facílimo assoberbar o sabor dela: o alho, os coentros, o azeite e o próprio lume dão cabo dela num instantinho." Mas MEC, que se assume como alguém que "já denegriu o nome de Bulhão Pato uma centena de vezes", sabe o segredo (o difícil é pô-lo em prática): "as amêijoas devem comer-se no momento em que morrem quando abrem e deitam o sumo". Passado um segundo, já não é a mesma coisa. Ao ar, os bichos começam a secar e a ficar rijos.

É toda uma tese filosófica sobre como cozinhar amêijoas lume muito intenso, tempo muito breve. E o molho? "Deve ser cinzento e aguado - e pouco! - com o alho e os coentros a flutuar e colorir; o bom - e pouco! - azeite servindo apenas para rematar e dar consistência." MEC aconselha a pensar nas amêijoas "como materializações fantásticas da água do mar", pelo que, "tal como as ostras, não se comem: bebem-se."

Na Trafaria, uma coisa é certa: as amêijoas são fresquíssimas, apanhadas mesmo em frente, no Tejo. Depois é simples, explica José Manuel Lousada: "Não tem grande segredo, é alho, coentros, azeite, deixa-se aquecer bem o azeite e só depois se põem as amêijoas, para elas ganharem sabor. Estando frescas, abrem logo."

Bulhão Pato morou por aqui, no Monte da Caparica, onde morreu, em 1912. E, a dois passos da Antiga Casa Marítima, uma avenida homenageia o poeta cujos versos já ninguém lembra. A placa com o nome está num prédio em ruínas, mas a avenida desce depois até ao rio, onde as amêijoas continuam a esconder-se debaixo da areia antes de serem apanhadas pelos mergulhadores e voarem para o meio dos coentros, do alho e do azeite das frigideiras dos restaurantes ali em frente. E esta, sim, é a grande e sincera homenagem que podemos fazer a Raimundo António de Bulhão Pato.

 

Receita

 

Lavam-se as amêijoas muito bem, com água e sal, para tirar a areia. Leva-se ao lume o azeite com alhos picados, aos quais se juntam as amêijoas e os coentros picados. Tempera-se com sal e pimenta. Vai-se rodando a frigideira sobre o lume até todas as amêijoas estarem abertas, e no fim regam-se com sumo de limão.  

 

Via Público



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Sexta-feira, 09.09.11

TAS - Teatro Animação de Setúbal <br>Apresenta  o espectáculo «… no meio de mil dores…» com encenação de Carlos CurtoNo âmbito das Comemorações Bocageanas, o TAS - Teatro Animação de Setúbal apresenta o espectáculo “… no meio de mil dores…”, com encenação de Carlos Curto e interpretação de Célia David, pode ser visto, no dia 15 de Setembro, às 21.30h no Museu de Setúbal / Claustros do Convento de Jesus, em Setúbal.

 

No âmbito das Comemorações Bocageanas, o TAS | Teatro Animação de Setúbal apresenta o espectáculo “… no meio de mil dores…”

Cartas Portuguesas

“Cartas Portuguesas” são atribuídas a Soror Mariana Alcoforado (1640/1723), freira portuguesa que nasceu e faleceu em Beja, onde professou no Convento da Conceição, tendo sido escrivã e vigária. 
A autora das cartas tê-las-ia enviado a um não identificado gentil homem (francês) que serviu em Portugal. Gabriel de Lavergne, Senhor de Guilleragues, traduz as cartas, publicando-as em 1669 com o título Lettres Portugaises, identificando o destinatário: Noel Bouton de Chamilly. 
A figura de Soror Mariana Alcoforado tornou-se um símbolo literário universal do Amor.

“... no meio de mil dores...” 

As cinco ‘Cartas Portuguesas’ estão dramaturgicamente estruturadas num monólogo com a duração de meia hora... 
... Meia hora em que as cartas são corpo e voz, deslizando entre o prazer e a repulsa, o desejo e o desespero desse vão desejo, a paixão e o encanto de preservar essa paixão, bebidos das entrelinhas de cartas que deixam de ser lidas para constituírem a própria interpretação. 
Amante / Amor / Ausente / Sagrado.

Com encenação de Carlos Curto e interpretação de Célia David, “… no meio de mil dores…” pode ser visto no dia 15 de Setembro às 21.30h no Museu de Setúbal / Claustros do Convento de Jesus em Setúbal.

Via Entre Tejo e Sado


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Sexta-feira, 29.07.11
Setubal organiza a sua

 

Setúbal organiza a sua "Festa do Teatro" em Agosto

O Festival Internacional de Teatro de Setúbal, que decorrerá naquela cidade de 19 a 28 de Agosto, será um marco cultural na região, reforçando, a nivel nacional, o papel da cidade de Setúbal no panorama da arte de Talma.

 

Teatro, música, curtas-metragens, exposições, debates, espectáculos de sala e de rua, criações artísticas emergentes e de natureza pluridisciplinar, fazem da Festa do Teatro  uma festa de interacção e comunicação entre os artistas e a comunidade, incentivando o gosto pela cultura em todas as suas vertentes, para além de desenvolver a capacidade crítica e de divulgar novas práticas artísticas. 



Zita Ferreira Braga

 

Via HardMusica



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Terça-feira, 12.07.11
Já em 2010, o moscatel de Setúbal ficou entre os dez melhores
Já em 2010, o moscatel de Setúbal ficou entre os dez melhores (Miguel Manso/Arquivo)

O Moscatel de Setúbal – Reserva 2006, da casa Venâncio Costa Lima, foi distinguido como o melhor do mundo, tendo obtido a classificação máxima entre os 210 moscatéis inscritos no concurso francês "Muscats du Monde".

 

Em competição estavam moscatéis de 23 países, mas o néctar de Setúbal foi o que mais agradou ao júri. No Top 10 dos melhores moscatéis de 2011 ficou ainda outro vinho da casa Venâncio da Costa Lima e o Moscatel do Douro 10 anos, da Adega Cooperativa de Favaios. Os restantes países representados nesta lista são França, Espanha, Brasil e África do Sul.

Joana Vida, da Venâncio da Costa Lima, sublinha que “é a primeira vez que um moscatel português arrecada este prémio”. A distinção, atribuída por provadores treinados e atentos a critérios de qualidade muito exigentes, “comprova indiscutivelmente o terroir singular da Península de Setúbal”, diz.

O júri era composto por 55 provadores de diversas nacionalidades, que fizeram a prova "cega" de todos os vinhos, sem identificação de marca, país ou produtor. A 74 dos 210 vinhos concorrentes, foram atribuídas 49 medalhas de ouro e 25 de prata.

Já em 2010, o moscatel de Setúbal tinha sido eleito como um dos dez melhores moscatéis do mundo. Os vinhos Venâncio da Costa Lima concorrem no "Muscats du Monde" desde 2008 e obtiveram sempre medalhas de ouro. Esta casa vinícola está sediada na Quinta do Anjo, em Palmela, desde 1914.

O concurso internacional "Muscats du Monde", realizado em Montpellier, França, é especializado numa só casta, a muscat. Desde 2000, avalia e premeia os melhores moscatéis do mundo.

 

Via Público



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Sexta-feira, 08.07.11
Move.AR - festival de artes de rua de Setúbal
Depois do êxito obtido na realização do 1º Concurso de Estátuas Vivas, em Setembro, e do programa de Animações de Natal no Centro Histórico de Setúbal, ambos em 2010, o Teatro do Elefante alarga a iniciativa para o Verão de 2011. O Move.AR – festival de artes de rua de Setúbal - decorre de 8 a 17 de Julho, em diversos locais da cidade, desde a Placa Central da Avenida Luísa Todi, o espaço central do evento, ao Centro Histórico e ao Parque Urbano de Albarquel. A sessão de abertura do Festival decorre no dia 8 de Julho, a partir das 17 horas na Avenida Luísa Todi, que conta com variados momentos de animação, uma amostra do que decorrerá nos diferentes locais nos 10 dias do evento.
No festival são apresentados múltiplos modos de articulação entre as diversas formas de arte, como a Body Art, o happening, aInstalação e a Performance Visual, o Teatro de Rua e, ainda asEstátuas Vivas. Deste modo promove-se a intervenção artística de qualidade em espaços acessíveis a todos os públicos, estimulando as múltiplas formas de colaboração entre as actividades artísticas, as indústrias do lazer e os agentes económicos e turísticos locais, em geral.
A programação está distribuída pelos diferentes locais, durante todo o período do evento, em três momentos do dia, a partir das 10.30horas, na Placa Central serão dinamizadas actividades para crianças, pintura facial, modelagem de balões, malabarismo, instalações, estátuas vivas, entre outras. Na Avenida Luísa Todi está situado o centro do evento, onde podem ser fornecidas informações relativas à programação, mas também visitados e adquiridos objectos de artesanato urbano. O segundo período de programação terá início às 17horas, em locais variados, nos quais decorrem workshops de ilustração e percussão, animações musicais e a dinamização de espaço para bebés, o ‘Recanto’. O terceiro momento de animação começa às22horas, em espaços comerciais localizados na avenida e no Parque Urbano de Albarquel, que recebem projectos de Teatro de Rua, instalações vídeo e música ao vivo
Move.AR dirige-se para todos os públicos e as actividades são, maioritariamente de participação gratuita. O  festival é organizado pelo Teatro do Elefante, uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura - DGArtes, e apoiado pela Câmara Municipal de Setúbal. Todas as informações podem ser cedidas pelos contactos do Teatro do Elefante, elefante@teatrodoelefante.net, 265 535 640 e 927 751 881.


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Domingo, 03.07.11
Tróia, a 'Vilamoura dos tempos modernos'
O presidente da Turismo do Alentejo apelidou hoje a Península de Tróia como a «Vilamoura dos tempos modernos» no panorama turístico português, destacando a sua «qualidade» e o desenvolvimento que vai criar na região.

«É a Vilamoura dos tempos modernos no panorama turístico português e não tenho dúvidas de que será uma grande aposta de qualidade», disse António Ceia da Silva, em entrevista à agência Lusa.

 

Para o responsável, a Península de Tróia «irá trazer atrás de si desenvolvimento global de todo o território do Alentejo, porque toda a região (distritos de Portalegre, Évora e Beja) irá beneficiar pelo facto de poderem vir turistas atraídos pela qualidade das praias do Alentejo», sublinhou.

O presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo considera que o litoral alentejano tem, actualmente, na Península de Tróia, um «destino turístico de excelência».

 

«A Península de Tróia tem hoje uma qualidade fantástica e terá que ser considerada, desta forma, um destino turístico de excelência», declarou.

Considerada por Ceia da Silva como uma das «grandes apostas para este verão» por parte da entidade que tutela, a Península de Tróia tem ainda outras valências para serem exploradas, uma vez que a região «não se esgota no mar».

 

«A Península de Tróia tem uma qualidade de oferta muito considerável, tem uma beleza paisagística enorme, não se esgota no mar», afirmou.

Para sustentar estas afirmações, o presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo sublinhou que a Península de Tróia possui ainda «ruínas romanas, campo de golfe, uma potencialidade enorme para desportos náuticos e observação de golfinhos».

 

Via Sol



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Quarta-feira, 11.05.11




Bom dia,

No próximo Sábado dia 21 de Maio, o Clube Arrábida vai promover uma acção de limpeza na zona do Portinho da Arrábida que se designa Operação Arrábida Limpa. Esta acção que conta com o apoio do Parque Natural da Arrábida, Câmara Municipal de Setúbal e Administração Regional Hídrica (ARH), pretende não só limpar o lixo nos acessos, estacionamentos, floresta e algumas partes do areal desta área, mas também sensibilizar os utentes para o gravíssimo problema do lixo que cronicamente afecta aquela que foi considerada uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.

Agradeço a vossa ajuda a divulgar este evento. Anexo comunicado e cartaz da Operação Arrábida Limpa. Para mais informações podem entrar em contacto comigo, ou consultar eventos no grupo Happy Hour de Luto pela Arrábida do Facebook.

http://www.facebook.com/group.php?gid=132456390111056&v=wall

Pedro Vieira

Clube da Arrábida

Tel: 962980149
Via A Especiaria


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